Imidagold 700 WG
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Inseticida
imidacloprido (neonicotinóide) (700 g/kg)
Informações
Número de Registro
6410
Marca Comercial
Imidagold 700 WG
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
imidacloprido (neonicotinóide) (700 g/kg)
Titular de Registro
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Sistêmico e de contato
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Algodão
Frankliniella schultzei
Tripes
Cana-de-açúcar
Heterotermes tenuis
Cupins
Cana-de-açúcar
Mahanarva fimbriolata
Cigarrinha-das-raízes; Cigarrinha-vermelha
Cana-de-açúcar
Sphenophorus levis
Bicudo da Cana-de-açucar; Gorgulho-da-cana
Cebola
Thrips tabaci
Tripes; Tripes-do-fumo
Citros
Oncometopia facialis
Cigarrinha-da-cvc
Citros
Orthezia praelonga
Cochonilha-Orthezia; Cochonilha-de-placa
Citros
Phyllocnistis citrella
Larva-minadora-das-folhas; Minadora-das-folhas
Citros
Selenaspidus articulatus
Cochonilha-pardinha
Citros
Toxoptera citricida
Pulgão-preto; Pulgão-preto-dos-citrus
Crisântemo
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Crisântemo
Thrips palmi
Tripes
Fumo
Faustinus cubae
Broca-do-caule-do-tomateiro; Broca-do-fumo
Fumo
Myzus nicotianae
Pulgão; Pulgão-do-fumo
Melão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Melão
Bemisia tabaci
Mosca-branca
Melão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Melão
Thrips palmi
Tripes
Conteúdo da Bula
V2024 10 24
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IMIDAGOLD 700 WG
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 6410
COMPOSIÇÃO:
1-(6-chloro-3-pyridylmethyl)-N-nitroimidazolidin-2-ylideneamine
(IMIDACLOPRIDO).......................................................................................700 g/kg (70% m/m)
Outros ingredientes.....................................................................................300 g/kg (30% m/m)
GRUPO 4A INSETICIDA
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO.
CLASSE: Inseticida
GRUPO QUÍMICO: Neonicotinoide
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG).
TITULAR DO REGISTRO (*):
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Av. Maeda, s/n – Prédio Comercial – Térreo – Distrito Industrial, CEP: 14500-000 - Ituverava/SP
CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
IMIDACLOPRID TÉCNICO UPL – REGISTRO Nº 04108
SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED
Plot Nº 3405/3406, G.I.D.C., Ankleshwar – 393002, District – Bharuch, State – Gujarat – India
IMIDACLOPRID TÉCNICO UPL BRASIL – REGISTRO Nº 24717
ADAMA LTD.
93 East Beijing Road, 434001, Jingzhou, Hubei – China
IMIDACLOPRIDO TÉCNICO ME2 – REGISTRO Nº 47019
JIANGSU FENGSHAN GROUP CO., LTD.
Wanggang Town, Dafeng City 224145 Jiangsu – China
IMIDACLOPRIDO TRADECORP TÉCNICO – REGISTRO Nº 15712
JIANGSU CHANGQING BIOTECHNOLOGY CO., LTD.
Nº1 Jiangling Road, Putou Town Jiangdu District Yangzhou City, Jiangsu – China
WEIFANG SINO-AGRI UNION CHEMICAL CO., LTD.
Lingang Industry Park, Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong – China
FORMULADOR:
Adama Brasil S.A.
Rua Pedro Antônio de Souza, nº 400, Jardim Eucaliptos – CEP: 86031-610 – Londrina/PR
CNPJ: 02.290.510/0001-76 – Cadastro no Estado: (ADAPAR/PR) nº 003263
Adama Brasil S.A.
Av. Júlio de Castilhos, nº 2085, Bairro Coqueiros – CEP: 95860-000 – Taquari/RS
CNPJ: 02.290.510/0004-19 – Cadastro no Estado: (SEAPA/RS) nº 1047/99
Iharabras S.A. Indústrias Químicas.
Av. Liberdade, nº 1701, Cajuru do Sul – CEP: 18087-170 – Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30 – Cadastro no Estado: (CDA/SP) nº 8
Iprochem (Tianmen) Co. Ltd.
