K-Obiol 2P
Environmental Science do Brasil Ltda
Inseticida
deltametrina (piretróide) (2 g/kg)
Informações
Número de Registro
2298794
Marca Comercial
K-Obiol 2P
Formulação
DP - Pó Seco
Ingrediente Ativo
deltametrina (piretróide) (2 g/kg)
Titular de Registro
Environmental Science do Brasil Ltda
Classe
Inseticida
Modo de Ação
De contato e ingestão
Classe Toxicológica
Não Classificado - Produto Não Classificado
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Amendoim
Corcyra cephalonica
Traça
Arroz - Armazenado
Sitotroga cerealella
Traça-dos-cereais; Tínea-dos-cereais
Feijão
Acanthoscelides obtectus
Caruncho-do-feijão; Gorgulho-do-feijão
Feijão
Zabrotes subfasciatus
Caruncho; Caruncho-pequeno-do-feijão
Milho
Rhizopertha dominica
Besourinho
Milho - Armazenado
Sitophilus zeamais
Caruncho-dos-cereais; Gorgulho-do-milho
Milho - Armazenado
Sitotroga cerealella
Traça-dos-cereais; Tínea-dos-cereais
Trigo
Rhizopertha dominica
Besourinho
Conteúdo da Bula
K-OBIOL®
2P
Registro no Ministério da Agricultura e Pecuária /MAPA n°02298794.
COMPOSIÇÃO:
(S)-a-cyano-3-phenoxybenzyl (1R, 3R)-3-(2,2-dibromovinyl)-2, 2-dimethylcyclopropanecarboxylat
(DELTAMETRINA)...................................................................................................................2 g/kg (0,2 % m/m)
Outros ingredientes............................................................................................................998 g/kg (99,8 % m/m)
GRUPO 3A INSETICIDA
CLASSE: Inseticida de contato e ingestão do grupo químico dos piretroides.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Seco (DP)
TITULAR DO REGISTRO:
Environmental Science do Brasil Ltda.
Rua Domingos Jorge, 1.000 – Prédio 503 – Térreo - São Paulo/SP - CEP 04779-900
CNPJ: 45.698.161/0001-39 – SAC: 0800 017 9966
Registro do estabelecimento na SAA-CDA/SP sob nº 4359
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Decis Técnico BCS - Registro MAPA nº 04105
Bayer Vapi Private Limited. Plot Nº 306/3, II Phase, GIDC Vapi 396 195 - Gujarat/Índia.
Deltametrina Técnico Tagros – Registro Mapa nº 14117
Tagros Brasil Comércio de Produtos Químicos Ltda - Rua Jorge Caixe, 132, Jardim Nomura – 06716-690, Cotia,
São Paulo – Brasil.
FORMULADOR:
Bayer S.A. Estrada da Boa Esperança, 650, Bairro Bom Pastor, CEP: 26110-120 - Belford Roxo/RJ - CNPJ:
18.459.628/0033-00 - Número do cadastro no INEA - LO nº IN023132 / Micro Service Indústria Química Ltda.
Rua Minas Gerais, 310 - Vila Oriental - CEP: 09941-760 - Diadema/SP - CNPJ: 43.352.558/0001-49 - Registro no
Estado nº 079 - CDA/SP/ Bayer CropScience Limited. Plot No.: 66/1 to 75/2 G.I.D.C. Indl. Estate, Cidade
Himatnagar, Sabarkantha - Gujarat - 383001, Índia / Bayer S.A. km 29,5 Ruta al Pacífico, Cidade Amatitlán,
Guatemala. / Ipanema Indústria de Produtos Veterinários Ltda. Rod. Raposo Tavares, s/n - km 113 - Barreiro -
CEP: 18190-000 - Araçoiaba da Serra/SP - CNPJ: 64.687.015/0001-52. / Ouro Fino Química S.A. Avenida
Filomena Cartafina nº 22.335, quadra 14, lote 5, Uberaba - MG CEP 38044-750 CNPJ: 09.100.671/0001-07
Nº do lote ou da partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de
15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: NÃO CLASSIFICADO – PRODUTO NÃO CLASSIFICADO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE
AMBIENTAL: II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA - MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
K-OBIOL® 2P é um inseticida pó seco, à base do ingrediente ativo Deltametrina que atua por contato,
no controle de pragas de sementes e grãos armazenados.
