Invencis
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Inseticida
Isocicloseram (Isoxazoline) (80 g/L) + clorfenapir (análogo de pirazol) (400 g/L)

Informações

Número de Registro
11726
Marca Comercial
Invencis
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Isocicloseram (Isoxazoline) (80 g/L) + clorfenapir (análogo de pirazol) (400 g/L)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 3 – Produto Moderadamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Anthonomus grandis
Bicudo
Algodão
Frankliniella schultzei
Tripes
Algodão
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Algodão
Polyphagotarsonemus latus
Ácaro-branco; Ácaro-tropical
Algodão
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Algodão
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado
Eucalipto
Costalimaita ferruginea vulgata
Besouro amarelo
Eucalipto
Gonipterus scutellatus
Gorgulho-do-eucalipto
Feijão
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Milho
Dalbulus maidis
Cigarrinha-do-milho
Milho
Dichelops melacanthus
Percevejo-barriga-verde
Milho
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Soja
Caliothrips phaseoli
Tripes; Tripes-do-feijoeiro
Soja
Chrysodeixis includens
Lagarta-falsa-medideira.
Soja
Euschistus heros
Percevejo-marrom
Soja
Helicoverpa armigera
Lagarta-do-algodão
Soja
Rachiplusia nu
Lagarta-falsa-medideira; Lagarta-mede-palmo
Soja
Spodoptera eridania
Lagarta-das-folhas; Lagarta-das-vagens
Soja
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Soja
Tetranychus urticae
Ácaro-rajado

Conteúdo da Bula

                                    INVENCIS® – Produto Formulado
                                                                                      Bula Completa – 04/08/2026




                                                                                            Logomarca do produto

                                                 INVENCIS®
            Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 11726

COMPOSIÇÃO:
4-[(5RS)-5-(3,5-dichloro-4-fluorophenyl)-4,5-dihydro-5-(trifluoromethyl) isoxazol-3-yl]-N-
[(4RS)-2-ethyl-3-oxoisoxazolidin-4-yl]-o-toluamide, containing 80-100% of the (5S,4R)-
isomer.
(ISOCICLOSERAM).......................................................................................80 g/L (8,0% m/v)
4-bromo-2-(4-chlorophenyl)-1-ethoxymethyl-5-(trifluoromethyl)pyrrole-3-carbonitrile
(CLORFENAPIR).........................................................................................400 g/L (40,0% m/v)
Outros Ingredientes......................................................................................719 g/L (71,9% m/v)

              GRUPO                                      30                                 INSETICIDA
              GRUPO                                      13                                 INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: INSETICIDA DE CONTATO E INGESTÃO
GRUPO QUÍMICO: ISOCICLOSERAM (ISOXAZOLINA), CLORFENAPIR (ANÁLOGO DE
PIRAZOL)
TIPO DE FORMULAÇÃO: SUSPENSÃO CONCENTRADA (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691, 11º e 13º
andares, Torre Sigma, Bairro Várzea de Baixo, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Fone: (11) 5643-
2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
CLORFENAPIR TÉCNICO CROPCHEM - Registro MAPA nº 33419
Shandong Weifang Shuangxing Pesticide Co., Ltd. - North of Industrial Street, Binhai
Development Zone, Weifang City Shandong, P.R., China.
Shandong Xinlong Agrochem Co. Ltd. - No. 26 Tianliu Secon, No. 3 Road, Tianliu Town,
Shouguang, Weifang, Shandong, China.
Yongnong Biosciences Co., Ltd. - Nº 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf, Economy and
Technology Development Zone, Shangyu, Zhejiang, China, 312369.

CHLORFENAPYR TÉCNICO - Registro MAPA nº 02197
BASF Corporation - 3150 Highway JJ, Palmyra - 63461 Missouri, EUA.
BASF Agricultural Solutions US LLC - 3150, Highway JJ, Palmyra Missouri, 63461, EUA.
Deccan Fine Chemicals (India) Private Limited - Kesavaram & Rajavaram, Venkatanagaram
Post, Payakaraopeta Mandal, Anakapalli District, Andhra Pradesh, 531 127, Índia .
Jiangsu Baozong & Baoda Pharmaceutical Co., Ltd - Nº 10 Yuejiang Road, Changjiang Town,
Rugao City, Jiangsu Province, 226532, China.
Viakem S.A. de C.V. - Ave. Manuel L. Barragán # 701 Interior T, Col. Tabanchines 66425, San
Nicolás de los Garza, Nueva León, México.




                                                                                                           Página 1 de 24
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                                                                      Bula Completa – 04/08/2026




ISOCYCLOSERAM TÉCNICO - Registro MAPA nº TC02823
Syngenta Limited - P.O. Box A38 - Leeds Road, Huddersfield, West Yorkshire HD2 1FF, Reino
Unido.
Syngenta Crop Protection AG - Rue de I`lle-au-Bois, CH-1870 Monthey, Suíça.
Syngenta Crop Protection AG - Breitenloh 5 – CH 4333, Münchwilen, Suíça.
Deccan Fine Chemical (India) Private Ltd. - Kesavaram & Rajavaram, Venkatanagaram Post,
Payakaraopeta Mandal, Anakapalli District, Andhra Pradesh, 531 127, Índia

