Jaguar
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Herbicida
24-D (ácido ariloxialcanóico) (596.9 g/L) + Aminopiralide (ácido piridiniloxialcanóico) (76.9 g/L)

Informações

Número de Registro
13307
Marca Comercial
Jaguar
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
24-D (ácido ariloxialcanóico) (596.9 g/L) + Aminopiralide (ácido piridiniloxialcanóico) (76.9 g/L)
Titular de Registro
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico de ação seletiva
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Pastagens
Baccharis trimera
carqueja; carqueja-amarga; tiririca-de-bebado
Pastagens
Croton glandulosus
gervão (3); gervão-branco (1); malva-vermelha
Pastagens
Eupatorium squalidum
cambará-roxo; casadinha; chilca (2)
Pastagens
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Pastagens
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Pastagens
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Pastagens
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Pastagens
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pastagens
Sida santaremnensis
guanxuma (4); guanxumona; guaxima (1)
Pastagens
Synedrellopsis grisebachii
agrião-do-pasto; agriãozinho; poejinho
Pastagens
Vernonia polyanthes
assa-peixe (2); assa-peixe-branco; cambará-açú

Conteúdo da Bula

                                    Jaguar ®
                                                    <logomarca do produto>

Registro no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA, sob nº 013307

COMPOSIÇÃO:
Aminopiralide, Sal Triisopropilamina ..........................................................................76,9 g/L (7,69% m/v)
4-amino-3,6-dichloropyridine-2-carboxylic acid
(Equivalente ácido de AMINOPIRALIDE) ................................................................40,0 g/L (4,00% m/v)
(2RS,2′RS,2″RS)-tris(2-hydroxypropyl)ammonium (2,4-dichlorophenoxy)acetate
(2,4-D-triisopropanolamina) ..............................................................................596,9 g/L (59,69% m/v)
Equivalente ácido de 2,4-D ..................................................................................320,0 g/L (32,00% m/v)
Outros Ingredientes .......................................................................................... 495,2 g/L (49,52% m/v)


                GRUPO                                            O                                     HERBICIDA


CONTEÚDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Herbicida sistêmico de ação seletiva.

GRUPO QUÍMICO:
AMINOPIRALIDE: ácido piridinocarboxílico
2,4-D-triisopropanolamina: Ácido ariloxialcanóico

TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL).

TITULAR DO REGISTRO:
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, Conjunto 81-A, Sala CTVA -
Tamboré - CEP: 06460-000 - Barueri/SP
CNPJ: 47.180.625/0001-46 - Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
AMINOPIRALIDE ÁCIDO TÉCNICO
Registro MAPA nº 07006
Corteva Agriscience LLC
701 Washington Street, Michigan, 48640, Midland - Estados Unidos da América
Lier Chemical Co., Ltd
Economic and Technical Development Zone, Mianyang, Sichuan, 621000 - China

2,4-D ÁCIDO SECO TÉCNICO
Registro MAPA nº 01638803
Atanor S.C.A.
Paula Albarracín de Sarmiento, s/n°, Rio Tercero, Pcia de Córdoba - Argentina
Atul Limited
Atul, 396020, Gujarat - Índia
Polaquimia S.A
Km 144 Carretera Federal México, Veracruz, San Cosme Xaloztoc, Tlaxcala - México
Corteva Agriscience LLC
701 Washington Street, Michigan, 48640, Midland - Estados Unidos da América



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2,4-D ÁCIDO SECO TÉCNICO II
Registro MAPA nº 019207
Atul Limited
Atul, 396020, Gujarat - Índia

2,4-D ÁCIDO SECO TÉCNICO III
Registro MAPA nº 12211
Polaquimia S.A.
Km 144 Carretera Federal México, Vera Cruz, 90460, Tlaxcala - México

2,4-D TÉCNICO AGRISOR
Registro MAPA nº 20418
CAC Nantong Chemical Co., Ltd.
Fourth Huanghai Road, Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong County, 226407, Nantong City, Jiangsu
Province - China
Jiangxi Tianyu Chemical Co. Ltd.
Yanhua Road, Xingan Salt Chemical Industrial Park, Xingan County, Jiangxi, 331300 - China

