Larvae Force
Jubailireg Brasil Ltda - São Paulo/SP
Inseticida
indoxacarbe (oxadiazina) (150 g/L)
Informações
Número de Registro
24721
Marca Comercial
Larvae Force
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
indoxacarbe (oxadiazina) (150 g/L)
Titular de Registro
Jubailireg Brasil Ltda - São Paulo/SP
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Milheto
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Milho
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Soja
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Sorgo
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Conteúdo da Bula
LARVAE FORCE_ V02_2025-09-22
LARVAE FORCE
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 24721
COMPOSIÇÃO:
methyl(S)-N-[7-chloro-2,3,4a,5-tetrahydro-4a-(methoxycarbonyl) indeno[1,2-e] [1,3,4]oxadiazin-2-
ylcarbonyl]-4'-(trifluoromethoxy)carbanilate (INDOXACARBE) ...................................150 g/L (15% m/v)
Outros Ingredientes...................................................................................................... 820 g/L (82% m/v)
GRUPO 22 INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida de contato e ingestão
GRUPO QUÍMICO: Indoxacarbe: Oxadiazina
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (CE)
TITULAR DO REGISTRO (*):
JUBAILIREG BRASIL LTDA.
Rua Santa Cruz, n° 2187 - Sala 10, Vila Mariana, São Paulo/SP, CEP 04121-002
CNPJ: 54.195.878/0001-59. Registro do Estabelecimento no Estado (CDA/SP) nº 4470
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
INDOXACARB TÉCNICO RTM - Registro no 47419
SHANDONG JINGBO AGROCHEMICALS TECHNOLOGY CO. LTD. - Economic Development Zone,
Boxing County, Binzhou City, Shandong Province, 256500 – China.
FORMULADORES:
ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA. - Avenida Basileia, 590 – Manejo, CEP: 27521-210, Resende/RJ.
CNPJ Nº 01.789.121/0004-70- Cadastro no Estado (INEA/RJ) n° IN045738.
JIANGSU ROTAM CHEMISTRY CO, LTD. - Nº 88 Rotam Road, ETDZ, Kunshan, Jiangsu – R.P. China.
TAGMA BRASIL IND. E COMERCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. - Av. Roberto Simonsen,
1459 - Recanto dos Pássaros, Paulínia/SP - CEP: 13148-030 - CNPJ: 03.855.423/0001-81 – Cadastro
no Estado (CDA/SP) n° 477.
Kubix Agroindustrial Ltda. - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260 - Bairro Cruz Alta, CEP: 13348-790
Indaiatuba / SP – CNPJ: 47.754.052/0001-17 - Cadastro no Estado (CDA/SP): 1248.
SHANDONG BINNONG TECHNOLOGY CO., LTD. - N°. 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou,
Shandong, China
SHANDONG JINGBO AGROCHEMICALS TECHNOLOGY CO., LTD. - Economic Development Zone,
Boxing County, Shandong Province, 256500, China.
1
LARVAE FORCE_ V02_2025-09-22
IMPORTADORES:
JUBAILI BRASIL LTDA. - Rua Santa Cruz, n° 2187 – Sala 10, Vila Mariana, São Paulo/SP, CEP:
04121-002 - CNPJ:54.195.645/0001-56. Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4473.
Nº do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do
Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: azul PMS Blue 293 C
2
LARVAE FORCE_ V02_2025-09-22
INSTRUÇÕES DE USO:
CULTURAS, ALVOS E DOSES:
Doses do Número
Alvo Volume de
Culturas produto máximo de Época e Intervalo de Aplicação
biológico calda2 (L/ha)
Comercial1 aplicações
Iniciar as aplicações quando forem
encontradas lagartas de até 1 cm
em 5% das plantas. Não é
recomendada aplicação para
controle de lagartas maiores que 1
Aplicação cm.
Terrestre: Realizar no máximo 4 aplicações
Lagarta-militar
100 a 300 por ciclo da cultura.
ALGODÃO (Spodoptera 400 ml/ha 4
Intervalo mínimo entre as
frugiperda)
Aérea: aplicações: 7 dias.
40 O inseticida LARVAE FORCE deve
ser aplicado nos horários de menor
atividade de visitação e
forrageamento das abelhas,
preferencialmente no final da tarde
ou à noite.