FORMULADOR:
Adama Brasil S/A - Rua Pedro Antonio de Souza, 400, Pq. Rui Barbosa, Londrina/PR, CEP:
86031-610 - CNPJ: 02.290.510/0001-76, Cadastro no ADAPAR/PR sob nº 003263.
Adama Brasil S/A - Avenida Júlio de Castilhos, 2085, Taquari/RS, CEP: 95860-000 - CNPJ:
02.290.510/0004-19, Cadastro no SEAPA/RS sob nº 1047/99.
Ouro Fino Química S.A. - Avenida Filomena Cartafina, 22335, Q.14, L 5, Distrito Industrial III,
CEP: 38044-750, Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07, Cadastro no IMA/MG sob nº 8.764.
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 -
Uberaba/ MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 – Cadastro no IMA/MG sob n° 2.972.
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia Professor Zeferino Vaz, SP 332, s/nº, km 127,5,
Bairro Santa Terezinha, CEP: 13148-915, Paulínia/SP - CNPJ: 60.744.463/0010-80, Cadastro
na SAA/CDA/SP sob nº 453.
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro: Cruz Alta, CEP:
13348-790, Indaiatuba/SP - CNPJ: 60.744.463/0096-50, Cadastro da empresa no Estado (CDA)
nº 4476.
Syngenta S.A. - Carretera Via Mamonal km 6, Cartagena, Colômbia.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos. Químicos Ltda. - Avenida Roberto
Simonsen, 1459, Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81, Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº
477.

  O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta.

                    Nº do Lote ou da Partida
                    Data de Fabricação              VIDE EMBALAGEM
                    Data de Vencimento

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
                      CONSERVE-OS EM SEU PODER.
     É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                              PROTEJA-SE.
            É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                         AGITE ANTES DE USAR

   Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme
                 previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

    CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 3 - PRODUTO MODERADAMENTE
                                 TÓXICO
   CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II –
                PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da Faixa: Amarelo PMS Yellow C




                                                                                      Página 2 de 24
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                                                                                      Bula Completa – 04/08/2026




   INSTRUÇÕES DE USO:

                  PRAGAS                             NÚMERO
CULTURA                                             MÁXIMO DE VOLUMES DE
              NOME COMUM              DOSES                              ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
   S                                                APLICAÇÕE   CALDA
            (NOME CIENTÍFICO)
                                                        S
                                                                         Ácaros: Monitorar constantemente a praga na
                Ácaro-rajado                                             cultura. Realizar pulverização foliar quando
            (Tetranychus urticae)                                        forem constatadas as primeiras infestações
                                                                         na área.
                   Bicudo
                (Anthonomus                                                      Bicudo:        Recomenda-se           monitorar
                  grandis)                                                       constantemente a praga na cultura e iniciar as
                                                                                 aplicações foliares no início da infestação dos
            Lagarta-helicoverpa                                   Pulverização   adultos na área ou conforme nível de dano na
                                     400 a 450
               (Helicoverpa                                        terrestre:    cultura. É recomendado fazer bateria
                                       mL/ha
                 armigera)                                         100 a 200     sequencial de 3 aplicações com intervalo de
                                                                      L/ha       5 dias.
               Lagarta-militar
                (Spodoptera
                                                          3       Pulverização   Lagartas:     Realizar   o    monitoramento
                 frugiperda)
                                                     aplicações      aérea:      constante e realizar pulverização foliar no
                   Tripes                                         Mín. 20 L/ha   início da infestação da praga com lagartas
                (Frankliniella                                                   pequenas de 1º e 2º instares.
                  schultzei)                                      Pulverização
ALGODÃO                                                            aérea BV:     Tripes: Monitorar constantemente o tripes na
                                                                     3 L/ha      cultura. Realizar pulverização foliar quando
                                                                                 forem constatados os primeiros indivíduos na
                                                                                 área.
               Ácaro-branco
                                     400 a 450
            (Polyphagotarsonemu                                                  Reaplicar se necessário, de acordo com a
                                       mL/ha
                   s latus)                                                      reinfestação da área, não excedendo o
                                                                                 número máximo de aplicações.

                                                                                 INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 dias.
            Devido ao risco para abelhas:

            - NÃO APLICAR NO PERÍODO DE FLORAÇÃO.

            As aplicações podem ocorrer nos seguintes períodos:
            - Entre BBCH 00 e BBCH 19 (período de germinação até o desenvolvimento foliar no caule principal, antes da
            formação de brotos laterais); ou
            - 1ª aplicação no BBCH 71 (início de desenvolvimento dos frutos e sementes, após o final do período de floração).

             Besouro-amarelo                                                     Besouro     e    Gorgulho:   Recomenda-se
               (Costalimaita                                                     monitorar constantemente as pragas na
                ferruginea)                                       Pulverização   cultura. Realizar a aplicação foliar quando
                                                                   terrestre:    forem observados os primeiros sintomas de
                                                                   100 a 200     ataque ou no aparecimento dos primeiros
                                                          2           L/ha       indivíduos na área.
                                     300 mL/ha
               Gorgulho-do-                          aplicações
                 eucalipto                                        Pulverização   Reaplicar se necessário, de acordo com a
                (Gonipterus                                          aérea:      reinfestação da área, não excedendo o
EUCALIPTO       scutellatus)                                      Mín. 20 L/ha   número máximo de aplicações.