FORMULADOR:
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas - CEP: 07809-105 - Franco da Rocha/SP
CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP

CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Av. Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, 3200 - Parte - Rio Abaixo
CEP: 12321-150 - Jacareí/SP - CNPJ: 47.180.625/0020-09 - Registro no Estado nº 679 - CDA/SP

Adama Brasil S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR
CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Registro no Estado nº 003263 - ADAPAR/PR

Adama Brasil S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS
CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Registro no Estado nº 00001047/99 - SEAPA/RS

FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-760 - Uberaba/MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Registro no Estado nº 210 - IMA/MG

Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro no Estado nº 8 - CDA/SP

Nortox S/A
Rodovia BR 369, km 197 - Aricanduva - CEP: 86700-970 - Arapongas /PR
CNPJ: 75.263.400/0001-99 - Registro no Estado nº 466 - ADAPAR/PR




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Nortox S/A
Rodovia BR 163, km 116 - Parque Industrial Vetorasso - CEP: 78740-275 - Rondonópolis/MT
CNPJ: 75.263.400/0011-60 - Registro no Estado nº 183/06 - INDEA/MT

Ouro Fino Química S.A
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - lote 5 - Dist. Industrial III - CEP: 38044-750 Uberaba/MG
CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Registro no Estado nº 8.764 - IMA/MG

Sipcam Nichino Brasil S/A
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro no Estado nº 2.972 - IMA/MG



                      Nº do lote ou partida:

                      Data de fabricação:                    VIDE EMBALAGEM

                      Data de vencimento:


     ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
                           CONSERVE-OS EM SEU PODER.
          É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                   PROTEJA-SE.
                 É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                        AGITE ANTES DE USAR.

                                                Irritante.

                                         Indústria Brasileira
  (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4˚ e 273° do
                              Decreto N˚ 7.212, de 15 de junho de 2010)

          CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
             CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                      III – PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




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INSTRUÇÕES DE USO:
JAGUAR é um herbicida que controla nas doses indicadas, as seguintes plantas invasoras na cultura da
Pastagem.

Cultura, Alvos, Modo de Aplicação, Doses, Número, Época e Intervalo de Aplicação:
       Cultura                     Alvo                       Dose           Época de Aplicação

                                Guanxuma
                                                        1,5 - 2,0 L/ha
                          (Sida santaremnensis)                          Em pastagens deve-se fazer
                                                                         uma aplicação ao ano na
                                Casadinha
                                                          2,0 L/ha       época quente, quando as
                          (Eupatorium squalidum)
                                                                         plantas invasoras a serem
                                Guanxuma                                 controladas estiverem em
                                                        1,5 - 2,0 L/ha   pleno       processo         de
                             (Sida rhombifolia)
                                                                         desenvolvimento vegetativo.
                            Guanxuma-branca                              Quando houver indicação de
                                                          2,0 L/ha
                             (Sida glaziovii)                            faixa de doses, utilizar a dose
                                                                         mais alta para plantas mais
     Pastagem                Assa-peixe-branco
                                                                         desenvolvidas                ou
    (Manutenção)           (Vernonia polyanthes)
                                                        2,5 L/ha         provenientes de sucessivas
                                Carqueja                                 roçadas (perenizadas).
                            (Baccharis trimera)
                       N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1/ano

                       Volume de calda:
                       -Aplicação terrestre: 200 – 300 L/ha
                       -Aplicação aérea: 50 L/ha

                       Adicionar 0,3% v/v de adjuvante à calda herbicida (0,3 litros em 99,7 litros de
                       calda).

