Kamaitachi
Zhongshan Química do Brasil - Sorocaba/SP
Herbicida
diurom (uréia) (800 g/kg)
Informações
Número de Registro
44625
Marca Comercial
Kamaitachi
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
diurom (uréia) (800 g/kg)
Titular de Registro
Zhongshan Química do Brasil - Sorocaba/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacaxi
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Abacaxi
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Abacaxi
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Abacaxi
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Abacaxi
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Abacaxi
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Abacaxi
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Abacaxi
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Abacaxi
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Abacaxi
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Abacaxi
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Abacaxi
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Abacaxi
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Abacaxi
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Abacaxi
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Abacaxi
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Algodão
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Algodão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Cenchrus echinatus
Algodão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Algodão
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Algodão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Algodão
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Algodão
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Algodão
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Algodão
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Algodão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cacau
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cacau
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cacau
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cacau
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cacau
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cacau
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cacau
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cacau
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Cacau
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cacau
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Cacau
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cacau
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cacau
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Cacau
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cacau
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cacau
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Café
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Café
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Café
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Café
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Café
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Café
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Café
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Café
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Café
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Café
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Café
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cana-de-açúcar
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Citros
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Citros
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Citros
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Citros
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Citros
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Citros
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Citros
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Citros
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Citros
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Citros
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Citros
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Conteúdo da Bula
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KAMAITACHI 800 WG
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 44625
COMPOSIÇÃO:
3-(3,4-dichlorophenyl)-1,1-dimethylurea (Diurom).....................................................800,0 g/Kg (80% m/m)
Outros ingredientes...................................................................................................200,0 g/Kg (20% m/m)
GRUPO C2 HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: DIUROM: Uréias
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em Água (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
ZHONGSHAN QUÍMICA DO BRASIL LTDA.
Endereço: João Dias de Souza, 48, Conj.51, Bairro Campolim, Sorocaba/SP - CEP: 18048-090
Fone/ Fax: (15) 3219-4700 - CNPJ: 28.514.525/0001-64
Número de registro do estabelecimento/Estado: 4285 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO)
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
DIUROM TECNICO ZS – Registro MAPA nº TC19524
XIANGSHUI ZHONGSHAN BIOSCIENCE CO., LTD.
Endereço: Dahe Road, Xiangshui Eco Chemical Industry Park, Xiangshui, Yancheng, Jiangsu Province, 247260,
China.
FORMULADOR:
ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO., LTD.
Endereço: Zhongshan, Xiaopu, Changxing, Zhejiang Province, 313116 – China
No do lote ou partida :
Data de fabricação : VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento :
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM
SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
KAMAITAHI 800 WG é um herbicida apresentado na forma de grânulos dispersíveis em água para controle
de plantas infestantes em pré e pós-emergência inicial nas culturas de abacaxi, algodão, café, cacau, cana-
de-açúcar e citros.
Modo de ação:
KAMAITAHI 800 WG inibe o Fotossistema II e consequente ocorre a interrupção da fotossíntese. O Diuron
atua ligando-se à proteína D1, no sítio onde se acopla a plastoquinona "Qb", interrompendo o fluxo de
elétrons entre os Fotossistemas. As plantas daninhas quando emergem apresentam cloroses entre as
nervuras das folhas que evoluem para necroses, ocasionando a morte das plantas. É prontamente absorvido
pelas raízes e através das folhas das plantas infestantes. O grau de controle e a duração do efeito variam
de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura, teor de matéria orgânica, textura do solo e nível de
infestação.
CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Quantidade de calda Época, número e intervalo de
Cultura Planta Infestante Dose
(Terrestre) aplicação
Capim-colchão, capim-de-roça
(Digitaria horizontalis)
(Digitaria sanguinalis)
Capim-marmelada ou papuã
(Brachiaria plantaginea)
Capim-pé-de-galinha
(Eleusine indica) Aplicar 2,0 a 4,0 kg/ha após o plantio,
Trapoeraba em pré-emergência das plantas
(Commelina diffusa) infestantes.
(Commelina benghalensis) Se necessário realizar mais uma ou
Caruru-roxo Pré-emergência: duas aplicações nas doses de 1,0 a
(Amaranthus hybridus) 250 a 400 L/ha 2,0 kg/ha, antes da diferenciação
Abacaxi Beldroega 2,0 a 4,0 floral, nas entrelinhas ou em área
(Portulaca oleracea) kg/ha total, com intervalo mínimo de 2
Picão-preto Pós-emergência: meses entre as aplicações.