                                                                                 INTERVALO DE APLICAÇÃO: 14 dias.

            Devido ao risco para abelhas:

            - NÃO APLICAR NO PERÍODO DE FLORAÇÃO.

            - Respeitar o intervalo mínimo de 3 dias entre a aplicação e o início da floração; ou
            - Aplicar após o término da floração.




                                                                                                           Página 3 de 24
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                                                                                Bula Completa – 04/08/2026




                PRAGAS                       NÚMERO
CULTURA                                     MÁXIMO DE VOLUMES DE
            NOME COMUM             DOSES                             ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
   S                                        APLICAÇÕE     CALDA
          (NOME CIENTÍFICO)
                                                  S
                                                                     Lagartas:     Realizar     o    monitoramento
           Lagarta-das-folhas                                        constante e realizar pulverização foliar no
          (Spodoptera eridania)                                      início da infestação da praga com lagartas
                                                                     pequenas de 1º e 2º instares.
                                                        Pulverização
             Lagarta-falsa-                              terrestre:  Vaquinha:       Recomenda-se          monitorar
               medideira                                 100 a 200   constantemente a ocorrência da praga na
             (Chrysodeixis        400 a 500       3         L/ha     cultura. Realizar a aplicação foliar no início da
               includens)           mL/ha    aplicações              infestação na área ou conforme nível de dano
                                                        Pulverização na cultura.
FEIJÃO                                                     aérea:
            Vaquinha-verde-                             Mín. 20 L/ha Reaplicar se necessário, de acordo com a
                amarela                                              reinfestação da área, não excedendo o
          (Diabrotica speciosa)                                      número máximo de aplicações.

                                                                           INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 dias.
          Devido ao risco para abelhas:

          - NÃO APLICAR NO PERÍODO DE FLORAÇÃO.

          - Aplicar somente após a floração (BBCH 71): período de desenvolvimento das vagens/sementes.

                                                                           Cigarrinha: Realizar o monitoramento
          Cigarrinha-do-milho                                              constante e iniciar as aplicações foliares
            (Dalbulus maidis)                                              quando for observado o início da infestação
                                                                           da cigarrinha na área.

                                                                           Lagarta: Fazer amostragem e realizar
          Lagarta-do-cartucho                                              pulverização foliar no início da infestação,
              (Spodoptera                                   Pulverização   com lagartas pequenas de 1º e 2º instares ou
               frugiperda)                                   terrestre:    quando observadas até 10% de plantas com
                                                             100 a 200     sintomas de raspagens nas folhas.
                                  400 a 450        2            L/ha
                                    mL/ha     aplicações                   Percevejo: Realizar pulverização foliar no
                                                            Pulverização   início do desenvolvimento da cultura (até 2
                                                               aérea:      dias após a emergência das plantas de milho)
 MILHO
                                                            Mín. 20 L/ha   e reaplicar com intervalo de 5 dias após a
           Percevejo-barriga-                                              primeira aplicação.
                 verde
               (Dichelops                                                  Reaplicar se necessário, de acordo com a
             melacanthus)                                                  reinfestação da área, não excedendo o
                                                                           número máximo de aplicações.

                                                                           INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 dias.

          Devido ao risco para abelhas:

          - NÃO APLICAR NO PERÍODO DE FLORAÇÃO.

          - Realizar a 1ª aplicação no BBCH 16 (período de desenvolvimento vegetativo).

            Lagartas-falsa-                                                Lagartas: Monitorar constante a cultura e
                                                            Pulverização
              medideira                                                    realizar pulverização foliar no início da
                                                             terrestre:
             (Chrysodeixis                                                 infestação da praga com lagartas pequenas
                                                             100 a 200
               includens,                                                  de 1º e 2º instares.
                                  400 a 500        3            L/ha
 SOJA               e
                                    mL/ha     aplicações
            Rachiplusia nu)                                                Ácaro e Tripes: Monitorar constantemente a
                                                            Pulverização
                                                                           praga na cultura. Realizar pulverização foliar
                                                               aérea:
                                                                           quando forem constatados os primeiros
             Lagarta-militar                                Mín. 20 L/ha
                                                                           indivíduos na área.




                                                                                                    Página 4 de 24
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                                                                                Bula Completa – 04/08/2026




                PRAGAS                        NÚMERO
CULTURA                                      MÁXIMO DE VOLUMES DE
            NOME COMUM             DOSES                          ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
   S                                         APLICAÇÕE   CALDA
          (NOME CIENTÍFICO)
                                                 S
              (Spodoptera
               frugiperda)                                                 Percevejo: Monitorar constantemente a
                                                                           lavoura através de panos de batida e realizar
           Lagarta-das-folhas                                              aplicação foliar no início da infestação.
          (Spodoptera eridania)
                                                                           Reaplicar se necessário de acordo com a
          Lagarta-helicoverpa                                              reinfestação da área, não excedendo o
             (Helicoverpa                                                  número máximo de aplicações.
               armigera)
                                                                           INTERVALO DE APLICAÇÃO: 5 dias.
              Ácaro-rajado
          (Tetranychus urticae)

                  Tripes
          (Caliothrips phaseoli)

           Percevejo-marrom
           (Euschistus heros)

          Devido ao risco para abelhas:

          - NÃO APLICAR NO PERÍODO DE FLORAÇÃO.

