Larvin 350
Bayer S.A. - São Paulo/ SP
Inseticida
tiodicarbe (metilcarbamato de oxima) (350 g/L)

Informações

Número de Registro
1238703
Marca Comercial
Larvin 350
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
tiodicarbe (metilcarbamato de oxima) (350 g/L)
Titular de Registro
Bayer S.A. - São Paulo/ SP
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 3 – Produto Moderadamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Algodão
Heliothis virescens
Lagarta-das-maçãs
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Soja
Epinotia aporema
Broca-das-axilas; Broca-das-axilas-da-soja
Soja
Pseudoplusia includens
Lagarta-do-linho; Lagarta-falsa-medideira
Soja
Rachiplusia nu
Lagarta-falsa-medideira; Lagarta-mede-palmo

Conteúdo da Bula

                                    LARVIN® 350
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento/MAPA sob n° 0123870003.

COMPOSIÇÃO:
3,7,9,13-tetramethyl-5,11-dioxa-2,8,14-trithia-4,7,9,12-tetra-azapentadeca-3,12-diene-6,10-dione
(TIODlCARBE) ................................................................................................................................................... 350 g/L (35 % m/v)
Outros ingredientes ............................................................................................................................................ 750 gL (20 % m/v)

                        GRUPO                                                          1A                                                 INSETICIDA

CLASSE: Inseticida de contato e ingestão do grupo químico metilcarbamato de oxima.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)

TITULAR DO REGISTRO: Bayer S.A.
Rua Domingos Jorge, 1.100 - CEP: 04779-900 - São Paulo/SP - CNPJ: 18.459.628/0001-15
Registrada na Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo sob nº 663

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO: Larvin Técnico - Registro MAPA nº 01808394: Bayer CropScience LP - Route 25, P.O.
Box 1005 - 25112, Institute, West Virginia - EUA / Hunan Haili Chemical Industry Co., Ltd. - No. 198, Haide Road, Changde,
Economic & Technological Development Zone, Hunan – China
Larvin Técnico BCS – Registro MAPA nº 18119: Sinon Corporation - N° 101, Nanrong Road, Ta-Tu District, 43245, Taichung,
Taiwan. / Hunan Haili Chemical Industry Co. Ltd. - No. 198, Haide Road, Changde, Economic & Technological Development
Zone, Hunan – China

FORMULADOR:
Bayer S.A. - Estrada da Boa Esperança, 650, Bairro Bom Pastor - CEP: 26110-120 - Belford Roxo/RJ

                                    ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
                                                    CONSERVE-OS EM SEU PODER.
                       É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                                              É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                                                                   AGITE BEM ANTES DE USAR
                                  Lote, Data de Fabricação, Data de Vencimento: VIDE EMBALAGEM
                                                                PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
                   Indústria Brasileira (Dispor esta frase quando houver processo fabril em território nacional)




     CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 3 – PRODUTO MODERADAMENTE TÓXICO
     CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: II - PRODUTO MUITO
                            PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




  LARVIN® 350_BULA_AGROFIT_31/05/2022
INSTRUÇÕES DE USO:
LARVIN® 350 é um inseticida do grupo químico metilcarbamato de oxima, indicado para o controle
das pragas mencionadas nas culturas abaixo:

                             Pragas Controladas                               Dose
     Cultura                                                       Produto           Ingrediente
                    Nome Comum            Nome Científico
                                                                  Comercial             Ativo
                     Curuquerê            Alabama argilacea       200 ml/ha            70 g/ha
     Algodão
                 Lagarta-das-maças*       Heliothis virescens      1,5 L/ha            525 g/ha
                                               Anticarsia         150 - 200
                    Lagarta-da-soja                                               52,5 - 70 g/ha
                                              gemmatalis            mL/ha
                                            Pseudoplusia
      Soja          Lagartas-falsa-
                                               includens          200 mL/ha            70 g/ha
                      medideira
                                            Rachiplusia nu
                   Broca-das-axilas       Epinotia aporema       1,0 - 1,5 L/ha   350-525 g/ha

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Algodão: Curuquerê - aplicar quando a infestação atingir duas lagartas por planta.
Lagarta-das-maças - iniciar as aplicações quando constatado 10% de infestação, ou seja, 1 lagarta
por 10 plantas.
* O Larvin® 350 aplicado na dose de 0,4-0,8 L/ha apresenta ação ovicida, contra ovos de lagarta-das-
maçãs (Heliothis virecens).
Número máximo de aplicações: 2 por ciclo de cultivo.
Soja: Lagartas - controlar quando encontrar 40 lagartas grandes (maiores que 1,5 cm) por
amostragem ou se o desfolhamento médio for superior a 30%, antes do florescimento, ou 15% depois
do florescimento da soja.
Broca-das-axilas - controlar até a formação das vagens quando 30% das plantas estiverem com
ponteiros atacados.
Usar a dose menor nas culturas menos desenvolvidas.
Número máximo de aplicações: 2 por ciclo de cultivo.

