Imunit
Basf S.A. – São Paulo
Inseticida
alfa-cipermetrina (piretróide) (75 g/L) + teflubenzurom (benzoiluréia) (75 g/L)

Informações

Número de Registro
8806
Marca Comercial
Imunit
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
alfa-cipermetrina (piretróide) (75 g/L) + teflubenzurom (benzoiluréia) (75 g/L)
Titular de Registro
Basf S.A. – São Paulo
Classe
Inseticida
Modo de Ação
de contato e ingestão
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacaxi
Strymon basalides
Broca-do-abacaxi; Broca-do-fruto
Abacaxi
Strymon megarus
Broca do fruto
Abobrinha
Diaphania hyalinata
Broca-das-cucurbitáceas; Lagarta-rosca
Abobrinha
Diaphania nitidalis
Broca-da-aboboreira; Broca-das-cucurbitáceas
Abóbora
Diaphania hyalinata
Broca-das-cucurbitáceas; Lagarta-rosca
Abóbora
Diaphania nitidalis
Broca-da-aboboreira; Broca-das-cucurbitáceas
Acelga
Spodoptera frugiperda
Lagarta Militar
Acerola
Dorcacerus barbatus
Coleobroca
Acerola
Trachyderes thoracicus
Coleobroca
Agrião
Spodoptera frugiperda
Lagarta militar
Alface
Ascia monuste orseis
Curuquerê-da-couve; Lagarta-da-couve
Alface
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Algodão
Alabama argillacea
Curuquerê; Curuquerê-do-algodoeiro
Algodão
Pectinophora gossypiella
Lagarta-rosada
Algodão
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Alho
Thrips tabaci
Tripes; Tripes-do-fumo
Amora
Automeris memusae
Lagarta das folhas
Amora
Automeris spp.
Taturana verde
Arroz
Pseudaletia sequax
Lagarta-da-panícula
Arroz
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Aveia
Pseudaletia sequax
Lagarta-do-trigo
Batata
Diabrotica speciosa
Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela
Batata
Phthorimaea operculella
Cegadeira; Traça-da-batatinha
Batata yacon
Chlosyine lacinia saundersii
Lagarta-do-girassol
Berinjela
Spodoptera cosmioides
Lagarta da folhas
Berinjela
Spodoptera latifascia
Lagarta das vagens
Beterraba
Scrobipalpa ocellatella
Traça da beterraba
Brócolis
Ascia monuste orseis
Curuquerê-da-couve; Lagarta-da-couve
Cará
Chrysodeixis includens
Lagarta falsa medideira
Cebola
Thrips tabaci
Tripes; Tripes-do-fumo
Cevada
Pseudaletia sequax
Lagarta-do-trigo
Chalota
Thrips tabaci
Tripes
Chicória
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Chuchu
Agrotis ipsilon
Lagarta-rosca
Citros
Diaphorina citri
Psilídeo
Couve-chinesa
Trichoplusia ni
Lagarta-mede-palmo
Couve-de-bruxelas
Trichoplusia ni
Lagarta-mede-palmo
Couve-flor
Plutella xylostella
Traça-das-crucíferas
Cupuaçu
Macrosoma tipulata
Lagarta-das-folhas
Espinafre
Trichoplusia ni
Falsa-medideira-da-couve; Lagarta-mede-palmo
Girassol
Chlosyine lacinia saundersii
Lagarta-do-girassol; Lagarta-preta-das-folhas
Inhame
Chrysodeixis includens
Lagarta falsa medideira
Jiló
Agrotis ipsilon
Lagarta-rosca
Kiwi
Aphis gossypii
pulgão-do-algodão
Mandioca
Erinnyis ello
Gervão; Mandarová
Mandioquinha-salsa
Agrotis ipsilon
Lagarta rosca
Manga
Megalopyge lanata
Lagarta-de-fogo; Taturana
Maxixe
Diaphania nitidalis
Broca-da-aboboreira; Broca-das-cucurbitáceas
Melão
Diabrotica speciosa
Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela
Melão
Diaphania nitidalis
Broca-da-aboboreira; Broca-das-cucurbitáceas
Milho
Helicoverpa zea
Broca-grande-do-fruto; Broca-grande-do-tomate
Milho
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Mirtilo
Tolype innocens
Lagarta- urticante
Morango
Lobiopa insularis
Broca-do-morango
Mostarda
Ascia monuste orseis
Curuquerê da couve
Nabo
Agrotis subterranea
Lagarta
Pepino
Diaphania nitidalis
Broca-da-aboboreira; Broca-das-cucurbitáceas
Pimenta
Spodoptera cosmioides
Lagarta das folhas
Pimenta
Spodoptera frugiperda
Lagarta militar
Pimentão
Neoleucinodes elegantalis
Broca-pequena-do-fruto; Broca-pequena-do-tomateiro
Pitanga
Eupseudosoma aberrans
Lagarta das folhas
Pitanga
Eupseudosoma involuta
Lagarta das folhas
Quiabo
Pectinophora gossypiella
Lagarta-rosada
Rabanete
Agrotis ipsilon
Lagarta - rosca
Rabanete
Ascia monuste orseis
curuquêre da couve
Rabanete
Plutella xylostella
Traça das cruciferas
Rabanete
Trichoplusia ni
Lagarta-medideira
Repolho
Plutella xylostella
Traça-das-crucíferas
Romã
Aphis gossypii
pulgão-do-algodão
Rúcula
Trichoplusia ni
Lagarta mede palmo
Seriguela
Frankliniella schultzei
Tripes
Soja
Anticarsia gemmatalis
Lagarta-da-soja; Lagarta-desfolhadora
Soja
Pseudoplusia includens
Lagarta-do-linho; Lagarta-falsa-medideira
Soja
Rachiplusia nu
Lagarta-falsa-medideira; Lagarta-mede-palmo
Sorgo
Diatraea saccharalis
Broca-da-cana; Broca-do-colmo
Sorgo
Spodoptera frugiperda
Lagarta-do-cartucho; Lagarta-militar
Tomate
Neoleucinodes elegantalis
Broca-pequena-do-fruto; Broca-pequena-do-tomateiro
Tomate
Tuta absoluta
Traça-do-tomateiro
Trigo
Pseudaletia sequax
Lagarta-do-trigo

