Kingprido Xtra
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Cupinicida/Inseticida
imidacloprido (neonicotinóide) (700 g/kg)
Informações
Número de Registro
16925
Marca Comercial
Kingprido Xtra
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
imidacloprido (neonicotinóide) (700 g/kg)
Titular de Registro
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Classe
Cupinicida/Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacaxi
Dysmicoccus brevipes
Cochonilha-do-abacaxi; Cochonilha-pulverulenta-do-abacaxi
Abacaxi
Syntermes molestus
Cupim; Cupim-de-montículo
Abobrinha
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Abobrinha
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Abobrinha
Thrips palmi
Tripes
Abóbora
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Abóbora
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Abóbora
Thrips palmi
Tripes
Alface
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Alface
Dactynotus sonchi
Pulgão-da-alface; Pulgão-da-serralha
Algodão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Algodão
Frankliniella schultzei
Tripes
Alho
Thrips tabaci
Tripes; Tripes-do-fumo
Almeirão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Batata
Myzus persicae
Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro
Batata
Thrips palmi
Tripes
Berinjela
Bemisia tabaci
Mosca-branca
Berinjela
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Berinjela
Myzus persicae
Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro
Berinjela
Thrips palmi
Tripes
Brócolis
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Brócolis
Brevicoryne brassicae
Pulgão; Pulgão-da-couve
Café
Chiromyza vittata
Berne-das-raízes; Mosca-das-raízes
Café
Leucoptera coffeella
Bicho-mineiro-do-café; Larva-minadora
Café
Quesada gigas
Cigarra-do-cafeeiro
Cana-de-açúcar
Heterotermes tenuis
Cupins
Cebola
Thrips tabaci
Tripes; Tripes-do-fumo
Chicória
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Citros
Chrysomphalus ficus
Cochonilha-cabeça-de-prego; Cochonilha-com-carapaça
Citros
Coccus viridis
Cochonilha-verde; Cochonilha-verde-do-cafeeiro
Citros
Diaphorina citri
Psilídeo
Citros
Oncometopia facialis
Cigarrinha-da-cvc
Citros
Orthezia praelonga
Cochonilha-Orthezia; Cochonilha-de-placa
Citros
Phyllocnistis citrella
Larva-minadora-das-folhas; Minadora-das-folhas
Citros
Pinnaspis aspidistrae
Cochonilha-escama-farinha
Citros
Selenaspidus articulatus
Cochonilha-pardinha
Citros
Toxoptera citricida
Pulgão-preto; Pulgão-preto-dos-citrus
Couve
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Couve
Brevicoryne brassicae
Pulgão; Pulgão-da-couve
Couve-flor
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Couve-flor
Brevicoryne brassicae
Pulgão; Pulgão-da-couve
Crisântemo
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Crisântemo
Thrips palmi
Tripes
Cupim-de-monte
Cornitermes cumulans
cupim
Eucalipto
Cornitermes bequaerti
Cupim-de-chifre
Eucalipto
Leptocybe invasa
Vespa-da-galha
Eucalipto
Syntermes molestus
Cupim; Cupim-de-montículo
Feijão
Bemisia tabaci
Mosca-branca
Feijão
Diabrotica speciosa
Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela
Feijão
Empoasca kraemeri
Cigarrinha; Cigarrinha-verde
Fumo
Faustinus cubae
Broca-do-caule-do-tomateiro; Broca-do-fumo
Fumo
Myzus persicae
Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro
Gérbera
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Jiló
Bemisia tabaci
Mosca-branca
Jiló
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Jiló
Myzus persicae
Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro
Jiló
Thrips palmi
Tripes
Melancia
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Melancia
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Melancia
Thrips palmi
Tripes
Melão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Melão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Melão
Thrips palmi
Tripes
Pepino
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Pepino
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Pepino
Thrips palmi
Tripes
Pimentão
Bemisia tabaci
Mosca-branca
Pimentão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Pimentão
Myzus persicae
Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro
Pimentão
Thrips palmi
Tripes
Pinus
Cinara atlantica
Pulgão-do-pinus
Poinsétia
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Repolho
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Repolho
Brevicoryne brassicae
Pulgão; Pulgão-da-couve
Tomate
Bemisia tabaci
Mosca-branca
Tomate
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Tomate
Myzus persicae
Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro
Tomate
Thrips palmi
Tripes
Uva
Eurhizococcus brasiliensis
Cochonilha-pérola-da-terra; Margarodes
Conteúdo da Bula
KINGPRIDO XTRA
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 16925
COMPOSIÇÃO:
1-(6-chloro-3-pyridylmethyl)-N-nitroimidazolidin-2-ylideneamine (IMIDACLOPRIDO) ..................... 700 g/Kg (70,0% m/m)
Outros Ingredientes .......................................................................................................................... 300 g/Kg (30,0% m/m)
GRUPO 4A INSETICIDA
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida sistêmico
GRUPO QUÍMICO: Neonicotinóide
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em Água (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
R RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av Carlos Gomes, 258 - salas 1103, 1104, 1105 e 1106 - Boa Vista - Porto Alegre/RS
CEP: 90.480-000 - Fone: (51) 3072-9793 - CNPJ: 10.486.463/0001-69
Inscrição estadual: 096/3276190 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 1928/09 - SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
IMIDACLOPRIDO TÉCNICO RAINBOW - Registro MAPA nº TC13020
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong – 262737 - China
IMIDACLOPRIDO TÉCNICO JC- Registro MAPA nº 13919
JIANGSU CHANGQING BIOTECHNOLOGY CO., LTD.
Nº 1 Jiangling Road Putou Town, Jiangdu District, 225218, Yangzhou, Jiangsu, China.
FORMULADORES:
QINGDAO RAINBOW CHEMICAL LTD.
Xinhe Eco-Chemical Science and Technology Industry Base, Qingdao, Shandong - 266717 – China
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong – 262737 – China
SHANDONG UNITED PESTICIDE INDUSTRY CO., LTD.