MODO DE APLICAÇÃO:
Este produto pode ser aplicado com equipamentos costais, manuais ou motorizados tratorizado e
aeronaves agrícolas.

Bicos: Deverão ser utilizadas pontas de jato cônico com a combinação adequada de ponta e difusor
para termos uma deposição mínima de 40 gotas/cm² e um VMD= 110-120 micômetros. Deverão ser
utilizados no avião IPANEMA (qualquer modelo) de 40-42 ba barra de pulverização com os bicos das
extremidades da asa em número de 4 a 5, fechados para ser evitado o arraste das gotas pelos
vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga em número de oito, deverão estar funcionando e na
mesma angulação dos existentes nas asas do avião. Poderá também ser utilizado bicos rotativos do
tipo muicronair (AU 3000 ou AU 5000) trabalhando-se com as lâminas no ângulo adequado para se
obter uma deposição mínima de 40 gotas/m² com um VMD= 110-120 micrômetros.

Faixa de deposição:
Em equipamentos terrestres ficará limitada ao comprimento da própria barra.
Nas aeronaves do tipo Ipanema (qualquer modelo) a faixa será de 20 metros.

Volume de aplicação:
Equipamentos terrestres: 200-400 L de calda/ha procurando-se evitar o escorrimento do produto
sobre as plantas.
Aeronaves: aplicar volumes de 20-30 L de calda/ha.
Altura da barra: em equipamentos terrestres o bico ou barra de pulverização deverá estar posicionada
a uma altura de 50 cm em relação ao alvo de deposição.
Aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) a altura do voo deverá ser de 4-5 m em relação ao alvo da
deposição.




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Pressão de trabalho:
Equipamentos costais: 40-60 psi. Equipamentos tratorizados: 80-100 psi. Aeronaves: 15-30 psi.

Condições meteorológicas:
Tempertura máxima 27º C. Umidade relativa do ar: 55 %. Velocidade do vento: máximo 10 km/hora
(3m/seg).
Observar que a condição mais importante é a umidade relativa do ar pois será o maior influenciador
na maior ou menor evaporação das gotas de pulverização. Gotas grandes ocasionarão deposição
irregular, faixa mais estreita e escorrimento do produto nas folhas. Gotas finas terão deriva maior ou
não atingirão o alvo ocasionando perdas do produto e poluição do meio ambiente.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão.................................................................................................................................      07 dias
Soja.......................................................................................................................................   14 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Fitotoxicidade para a cultura indicada: O produto não é fitotóxico quando utilizado de acordo com as
doses recomendadas.
- Não misturar LARVIN® 350 com produtos fortemente ácidos, alcalinos ou que contenham sais
metálicos, como por exemplo, fungicidas, tais como MANEB, ZINEB, MANCOZEB, Sulfato de cobre e
cloreto de cobre.
- A Bayer não possui dados técnicos que suportem a aplicação deste produto via aeronaves
remotamente pilotadas (drones).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo
desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementação as seguintes estratégias de manejo de
resistência á inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas:
 - Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou modo de ação não deve ser
utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
 - Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
 - Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais
para o MRI.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex.: Controle Cultural, biológico, etc) dentro do
programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.



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                    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
   recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
   com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
   útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
   áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
   habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
   primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
   longe do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
   ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
   relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento
   hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
   calças por cima das botas, botas de borracha com meias, avental impermeável, máscara com
   filtro mecânico classe P1, óculos de segurança com proteção lateral e luvas resistentes a
   produtos químicos.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
   Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
   (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
   estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
   as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
   pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento
   hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
   calças por cima das botas, botas de borracha com meias, máscara com filtro mecânico classe P1,
   óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas resistentes a produtos químicos.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
   avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
   o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
   Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.


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•    Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
     aplicação.
•    Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
     (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
•    Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
     evitar contaminação.
•    Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
     trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•    Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
•    Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
     família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
•    Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
•    Não reutilizar a embalagem vazia.
•    No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de
     algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho
     das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, óculos de
     segurança com proteção lateral e luvas resistentes a produtos químicos.
•    Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
     ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, máscara e luvas.
•    A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
     protegida.