Para melhor eficácia, recomenda-
se o monitoramento da infestação e
aplicação no início da infestação e
aparecimento dos primeiros danos
ou no máximo quando 10% das
Lagarta-do- plantas encontrarem-se raspadas.
Aplicação
cartucho Dentro do programa de manejo de
MILHETO 400 ml/ha Terrestre: 3
(Spodoptera pragas, não realizar mais que 3
150 a 250
frugiperda) aplicações por ciclo da cultura.
Intervalo mínimo entre as
aplicações: 7 dias.
O inseticida LARVAE FORCE deve
ser aplicado somente no período
vegetativo, antes do florescimento
Para melhor eficácia, recomenda-
se o monitoramento da infestação e
aplicação no início da infestação e
aparecimento dos primeiros danos
ou no máximo quando 10% das
plantas encontrarem-se raspadas.
Aplicação
Não é recomendada aplicação para
Lagarta-do- Terrestre:
controle de lagartas maiores que 1
cartucho 150 a 250
MILHO 400 ml/ha 3 cm.
(Spodoptera
Dentro do programa de manejo de
frugiperda) Aérea:
pragas, não realizar mais que 3
40
aplicações por ciclo da cultura.
Intervalo mínimo entre as
aplicações: 7 dias.
O inseticida LARVAE FORCE deve
ser aplicado somente no período
vegetativo, antes do florescimento
3
LARVAE FORCE_ V02_2025-09-22
Doses do Número
Alvo Volume de
Culturas produto máximo de Época e Intervalo de Aplicação
biológico calda2 (L/ha)
Comercial1 aplicações
Fase vegetativa: Iniciar as
aplicações com até 1 lagarta menor
que 1cm em 10 plantas. Devido ao
ataque da praga no início do ciclo
da cultura, recomenda-se observar
os trifólios em fase inicial
individualmente, e não utilizar
batida de pano, devido ao hábito da
praga nos estádios iniciais da
Aplicação cultura.
Lagarta- terrestre: Fase reprodutiva: Iniciar o controle
Helicoverpa 150 a 250 3 quando houver até 2 lagartas
SOJA 400 ml/ha
(Helicoverpa menores que 1 cm por metro linear,
armigera) Aérea: utilizando o método de batida de
40 pano.
Intervalo entre as aplicações: 7
dias.
Durante o florescimento (fase R1 a
R3), o inseticida LARVAE FORCE
deve ser aplicado nos horários de
menor atividade de visitação e
forrageamento das abelhas,
preferencialmente no final da tarde
ou à noite.
Para melhor eficácia, recomenda-
se o monitoramento da infestação e
aplicação no início da infestação e
aparecimento dos primeiros danos
ou no máximo quando 10% das
Lagarta- do- plantas encontrarem-se raspadas.
Aplicação
cartucho Dentro do programa de manejo de
SORGO 400 ml/ha Terrestre: 3
(Spodoptera pragas, não realizar mais que 3
150 a 250
frugiperda) aplicações por ciclo da cultura.
Intervalo mínimo entre as
aplicações: 7 dias.
O inseticida LARVAE FORCE deve
ser aplicado somente no período
vegetativo, antes do florescimento
(1) 1 litro do produto comercial corresponde a 150g do ingrediente ativo.
(2) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação
e de acordo com o estádio fenológico de desenvolvimento da cultura.
MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre:
Utilizar pulverizadores tratorizados com tipos e espaçamento de bicos recomendados pelos fabricantes.
A altura da barra deve obedecer às recomendações dos fabricantes devendo, em toda a sua extensão,
4
LARVAE FORCE_ V02_2025-09-22
estar na mesma altura e ser adequada ao estádio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir
uma perfeita cobertura das plantas.
Mantenha a agitação do tanque e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras
do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação ou deposição da calda
de pulverização a culturas vizinhas.
Condições climáticas:
Devem ser respeitadas condições de temperatura inferior a 30ºC e umidade relativa superior a 55%,
visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Não aplicar se houver RAJADAS DE
VENTOS.
Aplicação aérea:
Esta modalidade de aplicação pode ser utilizada para as culturas do Algodão, Milho e Soja.
Antes da aplicação, o equipamento de pulverização deve estar limpo, procedendo então a calibragem
do equipamento com água para a correta pulverização do produto.
Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com barra e dotadas de bicos de jatos cônicos cheio
da série D ou CP que produzam gotas de 200 a 400 micra, altura de voo 2 a 4 m sobre a cultura,
densidade de gotas de 20 a 30 gotas/cm², volume de aplicação: mínimo de 40 litros de calda/ha.
Não sobrepor as faixas de aplicação.
Condições climáticas:
Devem ser respeitadas condições de velocidade do vento de 3 a 15 km/hora, temperatura inferior que
30ºC e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Não realizar aplicação em condições de inversão térmica e de correntes ascendentes. Não aplicar se
houver rajadas de ventos ou em condições sem vento
Preparo da calda:
No preparo da calda, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados no item
“Precauções no manuseio” descritos em “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Aplicação Terrestre:
Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a ½ (metade) de sua capacidade. Ligar a agitação
e adicionar a quantidade apropriada do produto mantendo o sistema de agitação ligado. Completar o
volume do tanque com água limpa até o nível do volume de calda recomendado para a cultura.
Se houver necessidade de interromper a pulverização por algum tempo é aconselhável manter o
agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa, é necessário re-agitar a calda antes de
reutilizá-la.
Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Utilizar adjuvante ou fertilizante foliar somente após a adição do produto na calda.
Aplicação Aérea:
No tanque de pré-mistura preparar uma calda homogênea utilizando a dose do produto recomendada.
Fazer a transferência desta pré-mistura para o tanque da aeronave completando o volume com água.
Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Lavagem do equipamento de aplicação: Inicie a aplicação somente com o equipamento limpo e bem
conservado.
Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água
limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
5
LARVAE FORCE_ V02_2025-09-22
2. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do
tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o
equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza
de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Precauções gerais com o equipamento aplicador:
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado,
regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem riscos ao aplicador, ao meio
ambiente e à cultura.
Proibido utilizar equipamentos com vazamentos ou danificados.
Cuidados durante a aplicação:
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda
deverá ser mantido durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento
aplicador para evitar a sobreposição durante a aplicação.
Cuidados com a inversão térmica:
Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas
suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral.
Assim, o potencial de deriva aumenta significativamente durante uma inversão térmica, podendo a
aplicação atingir culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações de
animais e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica.
GERENCIAMENTO DE DERIVA:
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de
rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de
pulverização e ao clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da
decisão de aplicar.
As condições climáticas, o estádio de desenvolvimento da cultura etc., nas proximidades de organismos
não-alvo e culturas para os quais o produto não esteja registrado, devem ser considerados como fatores
que podem afetar o gerenciamento da deriva.
Importância do diâmetro de gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior
diâmetro de gotas, desde que esse diâmetro permita uma boa cobertura.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A
PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES
AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS! Siga as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e
Umidade e Inversão térmica presentes na bula.
- Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Considere
o uso de bicos de baixa deriva. Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do
fabricante.
- Altura da barra: Regule a altura da barra para a menor altura possível para obter uma
cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento
terrestre, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-
se também a adequada sobreposição dos jatos.
- Ventos: O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de
gotas e tipo de equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não
6
LARVAE FORCE_ V02_2025-09-22
aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS. No caso de aplicação aérea, não aplicar em condições SEM
VENTO.
- Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
- Temperatura e umidade: Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o
equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
- Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões
térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas
que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela
elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco
ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a
manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não
houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma
fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a
presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com
movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
A critério do Engenheiro Agrônomo responsável, as recomendações para aplicação poderão ser
alteradas desde que respeitem a legislação vigente da região da aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Dias
Algodão e Soja 14 dias
Milho, Sorgo e Milheto 30 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.
• Uso exclusivamente agrícola.
• Utilizar o produto somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo de
segurança de cada cultura.