Conteúdo da Bula

                                    IMUNIT®
                                                                Inseticida

               Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o no 08806

COMPOSIÇÃO:
Racemate         comprising                (S)-α-cyano-3-phenoxybenzyl                              (1R,3R)-3-(2,2-dichlorovinyl)-2,2-
dimethylcyclopropanecarboxylate and (R)- α-cyano-3-phenoxybenzyl (1S,3S)-3-(2,2- dichlorovinyl)-2,2-
dimethylcyciopropanecarboxylate
(Alfa-cipermetrina) ........................................................................................................ 75 g/L (7,5% m/v)
1-(3,5-dicloro-2,4-difluorofenil)-3-(2,6-difIuorobenzoil)urea
(Teflubenzurom) ........................................................................................................... 75 g/L (7,5% m/v)
Outros Ingredientes .................................................................................................. 910 g/L (91,0% m/v)

                GRUPO                                              3A                                       INSETICIDA
                GRUPO                                              15                                       INSETICIDA

CONTEÚDO: VIDE APROVAÇÃO IBAMA

CLASSE: Inseticida de ação de contato e ingestão

GRUPO QUÍMICO: Alfa-cipermetrina: Piretróide
              Teflubenzurom: Benzoiluréia

TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
BASF S.A. - Av. das Nações Unidas, 14.171 - 10º ao 12º e 14º ao 17º andar
Cond. Rochaverá Corporate Towers - Torre C - Crystal Tower - Vila Gertrudes
CEP 04794-000 - São Paulo/SP - CNPJ: 48.539.407/0001-18
Tel: (11) 2039-2273 - Fax: (11) 2039-2285
Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 044
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTES DOS PRODUTOS TÉCNICOS:
ALFA-CIPERMETRINA
Alfacipermetrina Técnica - Registro nº 01107
Tagros Chemicals India Private Limited - A-4/1 & A/2 SIPCOT Industrial Complex, Pachayankuppam
Village, 607005 Cuddalore, Tamil Nadu - Índia
Tagros Chemicals India Private Limited - Plot n° 2901 to 2905 GIDC Panoli Ankleshwar. Dist.
Bharuch, Gujarat - Índia
Bayer Vapi Private Limited - Plot Nº 306/3, II Phase, G.I.D.C., 396195 Vapi, Gujarat - Índia
TEFLUBENZUROM
Teflubenzuron Técnico - Registro nº 00507
Dynamit Nobel GmbH - Kalltrasse, 218 - Leverkusen - Alemanha

FORMULADORES:
BASF S.A. - Av. Brasil, 791 - Bairro Eng. Neiva - CEP 12521-140 - Guaratinguetá/SP - CNPJ:
48.539.407/0002-07 - Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 487
BASF Argentina S.A. - Ruta Provincial nº 21, km 15 (S2127 AYF) - 67056 - General Lagos - Provincia
de Santa Fé - Argentina
BASF Agri Production S.A.S. - Zone Industrielle Lyon Nord, Rue Jacquard, 69727, Genay, Rhône-
Alpes - França
FMC Química do Brasil Ltda - Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III - CEP 38001-
970 - Uberaba/MG - CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Registro do Estabelecimento no IMA/MG nº 210
Iharabras S.A. Indústrias Químicas - Av. Liberdade, 1701 - Cajurú do Sul - CEP 18087-170 -
Sorocaba/SP - CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 008
Ouro Fino Química S.A. - Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, lote 5 - Distrito Industrial III - CEP
38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Registro do Estabelecimento no IMA/MG nº
8.764


                                                                                                       IMUNIT_bula_rev14_15-04-24
                                                                                                                             1/21
Oxiquímica Agrociência Ltda. - Rua Minervino de Campos Pedroso, 13 - Parque Industrial Carlos
Tonanni - Jaboticabal/SP - CEP 14871-360 - CNPJ: 65.011.967/0001-14 - Registro do Estabelecimento
na CDA/SAA-SP nº 101
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia SP 332, km 130 - CEP 13140-000 - Paulínia - SP -
CNPJ no 60.744.463/0010-80 - Registro do Estabelecimento na CDA/SAA - SP 453
Sipcam Nichino Brasil S.A. - Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP 38044-755 -
Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro do Estabelecimento no IMA/MG nº 2972
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - Av. Roberto Simonsem, 1459 -
Recanto dos Pássaros - CEP 13148-030 - Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Registro do
Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 477

MANIPULADORES:
Agrocete Indústria de Fertilizantes Ltda - Rua Anna Scremin, 800 – Distrito Industrial - CEP 84043-
865 – Ponta Grossa/PR - CNPJ: 75.007.385/0001-18 - Registro do Estabelecimento na ADAPAR/PR
nº 002998

Nº do Lote ou da Partida:                                     TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
                                                            0800 011 2273 ou (12) 3128-1103 ou
Data de Fabricação:               VIDE EMBALAGEM
                                                                      (12) 3128-1357
Data de Vencimento:                                                SAC: 0800 019 2500

            ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
                          E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
          É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                   PROTEJA-SE.
                 É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                        Indústria Brasileira
   (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do
                            Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

                    CATEGORIA DE PERIGO 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
                    CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE
                AMBIENTAL II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




INSTRUÇÕES DE USO:
Imunit® é um inseticida com duplo mecanismo de ação que foi desenvolvido para o controle de pragas
das plantas cultivadas, agindo nos insetos por contato e ingestão. Contendo dois ingredientes ativos
distintos, Alfa-cipermetrina e Teflubenzurom, sendo um Piretróide e um regulador de crescimento, é
recomendado para o manejo da resistência das pragas. O produto atua rapidamente nos insetos quando
ingerido, e também por contato, quando estes são atingidos pela calda de pulverização ou caminham
sobre a superfície tratada.