                                 Agriãozinho
                        (Synedrellopsis grisebachii)                     Em pastagens deve-se fazer
                                  Cheirosa                               uma aplicação ao ano na
                                                          1,0 L/ha
                            (Hyptis suaveolens)                          época quente, quando as
                              Fedegoso-branco                            plantas invasoras a serem
                             (Senna obtusifolia)                         controladas estiverem em
                                 Guanxuma                                pleno       processo         de
     Pastagem
                              (Sida rhombifolia)                         desenvolvimento vegetativo.
     (Reforma)                                            1,5 L/ha
                                 Guanxuma                                Quando houver indicação de
                          (Sida santaremnensis)                          faixa de doses, utilizar a dose
                                                                         mais alta para plantas mais
                        Gervão-branco, canela-de-
                                                                         desenvolvidas                ou
                                    perdiz              1,5 - 2,0 L/ha
                                                                         provenientes de sucessivas
                           (Croton glandulosus)
                                                                         roçadas (perenizadas).
                                Malva-branca
                                                        2,0 - 2,5 L/ha
                               (Sida cordifolia)




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                        N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1/ano

                        Volume de calda:
                        -Aplicação terrestre: 200 – 300 L/ha
                        -Aplicação aérea: 50 L/ha

                        Adicionar 0,3% v/v de adjuvante à calda herbicida (0,3 litros em 99,7 litros de
                        calda).



MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
JAGUAR deve ser aplicado em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme, e pulverizado
por meio de equipamento tratorizado ou aéreo.

Aplicação Terrestre:
Equipamento tratorizado
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de
pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros,
deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações
do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.

De modo geral, a recomendação de tecnologia de aplicação do Jaguar é a pulverização do produto através
de equipamentos tratorizado com barra, equipado com pontas tipo leque com indução a ar, por exemplo
AIXR, AI, TTI, CVI, AVI, TVI, ULD, ULD MAX, MUG, STIA, ADIA, RDA no máximo a 0,5 metro acima do
alvo, com a taxa de aplicação de 200 a 300 litros/ha de calda de pulverização por hectare, velocidade de
2 a 10 km por hora, com gotas da classe grossa (G) ou superior.

Para aplicação com pulverizador de Barra Curta, utilizar pontas de pulverização sem barras, com pontas
tipo leque, tais como XP, XT e MVI, com a taxa de aplicação de 200 a 300 litros/ha de calda de pulverização
por hectare, velocidade de 2 a 10 km por hora, com gotas da classe grossa (G) ou superior.

As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor
interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a menor evaporação
possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor
deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento
vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações sob temperatura inferior a 30ºC, umidade
relativa do ar acima de 60%, velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h, na ausência de orvalho, na
presença de luz solar, evitando chuvas de no mínimo 4 horas após a aplicação.

O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um
dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva
objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e,
consequentemente, a eficiência do produto.

A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à tecnologia
de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um
engenheiro agrônomo.




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Para aplicação tratorizada: o mesmo indivíduo não pode realizar as atividades de mistura, abastecimento
e aplicação.

Aplicação Aérea:
As aplicações aéreas deverão seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas definidos
para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de DGPS,
ajustes dos parâmetros operacionais, como ângulo de deflexão dos bicos nas barras de pulverização,
modelo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de deposição, velocidade e altura de
voo, entre outros, sempre supervisionadas por um Engenheiro Agrônomo.

Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola
Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela Corteva
Agriscience, através do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a aplicação aérea deste
produto. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer
aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da
bula do produto.

A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o produto
Jaguar por não termos informações técnicas que respaldem esta modalidade.

Taxa de aplicação: Para aplicações de Jaguar, recomenda-se que seja utilizado volume de calda de no
mínimo 50 L/ha, com gotas das classes grossas (G) e extremamente grossas (EG), ou seja, gotas com
DMV (diâmetro mediano volumétrico) acima de 300 micras, para que resulte em uma cobertura mínima o
suficiente para a obtenção da eficácia do produto.

Parâmetros operacionais: O sistema de pulverização deve estar em perfeitas condições de funcionamento,
isento de desgaste ou vazamentos. Pontas danificadas prejudicam a uniformidade da aplicação. É
recomendado que a altura de voo não ultrapasse 30 m, conforme características da aeronave, para
minimizar o risco de deriva e proporcionar melhor uniformidade de aplicação. Fechar a válvula de 3 vias
(by-pass) antes de subir a aeronave ao final de cada passada. Não deve haver vórtices de ponta de asas.
Para isso, adeque a barra de pulverização e a disposição dos bicos para evitar a ocorrência desse
problema.

