Intrisic
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Herbicida
clorimurom-etílico (sulfoniluréia) (103 g/kg) + flumioxazina (ciclohexenodicarboximida) (300 g/kg)

Informações

Número de Registro
02422
Marca Comercial
Intrisic
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
clorimurom-etílico (sulfoniluréia) (103 g/kg) + flumioxazina (ciclohexenodicarboximida) (300 g/kg)
Titular de Registro
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Não Classificado - Produto Não Classificado
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Soja
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Soja
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Soja
Amaranthus palmeri
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Soja
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Soja
Tridax procumbens
erva-de-touro

Conteúdo da Bula

                                    <logotipo da empresa registrante>

                                                          INTRISIC
                                                    <Logomarca do produto>
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob no 2422
COMPOSIÇÃO:
N-(7-fluoro-3,4-dihydro-3-oxo-4-prop-2-ynyl-2H-1,4-benzoxazin-6-yl)cyclohex-1-ene-1,2-
dicarboxamide (FLUMIOXAZINA) ................................................................................... 300 g/Kg (30,0% m/m)
Ethyl 2-(4-chloro-6-methoxypyrimidin-2-ylcarbamoylsulfamoyl)benzoate
(CLORIMUROM-ETÍLICO) .............................................................................................. 103 g/Kg (10,3% m/m)
Outros ingredientes .......................................................................................................597 g/Kg (59,7% m/m)

                  GRUPO                                              E                                        HERBICIDA
                  GRUPO                                              B                                        HERBICIDA
PESO LÍQUIDO: Vide rótulo
CLASSE: Herbicida seletivo de ação não sistêmica e de contato
GRUPO QUÍMICO: Flumioxazina: Ciclohexenodicarboximida
               Clorimurom-etílico: Sulfonilureia
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG)

TITULAR DO REGISTRO (*):
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, Conjunto 81-A, Sala CTVA -
Tamboré - CEP: 06460-000 - Barueri/SP
CNPJ: 47.180.625/0001-46 - Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO
Flumyzin Técnico
Registro MAPA nº 6895
Sumitomo Chemical Co. Ltd.
Oita Works 2200, Tsurusaki, Oita-shi, Oita - 870-0106 - Japão
Anhui Neotec Co., Ltd.
No. 8, HuaYin Road, Anhui Huaibei New Coal Chemical Industry and Synthetic Materials Base, Huaibei City,
Anhui Province - China

Sumyzin Técnico
Registro MAPA nº 199
Sumitomo Chemical Co. Ltd.
Oita Works 2200 - Tsurusaki, Oita-shi, Oita - 870-0106 - Japão
Anhui Neotec Co., Ltd.
No. 8, HuaYin Road, Anhui Huaibei New Coal Chemical Industry and Synthetic Materials Base, Huaibei City,
Anhui Province - China

Chlorimuron Ethyl Técnico PR
Registro MAPA nº 14089
FMC Agricultural Caribe Industries Ltd.
Highway 686, km 2.3, Manati, Puerto Rico 00674 - Estados Unidos da América
Jiangsu Repont Agrochemical Co., Ltd.
No 18 Haiyou Road, Yangkou, Rudong, Jiangsu, 226407 - China
Sajjan India Limited.
Plot n° 6102-03, 6117-19, GIDC, Ankleshwar, 393002, Gujarat - Índia




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  FORMULADOR
  Corteva Agriscience LLC
  2830 U.S. Highway 24 E - El Paso - Illinois - 61738 - Estados Unidos da América


                        No do lote ou da partida:
                        Data de fabricação:                   VIDE EMBALAGEM
                        Data de vencimento:

          ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
                               CONSERVE-OS EM SEU PODER.

               É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                       PROTEJA-SE.