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Laoting Yoloo Bio-Technology Co. Ltd.
Nº A-3 Tianjin Road, Laoting Economic Development Zone, Hebei Province, 063600 – China
Shandong Hailir Chemical Co. Ltd.
Lingang Industrial Zone, Coastal Econ. Development Zone, Weifang, Shandong – China
Shijiazhuang Richem Co., Ltd.
Nº 1 Xingwang Road, Biological Industrial Park, Zhaoxian 51530, Shijiazhuang, Hebei – China
Sipcam Nichino Brasil S.A.
Rua Igarapava, nº 599, Distrito Industrial III – CEP: 38044-755 – Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 – Cadastro no Estado: (IMA/MG) nº 2.972
SML Limited.
Plot Nº 1904, A-18/18, G.I.D.C., Panoli, District Bharuch, State Gujarat – India
SML Limited.
Plot Nº 1905/1928/29/30, G.I.D.C., Panoli Industrial Area, District Bharuch Ankleshwar, State Gujarat –
India
SML Limited.
Plot n° 230/231/232, G.I.D.C., Panoli, District Bharuch, State Gujarat – India
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsen, nº 1459, Poço Fundo – CEP: 13140-000 – Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81 – Cadastro no Estado: (CDA/SP) nº 477
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Av. Maeda, s/nº - Distrito Industrial – CEP: 14500-000 – Ituverava/SP
CNPJ: 02.974.733/0003-14 – Cadastro no Estado: (CDA/SP) nº 1049
UPL Limited.
Plot Nº 3101/3102, G.I.D.C., Ankleshwar – 393 002, District – Bharuch, State Gujarat – India
IMPORTADOR:
CCAB Agro S.A
Rodovia BR 163, km 116, Armazém 2, Sala 01 – CEP: 78746-055 – Rondonópolis/MT
CNPJ: 08.938.255/0009-69 – Cadastro no Estado: (INDEA/MT) nº 297/2017
Sipcam Nichino Brasil S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III – CEP: 38044-755 – Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 – Cadastro no Estado: (IMA/MG) nº 2.972
Rodovia de Acesso à Via Anhanguera – 999, Distrito Industrial B – CEP: 14540-000 – Igarapava/SP
CNPJ nº 23.361.306/0007-64 – Cadastro no Estado: (CDA/SP) nº 530
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Rodovia Sorocaba – Pilar do Sul, km 122 – CEP: 18160-000 – Salto de Pirapora/SP
CNPJ: 02.974.733/0010-43 – Cadastro no Estado: (CDA/SP) nº 4153
ORIGEO COMÉRCIO DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Rua Projetada, 150, Distrito Industrial – CEP: 78098-530 - Cuiabá/MT
CNPJ: 44.552.174/0005-66 – Cadastro no Estado: (INDEA/MT) nº 29697
R C/Trecho 03, S/N, complemento: Parte Armazem G, Bairro: Centro Industrial do Cerrado
CEP: 47850-000 – Luis Eduardo Magalhães/BA
CNPJ: 44.552.174/0003-02 – Cadastro no Estado: (ADAB/BA) nº 138023
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Avenida A, n° 01, Quadra A, Lote 1A a 2A, Sala UBDS, Distrito Industrial – CEP: 65800-000 – Balsas/MA
CNPJ: 44.552.174/0002-13 – Cadastro no Estado: (AGED/MA) nº 1117
Avenida Constante Pavan, n° 4633, Betel – CEP: 13148-198 – Paulínia/SP
CNPJ: 44.552.174/0008-09 – Cadastro no Estado: (CDA/SP) nº 4431
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º e 273° do
Decreto Nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da Faixa: Azul PMS Blue 293 C
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INSTRUÇÕES DE USO:
IMIDAGOLD 700 WG é um Inseticida de ação sistêmica que atua interferindo na transmissão de estímulo
no sistema nervoso, resultando na paralisia e morte do inseto.
Este produto é tóxico para abelhas. A aplicação aérea não é permitida. A pulverização não
dirigida em área total deve obedecer às recomendações de tamanho de gota e zona de não aplicação.
Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou
quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações
constitui crime ambiental, sujeito a penalidades cabíveis e sem prejuízo de outras responsabilidades.
