Krismat WG
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. São Paulo/SP
Herbicida
Ametrina (triazina) (731.5 g/kg) + trifloxissulfurom-sódico (sulfoniluréia) (18.5 g/kg)
Informações
Número de Registro
8908
Marca Comercial
Krismat WG
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
Ametrina (triazina) (731.5 g/kg) + trifloxissulfurom-sódico (sulfoniluréia) (18.5 g/kg)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. São Paulo/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Seletivo de ação sistêmica
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cana-de-açúcar
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Cana-de-açúcar
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Castnia licus
Broca-gigante
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Chamaesyce hirta
erva-andorinha (2); erva-de-cobre; erva-de-sangue
Cana-de-açúcar
Chamaesyce hyssopifolia
burra-leiteira; erva-andorinha (1); erva-de-santa luzia (1)
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Croton lobatus
café-bravo; mandioquinha; sangregão
Cana-de-açúcar
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Conteúdo da Bula
KRISMAT WG
Bula Completa – 19.08.2025
<Logomarca do produto>
KRISMAT WG
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 08908
COMPOSIÇÃO:
N2-ethyl-N4-isopropyl-6-methylthio-1,3,5-triazine-2,4-diamine
(AMETRINA).....................................................................................731,5 g/kg (73,15% m/m)
Sodium 1- (4,6-dimethoxypyrimidin-2-yl) -3-[3- (2,2,2-trifluoroethoxy) -2-pyridylsulfonyl]urea
(TRIFLOXISSULFUROM-SÓDICO).....................................................18,5 g/kg (1,85% m/m)
Outros Ingredientes.............................................................................250 g/kg (25,0% m/m)
GRUPO C1 HERBICIDA
GRUPO B HERBICIDA
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: HERBICIDA SELETIVO DE AÇÃO SISTÊMICA
GRUPO QUÍMICO: TRIAZINA (AMETRINA) E SULFONILUREIA (TRIFLOXISSULFUROM-
SÓDICO)
TIPO DE FORMULAÇÃO: GRÂNULOS DISPERSÍVEIS EM ÁGUA (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º
andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11)
5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.
(*) IMPORTADOR PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
AMETRINA TÉCNICA AG – REGISTRO MAPA nº 02805:
Omnium, Crop Protection Prod. MFG Div Land O Lakes - 1417 SW Lower Lake Road, St.
Joseph, Missouri 64504, EUA.
AnHui Zhongshan Chemical lndustry Co. Ltd. - Xiangyu Town Chemical lndustry Park,
Dongzhi County, Anhui Province, 247260, República Popular da China.
AMETRINA TÉCNICA BR – REGISTRO MAPA nº 00298597:
AnHui Zhongshan Chemical lndustry Co. Ltd. - Xiangyu Town Chemical lndustry Park,
Dongzhi County, Anhui Province, 247260, República Popular da China.
AMETRYNE TÉCNICO OXON – REGISTRO MAPA nº 01488804:
Sipcam Oxon S.p.A. - Strada Provinciale per Torre Beretti, Km 2,6, Mezzana Bigli (PV),
Provincia de Pavia, 27030 – Itália.
AMETRINA TÉCNICO OXON – REGISTRO MAPA n° 6717:
Zhejiang Zhongshan Chemical Industry Group Co., Ltd. - Zhongshan, Xiaopu - 313116,
Changxing, Zhejiang País de origem: China.
Hebei Shanli Chemical Co., Ltd. - Eighteenth Team, Zhongjie Farm 061108 Cangzhou,
Hebei País de origem: China.
Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd. - Binhai Economic Development Area,
262737 Weifang, Shandong País de origem: China.
TRIFLOXYSULFURON SODIUM TÉCNICO – REGISTRO MAPA nº 06901:
Syngenta Crop Protection AG - Rue de I’lle-au-Bois, CH-1870, Monthey - Suíça.
Syngenta Crop Protection AG - Breitenloh 5, CH 4333, Münchwilen - Suíça.