                        É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                           Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º e 273º do Decreto
                                    Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

       CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: NÃO CLASSIFICADO - PRODUTO NÃO CLASSIFICADO

     CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III - PRODUTO
                             PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




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INSTRUÇÕES DE USO:

INTRISIC é um herbicida seletivo de ação de contato e sistêmica, pertencente aos grupos químicos das
Ciclohexenodicarboximida (inibidores de PROTOX) e Sulfoniluréias (inibidores de ALS). Essa associação de
grupos químicos auxilia no manejo da resistência de plantas daninhas a herbicidas.
INTRISIC é recomendado para aplicação em pré-emergência das plantas daninhas na semeadura da cultura
da soja, cultivada em solos leve, médio e pesado, em condições de plantio direto ou solo preparado.
INTRISIC também pode ser utilizado no manejo outonal de plantas daninhas, logo após a colheita da cultura
de verão, diminuindo o banco de sementes do solo e auxiliando o manejo de plantas daninhas.

Pré-emergência das plantas daninhas e da cultura da soja
                                       Dose de controle             Número, época e intervalo de
 Cultura              Alvo
                                            (g/ha)                           aplicação
                   Apaga-fogo
             (Alternanthera tenella)
                 Capim-amargoso
                (Digitaria insularis)
            Capim-colchão ou milhã
              (Digitaria horizontalis)
              Capim-pé-de-galinha
                 (Eleusine indica)
                  Caruru-palmeri
              (Amaranthus palmeri)
                  Caruru-rasteiro
             (Amaranthus deflexus)
                  Corda-de-viola                              Deve ser feita 1 (uma) única aplicação
                                                              no solo, próximo à semeadura da soja
              (Ipomoea grandifolia)
                                                              estendendo o seu uso até 2 dias após
                    Erva-de-touro          200 - 250          o plantio na pré-emergência das plantas
                (Tridax procumbens)                           daninhas. A utilização de doses
                     Erva-quente                              crescentes     até    a máxima dose
               (Spermacoce latifolia)                         recomendada,       proporcionará   maior
   Soja                                                       período residual no controle das plantas
                     Guanxuma
                                                              daninhas.
                  (Sida rhombifolia)
              Leiteira ou Amendoim-
                        bravo
             (Euphorbia heterophylla)
                     Picão-preto
                   (Bidens pilosa)
                    Poaia-branca
              (Richardia brasiliensis)
                     Trapoeraba
            (Commelina benghalensis)
                 Capim-carrapicho          250 - 300
                (Cenchrus echnatus)
            N° máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1

            Volume de calda:
            - Aplicação terrestre: 150 - 200 L/ha
            - Aplicação Aérea: 20 - 40 L/ha




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Limitações de uso:
Não aplicar após a emergência da cultura da soja e em condições de seca prolongada.
Para rotação de cultura com a soja observar o prazo de 60 dias após a aplicação do INTRISIC para o plantio
das culturas do feijão, trigo, algodão e milho.
Seletividade:
Soja: se respeitada as recomendações o produto é seletivo à cultura.

Manejo Outonal ou Manejo em Pousio (aplicação na pré-emergência da planta daninha) na cultura da
soja.
O controle de plantas daninhas em pré-emergência durante o outono-inverno é uma das ferramentas que
deve ser utilizada para o manejo das plantas daninhas na cultura da soja.

                                 Manejo outonal em áreas agricultáveis
                                         Dose               Número, época e intervalo de aplicação
               Alvo
                                          (g/ha)
                                                      Fazer 1 (uma) aplicação no outono-inverno, logo
      Buva (Conyza bonariensis)                       após a colheita da cultura precedente (Manejo
                                        200 - 250     Outonal ou Manejo em Pousio). Caso existam
                                                      plantas daninhas emergidas, fazer a dessecação
     Azevém (Lolium multiflorum)                      antes da aplicação do INTRISIC.


Limitações de uso:
Utilizar a modalidade de manejo outonal ou manejo em pousio somente quando a cultura seguinte for soja.
Não aplicar INTRISIC em condições de seca prolongada.

Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item
“Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de
aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem
causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa até 3/4 da capacidade
do tanque. Fazer uma pré-diluição do produto de acordo com a dose recomendada para a cultura e adicionar o
produto INTRISIC no tanque, mantendo a agitação da calda ligada, completar o volume de água do
pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Para pulverizadores costais manuais ou costais motorizados que não dispõe de agitador
Utilize um pulverizador com capacidade de 20 litros. A fim de evitar peso exagerado e facilitar o trabalho, é
recomendado que se trabalhe com apenas 10 litros em cada abastecimento no pulverizador costal.