CULTURAS / PRAGAS / DOSES:
                         Alvo biológico                Doses*             Volume de        Número
     Culturas                Nome             mL p.c./100 L       mL        calda         Máximo de
                        comum/científico        de água         p.c./ha     (L/ha)        Aplicações

                      Broca-do-fruto
      Abacaxi         Strymon basalides/        200 - 400          -       100 - 800           1
                      S. megarus
                      Broca das
                      cucurbitáceas
     Abóbora                                      20 - 50          -       800 - 1000          2
                      Diaphania hyalinata/
                      Diaphania nitidalis


                                                                          IMUNIT_bula_rev14_15-04-24
                                                                                                2/21
                  Alvo biológico                  Doses*             Volume de      Número
 Culturas             Nome              mL p.c./100 L        mL        calda       Máximo de
                 comum/científico         de água          p.c./ha     (L/ha)      Aplicações

               Broca das
               cucurbitáceas
 Abobrinha                                 20 - 50            -      800 - 1000         2
               Diaphania hyalinata/
               Diaphania nitidalis
               Lagarta militar
  Acelga                                   30 - 50            -      300 - 1000         1
               Spodoptera frugiperda
               Coleobroca
  Acerola      Dorcacerus barbatus/       100 - 200           -      300 - 1000         1
               Trachyderes thoracicus
               Lagarta militar
   Agrião                                  30 - 50            -      300 - 1000         1
               Spodoptera frugiperda
               Curuquerê da couve
                                           30 - 50            -      300 - 600
               Ascia monuste orseis
   Alface                                                                               1
               Lagarta militar
                                           30 - 50            -      300 - 1000
               Spodoptera frugiperda
               Curuquerê
                                              -             120
               Alabama argiliacea
               Lagarta militar
                                              -         150 - 170
  Algodão      Spodoptera frugiperda                                 100 - 200          3
               Lagarta-rosada
               Pectinophora                   -         150 - 170
               gossypiella
               Tripes-do-fumo
   Alho                                    10 - 50            -      500 - 800          1
               Thrips tabaci
               Lagarta das folhas/
               Taturana verde
   Amora                                  100 - 200           -      300 - 1000         1
               Automeris memusae/
               Automeris spp.
               Lagarta das folhas ou
               Lagarta do cartucho
   Arroz       Spodoptera frugiperda          -         200 - 300       200             2
               Lagarta-da-panícula
               Pseudaletia sequax
               Lagarta-do-trigo
   Aveia                                      -         100 - 150       200             2
               Pseudaletia sequax
               Vaquinha verde-
               amarela                        -         200 - 500    500 - 800
               Diabrotica specíosa
   Batata                                                                               3
               Traça-da-batatinha
               Phthorimaea                    -         200 - 500    300 - 800
               operculella
               Vaquinha
Batata Doce                                10 - 50            -         500             1
               Diabrotica speciosa
               Lagarta-do-girassol
Batata Yacon   Chlosyne lacinia            10 - 50            -         500             1
               saundersii



                                                                     IMUNIT_bula_rev14_15-04-24
                                                                                           3/21
                Alvo biológico                   Doses*             Volume de      Número
Culturas            Nome               mL p.c./100 L        mL        calda       Máximo de
               comum/científico          de água          p.c./ha     (L/ha)      Aplicações

             Lagarta das folhas/
             Lagarta das vagens
 Berinjela                                10 - 50            -      400 - 800          4
             Spodoptera cosmioides
             /Spodoptera latifascia

             Traça da beterraba
Beterraba                                 10 - 50            -         500             1
             Scrobipalpa ocellatella

             Curuquerê da couve
 Brócolis                                 10 - 50            -      500 - 800          1
             Ascia monuste orseis
             Lagarta falsa medideira
  Cará                                    10 - 50            -         500             1
             Chrysodeixis includens
             Tripes-do-fumo
 Cebola                                   10 - 50            -      500 - 800          1
             Thrips tabaci
             Lagarta-do-trigo
 Cevada                                      -         100 - 150       200             2
             Pseudaletia sequax
             Lagarta rosca
 Chuchu                                   20 - 50            -      800 - 1000         2
             Agrotis ipsilon
             Psilídeo
  Citros                                  20 - 25          500         2000            2
             Diaphorina citri
             Traça das cruciferas
Couve-flor                                30 - 50            -      350 - 500          1
             Plutella xylostella
 Couve-      Lagarta mede palmo
                                          10 - 50            -      500 - 800          1
 Chinesa     Trichoplusia ni
  Couve-
             Lagarta mede palmo
    de-                                   10 - 50            -      500 - 800          1
             Trichopiusia ni
 Bruxelas
             Tripes
 Chalota                                  10 - 50            -      500 - 800          1
             Thrips tabaci
             Lagarta militar
 Chicória                                 30 - 50            -      300 - 1000         1
             Spodoptera frugiperda
             Lagarta das folhas
Cupuaçu                                  200 - 400           -      100 - 800          1
             Macrosoma tipulata
             Lagarta mede palmo
Espinafre                                 30 - 50            -      300 - 800          1
             Trichoplusia ni
             Tripes
 Estévia     Frankliniella                30 - 50            -      300 - 1000         1
             occidentalis
             Tripes
Framboesa                                100 - 200           -      300 - 1000         1
             Thrips flavus
             Lagarta-do-girassol
 Girassol    Chlosyine lacinia               -         100 - 150       200             2
             saundersii
             Lagarta falsa medideira
 Inhame                                   10 - 50            -         500             1
             Chrysodeixis includens
             Lagarta rosca
   Jiló                                   10 - 50            -      400 - 800          4
             Agrotis ipsilon




