Laredo
Helm do Brasil Mercantil - São Paulo/SP
Herbicida
imazetapir (imidazolinona) (106 g/L)

Informações

Número de Registro
29624
Marca Comercial
Laredo
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
imazetapir (imidazolinona) (106 g/L)
Titular de Registro
Helm do Brasil Mercantil - São Paulo/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Arroz irrigado
Cyperus iria
junquinho (5); tiririca (5); tiririca-do-brejo (1)
Arroz irrigado
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Arroz irrigado
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Feijão
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Feijão
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Feijão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Feijão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Feijão
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Feijão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Feijão
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Feijão
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Soja
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Soja
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Soja
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Soja
Alternanthera ficoidea
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Amaranthus spinosus
bredo-branco; bredo-de-espinho; caruru-de-espinho
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Cenchrus echinatus
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Croton glandulosus
gervão (3); gervão-branco (1); malva-vermelha
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Soja
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Soja
Echinochloa colona
capim-arroz (1); capim-coloninho (2); capim-jaú (1)
Soja
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Soja
Euphorbia heterophylla
Leiteiro
Soja
Hyptis lophanta
catirina; cheirosa (1); fazendeiro (3)
Soja
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Soja
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja
Ipomoea nil
amarra-amarra (2); campainha (8); corda-de-viola (9)
Soja
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Soja
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Soja
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Soja
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Soja
Solanum sisymbriifolium
arrebenta-cavalo (1); joá (1); joá-bravo (1)
Soja
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Soja
Tridax procumbens
erva-de-touro

Conteúdo da Bula

                                    LAREDO
                                                                                                              Bula Agrofit_Janeiro/2025




                                                          LAREDO®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 29624

COMPOSIÇÃO:
(RS)-5-ethyl-2-(4-isopropyl-4-methyl-5-oxo-2-imidazolin-2-yl)nicotinic                                                acid
(IMAZETAPIR) ...................................................................................................... 100,0 g/L (10,0% m/v)
Outros ingredientes ............................................................................................... 930,0 g/L (93,0% m/v)

                 GRUPO                                             B                                     HERBICIDA

CONTEÚDO: Vide rótulo

CLASSE: Herbicida pré e pós-emergente, seletivo e sistêmico do grupo químico Imidazolinona

TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)

TITULAR DO REGISTRO (*):
HELM DO BRASIL MERCANTIL LTDA.
Rua Verbo Divino, 2001, Conj. 21 – Torre A - CEP 04719-002 - São Paulo/SP
CNPJ: 47.176.755/0001-05 - Fone: (11) 5185-4099 - Registro no Estado nº 317 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:

Imazetapir C Técnico Helm – Registro MAPA nº 20218
SHANDONG CYNDA CHEMICAL CO., LTD
Economic Development Area, Boxing – 256500, Shandong – China

Imazetapir N Técnico Helm – Registro MAPA sob nº 43218
YANCHENG SOUTH CHEMICALS CO., LTD
Chenjiagang Chemicals District of Xiangshui, Yancheng City, 224631, Jiangsu Province – China

Imazetapir Z Técnico Helm – Registro MAPA nº TC08922
ZIBO NAB AGROCHEMICALS LIMITED
North of National High-Tec Industrial Development Zone - 256410, Zibo, Shandong – China

Imazethapyr Técnico Imazet – Registro Mapa n° 37918
JIANGSU FLAG CHEMICAL INDUSTRY CO. LTD.
No. 309 Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industrial Park, 210047, Nanjing – China

Vezir Técnico – Registro MAPA nº 6797
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP 86031-610 – Londrina/PR

FORMULADOR/MANIPULADOR:

SHANDONG CYNDA CHEMICAL CO., LTD
Economic Development Area, Boxing County, Shandong 256500 – China

ADAMA BRASIL S/A.
Rua Pedro Antônio de Souza, n° 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR
CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Registro no Estado nº 003263 – ADAPAR/PR

FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA.
Rodovia Castelo Branco, km 68,5, Olhos D’água, CEP: 18120-970 – Mairinque/SP
CNPJ: 47.226.493/0001-46 - Registro no Estado nº 31 - CDA/SP

TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Av. Roberto Simonsen, 1459, Recanto dos Pássaros, CEP: 13148-030 – Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81 – Registro no Estado nº 477 - CDA/SP
                                                                                                  LAREDO
                                                                                  Bula Agrofit_Janeiro/2025



                   Nº do lote ou da partida:
                   Data de fabricação:                 VIDE EMBALAGEM
                   Data de vencimento:

   ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
                          CONSERVE-OS EM SEU PODER.
   É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
               É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                     AGITE ANTES DE USAR.

Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto
                        no Art. 4° do Decreto N° 7.212, de 15 de junho de 2010)

  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
                                DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III - PRODUTO
                        PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE


Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
                                                                                                     LAREDO
                                                                                     Bula Agrofit_Janeiro/2025



INSTRUÇÕES DE USO:

LAREDO® é um herbicida pré-emergente e pós-emergente das plantas infestantes e da cultura,
sistêmico, seletivo para as culturas do arroz irrigado, feijão e soja, no sistema de plantio convencional
e direto.

CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE
APLICAÇÃO:

   Cultura                  Alvo               Dose (L/ha)               Época de aplicação
                       Arroz vermelho
                        Oryza sativa                          Aplicação em pré-emergência
                                                              Aplicar LAREDO® em uma única vez em
                        Junquinho                             pré-emergência das plantas infestantes e
                       Cyperus iria              1,0 L/ha
                                                              da cultura. Recomenda-se aplicação em
                       Capim arroz                            um solo bem preparado, sem torrões e
                 Echinochloa crusgalli var.                   úmido.
                         crusgalli
                                                              Aplicação sequencial (pré e pós)
                                                              primeira em pré-emergência e a
                       Arroz vermelho                         segunda em pós-emergência
                        Oryza sativa                          A aplicação sequencial de LAREDO® é
                                                              recomendada quando tiver alta infestação
                                                              de arroz vermelho e/ou germinação
                                                              escalonada desta planta infestante. Na
                                                              primeira aplicação utilizar a dose de 0,75
                                                              L/ha em pré-emergência da cultura e das
                                                              plantas infestantes. O solo deve estar bem
                        Junquinho                0,75 - 0,5   preparado, sem torrões, úmido e na
                        Cyperus iria                L/ha      semeadura do arroz estar livre de
                                                              vegetação. Na segunda aplicação, em
                                                              pós-emergência, aplicar LAREDO® na
   ARROZ                                                      dose de 0,5 L/ha, adicionando espalhante
 IRRIGADO                                                     adesivo não iônico a 0,2% v/v (0,2 L/100
                                                              L de água), quando as plantas infestantes
                       Capim arroz                            estiverem no estádio de até 4 folhas e a
                 Echinochloa crusgalli var.                   cultura até 1 perfilho. A irrigação definitiva
                        crusgalli                             deve ser realizada até 3 dias após a
                                                              aplicação do herbicida em pós-
                                                              emergência.

                                                              Aplicação       em      pós-emergência:
                       Arroz vermelho
                                                              Aplicar a dose recomendada de 1,0 L/ha
                        Oryza sativa
                                                              de LAREDO® em uma única vez em pós-
                                                              emergência quando as plantas infestantes
                                                              estiverem no estádio de até 4 folhas e a
                        Junquinho
                                                 1,0 L/ha     cultura até 1 perfilho, adicionando-se à
                        Cyperus iria
                                                              calda espalhante adesivo não iônico a
                                                              0,2% v/v (0,2 L/100 L de água). A irrigação
                       Capim arroz                            definitiva deve ser realizada até 3 dias
                 Echinochloa crusgalli var.                   após a aplicação do herbicida em pós-
                        crusgalli                             emergência.

                Volume de calda:
                - Aplicação terrestre: 100 a 400 L/ha
                - Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha
                                                                                           LAREDO
                                                                           Bula Agrofit_Janeiro/2025