(Bidens pilosa) 350 a 800 L/ha Caso seja necessário realizar uma
Carrapicho-de-carneiro aplicação adicional após a
(Acanthospermum hispidum) diferenciação floral, na dose de 1,0 a
Guanxuma 2,0 kg/ha nas entrelinhas. Nunca
(Sida rhombifolia) aplicar mais que 10 kg/ha por ciclo
Poaia-branca da cultura. Áreas tratadas poderão
(Richardia brasiliensis) ser plantadas com abacaxi ou cana-
Corda-de-viola de-açúcar um ano após a última
(Ipomoea purpurea) aplicação.
Falsa-serralha
(Emilia sonchifolia)
Capim-braquiaria
(Brachiaria decumbens)
Capim-carrapicho
(Cenchrus echinatus)
Capim-colchão, capim-de-roça Aplicar 1,5 a 2,5 kg/ha em pré-
(Digitaria horizontalis) emergência imediatamente após a
(Digitaria sanguinalis) semeadura. A aplicação em uma
Capim-marmelada ou papuã única safra não deve exceder 1,5
(Brachiaria plantaginea) kg/ha em solos leves, 2,0 kg/ha em
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Capim-pé-de-galinha solos médios e 2,5 kg/ha em solos
(Eleusine indica) pesados. Aplicar 1,0 a 2,0 kg/ha em
Trapoeraba pós-emergência inicial, em jato
(Commelina diffusa) dirigido quando as plantas
(Commelina benghalensis) infestantes tiverem no máximo 2 a 4
Caruru-roxo Pré-emergência: folhas, e o algodão no mínimo 30 cm
(Amaranthus hybridus) 250 a 400 L/ha de altura. Evitar aplicações sobre a
Algodão Beldroega 1,5 a 2,5 cultura, bem como o plantio de
(Portulaca oleracea) kg/ha outras culturas 1 ano após a última
Picão-preto Pós-emergência: aplicação.
(Bidens pilosa) 350 a 800 L/ha
Carrapicho-de-carneiro
(Acanthospermum hispidum)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
Poaia-branca
(Richardia brasiliensis)
Corda-de-viola
(Ipomoea purpurea)
Falsa-serralha
(Emilia sonchifolia)
Capim-braquiaria
(Brachiaria decumbens)
Capim-carrapicho
(Cenchrus echinatus)
Capim-colchão, capim-de-roça
(Digitaria horizontalis)
(Digitaria sanguinalis)
Capim-marmelada ou papuã
(Brachiaria plantaginea)
Capim-pé-de-galinha
(Eleusine indica)
Trapoeraba
(Commelina diffusa)
(Commelina benghalensis) Aplicar 3,0 a 3,5 kg/ha em pré-
Caruru-roxo Pré-emergência: emergência, 4 semanas após o
(Amaranthus hybridus) 250 a 400 L/ha transplante das mudas para local
Cacau Beldroega 3,0 a 3,5 definitivo ou em pós-emergência,
(Portulaca oleracea) kg/ha sem atingir a folhagem da cultura.
Picão-preto Pós-emergência: Não deve ser aplicado em solo
(Bidens pilosa) 350 a 800 L/ha arenoso ou com menos de 1% de
Carrapicho-de-carneiro matéria orgânica. Não aplicar mais
(Acanthospermum hispidum) que 3,5 kg/ha por ciclo da cultura.
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
Poaia-branca
(Richardia brasiliensis)
Corda-de-viola
(Ipomoea purpurea)
Falsa-serralha
(Emilia sonchifolia)
Capim-braquiaria
(Brachiaria decumbens)
Capim-carrapicho
(Cenchrus echinatus)
Capim-colchão, capim-de-roça
(Digitaria horizontalis)
(Digitaria sanguinalis)
Capim-marmelada ou papuã
(Brachiaria plantaginea) Realizar 2 aplicações na dose de 2,0
Capim-pé-de-galinha a 4,0 kg/ha por ano, sendo a primeira
(Eleusine indica) após a arruação e a segunda após a
Trapoeraba esparramação. As doses
(Commelina diffusa) recomendadas referem-se a hectare
(Commelina benghalensis) tratado e deve-se descontar a área
Caruru-roxo Pré-emergência: ocupada pelas saias dos cafeeiros.