SPL Europe Limited Liability Company – Industrial Park, H-3792, Sajóbábony, Hungria.
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KRISMAT WG
Bula Completa – 19.08.2025
FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº , km
127,5 , Bairro Santa Terezinha - CEP: 13148-915- Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-80
- Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.
Syngenta Crop Protection, LLC. - Highway 75, River Road, St. Gabriel, Louisiana, 70776 –
EUA.
Van Diest Supply Company - Highway 20 West 1434 220 th St - PO BOX 610 - Webster
City - IA 50595 - Iowa – EUA.
“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.
Nº do Lote ou da Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme previsto
no Art. 4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO.
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: PMS Blue 293 C
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KRISMAT WG
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INSTRUÇÕES DE USO:
KRISMAT WG é um herbicida seletivo, indicado para o controle pós-emergente das plantas
infestantes, na cultura da cana-de-açúcar.
É indicado nos cultivos de variedades comerciais, particularmente nos cultivos de cana-planta
e cana-soca.
Contendo os ingredientes ativos trifloxissulfurom-sódico e a ametrina na sua formulação,
caracteriza-se pelo seu espectro de controle das infestantes anuais e algumas perenes de
reprodução via semente, gramíneas, folhas largas e ciperáceas que ocorrem na cultura da
cana-de-açúcar.
MODO DE AÇÃO:
O ingrediente ativo trifloxissulfurom-sódico é absorvido pelas raízes e pelas folhas e inibe a
formação da enzima Acetolactate Sintase (ALS), bloqueando a síntese de aminoácidos, tais
como: valina, leucina e isoleucina. Portanto, o trifloxisulfurom-sódico inibe a síntese de
proteínas essenciais de plantas susceptíveis.
O sintoma do efeito herbicida deste produto sobre as plantas sensíveis, caracteriza-se pelo
amarelecimento das folhas, paralisação do crescimento e a morte das plantas, em 1 a 3
semanas, após a aplicação. Algumas plantas, entretanto, não chegam a morrer, porém,
sofrem uma paralisação no seu crescimento e a sua presença não chega a causar
competição com a cultura.
O outro componente da formulação, a Ametrina, é absorvida via radicular ou via foliar e atua
sobre as plantas sensíveis, através da inibição da fotossíntese. O sintoma sobre as plantas
se manifesta através da clorose que desenvolve para necrose e morte.
KRISMAT WG é recomendado para o controle pós-emergente, nas infestações
predominantes de gramíneas, folhas largas e provoca supressão da população de ciperáceas.
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KRISMAT WG
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ÉPOCA E
PLANTAS DANINHAS NÚMERO INTERVALO VOLUME
CULTURA DOSES
(Monocotiledônea) ESTÁDIO MÁXIMO DE DE DE CALDA
(Kg/ha)
APLICAÇÕES APLICAÇÃO (L/ha)
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO
capim-braquiária, Brachiaria até 2
braquiária decumbens perfilhos
capim-camalote Rottboellia exaltata 2a6
folhas
capim-carrapicho, até 2
Cenchrus echinatus
timbête perfilhos
capim-colchão, 3a4
Digitaria horizontalis
capim-milhã folhas
capim-
Brachiaria até 2
marmelada,
plantaginea perfilhos
capim-papuã
10 a 15
tiririca (**) Cyperus rotundus cm de
altura
Commelina 2a6
trapoeraba
benghalensis folhas 150 a 400
PLANTAS DANINHAS (Dicotiledônea) (aplicação
terrestre)
NOME COMUM NOME CIENTÍFICO
Na cana-
Nas
planta, 2 a 4
2a4 regiões
apaga-fogo Alternanthera tenella semanas
folhas sujeitas a
após o
ventos
plantio.