Building 1#, Middle Shengli Road, Daxin Village, Fan Town, Daiyue District, Taian City, Shandong, China
HEBEI YETIAN AGROCHEMICALS CO., LTD.
Industrial Zone, South of Yuanshi County, Shijiazhuang, Hebei, China
JIANGSU CHANGQING BIOTECHNOLOGY CO., LTD.
No.1, Jiangling Road, Putou Town, Jiangdu District, Yangzhou City, Jiangsu, China
NINGXIA RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Taisha Industrial Park, Pingluo, Ningxia, China 753400, China
RAINBOW AGROSCIENSES S.A.
Cerrito 866, 1 º piso, C.A.B.A. C.P. 3.7 1010- Argentina
IMPORTADORES:
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia PR-090, 5.695, km 5 - armazém 1K - Parque Industrial Nenê Favoretto - CEP: 86200-000 - Ibiporã/PR
CNPJ: 10.486.463/0003-20. Nº do registro do estabelecimento no estado: 1000322 - ADAPAR/PR
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Avenida Constante Pavan, 4.633 - Betel - CEP: 13148-198 - Paulínia/SP
CNPJ: 10.486.463/0004-01. Nº do registro do estabelecimento no estado: 4402 - CDA/SP
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Área Rural Projetada, n° 150, Armz 1AK Anexo I - Area Rural de Cuiabá - CEP: 78.099-899 - Cuiabá/MT
CNPJ: 10.486.463/0005-92. Nº do registro do estabelecimento no estado: 29164 - INDEA/MT
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av. Maria Elias Lisboa Santos, s/nº Quadra 07 Lote 05 salas 09 – Parque Industrial Aparecida Vice-presidente José de
Alencar – Aparecida de Goiânia/GO - CEP:74993-530
CNPJ: 10.486.463/0006-73. Nº do registro do estabelecimento no estado: 5139/2023 – AGRODEFESA/GO
Rev20251126
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia BR-050, km 185 - sala 9 - Jardim Santa Clara - CEP: 38038-050 - Uberaba/MG
CNPJ: 10.486.463/0008-35. Nº do registro do estabelecimento no estado: 19.883 - IMA/MG
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua C, 290, Armz Y, Ondumar Maraba - CEP: 47.852-732 - Luis Eduardo Magalhães/BA
CNPJ: 10.486.463/0007-54. Nº do registro do estabelecimento no estado: 162425 ADAB/BA
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av. das Indústrias, 2020 - Armazém 8 - Ouro Preto - CEP: 99.500-000 - Carazinho/RS
CNPJ: 10.486.463/0010-50. Nº do registro do estabelecimento no estado: 101/25 SEAPA/RS
CCAB AGRO S.A.
Rodovia BR 163, KM 116 – Bairro Parque Industrial Vetorasso, CEP: 78746-055, Rondonópolis/MT
CNPJ: 08.938.255/0009-69 Número de registro do estabelecimento no Estado: 23776 - INDEA/MT.
CCAB AGRO S.A.
Rodovia PR 090, Lote 44, C-2, Modulo A, Bairro: Parque Industrial Nene Favoretto, CEP: 86200-000, Ibiporã/PR.
CNPJ: 08.938.255/0007-05. Número de registro do estabelecimento no Estado: 003588 - ADAPAR/PR.
CCAB AGRO S.A.
Rodovia Presidente Castelo Branco 11100 Km 30,5 P-36, Bairro Jardim Maria Cristina, CEP 06421-400, Barueri / SP.
CNPJ: 08.938.255/0011-83. Número de registro do estabelecimento no Estado: 4210 - CDA/SP
CCAB AGRO S.A.
Anel Viário s/n, Quadra área, Lote 005B, Galpão 02, Módulo R, Bairro Jardim Paraíso Acréscimo, CEP: 74984-321,
Aparecida de Goiânia/GO.
CNPJ: 08.938.255/0010-00. Número de registro do estabelecimento no Estado: 4050 - AGRODEFESA/GO.
CCAB AGRO S.A.
Alameda Santos 2159 – 6º andar, Bairro Cerqueira Cesar, CEP 01419-100, São Paulo/SP
CNPJ: 08.838.255/0001-01. Número de registro do estabelecimento no Estado: 820 – CDA/SP.
CCAB AGRO S.A.
A Rodovia BR 163, 2461 - KM 744 Módulo N, Área Rural de Sorriso, CEP: 78898-899, Sorriso – MT
CNPJ 08.938.255/0003-73. Número de registro do estabelecimento no Estado: 35272 - INDEA/MT
CCAB AGRO S.A.
Rod To 222, KM 114 - 264 - Lote 4 K Quadra Chac. 41 Módulo R - Loteamento Jardim Boa Sorte - CEP: 77820-450 -
Araguaina - TO
CNPJ 08.938.255/0012-64. Número de registro do estabelecimento no Estado: 01/0240 - ADAPEC/TO.
AGRILEAN INPUTS S.A.
Rodovia Presidente Castelo Branco, km 30,5, n. 11100, Barueri, São Paulo, SP
CNPJ: 47.983.211/0004-06 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 4378 CDA/SP
AGRILEAN INPUTS S.A.
A Rural, S/N, Km 207, Lote 04, Armz 01, Bairro: Área Rural, CEP:47.865-899, Luis Eduardo Magalhães/BA.
CNPJ: 47.983.211/0002-36 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 145723 – ADAB/BA
AGRILEAN INPUTS S.A.
Rodovia BR 364, Km 20, Área 02, 5788 – Bairro: Rural – CEP:78098-970, Cuiabá /MT.
CNPJ: 47.983.211/0003-17 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 30962 INDEA/MT
GOPLAN S.A.
Rua Antônio Lapa, 606, Bairro: Cambuí - CEP: 13025-241 - Campinas/SP
CNPJ: 37.422.096/0001-96. Nº do registro do estabelecimento no estado: 4296 - CDA/SP
CARGILL AGRÍCOLA S.A.