(Amaranthus hybridus) 250 a 400 L/ha Aplicar em cafezais a partir de 2
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Beldroega 2,0 a 4,0 anos, evitando-se o plantio de cultura
Café (Portulaca oleracea) kg/ha intercalar (ex.: feijão, arroz), salvo
Picão-preto Pós-emergência: recomendação especial. Não
(Bidens pilosa) 350 a 800 L/ha aplicar mais que 8 kg/ha por ciclo
Carrapicho-de-carneiro da cultura.
(Acanthospermum hispidum)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
Poaia-branca
(Richardia brasiliensis)
Corda-de-viola
(Ipomoea purpurea)
Falsa-serralha
(Emilia sonchifolia)
Capim-braquiaria
(Brachiaria decumbens)
Capim-carrapicho
(Cenchrus echinatus)
Capim-colchão, capim-de-roça Aplicar 2,0 a 4,0 kg/ha em pré-
(Digitaria horizontalis) emergência das plantas infestantes,
(Digitaria sanguinalis) na cana planta e cana soca.
Capim-marmelada ou papuã KAMAITAHI 800 WG também pode
(Brachiaria plantaginea) ser aplicado em pós-emergência
Capim-pé-de-galinha inicial da cultura e das plantas
(Eleusine indica) infestantes, quando as plantas
Trapoeraba infestantes estiverem em pleno
(Commelina diffusa) desenvolvimento, sob condições de
(Commelina benghalensis) alta umidade e temperatura acima de
Caruru-roxo 21ºC.
(Amaranthus hybridus) KAMAITAHI 800 WG deve ser
Beldroega Pré-emergência: aplicado antes da emergência da
(Portulaca oleracea) 250 a 400 L/ha cultura, até o estádio de "esporão"
Cana-de- Picão-preto 2,0 a 4,0 (cana planta) ou início de
açúcar (Bidens pilosa) kg/ha perfilhamento (cana soca) por serem
Carrapicho-de-carneiro Pós-emergência: estas as fases em que a cana-de-
(Acanthospermum hispidum) 350 a 800 L/ha açúcar é mais tolerante aos
Guanxuma herbicidas. Quando o porte da cana
(Sida rhombifolia) estiver dificultando o perfeito
molhamento das plantas infestantes
Poaia-branca
ou do solo, recomenda-se a
(Richardia brasiliensis)
aplicação em jato dirigido afim de se
Corda-de-viola
evitar o efeito "guarda-chuva".
(Ipomoea purpurea)
Não aplicar mais que 4,0 kg/ha por
Falsa-serralha
ciclo da cultura.
(Emilia sonchifolia)
Capim-braquiaria
(Brachiaria decumbens)
Capim-carrapicho
(Cenchrus echinatus)
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Capim-colchão, capim-de-roça
(Digitaria horizontalis)
(Digitaria sanguinalis)
Capim-marmelada ou papuã
(Brachiaria plantaginea)
Capim-pé-de-galinha
(Eleusine indica)
Trapoeraba
(Commelina diffusa)
(Commelina benghalensis)
Caruru-roxo Pré-emergência:
250 a 400 L/ha Aplicar 2,0 a 4,0 kg/ha em pré
(Amaranthus hybridus)
2,0 a 4,0 ou pós-emergência inicial em
Beldroega pomar a partir de um ano de
Citros (Portulaca oleracea) kg/ha
Pós-emergência: idade, evitando-se atingir
Picão-preto folhas e frutos das plantas.
(Bidens pilosa) 350 a 800 L/ha
Não aplicar mais que 4,0
Carrapicho-de-carneiro kg/ha por período de 12
(Acanthospermum hispidum) meses.
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
Poaia-branca
(Richardia brasiliensis)
Corda-de-viola
(Ipomoea purpurea)
Falsa-serralha
(Emilia sonchifolia)
Capim-braquiaria
(Brachiaria decumbens)
Capim-carrapicho
(Cenchrus echinatus)
MODO DE APLICAÇÃO:
KAMAITAHI 800 WG pode ser aplicado ao solo em pré-emergência das plantas infestantes. O grau de controle e a
duração do efeito variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura e textura do solo e microrganismos. A
umidade é necessária para uma boa ação do produto.