• Fitotoxicidade: O produto não causa fitotoxicidade nas culturas registradas, desde que sejam
seguidas as recomendações de uso.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
7
LARVAE FORCE_ V02_2025-09-22
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida LARVAE FORCE pertence ao Grupo 22 (Bloqueadores de canais de sódio dependentes
da voltagem) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o
risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
GRUPO 22 INSETICIDA
Para manter a eficácia e longevidade do LARVAE FORCE como uma ferramenta útil de manejo de
pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter
a evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 22. Sempre rotacionar com produtos
de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar LARVAE FORCE ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo
de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de LARVAE FORCE podem ser feitas desde que o período residual total do
“intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do LARVAE FORCE, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo
químico das Oxadiazinas não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de
aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do LARVAE FORCE ou outros produtos do
Grupo 22 quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados
para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária
(www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
8
LARVAE FORCE_ V02_2025-09-22
Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: Controle Cultural, biológico, etc) dentro do programa
de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional
habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças passando
por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado
classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
9
LARVAE FORCE_ V02_2025-09-22
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado classe P2;
óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada;
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de
algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila, viseira facial
ou óculos de segurança, respirador e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, viseira facial ou óculos de segurança, avental impermeável, botas
de borracha, macacão, luvas e respirador.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer
10
LARVAE FORCE_ V02_2025-09-22
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
INTOXICAÇÕES POR LARVAE FORCE
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Indoxacarbe: Oxadiazina
Classe toxicológica Categoria 5 - Produto Improvável De Causar Dano Agudo
Vias de exposição Oral, dermal e inalatória.
Indoxacarbe: O indoxacarbe administrado por via oral em ratos em doses
baixas foi extensivamente, embora lentamente, absorvido (69-81%), mas
em doses mais altas a cinética de saturação se torna evidente (absorção
de 8 a 14%). Houve uma diferença considerável no tempo necessário para
atingir o valor máximo de concentração no sangue entre os sexos. Nos
machos, foram 5 horas em dose baixa e 3 horas em dose alta, enquanto
nas fêmeas foram 8 horas e 27 horas, respectivamente. Esse metabólito
mostrou evidências de captação estereoespecífica da gordura. A
eliminação (provavelmente causada pelo acúmulo preferencial de
metabólitos na gordura e nos eritrócitos) foi lenta, com a meia-vida no
plasma variando entre 92 horas e 114 horas em machos e fêmeas,
Toxicocinética respectivamente. Em ratos, o indoxacarbe é biotransformado para produzir
o metabólito da arilamina 4-trifluorometoxianilina. Este metabólito, que não
contém um centro quiral, estava presente na urina e nos eritrócitos. Os
principais metabolitos nas fezes foram formados por hidrólise do grupo
carboximetil a partir do nitrogênio amino da porção trifluorometoxifenil do
composto original e hidroxilação do anel de inandiona. Nenhum composto
parental foi detectado na bílis e nenhum metabólito isolado foi responsável
por mais de 4% da dose administrada. Um metabólito aberto por anel de
oxadiazina formado por enzimas microssômicas hepáticas provavelmente
será um precursor de vários metabólitos encontrados na urina. Os oito
metabólitos urinários menores em ratos representaram no total menos de
5% da dose administrada.
Indoxacarbe: Não são conhecidos os mecanismos de toxicidade em
humanos. O indoxacarbe é um bloqueador dos canais neuronais de sódio
em insetos. Em roedores, evidências de neurotoxicidade ocorreram
apenas em doses agudas elevadas, nas quais também foram observados
Toxicodinâmica sinais de toxicidade sistêmica. O derivado N-hidroxi da 4-
trifluorometoxianilina, embora não seja detectado nos excrementos ou
eritrócitos, pode ser agente causador responsável pelos efeitos hemolíticos
observados em todos os estudos de doses repetidas devido à sua
capacidade de oxidar efetivamente a glutationa nos eritrócitos in vitro.
11
LARVAE FORCE_ V02_2025-09-22
Indoxacarbe: não são conhecidos sintomas específicos em humanos.
Com base em estudos conduzidos em animais, a substância pode ser
nociva se ingerida ou inalada, também pode provocar sensibilização
dérmica em indivíduos susceptíveis.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação e/ou
sensibilização caracterizada por eritemas (vermelhidão), descamação e
erupções cutâneas.
Sintomas e sinais Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
clínicos respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta. Exposição
ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal,
com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após
exposição crônica em humanos. Em animais de experimentação, a
exposição repetida pela via oral provocou anemia hemolítica regenerativa.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência de quadro clínico compatível, devendo ser feito baseado no
Diagnóstico exame clínico e informações disponíveis.
