Irado 800 WG
Cropchem Ltda - Porto Alegre
Herbicida
diurom (uréia) (800 g/kg)

Informações

Número de Registro
45519
Marca Comercial
Irado 800 WG
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
diurom (uréia) (800 g/kg)
Titular de Registro
Cropchem Ltda - Porto Alegre
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacaxi
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Abacaxi
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Abacaxi
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Abacaxi
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Abacaxi
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Abacaxi
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Abacaxi
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Abacaxi
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Abacaxi
Elvira biflora
erva-estrela; espoleta
Abacaxi
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Abacaxi
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Abacaxi
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Abacaxi
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Abacaxi
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Algodão
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Algodão
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Algodão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Algodão
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Algodão
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Algodão
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Algodão
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Algodão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cacau
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cacau
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Cacau
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cacau
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cacau
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Cacau
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cacau
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Cacau
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cacau
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cacau
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Cacau
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cacau
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cacau
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Café
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Café
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Café
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Café
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Café
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Café
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Café
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Café
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cana-de-açúcar
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cana-de-açúcar
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Citros
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Citros
Commelina diffusa
capoeraba (2); marianinha (2); mata-brasil (2)
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Citros
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Citros
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Citros
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Citros
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Citros
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Citros
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)

Conteúdo da Bula

                                    Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 45519

COMPOSIÇÃO:
3-(3,4-dichlorophenyl)-1,1-dimethylurea (DIUROM)..........................................................................................800 g/kg (80% m/m)
Outros Ingredientes................................................................................................................................……...200 g/kg (20% m/m)

                           GRUPO                                                         C2                                              HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Herbicida seletivo, de ação sistêmica.
GRUPO QUÍMICO: Uréia
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG)

TITULAR DO REGISTRO
CROPCHEM LTDA. – Avenida Cristóvão Colombo, 2834, Conjuntos 803/804, Porto Alegre, RS, CEP 90550-054 – Fone: (51) 3342-1300
Fax: (51) 3343-5295 – CNPJ: 03.625.679/0001-00
Número de registro do estabelecimento no Estado: 1190/00 – SEAPA/RS

IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO:
• CROPCHEM LTDA. – Avenida Cristóvão Colombo, 2834, Conjuntos 803/804, Porto Alegre, RS, CEP 90560-002 – CNPJ:
03.625.679/0001-00. • ALTA - América Latina Tecnologia Agrícola Ltda - CNPJ Nº 10.409.614/0001-85 - Curitiba/PR. • ALTA -
América Latina Tecnologia Agrícola Ltda - CNPJ Nº 10.409.614/0003-47 - Barueri/SP. • ALTA - América Latina Tecnologia Agrícola
Ltda - CNPJ Nº 10.409.614/0005-09 - Uberaba/MG. • ALTA - América Latina Tecnologia Agrícola Ltda - CNPJ Nº 10.409.614/0004-
28 - Cuiabá/MT. • ALTA - América Latina Tecnologia Agrícola Ltda - CNPJ Nº 10.409.614/0006-90 - Passo Fundo/RS.

PRODUTO TÉCNICO:
Diuron Técnico Cropchem - Registro MAPA nº 05412
JIANGSU KUAIDA AGROCHEMICAL CO. LTD. - No. 2 Jianshe Road, Matang Town, 226401 Rudong, Jiangsu, China
JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO LTDA - Suhua Road, Xinyi Econimic & Technological Development Zone, Xinyi, Jiangsu, China
NINGXIA RUITAI TECHNOLOGY Co., Ltd. - Fine Chemical Park, Zhongwei Industry Complex, Ningxia, 755000, China
NINGXIA WYNCA TECHNOLOGY CO., LTD. – Taisha Chemical Industrial Park, 753401 Pingluo, Ningxia – China

