Lancet
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Herbicida
Dibrometo de diquate (bipiridílio) (374 g/L)
Informações
Número de Registro
09423
Marca Comercial
Lancet
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
Dibrometo de diquate (bipiridílio) (374 g/L)
Titular de Registro
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 2 Produto Altamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Algodão
Conyza canadensis
Algodão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Algodão
Glycine max
soja
Algodão
Gossypium hirsutum
algodão
Algodão
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Algodão
Zea mays
milho
Batata
Café
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Café
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Café
Leonotis nepetifolia
carda-de-leão; cordão-de-frade; cordão-de-são-francisco (1)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Citros
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Citros
Leonotis nepetifolia
carda-de-leão; cordão-de-frade; cordão-de-são-francisco (1)
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Feijão
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Feijão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Feijão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Feijão
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Feijão
Leonotis nepetifolia
carda-de-leão; cordão-de-frade; cordão-de-são-francisco (1)
Feijão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Feijão
Girassol
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Girassol
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Girassol
Conyza canadensis
Girassol
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Girassol
Glycine max
soja
Girassol
Gossypium hirsutum
algodão
Girassol
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Girassol
Zea mays
milho
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Conyza canadensis
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Glycine max
soja
Milho
Gossypium hirsutum
algodão
Milho
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Milho
Zea mays
milho
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Conyza canadensis
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Glycine max
soja
Soja
Gossypium hirsutum
algodão
Soja
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja
Zea mays
milho
Soja
Conteúdo da Bula
LANCET®
Herbicida
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária– MAPA sob n o 09423.
COMPOSIÇÃO:
1,1'-ethylene-2,2'-bipyridyldiylium dibromide (DIBROMETO DE DIQUATE)..............374,00 g/L (37,40% m/v)
9,10-dihydro-8a,10a-diazoniaphenanthrene (DIQUATE)............................................200,00 g/L (20,00% m/v)
Outros Ingredientes ....................................................................................................803,00 g/L (80,30% m/v)
GRUPO D HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida
GRUPO QUÍMICO: Dibrometo de Diquate / Diquate: Bipiridílio
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado solúvel (SL)
TITULAR DO REGISTRO (*):
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610 – Londrina/PR.
Tel.: (43) 3371-9000
CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Inscrição Estadual: 60.107.287-44
Registro Estadual nº 003263 – ADAPAR/PR
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO
DIBROMETO DE DIQUATE TÉCNICO ADA BR – REGISTRO MAPA nº TC15620
DEZHOU LUBA FINE CHEMICAL CO., LTD.
No. 288, Hengdong Road, Tianqu Industrial Park, 253035, Dezhou, Shandong Province – China.
DIBROMETO DE DIQUATE TÉCNICO ADAMA - REGISTRO MAPA nº 2116
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, 262737, Weifang, Shandong – China.
DIBROMETO DE DIQUATE TÉCNICO ADAMA BR - REGISTRO MAPA nº 27519
ZHEJIANG FUNONG BIOTECH CO., LTD.
Lantian, Yongqiang, 325024, Wenzhou, Zhejiang – China.
DIBROMETO DE DIQUATE TÉCNICO ADAMA BRASIL – REGISTRO MAPA nº TC 05821
NANJING HUAZHOU PHARMACEUTICAL CO., LTD.
Nº 9 Dongfeng Road, Yaxi town, Gaochun County, 211303, Nanjing, Jiangsu – China.
DIQUAT TÉCNICO YN – REGISTRO MAPA nº 26118.
YONGNONG BIOSCIENCES CO. LTD.
No. 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and Tecnology Development Zone, 312369, Shangyu,
Zhejiang, China
ZHEJIANG FUNONG BIOTECH CO., LTD
Lantian, Yongqiang, 325024, Wenzhou, Zhejiang, China
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DIQUAT TÉCNICO RAINBOW – REGISTRO MAPA nº 12015.
