Ishipron
ISK Biosciences do Brasil Defensivos Agricolas Ltda
Inseticida
clorfluazurom (benzoiluréia) (50 g/L)

Informações

Número de Registro
8213
Marca Comercial
Ishipron
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
clorfluazurom (benzoiluréia) (50 g/L)
Titular de Registro
ISK Biosciences do Brasil Defensivos Agricolas Ltda
Classe
Inseticida
Modo de Ação
seletivo e de contato
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Algodão
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Batata
Phthorimaea operculella
Cegadeira; Traça-da-batatinha
Cana-de-açúcar
Diatraea saccharalis
Broca-da-cana; Broca-do-colmo
Citros
Ecdytolopha aurantiana
Bicho-furão
Feijão
Helicoverpa armigera
Lagarta
Milho
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Repolho
Ascia monuste orseis
Curuquerê-da-couve; Lagarta-da-couve
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Soja
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Soja
Helicoverpa zea
Broca-grande-do-fruto; Broca-grande-do-tomate
Soja
Pseudoplusia includens
Lagarta-do-linho; Lagarta-falsa-medideira
Tomate
Tuta absoluta
Traça-do-tomateiro
Trigo
Pseudaletia sequax
Lagarta-do-trigo

Conteúdo da Bula

                                    Bula 10_ ISHIPRON




                                                               BULA

                                                           ISHIPRON

 Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 08213

COMPOSIÇÃO:
1-[3,5-dichloro-4-(3-chloro-5-trifluoromethyl-2-pyridyloxy)phenyl]-3-(2,6-
difluorobenzoyl) urea
CLORFLUAZUROM (chlorfluazuron).................................................................... 50g/L ( 5,15%m/v)
Outros ingredientes ................................................................................................ 920g/L (94,85%m/v)
            GRUPO                                                   15                                            INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Inseticida

GRUPO QUÍMICO:                   CLORFLUAZUROM (chlorfluazuron): Benzoilureia

TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)

TITULAR DO REGISTRO
ISK BIOSCIENCES DO BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av. Fábio Ferraz Bicudo, 448 - Jardim Esplanada - CEP: 13331-501 - Indaiatuba/SP
Tel.: (19) 3875-7450 - Fax: (19) 3894-5993
CNPJ: 02.657.037/0001-12 - Registro CFICS/GDSV/CDA n° 341

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
ATABRON TÉCNICO ISK - REGISTRO nº 006994

ISHIHARA SANGYO KAISHA, LTD.
(Sede): 3-15, Edobori 1-Chome - Nishi-ku, Osaka 550-0002 - Japão
(Fábrica): 1, Ishihara-Cho, Yokkaichi-City, Mie, 510-0842 – Japão

SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED.
(Fábrica): Survey No. 225, Village – Gopipura, Tal-Halol (PIN Code-389 350) Dist. – Panchmahals,
Gujarat, Índia

FORMULADORES/MANIPULADORES:
ISHIHARA SANGYO KAISHA, LTD.
(Sede): 3-15, Edobori 1-Chome - Nishi-ku, Osaka 550-0002 - Japão
(Fábrica): 1, Ishihara-Cho, Yokkaichi-City, Mie, 510-0842 – Japão

UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Fábrica: Rodovia Sorocaba, km 122 - Pilar do Sul - Salto de Pirapora/SP - CEP:18160-000 - Tel./Fax:
(15) 3292-1161 - CNPJ: 02.974,733/0010-43 - Registro CFICS/GDSV/ CDA n° 4153

IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Av. Liberdade, 1701 – B. Cajuru do Sul - Sorocaba, SP – CEP: 18087-170 – Tel./Fax: (15) 3235-7700
CNPJ: 61.142.550/0001-30 – Registro CFICS/GDSV/CDA n 008
                                                                                   Bula 10_ ISHIPRON




SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 – Distrito Industrial III – Uberaba, MG – CEP: 38044-755 – Tel.: (34) 3319-5550
Fax.: (34) 3319-5570 – CNPJ: 23.361.306/0001-79 – Cadastro IMA-MG nº 701-332/2011