FORMULADOR:
• AGROMOL BIOTECH CO., LTD. – East side, middle section of Binhe Road, Shanxian County Chemical Industry Park, Xieji Town,
  Shanxian County, Reze City, Shandong Province China.
• ANHUI GUANGXIN AGROCHEMICAL CO., LTD., – Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City, 242235,
  Anhui, China.
• HIKAL LIMITED - A18, MIDC Industrial Area, Mahad- 402309, District Raigad, Maharashtra, lndia.
• JIANGSU CORECHEM CO., LTD. - 18, Shilian Avenue - Huaian City - Jiangsu, China.
• JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD. - Suhua Road Xinyi Economic & Technological Development Zone, Xinyi - Jiangsu,
  China.
• JINGMA CHEMICALS CO., LTD. - 50, Baota Road, Longyou – Zhejiang, China.
• NINGXIA RUITAI TECHNOLOGY CO., LTD. - Fine Chemical Park, Zhongwei lndustry Complex, Zhongwei - Ningxia, China.
• NINGXIA WYNCA TECHNOLOGY CO. LTD. - Taisha Industrial Park, Pingluo, Ningxia, China.
• SHANDONG HAILIR CHEMICAL CO. LTD. - Lingang Industrial Zone, Coastal Economic Development Zone, Weifang, Shandong,
  China.
• WASION CROP SCIENCE AND TECHNOLOGY CO., LTD. - 1, Hedong Road, Xinshi Town, Deqing Zhejiang, China.

MANIPULADOR
• NORTOX S.A. - Endereço: Rodovia Melo Peixoto (BR 369), km 197, Arapongas – PR – CEP 86706-430 - CNPJ: 75.263.400/0001-99
– registro no órgão estadual: 000466 – ADAPAR/PR.

                                                 No do lote ou partida:
                                                  Data de fabricação:                         VIDE EMBALAGEM
                                                 Data de vencimento:

   ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
               É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                           É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

         CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
  CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE –
                                              CLASSE II
INSTRUÇÕES DE USO:

Culturas, Pragas, Dose, Volume, Época e Número de Aplicação.

               Pragas Controladas         Dose do
                 Nome Comum /             Produto
  CULTURA                                                     Número, Época e Intervalo de Aplicação
                 Nome Científico         Comercial
                                           kg/ha
                 Capim-colchão
              (Digitaria horizontalis)
                ou Capim-de-roça
              (Digitaria sanguinalis)

              Capim-marmelada ou
                     papuã
                   (Brachiaria
                  plantaginea)
               Capim-pé-de-galinha
                (Eleusine indica)

                  Trapoeraba
               (Commelina difusa)
                                                     Aplicar 2,0 a 4,0 kg/ha após o plantio, em pré-emergência das
                    Caruru-roxo
                                                     plantas infestantes. Se necessário realizar mais uma ou duas
                   (Amaranthus
                                                     aplicações nas doses de 1,0 a 2,0 kg/ha, antes da
                    retroflexus)
                                                     diferenciação floral, nas entrelinhas ou em área total, com
                    Beldroega                        intervalo mínimo de 2 meses entre as aplicações. Caso seja
   Abacaxi                               2,0 – 4,0
               (Portulaca oleracea)                  necessário, realizar uma aplicação adicional após a
                                                     diferenciação floral, na dose de 1,0 a 2,0 kg/ha nas
                    Picão-preto                      entrelinhas. Nunca aplicar mais que 10 kg/ha por ciclo da
                  (Bidens pilosa)                    cultura. Áreas tratadas poderão ser plantadas com abacaxi ou
                                                     cana-de-açúcar um ano após a última aplicação.
                  Carrapicho-de-
                     carneiro
                (Acanthospermum
                    hispidum)

                   Guanxuma
                (Sida rhombifolia)
                  Poaia-branca
                    (Richardia
                   brasiliensis)
                  Corda-de-viola
               (Ipomoea purpúrea)

                  Falsa-serralha
                (Emilia sonchifolia)
                  Capim-colchão
              (Digitaria horizontalis)
                ou Capim-de-roça
              (Digitaria sanguinalis)
              Capim-marmelada ou
                       papuã
                    (Brachiaria
                   plantaginea)
               Capim-pé-de-galinha
   Algodão       (Eleusine indica)       1,5 – 2,5
                    Trapoeraba
               (Commelina difusa)