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, 262737, Weifang, Shandong Province, China
FORMULADOR:
ADAMA BRASIL S/A
R. Pedro Antônio de Souza, 400, Parque Rui Barbosa, CEP: 86031-610, Londrina, Paraná – Brasil
CNPJ: 02.290.510/0001-76 ADAPAR: 003263
DEZHOU LUBA FINE CHEMICAL CO., LTD
No. 288, Hengdong Road, Tianqu Industrial Park, Dezhou City, Shandong Province, China
NANJING HUAZHOU PHARMACEUTICAL CO., LTD.
No.9 Dongfeng Road, Yaxi Town, Gaochun County, Nanjing, 211303, Jiangsu, China
WEIFANG NUCHLOR CHEMICAL CO., LTD.
East of Lingang Road and South of Liaohexier Street, Haihua Industry Park, Binhai Economic and
Technological Development Zone, Weifang City, Shandong Province, China
YONGNONG BIOSCIENCES CO. LTD.
No. 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and Tecnology Development Zone,312369, Shangyu,
Zhejiang – China
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-
OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº
7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 2 – PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Vermelho PMS Red 199 C
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA– MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
LANCET® é um herbicida não seletivo de ação por contato, apresentado na forma de concentrado solúvel,
pertencente ao grupo químico bipiridílio, recomendado para dessecação pré-colheita nas culturas de batata,
feijão e soja, na pós-emergência das plantas daninhas e pré-semeadura nas culturas de algodão, feijão,
girassol, milho e soja e, utilizado para controle de plantas daninhas nas entrelinhas nas culturas de café e
citros.
CULTURA, ALVO, DOSE, CALDA, MODALIDADE, ÉPOCA, INTERVALO E NÚMERO DE APLICAÇÕES:
DESSECAÇÃO NA PRÉ-COLHEITA DAS CULTURAS:
ALVO BIOLÓGICO Volume de Modo de
Cultura Dose
Calda Aplicação
Nome Comum Nome Científico
Terrestre:
200 a 300 Terrestre
BATATA NA NA 1,5 a L/ha ou
2,5 L/ha Aérea
Aérea:
máx. 40 L/ha
Terrestre:
1,5 a 200 a 300 Terrestre
FEIJÃO NA NA 2,0 L/ha L/ha ou
Aérea
Aérea:
máx. 40 L/ha
Terrestre:
SOJA NA NA 1,0 a 200 a 300 Terrestre
(DESSECAÇÃO) 2,0 L/ha L/ha ou
Aérea
Aérea:
máx. 40 L/ha
Terrestre:
200 a 300 Terrestre
SOJA Saco-de-padre Cardiospermum halicacabum 1,5 a L/ha ou
2,0 L/ha Aérea
Aérea:
máx. 40 L/ha
*NA: Não se Aplica
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
• Batata: Aplicar o produto no mínimo 7 dias antes da colheita.
• Feijão: Aplicar o produto, quando a cultura estiver fisiologicamente madura.
• Soja Dessecação: Aplicar o produto, quando a cultura estiver fisiologicamente madura.
• Soja: Aplicar o produto para dessecação da planta daninha saco-de-padre na pré-colheita da soja.
ADJUVANTE: Adicionar espalhante adesivo não-iônico à calda de aplicação de acordo com a recomendação
do fabricante.
NÚMERO DE APLICAÇÕES: 1 Aplicação.
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CONTROLE PÓS-EMERGENTE DAS PLANTAS DANINHAS E NA PRÉ -SEMEADURA DAS CULTURAS:
ALVO BIOLÓGICO Vol. de
Cultura Dose
Calda Modo de
Nome Comum Nome Científico Aplicação
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe
Picão-preto Bidens pilosa
FEIJÃO Terrestre: Terrestre
Amendoim-bravo ou
1,5 a 2,0 200 a 300 ou
Leiteira Euphorbia heterophylla
L/ha L/ha Aérea
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia Aérea:
máx. 40 L/ha
Cordão-de-frade Leonotis nepetifolia
Guanxuma Sida rhombifolia
Caruru-de mancha Amaranthus viridis
Trapoeraba Commelina benghalensis
ALGODÃO Terrestre:
GIRASSOL Buva Conyza canadensis 2,0 L/ha 200 a 300
MILHO L/ha Terrestre
SOJA Soja Voluntária Glycine max ou
Aérea: Aérea
Algodão Voluntário Gossypium hirsutum máx. 40 L/ha
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla 1,5 L/ha
Corda-de-viola Ipomoea grandifolia 2,5 L/ha
Milho voluntário Zea mays 3,5 L/ha
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar o produto em área total, aos 2 dias antes da semeadura das culturas
Em Pós- Emergência das plantas daninhas, aplicar o produto quando as plantas daninhas apresentarem
porte de 5 a 15 cm.