UPL DO BRASIL S.A.
Av. Maeda, S/N – Distrito Industrial – Ituverava, SP – CEP 14.500-000 – CNPJ 02.974.733/0003-14

IMPORTADORES (PRODUTO FORMULADO):
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Matriz: Avenida Maeda, s/n°, Prédio comercial, Térreo, Distrito Industrial, CEP: 14500 -
000, Ituverava/SP - Tel./Fax: (19) 3794-5600 – CNPJ: 02.974.733/0001-52 - Registro
CFICS/GDSV/ CDA n° 1050
Fábrica: Rodovia Sorocaba, km 122 - Pilar do Sul - Salto de Pirapora/SP - CEP:18160-
000 - Tel./Fax: (15) 3292-1161 - CNPJ: 02.974,733/0010-43 - Registro CFICS/GDSV/
CDA n° 4153

OURO FINO QUÍMICA LTDA.
Fábrica: Avenida Filomena Cartafina, 22335, Lote 05 Quadra14, Distrito Industrial III, Uberaba/MG,
inscrita no CNPJ sob o nº 09.100.671/0001/07 - Registro da Empresa no Estado de Minas
Gerais: IMA nº 8.764

MANIPULADOR:
OURO FINO QUÍMICA LTDA.
Fábrica: Avenida Filomena Cartafina, 22335, Lote 05 Quadra14, Distrito Industrial III, Uberaba/MG,
inscrita no CNPJ sob o nº 09.100.671/0001/07 - Registro da Empresa no Estado de Minas
Gerais: IMA nº 8.764

                           Nº do lote ou partida:
                                                       VIDE
                            Data de fabricação:
                                                    EMBALAGEM
                           Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA
                     E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL, PROTEJA-
                                    SE.
           É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                            Indústria Brasileira

    CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE
                         CAUSAR DANO AGUDO
  CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL - PRODUTO
              MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

Cor da Faixa: Azul PMS Blue 293C
                                                                                       Bula 10_ ISHIPRON




INSTRUÇÕES DE USO:
Trata-se de um inseticida que atua como regulador de crescimento de insetos, pois é um inibidor da
síntese de quitina. Deve ser utilizado em pulverização nas culturas de algodão, batata, cana-de-açúcar,
citros, milho, repolho, soja, tomate e trigo.