                   Caruru-roxo
                  (Amaranthus                        Aplicar 1,5 a 2,5 kg/ha em pré-emergência imediatamente
                   retroflexus)                      após a semeadura. A aplicação em uma única safra não deve
                    Beldroega                        exceder 1,5 kg/ha em solos leves, 2,0 kg/ha em solos médios,
               (Portulaca oleracea)                  e 2,5 kg/ha em solos pesados. Aplicar 1,0 a 2,0 kg/ha em pós-
                   Picão-preto                       emergência inicial, em jato dirigido quando as plantas
             (Bidens pilosa)                   infestantes tiverem no máximo 2 a 4 folhas, e o algodão no
             Carrapicho-de-                    mínimo 30 cm de altura. Evitar aplicações sobre a cultura,
                 carneiro                      bem como o plantio de outras culturas 1 ano após a última
          (Acanthospermum                      aplicação.
                hispidum)
               Guanxuma
           (Sida rhombifolia)
              Poaia-branca
                (Richardia
               brasiliensis)
             Corda-de-viola
         (Ipomoea purpúrea)
             Falsa-serralha
          (Emilia sonchifolia)
             Capim-colchão
        (Digitaria horizontalis)
           ou Capim-de-roça
        (Digitaria sanguinalis)
        Capim-marmelada ou
                  papuã
               (Brachiaria
              plantaginea)
         Capim-pé-de-galinha
            (Eleusine indica)
               Trapoeraba
         (Commelina difusa)
               Caruru-roxo
              (Amaranthus
               retroflexus)                    Aplicar 3,0 a 3,5 kg/ha em pré-emergência, 4 semanas após
                                               o transplante das mudas para local definitivo ou em pós-
                Beldroega          3,0 – 3,5
Cacau                                          emergência, sem atingir a folhagem da cultura. Não deve ser
         (Portulaca oleracea)
                                               aplicado em solo arenoso ou com menos de I% de matéria
               Picão-preto
                                               orgânica. Não aplicar mais que 3,5 kg/ha por ciclo da cultura.
             (Bidens pilosa)
             Carrapicho-de-
                 carneiro
          (Acanthospermum
                hispidum)
               Guanxuma
           (Sida rhombifolia)
              Poaia-branca
                (Richardia
               brasiliensis)
             Corda-de-viola
         (Ipomoea purpúrea)
             Falsa-serralha
          (Emilia sonchifolia)
             Capim-colchão
        (Digitaria horizontalis)
           ou Capim-de-roça
        (Digitaria sanguinalis)
        Capim-marmelada ou
                  papuã
               (Brachiaria
              plantaginea)
         Capim-pé-de-galinha                   Realizar 2 aplicações na dose de 2,0 a 4,0 kg/ha por ano,
            (Eleusine indica)                  sendo a primeira após a arruação e a segunda após a
                                               esparramação. As doses recomendadas referem-se a hectare
               Trapoeraba
                                               tratado e deve-se descontar a área ocupada pelas saias dos
Café     (Commelina difusa)        2,0 – 4,0
                                               cafeeiros. Aplicar em cafezais a partir de 2 anos, evitando-se
               Caruru-roxo
                                               o plantio de cultura intercalar (ex.: feijão, arroz), salvo
              (Amaranthus
                                               recomendação especial. Não aplicar mais que 8 kg/ha por
               retroflexus)
                                               ciclo da cultura.
                Beldroega
         (Portulaca oleracea)
               Picão-preto
             (Bidens pilosa)
             Carrapicho-de-
                 carneiro
          (Acanthospermum
                hispidum)
                 Guanxuma
             (Sida rhombifolia)
                Poaia-branca
                  (Richardia
                 brasiliensis)
               Corda-de-viola
           (Ipomoea purpúrea)
               Falsa-serralha
            (Emilia sonchifolia)
               Capim-colchão                     Aplicar 2,0 a 4,0 kg/ha em pré-emergência das plantas
          (Digitaria horizontalis)               infestantes, na cana planta e cana soca.
             ou Capim-de-roça                    Também pode ser aplicado em pós-emergência inicial da
          (Digitaria sanguinalis)                cultura e das plantas infestantes, quando as plantas
          Capim-marmelada ou                     infestantes estiverem em pleno desenvolvimento, sob
                    papuã                        condições de alta umidade e temperatura acima de 21ºC.
                 (Brachiaria                     Deve ser aplicado antes da emergência da cultura, até o
                plantaginea)                     estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento
           Capim-pé-de-galinha                   (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-
              (Eleusine indica)                  açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da
                 Trapoeraba                      cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas
           (Commelina difusa)                    infestantes ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato
                 Caruru-roxo                     dirigido afim de se evitar o efeito "guarda-chuva". Não aplicar
                (Amaranthus                      mais que 4,0 kg/ha por ciclo da cultura.
                 retroflexus)
Cana de           Beldroega
                                     2,0 – 4,0
Açúcar     (Portulaca oleracea)
                 Picão-preto
               (Bidens pilosa)
               Carrapicho-de-
                   carneiro
            (Acanthospermum
                  hispidum)
                 Guanxuma
             (Sida rhombifolia)
                Poaia-branca
                  (Richardia
                 brasiliensis)
               Corda-de-viola
           (Ipomoea purpúrea)
               Falsa-serralha
            (Emilia sonchifolia)
                       Capim-colchão
                  (Digitaria horizontalis)
                     ou Capim-de-roça
                  (Digitaria sanguinalis)
                  Capim-marmelada ou
                            papuã
                         (Brachiaria
                        plantaginea)
                   Capim-pé-de-galinha
                      (Eleusine indica)
                         Trapoeraba
                   (Commelina difusa)
                         Caruru-roxo
                        (Amaranthus
                         retroflexus)                       Aplicar 2,0 a 4,0 kg/ha em pré ou pós-emergência inicial em
                          Beldroega                         pomar a partir de um ano de idade, evitando-se atingir folhas
     Citros                                   2,0 - 4,0
                   (Portulaca oleracea)                     e frutos das plantas. Não aplicar mais que 4,0 kg/ha de IRADO
                         Picão-preto                        800 por período de 12 meses.
                       (Bidens pilosa)
                       Carrapicho-de-
                           carneiro
                    (Acanthospermum
                          hispidum)
                         Guanxuma
                     (Sida rhombifolia)
                        Poaia-branca
                          (Richardia
                         brasiliensis)
                       Corda-de-viola
                   (Ipomoea purpúrea)
                       Falsa-serralha
                    (Emilia sonchifolia)