Equipamentos de Aplicação:

Aplicação Terrestre:
Equipamento costal:
A aplicação deve ser dirigida sobre a folhagem das plantas daninhas até o ponto de escorrimento nas folhas,
observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura sobre as plantas daninhas ou no tronco/caule até o
ponto de escorrimento, imediatamente após o corte. Utilizar bicos de jato que proporcionem classe de gotas
que evitem deriva, usar gotas médias a grossas.
Em geral, é recomendado utilizar estrutura de proteção (protetor tipo chapéu de napoleão), de modo a evitar a
possibilidade do jato atingir a cultura.




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Pulverizadores de barra ou autopropelidos:

Classe de gotas: Utilizar gotas grossa a muito grossa. Independente do equipamento utilizado, o tamanho
das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho
de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao
Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de
aplicação.

Ponta de pulverização: Aplicar somente com pontas de pulverização tipo leque que produzam gotas grossas
a extremamente grossas, para a redução de deriva, tal como pontas com INDUÇÃO DE AR. Cabe ao
Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico pela aplicação indicar a ponta
de pulverização mais adequada, observando sempre a classe de gotas indicadas (gotas grossas a
extremamente grossas), no intuito de evitar o efeito de deriva na aplicação, devendo sempre seguir
parâmetros técnicos para a cultura, equipamento e condições meteorológicas.

Ajuste da barra: A altura da barra e o espaçamento entre pontas de pulverização deve permitir uma boa
sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante, não
ultrapassando 50 cm, tanto de espaçamento entre as pontas de pulverização, quanto para altura da barra de
pulverização em relação ao alvo. Todas as pontas de pulverização da barra deverão ser mantidas à mesma
altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor
possível, a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.

Faixa de deposição: utilize distância entre pontas de pulverização na barra de aplicação de forma a permitir
maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.

Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para
as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.

Volume de calda: 150 - 200 L/ha

Pressão: 30 – 70 psi ou lbf/pol²

Aplicação Aérea:
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas
agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na
legislação Municipal, Estadual e Federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o
Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronave devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas e
que tenha capacidade técnica de fornecer dados do mapa de voo realizado.
Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado.
Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.

Classe de gotas: Utilize gotas grossas a extremamente grossas. Independente do equipamento utilizado, o
tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior
tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto
ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento
de aplicação.

Ponta de pulverização: Utilizar preferencialmente, bicos de jato cônico vazio ou bicos de jato sólido com
discos de orifício compatíveis com o tamanho de gota a ser produzida e tipo de aeronave utilizada, sempre
utilizar a condição de ângulo de 0° (na direção do fluxo de ar). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação
desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva. O operador deve ajustar os fatores
operacionais para obter uma gota grossa a muito grossa e entender que a velocidade de voo e a pressão de
trabalho são fatores primários no controle do tamanho de gota.

Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas. Use o menor número de bicos com a maior vazão possível,
e que proporcione uma cobertura uniforme. O comprimento da barra não deve exceder ¾ da asa ou do
comprimento do rotor - Barras maiores aumentam o potencial de deriva.
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    Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre
    a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.

    Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo
    do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das
    faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.

    Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
    culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.

    Volume de calda: 20 a 40 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.

    As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
    respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e
    tecnologia de aplicação.

    Condições Climáticas/Meteorológicas:
    Deve-se observar as condições meteorológicas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores
    apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
▪   Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
▪   Umidade relativa do ar acima de 50%.
▪   Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.

    Temperatura e Umidade:
    Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores
    para reduzir o efeito da evaporação.

    LIMITAÇÕES DE USO:
    A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o produto INTRISIC
    por não termos informações técnicas que respaldem esta modalidade.
    Nenhuma outra limitação de uso é conhecida. Para maiores informações consulte um Engenheiro Agrônomo.

    Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
    indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro
    Agrônomo.