Além disso, deve-se realizar exame sanguíneo com a contagem de células
vermelhas no sangue, hemoglobina e/ou hematócrito e metahemoglobina.
Antídoto: Não existem antídotos específicos conhecidos.
O tratamento é sintomático e depende da via de exposição e sintomas.
Exposição oral: Administrar carvão ativado na proporção de 50 - 100 g em
adultos e 25 - 50 g em crianças de 1 - 12 anos, e 1 g/kg em menores de 1
ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240
ml de água.
Exposição dérmica: remover roupas e acessórios e descontaminar a pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos com água corrente e
sabão neutro por pelo menos 15 minutos.
Exposição ocular: Lave com água corrente por pelo menos 15 minutos,
Tratamento
mantendo as pálpebras abertas. Evitar que a água da lavagem contamine
o outro olho. Retire lentes de contato quando for o caso.
Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e
arritmias.
Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos
sintomas.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação,
deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.
O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração e
Contra-indicações
pneumonite química.
Efeitos das
Não são conhecidos efeitos sinérgicos com outras substâncias.
interações químicas
12
LARVAE FORCE_ V02_2025-09-22
TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-
6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
ATENÇÃO As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças
e Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS) Notifique no Sistema de Notificação da Vigilância Sanitária
(Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 900 1414 (Toxiclin).
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide TOXICOCINÉTICA e Vide TOXICODINÂMICA.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: Não foi determinada nas condições de teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Estudo não apresentou eritema ou edema em nenhum dos
animais testados.
Corrosão/Irritação ocular em ratos: Não foi observado efeitos na íris, conjuntiva e na córnea em nenhum
dos animais testados.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Indoxacarbe: Toxicidade a longo prazo: Com base em estudos crônicos realizados em laboratório,
verificou-se que a exposição repetida ao Indoxacarbe pode causar redução do peso corpóreo e/ou
anemia hemolítica leve reversível em animais.
Sintomas de Alarme: Em estudos com animais de experimentação expostos a uma alta dose do
produto, através da via oral, observou-se dificuldade na respiração, incoordenação, hipoatividade,
derrame ocular, hipotermia, tremores ou convulsões.
13
LARVAE FORCE_ V02_2025-09-22
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
RESTRIÇÕES/MITIGAÇÕES EM VIRTUDE DO RISCO PARA ABELHAS E OUTROS INSETOS
POLINIZADORES:
RESTRIÇÕES QUANTO À PROTEÇÃO AOS POLINIZADORES
ESTE PRODUTO possui restrição de aplicação EM VIRTUDE DO RISCO PARA ABELHAS E
OUTROS INSETOS POLINIZADORES. SIGA AS instruções DE APLICAÇÃO E
RECOMENDAÇÕES PARA PROTEÇÃO DE POLINIZADORES.
As abelhas e outros insetos polinizadores forrageiam as plantas no período de floração, polinização
e produção do néctar, podendo ser expostos a este inseticida através de:
• Contato direto com o produto durante as aplicações foliares;
• Contato com resíduos do produto na superfície das plantas após a aplicação foliar e/ou
aplicação em solo, quando recomendado;
• Ingestão de resíduos em néctar e pólen resultante das aplicações foliares e/ou aplicação em
solo e/ou tratamento de semente, quando recomendado.
Ao utilizar este produto, tomar medidas para minimizar a exposição de abelhas e outros
polinizadores quando estiverem forrageando as plantas atrativas no entorno e no local da
aplicação. Minimizar a deriva para áreas com colmeias ou no habitat dos polinizadores para evitar
potenciais danos.
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
□ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
■ PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
• Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes;
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos;
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos.
Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas;
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às
atividades aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
14
LARVAE FORCE_ V02_2025-09-22
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa JUBAILIREG BRASIL LTDA.
• Telefone da empresa: 0800 110 8270 (Pró-Química).
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo para
sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico,
ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
15
LARVAE FORCE_ V02_2025-09-22
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.
16
LARVAE FORCE_ V02_2025-09-22
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
17
LARVAE FORCE_ V02_2025-09-22
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de
janeiro de 2019, salvo se realizada por meio de Aeronaves Remotamente Pilotadas – ARPs,
Veículo Aéreo Não Tripulado – VANT ou Drones, conforme lei nº19.135, de 19 de dezembro de
2024.
18