          - Aplicar somente após a floração (BBCH 70-79): período de desenvolvimento das vagens/sementes.

          Devido ao risco para organismos aquáticos:

          - Devem ser adotadas práticas de manejo e conservação do solo e práticas agronômicas de plantio direto quando
          houver a possibilidade de o produto ser carreado por escorrimento superficial a um corpo hídrico adjacente ao
          campo.
          - Não aplique se houver previsão de chuvas fortes que possam causar escoamento superficial nos próximos 3
          dias.

  Para todas as culturas acima, a menor dose deve ser recomendada no início da infestação
  ou aparecimento dos primeiros sintomas na área, e a maior dose recomendada em áreas
  com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque.

  MODO DE APLICAÇÃO:

  Preparo da calda:

  Antes do preparo de calda é necessário atenção às condições dos equipamentos: certifique-se
  que tanque, mangueiras, filtros e pontas estejam limpos e adequados para aplicação. Essa
  verificação garante eficiência para aplicação e pode evitar acidentes com exposição indevida ao
  produto.

  O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua
  capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o
  produto e complementar o produto com água. A agitação deverá ser constante durante a
  preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para
  completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça
  algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a
  aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.




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                                                                   Bula Completa – 04/08/2026




Pulverização terrestre:
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo
e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado ou tratorizado com barra ou
autopropelido, providos de pontas que produzam classe de gota média a grossa (ISO/ASABE),
com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma
vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas.
Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do
terreno. Ajustar a pressão de trabalho em função do volume de calda e da classe de gotas
desejada.

Utilize tecnologia de aplicação que proporcione boa cobertura dos alvos. Consulte um
Engenheiro Agrônomo. Excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura na barra
deve ser evitados para garantia de uma pulverização adequada.

Aplicação por Sistema de irrigação por Aspersão (Convencional, Pivô Central ou Micro-
aspersão): Utilizar equipamentos de irrigação ajustados de modo a possibilitar cobertura
uniforme do produto. Importante utilizar sistemas de injeção completos e adequadamente
calibrados. Verificar as características da área a ser tratada, quantidade de produto necessária
e a taxa de injeção. Seguir as instruções do fabricante do sistema de irrigação para a melhor
utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta regulagem do equipamento.

Pulverização aérea:
Para as culturas indicadas na tabela de recomendação, INVENCIS® pode ser aplicado através
de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos ou atomizadores rotativos
apropriados que produzam classe de gotas média a grossa (ISO/ASABE). Em testes realizados
o tamanho de gota indicado garante a maior eficiência para o manejo agronômico, com cobertura
apropriada e redução dos riscos de deriva.

O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de
desgaste e vazamentos. A altura de voo deve ser dimensionada de acordo com as características
da aeronave, desde que garantida a faixa de aplicação efetiva e a segurança operacional. Os
ajustes da faixa de deposição devem garantir distribuição uniforme, conforme desempenho dos
elementos geradores de gotas.

Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.

Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e
regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem
os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos
a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.

- Aérea Convencional: Utilizar bicos que produzam gotas médias de 300-400 μm e utilizar
volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha, de acordo com a configuração da aeronave.

- Aérea BV (Baixo Volume): Utilizar bicos que produzam gotas finas a médias de 250-400 μm
e utilizar volume ou taxa de aplicação de 3,0 L/ha, de acordo com a configuração da aeronave.

Pulverização via drones agrícolas:
Para todas as culturas acima mencionadas o produto INVENCIS® pode ser aplicado através de
drones agrícolas, devendo ser adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas ou
atomizadores rotativos, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados
e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. O




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                                                                    Bula Completa – 04/08/2026




equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de
desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC.

A altura de voo deve ser a menor possível, desde que garanta segurança e uniformidade da faixa
de aplicação. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo,
porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de
deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso
de gotas na classe média a grossa (ISO/ASABE).

Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação
previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação
civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura (MAPA).

Para todos os tipos de aplicação, recomenda-se utilizar técnicas de redução de deriva,
tais como:
• Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura
   da pulverização, adequadas ao equipamento em uso);
• Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
• Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com
   a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
• Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.

Condições meteorológicas recomendadas para a aplicação (médias durante os tiros de
aplicação):
• Temperatura do ar: abaixo de 30°C;
• Umidade relativa do ar: acima de 55%;
• Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h;
• Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.

IMPORTANTE: a critério do Engenheiro Agrônomo, os limites podem ser flexibilizados mediante
uso de tecnologia adequada.

Velocidade do vento e umidade relativa do ar deverão ser constantemente monitoradas,
considerando a temperatura. O excesso ou a ausência de vento potencializam o potencial de
deriva; na ausência de vento ocorre a inversão térmica ou corrente convectiva.

FAIXA DE PROTEÇÃO PARA ABELHAS (zona tampão obrigatória)
Distâncias de segurança entre a área de aplicação e áreas de vegetação natural ou com plantas
em florescimento:

                   Dose máxima Recomendação              Aplicação         Aplicação
   Cultura         de aplicação da classe de             terrestre           aérea
                     (mL/ha)       gotas                  (metros)         (metros)
 Feijão e soja         500                                   4                49
                                 Gota média a
Algodão e Milho        450                                   4                43
                                    grossa
   Eucalipto           300                                   3                25

Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador do produto. Os
equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela
aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da
deriva, ou seja, tamanho de gota e a interação do equipamento de pulverização com as




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                                                              Bula Completa – 04/08/2026




condições meteorológicas no momento da aplicação (velocidade do vento, umidade,
temperatura e ocorrência de inversão térmica, correntes convectivas ou chuvas/orvalho).