    Cuidados durante a aplicação:
    Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá
    ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as
    paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.

    Gerenciamento de deriva:
    Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água,
    criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos
    fatores relativos ao equipamento de pulverização e condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e
    temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais
    importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a
    cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

    Ventos:
    O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 3 km/h (devido ao potencial de inversão)
    ou maior que 10 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e os tipos de equipamento
    determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos
    ou em condições sem vento.
    Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado
    com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.




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Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma
boa cobertura e controle. A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições meteorológicas e
grau de infestação das plantas infestantes podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem
feitas de maneira imprópria ou sob condições meteorológicas desfavoráveis. Leia as instruções sobre
condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão Térmica.

Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas Gerais:
Volume de calda de pulverização: Use pontas de pulverização de vazão maior para aplicar o volume de calda
mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Pontas de pulverização com vazão maior
produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para a ponta de pulverização. Pressões maiores reduzem o diâmetro
de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas
de pulverização de vazão maior, ao invés de aumentar a pressão. Na maioria das pontas de pulverização,
ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Aplicar somente com pontas de pulverização que
produzam gotas grossas a extremamente grossas, para a redução de deriva, tal como pontas com INDUÇÃO
DE AR.

Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical
do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento
lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são
comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol
e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do
solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da
fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento
lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com
movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
A limpeza do pulverizador deve ser realizada após o término das aplicações com INTRISIC.
Esgote completamente o tanque e siga a legislação local, municipal, estadual e federal para o gerenciamento
de resíduos.
A lavagem consiste em 3 principais etapas: (1) lavagem com água; (2) lavagem com agente de limpeza
comercial para tanques; e (3) lavagem com água.
Seguem as etapas em detalhes:
 1. Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água limpa. Recircule por 20 minutos.
     Pulverize o conteúdo do tanque em local adequado.
 2. Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água limpa e agente de limpeza
     comercial na dosagem recomendada pelo fabricante. Recircule por 20 minutos. Passe água pelas
     mangueiras, barra, pontas e filtros. Esgote completamente o tanque através das pontas. Remova todas
     as pontas de pulverização, telas das pontas, incluindo o filtro em linha e faça a lavagem separadamente
     com agente de limpeza. Reinstale no sistema de pulverização.
 3. Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água limpa. Recircule por 20
     minutos. Drene a solução através do sistema, se possível passando pelas bombas, para esgotar
     completamente o tanque.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

               Cultura                                      Intervalo de Segurança
                Soja                             (1) Intervalo de segurança não determinado devido a
                                                                  modalidade de emprego

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
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VIDE ITEM DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE ITEM MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE ITEM DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE ITEM DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE ITEM DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda
de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos E e B para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.

Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação
Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério
da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

             GRUPO                                  E                             HERBICIDA
             GRUPO                                  B                             HERBICIDA

O produto INTRISIC é composto por FLUMIOXAZINA e CLORIMUROM-ETÍLICO que apresentam
mecanismos de ação inibidores da Protox e inibidores da ALS, pertencentes aos Grupos E e B,
respectivamente, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Herbicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das
plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A
integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de
cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e
cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa
interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.




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                          DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.


PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
  boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
  da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
  áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
  alcance de crianças e animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
  macacão ou calça com tratamento hidrorrepelente; blusa com tratamento hidrorrepelente; botas de
  borracha, avental impermeável; respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca
  árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
  de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão hidro-repelente, botas de borracha, avental
  impermeável, respirador, viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de
  proteção contra produtos químicos.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
  manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
  segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
    entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
    aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
    melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também
    entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão hidro-repelente, botas de borracha, avental
    impermeável; respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de
    proteção contra produtos químicos.




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- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação, em
 função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos
  até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
  Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas logo
  após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
  evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
  longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
  Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): botas de borracha, avental
  impermeável; respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de
  proteção contra produtos químicos.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
  árabe; viseira/óculos; avental impermeável; blusa com tratamento hidrorrepelente; botas de borracha; calça
  com tratamento hidrorrepelente; luvas de proteção contra produtos químicos e respirador.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
- Em ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
  função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.


 PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
 embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
 Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
 vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
 Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
 água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
 Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.)
 contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
 Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
 ADVERTÊNCIA: A pessoa que prestar atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
 medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se
 contaminar com o agente tóxico.




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                                  INTOXICAÇÕES POR INTRISIC
                                     INFORMAÇÕES MÉDICAS


                     Flumioxazina: Ciclohexenodicarboximida
   Grupo químico     Clorimurom-etílico: Sulfoniluréia

 Classe toxicológica NÃO CLASSIFICADO - PRODUTO NÃO CLASSIFICADO

 Vias de exposição   Oral, inalatória, ocular e dérmica
                     Flumioxazina:
                     Não há para humanos. Por extrapolação dos estudos com animais estima-se que,
                     após absorção sua excreção é relativamente rápida tanto via urinária como fecal.
                     Aproximadamente 100% do produto administrado foi excretado do corpo dos
                     animais, pelas fezes e urina, dentro de 7 dias após a sua administração. Na maior
                     dose testada (100 mg/Kg de peso vivo) houve um aumento do Flumioxazin
                     inalterado nas fezes, sugerindo que esta dose está acima da capacidade de
                     absorção do produto pelo trato gastro-intestinal. Algumas das principais reações
                     de biotransformação foram a clivagem da ligação imida e a clivagem da ligação
                     amida no anel benzoxazinona. Os principais compostos nas fezes foram os
                     derivados sulfonados, e na urina os derivados sulfonados, derivados alcoólicos e
                     da acetanilida. O único metabólito encontrado em concentração maior que 5%, nas
                     fezes, foi 3-hidroxi-sulfo-flumioxazin. Em geral, o nível de resíduo encontrado nos
                     tecidos foi muito baixo, mas pôde ser detectado no sangue, coração, fígado e rins.
                     Clorimurom-etílico:
                     Os estudos realizados com animais de laboratório demonstraram que Clorimurom-
                     etílico é extensivamente metabolizado por animais machos e fêmeas, em diferentes
                     doses testadas. Menos que 20% da dose administrada permaneceu intacta na
   Toxicocinética    forma do composto original. O produto foi rápido e quase que completamente
                     eliminado por excreção, principalmente pela urina e fezes, apresentando meia vida
                     biológica de aproximadamente 50 horas. Tipicamente 98% ou mais da dose
                     recuperada foi excretada no intervalo de 168 horas após administração, indicando
                     que a incorporação de Clorimurom-etílico ou metabólitos em tecidos e órgãos foi
                     insignificante. O processo de metabolização é bastante complexo, sendo que
                     possíveis mecanismos de reação incluem oxidação, hidrólise e reações
                     enzimáticas.

                     Flumioxazina: Não são conhecidos dados em humanos.
  Toxicodinâmica     Clorimurom-etílico: Não são conhecidos dados em humanos.
                     Flumioxazina: Por extrapolação não foram observados sinais de toxicidade oral,
                     dermal ou inalatória. O produto pode causar irritação ocular moderada.
 Sintomas e sinais
                     Clorimurom-etílico: Não tem sido constatada sintomatologia relacionada ao uso de
      clínicos
                     Clorimurom-etílico.
                     O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
    Diagnóstico      quadro clínico compatível.
                     Antídoto: não há antídoto específico. Em caso de ingestão, inalação, contato com
    Tratamento       os olhos e pele, proceder a um tratamento sintomático, sob supervisão médica.
                     A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração e
 Contraindicações    de pneumonite química.