CULTURAS, PRAGAS CONTROLADAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
APLICAÇÃO:
               Alvos                 Número e intervalo de        Época de        Volume de
Culturas                    Doses
           controlados                       aplicação            aplicação           calda
                                      Utilizar o produto em
                                      no máximo 4 (quatro)
                                                               Aplicar logo no
                                       aplicações durante o
                                                                   início do
          Curuquerê-do- 0,20 a 0,50      ciclo da cultura.
                                                              desenvolvimento
            algodoeiro       L/ha     Repetir a aplicação a                         200 a 300
                                                             da praga, ainda no
            (Alabama    (10 a 25 g     cada 10 a 14 dias, se                     litros  de água
                                                              estágio jovem, no
            argilacea)    i.a.*/ha)   necessário. Aplicar a                        por  hectare
                                                               máximo até o 2o
                                     dose mais alta em caso
 Algodão                                                            instar.
                                       de alta infestação da                      *Aplicação
                                               praga.                             aérea: Vide
                                      Utilizar o produto em                         modo de
                                                                 Aplicar com
              Lagarta   0,60 a 0,75 no máximo 4 (quatro)                            aplicação
                                                                 presença de
           Helicoverpa       L/ha      aplicações durante o
                                                              lagartas de até 2°
          (Helicoverpa (30 a 37,5        ciclo da cultura.
                                                             instar (ou menores
            armigera)     g i.a./ha)   Repetir após 10 a 14
                                                                  que 1 cm).
                                        dias, se necessário.
                                      Utilizar o produto em
            Traça-da-                   no máximo 3 (três)
                         0,60 L/ha                            Aplicar no início     200 a 500
               batata                  aplicações durante o
  Batata                    (30 g                             do aparecimento       litros por
          (Phthorimoea                   ciclo da cultura.
                           i.a./ha)                                da praga.         hectare.
           opercullela)                 Repetir após 7 a 10
                                        dias, se necessário.
                                                              Aplicar quando o      200 a 300
                                      Utilizar o produto em
                                                             nível de infestação litros de água
                                       no máximo 2 (duas)
                        0,30 a 0,50                           atingir de 1 a 3%   por hectare.
          Broca-da-cana                aplicações durante o
 Cana-de-                    L/ha                              de colmos com
            (Diatraea                    ciclo da cultura.
  açúcar                (15 a 25 g                               presença de      *Aplicação
           saccharalis)              Reaplicar após 20 a 40
                           i.a./ha)                           lagartas de até 3°  aérea: Vide
                                          dias, caso haja
                                                             instar (ou menores     modo de
                                           reinfestação.
                                                                  que 1 cm).        aplicação
                        30 mL/100 Utilizar o produto em
                         L de água      no máximo 3 (três)
           Bicho-furão                                        Aplicar no início 1000 a 2000
                            (1,5 g     aplicações durante o
  Citros  (Ecdytolopha                                        do aparecimento       litros por
                         i.a./100 L      ciclo da cultura.
           aurantiana)                                             da praga.         hectare.
                          de água)     Repetir após 10 a 14
                                        dias, se necessário.
                                      Utilizar o produto em
                                                                 Aplicar com
              Lagarta   0,60 a 0,75     no máximo 3 (três)
                                                                 presença de        150 a 200
           Helicoverpa       L/ha      aplicações durante o
  Feijão                                                      lagartas de até 2°    litros por
          (Helicoverpa (30 a 37,5        ciclo da cultura.
                                                             ínstar (ou menores      hectare.
            armigera)     g i.a./ha)   Repetir após 10 a 14
                                                                  que 1 cm).
                                        dias, se necessário
                                                                                          Bula 10_ ISHIPRON




                                                                                             300 a 500
                                          Utilizar o produto em    Aplicar logo no         litros d'água
             Lagarta-do-    0,15 a 0,30    no máximo 3 (três)          início do           por hectare.
               cartucho         L/ha      aplicações durante o     aparecimento da
  Milho
             (Spodoptera    (7,5 a 15 g     ciclo da cultura.      praga, na fase de       *Aplicação
             frugiperda)      i.a./ha)    Repetir após 10 a 14      raspagem das           aérea: Vide
                                           dias, se necessário.         folhas.             modo de
                                                                                            aplicação
                                          Utilizar o produto em
            Curuquerê-da- 50 mL/100
                                           no máximo 3 (três)
               couve       L de água                               Aplicar no início         600 a 800
                                          aplicações durante o
 Repolho       (Ascia        (2,5 g                                do aparecimento         litros d' água
                                            ciclo da cultura.
              monuste       i.a./100                                   da praga.            por hectare
                                           Repetir após 7 a 10
               orseis)    L/de água)
                                           dias, se necessário.
              Lagarta-da- 0,10 a 0,25
                  soja         L/ha
                                          Utilizar o produto em
              (Anticarsia   (5,0 a 12,5
                                           no máximo 3 (três)       Aplicar logo no
             gemmatalis)     g i.a./ha)
                                          aplicações durante o         início do
             Lagarta falsa-
                                            ciclo da cultura.       aparecimento da
               medideira    0,40 a 0,75
                                          Repetir após 10 a 14           praga.
             (Rachiplusia      L/ha
                                           dias, se necessário.
                  nu e      (20 a 37,5
             Pseudoplusia g i.a./ha)
               includens)
                                                                                           200 a 300
                                          Utilizar o produto em
   Soja                                                                Aplicar com      litros de água
                Lagarta-    0,60 a 0,75     no máximo 3 (três)
                                                                       presença de        por hectare
              helicoverpa      L/ha        aplicações durante o
                                                                    lagartas de até 2º.
             (Helicoverpa   (30 a 37,5       ciclo da cultura.
                                                                   instar (ou menores
               armigera)     g i.a./ha)    Repetir após 10 a 14
                                                                       que 1,5 cm).
                                            dias, se necessário.
                                          Utilizar o produto em
                                                                       Aplicar com
               Lagarta-                     no máximo 3 (três)
                             0,40 L/ha                                 presença de
              helicoverpa                  aplicações durante o
                               (20 g                                lagartas de até 3º.
             (Helicoverpa                    ciclo da cultura.
                              i.a./ha)                             instar (ou menores
                  zea)                     Repetir após 10 a 14
                                                                        que 1 cm).
                                            dias, se necessário.
                                100       Utilizar o produto em
               Traça-do-    mL/100 L      no máximo 4 (quatro)     Aplicar no início
                                                                                            800 a 1000
               tomateiro     de água       aplicações durante o    do aparecimento
 Tomate                                                                                    litros d'água
                 (Tuta          (5 g         ciclo da cultura.         da praga.
                                                                                           por hectare.
               absoluta)    i.a./100 L     Repetir após 7 a 10
                             de água)       dias, se necessário.
                                                                                             200 a 300
                                          Utilizar o produto em                            litros d’água
             Lagarta-do-    100 a 150      no máximo 3 (três)                               por hectare.
                                                                   Aplicar no início
                 trigo        ml/ha       aplicações durante o
  Trigo                                                            do aparecimento
             (Pseudaletia   (5 a 7,5 g      ciclo da cultura.                              *Aplicação
                                                                       da praga.
               sequax)       i.a./ha)     Repetir após 10 a 14                             aérea: Vide
                                           dias, se necessário.                             modo de
                                                                                            aplicação
A.I. = ingrediente ativo.