- Em pós-emergência usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante e aplicar logo após a
germinação das plantas infestantes para o controle de gramíneas ou até o primeiro par de folhas para o controle de
folhas largas. As plantas infestantes devem estar em pleno desenvolvimento, sob condições de alta umidade e
temperatura acima de 21ºC.
- As doses descritas acima são expressas para aplicação em área total. Para tratamento em faixas use
proporcionalmente menos.
- Usar doses menores para aplicações em solos leves e doses maiores para solos pesados. Em pós-emergência usar
doses mais baixas para plantas infestantes menores e doses mais altas para plantas infestantes maiores.
- Sob ameaça de chuva suspender as aplicações. Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a aplicação a
eficiência do produto pode diminuir.
− Tanto nas aplicações de pós como de pré-emergência, a uniformidade da calda e a boa cobertura das plantas
infestantes e/ou solo, são fundamentais para se obter um bom controle das invasoras.
APLICAÇÃO TERRESTRE
O herbicida KAMAITAHI 800 WG pode ser aplicado com pulverizador costal manual, costal pressurizado, tratorizado
ou autopropelido. Utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada. Procurar utilizar equipamentos
e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva:
Diâmetro de gotas: 200 - 400 μ (micra);
Densidade de gotas: densidade mínima de 20 gotas/cm²;
Volume de calda: 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência e 350 a 800 L de calda/ha em pós-emergência.
APLICAÇÃO AÉREA
O herbicida KAMAITAHI 800 WG pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra
contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair AU 5000 ou semelhante)
apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média a grossa. O equipamento de aplicação deve estar
em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Altura de voo: A altura do voo depende das características da aeronave, das condições da área-alvo, em especial da
altura da vegetação e dos obstáculos ao voo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial
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temperatura, vento e umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de voo situa-se entre 2 a 4 metros acima da
vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de deposição com as
aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia principalmente com a altura de voo, porte da
aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: Gotas média a grossa, com no mínimo de 300 μ (micra) DMV, evitando condições mais críticas
de evaporação e/ou deriva.
Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas. Como orientação geral,
aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
Temperatura ambiente até 30ºC;
Umidade relativa do ar no mínimo de 60%;
Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela
pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.
PREPARO DA CALDA:
Para as aplicações terrestre e aérea, colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de
pulverização. Em seguida, adicionar KAMAITAHI 800 WG e o adjuvante nas doses recomendadas, completando o
tanque com água e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida,
mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação. Realizar o processo da tríplice
lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Equipamento de aplicação terrestre:
Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da
formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo que por poucas
horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas
mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O
material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a
barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas
mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por
100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água
limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e
difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo 3.
6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as
medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água
ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
A correta realização do procedimento acima (procedimento de lavagem) reduz o risco da formação de depósitos sólidos
que possam se tornar difíceis de serem removidos e previne danos a outras culturas.
Equipamento de aplicação aérea:
Após a aplicação do produto, ou em caso de utilização da aeronave para aplicação em outras culturas, deverá ser feita
a descontaminação completa da aeronave, conforme legislação vigente.
Procedimento para a descontaminação: Sempre utilize os equipamentos de proteção individual recomendado em
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO.
1. Lavar muito bem, com água limpa e sabão, interna e externamente o avião, circulando água pelas tubulações e
bicos.
2. Encher o tanque do avião com água limpa adicionando uma solução de amônia caseira (3% de amônia) na proporção
de 1 litro por 100 litros de água.
3. Circule esta solução pelas mangueiras, barras filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa.
Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra, bicos e difusores. Esvazie
o tanque em local adequado a este tipo de procedimento, conforme legislação vigente.
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4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita os passos N° 2 e 3.
6. Para finalizar, enxague completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no
mínimo 2 vezes
É recomendada a descontaminação da aeronave imediatamente após a aplicação para reduzir o risco da formação de
depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente
faz a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em
contaminação cruzada com outros produtos e/ou danos a outras culturas.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as
medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água
ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras
fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao
clima. O APLICADOR É RESPONSÁVEL POR CONSIDERAR TODOS ESTES FATORES QUANDO DA DECISÃO
DE APLICAR.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado ou culturas sensíveis, condições
climáticas, estágio de desenvolvimento da cultura, etc., devem ser considerados como fatores que podem afetar o
gerenciamento da deriva.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
• Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas, desde que esse diâmetro permita
uma boa cobertura.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS
APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS!