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                                                                     Bula Completa – 04/08/2026




INTERVALO DE SEGURANÇA PARA CADA CULTURA (DIAS):

            Cultura                          Dias
            Algodão                          21
            Eucalipto                    UNA (1)
             Feijão                          14
             Milho                           45
             Soja                            30
(1):   Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
PROIBIDA A ENTRADA EM ÁREA TRATADA ANTES DA SECAGEM COMPLETA DA
CALDA. O descumprimento dessa medida de segurança expõe o trabalhador a riscos
desconhecidos.

                  CULTURA                           INTERVALO DE REENTRADA
  Algodão, Eucalipto, Feijão, Milho e Soja                 24 horas (1)

  Após o intervalo de reentrada, o trabalhador deve utilizar vestimenta simples de trabalho (calça
(1)

e camisa de mangas compridas, meias e sapatos) para reentrar na área.

Caso seja necessária a reentrada antes do intervalo estabelecido, utilize os seguintes EPIs
(Equipamentos de Proteção Individual): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
e calças compridas, botas de borracha, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico
classe P2 ou PFF2, viseira facial, touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.

LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da
ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de
usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com
este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não
terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.

Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de
Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique
este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação
terrestre e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas
Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive
e o plantio direto.

Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.

Fitotoxicidade paras as culturas indicadas:
O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições recomendadas.




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                                                                  Bula Completa – 04/08/2026




INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

RECOMENDAÇÕES DE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:

          GRUPO                            30                          INSETICIDA
          GRUPO                            13                          INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
resistência.

O inseticida INVENCIS® pertence aos grupos 30 (Moduladores alostéricos de canais de cloro
mediados pelo GABA) e 13 (Desacopladores da fosforilação oxidativa via disrupção do gradiente
de próton) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto dos mesmos grupos pode
aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.

Para manter a eficácia e longevidade do INVENCIS® como uma ferramenta útil de manejo de
pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou
reverter a evolução da resistência:

Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismos de ação distintos dos grupos 30 (Moduladores
  alostéricos de canais de cloro mediados pelo GABA) e 13 (Desacopladores da fosforilação
  oxidativa via disrupção do gradiente de próton). Sempre rotacionar com produtos de
  mecanismos de ação efetivos para a praga alvo;
• Usar INVENCIS® ou outro produto dos mesmos grupos químicos somente dentro de um
  “intervalo de aplicação” (janela) de cerca de 30 dias;
• Aplicações sucessivas de INVENCIS® podem ser feitas desde que o período residual total do
  “intervalo de aplicação” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No
  caso específico do INVENCIS® o período total de exposição (número de dias) a inseticidas
  dos grupos químicos 30 (Moduladores alostéricos de canais de cloro mediados pelo GABA) e
  13 (Desacopladores da fosforilação oxidativa via disrupção do gradiente de próton) não deve




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                                                                      Bula Completa – 04/08/2026




    exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na
    bula;
•   Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização de INVENCIS® ou outros produtos dos
    grupos 30 (Moduladores alostéricos de canais de cloro mediados pelo GABA) e 13
    (Desacopladores da fosforilação oxidativa via disrupção do gradiente de próton) quando for
    necessário;
•   Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das
    pragas a serem controladas;
•   Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
    rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que
    disponível e apropriado;
•   Utilizar as recomendações da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
•   Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
    regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
•   Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
    encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e
    Pecuária (www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios
e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes,
rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, controle
biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.




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                                                                 Bula Completa – 04/08/2026




                DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

   ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
  pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
  válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
  vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
  pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
  profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
  primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
  longe do alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
  ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de
  borracha, avental impermeável, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico
  classe P2 ou PFF2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de
  proteção para produtos químicos.
• .
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
  relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente
  com mangas e calças compridas, botas de borracha, avental impermeável, equipamento de
  proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2, óculos de segurança com
  proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos..
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
  Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
  responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da
  adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
  (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em
  que estiver sendo aplicado o produto.




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                                                                    Bula Completa – 04/08/2026




• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
  respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
  pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): Macacão com tratamento hidrorrepelente
  com mangas e calças compridas, botas de borracha, avental impermeável, equipamento de
  proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2, óculos de segurança com
  proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos..
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
  aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
  os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
  com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de
  Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
  tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
  (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
  vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
  local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
  da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
  aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Macacão com
  tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, avental
  impermeável, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2,
  óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção para produtos
  químicos..
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
  seguinte ordem: touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral, avental impermeável,
  botas de borracha, macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças
  compridas, luvas de proteção para produtos químicos e equipamento de proteção respiratória
  com filtro mecânico classe P2 ou PFF2.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
  protegida.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
  aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.




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                                                                    Bula Completa – 04/08/2026




                                    Pode ser nocivo se ingerido
                                    Pode ser nocivo em contato com a pele
                                    Tóxico se inalado
                                    Provoca danos à glândula adrenal por exposição
                                    repetida ou prolongada
                        PERIGO      Provoca danos ao fígado por exposição repetida ou
                                    prolongada
                                    Provoca danos ao baço, ao timo e aos linfonodos por
                                    exposição repetida ou prolongada
                                    Pode prejudicar a fertilidade na gametogênese




PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis
etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15
minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.