MODO DE APLICAÇÃO:
Algodão e Soja - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual usar bicos de pulverização tipo
                                                                                      Bula 10_ ISHIPRON




cone (jato cônico). Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda
de 200 a 300 litros de água por hectare.

Aplicação aérea: Utilizar aeronave equipada com bico cônico, altura de voo de 2 a 4 metros do alvo a
ser atingido, com volume de calda de 40L/ha, largura da faixa de deposição de 15 a 18 metros. A
velocidade do vento deve ser menor que 8 km/ha, a temperatura menor que 30°C e a umidade do ar
maior que 70%.

Batata - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico.
Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 200 a 500 litros
por hectare.

Cana-de-açúcar – Aplicação terrestre: Com pulverizador tratorizado ou costal manual usar bicos de
pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume
de calda de 200 a 300 litros de água por hectare.

Aplicação aérea: Utilizar aeronave equipada com bico cônico, altura de voo de 2 a 4 metros do alvo a
ser atingido, com volume de calda de 40L/ha, largura da faixa de deposição de 15 a 18 metros. A
velocidade do vento deve ser menor que 8 km/ha, a temperatura menor que 30°C e a umidade do ar
maior que 70%.

Citros - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico.
Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 1000 a 2000
litros por hectare.

Feijão: Aplicação terrestre: Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de
pulverização de jato tipo leque. Realizar as aplicações em área total, com um volume de calda de 150 -
200 litros por hectare.

Milho - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos tipo leque (jato plano). O jato
deve ser dirigido ao cartucho da planta, usando-se de 300 a 500 litros d'água por hectare.

Aplicação aérea: Utilizar aeronave equipada com bico cônico, altura de voo de 2 a 4 metros do alvo a
ser atingido, com volume de calda de 40L/ha, largura da faixa de deposição de 15 a 18 metros. A
velocidade do vento deve ser menor que 8 km/ha, a temperatura menor que 30°C e a umidade do ar
maior que 70%.

Repolho - Com pulverizador tratorizado ou costal manual usar bicos tipo cone (jato cônico) aplicando
em área total e cobrindo toda a planta. Utilizar de 600 a 800 litros d' água por hectare.

Tomate - Com pulverizador tratorizado ou costal manual usar bicos tipo cone (jato cônico) aplicando
em área total e cobrindo toda a planta. Utilizar de 800 a 1000 litros d'água por hectare.

Trigo - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico.
Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 200 a 300 litros
por hectare.