   Efeitos das       Não há a ocorrência de efeitos sinérgicos e/ou potencializadores relacionados aos
   interações        diferentes inertes.
    químicas




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                         Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
                         tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de
                         Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT) - ANVISA/MS.
                         As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as doenças e agravos
      ATENÇÃO            de notificação compulsória.
                         Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
                         Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (NOTIVISA)

                         Telefone de emergência da empresa: 0800 772 2492


MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Flumioxazina:
Não há para humanos. Por extrapolação dos estudos com animais estima-se que, após absorção sua
excreção é relativamente rápida tanto via urinária como fecal. Aproximadamente 100% do produto
administrado foi excretado do corpo dos animais, pelas fezes e urina, dentro de 7 dias após a sua
administração. Na maior dose testada (100 mg/Kg de peso vivo) houve um aumento do Flumioxazin inalterado
nas fezes, sugerindo que esta dose está acima da capacidade de absorção do produto pelo trato gastro-
intestinal. Algumas das principais reações de biotransformação foram a clivagem da ligação imida e a clivagem
da ligação amida no anel benzoxazinona. Os principais compostos nas fezes foram os derivados sulfonados,
e na urina os derivados sulfonados, derivados alcoólicos e da acetanilida. O único metabólito encontrado em
concentração maior que 5%, nas fezes, foi 3-hidroxi-sulfo-flumioxazin. Em geral, o nível de resíduo
encontrado nos tecidos foi muito baixo, mas pôde ser detectado no sangue, coração, fígado e rins
Clorimurom-etílico:
Os estudos realizados com animais de laboratório demonstraram que o Clorimurom- etílico é extensivamente
metabolizado por animais machos e fêmeas, em diferentes doses testadas. Menos que 20% da dose
administrada permaneceu intacta na forma do composto original. O produto foi rápido e quase que
completamente eliminado por excreção, principalmente pela urina e fezes, apresentando meia vida biológica
de aproximadamente 50 horas. Tipicamente 98% ou mais da dose recuperada foi excretada no intervalo de
168 horas após administração, indicando que a incorporação do Clorimurom-etílico ou metabólitos em tecidos
e órgãos foi insignificante. O processo de metabolização é bastante complexo, sendo que possíveis
mecanismos de reação incluem oxidação, hidrólise e reações enzimáticas.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg
p.c. CL50 inalatória em ratos: Não
aplicável
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Produto não irritante
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Produto não irritante
Sensibilização cutânea em cobaias: Produto não sensibilizante
Mutagenicidade: Não foi observado potencial de atividade mutagênica

Efeitos Crônicos:

Flumioxazina:
Em estudos de até 2 anos de duração, realizados com ratos, foram observadas anemia e insuficiência
renal.
Clorimurom-etílico:
Após ingestão do produto, em doses repetidas, foram observadas alterações na função hepática ou anemia
nos animais testados.



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                            DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
   AMBIENTE:
- Este produto é:
  ☐ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
  ☐ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
  ☒ PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
  ☐ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

-    Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir
     principalmente águas subterrâneas.
-    Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas).
-    Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
     metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e
     cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
     suscetível a danos.
-    Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
     aeroagrícolas.
-    Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-    Não utilize equipamento com vazamentos.
-    Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-    Aplique somente as doses recomendadas.
-    Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
     contaminação da água.
-    A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e
     do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2.   INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
     CONTRA ACIDENTES:
-    Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
-    O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
     materiais.
-    A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-    O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-    Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
-    Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-    Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas ou para o
     recolhimento de produtos vazados.
-    Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira
     de Normas Técnicas (ABNT).
-    Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA Proteção de Cultivos Ltda. - telefone da
   empresa: 0800 772 2492.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
   protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
   Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
   devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo
   telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
   Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
   coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
   Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
   ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
   dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
   produto envolvido.
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-    Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor
     do vento, para evitar intoxicação.

4.   PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
     DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
     DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de
Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical
    durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
   tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
   direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com
  a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
  ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
  cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
   usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
   da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
   validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
   ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
   animais e pessoas.
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EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
  ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
  cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
  separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
   usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
   da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
   validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
   ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
   animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
  ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
  cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
  (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido
  nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
   usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato
   da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
   validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
   ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
   animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -
   modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.




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EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
  ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
  cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto
   ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
   animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada pela
   Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
   FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
   VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
   do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
   telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados
   com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5.   TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
 -   O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
     determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
     medicamentos e outros materiais.

6.   RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL OU
     MUNICIPAL:
-    O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e federal antes de
     recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o alvo e/ou a cultura são
     permitidos localmente.




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