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Pode ser aplicado ao solo em pré-emergência das plantas infestantes. O grau de controle e a duração do efeito
variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura e textura do solo e microrganismos. A umidade é
necessária para uma boa ação do produto.
- Em pós-emergência usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante e aplicar logo após a
germinação das plantas infestantes para o controle de gramíneas ou até o primeiro par de folhas para o controle
de folhas largas. As plantas infestantes devem estar em pleno desenvolvimento, sob condições de alta umidade e
temperatura acima de 21ºC.
- As doses descritas são expressas para aplicação em área total. Para tratamento em faixas use proporcionalmente
menos.
- Usar doses menores para aplicações em solos leves e doses maiores para solos pesados.
Em pós-emergência usar doses mais baixas para plantas infestantes menores e doses mais altas para plantas
infestantes maiores.
- Sob ameaça de chuva suspender as aplicações. Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a aplicação a
eficiência do produto pode diminuir.
* Tanto nas aplicações de pós como de pré-emergência, a uniformidade da calda e a boa cobertura das plantas
infestantes e/ou solo, são fundamentais para se obter um bom controle das invasoras.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
APLICAÇÃO TERRESTRE
• equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 a 50 lb/pol2).
•   altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas infestantes. Observar que a barra em toda
sua extensão esteja na mesma altura.
• tipos de bico: na pré e pós-emergência usar bicos de jato plano (ex.: Teejet, XR Teejet, TK, DG ou Twinjet); ou
de jato cônico (ex.: Fulljet, Conejet), de acordo com as recomendações do fabricante.
• volume de aplicação: 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência e 350 a 800 L de calda/ha em pós-
emergência.
Obs.: É necessário contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e
manobras do equipamento para evitar a sobreposição das faixas de aplicação.