Aplicação aérea: Utilizar aeronave equipada com bico cônico, altura de voo de 2 a 4 metros do alvo a
ser atingido, com volume de calda de 40L/ha, largura da faixa de deposição de 15 a 18 metros. A
velocidade do vento deve ser menor que 8 km/ha, a temperatura menor que 30°C e a umidade do ar
maior que 70%.

* O sistema de agitação, do produto no tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento
durante toda a aplicação. Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro
                                                                                        Bula 10_ ISHIPRON




Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão    14 dias
Batata         7 dias
Citros         28 dias
Feijão         14 dias
Cana-de-açúcar 60 dias
Milho             14 dias
Repolho           7 dias
Soja              14 dias
Tomate            3 dias
Trigo             14 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados
para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
O produto não causa fitotoxicidade para as culturas recomendadas desde que seguidas às
recomendações de uso.

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
(Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Equipamentos terrestres: Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual
Bicos: para aplicação com barras de pulverização, utilizar bicos de jato cônico (bico cônico) ou de jato
plano (bico leque) simples ou duplo.
Todos os bicos de uma barra deverão se manter à mesma altura em relação ao topo da planta.
Pressão: 50-100 psi (equipamentos tratorizados).
Diâmetro e densidade de gotas: 110 a 500 µ com um mínimo de 40 gotas/cm2.
Faixa de deposição: Utilizar distância entre os bicos na barra de aplicação de forma que permita
maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou excesso.

Aeronaves Agrícolas:
Bicos: bicos de jato cônico vazio que permitam a geração e deposição de um mínimo de 40 gotas/cm2
com um DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico) de 110-150 sobre o alvo desejado.
Número de bicos na barra: aviões Ipanema (qualquer modelo): utilizar de 40 a 42 bicos, fechando-se
4 a 5 em cada extremidade das asas e 3 intermediários de cada lado próximos à fuselagem, mantendo
em operação, os 8 bicos sob a fuselagem (barriga) e posicionados no mesmo ângulo dos bicos das
asas.
Outros modelos de aeronaves: utilizar a deposição que permita uma uniformidade de distribuição
das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas de
asas.
Altura de voo: 2 a 4 metros em relação à altura das plantas.
Faixa de deposição: aviões Ipanema ou similares: utilizar a faixa máxima de 20 metros.
Aviões maiores que o Ipanema: faixa de deposição não deverá exceder a 25 metros.
                                                                                      Bula 10_ ISHIPRON




DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(Vide DADOS RELATÍVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
(Vide DADOS RELATÍVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE)

INFORMAÇÕES SOBRE PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide DADOS RELATÍVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE)

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA E MANEJO INTEGRADO DE
PRAGAS:
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A INSETICIDAS
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
resistência.

O inseticida ISHIPRON pertence ao Grupo 15 (Inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0,
Lepidoptera) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o
risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do ISHIPRON como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a
evolução da resistência.

Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
   • Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 15. Sempre rotacionar com
        produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
   •   Usar ISHIPRON ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo
       de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
   •   Aplicações sucessivas de ISHIPRON podem ser feitas desde que o período residual total do
       “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
   •   Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No
       caso específico do ISHIPRON, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do
       grupo químico das Benzoiluréias não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do
       número total de aplicações recomendadas na bula.
   •   Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do ISHIPRON ou outros produtos do
       Grupo 15 quando for necessário;
   •   Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
       serem controladas;
   •   Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
       rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que
       disponível e apropriado;
   •   Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
   •   Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
       regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
   •   Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados
       para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária
       (www.agricultura.gov.br).
                                                                                       Bula 10_ ISHIPRON




            DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
  ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O Manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifício, e válvulas
com a boca.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, respirador com filtro mecânico
classe P2 ou P3/máscara de proteção para nariz e boca; óculos de segurança com proteção lateral;
touca árabe; luvas de nitrila.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO/PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão impermeável com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha;
avental impermeável, respirador com filtro mecânico classe P2 ou P3/máscara de proteção para nariz e
boca; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe; luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão impermeável com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha;
avental impermeável, respirador com filtro mecânico classe P2 ou P3/máscara de proteção para nariz e
boca; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe; luvas de nitrila.
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PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI), macacão
impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por
cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, respirador com filtro mecânico classe P2 ou
P3/máscara de proteção para nariz e boca; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe;
luvas de nitrila.
- Os equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe; óculo de proteção, avental, botas de borracha, macacão, luvas de nitrila e
respirador/mascara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.