Siga as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica presentes na bula.
• Tipo de bico:
Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Considere o uso de bicos de baixa deriva. Siga
sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
• Altura da barra ou lança:
Regule a altura da barra ou lança para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme, reduzindo a
exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com o
solo, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
• Ventos:
O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento
determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS. No
caso de aplicação aérea, não aplicar em condições SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os
padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
• Temperatura e umidade:
Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir
o efeito da evaporação.
• Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar,
formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites
com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente
continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não
houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A
formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão
térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um
bom movimento vertical do ar.
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INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA DIAS
Abacaxi 140
Algodão 120
Cacau 60
Café 30
Cana-de-açúcar 150
Citros 60
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a
aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Culturas tratadas com KAMAITAHI 800 WG não devem ser usadas para alimentação animal.
Nas aplicações de pré-emergência o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido.
A tolerância de novas variedades ou novos porta-enxertos no caso de citros deve ser determinada antes de se
adotar KAMAITAHI 800 WG como prática.
Para rotação de cultura observar o período mínimo de 1 ano após a última aplicação para o plantio das culturas
para as quais o produto está registrado.
Não aplicar através de sistemas de irrigação.
Não utilizar o produto em desacordo às especificações do rótulo e bula.
Não se recomenda o plantio de culturas intercalares em áreas tratadas com KAMAITAHI 800 WG.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS;
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o
aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do
produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem
algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 para o controle do mesmo alvo, quando
apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o
manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à:
Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à
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Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária
e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C2 HERBICIDA
O produto herbicida KAMAITAHI 800 WG é composto por Diurom, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores
do fotossistema II, pertencente ao Grupo C2 segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à
Resistência de Herbicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. controle manual ou mecânico, como roçadas, capinas, etc.)
dentro do programa de manejo integrado de plantas daninhas, quando disponível.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance
de crianças e animais.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão,
botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças passando por cima das botas; botas de borracha;
avental impermeável; máscara provida de filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral,
touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto, ou permitir que outras pessoas
também entrem contato, com a névoa do produto.
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Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças passando por cima das botas; botas de borracha;
máscara provida de filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de
nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o
final do período de reentrada.
Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados
para o uso durante a aplicação.
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas,
macacão, luvas e máscara.
A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
ATENÇÃO Pode ser nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a pele
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
PELE: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e
lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR KAMAITAHI 800 WG -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico DIUROM: Uréias
Classe toxicológica CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
Vias de exposição Oral, ocular e dérmica.
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Toxicocinética O diurom foi rápida e quase totalmente absorvido em ratos pela via oral e pela via
inalatória. Nas doses baixas, via oral, foi absorvido e excretado dentro de 24 horas
após o tratamento. Na dose mais alta, o diurom foi excretado dentro de 48 horas. A
biotransformação, após administração oral, ocorreu extensivamente nos sistemas de
mamíferos via N-demetilação e hidroxilação do anel fenil. O principal metabólito na
urina foi o 3,4-diclorofenilureia (DCPU); também foi identificado, em pequenas
quantidades, o 4,5-dicloro-2-hidroxifenilureia tanto na forma de glicuronídeo, na forma
de conjugados com sulfatos ou na forma livre. Os hidroxi-compostos foram excretados
tanto na forma livre, como na forma conjugada com ácido glicurônico, ou, menos
comumente, conjugada com ácido sulfúrico. A excreção ocorreu principalmente pela
urina (80-91%) na qual foram identificados oito metabólitos, mas também pelas fezes
(8-15%), nas quais foram identificados quatro metabólitos e apenas uma pequena
quantidade de diurom excretado na forma inalterada (<1,6%). Já após exposição
inalatória, foram excretados o diurom inalterado, e os três principais metabólitos na
forma livre ou como conjugados: (N’-3,4-diclorofenil)-N-metil ureia; (N’-3,4-diclorofenil)-
ureia; e 3,4-dicloroanilina. Não há evidências de bioacumulação desta substância nos
tecidos.
Toxicodinâmica Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade do diurom em humanos
nem em outras espécies de mamíferos.