ADJUVANTE: Adicionar espalhante adesivo não-iônico à calda de aplicação de acordo com a recomendação
do fabricante.
NÚMERO DE APLICAÇÕES: 1 Aplicação.
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CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS NAS ENTRELINHAS DAS CULTURAS:
ALVO BIOLÓGICO Vol. de
Cultura Dose
Calda Modo de
Nome Comum Nome Científico Aplicação
Carrapicho-rasteiro Acanthospermum australe
Picão-preto Bidens pilosa
Terrestre:
1,5 a 2,5 200 a 300 Terrestre
Amendoim-bravo Euphorbia heterophylla
L/ha L/ha
CAFÉ
CITROS
Corda-de-viola Ipomoea aristolochiaefolia
Cordão-de-frade Leonotis nepetifolia
Guanxuma Sida rhombifolia
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar o produto nas fases iniciais de crescimento das plantas daninhas, quando estiverem com porte entre
5 e 15 cm.
ADJUVANTE: Adicionar espalhante adesivo não-iônico à calda de aplicação de acordo com a recomendação
do fabricante.
NÚMERO DE APLICAÇÕES: 1 Aplicação.
MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do produto LANCET poderá ser efetuada através de pulverização terrestre e aérea.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Dessecação de culturas:
Batata, Feijão e Soja: O produto deve ser aplicado em área total, com o uso de pulverizador costal,
pulverizador de barra tratorizado ou via pulverização aérea.
Controle de plantas daninhas:
Algodão, Feijão, Girassol, Milho e Soja: O produto deve ser aplicado em área total, com o uso de
pulverizador costal, pulverizador de barra tratorizado ou via pulverização aérea para controle de plantas
daninhas antes da semeadura das culturas.
Café e Citros: O produto deve ser aplicado nas entrelinhas das culturas com o uso de pulverizador costal ou
pulverizador de barra tratorizado. Utilizar protetores de bicos, evitando que a deriva atinja a cultura.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
Para as culturas de algodão, batata, café, citros, feijão, girassol, milho e soja, LANCET® pode ser aplicado
com pulverizador costal manual, costal pressurizado, tratorizado ou autopropelido. Utilizar bicos do tipo leque,
que proporcionem uma vazão adequada. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que
proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva:
▪ Diâmetro de gotas: 200 - 400 µ (micra);
▪ Densidade de gotas: densidade mínima de 20 gotas/cm²;
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APLICAÇÃO AÉREA:
Para as culturas de algodão, batata, feijão, girassol, milho e soja, a aplicação com LANCET® pode ser
realizada via aplicação aérea.
APLICAÇÃO AÉREA:
SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO COM AERONAVE TRIPULADA:
Deve ser aplicado através de aeronaves agrícolas com uso aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária
– MAPA.
A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa
modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de DGPS(Sistema de
Posicionamento Global Diferencial), definição dos parâmetros técnicos operacionais e de segurança
relacionados aos equipamentos de aplicação, como ângulo de deflexão dos bicos nas barras de pulverização,
modelo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de deposição, velocidade e altura de voo,
e condições climáticas adequadas ao uso do produto, sempre supervisionadas pelo técnico responsável pelas
operações aeroagrícolas.
Para aplicação de LANCET, deve-se observar os parâmetros que proporcionam uma boa cobertura do alvo
desejado e técnicas de redução de deriva, conforme abaixo:
- Parâmetros operacionais: O sistema de pulverização deve estar em perfeitas condições de funcionamento,
isento de desgaste ou vazamentos. Pontas danificadas prejudicam a uniformidade da aplicação. Atentar-se
aos vórtices de ponta de asas. Para isso, adeque a barra de pulverização e a disposição dos bicos para evitar
a ocorrência desse problema, bem como o ajuste do ângulo dos bicos em direção ao voo.