Grãos Dose
Pragas Controladas Produto Comercial Nº máximo
e
(g/tonelada) de Equipamentos
Sementes
aplicações de aplicação
Armazenados Nome Comum Nome Científico Grãos Sementes
Gorgulho Sitophilus oryzae
Milho Gorgulho Sitophilus zeamais Grãos:
(em espiga 500 - Polvilhadeira
com ou sem palha) Traça-dos-cereais Sitophilus granarius manual ou
motorizada
Traça-dos-cereais Sitotroga cerealella
Sementes:
Milho Besouro Rhizopertha dominica 1
Tratadores e
Arroz Traça-dos-cereais Sitotroga cerealella misturadores
Trigo Besouro Rhizopertha dominica 250-500
500-1000
Caruncho-do-feijão Acanthoscelides obtectus
Feijão
Caruncho Zabrotes subfasciatus
Amendoim Traça Corcyra cephalonica -
MODO DE APLICAÇÃO:
Produto pronto-uso. Aplicar com a embalagem perfurando-a ou com polvilhadeira manual (tipo
“tabaqueira“) ou motorizada.
- Para milho armazenado em paiol
Antes do armazenamento recomenda-se limpar o paiol e polvilhar as paredes e o assoalho com o produto.
Logo após a colheita do milho armazenar no paiol, polvilhando-se o produto na dose recomendada na
tabela e em camadas de 20-25 cm de altura.
Em caso de infestação acima de 7% de grãos danificados recomenda-se expurgar previamente.
- Para grãos e sementes a granel
A aplicação deverá ser feita no momento do armazenamento dos cereais misturando-se o produto
diretamente com os grãos na dose recomendada. Pequenas quantidades podem ser misturadas com
o auxílio de uma pá sobre uma superfície (terreno cimentado ou sobre uma lona) revolvendo-se bem
para uma aderência uniforme do produto aos grãos. Grandes quantidades requerem um emprego de
tratadores e misturadores de sementes. Após esta operação os cereais deverão ser ensacados e
empilhados, e as partes laterais e superiores deverão ser polvilhadas com o produto.
Condições climáticas:
Pode realizar aplicação em qualquer época do ano, indepente da temperatura e umidade relativa do
ar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Mantenha afastados das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas
durante a aplicação do produto.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Dias
Amendoim 30
Arroz 15
Feijão 30
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Milho 30
Trigo 30
LIMITAÇÕES DE USO:
Não utilizar como inseticida aquático, bem como não misturar com produtos que não contemplem essa
indicação autorizada nos seus respectivos registros.
- Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter
sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores
estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização
deste produto;
- Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta
bula;
- É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele
o único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso tenha
alguma dúvida, consulte seu exportador, importador ou a Environmental Science antes de aplicar este
produto;
- É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo),
especialmente para culturas de exportação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DA RESISTÊNCIA A INSETICIDAS
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O
inseticida K-OBIOL® 2P pertence ao grupo 3A (Moduladores dos canais de sódio - Piretróides),
Deltametrina, e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o
risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do K-OBIOL® 2P como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a
evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre rotacionar com
produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do K-OBIOL® 2P ou outros produtos do Grupo
3A (Piretróides) quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados
para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(www.agricultura.gov.br).