Sintomas e sinais clínicos O produto apresenta baixa toxicidade pelas vias oral, dérmica e inalatória. Se inalado,
pode causar irritação do trato respiratório. A ingestão de grandes quantidades pode
causar irritação do trato gastrointestinal, vômito, náuseas e dor abdominal. O
desenvolvimento de metemoglobinemia é raro, mas, pode ocorrer em casos de
ingestão de grandes quantidades de diurom e é caracterizada por causar depressão
do sistema nervoso central, cianose e hipoxemia.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
quadro clínico compatível.
Tratamento A descontaminação visa limitar a absorção e os efeitos locais.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão.
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
impermeáveis.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de
acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Exposição Oral:
- O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico.
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
- Carvão Ativado: avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se
necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (30 g de
carvão/240 mL de água). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25
a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
- Lavagem gástrica: considerar a lavagem gástrica somente após ingestão da
substância em uma quantidade potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada
logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora).
- Em caso de metemoglobinemia, avaliar a necessidade de administração de 1 a 2
mg/kg de azul de metileno a 1% lentamente, via intravenosa, em pacientes
sintomáticos. Doses adicionais podem ser necessárias, a critério médico.
- Contraindicação: a indução do vômito é contraindicada em razão do risco de
aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em caso de perda
dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de consciência;
pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de
quantidades pouco tóxicas.
Exposição Inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias
e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto à
irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administre
oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário.
Exposição Dérmica:
Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave a área exposta com água
e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
Exposição Ocular:
Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à
temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
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Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite
química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores
das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados;
pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de
quantidade não significativa.
Efeitos sinérgicos Não se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou
potencializadores relacionados ao produto.
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
de Notificação Compulsória. Notifique o caso ao Sistema de Informação de Agravos
de Notificação (SINAN/MS)
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: (51) 3062-2848
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos:
Toxicidade oral aguda: > 2.000 mg/kg p.c.
Toxicidade cutânea aguda: > 2000 mg/kg p.c.
Toxicidade inalatória aguda: Não determinada nas condições do teste
Corrosão/irritação ocular: O produto aplicado na pele dos coelhos produziu eritema grau 1, na leitura em 1 hora na
pele em 3/3 dos animais. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 24 horas após o
tratamento para 3/3 dos animais testados. Nenhuma alteração comportamental ou clínica relacionada ao
tratamento foi observada durante o período de observação.
Corrosão/irritação cutânea: O produto aplicado no olho dos coelhos produziu hiperemia, quemose e irite em 1, 24
e 48 horas em 3/3 dos olhos testados. Secreção foi notada na leitura em 1 hora em 3/3 dos olhos testados. Todos
os sinais de irritação voltaram ao normal na leitura em 72 horas após o tratamento em 3/3 dos olhos testados.
Nenhuma alteração relacionada ao tratamento foi observada na córnea. Nenhuma alteração comportamental ou
clínica relacionada ao tratamento foi notada durante o período de observação.
Sensibilização cutânea: Produto não Sensibilizante para pele
Mutagenicidade: Produto não mutagênico
Efeitos crônicos:
Experimentalmente em ratos, a exposição repetida por diurom levou ao desenvolvimento de uma leve anemia (anemia
hemolítica), aumento do tamanho do baço e elevação da atividade eritrogênica na medula óssea. Em cães, ocorreu
perda de peso, eritropenia, atividade eritrogênica na medula óssea, aumento no peso relativo do fígado e deposição
de pigmentos nas células hepáticas. Nos estudos conduzidos com animais de experimentação, o diurom apresentou
potencial cancerígeno em ratos e camundongos, pois causou neoplasia no urotélio de ratos e carcinomas de mama
em camundongos, sempre na maior dose testada, por um mecanismo não genotóxico. O diurom não foi considerado
teratogênico, nem apresentou toxicidade para a reprodução.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
X - Muito perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
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Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros
de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta)
metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
Evite a contaminação ambiental – Preserve a natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a
contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas (ABNT).
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a empresa ZHONGSHAN QUÍMICA DO BRASIL LTDA. – Telefone
da empresa: 0800 770 40 03.
Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor
e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone
indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque
em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem
das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento
para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Proteção
Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento,
adotando os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
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Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
Faça essa operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com
a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente
das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade.
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O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos
e outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
TELEFONE DE EMERGÊNCIA: 0800 770 40 03