Cultura               Alvo             Dose (L/ha)             Época de aplicação
              Amendoim-bravo
            Euphorbia heterophylla
                   Beldroega
               Portulaca oleracea                    Aplicação      em      pós-emergência:
                                                     LAREDO® deve ser aplicado em pós-
            Carrapicho-de-carneiro                   emergência da cultura do feijão no
          Acanthospermum hispidum                    estádio do segundo para o terceiro trifólio,
                                                     em uma única aplicação, no sistema
              Carrapicho-rasteiro
           Acanthospermum australe                   convencional    ou    direto,   na     pós
                                         0,3 a 0,4
                                                     emergência das plantas infestantes
                                           L/ha
                Caruru-roxo                          registradas com até quatro folhas. Utilizar
FEIJÃO       Amaranthus hybridus                     a dose de 0,3 L/ha para as variedades
                                                     precoces (ciclo máximo de 80 dias) e as
                Falsa-serralha
               Emilia sonchifolia                    doses de 0,3 a 0,4 L/ha para as
                                                     variedades tardias (ciclo superior a 90
                 Nabo-bravo                          dias).
            Raphanus raphanistrum
               Trapoeraba
           Commelina benghalensis
          Volume de calda:
          - Aplicação terrestre: 100 a 400 L/ha
          - Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha

               Capim-amargoso
               Digitaria insularis
               Capim-marmelada
             Brachiaria plantaginea
                Capim-colchão                        Aplicação        em      pré-emergência:
              Digitaria horizontalis                 LAREDO® deve ser aplicado na pré-
                  Leiteiro                           emergência das plantas infestantes
            Euphorbia heterophylla                   indicadas em uma única aplicação:
                                                     - Antes do plantio da soja (aplique e
SOJA            Corda-de-viola           1,0 L/ha    plante)                                ou,
              Ipomoea grandifolia                    - Após o plantio e antes da emergência da
               Trapoeraba                            soja       (plante        e      aplique).
           Commelina benghalensis                    OBS: Se realizar aplicação em pré-
                                                     emergência, não realizar em pós-
                  Guanxuma                           emergência, e vice-versa.
                Sida rhombifolia
                 Erva-quente
              Spermacoce latifolia
                  Picão-preto
                 Bidens pilosa
                                                                                         LAREDO
                                                                         Bula Agrofit_Janeiro/2025




Cultura              Alvo             Dose (L/ha)             Época de aplicação
             Amendoim-bravo
           Euphorbia heterophylla
                 Apaga-fogo
            Alternanthera tenella
                 Beldroega
             Portulaca oleracea
                Capim arroz
            Echinochloa crusgalli
              Capim-carrapicho
             Cenchrus echinatus                     Aplicação      em       pós-emergência:
               Capim-colchão                        LAREDO® pode ser aplicado na dose de
             Digitaria horizontalis                 0,8 a 1,0 L/ha do produto comercial, em
                                                    uma única aplicação, após a emergência
              Capim-marmelada                       da soja e quando as plantas infestantes
            Brachiaria plantaginea                  gramíneas e dicotiledôneas sensíveis
            Carrapicho-de-carneiro                  estiverem no estádio de até 4 folhas.
          Acanthospermum hispidum                   Geralmente, essa época ocorre a partir de
                                                    15 a 20 dias após a semeadura da soja. É
             Carrapicho-rasteiro                    aconselhável que a aplicação seja
          Acanthospermum australe                   realizada a partir do estádio de folhas
                                                    cotiledonares até o segundo trifólio, no
             Caruru-de-espinho
            Amaranthus spinosus                     entanto, poderá ser realizada com a
                                       0,8 - 1,0
SOJA                                                cultura mais desenvolvida, observando o
                                         L/ha
             Caruru-de-mancha                       estádio ideal das plantas infestantes.
             Amaranthus viridis                     Poderão ocorrer alguns sintomas de
                                                    fitotoxicidade os quais desaparecerão
               Caruru-roxo
            Amaranthus hybridus                     dentro do período de 20 dias após a
                                                    aplicação,       sem        interferências
                  Catirina                          significativas no desenvolvimento e
               Hyptis lophanta                      produção             de             grãos.
                                                    A ação residual do LAREDO® é afetada
                 Bamburral
              Hyptis suaveolens                     pelas condições de umidade, teor de
                                                    matéria orgânica e granulometria do solo.
               Corda-de-viola                       O controle das espécies sensíveis está
             Ipomoea grandifolia                    relacionado ao potencial do banco de
                                                    sementes.
               Corda-de-viola
             Ipomoea purpurea
                Corda-de-viola
                 Ipomoea nil
                Erva-quente
             Spermacoce latifolia
                Erva-de-touro
             Tridax procumbens
               Falsa-serralha
              Emilia sonchifolia
               Gervão-branco
             Croton glandulosus
                                                                                                   LAREDO
                                                                                   Bula Agrofit_Janeiro/2025