                                                                    IMUNIT_bula_rev14_15-04-24
                                                                                          4/21
                  Alvo biológico                  Doses*             Volume de      Número
  Culturas            Nome              mL p.c./100 L        mL        calda       Máximo de
                 comum/científico         de água          p.c./ha     (L/ha)      Aplicações

               Pulgão
    Kiwi                                  200 - 400           -      100 - 800          1
               Aphis gossypii
               Mandarová
 Mandioca                                  10 - 50            -         500             1
               Erinnyis ello
               Brocas-das-
  Maxixe       cucurbitáceas               20 - 50            -      800 - 1000         2
               Diaphania nitidalis
               Brocas-das-
               cucurbitáceas               20 - 25            -         2000            2
   Melão       Diaphania nitidalis
               Vaquinha
                                           20 - 25            -         2000            2
               Diabrotica speciosa
               Lagarta rosca
Mandioquinha                               10 - 50            -         500             1
               Agrotis ipsilon
               Lagarta-de-fogo
   Manga                                      -         200 - 400    800 - 1000         1
               Megalopyge lanata
               Lagarta-do-cartucho
               Spodoptera frugiperda
   Milho       Lagarta-da-espiga-do-          -         150 - 170       300             2
               milho
               Helicoverpa zea
               Lagarta urticante
                                          100 - 200           -      300 - 1000         1
               Tolype innocens
   Mirtilo
               Lagarta
                                          100 - 200           -      300 - 1000         1
               Spodoptera litoralis
               Broca do morangueiro
  Morango                                 100 - 200           -      300 - 1000         1
               Lobiopa insularis
               Curuquerê da couve
  Mostarda                                 30 - 50            -      300 - 800          1
               Ascia monuste orseis
               Lagarta
   Nabo                                    10 - 50            -         500             1
               Agrotis subterranea
               Broca das
   Pepino      cucurbitáceas               20 - 50            -      800 - 1000         2
               Diaphania nitidalis
               Lagarta das folhas/
               Lagarta militar
  Pimenta                                  10 - 50            -      400 - 800          4
               Spodoptera cosmioides
               /Spodoptera frugiperda
               Broca pequena do fruto
 Pimentão      Neoleucinodes               10 - 50            -      400 - 800          4
               elegantalis
               Lagarta das folhas
               Eupseudosoma
  Pitanga      aberrans /                 100 - 200           -      300 - 1000         1
               Eupseudosoma
               involuta



                                                                     IMUNIT_bula_rev14_15-04-24
                                                                                           5/21
                    Lagarta rosada
     Quiabo         Pectinophora                 10 - 50          -       400 - 800           4
                    gossypiella
     Plantas        Lagarta mede palmo
                                                 30 - 50          -        1000***         U.N.A.
  Ornamentais**     Trichoplusia ni
                    Lagarta rosca
                                                 10 - 50          -          500              1
                    Agrotis ipsilon
                    Traça
                                                 10 - 50          -          500              1
                    Plutella xylostella
    Rabanete
                    Curuquerê da couve
                                                 10 - 50          -          500              1
                    Ascia monuste orseis
                    Lagarta mede palmo
                                                 10 - 50          -          500              1
                    Trichoplusia ni
                    Traça das crucíferas
     Repolho                                     30 - 50          -       350 - 500           1
                    Plutella xylostella
                    Pulgão
      Romã                                     200 - 400          -       100 - 800           1
                    Aphis gossypii
                    Lagarta mede palmo
      Rúcula                                     30 - 50          -       300 - 800           1
                    Trichoplusia ni
                    Tripes
    Seriguela                                  100 - 200          -       300 - 800           1
                    Frankliniella schultzei
                    Lagarta-da-soja
                                                    -         100 - 200
                    Anticarsia gemmatalis
                    Lagarta mede-palmo                                    150 - 200
       Soja         Pseudoplusia                    -         150 - 200                       2
                    includens
                    Lagarta mede-palmo
                                                    -         170 - 200      150
                    Rachiplusia nu
                    Broca-do-colmo
                                                    -         300 - 500      200
                    Diatraea saccharalis
      Sorgo                                                                                   3
                    Lagarta militar
                                                    -         200 - 500      200
                    Spodoptera frugiperda
                    Broca-pequena-do-
                    fruto
                                                 20 - 50          -          1000
                    Neoleucinodes
     Tomate         elegantalis                                                               5

                    Traça-do-tomateiro
                                                 20 - 50          -          1000
                    Tuta absoluta
                    Lagarta-do-trigo
       Trigo                                        -         100 - 150      150              2
                    Pseudaletia sequax
p.c. = produto comercial (1 L de Imunit® equivale a 75 g de Alfa-cipermetrina + 75 g de Teflubenzurom).
i.a. = ingrediente ativo
* As doses mais altas devem ser utilizadas em plantações com alta incidência da praga ou para se obter
um maior período de controle.
U.N.A. = Uso não alimentar. Número de aplicações não definido para cultivos ornamentais. Atentar para
as INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDA.
** A recomendação se dá para plantas ornamentais cultivadas em ambientes abertos, protegido ou misto.