                               INTOXICAÇÕES POR INVENCIS®
                                  INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico      ISOCICLOSERAM (ISOXAZOLINA)
                   CLORFENAPIR (ANÁLOGO DE PIRAZOL)
Classe
                   Categoria 3: Produto Moderadamente Tóxico
toxicológica
Vias de
                   Oral, inalatória, ocular e dérmica.
exposição
Toxicocinética     Isocicloseram: Após administração oral em doses baixas (1 mg/kg p.c.) e altas
                   (100 mg/kg p.c.), Isocicloseram foi rapidamente absorvido, atingindo picos
                   plasmáticos e teciduais em 6 a 8 horas. A substância foi, praticamente,
                   completamente absorvida em dose baixa (96-100%) e em dose alta a estimativa
                   de absorção foi de 88%. Isocicloseram foi amplamente distribuído para os
                   tecidos, com as concentrações médias mais altas encontradas no fígado e nos
                   rins. A excreção da substância se deu dentro de 72 horas, sendo 82-91% da
                   dose excretada pela via biliar nas fezes e uma menor parcela por via urinária.
                   Os resíduos na carcaça e tecidos representaram 11 e 12% da dose após 168
                   horas e diminuíram para 7,1 e 8,8% após 192 horas. O Isocicloseram inalterado




                                                                                   Página 14 de 24
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                                                                  Bula Completa – 04/08/2026




                  foi um componente secundário na excreta, representando menos de 3,5% da
                  dose. Os principais metabólitos circulantes foram SYN549436 (até 80% da
                  dose) e sua forma de glicuronídeo (10% na bile). Outro metabólito acima de 5%
                  na bile foi o SYN549543 (6,0-11,0% da dose), enquanto o SYN549432-
                  glicuronídeo foi abaixo de 5,4% da dose.

                  Clorfenapir: A absorção, distribuição, metabolismo e excreção (ADME) foram
                  investigados após administração oral em ratos. As concentrações de
                  radioatividade no sangue, carcaça e gordura foram maiores nas fêmeas do que
                  nos machos, indicando diferenças relacionadas ao sexo. A principal via de
                  eliminação do clorfenapir foi a excreção fecal do composto original inalterado
                  (80%). As principais vias de metabolização foram N-desalquilação,
                  desalogenação, hidroxilação e conjugação, mas não com sulfato ou
                  glicuronídeo. Não há clivagem da ligação entre os anéis pirrol e fenil do
                  clorfenapir durante sua biotransformação. Os metabólitos são excretados
                  principalmente na urina, com acúmulo mínimo nos tecidos.
Toxicodinâmica    Isocicloseram: Isocicloseram pertence ao grupo químico das isoxazolina, uma
                  nova classe de inseticidas que são potentes inibidores dos canais de cloro
                  regulados por GABA (GABACl). Eles atuam bloqueando alostericamente o
                  canal de cloro regulado por GABA, causando hiperexcitação e convulsões. Os
                  canais de cloro mediados por GABA (GABACl) são onipresentemente
                  expressos no sistema nervoso central (SNC) dos vertebrados, portanto não é
                  possível excluir que o modo de ação do Isocicloseram seja conservado para
                  humanos.
                  Clorfenapir: Pró-inseticida cuja atividade biológica depende de sua ativação a
                  outro produto químico. Atua, após ativação metabólica, como desacoplador da
                  fosforilação oxidativa nas mitocôndrias, resultando em interrupção da produção
                  de ATP e perda de energia levando à disfunção celular e subsequente morte
                  do inseto. Sendo esse complexo um componente universal das mitocôndrias
                  de organismos vivos, não é possível excluir que o seu modo de ação não seja
                  relevante para humanos.
Sintomas e        Isocicloseram: Não há na literatura dados de intoxicação por isocicloseram em
sinais clínicos   humanos.
                  Clorfenapir: Os sinais e sintomas de toxicidade do clorfenapir em humanos
                  não são bem conhecidos. Mas algumas referências publicadas na literatura
                  retratam náuseas, vômitos, febre, rabdomiólise e neurotoxicidade após
                  ingestão indevida do produto. Não foram reportados casos de intoxicação
                  ocupacional durante fabricação do produto de acordo com o JMPR (2012).
                  As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com
                  animais de experimentação tratados com a formulação INVENCIS®:
                  Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral em ratos, na dose de
                  2000 mg/kg pc, foram observados postura prostrada e curvada e diminuição da
                  atividade. Todos os animais estavam livres de sintomas até o dia 4 de estudo.
                  Não houve mortalidade.
                  Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade aguda inalatória em ratos, testes
                  preliminares indicaram a concentração-alvo de 0,50 mg/L como a mais adequada
                  para o teste principal devido à observação de mortalidade em machos e fêmeas
                  em concentração mais altas. Na dose alcançada no teste principal (0,52 mg/L),