APLICAÇÃO AÉREA
• equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
• tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45.
• volume de aplicação: 30 a 50 L de calda/ha.
•   ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: 135º.
•   altura de vôo: 2 a 4 metros sobre o solo.
•    largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
•   Evite a sobreposição das faixas de aplicação.
•   condições climáticas:
-   temperatura: inferior a 25ºC.
-   umidade relativa do ar: superior a 70%.
-   velocidade do vento: inferior a 10 km/h.

Somente poderá ser aplicado via aérea na cultura da cana-de-açúcar em pré-emergência da cultura.

Preparo da calda:
O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até 3/4 da sua capacidade com
água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o produto previamente misturado
com água em um balde, completando por fim o volume com água. Caso indicado, o espalhante deve ser o último
produto a ser adicionado à calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto.
Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após
sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação
de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

Nota: antes da aplicação o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então
a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.

Recomendações para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras
fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e
o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa
cobertura e controle (> 150 a 200 µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas
e grau de infestação das plantas infestantes podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas
de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de vento,
Temperatura e Umidade e Inversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais:
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas
necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não
melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao
invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de
aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea:
Número de bicos: Use o menor número de bicos com a maior vazão possível, e que proporcione uma cobertura
uniforme. Orientação dos bicos: Direcione os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo à
corrente de ar, o que produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder 3/4 da asa ou do comprimento do motor - barras
maiores aumentam o potencial de deriva. Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura
aumentam o potencial de deriva.

Altura da barra:
Regule a barra na menor altura possível para se obter cobertura uniforme, reduzindo desta forma a exposição das
gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura
com o mínimo de solavancos.

Ventos:
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou
maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento determinam
o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições
sem vento. Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

Temperatura e umidade:
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para
reduzir o efeito da evaporação.

Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do
ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com a altitude e são comuns em
noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e
frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo,
no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça de uma fonte
no solo ou de um gerador de fumaça de avião. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com
movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; se a fumaça é rapidamente dispersa e com
movimento ascendente, há indicações de um bom movimento vertical do ar.

Limpeza do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, comece com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação,
proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos
que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a
limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos às
culturas posteriores.
1. Esvazie o equipamento de pulverização. Enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa
pelas mangueiras, barras e bicos. Solte e fisicamente remova os depósitos visíveis de produtos.
2.    Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (AJAX AMONÍACO OU SIMILAR COM
3% de AMÔNIA) na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água). Circule esta solução pelas mangueiras,
barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15
minutos. Circule então pelas mangueiras, barra e bicos. Esvazie o tanque.
3. Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
4. Repita o passo 2.
5. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra e bicos com água limpa diversas vezes. Limpe
tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento de tanque. Tome todas as
medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de
água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação local.

 INTERVALO DE SEGURANÇA:
 Abacaxi. ........................................140 dias
 Algodão. ........................................120 dias
 Cacau ..............................................60 dias
 Café. ...............................................30 dias
 Cana-de-açúcar. ............................150 dias
 Citros. .............................................60 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após
a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula;
• Não há evidência de fitotoxicidade para a cultura desde que seguidas corretamente as instruções de uso.
• Culturas tratadas com IRADO 800 WG não devem ser usadas para alimentação animal.
• Nas aplicações de pré-emergência o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido
• A tolerância de novas variedades ou novos porta-enxertos no caso de citros deve ser determinada antes de
   se adotar IRADO 800 WG como prática.
• Para rotação de cultura observar o período mínimo de 1 ano após a última aplicação para o plantio das culturas
   para as quais o produto está registrado.
• Não aplicar através de sistemas de irrigação.
• Não se recomenda o plantio de culturas intercalares em áreas tratadas com IRADO 800 WG.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Os EPI’s visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição aos
agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI’s específicos
descritos nas orientações para preparação da calda, durante a aplicação, após a aplicação, no descarte de
embalagens e no atendimento aos primeiros socorros.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
    Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

    INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
    RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
    Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

    INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
    IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
    Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

    INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
    O herbicida IRADO 800 WG apresenta mecanismos de ação de inibidor da fotossíntese no fotossistema II,
    pertencente ao Grupo C2, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de
    Herbicidas). O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
    contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a
    perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas
    daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
    - Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 para o controle do mesmo alvo, quando
    apropriado.
    - Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
    - Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
    - Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o
    manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
    - Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados
    à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação
    à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e
    Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

                      GRUPO                                  C2                              HERBICIDA

    INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
    A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem
    na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas
    infestantes, sendo alguns deles o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a
    rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.