Av. Olacyr Francisco de Moraes, 487, Distrito Industrial - Campo Novo do Parecis/MT - CEP: 78.360-000
CNPJ: 60.498.706/0300-64. Nº do registro do estabelecimento no estado: 33181 - INDEA/MT
CARGILL AGRÍCOLA S.A.
Rodovia Estadual Anel Viário, s/nº - Faz S. Tomaz Abóboras - Zona Rural - Rio Verde/GO - CEP:75.901-970.
CNPJ: 60.498.706/0066-00. Nº do registro do estabelecimento no estado: 1367/2018 - AGRODEFESA/GO
CARGILL AGRICOLA S A.
Rodovia Brigadeiro Faria Lima Km 405 – s/nº- Cx Postal 71 – Bairro: Nova Colina – CEP: 14770-000 - Colina/SP
CNPJ: 60.498.706/0104-62. Número de registro do estabelecimento no Estado:4519 – CDA/SP
Rev20251126
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Produto Importado
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
KINGPRIDO XTRA é um inseticida sistêmico do grupo químico dos neocotinóides.
INSTRUÇÕES DE USO:
Nº máximo
Volume de Equipamento de
Cultura Praga Dose (p.c.) de
Calda Aplicação
aplicações
Cochonilha-do-abacaxi
(Dysmicoccus brevipes) 30 g/100 L de 30 – 50 ml “Drench”
Abacaxi Cupim água 1 calda/planta (Esguicho)
(Syntermes molestus)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: A aplicação é feita cerca de 30 dias após o transplante. Aplicar no início da
estação chuvosa, sendo recomendada uma aplicação de KINGPRIDO XTRA. Se forem necessárias mais aplicações,
alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação.
Mosca-branca
300 g/ha
(Bemisia tabaci raça B)
Abóbora,
Pulgão-das-inflorescências 10 – 15 ml “Drench”
Abobrinha, 200 g/ha
(Aphis gossypii ) 1 calda/planta (Esguicho)
Melancia e
Tripes
Pepino 200 g/ha
(Thrips palmi )
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
A aplicação deve ser feita em jato dirigido logo após transplante das mudas ou a emergência das plantas no campo. Se
forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação.
300 – 800 L de
Mosca-branca Barra
calda/ha
(Bemisia tabaci raça B) Costal
Alface
300 g/ha
1 250 ml de
Pulgão
calda/bandeja Baneja
(Dactinotus sonchi )
de 200 alvéolos
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Em bandejas ainda no viveiro de mudas, aplicar pós a em torno de 24 horas antes do transplante definitivo no campo. Na
pulverização foliar aplicar logo após o aparecimento dos primeiros sinais das pragas. Se forem necessárias mais
aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova
uma boa cobertura de todas as partes das plantas.
Rev20251126
Almeirão e Mosca-branca 300 – 800 L de Barra
300 g/ha
Chicória (Bemisia tabaci raça B) 1 calda/ha Costal
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Iniciar a aplicação logo após o aparecimento dos primeiros sinais praga (ninfas ou adultos). Se forem necessárias mais
aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova
uma boa cobertura de todas as partes das plantas.
Pulgão-do-algodoeiro
70 g/ha
(Aphis gossypii) Barra
Algodão 200 – 300 L/ha
Tripes 3 Costal
100 g/ha
(Frankliniella schultzei)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
iniciar as aplicações quando, em 70% das plantas examinadas em variedades tolerantes e 10% em plantas suscetíveis às
viroses, as folhas estiverem começando a se deformar, presença de fumagina e existirem pulgões
- Tripes: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando forem encontrados 6 insetos/plantas e antes do
engruvinhamento das folhas.
Em caso de reinfestação, reaplicar com intervalo de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo de cultivo. O
volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura
Tripes 300 – 800 L de Barra
Alho 100 g/ha
(Thrips tabaci) 1 calda/ha Costal
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Iniciar as aplicações logo no início do aparecimento das primeiras ninfas nas bainhas das folhas antes da bulbificação.
Direcionar a aplicação para a inserção das folhas (bainha), local aonde se encontra a praga abrigada. Se forem
necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de
pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas e penetre nas bainhas das folhas
Tripes Barra
Cebola 100 g/ha 300– 800 L/ha
(Thrips tabaci) 1 Costal
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Iniciar as aplicações logo no início do aparecimento das primeiras ninfas nas bainhas das folhas antes da bulbificação.
Direcionar a aplicação para a inserção das folhas (bainha), local aonde se encontra a praga abrigada. Se forem
necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de
pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas e penetre nas bainhas das folhas.
Tripes
100 g/ha
(Thrips palmi) Barra
Batata 300– 800 L/ha
Pulgão-verde 1 Costal
360 g/ha
(Myzus persicae )
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Realizar monitoramento sistemático e iniciar a aplicação logo após o aparecimento dos primeiros sinais s pragas. Se
forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda
de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas.
Tripes
200 g/ha
(Thrips palmi)
Pulgão-verde
200 g/ha
(Myzus persicae ) 10 – 15 ml “Drench”
Berinjela e Jiló Mosca-branca
200 g/ha 1 calda/planta (Esguicho)
(Bemisia tabaci)
Mosca-branca
300 g/ha
(Bemisia tabaci raça B)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
A aplicação deve ser realizada em jato dirigido ao colo das plantas o transplante das mudas ou a emergência das plantas
no campo. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação.
Mosca-branca
300 g/ha
(Bemisia tabaci raça B) 10 – 15 ml “Drench”
Brócolis
Pulgão-da-couve 1 calda/planta (Esguicho)
200 g/ha
(Brevicoryne brassicae)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
A aplicação deve ser realizada em jato dirigido ao colo das plantas o transplante das mudas ou a emergência das plantas
no campo. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação.
Cana-de- Cupim
400 g/ha 1 150 – 200 L/ha Jato Dirigido
açúcar (Heterotermes tenuis)
Rev20251126
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
A aplicação é feita preventivamente sobre os propágulos vegetativos (“toletes”, gemas, mudas ou plântulas) colocados no
sulco de plantio, antes da operação de cobertura.