Seleção das pontas de pulverização: Use pontas jato plano de impacto com o menor ângulo do defletor,
para gotas mais grossas, ou de preferência de jato plano “simples”, com ângulo de abertura no leque
menor ou igual a 40 graus e sempre com o bico voltado para trás (zero graus de deflexão). Pontas de jato
sólido voltadas para trás produzem as gotas mais grossas e o menor potencial de deriva. Caso seja usado
ponta de jato cônico, não usar core 45, e dar preferência pelo uso de core 46, e discos de maior vazão,
para minimizar o risco de deriva. É importante que as pontas sejam escolhidas em função das
características operacionais da aeronave, para que a classe do espectro de gotas fique dentro do
recomendado (gotas grossas e extremamente grossas).

Condições climáticas: As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para
permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelo alvo (plantas daninhas), com a menor
evaporação possível das gotas do trajeto entre a ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor
deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento
vertical). Com esse objetivo recomenda-se pulverizações sob temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa
do ar acima de 60%, velocidade média do vento entre 3 km/h e 10 km/h. Estes parâmetros devem ser
checados antes do início da aplicação e monitorados durante a aplicação. As aplicações também dever
ser realizadas na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando chuvas de no mínimo 4 horas
após a aplicação.



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O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um
dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva
objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e,
consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização aérea e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de
aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro
agrônomo.


LIMPEZA DO TANQUE E SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO:

Somente inicie a aplicação com o equipamento e componentes limpos e bem conservados. Não é
recomendado deixar a calda de pulverização preparada para aplicação no dia subsequente.
Imediatamente após a aplicação de JAGUAR, proceda com a limpeza completa do tanque e do sistema
de pulverização, observando as recomendações que seguem.

Esgote completamente o tanque e siga a legislação local, municipal, estadual e federal para o
gerenciamento de resíduos. A lavagem consiste em 3 principais etapas: (1) lavagem com água; (2)
lavagem com agente de limpeza comercial para tanques; (3) lavagem com água. Seguem as etapas em
detalhes:

      1. Primeira lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água limpa.
            Recircule por 20 minutos. Pulverize o conteúdo do tanque em local adequado.

      2. Segunda lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água limpa
            e agente de limpeza comercial na dosagem recomendada pelo fabricante. Recircule por 20
            minutos. Passe água pelas mangueiras, barra, pontas e filtros. Esgote completamente o tanque
            através das pontas. Remova todas as pontas de pulverização, telas das pontas, incluindo o filtro
            em linha e faça a lavagem separadamente com agente de limpeza. Reinstale no sistema de
            pulverização.

      3. Terceira lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água limpa.
            Recircule por 20 minutos. Drene a solução através do sistema, se possível passando pelas
            bombas, para esgotar completamente o tanque.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Pastagem ........................................................................................................................................... UNA
UNA: Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


                                     Modalidade de Emprego                                 INTERVALO DE REENTRADA*
           Cultura
                                           (Aplicação)                             2h de atividades                    8h de atividades
                                                                                                   (1)                                   (1)
          Pastagem                          Pós-emergência                                5 dias                             23 dias

*
 A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a utilização
pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de
proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas. Os intervalos de reentrada podem ser diferentes
nas bulas dos produtos formulados caso a empresa registrante tenha apresentado dados para a realização
da avaliação de risco da exposição ocupacional de seu produto formulado.


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(1)
      Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer eliminar.

MEDIDAS DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA OS RESIDENTES E TRANSEUNTES DE ÁREAS
PRÓXIMAS DAS CULTURAS COM APLICAÇÃO DO AGROTÓXICO 2,4-D.
É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação tratorizada de produtos
formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da exposição de residentes. A
bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que
houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros
do limite externo da plantação.

Não realizar aplicação aérea a menos de 500 metros de povoações, cidades, vilas, bairros e mananciais de
água para abastecimento da população e a menos de 250 metros de mananciais de água, moradias isoladas
e agrupamentos de animais.