                        Guanxuma
                      Sida rhombifolia
                        Joá-bravo
                  Solanum sisymbriifolium
                       Joá-de-capote
                    Nicandra physaloides
                        Erva-moura
                    Solanum americanum
                         Mentrasto
                    Ageratum conyzoides
                       Nabo-bravo
                  Raphanus raphanistrum
                        Picão-preto
                       Bidens pilosa
                        Poaia-branca
                    Richardia brasiliensis
                     Trapoeraba
                 Commelina benghalensis
               Volume de calda:
               - Aplicação terrestre: 100 a 400 L/ha
               - Aplicação aérea: 20 a 40 L/ha

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

LAREDO® deve ser aplicado em pré-emergência ou em pós-emergência precoce das plantas
infestantes. A ação residual do produto é em função do clima, do solo e do banco de sementes.
LAREDO® pode ser aplicado no sistema plantio direto, desde que seja anteriormente realizada uma
boa aplicação de manejo ou limpeza, não devendo existir rebrotes de plantas infestantes ou plantas
com controle deficiente oriundas de uma má dessecação.

Preparo da calda:

Aplicação Terrestre: Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a ½ (metade) de sua
capacidade com o agitador em movimento e adicionar o produto. Em seguida, complete com água até
a capacidade do tanque. Se houver necessidade de interromper a pulverização, mesmo por curto
período de tempo, é aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa,
é necessário re-agitar a calda por alguns minutos antes de reutilizá-la. Realizar o processo de tríplice
lavagem da embalagem durante o preparo da calda.

Aplicação Aérea: No tanque de pré-mistura preparar uma calda homogênea utilizando a dose
recomendada para a cultura/alvo. Fazer a transferência desta pré-mistura para o tanque da aeronave,
completando o volume do tanque com água. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem
durante o preparo da calda.

Equipamentos de aplicação:

Aplicação terrestre:
Para as culturas do arroz irrigado, feijão e soja, o LAREDO® pode ser aplicado com pulverizador costal
manual, costal pressurizado, tratorizado ou autopropelido. Utilizar bicos do tipo leque, que
proporcionem uma vazão adequada. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que
proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva:
- Diâmetro de gotas: usar gotas médias a grandes, acima de 300 µ (micra)
- Densidade de gotas: densidade mínima de 20 gotas/cm²
- Volume de calda: 100 a 400 L/ha
                                                                                                   LAREDO
                                                                                   Bula Agrofit_Janeiro/2025




Aplicação aérea:
Para as culturas de arroz irrigado, feijão e soja, LAREDO® pode ser aplicado via aérea através de
aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46
ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a
densidade e diâmetro de gota média a grossa. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas
condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
- Altura de voo: A altura do voo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo,
em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao voo, do diâmetro das gotas e das condições
atmosféricas, em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de
voo situa-se entre 2 a 4 metros acima da vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da
aeronave.
- Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição
com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a
altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.
- Diâmetro de gotas: Gotas média a grossa, com no mínimo de 300 µ (micra) DMV, evitando condições
mais críticas de evaporação e/ou deriva.
- Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de
aplicação.
- Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como
orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro
agrônomo.

Observação: A boa cobertura da superfície aplicada (solo) é fundamental para o sucesso do controle
das plantas daninhas, independente do equipamento utilizado.

Lavagem do equipamento de aplicação:
Inicie a aplicação somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a
aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água
limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
2. Limpe todo o pulverizador, incluindo os materiais utilizados para o enchimento do tanque. Utilize EPI
e tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto
de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a
legislação Estadual ou Municipal.

RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de
rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de
pulverização e ao clima.
O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR
A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas, desde que esse
diâmetro permita uma boa cobertura.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A
PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES
AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.

Tipo de ponta de pulverização:
Use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada; considere o uso de pontas de
baixa deriva.
Em situações adversas, considere o uso de pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de
calda recomendado.
                                                                                                 LAREDO
                                                                                 Bula Agrofit_Janeiro/2025



Procure trabalhar na menor pressão recomendada para o modelo de ponta – pressões maiores
resultam em diâmetro de gota menor, aumentando o potencial de deriva. Considere a substituição das
pontas por modelos mais adequados ao invés de aumentar a pressão de trabalho.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgastes
e vazamentos.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.