Realizar 1 aplicação por ciclo de cultivo.
*ND: Não determinado devido à modalidade de aplicação: tratamento do sulco de plantio.
Mosca-branca 300 g/ha
(Bemisia tabaci raça B) 10 – 15 ml “Drench”
Couve
Pulgão-da-couve 1 calda/planta (Esguicho)
200 g/ha
(Brevicoryne brassicae)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
A aplicação deve ser realizada em jato dirigido ao colo das plantas o transplante das mudas no campo. Se forem
necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação.
Mosca-branca
300 g/ha
(Bemisia tabaci raça B) 10 – 15 ml “Drench”
Pulgão-da-couve calda/planta (Esguicho)
200 g/ha
(Brevicoryne brassicae)
Couve-flor 1
Pulgão-da-couve 250 ml/bandeja
300 g/ha Bandeja
(Brevicoryne brassicae) de 200 alvéolos
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
A aplicação deve ser realizada em jato dirigido ao colo das plantas o transplante das mudas no campo. Se forem
necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação.
Minadora-das-folhas
(Phyllocnistis citrella)
5 g/100 L de
Pulgão-preto
água
(Toxoptera citricida)
Cigarrinha-da-cvc
(Oncometopia facialis)
Cochonilha-Orthezia
(Orthezia praelonga) 2000 L/ha Costal
Citros Cochonilha-pardinha 1 Turbo
(Selenaspidus articulatus)
10 g/100 L de
Cochonilha-escama-farinha
água
(Pinnaspis aspidistrae)
Cochonilha-cabeça-de-prego
(Chrysomphalus ficus)
Cochonilha-verde
(Coccus viridis)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Minador: realizar monitoramento e realizar as aplicações quando 50% das plantas estiverem em brotação, dirigido às
lagartas em fase inicial de desenvolvimento do (1° e 2° instar).
- Pulgão-preto-dos-citros: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações quando as plantas apresentarem sintomas de
ataque e presença de ninfas e adultos e presença de fumagina. Assegurar que o produto tenha boa cobertura e
penetração em todas as partes da planta.
Cigarrinha-da-cvc: realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando em árvores adultas
(acima 3 anos) deve-se aplicar quando houver presença do inseto em 10% das árvores vistoriadas. Em plantas jovens
aplicar preventivamente aos primeiros sintomas ou presença da praga.
Orthezia: realizar monitoramento e realizar as aplicações no início da infestação, quando identificadas as reboleiras com
a presença de adultos e ninfas eclodidas do ovissaco, procurando atingir toda a copa, caule e pernadas, a fim de atingir a
praga no interior da planta em aplicação dirigida.
Cochonilhas: realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação quando identificadas as reboleiras
com a presença de adultos e ninfas procurando atingir toda a copa, caule e pernadas, a fim de atingir a praga no interior
da planta em aplicação dirigida.
Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo.
0,5 g/muda
Pulgão-preto pequena
Citros (Toxoptera citricida) 0,75 g/muda 10 – 15 ml “Drench”
(Viveiro) média 1 calda/planta (Esguicho)
Pulgão-da-couve 1,0 g/muda
(Diaphorina citri) grande
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Realizar a aplicação em jato dirigido (“Drench” ou esguicho) no colo das
plantas do viveiro entre 4 a 10 dias antes do transplante para o local definitivo. Realizar no máximo 1 aplicação na fase de
viveiro.
Tripes Barra
Crisântemo 100 g/ha 300 – 1000 L/ha
(Thrips palmi) 1 Costal
Rev20251126
Mosca-branca
360 g/ha
(Bemisia tabaci raça B)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos primeiros sinais das
pragas. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar
que a calda de pulverização promova uma boa cobertura de todas as partes das plantas.
Cupim
Cupim-de- 30 g/100 L de
(Cornitermes cumulans) 1 L/ninho (*)
monte água 1
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Faz-se uma perfuração no topo do ninho até atingir o núcleo com uma barra de aço (varão) de 25 mm de diâmetro e
coloca-se a calda preparada através de um funil ou similar.
500 g/100 L
de água, em
Cupim
baixa
Eucalipto (Syntermes molestus)
infestação
(Viveiro e 25 ml/planta Imersão e Rega
Campo) 1
750 g/100 L
Cupim de água
(Cornitermes bequaertins) em alta
infestação
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Aplicação através de imersão das mudas antes do transplantio ou rega das mudas logo após o transplantio no campo.
350-750 g/100 100 L /12 mil
Eucalipto L mudas
Vespa-das-galhas (imersão) Imersão e Rega
(Viveiro) de água,
(Leptocybe invasa) 3 2
de acordo com 1000 ml/m de
a infestação planta (rega)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Para controle da vespa-das-galhas fazer aplicação via rega ou imersão das mudas. Os tratamentos devem ser realizados
entre uma e três vezes durante o ciclo das mudas no viveiro. No uso em rega, aplicar ainda no viveiro de mudas 24 horas
antes do transplante definitivo no campo.
Euphorbia Mosca-branca 30 g/100 L de Barra
1 600 – 1200 L/ha
(Poinsétia) (Bemisia tabaci raça B) água Costal
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos primeiros sinais das pragas. Se forem necessárias mais aplicações,
alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa
cobertura de todas as partes das plantas.
Vaquinha-verde-amarela 150 g/ha
(Diabrotica speciosa)
Cigarrinha-verde 200 – 300 L/ha Barra
Feijão 150 g/ha
(Empoasca kraemeri) 1 Costal
Mosca-branca
250 g/ha
(Bemisia tabaci)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
- Vaquinha: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando forem encontrados 20
insetos/pano ou 2m de linha, até o período de a formação de vagens.
- Cigarrinha-verde: realizar o monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando for constatada a
presença dos primeiros adultos na cultura
- Mosca-branca: realizar monitoramento e iniciar as aplicações no início da infestação, quando forem constatadas a
presença de adultos, ovos, as primeiras “ninfas” ou formas jovens, ou a partir de 7-10 dias após a emergência da cultura
com a presença da praga.
Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de
desenvolvimento da cultura. .
Broca-do-fumo
40 L de água/ (Rega)
Fumo (Faustinus cubae)
15 g/50 m² 2 2
(Canteiro) Pulgão-verde 50 m
(Myzus persicae)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
No tratamento de rega em canteiro, são feitas duas aplicações: a primeira logo após a semeadura e a segunda, 45 dias
após.
Pulgão-verde 360 g/ha
Fumo “Drench”
(Myzus persicae) 200 a 500 L/ha
(Lavoura) 1 (Esguicho)
Broca-do-fumo 360 g/ha
Rev20251126
(Faustinus cubae)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos primeiros sinais das pragas. Se forem necessárias mais aplicações,
alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa
cobertura de todas as partes das plantas.
Mosca-branca 30 g/100 L de Barra
Gérbera 1 600 – 1200 L/ha
(Bemisia tabaci raça B) água Costal
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Iniciar as aplicações logo após o aparecimento dos primeiros sinais das pragas. Se forem necessárias mais aplicações,
alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação. Assegurar que a calda de pulverização promova uma boa
cobertura de todas as partes das plantas.
Mosca-branca
300 g/ha
(Bemisia tabaci raça B)
Pulgão-das-inflorescências 10 – 15 ml “Drench”
200 g/ha
(Aphis gossypii) calda/planta (Esguicho)
Tripes
200 g/ha
Melão (Thrips palmi)
1
250 ml/bandeja
de 200 alvéolos Bandeja e
Mosca-branca
300 g/ha (bandeja) gotejamento
(Bemisia tabaci raça B)
250 ml/bandeja
(gotejamento)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Para as aplicações via irrigação por gotejo a aplicação deve ser feita logo após o transplante ou germinação das mudas
no campo.
Nos usos em bandejas ainda no viveiro de mudas, após aem torno de 24 horas antes do transplante definitivo no campo.
A aplicação em “Drench” (Esguicho) ou gotejamento, deve ser feita em jato dirigido ao colo das plantas logo após o
transplante ou germinação das mudas no campo. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de
diferentes mecanismos de ação.
Tripes 200 g/ha
(Thrips palmi)
Pulgão-verde
200 g/ha
(Myzus persicae) 10 – 15 ml “Drench”
Mosca-branca calda/planta (Esguicho)
200 g/ha
(Bemisia tabaci)
Pimentão
Mosca-branca 1
300 g/ha
(Bemisia tabaci raça B)
Tripes
300 g/ha 250 ml / bandeja
(Thrips palmi) Bandeja
de 200 alvéolos
Mosca-branca
300 g/ha
(Bemisia tabaci raça B)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Nos usos em bandejas ainda no viveiro de mudas, após em torno de 24 horas antes do transplante definitivo no campo.
A aplicação em “Drench” (Esguicho) ou gotejamento deve ser feita em jato dirigido ao colo das plantas logo após o
transplante ou germinação das mudas no campo. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de
diferentes mecanismos de ação.
37,5 g/100 L
de água em
baixa 2
Pinus infestação 1000 ml/m
Pulgão-do-pinus (viveiro) Imersão e Rega
(Viveiro e
(Cinara atlantica) 1 25 ml/planta
Campo) 75,0 g/100 L
de água, em (campo)
alta infestação
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Aplicação no viveiro deve ser feita através de imersão ou rega das bandejas de mudas.
No campo, deve ser feita através de imersão das mudas antes do transplantio ou rega das mudas após o transplantio.
Mosca-branca 300 g/ha
(Bemisia tabaci raça B) 10 – 15 ml “Drench”
Repolho
Pulgão-da-couve 1 calda/planta (Esguicho)
200 g/ha
(Brevicoryne brassicae)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
A aplicação deve ser realizada em jato dirigido ao colo das plantas o transplante das mudas no campo. Se forem
necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação.
Tomate Tripes 200 g/ha 1 10 – 15 ml “Drench”
Rev20251126
(Thrips palmi) calda/planta (Esguicho)
Pulgão-verde
200 g/ha
(Myzus persicae)
Mosca-branca
200 g/ha
(Bemisia tabaci)
Mosca-branca
300 g/ha
(Bemisia tabaci raça B)
Tripes 250 ml / bandeja
300 g/ha
(Thrips palmi) de 200 alvéolos
Bandeja e
(bandeja)
Mosca-branca gotejamento
300 g/ha 250 ml / bandeja
(Bemisia tabaci raça B)
(gotejamento)
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Nos usos em bandejas ainda no viveiro de mudas, após em torno de 24 horas antes do transplante definitivo no campo.
A aplicação em “Drench” (Esguicho) ou gotejamento deve ser feita em jato dirigido ao colo das plantas logo após o
transplante. Se forem necessárias mais aplicações, alternar com inseticidas de diferentes mecanismos de ação.
Para as culturas de Café e Uva, seguem as recomendações de uso abaixo:
Estádio Dose (p.c.)
Nº máximo
da Volume Equipamento
Cultura Praga Produto de
cultura Nº de de Calda de Aplicação
Comercial aplicações
plantas/ha
Bicho-mineiro-do-café
(Leucoptera coffeella) ≤ 4000 1,0 Kg/ha
≥ 2anos 100 - 150
Cigarra-do-cafeeiro Costal
4000 - 6000 1,2 Kg/ha ml/muda
(Quesada gigas ) Esguicho
Café 1 Jato Dirigido
Mosca-das-raízes ≥ 6000
1,3 Kg/ha
(Chiromysa vittata)
0,05
Bicho-mineiro-do-café ≥ 2anos - 15 - 50
g/planta
(Leucoptera coffeella) ml/muda
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
- Bicho-mineiro (Leucoptera coffeela), Cigarra (Quesada gigas) e mosca-das-raízes (Chiromysa vittata): realizar a
aplicação no período de outubro a dezembro, podendo variar de acordo com a região de cultivo, no início da estação
chuvosa com o solo úmido, dependendo do histórico de pressão na região e do estágio de desenvolvimento do cafezal.