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                                                               Bula Completa – 04/08/2026




              foi observado aumento da frequência respiratória, respiração difícil, prostração,
              pelos molhados, coloração vermelha e branca do pelo do crânio e diminuição da
              atividade. Todos os machos estavam livres de sintomas até o dia 5 e as fêmeas
              até o dia 2 de estudo. Houve duas mortalidades entre cinco machos testados
              com a dose de 0,52 mg/L; nenhuma fêmea morreu nessa dose.
              Exposição cutânea: De acordo com os dados extrapolados a partir do estudo
              agudo oral, é improvável que o produto cause toxicidade sistêmica quando em
              contato com a pele. Em estudo de irritação dérmica realizado in vitro e cálculo
              de aditividade concluiu-se que a substância teste não é irritante para a pele.
              Em ensaio realizado em camundongos, o produto não é sensibilizante dérmico.
              Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular realizado in vitro e cálculo de
              aditividade, concluiu-se que a substância teste não é irritante para os olhos.
              Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
Diagnóstico   O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao
              produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando
              sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente
              imediatamente.




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                                                             Bula Completa – 04/08/2026




Tratamento   Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o
             quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser
             dada ao suporte respiratório.

             Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
             frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal).
             Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória,
             hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.

             Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a
             absorção e os efeitos locais.
             Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
             proceder com:
             - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças
             de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção
             de 30g de carvão ativado para 240 ml de água. É mais efetivo quando
             administrado dentro de uma hora após a ingestão.
             - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande
             quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos
             casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias
             aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico
             (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com
             cuff.
             ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto,
             podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o
             paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral
             para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou
             dificuldade de deglutição.
             Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado,
             fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a
             ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e
             ventilação mecânica.
             Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
             descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e
             cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local
             ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para
             tratamento.
             Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com
             solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato
             com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia
             persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico.

             Antídoto: Não há antídoto específico.

             Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
             respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um
             equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
             procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
             durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO,
             como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se
             contaminar com o agente tóxico.




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                                                                    Bula Completa – 04/08/2026




Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração
                 e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça
                 abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
                 para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das      Não foram relatados efeitos de interações químicas entre o isocicloseram e
interações       clorfenapir e medicamentos utilizados em possíveis casos de intoxicação em
químicas         humanos.
ATENÇÃO           Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
                          tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001.
                       Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                                             (RENACIAT/ANVISA/MS)
                   As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
                                       Agravos de Notificação Compulsória.
                      Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
                                                    (SINAN/MS).
                      Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
                         Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas)
                            Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br
                       Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:
Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:

Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: > 0,52 mg/L.
Corrosão/Irritação cutânea: não irritante.
Corrosão/Irritação ocular: não irritante.
Sensibilização cutânea em camundongos (LLNA): não deve ser considerado sensibilizante
dérmico.
Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as vias
respiratórias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico nos testes in vitro de mutação genética
bacteriana e ensaio in vitro de micronúcleo em linfócitos humanos.

Efeitos crônicos:
Isocicloseram: Achados histopatológicos relacionados ao isocicloseram nos testículos de ratos
(degeneração tubular testicular, detritos celulares e redução de espermatozoides no epidídimo)
foram observados nos estudos de toxicidade subcrônica, crônica e reprodutiva. No estudo de
toxicidade para reprodução de uma geração houve redução na contagem de espermátides
resistentes à homogeneização relacionada ao tratamento apenas na maior dose. Os efeitos não
progrediram em severidade ao longo do tempo. Morfologia e motilidade espermática não foram
afetados nos estudos de uma e duas gerações, bem como não houve efeito do tratamento no peso
dos órgãos sexuais acessórios. Também não houve efeito funcional na reprodução ou maturação
sexual, indicando que é improvável que a toxicidade testicular seja mediada por alteração do
sistema endócrino. Não foram observados efeitos testiculares em outra espécie que não o rato e
em todos os estudos realizados houve NOAEL claro. A glândula adrenal foi órgão-alvo nos estudos
de toxicidade de 28 e 90 dias pela dieta em ratos e camundongos e em ratos machos da geração



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                                                                   Bula Completa – 04/08/2026




parental no estudo de duas gerações (aumento do peso do órgão e/ou vacuolização da zona
fasciculada). Uma vez que não há efeitos em parâmetros sensíveis aos hormônios esteroidais nos
animais tratados, essas lesões não são indicativos de desregulação endócrina. Não foram
detectados efeitos no desenvolvimento relacionados ao tratamento em ratos e coelhos nos estudos
do desenvolvimento pré-natal. Nos estudos de toxicidade crônica/carcinogenicidade em ratos e
camundongos, não houve achados neoplásicos relacionados ao isocicloseram. Vacuolização no
fígado foi observada em ratos machos e fêmeas; no entanto, na ausência de alteração nas enzimas
hepáticas, peso corpóreo ou outra alteração histopatológica, não foi considerado efeito adverso.
Essa vacuolização também foi observada em machos no estudo de uma e duas gerações, estando,
no estudo de duas gerações, acompanhada de aumento do peso do órgão. No estudo de
toxicidade crônica em camundongos, observou-se aumento das células plasmáticas no sistema
hemolinforeticular, aumento da incidência de plasmocitose/infiltração de células plasmáticas
principalmente nos linfonodos, baço e timo, bem como proeminência da arquitetura lobular no
fígado. As lesões no fígado, linfonodos, timo ou baço não são consideradas pré-neoplásicas e
foram estabelecidas doses seguras para todos os achados observados. O isocicloseram não foi
considerado mutagênico em estudos de mutagenicidade in vivo e in vitro.