CULTURAS, PRAGAS, DOSES, VOLUME DE CALDA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES:
DOSE
PRAGAS
Produto MODALIDADE VOLUME NÚMERO, ÉPOCA E
Nome Comum
CULTURAS Comercial DE DE INTERVALO DE
(Nome
(Ingrediente APLICAÇÃO CALDA APLICAÇÕES
Científico)
ativo)
Deverá ser realizado
monitoramento na cultura
quanto à incidência de
pragas, sendo a aplicação
do produto recomendada
quando atingido o nível
de controle sugerido em
programas de manejo
integrado de pragas
(MIP).
No caso de pulgões, o
nível de controle
Pulgão-do- recomendado depende da
70 g/ha
algodoeiro susceptibilidade da
(49 g i.a./ha)
(Aphis gossypii) variedade cultivada à
virose mosaico-das-
nervuras ou doença azul.
Nas variedades
suscetíveis, as
pulverizações de
Algodão 100 – IMIDAGOLD 700 WG
Pulverização
(*) (1) 300 L/ha deverão iniciar-se quando
de 5 a 10% das plantas
estiverem atacadas, ou
seja, presença de colônia,
e o nível de incidência de
plantas doentes seja
inferior a 2%. No caso do
percentual de plantas
com a virose estiver entre
2% a 6%, o nível para
controle é de 3% a 5% de
plantas com pulgões. Nas
Tripes variedades tolerantes ou
100 g/ha
(Frankliniella resistentes, o nível de
(70 g i.a./ha)
schultzei) controle dá-se quando
constatado 40% das
plantas atacadas. O
monitoramento e controle
do pulgão são essenciais
até aos 60 dias da
emergência da cultura,
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embora este deva
continuar até aos 120
dias, sobretudo nas
variedades suscetíveis às
viroses.
O nível de controle para
Tripes é de 70% das
plantas infestadas.
As aplicações devem ser
realizadas com intervalo
de 5 a 7 dias durante o
período vegetativo (antes
da emissão de ramos
frutíferos), e no máximo
em BBCH 24 (antes dos
primeiros ramos frutíferos
com o botão floral e a
folha correspondente
fechados).
Este produto somente
deverá ser aplicado antes
da emissão dos primeiros
botões florais.
Realizar no máximo 3
aplicações durante o ciclo
da cultura.
(*) Obs.: A aplicação por pulverização foliar é restrita a dose máxima de 640 g de
imidacloprido/ha/ano, incluindo o tratamento de sementes com qualquer outro produto à
base de imidacloprido na área.
Para a cultura do Algodão são necessárias medidas que visem a redução da deriva para
(1)
o método de aplicação utilizado. (Vide INSTRUÇÕES PARA REDUÇÃO DE DERIVA DURANTE
AS APLICAÇÕES.)
Bordadura:
Para Pulgão-do-algodoeiro, na cultura do Algodão, respeitar Distância de segurança (Zona
de não aplicação até a bordadura) de 19 metros.
Para Tripes, na cultura do Algodão, respeitar Distância de segurança (Zona de não
aplicação até a bordadura) de 30 metros.
Deverá ser realizada
única aplicação com jato
dirigido ao sulco de
plantio, sobre os colmos,
cobrindo-os logo após o
tratamento.
Fazer uma aplicação na
operação de plantio,
direcionando o jato de
Cupim Pulverização
Cana-de- 400 g/ha 100 – pulverização no interior
(Heterotermes (Sulco de
açúcar (280 g i.a./ha) 400 L/ha do sulco sobre os
tenuis) plantio)
propágulos vegetativos
(“toletes”, gemas, mudas
ou plântulas), fechando o
sulco imediatamente após
o tratamento. Realizar o
tratamento nas áreas
onde a amostragem
prévia identificar a
presença da praga.
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Realizar no máximo 1
aplicação por ciclo da
cultura.
Em soqueira de cana,
quando constatada a
Cigarrinha-das- presença de pragas em
raízes nível de dano econômico,
(Mahanarva realizar 1 aplicação a
fimbriolata) partir de 30 dias após o
corte, abrindo os sulcos
laterais e procurando
300 – 400 sempre colocar o produto
g/ha Pulverização abaixo do nível do solo,
(210 – 280 g (Soqueira) utilizando equipamentos
i.a./ha) pulverizadores adaptados
Bicudo-da-cana- para tal função utilizando
de-açúcar 100 – 400 litros de
(Sphenophorous calda/ha em aplicação por
levis) jato dirigido.