Altura da barra:
Regule a altura da barra para a menor altura possível recomendada pelo fabricante e que permita obter
uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para
equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com o alvo, e com o mínimo de solavancos,
observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.

Temperatura e umidade:
Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas
maiores para reduzir o efeito da evaporação.

Ventos:
O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de
equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver
RAJADAS DE VENTOS. No caso de aplicação aérea, não aplicar em condições SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento
vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e
com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com
relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas
começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua
presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, podendo ser identificadas também pelo
movimento da ‘fumaça’ originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em
camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a
fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento
vertical do ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA

            Cultura                            Dias
         Arroz irrigado                         83
             Feijão                             40
              Soja                              66

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- O produto LAREDO® não é seletivo para cultivares de arroz irrigado que não sejam de arroz
mutagênico.
- No manejo de resistência de plantas infestantes ao herbicida LAREDO® recomenda-se não plantar
arroz mutagênico mais de duas safras seguintes. Além de seguir criteriosamente as instruções de uso
do produto. Quando o produto é usado em pós-emergência, com adição de adjuvante, induz o
aparecimento de leve fitotoxicidade inicial à cultura sob forma de queima das margens das folhas e
leve redução do crescimento das plantas, com gradual e plena recuperação das mesmas.
- Não aplicar em pós-emergência se as infestantes estiverem em condições de estresse.
- Não aplicar a dose de 0,4 L/ha em variedades feijão precoce com ciclo inferior a 80 dias.
                                                                                                LAREDO
                                                                                Bula Agrofit_Janeiro/2025



- Até o presente momento os estudos disponíveis permitem indicar que somente as culturas de inverno
e verão indicadas abaixo poderão ser feitas em rotação com a soja e feijão nas áreas tratadas com o
produto.
- Culturas de verão: arroz, milho, soja, amendoim, feijão, ervilha e tremoço.
- Culturas de inverno: trigo, cevada, aveia, azevém, soja, amendoim, feijão, tremoço e ervilha.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:

                      GRUPO                    B                 HERBICIDA

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

LAREDO® é composto por Imazetapir, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da ALS
(Acetolactato sintase) (ou acetohidroxiácido sintase AHAS), pertencente ao Grupo B, segundo
classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de
população de plantas infestantes a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas
infestantes deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação,
devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação
de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores
esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –
IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana –
ANVISA/MS).

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –
IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –
IBAMA/MMA).
                                                                                                 LAREDO
                                                                                 Bula Agrofit_Janeiro/2025




                    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com a vida
útil fora de especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e de animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara simples, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe
e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de
borracha; avental impermeável, máscara simples, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe
e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
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                                                                                    Bula Agrofit_Janeiro/2025



produto antes do término de intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo
após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos e Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.


                       ATENÇÃO                      “Pode ser nocivo em contato com a pele”



PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por
exemplo.
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                                                                                Bula Agrofit_Janeiro/2025



                               INTOXICAÇÕES POR LAREDO®
                                 INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico                Imazetapir: Imidazolinona
Classe Toxicológica          Categoria 5 – Produto Improvável De Causar Dano Agudo
Vias De Exposição            Oral, dérmica, ocular e inalatória.
                             Imazetapir: Após administração oral em ratos, 92% foram
                             excretados na urina e 5% nas fezes, dentro de 24h. Os níveis de
Toxicocinética               resíduos no sangue, fígado, rim, músculo e tecidos adiposos foram
                             < 0,01 ppm após 48h.
                             Imazetapir: Ainda não está claro o mecanismo exato de intoxicação
Toxicodinâmica               pelos herbicidas do grupo imidazolinona.
                             Imazetapir: A intoxicação aguda após ingestão de grande
                             quantidade de herbicidas do grupo imidazolinona resultou em:
                             hipotensão, disfunção pulmonar, irritação da mucosa oral e do trato
                             gastrintestinal, disfunção transitória hepática e renal. É comum
                             vômito copioso logo após a ingestão. Sintomas severos incluíram
                             diminuição da consciência e dificuldade respiratória requerendo
                             intubação. Não se sabe a extensão da influência do surfactante na
                             toxicidade. O prognóstico geralmente é bom após tratamento
                             sintomático. Sinais vitais: Pode haver decréscimo da pressão
                             arterial após doses excessivas. Foi relatada febre em adultos após
                             ingestão de grande quantidade.
                             Cardiovascular: A hipotensão é comum após ampla ingestão.
                             Respiratório: A pneumonia por aspiração é uma ocorrência clínica
                             comum após ingestão.
Sintomas e Sinais Clínicos   Neurológico: Os herbicidas do grupo imidazolinona são
                             depressores do SNC, causando perda da consciência e coma em
                             alguns casos.
                             Gastrintestinal: Náuseas e vômito intenso são muito comuns logo
                             após a ingestão. Podem ocorrer diarreia e dor abdominal.
                             Hepático: Pode ocorrer disfunção hepática transitória com elevação
                             dos níveis séricos das transaminases hepáticas.
                             Geniturinário: Pode ocorrer disfunção renal transitória. Foi relatada
                             elevação moderada da creatinina sérica após ingestão.
                             Ácido-básico: Foi relatada acidose metabólica após ingestão.
                             Hematológico: Foi relatada leucocitose após ingestão.
                             Dermatológico: Pode ocorrer irritação dérmica moderada após
                             contato com a pele. Membranas mucosas podem sofrer corrosão
                             após ingestão ou respingos, devido à ação corrosiva desses
                             herbicidas.
                             Imazetapir: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da
Diagnóstico                  exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
                             O tratamento das intoxicações por Imazetapir é basicamente
                             sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de
                             descontaminação, que visam limitar a absorção e os efeitos locais.