CANA- fortes, com
4a6 1,75 - 2 Na cana-
DE- beldroega Portulaca oleracea 1 aplicação ocorrências
folhas (*) soca, 3 a 4
AÇÚCAR de
semanas
velocidades
após o corte,
Chamaesyce 4a6 superiores
burra-leiteira na pós-
hyssopifolia folhas a 10-14
emergência
km/hora,
da cultura.
utilizar
carrapicho-de- Acanthospermum 2a6 volumes de
carneiro hispidum folhas 200 a 300.
caruru, 3a4
Amaranthus viridis
caruru-de-mancha folhas
caruru, Amaranthus 2a6
caruru-gigante retroflexus folhas
corda-de-viola, 2a4
Ipomoea grandifolia
corriola folhas
erva-de-santa- 2a4
Chamaesyce hirta
luzia folhas
guanxuma, mata- 4a6
Sida rhombifolia
pasto folhas
mandioquinha, 2a4
Croton lobatus
velame folhas
2a6
picão-preto Bidens pilosa
folhas
Observações:
1) 1,75 kg KRISMAT WG/ha equivalem a 1.280 g de AMETRINA/ha e 32,4 g de TRIFLOXISULFUROM-SÓDICO/ha.
2) 2,00 kg KRISMAT WG/ha equivalem a 1.463 g de AMETRINA/ha e 37 g de TRIFLOXISULFUROM-SÓDICO/ha.
(*) Utilizar 1,75 kg/ha em áreas com baixa infestação de plantas infestantes.
(**) Controle de Tiririca: KRISMAT WG apresenta boa supressão de Cyperus rotundus no 1º ano de aplicação. No entanto,
repetindo-se consecutivamente a aplicação na safra seguinte, o controle é visivelmente melhorado pela redução da população
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KRISMAT WG
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de Cyperus na área. Para se obter um melhor controle de tiririca já no primeiro ano, deve se aplicar inicialmente um produto a
base de 2,4 D (formulação amina na concentração de 720 g i.a./L), de acordo com a recomendação do fabricante e após 2 a 3
semanas, aplicar 2,0 kg/ha de KRISMAT WG.
MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
O início da aplicação coincide com a germinação das plantas infestantes na lavoura, quando
se recomenda realizar, previamente, o levantamento florístico para identificar as principais
espécies a serem tratadas na área, bem como, os respectivos estádios de desenvolvimento.
Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do produto a ser
aplicado, assim como, o momento da aplicação, de modo a assegurar pleno controle do mais
amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura.
O KRISMAT WG é aplicado, normalmente, 2 a 4 semanas, após o plantio da cana-planta, ou
3 a 4 semanas, após o corte, cultivo e adubação da soca, sempre na pós-emergência, a partir
do momento em que o primeiro fluxo de plantas infestantes praticamente já emergiu na
superfície do solo e atingiu o estádio ideal.
KRISMAT WG aplicado nesta fase, garante o pleno controle das plantas infestantes,
antes que as mesmas venham a estabelecer a competição maléfica no desenvolvimento
cultural, com prejuízos na produtividade final.
KRISMAT WG oferece o controle dos novos fluxos de germinação das plantas infestantes,
devido ao seu efeito residual e, nas condições normais de infestação, o período de controle
observado é suficiente para atingir ao fechamento da cana.
Desde que aplicado nas condições adequadas e com a observância dos parâmetros
recomendados, uma aplicação do KRISMAT WG é suficiente para atender as necessidades
da cultura.
KRISMAT WG deve ser aplicado na forma de pulverização, através de tratamento em área
total, com a utilização de pulverizadores terrestres convencionais (costal ou tratorizado).
FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO NA PÓS-EMERGÊNCIA:
Plantas infestantes e o seu estádio de controle:
Para assegurar o controle total das plantas infestantes com o KRISMAT WG, deve-se
observar atentamente as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento
indicados na tabela.
As plantas infestantes mencionadas demonstram maior sensibilidade ao produto, no estádio
inicial de desenvolvimento.
O efeito do produto, porém, é relativamente lento sobre as plantas infestantes e os sintomas
nas plantas se manifestam somente 5 a 6 dias após a aplicação, com a clorose do meristema
apical que se torna posteriormente necrótico, sendo necessário de uma semana a dez dias
até a morte da planta.