- Altura de voo: A altura do voo depende das características da aeronave, das condições da área alvo, em
especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao voo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas,
em especial temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de voo situa-se entre 2
e 4 metros acima da cultura, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
- Pontas de pulverização: Recomenda-se que seja obtida através da combinação correta do tamanho de gotas
e vazão por meio dos catálogos e tabelas das fabricantes, de acordo com as características operacionais de
cada aplicação.
- Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. A faixa de deposição efetiva é uma característica específica
para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação.
Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar
uma boa cobertura. O equipamento deverá ser regulado visando assegurar uma distribuição uniforme da
calda e uma boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
- Taxa de aplicação: Recomenda-se que seja utilizado volume de calda para que resulte em uma cobertura
adequada do alvo desejado para a obtenção de uma boa eficácia do produto.
- Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis.
- Diâmetro de gotas: Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva,
monitorando sempre as variáveis meteorológicas.
- Densidade de gotas: Varia de acordo com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
As configurações de cada aeronave e aplicação são variáveis de acordo com o modelo, condições
meteorológicas, como o comportamento dinâmico do ar em volta da aeronave, que é influenciado pela
velocidade do voo, assim para escolha da ponta de pulverização deve-se considerar as características
técnicas do equipamento operacional, da aplicação e das recomendações técnicas da bula.
Para esta atividade, consulte sempre o Engenheiro Agrônomo e/ou o técnico agropecuário com curso de
executor em aviação agrícola, os quais são os responsáveis pelas informações técnicas operacionais e de
segurança referentes à aplicação do produto.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável
(CAS - www.cas-online.org.br) para realizar a aplicação de LANCET.
SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO COM AERONAVE REMOTAMENTE PILOTADA – ARP DRONE
Considerar os parâmetros operacionais recomendados no tópico SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO COM
AERONAVE TRIPULADA.
Os equipamentos de aplicação devem estar em boas condições e serem registrados, tendo o operador licença
para operação de aeronave agrícola remotamente pilotada, recomenda-se a averiguação da documentação
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e do equipamento antes da aplicação. É recomendado o uso de pontas hidráulicas ou discos de acordo com
a recomendação do fabricante.
A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos para essa
modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, configurações e sinais de
telemetria, inspeção do pulverizador, calibração e de segurança relacionados aos equipamentos de aplicação,
como a altura do voo, largura da faixa de deposição efetiva, modelo, tipo e ângulo do equipamento utilizado,
modelo e número de pontas de pulverização, entre outros, e condições climáticas adequadas ao uso do
produto.
Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos e afins, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e
sementes com ARP em áreas situadas a uma distância mínima de vinte metros de povoações, cidades, vilas,
bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de captação de água para
abastecimento de população, inclusive reservas legais e áreas de preservação permanente, além de outras
áreas ambientais com larguras mínimas de proteção estabelecidas em legislação específica, caso não sejam
áreas alvos da aplicação, devendo ser respeitadas ainda, quando couber, as restrições de distância
constantes na recomendação do produto a ser aplicado.
Em caso de dúvidas, verifique as normas no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), do Departamento
de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e da Agência Nacional
de Telecomunicações (ANATEL).
CALIBRAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Antes de toda pulverização, deve-se calibrar e regular o equipamento, verificando a vazão das pontas, assim
determinando o volume de aplicação e a quantidade de produto a ser colocada no tanque, como também ajustar
os componentes da máquina às características da cultura e produtos a serem utilizados. Em caso de não
calibração e regulagem, ou má realização desse processo, pode ocorrer perdas significativas do produto e
eficiência.
MODO DE PREPARO DA CALDA:
Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida,
adicionar LANCET e o adjuvante nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a
agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de
agitação do tanque em funcionamento também durante a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
- Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
- Umidade relativa do ar superior a 55%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto LANCET, pois pode haver risco de
inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
Se a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h não aplique o produto LANCET, devido ao potencial de
deriva pelo movimento do ar.