Realizar no máximo 1
aplicação a partir de 30
dias após o corte.
Bordadura:
Para Cupim, Cigarrinha-das-raízes e Bicudo-da-cana-de-açúcar na cultura da Cana-de-
açúcar, não se aplica Distância de segurança (Zona de não aplicação até a bordadura)
devido a modalidade de aplicação.
Realizar a pulverização
quando no aparecimento
da praga. Recomenda-se
o uso de espalhante
adesivo à calda de
pulverização.
As aplicações devem ser
realizadas a partir do
início do desenvolvimento
Tripes 100 g/ha 100 –
Pulverização vegetativo foliar da
(Thrips tabaci) (70 g i.a/ha) 300 L/ha
cultura antes do período
de inflorescência e
Cebola florescimento.
(2) Vedado o uso em cultivo
destinado à produção de
sementes.
Realizar no máximo 1
aplicação por ciclo da
cultura.
Para a cultura da Cebola são necessárias medidas que visem a redução da deriva para o
(2)
método de aplicação utilizado. (Vide INSTRUÇÕES PARA REDUÇÃO DE DERIVA DURANTE
AS APLICAÇÕES.)
Bordadura:
Para Tripes, na cultura da Cebola, respeitar Distância de segurança (Zona de não aplicação
até a bordadura) de 30 metros.
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Para o controle de
minadora-das-folhas
Minadora-das-
recomenda-se o
folhas
monitoramento do pomar
(Phyllocnistis
com observações dos
citrella)
ramos recém brotados,
época da primavera, e a
presença ou não da
praga. A presença é
Pulgão-preto 5 g/100 L positiva quando há na
(Toxoptera (3,5 g folha pelo menos uma
citricida) i.a./100L) lagarta que esteja no
primeiro ou segundo
estágio. O controle deve
ser adotado em pomares
novos quando o talhão
Cigarrinha-da-cvc apresentar 10% de ramos
(Oncometopia com lagarta viva no
facialis) primeiro e segundo
estádio de
2000
desenvolvimento, e no
Pulverização L/ha
caso de pomares adultos
quando este índice for de
30%.
Cochonilha- O controle de pulgão,
Citros orthezia cigarrinha e
(***)
(Orthezia cochonilhas deve ser
praelonga) feito com pulverizações
de IMIDAGOLD 700 WG,
assim que observado o
10 g/100 L aparecimento da praga e
(7 g i.a./100 repetindo-se a intervalos
L) de 14 dias para eliminar
as reinfestações.
Cochonilha- Recomenda-se a
pardinha utilização de óleo mineral
(Selenaspidus ou vegetal na calda de
articulatus) pulverização.
Realizar no máximo 4
aplicações por safra da
cultura.
(***) Obs.: A recomendação de uso dos produtos contendo o ingrediente ativo Imidacloprido
na cultura dos citros em plantas com idade inferior a três anos fica restrita à modalidade
"aplicação no tronco".
A recomendação de uso dos produtos contendo o ingrediente ativo Imidacloprido na cultura
dos citros na modalidade "pulverização foliar" fica restrita a pomares acima de três anos.
Bordadura:
Para Minadora-das-folhas, Pulgão-preto e Cigarrinha-da-cvc, na cultura do Citros, respeitar
Distância de segurança (Zona de não aplicação até a bordadura) de 42 metros.
Para Cochonilha-orthezia e Cochonilha-pardinha, na cultura do Citros, respeitar Distância
de segurança (Zona de não aplicação até a bordadura) de 68 metros.
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Realizar a pulverização
quando do aparecimento
da praga, repetindo em
caso de reinfestação ao
intervalo de 20 dias.
Uso permitido somente
Tripes 100 g/ha em cultivos protegidos
(Thrips palmi) (70 g i.a./ha) (estufas) revestidos com
tela anti-afídeos.