                                                 PERIGO                Tóxico se ingerido




     PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando
     a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
     Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
     médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber
     ou comer.
     Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
     Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso use lente de contato, deve-se retirá-la.
     Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio,
     anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
     Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
     ventilado.
     A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental
     impermeáveis, por exemplo.

                                  INTOXICAÇÕES POR Larvin® 350
                                INFORMAÇÕES DE ORDEM MÉDICA

As informações contidas na tabela abaixo são de uso exclusivo de profissionais da saúde. Os
procedimentos descritos devem ser executados somente em local apropriado (hospital, centro de
saúde, etc.).

      Grupo químico         Metilcarbamato de oxima
    Classe toxicológica     CATEGORIA 3 – PRODUTO MODERADAMENTE TÓXICO
    Vias de exposição       Oral, dérmica, inalatória e ocular.
                            Tiodicarbe e seus metabólitos foram rápida e extensivamente absorvidos
                            e excretados após administração por via oral em ratos. Tiodicarbe é
                            hidrolisado para metomil; metomil é biotransformado para metabólitos
      Toxicocinética
                            instáveis que são convertidos subsequentemente em acetonitrila e CO2,
                            ambos os quais são primariamente excretados pelo ar expelido e urina. A
                            biotransformação é rápida e não há evidência de acumulação.


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                          Inibe reversivelmente a enzima acetilcolinesterase resultando no acúmulo
                          de acetilcolina nos receptores muscarínicos (efeito em células
                          colinérgicas), nicotínicos (junções neuromusculares esqueléticas) e no
   Toxicodinâmica         sistema nervoso central (SNC). A inibição tem reversão espontânea (ao
                          contrário dos organofosforados), com ação breve e autolimitada.
                          Usualmente a severidade é leve a moderada, porém a exposição a altas
                          concentrações pode gerar quadros severos.
                          Produto formulado:
                          Exposição Oral: em estudo realizado em animais de experimentação
                          (ratos) observou-se lentidão, piloereção, lacrimação, salivação,
  Sintomas e sinais
                          emagrecimento e tremores.
       clínicos
                          Exposição Ocular: em estudo realizado em animais de experimentação
                          (coelhos) observou-se vermelhidão, quemose e secreção reversíveis em 7
                          dias.
                          O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro
                          clínico compatível.
                          No caso dos carbamatos, a exposição pode ser investigada por meio da
                          queda na atividade das colinesterases. O decréscimo de 25% ou mais da
     Diagnóstico          atividade da colinesterase plasmática indica exposição importante. Queda
                          de 50% é geralmente associada com exposição intensa. O decréscimo da
                          atividade da pseudocolinesterase é um indicador sensível, mais não
                          específico. Deve considerar-se que a inibição da acetilcolinesterase por
                          carbamatos é rapidamente reversível.
                          Importante: os reativadores da colinesterase NÃO são indicados na
                          intoxicação por Carbamatos, pois a colinesterase carbamilada
                          reverte espontaneamente
                          Lavar todas as áreas contaminadas com grande quantidade de água.
                          Realizar tratamento sintomático e medidas de suporte de acordo com os
                          sinais clínicos apresentados para manutenção dos sinais vitais.
                          Lave a boca com leite ou água. No caso de ingestões menores, a irrigação
                          oral e diluição podem ser os únicos procedimentos necessários.
                          Considere a descontaminação gastrointestinal apenas após ingestões
                          consideráveis. A êmese não é recomendada, contudo o vômito
                          espontâneo pode ocorrer.
                          Carvão ativado: administre carvão ativado (240 mL de água/ 30 g de
                          carvão ativado). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/ adolescentes, 25 a 50
                          g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano de
                          idade. Pacientes com intoxicação por via oral devem ser observados
                          cuidado quanto ao possível desenvolvimento de irritação ou queimaduras
                          no esôfago ou trato gastrointestinal. Se estiverem presentes sinais ou
                          sintomas de irritação ou queimaduras no esôfago, considere a endoscopia
                          para determinar a extensão do dano. Reidrate o paciente que estiver
      Tratamento          perdendo fluidos através de vômito e diarreia.
                          Após exposição pela via inalatória, remova o paciente para um local
                          arejado. Cheque as alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou
                          dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório,
                          bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se
                          necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e
                          corticosteroides via oral ou parenteral.
                          Em caso de exposição pela via ocular, lave os olhos expostos com
                          quantidades copiosas de água ou salina a 0,9%, à temperatura ambiente
                          por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento
                          ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
                          tratamento específico.
                          Em caso de exposição pela via dérmica, remova as roupas contaminadas
                          e lave a área exposta com água e sabão.
                          O profissional da saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e
                          avental impermeáveis.
                          A administração de Atropina só deverá ser realizada na vigência de
                          sintomatologia. Não deverá ser administrada se o paciente estiver
                          assintomático.
                           Atropina - agente antimuscarínico - é usada para reverter os sintomas