KRISMAT WG exerce, também, uma forte ação inibitória ou efeito de supressão, no
desenvolvimento de muitas espécies, notadamente no seu estádio um pouco mais avançado,
permitindo que a planta da cana-de-açúcar cresça livre de sua concorrência.
Adjuvantes/Espalhantes-Adesivos: A adição de espalhantes ou de adjuvantes não iônicos
à calda da pulverização é necessária porque favorece o efeito pós-emergente do produto,
imprimindo melhor controle das plantas infestantes.
Deve-se usar espalhante adesivo não iônico, na dose de 0,2% volume/volume.
Influências de Fatores Ambientais na Aplicação:
Umidade do solo: Aplicar o KRISMAT WG com o solo úmido. Não aplicar o produto com o
solo seco, principalmente, se antecedeu a um período de estiagem prolongado que predispõe
as plantas infestantes ao estado de estresse por deficiência hídrica, pois tal condição irá
comprometer a eficiência de controle do herbicida.
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KRISMAT WG
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Condições atmosféricas: As aplicações devem ser feitas com umidade relativa, acima de
50 % e temperaturas, em torno de 25º a 30 o C. As aplicações matinais, até às 10:00 horas,
e à tarde, após às 15:00/16:00 horas, são as mais propícias para aplicação do produto, devido
a melhor condição de absorção pelas plantas.
Orvalho/Chuvas: Evitar aplicações sobre plantas excessivamente molhadas pela ação de
chuvas ou orvalho muito forte.
Ventos: Evitar aplicações com vento superior a 10 km/h.
Ocorrência de chuvas: A incidência de chuvas, logo após a aplicação, interfere
negativamente na eficiência de controle, por acarretar na lavagem do produto. É necessário
um período aproximado de 2 a 3 horas sem chuvas, após a aplicação, para que o herbicida
seja absorvido pelas plantas infestantes.
Chuvas prolongadas, após a aplicação, também tendem a carrear o herbicida para a camada
mais profunda, fora de posicionamento dos bancos de sementes das plantas infestantes, e o
efeito residual do produto pode ser reduzido.
PREPARO DA CALDA: O produto, na quantidade pré-determinada, poderá ser despejado
diretamente no tanque do pulverizador, com pelo menos ¹/ 4 de volume cheio, e o sistema de
agitação ligado. Em seguida, completar o tanque com água.
Procedimentos para adição de adjuvantes, no preparo da calda: O espalhante adesivo é
adicionado como último componente à calda de pulverização, com o tanque quase cheio,
mantendo-se a agitação.
Recomenda-se que a jornada de aplicação seja programada de modo a evitar a sobra da
calda de um dia para outro. Toda calda preparada deve ser aplicada no mesmo dia do seu
preparo.
KRISMAT WG deve ser aplicado com auxílio de pulverizadores costais, manual ou
pressurizado, ou pulverizadores tratorizados com barras, adaptados de bicos leque do tipo
Teejet 80.02, 80.03, 80.04, 110.02, 110.03 ou 110.04 ou similares, operando a uma pressão
de 30 a 50 libras por polegada quadrada.
O volume de calda recomendado na pulverização, normalmente, varia de 150 a 400 Litros
por hectare.
Nas regiões sujeitas a ventos fortes, com ocorrências de velocidades superiores a 10-14
km/h, as aplicações poderão ser feitas com uso de bicos anti deriva do tipo Full Jet, como FL
5, FL 6.5 ou FL 8, bombas operando à pressão de 20 a 25 libras por polegada quadrada e
volume de 200 a 300 L/ha.
Em caso de dúvida ou a necessidade de esclarecimentos adicionais ou específicos quanto à
utilização do produto, contatar o Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da
SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA DIAS
CANA-DE-AÇÚCAR Não determinado devido à modalidade de emprego
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os
Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
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KRISMAT WG
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LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Dentro das doses recomendadas e nas condições indicadas para aplicação, KRISMAT WG
é bastante seguro para a cultura da cana-de-açúcar, no sistema de tratamento pós-
emergente (da cultura e das plantas infestantes), na cana-planta como na cana-soca, através
de pulverização, em área total.