*** Devido à diversidade de plantas ornamentais e variabilidade de sensibilidade, recomenda-se aplicar
preliminarmente o produto em uma pequena área plantada para atestar a ausência de fitotoxicidade,
antes de sua aplicação em maior escala.



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NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplique Imunit® conforme as recomendações de bula:

Abacaxi: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação
durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

Abóbora, Abobrinha, Chuchu: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetir se houver
reinfestação. Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando
o período de carência.

Acerola, Amora, Pitanga: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo
01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

Algodão: Iniciar a aplicação no início da infestação das lagartas e repetir sempre que houver
reinfestação. Fazer no máximo 03 (três) aplicações, sempre respeitando o período de carência.

Alho: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação
durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

Alface: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação
durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

Agrião, Chicória, Espinafre, Rúcula, Mostarda, Acelga: Iniciar as aplicações no início da infestação
da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o
período de carência.

Arroz: Iniciar as aplicações no início da infestação da lagarta e repetir se houver reinfestação. Realizar
no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura sempre respeitando o período de carência.

Aveia: Iniciar as aplicações no início da infestação da lagarta e repetir se houver reinfestação. Realizar
no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura sempre respeitando o período de carência.

Batata: Iniciar as aplicações no início da infestação das pragas e repetir sempre que houver
necessidade, realizar no máximo 03 (três) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o
período de carência.

Batata doce, batata yacon, cará, inhame, rabanete, mandioca: Iniciar as aplicações no início da
infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre
respeitando o período de carência.

Berinjela, Jiló, Pimenta, Quiabo: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetir sempre
que houver reinfestação. Realizar no máximo 04 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre
respeitando o período de carência.

Beterraba: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma)
aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

Brócolis, Couve-Flor, Couve-Chinesa, Couve-de-Bruxelas: Iniciar as aplicações no início da
infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre
respeitando o período de carência.

Cebola: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação
durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

Cevada: Iniciar as aplicações no início da infestação das lagartas e repetir sempre que houver
reinfestação. Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura sempre respeitando
o período de carência.

Chalota: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação
durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.


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Citros: Iniciar as aplicações no início da infestação das pragas e repetir sempre que houver
necessidade, realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando
o período de carência.

Cupuaçu, kiwi, romã: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01
(uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

Estévia: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação
durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

Framboesa, mirtilo, seriguela: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no
máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

Girassol: Iniciar as aplicações no início da infestação das lagartas e repetir sempre que houver
reinfestação. Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura sempre respeitando
o período de carência.

Mandioquinha e nabo: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01
(uma) aplicação durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

Manga: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação
durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

Maxixe: Iniciar a aplicação quando verificar os primeiros sintomas do ataque nas folhas (início de
raspagem). Repetir a aplicação quando houver reinfestação da praga na dose recomendada. Fazer no
máximo 02 (duas) aplicações, respeitando sempre o período de carência.

Melão: Iniciar a aplicação quando verificar os primeiros sintomas do ataque nas folhas (início de
raspagem). Repetir a aplicação quando houver reinfestação da praga na dose recomendada. Fazer no
máximo 02 (duas) aplicações, respeitando sempre o período de carência.

Milho: Iniciar a aplicação quando verificar os primeiros sintomas do ataque nas folhas (início de
raspagem). Repetir a aplicação quando houver reinfestação da praga na dose recomendada. Fazer no
máximo 02 (duas) aplicações, respeitando sempre o período de carência.

Morango: iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação
durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

Pepino: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetir sempre que houver reinfestação.
Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de
carência.

Pimentão: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetir sempre que houver
reinfestação. Realizar no máximo 04 (quatro) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando
o período de carência.

Plantas ornamentais: As aplicações poderão ser realizadas em cultivos abertos, protegidos ou mistos.
Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver
reinfestação respeitando o intervalo de 07 dias entre as aplicações.

Repolho: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga. Realizar no máximo 01 (uma) aplicação
durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o período de carência.

Soja: Iniciar as aplicações no início da Infestação das lagartas e repetir sempre que houver
reinfestação. Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura sempre respeitando
o período de carência.

Sorgo: Iniciar as aplicações no início da infestação das pragas e repetir sempre que houver
necessidade, realizar no máximo 03 (três) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o
período de carência.


                                                                           IMUNIT_bula_rev14_15-04-24
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Tomate: Iniciar as aplicações no início da infestação das pragas e repetir sempre que houver
necessidade, realizar no máximo 05 (cinco) aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando
o período de carência.

Trigo: Iniciar a aplicação quando for constatado no mínimo 10 lagartas maiores que 2 cm/m2, não
ultrapassando o número máximo de 02 (duas) aplicações por ciclo da cultura e respeitando-se o
intervalo de carência. Utilizar a dose maior na presença de lagartas grandes.

MODO DE APLICAÇÃO

Preparo da calda: O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamentos de Proteção
Individual (EPIs) indicados para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos
3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com o agitador
acionado, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação
constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da
calda.

Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:

• Aplicação Terrestre: Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:

- Equipamento de aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir
sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para
assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição
ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução
da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por
evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que
possibilitem boa cobertura das plantas hospedeiras das pragas-alvo e que produzam gotas médias (M),
conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e
tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).

- Velocidade do equipamento:
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar
o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais
baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.

- Pressão de trabalho:
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a
ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas,
menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de
aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão
de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os
parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.