OBS: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
aplicação e as condições climáticas. O tamanho das gotas, as características do equipamento de aplicação,
o relevo, à altura da barra, a cultura e, especialmente, as condições climáticas (temperatura, umidade relativa
do ar e velocidade do vento) são aspectos relevantes que devem ser considerados para reduzir a
possibilidade de deriva. O responsável pela aplicação deve considerar todos estes fatores para tomar a
decisão de quando aplicar o produto.
LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com LANCET.
Esta etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com outros
produtos, ocorrendo contaminação cruzada. Estes resíduos também podem gerar problemas de
contaminação de áreas vizinhas, caso ocorra deriva de gotas pelo vento.
Para limpeza e descontaminação dos pulverizadores recomenda-se consultar os fabricantes para realização
correta do processo de limpeza do tanque e sistema hidráulico.
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Recomenda-se a realização do processo de tríplice lavagem do sistema, buscando na primeira lavagem retirar
o máximo de resíduos, na segunda lavagem deve-se proceder com a remoção e limpeza dos filtros e a terceira
lavagem recomenda-se considerar a adição de produtos específicos para limpeza de tanque, após prosseguir
com o enxague seguindo a recomendação do fabricante.
Recomenda-se, diariamente, após a utilização do pulverizador proceder a extração/retirada de toda a calda
remanescente do produto de dentro do equipamento de aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA DIAS
Algodão (1)
Batata 7
Café 16
Citros 14
Feijão 7
Feijão (Pré-plantio) (1)
Girassol (1)
Milho (1)
Soja 7
Soja (Pré-plantio) (1)
(1) Não determinado devido a modalidade de emprego
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivo para culturas agrícolas.
- Fitotoxicidade para as culturas indicadas: LANCET não é fitotóxico às culturas quando aplicado nas
modalidades e doses recomendadas.
- O produto é um herbicida de contato, portanto, durante a aplicação, deve-se evitar que a deriva atinja a
cultura para evitar a fitotoxicidade.
- O produto deve ser utilizado única e exclusivamente conforme a recomendação.
- Depois de um período de seca é importante esperar que o solo tenha sido completamente molhado pela
chuva em volta das raízes. Não aplicar com solo seco.
- A calda deve ser aplicada no mesmo dia da preparação. A utilização da mesma preparada de um dia para
o outro pode reduzir a eficiência do produto.
- Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda
de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo D para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para
o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação
Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério
da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO D HERBICIDA
O produto herbicida LANCET® é composto pelo ingrediente ativo Diquate, que apresenta mecanismo de ação
Inibição do fotossistema I (formadores de radicais livres), pertencente ao Grupo D, segundo classificação
internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
MINISTÉRIO DA SAÚDE – ANVISA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS :
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos, e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas de borracha, avental impermeável, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
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- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA :
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de
segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO :
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra-vapores orgânicos e
filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO :
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
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- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento
hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
Nocivo se ingerido
PERIGO Pode ser nocivo em contato com a pele
Fatal se inalado
Provoca irritação à pele
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
• Pele: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO À PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios
(cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR LANCET®-
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Dibrometo de Diquate / Diquate: Bipiridílio
Classe Toxicológica CATEGORIA 2 – PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO
Vias de exposição Oral, Inalatoria, ocular e dérmica
Toxicocinética Dibrometo de Diquate / Diquate:
Em estudos realizados em animais de laboratório, observou-se que após
administração oral de Diquate apenas 4% da substância foi absorvida e, destes,
a maior parte da dose administrada foi excretada rapidamente pelas fezes.
Houveexcreção biliar, (<5% da dose administrada). Os níveis máximos de
Diquate detectado nos tecidos e sangue foram observados no intervalo entre 2 a
4 hrs após a administração. Os resíduos do produto foram detectados em níveis
mais altos no fígado, rins e pulmão, com redução acentuada destes após 48 hrs.