A planta da cana mostra maior tolerância, a partir do início de perfilhamento, quando
apresenta maior volume foliar e se mostra mais sensível quando se encontra no estádio de 4
a 5 folhas.
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia
da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique,
antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas
tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no
Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou
importador.
Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área
de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca
aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de
aplicação terrestre. Utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do
solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.
Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.
Seletividade:
KRISMAT WG apresenta boa seletividade à cultura da cana-de-açúcar, através de tratamento
pós-emergente recomendado e nenhum caso de fitotoxicidade, com efeitos negativos à
produtividade, foi detectado nos diversos trabalhos de pesquisa realizados.
Os sintomas de fitotoxicidade na planta se manifestam, através de clorose no limbo foliar,
com pontos de necrose e retenção temporária no crescimento, porém a mesma retoma o seu
desenvolvimento normal 4 a 5 semanas, após a aplicação do produto.
Outras restrições a serem observadas:
- KRISMAT WG não deve ser aplicado nas condições de solos secos e ou nas condições
de estiagens prolongadas com as plantas infestantes no estado de estresse por deficiência
hídrica.
- Não aplicar o produto nos dias chuvosos, pois, para o pleno funcionamento, é necessário
um período aproximado de 2 a 3 horas sem chuvas ou irrigação, após a pulverização.
- Não aplicar o produto nas condições de orvalho muito forte com as plantas molhadas.
- Não aplicar o KRISMAT WG sobre plantas infestantes, fora do estádio recomendado.
- Não aplicar KRISMAT WG com a cana perfilhada, com mais de 60 a 70 cm de altura,
devido ao fechamento das ruas da cana e o efeito guarda-chuva.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
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KRISMAT WG
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO
DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o
aumento da população de plantas infestantes a ele resistentes. Como prática de manejo de
resistência de plantas infestantes, deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes
mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos
alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com
diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro
Agrônomo.
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo
alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com
a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 e Grupo
B para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as Boas Práticas
Agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do
produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da
aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
consultados e/ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas
Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência
de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da
Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C1 HERBICIDA
GRUPO B HERBICIDA
O produto herbicida KIRSMAT WG é composto por s-metolacloro, que apresenta mecanismo
de inibidores da fotossíntese no fotossistema II, pertencente ao Grupo C1 e Inibidores da ALS,
pertencente ao grupo B, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à
Resistência de Herbicidas).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado
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KRISMAT WG
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• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais
e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos,
orifícios e válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos
ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência
de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas
especificas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças
compridas; botas de borracha; equipamento de proteção respiratória; óculos de
segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para produtos
químicos.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI)
com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): Macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; equipamento de
proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança
com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pela preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de
medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na
área em que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que
outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamentos de proteção individual (EPI): Macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; equipamento de
proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança
com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
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Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
Sinalizar a área com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para uso durante a
aplicação.
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em
áreas tratadas logo após a aplicação.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
ainda vestidas para evitar contaminação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original,
em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos
de aplicação.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI):
Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, luvas de
proteção para produtos químicos e botas de borracha.
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados
na seguinte ordem: touca arábe; óculos de segurança com proteção lateral; botas de
borracha; macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas;
luvas de proteção para produtos químicos e equipamento de proteção respiratória.
A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
devidamente protegida.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Nocivo se ingerido
ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a pele
Pode provocar reações alérgicas na pele
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PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência
levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do
produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato,
deve-se retirá-la.
Pele: O PRODUTO PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de
contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR KRISMAT WG
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Trifloxisulfurom: Sulfoniluréia
Ametrina: Triazina
Classe
Categoria 4: Produto Pouco Tóxico
toxicológica
Vias de exposição
Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Trifloxisulfurom: Após a administração oral por gavagem em ratos, o
trifloxissulfurom foi quase completamente absorvido e excretado na urina
e na bile em 48 horas. Menos de 0,3% de uma dose radiomarcada foi
encontrada em tecidos como sangue, fígado e rins não havendo
indicação de acúmulo. A excreção via urina foi a via de eliminação
predominante nas fêmeas (70-80% da dose) e nos machos (50-60% da
dose).