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INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa
de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA / O MANUSEIO
• Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas, botas de borracha com meias, avental impermeável, máscara com filtro
mecânico classe P1, óculos de segurança com proteção lateral e luvas resistentes a produtos
químicos;
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados;
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região;
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
• Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
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calças por cima das botas, botas de borracha com meias, máscara com filtro mecânico classe P1,
óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas resistentes a produtos químicos.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada;
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação;
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
• Não reutilizar a embalagem vazia;
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de
algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das
luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, óculos de
segurança com proteção lateral e luvas resistentes a produtos químicos;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, máscara e luvas;
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizada por pessoa treinada e devidamente
protegida.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência
levando a embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do
produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber
ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante por menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso use lente de contato, deve-se retirá-
la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio,
anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar dever se proteger da contaminação usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR K-OBIOL® 2P
INFORMAÇÕES DE ORDEM MÉDICA
As informações contidas na tabela abaixo são de uso exclusivo de profissionais da saúde. Os
procedimentos descritos devem ser executados somente em local apropriado (hospital, centro de
saúde, etc.).
Grupo químico Piretroide
Classe toxicológica NÃO CLASSIFICADO – PRODUTO NÃO CLASSIFICADO
Vias de exposição Oral, dérmica, inalatória e ocular.
Após a administração oral em ratos, o composto foi rapidamente absorvido
Toxicocinética e excretado: 31-56% na urina e 36-59% nas fezes, sendo a maior parte
eliminada dentro de 24 horas após tratamento. Rápida e extensiva
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metabolização foi observada. As principais vias de metabolização incluem
a clivagem da ligação éster e hidroxilação na posição 4 da porção álcool.
As porções ácido e álcool são ainda transformadas em metabolitos
conjugados. Na urina somente os metabólitos foram encontrados, nas
fezes o deltamethrin inalterado e os metabólitos foram detectados. A
quantidade de radioatividade retida nos tecidos e na carcaça 7 dias após o
tratamento foi geralmente baixa, representando apenas 0,59-1,9% da dose
total administrada. A maior concentração de resíduos foi observada no
tecido adiposo.
Pode provocar uma queda no potencial de amplitude de ação, marcada
Toxicodinâmica pela despolarização de membranas e eventual bloqueio total da atividade
neural, o mecanismo envolve receptores GABA.
Produto formulado:
Sintomas e sinais
Exposição Ocular: em estudo realizado em animais de experimentação
clínicos
(coelhos) observou-se hiperemia e quemose reversíveis em 7 dias.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
Diagnóstico
ocorrência de quadro clínico compatível.
Lavar todas as áreas contaminadas com grande quantidade de água. Não
há antidoto específico; o tratamento é sintomático e de suporte. Realizar
tratamento sintomático e medidas de suporte de acordo com os sinais
clínicos apresentados para manutenção dos sinais vitais.
Lave a boca com água. No caso de ingestões menores, a irrigação oral e
diluição podem ser os únicos procedimentos necessários. Considere a
descontaminação gastrointestinal apenas após ingestões consideráveis. A
êmese não é recomendada, contudo o vômito espontâneo pode ocorrer.
Carvão ativado: administre carvão ativado (240 mL de água/ 30 g de carvão
ativado). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/ adolescentes, 25 a 50 g em
crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano de idade.
Pacientes com intoxicação via oral devem ser observados cuidado quanto
ao possível desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou
trato gastrointestinal. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de
irritação ou queimaduras no esôfago, considere a endoscopia para
determinar a extensão do dano. Reidrate o paciente que estiver perdendo
Tratamento
fluidos através de vômito e diarreia.
Após exposição pela via inalatória, remova o paciente para um local
arejado. Cheque as alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou
dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório,
bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se
necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e
corticosteroides via oral ou parenteral.
Em caso de exposição pela via ocular, lave os olhos expostos com
quantidades copiosas de água ou salina a 0,9%, à temperatura ambiente
por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou
fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
específico.
Em caso de exposição pela via dérmica, remova as roupas contaminadas
e lave a área exposta com água e sabão.
O profissional da saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e
avental impermeáveis.