Utilizar a maior dose de acordo com a densidade de plantas/ha ou em regiões com maiores índices de infestação. Em
caso de reincidência, utilizar outros inseticidas com mecanismos de ação distintos e recomendados para a cultura via solo
ou foliar.
Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de
desenvolvimento da cultura.
0,2
1 ano - Costal
Cochonilha-pérola- g/planta
Esguicho
da-terra 0,3 2L/planta
Uva 2 anos - 1 Jato Dirigido
(Eurhizococcus g/planta
brasiliensis) 0,6
≥ 3 anos -
g/planta
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Na cultura da uva a aplicação é feita, com boa umidade no solo, durante o mês de novembro, podendo variar de acordo
com a região de cultivo. A dose pode variar de acordo com o estágio de desenvolvimento e a idade da cultura. Realizar
no máximo 1 aplicação por ciclo de cultivo
MODO DE APLICAÇÃO:
Preparo de Calda:
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Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria
orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do KINGPRIDO XTRA deve estar limpo de resíduos de
outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade; em seguida é necessário que se faça
uma pré-diluição do KINGPRIDO XTRA em um recipiente não reativo (plástico, fibra de vidro), adicionando a dose
recomendada para cada cultivo do KINGPRIDO XTRA em 5 a 10 litros de água agitando-o com um bastão plástico até
que a pré-calda esteja homogênea, assegurando-se a completa umectação e dispersão dos aglomerantes presentes na
formulação, após esta etapa, inserir a pré-mistura no pulverizador, acrescentar o adjuvante indicado na proporção
recomendada para o cultivo/alvo e completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre
o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a
calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua
preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a
aplicação.
No caso de quimigação considerar a área a ser irrigada, calcular e dosar a quantidade do produto necessária para a
aplicação da dose recomendada por hectare, seguindo a recomendação do fabricante do sistema de irrigação e injeção.
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados):
• Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a
proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado.
Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
• Equipamento estacionário manual (pistola):
• Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização
hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter
velocidade de deslocamento constante modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e
mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola.
Aplicação em bandeja:
Utilizar pulverizador costal manual, com volume de calda de 250 mL para bandeja de 200 alvéolos. O cálculo da
quantidade de produto a ser aplicado em cada bandeja, deverá ser feito previamente e proporcional ao número de
plantas a ser transplantado por hectare dependendo da cultura e espaçamento a serem adotados. Logo após a aplicação
recomenda-se repetir a aplicação da mesma forma com o mesmo volume de água para que seja feito o arraste do
produto das folhas e ramos para o substrato, facilitando a absorção radicular.
Imersão e Rega:
Proceder a imersão das bandejas com as mudas durante um período de 30 segundos, em seguida retirá-las e deixar
escorrer o excesso de calda por um período de 2 minutos.
Rega: aplicar o produto sobre a planta, nas doses recomendadas, utilizando o volume de 1L de calda/m².
Aplicação via esguicho (drench):
Esta modalidade pode ser utilizada após o transplantio de mudas. Aplicar o produto diluído em água na forma de jato
dirigido planta a planta (esguicho) através de pulverizador manual, motorizado ou tratorizado, de forma que o produto
atinja o caule e escorra até o solo, utilizando o volume de calda por planta e a dosagem recomendada por hectare do
produto para o cultivo.
Pulverizadores de Barra:
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o
espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se
que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao
estagio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Jato Dirigido:
Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido ao sulco de
plantio, sobre os "toletes", adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma
perfeita cobertura dos “toletes”. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Procedendo-se a
cobertura imediatamente após aplicação.
Hidropneumáticos (Turbo-atomizadores):
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com
espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com
cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou
acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas
posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia
Rev20251126
suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no
interior da estrutura da planta.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Irrigação por gotejamento:
Iniciar a injeção da calda com o produto após o completo funcionamento do sistema de irrigação. Seguir as instruções do
fabricante do sistema de irrigação para a melhor utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta regulagem
deste equipamento.
A injeção dos produtos pode ser efetuada utilizando-se diferentes métodos e equipamentos. Porém, independentemente
do método adotado, a qualidade dos resultados obtidos na quimigação depende do cálculo correto de váriáveis como
taxa de injeção, quantidade do produto a ser injetada, volume do tanque de injeção, dose do produto a ser aplicada na
área irrigada, concentração do produto na água de irrigação, entre outros.
Além dos cálculos operacionais feitos corretamente, é necessário assegurar-se de que o sistema, tanto de irrigação
quanto de injeção, está funcionando de acordo com os parâmetros para os quais está ajustado, ou seja, que a vazão
calculada corresponde àquela efetiva no sistema ou que a taxa de injeção desejada estará realmente ocorrendo no
campo. Portanto, tão importante quanto os cálculos operacionais, é também proceder à calibração periódica dos
equipamentos.
Condições climáticas para pulverização:
Temperatura Umidade do Ar Velocidade do Vento
menor que 30°C maior que 55% entre 3 e 10km/h
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras
fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização
(independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes
para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do
aplicador.
Diâmetro das gotas:
- A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa
cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio
de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da
deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as
aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
- Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades
práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
- Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram
a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao
invés de aumentar a pressão.
- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos
de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
- O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Ventos:
- A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
- Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica:
- O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar,
formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões
térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas
nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã
seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as
inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de
uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que
se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
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Culturas Intervalo de
Segurança (dias)
Abacaxi 75
Abóbora, Abobrinha, Melancia e Pepino 40
Alface, Almeirão, Chicória, Couve e Melão 14
Algodão, Alho 30
Cebola, Batata, Citros, Feijão 21
Berinjela, Jiló, Pimentão e Tomate 7
Brócolis, Couve-flor 82
Cana-de-açúcar ND
Crisântemo, Cupim-de-monte, Eucalipto, Euphorbia, Fumo, Gérbera e Pinus UNA
Repolho 50
Café 45
Uva 60
ND: não determinado
UNA = Uso não alimentar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a
aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses
recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
- Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido
estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil.
Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização deste produto.
- Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula.
- É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o único
responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso tenha alguma dúvida, consulte seu
exportador, importador ou a Bayer antes de aplicar este produto.
- É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo), especialmente para
culturas de exportação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Não é permitido o uso combinado de imidacloprido em mais de um modo de aplicação no mesmo ciclo de cultivo, quando
esses eventos ocorrerem antes da floração da cultura, além de ser vedado a utilização de imidacloprido nas culturas
subsequentes ao cultivo aplicado.
RESTRIÇÕES/MITIGAÇÕES EM VIRTUDE DO DO RISCO PARA ABELHAS E OUTROS INSETOS POLINIZADORES
ESTE PRODUTO É TÓXICO PARA ABELHAS. A pulverização não dirigida em área total não é permitida. Não aplique
este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada a visitação de
abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambienta, sujeito a penalidades cabíveis e
sem prejuízo de outras responsabilidades.
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses
recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
- Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido
estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil.
Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização deste produto.
- Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula.
- É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o único
responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso tenha alguma dúvida, consulte seu
exportador, importador antes de aplicar este produto.
- É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo), especialmente para
culturas de exportação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
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VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou
seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida KINGPRIDO XTRA pertence ao Grupo 4A (moduladores competitivos de receptores nicotínicos da
acetilcolina – Neonicotinóides) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o
risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do KINGPRIDO XTRA como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é
necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de
ação efetivos para a praga alvo.
• Usar KINGPRIDO XTRA ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação”
(janelas) de cerca de 30 dias ou em janelas intercaladas.
• Aplicações sucessivas de KINGPRIDO XTRA podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de
aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do
KINGPRIDO XTRA, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Neonicotinóides e
Piretróides não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do KINGPRIDO XTRA ou outros produtos do Grupo 4A
(Imidacloprido) quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo
de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR
(www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle
biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.
MINISTÉRIO DA SAUDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais.
Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure
rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de
crianças e de animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas,
avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza,
conservação e descarte do EPI danificado.
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PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou
preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o
produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também entrem
em contato com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do
método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do
período de reentrada.
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do
término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante
a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe,
óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do
método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem
entre no outro olho. Caso utilize lentes de contato, deve-se retirá-las.
Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, tec.) contaminados e
lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
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A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
Nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a
ATENÇÃO
pele
Pode ser nocivo se inalado
INTOXICAÇÕES POR KINGPRIDO XTRA
INFORMAÇÕES MÉDICAS
GRUPO QUÍMICO Imidacloprido: Neonicotinóide
CLASSE TOXICOLÓGICA CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
VIAS DE EXPOSIÇÃO Oral, dérmica e inalatória
Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que cerca de 95% do
Imidacloprido administrado foi absorvido e distribuído rapidamente por todos os
órgãos e tecidos do organismo, sendo excretado quase completamente em 48 horas
(aproximadamente 96% da dose administrada), principalmente pela via urinária
(75%). A concentração plasmática máxima foi atingida entre 1,1 e 2,5 horas após a
TOXICOCINÉTICA
administração. A biotransformação do Imidacloprido ocorre principalmente no fígado
pelas seguintes vias de degradação: desmetilação oxidativa resultando na formação
do ácido 6-cloronicotínico e seus derivados, além de hidroxilação do anel
imidazolidine seguido pela conjugação ou remoção da água para formar o metabólito
correspondente olefin.
Os inseticidas neonicotinoides promovem a ativação dos receptores nicotinícos
(nAChR), encontrados no sistema nervoso central de insetos, induzindo o fluxo de
íons através da membrana celular resultando em desbalanço iônico. São
relativamente pouco tóxicos para humanos, porque eles interagem menos com os
subtipos de receptores nicotínicos humanos quando comparado aos de insetos, e
MECANISMOS DE eles não atravessam prontamente a barreira hematoencefálica. Devido à pouca
TOXICIDADE penetração através da barreira hematoencefálica, os efeitos mediados pelo sistema
nervoso central não são esperados em níveis baixos de exposição. A toxicidade
aguda dos diversos neonicotinoides em mamíferos está predominantemente
relacionada ao receptor nicotínico do subtipo 7-alfa, seguido dos subtipos 4-alfa, 2-
beta, 3-alfa e 1-alfa. Ações nestes receptores envolvem uma combinação de efeitos
agonistas e antagonistas.
A exposição ao imidacloprido pode causar irritação dérmica e ocular, fadiga,
agitação, espasmos, fraqueza muscular e dificuldade respiratória. A ingestão pode
causar tontura, sonolência, tremores e movimentos incoordenados. Sintomas após
SINTOMAS E SINAIS exposição aguda ao produto formulado (imidacloprido e outros ingredientes) incluíram
CLÍNICOS falta de coordenação, tremores, diarreia e perda de peso. Estudos crônicos com ratos
mostraram que a tireoide é especialmente sensível ao imidacloprido. Esses
inseticidas parecem ser menos tóxicos quando absorvidos por via dérmica ou
inalatória do que quando absorvidos por via oral.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
DIAGNÓSTICO
quadro clínico compatível.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Tratamento: Medidas de descontaminação, tratamento sintomático e de suporte.
TRATAMENTO
Deve ser evitado o contato do produto com os olhos, pele e roupas contaminadas.
Atenção especial deve ser dada ao suporte respiratório.
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Exposição Oral:
- Carvão ativo: Em casos de ingesta de grandes quantidades do produto, administre
carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual: 25-100 g em
adultos/adolescentes, 25-50 g em crianças (1-12 anos) e 1g/kg em crianças menores
de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Em caso de ingestão recente (até uma hora) proceder a lavagem
gástrica, na maioria dos casos não é necessária, dependendo da quantidade
ingerida, tempo da ingesta e circunstância específica. Atentar para nível de
consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração em posição de
Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Não
provocar o vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente não
devendo ser evitado, deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
Procurar um médico imediatamente.