    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

    ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

    PRECAUÇÕES GERAIS:
    − Produto para uso exclusivamente agrícola.
    − O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
    − Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
    − Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
    − Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
    − Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
       boca.
    − Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
       especificação. Siga as recomendações recomendadas pelo fabricante.
    − Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas
       de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado.
    − Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
       e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
    − Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do
       alcance de crianças e de animais.
    − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: EPI:
       macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
       pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro de carvão
       ativado cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
    − Seguir as recomendações do fabricante do equipamento de Proteção Indivdual (EPI) com relação à forma de
       limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

    PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
−     Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas
      passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas
      de borracha; máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção
      lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
                                       ATENÇAO                  1° Pode ser nocivo se inalado



−     Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
      recomendados.
−      Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.

 PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
 − Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
 − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
   entre a última aplicação e a colheita)
 − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que estiver sendo
   aplicado o produto.
 − Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também
   entrem em contato, com a névoa do produto.
−   Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas
   passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável, botas
   de borracha; máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção
   lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

    PRECAUÇOES APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO:
         − Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos
              até o final do período de reentrada.
         − Evite ao máximo possível contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
              produto ates do térmico do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
              recomendados para o uso durante a aplicação.
         − Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo
              após a aplicação.
         − Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
              tempo entre a última aplicação e a colheita)
         − Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
              evitar contaminação.
         − Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
              longe do alcance de crianças e animais.
         − Lave as roupas e Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
              Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis.
         − Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
         − Não reutilizar a embalagem vazia.
         − No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
              hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
              por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado
              cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
         − Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
              touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
         − A manutenção e limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
    PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
    rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

    Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado.
    Não dê nada para beber ou comer.

    Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite a água de
    lavagem entre um olho e outro. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

    Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa contaminada e acessórios contaminados e lave a pele com muita água
    corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

    Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

    A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

                                        - INTOXICAÇÕES POR IRADO 800 WG–
                                              INFORMAÇÕES MÉDICAS
 Grupo químico                                 Uréia
 Classe toxicológica                           CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
                                               DANO AGUDO
 Vias de exposição
                                               Oral, ocular e dérmica.

 Toxicocinética
                                               Absorção: É absorvido tanto pela via gastrintestinal quanto pelo trato
                                               respiratório. Contudo, não se sabe se o diurom também é absorvido
                                               pela pele. Metabolismo: A maior parte dos metabólitos do diurom, que
                                               são excretados pela urina, mantêm a configuração da uréia e resultam
                                               da hidroxilação e dealquilação do diurom. Excreção: É rapidamente
                                               excretado pelo rim, na forma original ou em metabólitos, após breve
                                               armazenamento nos tecidos corporais. Em ratos e cachorros
                                               alimentados com diurom, a excreção dos metabólitos ocorreu tanto
                                               nas fezes quanto na urina.

 Sintomas e sinais clínicos
                                               Mal-estar, fadiga, tontura, tremores, cefaléia, náuseas, vômito, dores
                                               abdominais, taquipnéia. Sinais de lesões hepáticas e renais.

 Mecanismos de Ação
                                               Os herbicidas uréicos são indutores do sistema Citocromo P450, da
                                               UDP-glucoroniltransferase e da Glutation-S-transferrase, importantes
                                               na biotransformação de inúmeros toxicantes. Ainda, o diuron é indutor
                                               do sistema enzimático microssomal epóxido-hidroxilase.

 Diagnóstico
                                               O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
                                               ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão,
                                               confirmado pela presença do composto no material gástrico.