A utilização de tela anti-
afídeos é mandatória em
cultivos protegidos para
evitar que insetos não-
300 –
Pulverização alvo entrem em contato
600 L/ha
com a cultura e reduzir a
pressão de pragas. A
utilização de
Crisântemo
(3) imidacloprido para flores
não pode ser realizada
Mosca-branca em cultivos em nível de
360 g/ha
(Bemisia tabaci campo.
(252 g i.a/ha)
raça B) Realizar no máximo 3
aplicações por ciclo da
cultura (respeitando a
taxa máxima de 3
aplicações de 200 g
i.a./ha)
(3) Para a cultura do Crisântemo são necessárias medidas que visem a redução da deriva
para o método de aplicação utilizado. (Vide INSTRUÇÕES PARA REDUÇÃO DE DERIVA
DURANTE AS APLICAÇÕES.)
Bordadura:
Para Tripes e Mosca-branca, na cultura do Crisântemo, não se aplica Distância de
segurança (Zona de não aplicação até a bordadura) devido a modalidade de aplicação.
No tratamento de
canteiro, deverão ser
realizadas duas aplicações
de IMIDAGOLD 700 WG
na forma de rega, a
primeira após a
semeadura e a segunda
45 dias depois.
As aplicações deverão ser
realizadas durante o
período de produção das
mudas e antes do
Broca-do-fumo 15 g/50 m2 Rega 40 L/50
Fumo transplante para o local
(Faustinus cubae) (10,5 g i.a/ha) (Canteiro) m 2
definitivo.
A rega do canteiro de
mudas com produtos à
base de imidacloprido
pode ser realizada, desde
que sejam retiradas as
inflorescências durante o
cultivo.
Vedado o uso em cultivo
destinado à produção de
sementes.
Realizar no máximo 2
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aplicações por ciclo da
cultura.
Aplicação no campo
definitivo deverá ser feita
logo após o transplante
das mudas, na
modalidade de esguicho,
dirigindo-se o jato do
pulverizador para a base
da planta de forma que o
produto atinja o caule e
escorra até o solo.
O volume de calda
recomendado no esguicho
é de 10 - 15 mL/planta,
gastando-se de 180 a 240
L/ha de calda, o que
equivale a 12 cargas de
pulverizadores costais de
15 ou 20 litros,
respectivamente. Desse
modo, temos a
recomendação de dose de
Pulgão-verde 360 g/ha Esguicho 180 – 30 g do produto (1
(Myzus persicae) (252 g i.a./ha) (Lavoura) 240 L/ha saquinho) por
pulverizador costal.
A aplicação deverá ser
realizada logo após o
transplante das mudas
para o local definitivo via
esguicho (drench)
direcionado ao solo das
mudas.
A aplicação via esguicho
(drench) com produtos à
base de imidacloprido
pode ser realizada, desde
que sejam retiradas as
inflorescências durante o
cultivo.
Vedado o uso em cultivo
destinado à produção de
sementes.
Realizar no máximo 2
aplicações por ciclo da
cultura.
Bordadura:
Para Broca-do-fumo e Pulgão-verde, na cultura do Fumo, não se aplica Distância de
segurança (Zona de não aplicação até a bordadura) devido a modalidade de aplicação.
Pulgão-das- Aplica-se o produto logo
inflorescências após a emergência das
(Aphis gossypii) plantas na modalidade de
200 g/ha Esguicho 10 – 15
Melão esguicho, direcionando-se
(140 g i.a./ha) mL/planta
o jato para a base e
Tripes
gastando-se de 10 – 15
(Thrips palmi)
mL de calda/planta. O
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produto também pode ser
Mosca-branca utilizado em gotejamento,
(Bemisia tabaci) sendo também aplicado
logo após a emergência
das plantas.
Realizar somente uma
única aplicação via
esguicho ou gotejamento,
até 7 dias após a
semeadura, no máximo
até BBCH 13 (plantas
com no máximo até a
terceira folha verdadeira
Mosca-branca 300 g/ha
no ramo principal) e na
(Bemisia tabaci (210 g Gotejamento
dose máxima de 210 g
raça B) i.a./ha)
i.a./ha.
Não é permitido
pulverizações foliares
quando ocorrer aplicação
via esguicho ou
gotejamento.
Realizar no máximo 1
aplicação por ciclo da
cultura.