Não evidências de bioacumulação. Em doses baixas de Diquate, a excreção
maior ocorreu pelas fezes (83 a 102%) e urina (3 a 9%), num período de 48 hrs,
enquanto uma dose maior do produto apresentou excreção de 44% pelas fezes
e 7% pela urina, porém com a presença de 29% da dose ainda persistindo no
trato gastrointestinal. Após 168 hrs de observação, os níveis de Diquate em
tecidos, órgãos e fluidos corporais foram mínimos ou praticamente nulos. O
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metabolismo do Diquate foi limitado, sendo que mais de 60% foram excretados
de forma inalterada.
Cerca de 5% da dose foi excretada como diquate monopiridona, principalmente
nas fezes. Os resíduos urinários foram <20% (<1% da dose administrada) e
consistiam nos metabólitos ácido picolínico, diquate dipiridona e diquate
monopiridona.
Toxicodinâmica Dibrometo de Diquate / Diquate:
Diquate é um herbicida de contato, que atua como aceptor de elétrons no
fotossistema I (FSI) das plantas, o que levaa inibição da redução do NADP+ e a
produção do radical Diquate reduzido que, na presença de oxigênio, gera
peróxido de hidrogênio e outros peroxidos que atuam nos lipidios da membrana
das celulas vegetais. Este mecanismo de ação, também acontece nas
mitocôndrias das células animais, formando espécies reativas de oxigênio que
peroxidam as membranas. Em mamíferos, esses herbicidas parecem atingir os
pulmões onde a substância se acumula no epitélio alveolar, gerando espécies
reativas de oxigênio que parecem induzir apoptose nestas celulas.
Sintomas e Sinais Dibrometo de Diquate / Diquate:
clínicos Em estudos com animais de laboratório tratados com o produto, observou-se os
seguintes sinais e sintomas :
Exposição oral :Todos os ratos fêmeas tratados com a substância-teste em
diferentes doses (150, 300, 600 e 1.200 mg/kg p.c.) apresentaram piloereção e
apatia nas primeiras 12 horas do estudo. Não houve morte nos animais tratados
com a menor dose. Para as demais doses, foram registrados mortalidade de
animais dentro de 48 hrs do experimento (1 animal na dose de 300 mg/kg p.c.; 2
animais na dose de 600 mg/kg p.c. e todos os 5 animais na dose de 1.200 mg/kg
p.c.) .
Exposição inalatória : nos animais expostos a concentrações inalatórias distintas
(0,16; 1,13 e 3,86 mg/L de Diquate)houve salivação, secreção vermelha nos olhos
e focinhos, dificuldade respiratória, aumento da taxa respiratória, ruidos
respiratórios anormais, redução do consumo alimentar, redução das fezes,
diarréia, ataxia, ferida ou alopécia na região do pescoço, secreção ano-genital
amarelada e aparência descuidada. Na maior dose testada todosos animais
foram a óbito.
Exposição cutânea : após tratamento das fêmeas (ratos) com doses de 500,
1.000, 2.000 e 4.000 mg/kg p.c. foram verificados efeitos de piloereção e apatia
nas primeiras 12 hrs do estudo mas, após este período se recuperaram e não
apresentaram mais nenhum sintoma até o final do estudo. Para estudos de
exposição cutânea realizados em coelhos não houve sintomatologia e a
substância teste foi consideradaNão sensibilizante dérmico em cobaias pelo
método de Buehler.
Exposição ocular : todos os animais (coelhos fêmeas) expostas com o Diquate
apresentaram congestão vascular da conjuntiva e edema palpebral discreto, com
reversão total dos sintomas em 24 hrs.
Diagnóstico Dibrometo de Diquate / Diquate:
O diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência dos sinais e sintomas clínicos compatíveis.
Tratamento Dibrometo de Diquate / Diquate: Não existe antídoto conhecido.
O Tratamento de intoxicações por Diquate deve ser sintomático e de manutenção
das funções vitais do paciente, com atenção especial ao suporte respiratório.