 Tratamento
                                               • Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica.
                                               Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-
                                               50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/Kg em menores de 1 ano,
                                               diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240
                                               ml de água. O carvão ativado pode ser administrado só ou associado
                                               a laxantes como sorbitol ( na dose de 1-2 g/kg de peso corporal por
                                               dose até o max. de 150 g/dose para adulto e 1-1,5 g/Kg de peso
                                               corporal por dose de uma solução a 35% para crianças maiores de 1
                                               ano ), sulfato de sódio ou magnésio ( na dose de 20 a 30 g/dose para
                                               adultos e 250 mg por Kg de peso corporal para crianças), monitorando
                                               equilíbrio hidro-eletrolitico.

                                               • Tratar a metahemoglobinemia, caso os níveis sejam maiores que
                                               30%, ou a cianose, com Azul de Metileno 1 a 2 mg/kg de peso corporal
                                               por dose, intravenosa. Pode ser necessária outra dose 12 horas após.

                                               • Administrar oxigênio. Monitorar função renal e hepática.

                                               • No caso de exposição Ocular - os olhos devem ser lavados com
                                               grande quantidade de água a temperatura ambiente por pelo menos
                                               15 minutos.

 Contra-indicações
                                               A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração
                                               e desenvolvimento de pneumopatia química secundária.

 ATENÇÃO                                       Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o
                                               caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
                                               tratamento.
                                               Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                                               RENACIAT - ANVISA/MS
                                               Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
                                               (SINAN/MS)

                                               Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300


Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
a) ABSORÇÃO: Em animais de laboratório é absorvido através do trato gastrointestinal e pelas vias respiratórias.
b) METABOLISMO: A biotransformação desses compostos (uréicos) ocorre através de processos de N-
desalquilação e hidroxilação no anel aromático, com reações semelhantes àquelas que ocorrem na degradação
dos mesmos no meio ambiente. Assim, por exemplo, na biotransformação do diuron ocorre a N-desalquilação com
formação de 3,4-diclorofenil-uréia com posterior conversão em 3,4-dicloroanilina.
c) EXCREÇÃO: Estudos em animais demonstraram que 50% do diuron ingerido é excretado inalterado na urina,
10% nas fezes.

Efeitos Agudos para Animais de Laboratório:
DL50 oral para ratos: > 5.000 mg/kg
DL 50 dérmica para ratos: > 2.000 g/kg
CL50 inalatória para ratos: > 6,875 mg/L
Irritação dérmica: Não classificada" de acordo com o GHS.
Irritação ocular: Não classificada" de acordo com o GHS.
Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.

Efeitos crônicos para Animais de Laboratório:
Em ratos ocasionou uma leve anemia, amento do tamanho do baço e elevação da atividade eritrogênica na medula
óssea. Em cães foi verificada a perda de peso, eritropenia, atividade eritrogênica na medula óssea, aumento do
peso relativo do fígado, e deposição de pigmentos nas células hepáticas.




DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
• Este produto é




•   Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
•    Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;
•    Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
•   Não utilize equipamento com vazamentos.
•   Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
•    Aplique somente as doses recomendadas.
•    Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
    Evite a contaminação da água.
•   Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
    (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
    público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
    agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
•    Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
    aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
   ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
   Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CROPCHEM LTDA. - telefone de
  Emergência: (51)3342-1300.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC,
  óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó químico, ficando a
  favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

     EMBALAGEM FLEXÍVEL

     -   ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

     -   ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
         O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
         em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
         são guardadas as embalagens cheias.
         Use luvas no manuseio dessa embalagem.
         Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
         transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
         lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

     -   DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
         No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
         pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
         fiscal, emitida no ato da compra.
         Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do
         prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término
         do seu prazo de validade.
         O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
         mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

     -   TRANSPORTE
         As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
         medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
         transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
         lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.

     EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

     -   ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

     -   ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
         O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
         em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
         guardadas as embalagens cheias.

     -   DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
         É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou
         no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

     -   TRANSPORTE
         As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
         medicamentos, rações, animais e pessoas.

     -   DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
         A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
         ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos
         órgãos competentes.
     -   É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
         VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

     -   EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
         DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
         A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
         causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
         pessoas.

     -   PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
         Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso consulte o
         registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
         A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
         de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
         ambiental competente.

     -   TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
         O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
         específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
         determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
         rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (51) 3342-1300
                                

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