                                                                           Pode ser nocivo se
                                                                                inalado


                                                                             Provoca moderada
                                                                              irritação à pele


                                       PERIGO
                                                                           PROVOCA LESÕES
                                                                              OCULARES
                                                                               GRAVES


PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
• Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA         PERIGO   LESÕES OCULARES GRAVES (Categoria 1).
Em caso de contato lavar com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lentes de contato, deve-se retira-las.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
• Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
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o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

                              INTOXICAÇÕES POR ISHIPRON
                                INFORMAÇÕES MÉDICAS
 Grupo químico               CLORFLUAZUROM (chlorfluazuron): Benzoilureia
 Classe toxicológica         Categoria 5 – IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
 Vias de exposição           Oral, dérmica e inalatória.
 Toxicocinética              Absorção
                             1) Inseticidas do grupo benzoilureia podem ser absorvidos pelos
                             humanos, devido à exposição ocupacional, por via dérmica ou via
                             inalatória durante a pulverização de inseticidas.
                             2) Em animais experimentais, podem ser absorvidos através do trato
                             digestivo e, em um grau menor, através da pele.
                             Distribuição
                             1) Inseticidas do grupo benzoilureia parecem ser amplamente
                             distribuído nos tecidos, sem acumular.
                             Metabolismo
                             1) Não há estudos disponíveis em humanos.
                             2) Os estudos em animais foram conduzidos com um outro inseticida do
                             grupo benzoiluréia (diflubenzurom) e mostraram que a principal rota de
                             metabolismo em animais é pela hidroxilação e que altas doses orais não
                             foram completamente absorvidas, mas o que foi obsorvido pareceu ser
                             rapidamente e completamente metabolizado por hidroxilação e
                             hidrólise.
                             Excreção
                             1) Em ratos e camundongos, a excreção urinária diminuiu proporcional-
                             mente ao aumento do nível da dose.
                             2) Em gatos, porcos e gado, 70 a 80% do diflubenzurom (um outro
                             inseticida do grupo benzoilureia) são eliminados nas fezes. A absorção
                             intestinal do diflubenzurom é altamente relacionada à dose administrada.
                             Quanto maior a dose, maior é a excreção nas fezes.
 Toxicodinâmica              Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos
 Sintomas e                  1) Em humanos saudáveis, os inseticidas do grupo benzoilureia, não
 sinais clínicos             parecem oferecer risco toxicológico significativo, contudo os dados em
                             humanos são muito limitados. A maioria dos casos de exposição é por
                             via dérmica ou inalatória. A exposição oral também pode ocorrer, mas
                             não há dados relatados de ingestão acidental ou exposição intencional
                             destes agrotóxicos.
                             2) Alguns estudos em animais mostraram que a exposição a inseticidas
                             benzoiluréicos pode causar metemoglobinemia.
                             Ocular - Estudos realizados demonstraram que o clorfluazurom foi
                             extremamente irritante para olhos de coelhos.
                             Respiratório - Espirros, irritação e congestão nasal, rigidez peitoral,
                             dificuldade respiratória, tosse, prejuízo da função pulmonar foram
                             relatados, mas estão provavelmente relacionados à adição de outros
                             ingredientes ao produto.
                             Gastrintestinal - Podem ocorrer náusea e vômito após a ingestão destes
                             pesticidas.
                             Hematológico - Foi relatada metemoglobinemia em vários estudos com
                             animais de laboratório.
 Diagnóstico                 O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro
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             clínico compatível.
Tratamento   Prevenção da absorção
             A) Não há dados em humanos a respeito da exposição a inseticidas do
             grupo benzoilureia. Não há antídoto conhecido.
             B) Observe os pacientes que ingeriram grandes quantidades da
             substância quanto ao desenvolvimento de sintomas sistêmicos e
             administre tratamento sintomático quando necessário.
             C) A descontaminação intestinal geralmente não é necessária.
             Não se sabe se o carvão ativado é útil no tratamento das ingestões.