Estabilizar o paciente monitorando sinais vitais (pressão sanguínea, frequência
cardíaca e respiratória, temperatura corporal). Estabelecer e manter via
endovenosa de acesso. Possibilidade de parada cardiorrespiratória, hipotensão
e arritmia cardíaca. Avaliar estado de consciência do paciente e manter vias
aéreas protegidas. Garantir via aérea patente com sucção de secreções orais se
necessário. Pode ser necessária intubação e ventilação mecânica ao paciente,
especialmente se apresentar depressão respiratória ou comprometimento
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neurológico. Se quadro de intoxicação for severo, pode ser necessária ventilação
pulmonar assistida.
Medidas de Descontaminação : remover de imediato roupas, sapatos e
acessórios usados no momento da exposição e lavar de forma cuidadosa e
abundante pele e cabelos com água fria e sabão. Lavar bem os olhos com soro
fisiológico ou água por no mínimo 15 minutos.
Monitoramento em casos de Ingestão do Diquate : avaliar volume e concentração
do produto ingerido, e o tempo decorrido até o atendimento médico, sendo:
• Ingestão recente (até 2 hrs) : realizar lavagem gástrica e administrar
carvão ativado (50-100g para adultos, 25-50g para crianças de 1 a 12
anos, e 1g/kg para menores de 1 ano) diluido em água na proporção de
30g para 240mL de água.
Acompanhar nível de consciência do paciente e proteger vias aéreas de possível
aspiração em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por
intubação endotraqueal com cuff.
IMPORTANTE : Não provocar vômito, mas caso apareça quadro de vômito
espontâneo, não deve ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar que
aspire resíduo.
Monitoramento funções respiratórias : manter paciente em local seguro e arejado,
fornecendo adequada ventilação e oxigenação. Monitorar ocorrência de
insuficiência respiratória e administrar oxigênio e ventilação mecânica sempre
que necessário.
Monitoramento exposição cutânea : após medidas de descontaminação, caso
paciente apresente irritação ou dor, encaminhar para tratamento médico.
Monitoramento exposição ocular : após medidas de descontaminação, caso
paciente apresente irritação, dor lacrimejamento nos olhos ou fotofobia
persistente, encaminhá-lo para tratamento médico específico.
CUIDADOS PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS SOCORROS :
• EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o
produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual
(Ambu) para realizar o procedimento.
• Usar Equipamentos de Proteção Individual durante atendimento, como:
luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações Dibrometo de Diquate / Diquate: A indução do vômito é contraindicada em razão
do risco de aspiração de resíduo gástrico, e pneumonite química.
Caso ocorra vômito espontâneo, manter a cabeça do paciente abaixo do nível
dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar
aspiração do conteúdo gástrico.
Dibrometo de Diquate / Diquate:
Efeitos das Não são conhecidos efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores para o
interações químicas produto em humanos.
• Ligue para o Disque – Intoxicação: 0800-722 6001, para notificar o caso
e obter informações especializadas sobre Diagnóstico e Tratamento -
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
• As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as
Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no
Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
ATENÇÃO Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
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Telefone de Emergência ADAMA BRASIL S/A: 0800-200 2345
(43) 3371-9330 Fax: (43) 3371-9017
https://www.adama.com/brasil/pt/contato
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: ≥300 ≤ 2000 mg/kg pc.
DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg pc.
CL50 inalatória em ratos: > 0,2841 mg/L/4 horas.
Corrosão/Irritação cutânea: o estudo de irritação in vitro apresentou resultado de 1,27% de viabilidade
celular e o estudo de corrosão in vitro apresentou resultado de 85,30% de viabilidade celular na exposição de
3 min e 73,17% de viabilidade celular na exposição de 60 min. Portanto, o produto foi considerando irritante
cutâneo.
Corrosão/Irritação ocular: o estudo in vitro não apresentou sinais de opacidade e descamação a olho nu.
Apresentou IVIS de 1.3563 sendo considerado como não irritante.