LIMITAÇÕES DE USO:
• A eficiência do Jaguar pode ser reduzida se ocorrerem chuvas até o período de 4 horas após a aplicação.
Interromper a aplicação quando houver previsão de precipitações pluviométricas antes desse período.
• Respeitar uma área de bordadura (área não aplicada) mínima de 10 metros entre o local de aplicação e
áreas vizinhas com culturas sensíveis ao 2,4-D.
• Jaguar só deverá ser aplicado quando não houver perigo das espécies úteis a ele sensíveis, tais como
dicotiledôneas em geral, serem atingidas.
• São sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como algodão, tomate, batata, feijão, soja,
café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis a herbicidas mimetizadores de auxina.
• Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis suscetíveis ao herbicida.
• Caso Jaguar seja usado no controle de plantas infestantes em área total, o plantio de espécies
susceptíveis ao produto nessas áreas só deverá ser feito 2 anos após a última aplicação do produto.
• No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere, antes do pasto
ser aberto ao gado. Dessa forma, a partir do início da aplicação, o pasto deve ser vedado ao gado pelo
tempo necessário à sua recuperação; essa medida evita que os animais comam plantas tóxicas que
possivelmente existam na pastagem e possam vir a ser mais atrativas após a aplicação do produto.
• Não utilizar o equipamento que foi utilizado para aplicação de Jaguar, para aplicação de outros produtos,
em culturas suscetíveis.
• Não armazenar a calda de pulverização em quaisquer recipientes, ou mesmo, para aplicação no dia
subsequente.
• Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto, por um
período mínimo de 60 dias após o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas úteis sensíveis
ao produto.
• Para aplicação tratorizada: o mesmo indivíduo não pode realizar as atividades de mistura,
abastecimento e aplicação.
• A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o produto
JAGUAR por não termos informações técnicas que respaldem esta modalidade.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE EQUIPAMENTO E MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.




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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
    • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo
         alvo, quando apropriado.
    • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
    • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
    • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
         regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
    Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e,
    ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
    Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
    www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

            GRUPO                               O                              HERBICIDA


 O produto herbicida JAGUAR é composto por Aminopiralide e 2,4 D, que apresentam mecanismos
 de ação dos mimetizadores das auxinas e auxina sintética com ação como AIA, pertencentes ao Grupo
 O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas),
 respectivamente.

                      DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

 PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
   boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
   da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
   áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
   socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
   alcance de crianças e animais.


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•   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
    calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira, touca árabe e luvas.
•   Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
    forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS
  SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas de
  borracha; avental impermeável; respirador com filtro mecânico classe P2; viseira; touca árabe e luvas de
  nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.



PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
  sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
  melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que outras pessoas
  também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas de
    borracha; respirador mecânico classe P2; viseira; touca árabe e luvas de nitrila.
• Para aplicação tratorizada: o mesmo indivíduo não pode realizar as atividades de mistura,
    abastecimento e aplicação.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
  avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
  produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas logo após a
  aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
  de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as botas e as luvas ainda vestidas
  para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
  trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
  família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça, jaleco, luvas
  de nitrila e botas de borracha.


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•    Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
     ordem: touca árabe, viseira, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar do avesso), botas,
     calça (desamarre e a deixe deslizar até o chão), luvas e respirador.
•    Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as
     roupas, utilizar luvas e avental impermeável.
•    A manutenção e limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
•    Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
•    Caso necessite entrar na área tratada com produto antes do intervalo de 24 horas, o trabalhador
     deve utilizar os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante
     a aplicação.
•    Caso necessite entrar na área tratada com produto antes do término do intervalo de reentrada
     especificado para cada cultura, o trabalhador deve utilizar vestimenta simples de trabalho
     (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta
     hidrorrepelente e luvas.




    PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço de emergência, levando a embalagem,
    o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
    Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
    pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
    Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato,
    lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no
    outro olho.
    Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão
    neutro.
    Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
    A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
    exemplo.