             Monitoramento
             A) Monitore os sinais vitais e o estado mental após exposição
             significativa.
             B) Monitore a contagem de células sanguíneas, testes de função
             hepática e nível de metemoglobina após exposições significativas ou em
             pacientes sintomáticos.
             C) Se ocorrer vômito severo ou diarreia após ingestão de agrotóxico,
             monitore os níveis hidro-eletrolíticos.

             Exposição Oral / Parenteral
             A) O tratamento é sintomático e de suporte;
             B) A descontaminação gastrintestinal geralmente não é necessária;
             C) Carvão ativado: Considere a administração de carvão ativado após
             ingestão potencialmente tóxica. Administre uma suspensão de carvão
             ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100
             g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1
             g/kg em crianças com menos de 1 ano.
             É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão
             do agrotóxico.
             O uso de um catártico com o carvão ativado não é recomendado uma
             vez que não há evidência de que catárticos reduzem a absorção da droga
             e é sabido que eles causam efeitos adversos tais como náusea, vômito,
             espasmos abdominais, desequilíbrio eletrolítico e, ocasionalmente,
             hipotensão.
             COMPLICAÇÕES: êmese, aspiração. A aspiração pode ser
             complicada por falência respiratória aguda, síndrome da angústia
             respiratória do adulto ou bronquiolite obliterante.
             D) Foi relatada metemoglobinemia em estudos em animais;
             E) Metemoglobinemia: Determine a concentração de metemoglobina e
             avalie o paciente quanto aos efeitos clínicos da metemoglobinemia
             (dispineia, dor de cabeça, fadiga, depressão do SNC, taquicardia,
             acidose, etc.). Trate os pacientes sintomáticos com azul de metileno
             (isso geralmente ocorre em níveis de metemoglobina acima de 20 -
             30%, mas pode ocorrer com níveis mais baixos de metemoglobina em
             pacientes com anemia, desordens pulmonares ou cardiovasculares).
             Dose inicial / adulto ou criança: 1 a 2 mg/kg/dose (0,1 a 0,2 ml/kg/dose)
             via intravenosa acima de 5 minutos, conforme necessário, a cada 4
             horas. A melhora é observada rapidamente após a administração se o
             diagnóstico estiver correto. O azul de metileno também pode ser
             administrado por infusão intraóssea se o acesso intravenoso não puder
             ser estabelecido. Neonatos: 0,3 a 1 mg/kg.
             Doses adicionais podem ser necessárias, especialmente para substâncias
             com absorção prolongada, baixa eliminação, ou aquelas que originam
             metabólitos que produzem metemoglobinemia ou hemólise.
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                           Contraindicações: Deficiência de G-6-PD (desidrogenase de 6 fosfato
                           de glicose): o azul de metileno pode causar hemólise.

                           Exposição Inalatória
                           A) Observe cuidadosamente os pacientes com exposição inalatória para
                           o desenvolvimento de algum sinal de toxicidade sistêmica e institua
                           tratamento sintomático conforme necessário.
                           B) Remova o paciente para um local arejado. Cheque as alterações
                           respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto
                           a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre
                           oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos
                           com agonistas beta 2via inalatória e corticosteróides via oral ou
                           parenteral.
                           C) Se a irritação do trato respiratório ou depressão respiratória são
                           evidentes, monitore os gases sanguíneos arteriais, raio-x do tórax e
                           testes de função pulmonar.

                           Exposição Ocular
                           A) Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas
                           de água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15
                           minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia
                           persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
                           específico.