Sensibilização cutânea: o produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS:
Dibrometo de Diquate / Diquate: No estudo de 24 meses em ratos (dieta), o principal efeito tóxico observado
foi catarata, nas doses de 2,91 e 14,88 mg íon diquate/kg p.c./dia (machos) e 3,64 e 19,44 mg íon diquate/kg
p.c./dia (fêmeas). No nível de dose mais alto, observou-se uma diminuição no ganho de peso corpóreo e na
utilização alimentar (NOAEL machos: 0,58 mg íon diquate/kg p.c./dia; NOAEL fêmeas: 0,72 mg íon diquate/kg
p.c./dia). A administração de diquate a camundongos por 24 meses resultou em redução do peso corpóreo,
juntamente com uma discreta redução no consumo alimentar, aumento da secreção ocular e aumento do
peso renal e nefropatia leve (NOAEL 3,6 e 4,8 mg íon diquate/kg p.c./dia em machos e fêmeas,
respectivamente). Não houve evidência de carcinogenicidade em nenhuma das espécies testadas. A partir
do peso das evidências, pode-se concluir que o dibrometo de diquate não apresenta risco genotóxico in vivo.
No estudo de duas gerações em ratos, não foram observados efeitos adversos significativos no resultado
reprodutivo nos animais tratados com diquate a 1,6, 7,9 e 38,7 mg íon diquate/kg p.c./dia (machos) e 1,7, 8,4
e 40,4 mg íon diquate/kg p.c./dia (fêmeas). Nos animais que receberam 38,7 e 40,4 mg íon diquate/kg p.c./dia
houve evidência de toxicidade em adultos (ganho de peso reduzido, catarata) e na prole (ulceração do palato
duro e lesões no trato urinário). Houve baixa incidência de toxicidade a 7,9 e 8,4 mg íon diquate/kg p.c./dia e
apenas em adultos (lesões bucais em ambas as gerações e uma incidência ligeiramente aumentada de
catarata parcial em fêmeas de F1) (NOAEL: 1,6 mg íon diquate/kg p.c./dia; NOAEL reprodutivo: 34,7 mg íon
diquate/kg p.c./dia). No estudo de toxicidade para o desenvolvimento em ratos, a administração de diquate a
12 ou 4 mg íon diquate/kg p.c./dia resultou em toxicidade materna leve e transitória (redução do ganho de
peso corpóreo e consumo alimentar reduzido) (NOAEL materno: 4 mg íon diquate/kg p.c./dia; NOAEL de
desenvolvimento: 12 mg íon diquate/kg p.c./dia). Diquate administrado a coelhos por gavagem a 10 mg íon
diquate/kg p.c./dia causou toxicidade materna (redução do peso corpóreo e do consumo alimentar) e
fetotoxicidade (redução do peso fetal e aumento da incidência de defeitos e variações esqueléticas).
Observou-se uma leve toxicidade materna a 3 mg íon diquate/kg p.c./dia (NOAEL materno: 1 mg íon
diquate/kg p.c./dia; NOAEL desenvolvimento: 3 mg íon diquate/kg p.c./dia). Não foram encontradas evidências
nesses estudos de que o diquate é tóxico para a reprodução. Nos estudos de toxicidade no desenvolvimento,
diquate não causou malformações em ratos ou coelhos, mesmo em doses em que a toxicidade materna foi
evidente. Também não foram identificados órgãos-alvo relevantes após estudos de exposições repetidas.
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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE – IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250
(duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e
vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
− Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
− O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
− A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
− O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
− Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
− Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
− Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
− Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
− Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
− Isole e sinalize a área contaminada.
− Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: ADAMA BRASIL S/A.
− Telefone da empresa: 0800 400 7070.
− Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
− Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
- Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve
ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua
devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado.
- Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
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adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
da quantidade do produto envolvido.
− Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó químico ficando a favor
do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
− Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
− Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
− Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
− Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
− Faça essa operação três vezes;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
− Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
− Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
− Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
− Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
− Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
− Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
−
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TRANSPORTE
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
− Use luvas no manuseio dessa embalagem.
− Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de
validade.
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalizacão, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
− Use luvas no manuseio desta embalagem.
− Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser
adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
−
TRANSPORTE
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais
de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
− A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
− É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO
− EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
− A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
− Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
− A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
− O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro de
2019.
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