                             Tratamento geral: As medidas gerais devem estar orientadas à
                             estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais.
                             Estabilização do paciente: Proceder a estabilização do paciente
Tratamento                   com a manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e
                             respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal).
                             Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência do
                             paciente.
                             Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção
                             de secreções orais se necessário. Administrar oxigênio e intubar se
                             necessário. Atenção especial para parada respiratória repentina,
                             hipotensão e arritmias.
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                                                                      Bula Agrofit_Janeiro/2025



                   Medidas de descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos
                   locais.

                   Exposição Oral:
                   - Lavar a boca com água em abundância. Em caso de vômito
                   espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em
                   posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração
                   do conteúdo gástrico.
                   - Carvão ativado: a administração de carvão ativado deve ser
                   considerada somente em casos de ingestão de grandes
                   quantidades e se o paciente estiver consciente e sem vômito. Se
                   necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água
                   (240 ml de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes:
                   25 a 100g; crianças 25 a 50g (1 a 12 anos) e 1g/kg (menos de 1 ano
                   de idade).
                   - Lavagem gástrica: considerar a lavagem gástrica somente após
                   ingestão da substância em uma quantidade potencialmente
                   perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão
                   (geralmente dentro de 1 hora).
                   - Monitorar os sinais vitais (frequência cardíaca e respiratória, além
                   de pressão arterial).
                   Exposição ocular:
                   Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade
                   de água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se
                   irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o
                   paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
                   Exposição Dérmica:
                   Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave a área
                   exposta com água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente
                   deve ser encaminhado para tratamento específico.
                   Exposição inalatória:
                   Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a
                   alterações respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou
                   dificuldade respiratória, avaliar quanto à irritação do trato
                   respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar
                   oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
                   Antídoto:
                   Não há antídoto específico conhecido para a substância.
                   Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico
                   para manutenção das funções vitais.
                   CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
                   A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
                   durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar
                   protegida por equipamento de segurança, de forma a não se
                   contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e
                   proceder a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas,
                   cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão. O
                   profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e
                   avental impermeáveis.

                   Medidas sintomáticas e de manutenção:
                   - Considerar a administração de bloqueadores da enzima álcool
                   desidrogenase (ADH) como etanol e fomepizol em casos de
                   intoxicação por monoetilenoglicol, para inibir a formação de
                   metabólitos tóxicos. O regime de dose a ser aplicado deve ser
                   avaliado pelo médico de acordo com a gravidade do caso clínico.
                   - Em casos de acidose metabólica grave, considerar a realização de
                   hemodiálise.
                   A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de
Contraindicações   aspiração e de pneumonite química.
                                                                                                  LAREDO
                                                                                  Bula Agrofit_Janeiro/2025