                           Exposição Dérmica
                           A) Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área
                           exposta com água e sabão.
                           B) O tratamento é sintomático e de suporte.
 Contraindicações          A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
                           aspiração.
 Efeitos das interações    Não relatados em humanos
 químicas
 ATENÇÃO                        Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o
                             diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-
                                 6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
                                           Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
                               As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as
                                       Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
                                 Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
                                                          (SINAN/MS).
                            Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                                           Telefones de Emergência da empresa:
                            ISK Biosciences do Brasil Def. Agríc. Ltda.: (19) 3875-7450 ou 0800-
                                               7010450 (PLANITOX LINE)
                                     Correio eletrônico da empresa: office@iskbr.com

Mecanismos De Ação, Absorção e Excreção Para Animais De Laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
Nos estudos de toxicidade aguda, o produto ISHIPRON apresentou DL50 via oral em ratos maior que
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6000 mg/kg e DL50 via dérmica em coelhos maior que 12000 mg/kg. A concentração inalatória letal
média em ratos (CL50) foi superior a 7 mg/L (4h). Após a aplicação do produto na pele de coelhos, foi
observada leve irritação cutânea. Quando instilado nos olhos de coelhos, foram observados efeitos
extremamente irritantes com graves lesões aos olhos. Em um estudo de sensibilização dérmica o
produto não foi considerado um sensibilizante dérmico. Não mutagênico.

Os dados estão dispostos abaixo:
DL50 oral em ratos: >6000mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >12000mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): > 7 mg/L (4h)
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: Leve irritação cutânea.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: Extremamente irritante podendo causar graves lesões
oculares.
Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante.
Mutagenicidade: Não foi observado potencial mutagênico no teste de mutagenicidade in vitro (teste de
Ames) ou no estudo de aberração cromossômica in vivo (estudo de formação de micronúcleos).

Efeitos crônicos:
Em estudos realizados com animais em laboratório, somente nos animais submetidos a elevadas doses
testadas foram observados alguns efeitos limitados a fezes macias, podendo chegar a causar diarreia, e
um aumento nos níveis de colesterol no soro sanguíneo. Em menores doses administradas, tais efeitos
não foram observados. Os resultados obtidos com animais em laboratório até o momento não
mostraram que o produto apresenta efeitos mutagênicos, carcinogênicos ou teratogênicos.
Nos estudos de metabolismo realizados em laboratório o produto foi administrado via oral, diretamente
no estômago dos animais, sendo essa a via de absorção inicial.
Os estudos mostraram que o produto é pouco absorvido pelo trato gastrintestinal, visto que nos dois
primeiros dias após a administração, o produto foi rapidamente excretado, principalmente via fezes
(>80%). Outra via de excreção é através da urina, porém de modo menos efetivo.
Insignificantes quantidades do produto foram encontradas no ar expelido pelos animais analisados.
A taxa de recuperação do produto e seus metabólitos variou de 94,8 a 115,9%, sendo o Clorfluazurom
o principal produto excretado.
                                                                                      Bula 10_ ISHIPRON




                 DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
  PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
                          AO MEIO AMBIENTE:

• Este produto é
𿑌- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (Classe I)
   - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
𿑌- Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III)
𿑌- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (Classe IV).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (Microcrustáceos).
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos de água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
 - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e
de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produto tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para
o recolhimento de produtos vazados.
- Em casos de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

 INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa ISK BIOSCIENCES DO BRASIL
 DEFENSIVOS AGRÍCOLAS Ltda - telefone de emergência: (19) 3875-7450 ou a empresa UPL
 DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. Tel./Fax:
 (19) 3794-5600

- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
 óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
 ou corpos de água. Siga as instruções abaixo:
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•       Piso pavimentado - absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. O produto derramado não
deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante ou a empresa UPL DO BRASIL
INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. através do telefone indicado
no rótulo para sua devolução e destinação final.
•       Solo - retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante ou
a empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.,
conforme indicado acima.
•       Corpos de água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão
e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE
E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

  • Tríplice lavagem (lavagem manual):
  Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o
  seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
  vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

  Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
  boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
  direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
                                                                                      Bula 10_ ISHIPRON




- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal emitida, no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos
Canais de Distribuição.

EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADAS)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
                                                                                      Bula 10_ ISHIPRON




O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela empresa registrante; pela empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE
INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante ou
a empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
através dos telefones indicados no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos
não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
1-      CEARÁ: É vedada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de
08 de janeiro de 2019.
                                

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