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                            muscarínicos, (glândulas exócrinas, músculo liso e músculo cardíaco, por
                            ex.), não os nicotínicos, na dose de 2,0 - 4,0 mg em dose de ataque
                            (adultos), e 0,05 mg/kg em crianças, endovenosa. Repetir se necessário
                            a cada 5 a 10 minutos. As preparações de Atropina disponíveis no
                            mercado, normalmente têm a concentração de 0,25 ou 0,50 mg /mL.
                            O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é clínico, e
                            se baseia na reversão da ausculta pulmonar indicativa de broncorreia e
                            na constatação do desaparecimento da fase hipersecretora, ou sintomas
                            de intoxicação atropínica (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas
                            e taquicardia). Alcançados sinais de atropinização, ajustar a dose de
                            manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais. A presença de
                            taquicardia e hipertensão não contraindica a atropinização.
                           É indicado supervisão do paciente por pelo menos 48 horas.
                           Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, hemograma. Tratar
                           pneumonite e coma se ocorrerem. Se ocorrer convulsões, o paciente pode
                           ser tratado com benzodiazepínicos sob orientação médica. A ação letal
                           pode ser atribuída à insuficiência respiratória, pelos mecanismos de:
                           broncoconstrição, secreção pulmonar excessiva, falência da musculatura
                           respiratória e consequente depressão do centro respiratório por hipóxia.
                           A diálise e a hemoperfusão são contraindicadas.
                           Êmese é contraindicada - em razão do risco potencial de aspiração.
                           Morfina, succinilcolina, teofilina, fenotiazinas e reserpina.
  Contraindicações         Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas
                           devido à possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca. Não
                           administrar Oxima (Pralidoxima), pois a fixação do tiodicarbe sobre a
                           acetilcolinesterase é bastante lábil e se desfaz com facilidade.
Efeitos das interações
                           Com organofosforados, carbamatos e tiocarbamatos.
       químicas
                           Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
                           obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
                           Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
      ATENÇÃO              RENACIAT – ANVISA/MS
                           Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
                           Telefone de Emergência da empresa: BAYER S.A. 0800-701-0450
                           Centro de informações toxicológicas: 0800-410148 (PR)

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS:
DL50 Oral em ratos: 238 mg/kg.
DL50 cutânea em coelhos: > 2000 mg/kg.
CL50 Inalatória em ratos: CL50 inalatória em ratos não determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: o produto não é irritante à pele.
Corrosão/Irritação Ocular em coelhos: o produto causou vermelhidão, quemose e secreção
reversíveis em 7 dias.
Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante à pele.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.

EFEITOS CRÔNICOS:
Nos estudos em animais o Tiodicarbe inibiu reversivelmente a colinesterase sem causar efeitos a
longo prazo. Não foi observado potencial cancerígeno em ratos e, em camundongos, foram
observados tumores hepáticos na maior dose administrada que claramente excedeu a máxima dose
tolerada (MDT). Tiodicarbe não apresentou potencial teratogênico, não foi tóxico para a fertilidade e
nem para reprodução.




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                    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
❑ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
◼ MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
❑ Perigoso ao meio ambiente (CLASSE III)
❑ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

-   Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos).
-   Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
-   Não utilize equipamentos com vazamento.
-   Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-   Aplique somente as doses recomendadas.
-   Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
    d’água. Evite a contaminação da água.
-   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
    da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
-   Não execute aplicações aéreas de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
    (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
    público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
    agrupamentos de animais e culturas susceptíveis a danos.
-   Observe a disposição constante na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
    aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
   rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
   para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
   Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER S.A. - telefone de emergência:
   0800-243334.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão de impermeável, luvas e botas de
   PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
   drenos ou corpos d’ água. Siga as instruções abaixo:
   • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o meterial com o auxílio
       de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
       não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado
       no rótulo para a sua devolução e destinação final.
   • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
       material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
       registrante conforme indicado acima.
   • Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
       contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
       medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
       corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO,
   ficando a favor do vento para evitar intoxicações.


LARVIN® 350_BULA_AGROFIT_31/05/2022
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGENS RÍGIDAS LAVÁVEIS (1, 5, 10 e 20 litros)

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

-   Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
    posição vertical durante 30 segundos;
-   Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
-   Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
-   Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
-   Faça esta operação três vezes;
-   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
    sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
    direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.



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EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (200 LITROS)

-   ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA)

-   ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
 A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.




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A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS:
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável.




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