- Altura de barras de pulverização:
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do
fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a
distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às
condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.

• Aplicação com equipamento costal: para aplicações costais, manter constante a velocidade de
trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como
a sobreposição entre as faixas de aplicação.

• Aplicação Aérea: para este produto é recomendado aplicações com aeronaves agrícolas para as
culturas de algodão, arroz, aveia, cevada, citros, girassol, milho, soja, sorgo e trigo.


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- Equipamento de aplicação:
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as
recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma
distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre
as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

- Volume de calda por hectare (taxa de aplicação):
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha ou 10 a 30 L/ha, quando utilizados bicos
centrífugos (atomizadores rotativos).

- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução
da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por
evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas hospedeiras
das pragas-alvo e que produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos
produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide
CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de
trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando
for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício)
ao invés do aumento da pressão de trabalho.

- Altura de voo e faixa de aplicação:
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e
à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando
tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente
perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de
preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou
propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.

O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização,
evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente
calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que
interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas
adjacentes.

CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS

- Velocidade do vento:
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da
configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica,
que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve
estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva
e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando
houver culturas sensíveis na direção do vento.

- Temperatura e umidade:
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas
aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e
aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas
temperaturas (maiores que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão
de geadas.

- Período de chuvas:
A ocorrência de chuvas dentro de um período de até quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o
desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.



                                                                           IMUNIT_bula_rev14_15-04-24
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As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de
pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que
reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.

LIMPEZA DE TANQUE:
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros)
realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-
se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as
recomendações abaixo:
Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com
água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas
utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento
da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água
de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte
em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e manter o sistema de agitação
acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra
pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes
e colocá-los em recipiente com água limpa. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando
esgotar pela barra.

Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas
a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar
também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

           Cultura                Dias                                Cultura                 Dias
           Abacaxi                  7                               Framboesa                  7
           Abóbora                  7                                 Girassol                 7
          Abobrinha                 7                                 Inhame                   14
            Acelga                  7                                   Jiló                   14
            Acerola                 7                                   Kiwi                   7
            Agrião                  7                                Mandioca                  14
            Alface                  7                             Mandioquinha                 14
           Algodão                 30                                 Manga                    7
             Alho                   7                                 Maxixe                   7
            Amora                   7                                  Melão                   15
             Arroz                 30                                  Milho                   45
             Aveia                 14                                  Mirtilo                 7
            Batata                  7                                Morango                   7
         Batata doce               14                                Mostarda                  7
        Batata Yacon               14                                  Nabo                    14
           Berinjela               14                                 Pepino                   7
          Beterraba                14                                 Pimenta                  14
           Brócolis                 7                                Pimentão                  14
             Cará                  14                                 Pitanga                  7
            Cebola                  7                          Plantas ornamentais           U.N.A.
           Cevada                  14                                 Quiabo                   14
           Chalota                  7                                Rabanete                  14
           Chicória                 7                                 Repolho                  7


                                                                                 IMUNIT_bula_rev14_15-04-24
                                                                                                      11/21
           Cultura              Dias                               Cultura               Dias
           Chuchu                 7                                 Romã                  7
            Citros               15                                Rúcula                 7
          Couve-flor              7                               Seriguela               7
       Couve-Chinesa              7                                 Soja                  30
     Couve-de-Bruxelas            7                                 Sorgo                 7
          Cupuaçu                 7                                Tomate                 4
          Espinafre               7                                 Trigo                 14
           Estévia                7                              U.N.A.: Uso Não Alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de
proteção individual recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Respeitar o número máximo de aplicações para as culturas registradas e que seja observado o
  intervalo de segurança.
• Deriva: não permitir que ocorra deriva da calda aplicada ou que esta atinja plantas e culturas nas
  proximidades da área a ser tratada.
• Não aplicar em presença de ventos fortes.
• Não misturar com produtos de reação altamente alcalinos, nem utilizar em mistura de tanque com
  outros agrotóxicos.
• Os Limites Máximos de Resíduos podem não ter sido estabelecidos em outros países ou divergirem
  dos existentes no Brasil, assim, para cultivos tratados ou subprodutos que se destinem à exportação,
  o Limite Máximo de Resíduo no país de destino deve ser respeitado.
• Caso o Limite Máximo de Resíduo estabelecido no país de destino esteja abaixo do Limite Máximo
  de Resíduo no Brasil, recomenda-se ao exportador o monitoramento de resíduos antes de exportar.
  Em caso de dúvida, consulte o seu exportador, importador ou a BASF antes de exportar e/ou aplicar
  o produto.
• A BASF não se responsabiliza por qualquer impedimento para exportação em razão dos resíduos
  gerados pela aplicação dos produtos nem por quaisquer danos ou consequências que possam advir
  do desrespeito dos Limites Máximos de Resíduos.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO HUMANA

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS REALTIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS REALTIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS REALTIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:

            GRUPO                               3A                            INSETICIDA
            GRUPO                               15                            INSETICIDA



                                                                            IMUNIT_bula_rev14_15-04-24
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A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida Imunit® pertence aos grupos 3A e 15 (Moduladores de canais de sódio e Inibidores da
biossíntese de quitina, tipo 0, Lepidoptera, respectivamente) e o uso repetido deste inseticida ou de
outro produto dos mesmos grupos pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações
resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do Imunit® como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a
evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A e 15. Sempre rotacionar com
produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
• Usar Imunit® ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de
aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias;
• Aplicações sucessivas de Imunit® podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo
de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do Imunit®, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico
dos Piretróides e Piretrinas, assim como Benzoiluréias, não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou
50% do número total de aplicações recomendadas na bula;
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Imunit® ou outros produtos do Grupo 3A
e 15 quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação
de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados
para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária
(www.agricultura.gov.br).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa
do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.