Bordadura:
Para Pulgão-das-inflorescências, Tripes e Mosca-branca, na cultura do Melão, não se aplica
Distância de segurança (Zona de não aplicação até a bordadura) devido a modalidade de
aplicação.
MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO
O produto é indicado para aplicações terrestres, em diferentes modalidades de aplicação, de acordo com
as recomendações abaixo:
Pulverizadores de Barra:
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas
que tenham indução de ar, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo
recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao
alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura
e não exceder 50 cm.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. A
regulagem deve evitar que pressões de trabalho fora da faixa de 2 a 4,7 bar sejam adotadas.
Empregar volume de calda que permita uma boa cobertura do alvo.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de
instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas
para cada cultura.
Equipamentos Costais:
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano) com indução de ar,
calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e
direcionando para o alvo desejado.
Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo
operador. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a
grossas, numa faixa de pressão entre 2 e 4,7 bar. O volume de calda pode variar de acordo com a
cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de
instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas
para cada cultura.
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Equipamento Estacionário Manual (Pistola):
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização
hidráulica com indução de ar. Calibrar o equipamento para que a cada acionamento do gatilho, a vazão
seja constante, numa faixa de pressão entre 2 e 4,7 bar. Manter velocidade de deslocamento constante
de modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda
em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola, evitando a concentração de calda
em um único ponto, gerando assim, escorrimento e desperdício da calda.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Empregar volume de calda que permita uma boa cobertura do alvo.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de
instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas
para cada cultura.
Jato Dirigido (específico para Cana-de-açúcar):
Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano)
com indução de ar dirigida ao sulco de plantio, sobre os "toletes" ou base da planta, adotando o
espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura dos
“toletes”. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O
equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Proceder a cobertura imediatamente após aplicação.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de
instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas
para cada cultura.
Jato Dirigido (Esguicho/Drench):
Aplicar o produto diluído em água na forma de jato dirigido planta a planta (esguicho) através de
pulverizador manual, motorizado ou tratorizado, de forma que o produto atinja o caule e escorra até o
solo.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de
instruções de uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas
para cada cultura.
Irrigação por Gotejamento:
Iniciar a injeção da calda com o produto após o completo funcionamento do sistema de irrigação. Seguir
as instruções do fabricante do sistema de irrigação para a melhor utilização do sistema dosador e de
injeção, além da correta regulagem deste equipamento.
A injeção dos produtos pode ser efetuada utilizando-se diferentes métodos e equipamentos. Porém,
independentemente do método adotado, a qualidade dos resultados obtidos na quimigação depende do
cálculo correto de variáveis como taxa de injeção, quantidade do produto a ser injetada, volume do
tanque de injeção, dose do produto a ser aplicada na área irrigada, concentração do produto na água de
irrigação, entre outros. Além dos cálculos operacionais feitos corretamente, é necessário assegurar-se de
que o sistema, tanto de irrigação quanto de injeção, esteja funcionando de acordo com os parâmetros
para os quais está ajustado, ou seja, que a vazão calculada corresponda àquela efetiva no sistema ou
que a taxa de injeção desejada esteja realmente ocorrendo no campo. Portanto, tão importante quanto
os cálculos operacionais, é também proceder à calibração periódica dos equipamentos.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento.
Para volume de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de
Instruções de Uso desta bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas
para cada cultura.
Pulverização em Citros:
Deve-se utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar, ou por meio de pistola
acoplada. Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que
possibilitem a produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho
adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme
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recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é
de 3 a 10 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com
rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes
vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das
gotas e pode gerar deriva. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários,
dependendo do pulverizador, bem como no direcionamento do ar restrito ao formato da planta para que
as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até
o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura
uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e
técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um
Engenheiro Agrônomo.
Recomenda-se a adição de óleo mineral ou vegetal à calda de pulverização na concentração de 0,25% a
0,50%, e volume de calda de 2000 L/ha.
Preparo de calda:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra,
argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do IMIDAGOLD 700 WG deve estar
limpo de resíduos de outro defensivo.
Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no
máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade; em seguida é necessário
que se faça uma pré-diluição do IMIDAGOLD 700 WG em um recipiente não reativo (plástico, fibra de
vidro), adicionando a dose recomendada para cada cultivo do IMIDAGOLD 700 WG em 5 a 10 litros de
água agitando-o com um bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea, assegurando-se a
completa umectação e dispersão dos aglomerantes presentes na formulação, após esta etapa, inserir a
pré-mistura no pulverizador e completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água,
mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e
pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando
logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de
reiniciar a aplicação.
INSTRUÇÕES PARA REDUÇÃO DE DERIVA DURANTE AS APLICAÇÕES:
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de
rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um
dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e
temperatura).
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
- Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
- A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível
(média a grossa), buscando-se aliar segurança da aplicação e eficácia do tratamento.
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições
climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores
que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro
maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira
imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
- Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas
necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
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- Pressão: use, preferencialmente, a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o
diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes
forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das
pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa
deriva como as pontas com indução de ar por exemplo.
- O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e
vazamentos.
Ventos:
- A aplicação deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar
10 km/h.
Temperatura e Umidade:
- A aplicação deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar
for superior à 55%.
- Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de
evitar a evaporação.
Inversão térmica e correntes convectivas:
- O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento
vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com
movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns
em noites frias com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do
sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina
no nível do solo.
No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da
fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com
movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for
rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Utilize técnicas de redução de deriva.
Consulte um engenheiro agrônomo. O mesmo poderá alterar as condições da aplicação, visando
aumentar a segurança, sem comprometer sua eficácia.
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
1- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por
20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água
contaminada;
2- Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
3- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos
bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e
recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água
para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
5- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos
bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio,
desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que
por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.
Pulverizadores de arbóreas (turbopulverizadores):
1- Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na
Tomada de Potência do trator, adicionar produto limpante, manter por 5 minutos a agitação, e
pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada,
com a turbina do pulverizador desligada;
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2- Remova e limpe todas as pontas do pulverizador e suas peneiras, caso sejam utilizadas;
3- Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na
Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos ramais abertos (sem os
bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador
desligada;
4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e
recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água
para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
5- Preencher com água limpa até 1/4 do tanque, ligar a agitação e a bomba usando 540 rpm na
Tomada de Potência do trator e pulverizar o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado
de coleta de água contaminada, com a turbina do pulverizador desligada.
Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio,
desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que
por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão: 30 dias
Cana-de-açúcar: (1)
Cebola: 21 dias
Citros: 21 dias
Crisântemo: UNA
Fumo: UNA
Melão: 14 dias
(1): Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de uso.
UNA: Uso não alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção
individual (EPI´s) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• Uso exclusivamente agrícola.
• Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
• Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, desde que observadas as
recomendações de uso.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA)
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RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
GRUPO 4A INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida IMIDAGOLD 700 WG pertence ao grupo 4A (Moduladores competitivos de receptores
nicotínicos da acetilcolina – Neonicotinoide) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do
mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas
culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do IMIDAGOLD 700 WG como uma ferramenta útil de manejo de
pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a
evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4A. Sempre rotacionar com produtos
de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar IMIDAGOLD 700 WG ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um
“intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de IMIDAGOLD 700 WG podem ser feitas desde que o período residual total do
“intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do IMIDAGOLD 700 WG, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do
grupo químico Neonicotinoides não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de
aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do IMIDAGOLD 700 WG ou outros produtos do
Grupo 4A quando for necessário.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
controladas.
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.
• Utilizar as recomendações da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o
IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
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• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de
segurança com proteção lateral e luvas de nitrila;
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados;
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeira;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca
árabe e luvas de nitrila;
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos
até o final do período de reentrada;
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
• Não reutilizar a embalagem vazia;
• No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante;
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
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Nocivo se ingerido
ATENÇÃO
Pode ser nocivo em contato com a pele
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em
abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
INTOXICAÇÕES POR
- IMIDAGOLD 700 WG –
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico IMIDACLOPRIDO: Neonicotinoide.
Classe toxicológica Categoria 4 – Produto pouco tóxico
Dérmica e inalatória.
Vias de exposição Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas
considerando a indicação de uso do produto e dos EPI’s apropriados.
Imidacloprido: a substância apresentou absorção rápida e quase completa
(>92%), em ratos, por via oral, com pico de concentração plasmática dentro de
aproximadamente 2,5 horas após a administração.