                                      INTOXICAÇÕES POR JAGUAR
                                        INFORMAÇÕES MÉDICAS


    Grupos químicos      AMINOPIRALIDE: ácido piridinocarboxílico
                         2,4-D-triisopropanolamina: Ácido ariloxialcanóico

    Classe toxicológica CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO

    Vias de exposição    Oral, inalatória, dérmica e mucosas




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 Toxicocinética    Aminopiralide: Estudo realizado em animais de laboratório demonstrou que
                   Aminopiralide é rapidamente absorvido e excretado principalmente através da urina
                   (t1/2 = 3-4 horas).
                   Aminopiralide é excretado inalterado, sem evidência de metabolismo.
                   2 4-D: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D é
                   excretado principalmente através da urina (84 a 94% do 2,4-D administrado, a
                   excreção é facilitada e acelerada quando a urina está alcalina) e a eliminação fecal
                   como via secundária de excreção (2 a 11%). Apenas uma pequena fração de 2,4-
                   D foi encontrado nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.

 Toxicodinâmica    Não são conhecidos mecanismos de toxicidade específicos para os ingredientes
                   ativos.

 Sintomas e        Aminopiralide:
 sinais clínicos   Em casos de exposição ocular pode ocorrer irritação nos olhos com injúria da
                   córnea. A ingestão repetida em grandes quantidades pode provocar efeitos
                   mínimos no trato gastrointestinal e no fígado.
                   2,4-D:
                   Exposição Aguda
                   A maior parte dos casos fatais envolve falência renal, acidose metabólica,
                   desequilíbrio hidroeletrolítico, resultando em uma falência múltipla de órgãos. Pode
                   ocorrer irritação nos olhos, nariz e boca após contato direto.
                   Ingestão
                   Podem ocorrer miose, coma, febre, hipotensão, vômito, taquicardia, bradicardia,
                   anormalidades no eletrocardiograma, rigidez muscular, insuficiência respiratória,
                   edema pulmonar e rabdomiólise.

 Sintomas e        Patofisiologia
 sinais clínicos   Esses agentes são primariamente irritantes, mas foi relatado um caso de
                   alterações degenerativas das células cerebrais e toxicidade do sistema nervoso
                   central.
                   Cardiovascular
                   Na overdose, relatou-se taquicardia, bradicardia, anormalidades no
                   eletrocardiograma, assistolia, outras disritmias e hipotensão.
                   Respiratório
                   Ingestão de grande quantidade pode causar bradipneia, insuficiência respiratória,
                   hiperventilação ou edema pulmonar. Um odor peculiar é sentido no ar expelido
                   pelo paciente.
                   Neurológico
                   A) Exposição a baixas doses: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido,
                   vertigem, dor de cabeça, mal-estar e parestesias.
                   B) Exposição a doses elevadas: podem ocorrer, dependendo do composto
                   envolvido, contrações musculares, espasmos, fraqueza profunda, polineurite e
                   perda de consciência.
                   C) Reações idiossincráticas: neuropatias periféricas.
                   Gastrintestinal
                   Foram relatados náusea, vômito, diarreia e necrose da mucosa gastrintestinal.
                   Hepático
                   Foram relatadas elevações nas enzimas lactato desidrogenase, ASAT e ALAT.
                   Genitourinário
                   Podem ocorrer albuminúria e porfiria; falência renal devida à rabdomiólise também
                   é possível.



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                        Hidroeletrolítico
                        A ingestão de 2,4-D pode levar à hipocalcemia, hipercalemia e hipofosfatemia.
                        Hematológico
                        A trombocitopenia é o efeito hematológico primário. A leucopenia também já foi
                        relatada.
                        Dermatológico
                        O contato direto pode causar irritação na pele.
                        Musculoesquelético
                        Podem ocorrer espasmos musculares, rigidez muscular, elevação da creatina
                        quinase e rabdomiólise.
                        Endócrino
                        Foi relatada hipoglicemia em casos de intoxicação aguda por 2,4-D. Estudos com
                        animais mostraram decréscimo nos níveis de T3 e T4, mas esse efeito não foi
                        relatado em humanos.