                               A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos
                               protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência
                               em pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou
                               perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
 Efeitos das interações        Não são conhecidos efeitos de interações químicas com outras
 químicas                      substâncias.
                               Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o
                               diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-
                               722-6001
                               Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                               – RENACIAT - ANVISA/MS
                               As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as
                               Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
                               Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação
 ATENÇÃO                       (SINAN/MS)
                               Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
                               (Notivisa)
                               Telefone de Emergência da empresa:
                               HELM DO BRASIL MERCANTIL LTDA: (11) 5185-4099
                               Emergências Toxicológicas: 0800 7010 450 (24 horas)
                               Emergências para Transportes: 0800 707 7022 e 0800 117 2020 (24
                               horas)

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

EFEITOS AGUDOS:
- DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
- DL50 dérmica em ratos > 2000 mg/kg p.c.
- CL50 inalatória em ratos > Não determinada nas condições do teste.
- Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto não é irritante para a pele.
- Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto não é irritante para os olhos.
- Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante de contato no LLNA.
- Sensibilização respiratória: Não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais
de experimentação.
- Mutagenicidade: O produto não apresenta potencial mutagênico. Não foram observados efeitos
mutagênicos em nenhuma das concentrações para nenhuma das cinco linhagens, em dois
experimentos específicos e com ativação metabólica no teste de mutação gênica reversa (teste de
Ames). Também não houve dano cromossômico estrutural e/ou numérico nas hemácias imaturas dos
animais no teste do micronúcleo em células de mamíferos.

EFEITOS CRÔNICOS
Imazetapir: Em estudos de longo prazo com animais de laboratórios para o ingrediente ativo,
administrado em várias doses a ratos, cães e camundongos, estabeleceu-se um nível sem efeito tóxico
observado de 10.000; 1.000 e 5.000ppm respectivamente.

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em
humanos.

SINTOMAS DE ALARME:
Não específicos.
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                                                                                 Bula Agrofit_Janeiro/2025




                    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
   MEIO AMBIENTE:
   - Este produto é:
    Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
    Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
    PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
    Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
   - Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
      podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
   - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
   - Não utilize equipamentos com vazamentos.
   - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
   - Aplique somente as doses recomendadas.
   - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
      d'água. Evite a contaminação da água.
   - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
      solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
   - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
      (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
      público e 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
      agrupamentos animais e vegetação susceptível a danos.
   - Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
      atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
   PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
   - Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
   - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
      rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
   - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
   - Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
   - Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
   - Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
      ou para o recolhimento de produtos vazados.
   - Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
      Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
   - Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
   - Isole e sinalize a área contaminada.
   - Contate as autoridades locais competentes e a empresa HELM DO BRASIL MERCANTIL
      LTDA.
   - Telefone da empresa: (11) 5185-4099 (horário comercial) ou 0800 707 7022 e 0800 117 2020
      (24 horas).
   - Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
      borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
   - Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
      drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais
ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua
devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado acima.
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                                                                             Bula Agrofit_Janeiro/2025




Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
   DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
   UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (lavagem manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

   -   Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
       posição vertical durante 30 segundos;
   -   Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
   -   Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
   -   Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
   -   Faça esta operação três vezes;
   -   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:

   -   Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
   -   Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
   -   Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
   -   A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
   -   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:

   -   Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
       sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
   -   Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
       pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
       segundos;
   -   Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
   -   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

   -   Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
       armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
       embalagens não lavadas.
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                                                                               Bula Agrofit_Janeiro/2025



  -   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
      em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
      onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

  -   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
      com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
      na nota fiscal, emitida no ato da compra.
  -   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
      prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
      do prazo de validade.
  -   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
      mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:

  -   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
      medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

  -   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
      em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
      são guardadas as embalagens cheias.
  -   Use luvas no manuseio dessa embalagem.
  -   Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
      existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

  -   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
      com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
      na nota fiscal, emitida no ato da compra.
  -   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
      prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o térmico
      do prazo de validade.
  -   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
      mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:

  -   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
      medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

  -   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
      em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
      são guardadas as embalagens cheias.
                                                                                                  LAREDO
                                                                                  Bula Agrofit_Janeiro/2025



DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

    -   É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
        adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:

    -   As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
        medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

    -   A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
        ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
        competentes.
    -   É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
        VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
    -   EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
        DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
    -   A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
        causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
        pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

    -   Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
        registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
    -   A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
        de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
        ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

   -    O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
        específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
        determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
        medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS PELO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICÍPIO:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes
às atividades agrícolas.
                                

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