                             MINISTÉRIO DA SAÚDE – ANVISA
                     DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

       ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS
   • Produto para uso exclusivamente agrícola.
   • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
   • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
   • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
     pessoas.
   • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)
     recomendados.
   • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
     válvulas com a boca.
   • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) danificados, úmidos, vencidos ou com
     vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.




                                                                            IMUNIT_bula_rev14_15-04-24
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    •   Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas
        e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
        habilitado.
    •   Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
        primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
    •   Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
        longe do alcance de crianças e animais.
    •   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na seguinte
        ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira facial ou óculos, touca árabe e luvas
        de nitrila.
    •   Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
        relação à forma de limpeza, conservação e descarte de EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
   • Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): vestimenta com tratamento
        hidrorrepelente de corpo inteiro com nível de proteção 2 (calça, jaleco, touca árabe), respirador
        semifacial filtrante PFF2 e óculos com proteção lateral (ou viseira facial e respirador com filtro
        mecânico classe P2), botas de PVC ou sapato impermeável, avental com nível de proteção 3
        (impermeável), e luvas de nitrila.
   • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
        Individual (EPIs) recomendados.
   • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
   • Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
   • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
     (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
   • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
     estiver sendo aplicado o produto.
   • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
     respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
   • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
     pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
   • Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): vestimenta com tratamento
     hidrorrepelente de corpo inteiro com nível de proteção 2 (calça, jaleco, touca árabe), respirador
     semifacial filtrante PFF2 e viseira facial (ou respirador com filtro mecânico classe P2 e óculos
     com proteção lateral), botas de PVC ou sapato impermeável e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
   • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter
     os avisos até o final do período de reentrada.
   • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
     com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
     Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
   • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
     aplicação.
   • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
     (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
   • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas
     para evitar contaminação.
   • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
     trancado, longe do alcance de crianças e animais.
   • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
   • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) separados das demais roupas
     da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
   • Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
   • Não reutilizar a embalagem vazia.
   • No descarte das embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): macacão
     com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.


                                                                             IMUNIT_bula_rev14_15-04-24
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   •     Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na
         seguinte ordem: touca árabe, viseira ou óculos, avental, jaleco, botas, calça, luvas e respirador.
   •     A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
         protegida.



                                           ATENÇÃO                        “Nocivo se ingerido”



PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência, levando a
embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um locam aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

                                   INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são de uso exclusivo do profissional de saúde. Os
procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde,
etc.).
                        Alfa-cipermetrina: Piretróide
     Grupo químico
                        Teflubenzurom: Benzoiluréia
  Potenciais vias de
                          Dérmica e Inalatória
      exposição
                          Alfa-cipermetrina: Em estudos em ratos, a Alfa-cipermetrina apresentou
                          rápida absorção, com pico plasmático atingido entre 6 e 9 h. Ampla
                          distribuição tecidual principalmente em tecido adiposo, pele, rins e fígado, e
                          rápida eliminação, que ocorreu substancialmente nas primeiras 24h via urina
                          e fezes. Mamíferos são capazes de metabolização rápida desses compostos,
                          principalmente via hidroxilação da ligação éster. Machos e fêmeas
                          apresentaram resultados similares.
                          Teflubenzurom: Em ratos, o Teflubenzurom foi rapidamente, mas
                          parcialmente, absorvido após exposição oral. A taxa de absorção por esta via
       Toxicinética
                          foi 18% e 2% da dose administrada (baixa e alta dose, respectivamente). Não
                          foi observado potencial de bioacumulação; 48 horas após um período de
                          tratamento de 7 dias, somente o fígado apresentou resíduos maiores do que
                          0,05% (entre 0,1-0,2% da dose administrada). A excreção ocorreu
                          principalmente pelas fezes (> 90% da dose administrada); menos do que 1%
                          foi excretado pela urina. O padrão de excreção foi similar em machos e
                          fêmeas. O Teflubenzurom foi eliminado como o composto parental, em sua
                          maioria, embora um pequeno número de metabólitos tenha sido encontrado
                          na urina e nas fezes.