 Diagnóstico            O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da
                        exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
 Tratamento             Sintomático, a critério médico, em resposta às reações do paciente.
 Contraindicações       O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
 Efeitos das            Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
 interações
 químicas
 ATENÇÃO                Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
                        tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de
                        Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS). As
                        intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
                        Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos
                        de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância
                        Sanitária (Notivisa).
                        Telefone de Emergência da empresa: 0800 772 2492


MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Aminopiralide: Estudo realizado em animais de laboratório demonstrou que Aminopiralide é rapidamente
absorvido e excretado principalmente através da urina (t1/2= 3-4 horas). Aminopiralide é excretado inalterado,
sem evidência de metabolismo.
2,4-D: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D é excretado principalmente
através da urina (84 a 94% do administrado de 2,4-D) e a eliminação fecal como via secundária de excreção
(2 a 11%). Apenas uma pequena fração de 2,4-D administrado foi encontrada nos tecidos e carcaça (0,4 a
3,0%) após 48 horas.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos Agudos:
Estudos realizados com animais de laboratório mostraram que Jaguar® apresentou:
DL50 oral em ratos: 1098 mg/kg;
DL50 cutânea em ratos: > 5000 mg/kg;
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.




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Corrosão/irritação cutânea em coelhos: os três animais testados apresentaram leve eritema na primeira
hora de observação que foi reversível em 24 horas. Não foi observado edema em nenhum dos animais
tratados.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o animal testado apresentou irite, quemose, vermelhidão da
conjuntiva, secreção e opacidade da córnea. A irite, quemose e secreção foram reversíveis em até 21 dias.
Os outros sintomas foram persistentes até o final do período de observação de 21 dias.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante dérmico.
Sensibilização respiratória: O produto não é sensibilizante respiratório.
Mutagenicidade: Não mutagênico.

Efeitos crônicos:
Aminopiralide: Estudo crônico realizado em ratos de laboratório durante 2 anos apresentou NOEL de 50
mg/kg/dia. A IDA foi determinada como 0,5 mg/kg p.c.
2,4-D: Estudo crônico realizado em animais de laboratório durante 2 anos, apresentou NOEL de 1 mg/kg/dia.
Em doses de 45 mg/kg/dia, os rins de animais testados neste estudo tiveram aumento de peso.
O ingrediente ativo 2,4-D também foi testado em camundongos por período de dezoito meses não
apresentando evidências de carcinogênese. O ingrediente ativo de 2,4-D não apresentou evidência de
teratogênese ou efeitos reprodutivos sobre a prole quando testado em animais, bem como não foi
considerado mutagênico tanto “in vivo” quanto “in vitro”.
A Ingestão Diária Aceitável (IDA) do 2,4-D é 0,01 mg/kg/dia, baseado no NOEL de 1,0 mg/kg/dia encontrado
no estudo dietário em cães e no fator de segurança de 100.


                   DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
   MEIO AMBIENTE:

-   Este produto é:
    ☐ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
    ☐ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
    ☒ PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
    ☐ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

-   Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
    podendo atingir, principalmente, água subterrâneas.
-   Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
    (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
    público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
    agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
-   Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às
    atividades aeroagrícolas.
-   Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-   Não utilize equipamento com vazamentos.
-   Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-   Aplique somente as doses recomendadas.
-   Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
    Evite a contaminação da água.
-   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
    solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
   PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.


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-   O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
    rações ou outros materiais.
-   A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-   O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-   Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
-   Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-   Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens
    rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-   Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
    Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
-   Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA Proteção de Cultivos Ltda. -
   telefone da empresa: 0800 772 2492.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
   borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
   drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
   Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio
   de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
   não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo,
   para sua devolução e destinação final.
   Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
   material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
   registrante conforme indicado.
   Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
   contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
   medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
   hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico,
   ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
   DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
   UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
   posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
-
Lavagem sob pressão:


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Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;

-   Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-   A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-   Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
   sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
   pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
   segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
  armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
  embalagens não lavadas.
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
  são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
  com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
  na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
  prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término
  do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
  mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
  medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
  são guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
  existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA



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-   No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
    tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
    nota fiscal, emitida no ato da compra.
-   Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
    prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término
    do prazo de validade.
-   O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
    mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
  medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
  local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
  guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
  adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
  medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
  realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
  competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
  VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
  EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
  contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
  registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
  operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
  ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
   bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas,
   animais, rações, medicamentos e outros materiais.




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6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
   FEDERAL OU MUNICIPAL:
- Restrição de uso para alvo o Baccharis trimera, em pastagem, no Estado do Paraná.
- O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e
   federal antes de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o
   alvo e/ou a cultura são permitidos localmente.




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