Atenção: nunca de algo por via oral para uma pessoa inconsciente.
Exposição inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias.
Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato
respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação,
inclusive com ventilação assistida, quando necessário. Pacientes sintomáticos devem
ser observados no departamento de emergência hospitalar.
Exposição ocular: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou
salina a 0,9%, à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se houver
irritação, dor, inchaço lacrimejamento ou fotofobia, o paciente deve ser encaminhado
para tratamento específico.
Exposição dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com
água e sabão. Se houver irritação ou dor, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento.
Cuidados para os prestadores dos primeiros auxílios:
Evitar aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto, se
disponível utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual para realizar
o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO, como
luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se contaminar com o
agente tóxico.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e
CONTRAINDICAÇÃO
desenvolvimento de pneumopatia química secundária.
EFEITOS DAS INTERAÇÕES
Não relatados.
QUÍMICAS
Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
ATENÇÃO de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800-701-0450
Endereço Eletrônico da Empresa: www.rainbowagro.com.br
Correio Eletrônico: rainbowbrasil@rainbowagro.com.br
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica” no quadro de informações médicas.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 oral em ratos (fêmeas): 500 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos (fêmeas): >2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (machos e fêmeas): Não determinada nas condições do teste.
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Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não irritante. As reações cutâneas observadas nos animais tratados foram:
eritema evidente às 1, 24 e 48 h após o tratamento, sendo revertido em até 72h após a aplicação do item de teste; edema
evidente em 1h após o tratamento, sendo revertido em 24 após a aplicação do item de teste.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Não irritante. Os efeitos conjuntivais foram evidentes no intervalo de 1, 24 e 48 h
em todos os animais tratados e esses sinais foram resolvidos em 72 horas após a aplicação do item de teste. O exame
com corante fluorescente e filtro de azul de cobalto às 24 horas após o tratamento não revelou dano ao epitélio da
córnea.
Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames)
nem no teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Em ratos, no estudo de doses repetidas foi observada mineralização da substância coloide nos folículos tireoidianos. As
concentrações plasmáticas de TSH, T3 e T4 permaneceram inalteradas excluindo a possibilidade de alteração na função
da tireoide. Em camundongos, a administração de doses repetidas diminuiu o ganho de peso corpóreo e na maior dose
aumentou a incidência de mineralização no tálamo e alterou o comportamento. Não foi observado potencial cancerígeno
de Imidacloprido em ambas as espécies, ratos e camundongos, nos estudos de longo prazo. Também não foi observado
efeito primário de Imidacloprido na reprodução e nenhum potencial teratogênico.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
( )Pouco perigoso ao meio ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir
principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação
da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
RESTRIÇÕES/MITIGAÇÕES EM VIRTUDE DO RISCO PARA ABELHAS E OUTROS INSETOS POLINIZADORES:
- Este produto é toxico para abelhas. A pulverização não dirigida em área total não é permitida. Não aplique este produto
em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na
cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades cabíveis e sem
prejuízo de outras responsabilidades.
- Não é autorizado o uso combinado de imidacloprido em mais de um modo de aplicação no mesmo ciclo de cultivo,
quando esses eventos ocorrerem antes da floração da cultura.
RESTRIÇÃO QUANTO À PROTEÇÃO AOS POLINIZADORES
Este produto apresenta restrições de aplicação EM VIRTUDE DO RISCO PARA ABELHAS E OUTROS INSETOS
POLINIZADORES. Siga as instruções de aplicação e recomendações para proteção de polinizadores.
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As abelhas e outros insetos polinizadores forrageiam as plantas no período de floração, polinização e produção do
néctar, podendo ser expostos a este inseticida através de:
- contato direto com o produto durante as aplicações foliares;
- contato com resíduos do produto na superfície das plantas após a aplicação foliar e/ou aplicação em solo, quando
recomendado;
- ingestão de resíduos em néctar e pólen resultante das aplicações foliares e/ou aplicação em solo e/ou tratamento de
semente, quando recomendado.
Ao utilizar este produto, tomar medidas para minimizar a exposição de abelhas e outros polinizadores quando estiverem
forrageando as plantas atrativas no entorno e no local da aplicação. Minimizar a deriva para áreas com colmeias ou no
habitat dos polinizadores para evitar potenciais danos.
- Nas aplicações terrestres utilizar somente gotas de tamanho médio, médio para grosso e grosso respeitando as
distâncias de segurança conforme descrito na parte de recomendação de uso desta bula.
- NUNCA utilizar gotas finas ou finas para média nas aplicações.
- NUNCA utilizar ultrabaixo volume (UBV) nas aplicações.
- Não aplicar o produto próximo ou sobre as colmeias, assim como no horário de maior forrageamento de abelhas e
insetos polinizadores.
- Antes da aplicação, informar devidamente os apicultores num raio de 3 km ao redor da propriedade para que o
apicultor possa tomar medidas necessárias de proteção as colmeias.
- Remover, antes do tratamento, as plantas invasoras dentro das culturas se estas estiverem com flores.
- Fazer o uso do Manejo Integrado de Pragas (MIP), utilizando produtos biológicos ou seletivos para abelhas e
polinizadores no período de florescimento das culturas.
- Informações sobre proteção de abelhas e ou insetos polinizadores podem ser encontradas em:
http://projetocolmeiaviva.org.br ou https://abelha.org.br
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de
produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas
Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA - Telefone de
Emergência: (51) 3237-6414 e SUATRANS - CECOE: 0800 117 2020
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e
máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do
vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
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Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção
Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical
durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem dever ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa,
em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário,
ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado,
ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das embalagens lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais
de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
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- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será
facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela Empresa
Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E
RESTOS DE PRODUTOS
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo telefone
indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com
câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como determina
que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
- Restrição de uso no Paraná para o alvo biológico Bemisia tabaci raça B nas culturas Alface, Brócolis, Couve-flor, Melão,
Repolho.
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