                                                                              IMUNIT_bula_rev14_15-04-24
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                    Alfa-cipermetrina: A toxicidade aguda em humanos pode estar associada a
                    reações de hipersensibilidade, às propriedades intrínsecas da substância e
                    aos solventes. Os Piretróides tipo II (com grupo alfa-ciano) são mais potentes,
                    tóxicos e lipofílicos, pelo que rapidamente se distribuem no sistema nervoso.
                    Retardam o fechamento dos canais de sódio, produzindo bloqueio da
                    condição nervosa, com despolarização persistente e redução da amplitude do
 Toxicodinâmica     potencial de ação. Interferem também com o receptor GABA, com supressão
                    dos canais de cloro. Em doses muito altas, despolarizam completamente a
                    membrana da célula nervosa e bloqueiam a excitabilidade. Mamíferos são
                    geralmente capazes de metabolizar rapidamente estes compostos, tornando-
                    os, deste modo, menos ativos e consequentemente diminuindo a toxicidade.
                    Teflubenzurom: Os mecanismos de toxicidade em humanos e/ou animais de
                    experimentação não são conhecidos.
                    Alfa-cipermetrina: Os sinais de intoxicação sistêmica por Alfa-cipermetrina
                    após ingestão acidental, parecem ser não-específicos, como tonturas,
                    cefaleia, náuseas, anorexia, fadiga, queixas gastrointestinais e febre. Em
                    casos graves, a exposição pode resultar em comprometimento da
                    consciência, fasciculações musculares, convulsões, coma e edema pulmonar.
                    Estudos conduzidos em animais de experimentação indicam que a
                    intoxicação aguda pode causar parestesia facial quando em contato direto
                    com a pele, acompanhado de eritema, edema e queimação na pele; irritação
                    ocular; irritação das vias aéreas. Sinais agudos de neurotoxicidade,
                    normalmente transitórios, foram observados em animais após exposição a
                    doses subletais de Alfa-cipermetrina.
    Sintomas e      Teflubenzurom: Todas as pessoas que manipulam produtos de proteção de
  sinais clínicos   culturas são avaliadas por exames médicos regulares. Não há parâmetros
                    específicos disponíveis para o monitoramento do efeito do Teflubenzurom.
                    Não foram observados efeitos adversos à saúde, suspeitos de estarem
                    relacionados à exposição ao Teflubenzurom. Sintomas inespecíficos de
                    toxicidade decorrentes da exposição a substâncias químicas podem ocorrer.
                    Estudos conduzidos em animais de experimentação indicam que o
                    Teflubenzurom apresenta baixa toxicidade pelas vias oral, dérmica e
                    inalatória em ratos. A substância não é irritante aos olhos e a pele, conforme
                    os resultados obtidos em estudos conduzidos em coelhos. O Teflubenzurom
                    não possui potencial de sensibilização dérmica, conforme indicam os
                    resultados do estudo conduzido em cobaias.
                    O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição. Ao apresentar
                    sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente,
   Diagnóstico
                    não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial. Não
                    existem exames laboratoriais específicos.
                    Antídoto: não existe antídoto específico.
                    Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico
                    para manutenção das funções vitais. As ocorrências clínicas devem ser
                    tratadas segundo seu surgimento e gravidade. O profissional de saúde deve
    Tratamento
                    estar protegido, utilizando principalmente luvas. Demais recomendações
                    devem seguir protocolos de atendimento ao intoxicado do estabelecimento de
                    saúde e/ou orientações da Rede Nacional de Centros de Informação e
                    Assistência Toxicológica (RENACIAT).
                    A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
 Contraindicações   pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve
                    ser evitado.
     Efeitos das
                    Não são conhecidos
interações químicas
                      Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001 para notificar o caso e
                          obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento.
    ATENÇÃO
                               Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
                                       Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).



                                                                       IMUNIT_bula_rev14_15-04-24
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                         As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
                            Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de
                                    Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS).
                           Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
      ATENÇÃO
                        Telefones de Emergência da Empresa: BASF S.A. 0800 011 2273 ou (12)
                        3128-1103 ou (12) 3128-1357
                        Endereço Eletrônico da Empresa: www.basf.com.br
                        Correio Eletrônico da Empresa: cecom.guaratingueta@basf.com

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide TOXICOCINÉTICA e TOXICODINÂMICA”.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
• Efeitos agudos (Produto formulado)
DL50 oral em ratos: 1807 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg p.c
CL50 inalatória em ratos: CL50 inalatória não foi determinada nas condições do teste.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: não irritante. Foi observado em olhos de coelhos leve
vermelhidão da conjuntiva, reversível em 48 horas.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: não irritante para a pele.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: produto não causou mutação gênica ou aberrações cromossômicas nas condições de
teste.

• Efeitos crônicos (Produto Técnico)
Alfa-cipermetrina: nos estudos crônicos em ratos e camundongos foi observada diminuição no
consumo de ração e consequente diminuição no ganho de peso e no peso corpóreo e não foi observado
potencial carcinogênico. Em cães, no estudo de 1 ano foi observada apenas irritação cutânea. No
estudo de reprodução em ratos não foram observados efeitos em parâmetros reprodutivos e no
desenvolvimento de ratos. No estudo de desenvolvimento em ratos, foi observada toxicidade materna,
com diminuição no consumo de ração e no peso corpóreo, sem efeitos ao desenvolvimento na ausência
de toxicidade materna. Em coelhos, no estudo de desenvolvimento foi observada toxicidade materna,
diminuição do consumo de ração e no peso corpóreo sem efeitos ao desenvolvimento de coelhos. Não
foi mutagênico.
Teflubenzurom: o principal órgão-alvo de toxicidade nos estudos de doses repetidas e crônicos foi o
fígado, em ratos, camundongos e cães. Neste órgão foram observados efeitos como, aumento do peso,
aumento das enzimas hepáticas e alterações histopatológicas não neoplásicas (hipertrofia). Não foram
observados efeitos genotóxicos in vitro em células de bactérias e somáticas e in vivo em camundongos.
Não foram observados efeitos carcinogênicos em ratos e camundongos. Não foram observados efeitos
para a reprodução em ratos ou para o desenvolvimento pré-natal em ratos e coelhos.


               INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS
                            NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA
                   DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
 Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
 MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
 Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
 Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas, microcrustáceos e peixes).
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não
  aplique o produto no perímetro de maior visitação das abelhas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
  (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
  e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos



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  de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
  aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
  Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
  água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
  ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para
  o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
  Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa BASF S.A. - Telefones de Emergência: 0800
  011 2273 ou (12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357.
- Utilize equipamento de proteção individual (EPIs) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
  óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
  ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser
mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua
devolução e destinação final.
Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado.
Corpos d’água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando
a favor do vento, para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
- Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu


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esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
  posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
  boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
  direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.




                                                                            IMUNIT_bula_rev14_15-04-24
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos ou outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.


® Marca Registrada BASF




                                                                            IMUNIT_bula_rev14_15-04-24
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