Clorfenapir: Perda de peso corpóreo, ingestão reduzida de ração e água e alterações hepáticas
(hipertrofia hepatocelular) foram os principais efeitos relevantes após administração crônica de
clorfenapir a ratos e camundongos. Não houve evidência de potencial teratogênico ou toxicidade
para a reprodução em ratos e coelhos. Em ambas as espécies foi observada toxicidade materna
caracterizada por redução do ganho de peso corpóreo e redução do consumo alimentar. O
clorfenapir não foi considerado carcinogênico para seres humanos, além de não apresentar
potencial genotóxico pelos ensaios de genotoxicidade in vivo e in vitro. Em estudo de
neurotoxicidade aguda, não foram observados efeitos neurotóxicos até na maior dose testada. Em
um estudo de neurotoxicidade de 1 ano em ratos, foi possível observar mielinopatia vacuolar,
vacuolização e/ou inchaço da bainha de mielina do cérebro e medula espinhal em machos apenas
na dose intermediária. Não houve alteração na atividade motora ou outra atividade
comportamental. Os efeitos observados foram reversíveis em 16 semanas. Um estudo de
neurotoxicidade do desenvolvimento em ratos mostrou incidência aumentada de vacuolização
multifocal (gravidade mínima a moderada) da substância branca do cérebro no dia 22 pós-natal.
Este efeito foi reversível após o final do tratamento, uma vez que não foram observados efeitos
adversos no comportamento ou na neuropatologia dos ratos no 60º dia pós-natal. Para todos os
achados foram estabelecidas doses seguras.




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                                                                  Bula Completa – 04/08/2026




                DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
   AO MEIO AMBIENTE
• Este produto é:
      - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).

      - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).

      - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).

      - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas, microcrustáceos,
  peixes).
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
  (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
  público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
  agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às
  atividades aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
  d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
  solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

1.1 INSTRUÇÕES DE MITIGAÇÃO PARA:

• Polinizadores
   • Não aplique em época de floração, nem antes do florescimento.
   • Utilizar classe de gotas média a grossa durante a aplicação.
   • Informar aos apicultores próximos antes de aplicar este produto.
   • Reduzir deriva para que não atinja áreas de vegetação natural e culturas agrícolas
      vizinhas em fase de florescimento.




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                                                                         Bula Completa – 04/08/2026




                        RESTRIÇÕES QUANTO À PROTEÇÃO AOS POLINIZADORES
         ESTE PRODUTO POSSUI RESTRIÇÃO DE APLICAÇÃO EM VIRTUDE DO RISCO PARA
                              ABELHAS E OUTROS INSETOS POLINIZADORES.
          SIGA AS INSTRUÇÕES DE APLICAÇÃO E RECOMENDAÇÕES PARA PROTEÇÃO DE
                                                POLINIZADORES.
    As abelhas e outros insetos polinizadores forrageiam as plantas no período de floração, polinização e
                    produção do néctar, podendo ser expostos a este inseticida através de:
                          - contato direto com o produto durante as aplicações foliares;
     - contato com resíduos do produto na superfície das plantas após a aplicação foliar e/ou aplicação
                                          em solo, quando recomendado;
     - ingestão de resíduos em néctar e pólen resultante das aplicações foliares e/ou aplicação em solo
                               e/ou tratamento de semente, quando recomendado.
           Ao utilizar este produto, tomar medidas para minimizar a exposição de abelhas e outros
    polinizadores quando estiverem forrageando no entorno. Minimizar a deriva para áreas com colmeias
                            ou habitat dos polinizadores para evitar potenciais danos.

   •   O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a
       penalidades cabíveis e sem prejuízo de outras responsabilidades.


2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
   PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
   rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas
   ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
   Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE
   CULTIVOS LTDA.
• Telefone da empresa: 0800 704 4304.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
   borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
   drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir:
       − Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
          o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O
          produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo
          telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
       − Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
          recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado.
          Contate a empresa registrante conforme indicado.




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      − Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
        animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
        visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
        características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ
  QUÍMICO, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
   DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
   PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

  LAVAGEM DA EMBALAGEM:
  Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
  Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

  Tríplice lavagem (lavagem manual):
  Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente
  após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
  • Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-
     a na posição vertical durante 30 segundos;
  • Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
  • Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
  • Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
  • Faça essa operação três vezes;
  • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

  Lavagem sob pressão:
  Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
  seguintes procedimentos:
  • Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
  • Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
  • Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
  • A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
  • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

  Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
  procedimentos:
  • Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
    invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
    segundos;
  • Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
    pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
    segundos;
  • Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
  • Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.




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                                                                 Bula Completa – 04/08/2026




  ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
  • Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
    armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
    embalagens não lavadas.
  • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
    efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
    próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

  DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
  • No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
    com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
    indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
  • Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
    seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
    término do prazo de validade.
  • O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
    mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

  TRANSPORTE
  • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
    medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
  ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

  ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
  • O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
    efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
    próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

  DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
  • É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
    adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
    comercial.

  TRANSPORTE
  • As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
    medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode
  ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
  competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
  VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
  DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
  causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
  pessoas.




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                                                                Bula Completa – 04/08/2026




PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
  registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
  operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
  ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
   específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de
   pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
   FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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