A indução do vômito é contraindicada, contudo, caso ocorra
Contraindicações
espontaneamente não deve ser evitado.
Efeitos das
Não são conhecidos.
interações químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
ATENÇÃO
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de
Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema
de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
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Telefone de Emergência da empresa: 0800 701 0450
Endereço eletrônico da empresa: www.br.envu.com
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS:
DL50 Oral em ratos: > 2000 mg/kg
DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg
CL50 Inalatória em ratos: CL50 inalatória em ratos não determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: O produto não é irritante à pele.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: O produto causou hiperemia e quemose reversíveis em 7 dias.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante à pele.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS:
Os estudos de curto e longo prazo foram realizados em diferentes espécies (ratos, camundongos e
cães). Em todas as espécies, o sistema nervoso foi o principal órgão alvo. Nos estudos de curto prazo,
sinais clínicos como fezes líquidas, pupilas dilatadas, ptialismo, postura arqueada, tremores, aumento
de sensibilidade ao som, hipersensibilidade, entre outros efeitos foram observados. Redução do peso
corpóreo e do ganho de peso corpóreo estiveram frequentemente associadas à diminuição no consumo
de ração.
No estudo de longo prazo realizado em camundongos foi observado emagrecimento, dispneia e
parestesia. Em ratos, redução do ganho de peso corpóreo, no consumo de ração, alterações nos
parâmetros hematológicos, movimentos descoordenados e outros efeitos relacionados à
neurotoxicidade foram observados. Não foram detectadas alterações histológicas no sistema nervoso
relacionadas ao tratamento, tanto nos estudos de curto como de longo prazo. Não foi evidenciado
potencial carcinogênico em ratos e camundongos.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
• Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes;
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos;
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo afetar outros insetos benéficos. Não
aplique o produto no período de maior visitação das abelhas;
• Evite a contaminação ambiental - preserve a natureza;
• Não utilize equipamentos com vazamento;
• Não aplique o produto com de ventos fortes ou nas horas mais quentes;
• Aplique somente as doses recomendadas;
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água;
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PRE-
VENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada;
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• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais;
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível;
• O local de ser ventilado, coberto e ter piso impermeável;
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO;
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças;
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados;
• Em caso de armazéns devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 -da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada;
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ENVIRONMENTAL SCIENCE DO BRASIL
LTDA. - Telefone de emergência: 0800 892 0479 (Nacional) ou (11) 4349-1359 (São Paulo) ou
(21) 3958-1449 (Rio de Janeiro);
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetores e máscara com filtros);
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final;
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa regis-
trante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de co2, pó químico etc.,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTI-
NAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO
OU EM DESUSO.
EMBALAGENS RÍGIDAS NÃO LAVÁVEIS
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separa-damente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padro-nizadas
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- modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de
Distribuição.
EMBALAGENS SECUNDÁRIAS – (NÃO CONTAMINADAS)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde estão guardadas
as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SACARIAS (UTILIZADAS PARA ACONDICIONAR SEMENTES TRATADAS com
K-OBIOL® 2P)
AS EMBALAGENS - SACARIAS NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS.
AS EMBALAGENS SACARIAS NÃO PODEM SER LAVADAS.
ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
• O armazenamento das embalagens - sacarias - vazias, até a sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio das sacarias.
• As embalagens - sacarias - vazias devem ser armazenadas separadamente, em saco plástico trans-
parente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual
deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS - SACARIAS VAZIAS
• Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico K-Obiol® 2P ou no local onde
foram adquiridas as sementes tratadas.
• Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico devem descrever nas sacarias que as sementes
foram tratadas com o agrotóxico K-Obiol® 2P e informar que as mesmas devem ser devolvidas no
local em que foram tratadas ou adquiridas.
• PS: Deve ainda, ser inserida a palavra sacarias no seguinte texto da bula (últimos dizeres):
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS - SACARIAS
• A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
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• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
• Restrição de uso para as culturas de arroz e feijão no estado do Paraná.
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