Ametrina: Absorção oral rápida e completa com base nos dados
disponíveis de dosagem oral e intravenosa. A maioria dos resíduos foi
excretada na urina (50 – 61%) e nas fezes (30 a 42%) dentro de 24-48
horas após a administração. Ametrina foi amplamente distribuída, mas
com pouca retenção tecidual. Os resíduos em maior concentração foram
detectados no sangue e em órgãos altamente perfundidos, como
coração, fígado, pulmão e baço. A ametrina não apresenta potencial de
acúmulo em tecidos e órgãos.
Toxicodinâmica Trifloxisulfurom: Promove inibição irreversível de acetolactato sintase
(ALS), também chamada de acetohidroxiácido sintase (AHAS), enzima
chave da síntese dos aminoácidos de cadeia ramificada valina, isoleucina
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e leucina. Seu modo de ação inclui o bloqueio de divisão celular e síntese
de DNA, acúmulo de cetubutirato e bloqueio da síntese de acetil-CoA
(síntese de lipídios e terpenóides). Esses aminoácidos de cadeia lateral
não são sintetizados pelos mamíferos, portanto o mecanismo descrito é
apenas fitotóxico, não relevante para humanos.
Ametrina: A ametrina é um herbicida que atua como inibidor do
fotossistema II através da ligação ao sítio Q B localizado na proteína D1
dos cloroplastos causando, por consequência, o bloqueio do transporte
de elétrons de QA para QB. Isto interrompe a fixação de CO2 e a produção
de ATP e NADPH2, elementos essenciais para o crescimento das plantas.
Como consequência, há a interrupção da fixação de carbono e
peroxidação dos lipídios. Esta via metabólica não existe em mamíferos,
sendo seu modo de ação pouco relevante para seres humanos.
Sintomas e sinais Não há dados de toxicidade de trifloxisulfurom e ametrina em humanos.
clínicos As informações detalhadas a seguir foram obtidas de estudos agudos
com animais de experimentação tratados com a formulação à base de
trifloxisulfurom e ametrina, KRISMAT WG:
Exposição oral: em estudo realizado por via oral em ratos, foi observada
piloereção, postura curvada, hipoatividade, decúbito lateral e dispnéia.
Foi verificada mortalidade.
Exposição inalatória: Não se aplica. O produto não é fumegante,
vaporizável ou volátil. O estudo de distribuição de partículas por tamanho
mostrou que ao menos 90 % da amostra foi encontrada na peneira de 800
µm e menos que 10 % da amostra foi encontrada na peneira de malha
1000 µm.
Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica não foi
observada mortalidade, os animais tratados apresentaram eritemas leves
que foram reversíveis em 72 horas. A substância não causou irritação em
estudo de irritação dérmica e induziu sensibilização quando em contato
com a pele de cobaias.
Exposição ocular: Em contato com os olhos, o produto não se mostrou
irritante.
Exposição crônica: O ingrediente ativo dessa formulação não é
considerado mutagênico e nem teratogênico e, em doses seguras, não é
carcinogênico e nem tóxico para a reprodução. À luz dos conhecimentos
atuais, não é considerado desregulador endócrino. Vide item “efeitos
crônicos” a seguir.
Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de
exposição ao produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis.
Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda,
trate o paciente imediatamente.
Tratamento Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com
o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial
deve ser dada ao suporte respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal).
Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada
cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de
consciência do paciente.
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar
a absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do
produto proceder com:
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- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em
crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água,
na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais
efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande
quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria
dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger
vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo
orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação
endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto,
podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar
o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via
oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal
severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e
arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar
atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário,
administrar oxigênio e ventilação mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima
para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser
encaminhado para tratamento.
Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente
com solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando
contato com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou
fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar
um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para
realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação,
deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e
máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo,
manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das interações Não foram relatados efeitos de interações químicas para trifloxisulfurom
químicas e ametrina e possíveis medicamentos utililizados em casos de
intoxicação por trifloxisulfurom e ametrina em humanos.
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722
6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as
Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas)
Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br
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Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:
Vide quadro anterior, itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.
Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 1500 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: Não se aplica.
Corrosão/Irritação cutânea: Não irritante. Foram observados eritema e edema que foram
totalmente revertidas em 7 dias após a remoção do adesivo. O produto foi considerado
moderadamente irritante dérmico, porém não classificado como irritante dérmico pelo GHS.
Corrosão/Irritação ocular: Não Irritante. Foram observadas alterações oculares como
hiperemia moderada da íris, vermelhidão e inchaço da conjuntiva. Todas as reações oculares
desapareceram no dia 7 após o tratamento. O produto foi considerado irritante para os olhos,
porém não classificado como irritante ocular pelo GHS.
Sensibilização cutânea em cobaia (teste de maximização): O produto foi considerado
sensibilizante dérmico.
Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as vias
respiratórias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética
bacteriana ou ensaio de micronúcleo in vitro em células da medula óssea do camundongo.
Efeitos crônicos:
Trifloxisulfurom: Em estudos de alimentação crônica em camundongos, ratos e cães, o
trifloxissulfurom causou redução do peso e do ganho corpóreo, muitas vezes acompanhados
por redução do consumo de alimentos. Em um estudo combinado de toxicidade
crônica/carcinogenicidade de 2 anos em ratos, o efeito relacionado ao tratamento mais
sensível foi a atrofia tubular nos rins de fêmeas e hiperplasia das células de Leydig nos
testículos de machos. Em cães, após exposição crônica, foi observado aumento da incidência
e gravidade da inflamação crônica na bexiga urinária de fêmeas. No estudo de toxicidade do
desenvolvimento em ratos, a prole teve uma ligeira redução nos pesos corpóreos fetais, um
aumento nos achados esqueléticos mínimos e um aumento na ossificação esquelética
deficiente/ausente. No estudo de toxicidade do desenvolvimento em coelhos, foi observado
mortalidade e sangramento vaginal. Na prole, foram observados má formações cardíacas, o
grau de preocupação com esse achado foi baixo porque foi encontrado um nível de dose
seguro para esse efeito. Não houve evidência de aumento quantitativo ou suscetibilidade
qualitativa no estudo de toxicidade do desenvolvimento em ratos ou no estudo de 2 gerações
estudo de reprodução em ratos. O trifloxisulfurom não foi carcinogênica em ratos e
camundongos, além de não apresentar potencial genotóxico pelos ensaios de genotoxicidade
in vivo e in vitro.
Ametrina: Em estudos de alimentação crônica, a ametrina foi bem tolerada por ratos e
camundongos até doses relativamente altas. Em camundongos, foi observado apenas ganho
de peso corpóreo reduzido. Com base nos dados disponíveis, considera-se que ametrina não
apresenta potencial carcinogênico ou mutagênico. Nenhum potencial teratogênico foi
demonstrado em ratos e coelhos. Da mesma forma, nenhuma evidência de efeitos adversos
no desempenho reprodutivo foi observada em um estudo multigeracional em ratos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
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1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE
• Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
X - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento
no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, ações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843
da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO
DE CULTIVOS LTDA
• Telefone de emergência: 0800 704 4304.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e
botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
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Pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em
recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve
ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no
rótulo, para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não
contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e
devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo
humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de
emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem
das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão
e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2
OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE
E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir
os seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de
lavagem sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da
embalagem, por 30 segundos;
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• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve
ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente
das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou
no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses
após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou
no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva,
quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis
meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou
no próprio local onde são as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio desta embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco
plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente
identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses
após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco
plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente
identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento
onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo
estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente
autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
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• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora
e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte
o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados
por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados
junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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