O imidacloprido foi rapidamente distribuído aos tecidos e órgãos, mas a
penetração na barreira hematoencefálica foi limitada.
A substância foi amplamente biotransformada em ratos, apenas de 10 a 16% foi
excretada em sua forma inalterada. A biotransformação ocorreu principalmente
no fígado, através de reações de oxidação, conjugação e hidroxilação. Os
principais metabólitos foram o ácido 6-cloronicotínico e seu conjugado com a
Toxicocinética
glicina, e dois produtos de biotransformação contendo o anel imidazolidina.
Também foram detectados na urina os metabólitos monoidroxilados (4-OH-
imidacloprido e 5-OH-imidacloprido) e um composto insaturado.
Em ratos, aproximadamente 75% da dose administrada de imidacloprido foi
excretada através da urina, com o restante (25%) sendo excretado através das
fezes, principalmente por excreção biliar. Esta substância foi rapidamente
eliminada e, após 48 horas, apenas baixas concentrações da substância ainda
puderam ser detectadas nos tecidos. Não há evidências de bioacumulação do
imidacloprido no organismo.
Imidacloprido: o mecanismo de toxicidade do imidacloprido, tanto em insetos
quanto em mamíferos, se dá pela atuação desta substância sobre os receptores
nicotínicos da acetilcolina (nAChRs), mimetizando a ação da acetilcolina. No
entanto, os inseticidas da classe dos neonicotinoides possuem uma afinidade
Toxicodinâmica
maior pelos receptores nicotínicos de acetilcolina dos insetos do que pelos dos
mamíferos devido às diferenças nas propriedades de ligação dos receptores dos
vertebrados assim como pela baixa penetração desses inseticidas na barreira
hematoencefálica.
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A toxicidade ocorre através da ativação prolongada, de forma anormal, dos
receptores de acetilcolina causando hiperexcitabilidade do sistema nervoso
central devido à transmissão contínua e descontrolada de impulsos nervosos.
Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
Em estudos com animais de experimentação, o produto foi considerado nocivo se
ingerido. O produto não apresentou potencial de irritação dérmica ou ocular e
também não foi observado potencial de sensibilização dérmica em estudos em
animais.
Imidacloprido: a exposição aguda oral e/ou inalatória ao imidacloprido, pode
causar efeitos nocivos decorrentes da estimulação nicotínica excessiva provocada
pelos inseticidas neonicotinoides.
Exposição cutânea: em contato com a pele pode causar irritação com ardência
e vermelhidão.
Exposição respiratória: se inalada, a substância pode causar irritação do trato
respiratório caracterizada por ardência no nariz e na garganta, respiração
ofegante, sensação de aperto no peito, dispneia e hipóxia. Em casos mais graves,
Sintomas e sinais pode ocorrer insuficiência respiratória. A exposição inalatória a grandes
clínicos quantidades de imidacloprido pode causar efeitos no sistema nervoso central
como desorientação, confusão, agitação, dores de cabeça, tonturas, fraqueza,
tremores e, em alguns casos, perda da consciência.
Exposição ocular: em contato com os olhos, o produto pode causar irritação,
com ardência e vermelhidão.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia, em casos mais graves, pode ocorrer
ulceração da faringe, esôfago e estômago. Em caso de ingestão de grandes
quantidades, a substância pode provocar efeitos no sistema nervoso central como
confusão, agitação, dores de cabeça, tonturas, fraqueza, tremores e, em alguns
casos, perda da consciência. O imidacloprido pode, ainda, provocar alterações
cardiovasculares, que incluem taquicardia e/ou bradicardia, hipotensão e
palpitação.
Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
crônica em humanos.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
quadro clínico compatível.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que
presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas
de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de
forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem
estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e
medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e
respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via
endovenosa. Avaliar estado de consciência.
Tratamento
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de
secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para
manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser
necessário ventilação pulmonar assistida.
Medidas de Descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve
estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
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indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada.
Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade
potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão
(geralmente dentro de 1 hora).
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de
intoxicação por imidacloprido. Avaliar a necessidade de administração de carvão
ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água
(240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100
g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
Exposição respiratória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente
por, pelo menos, 15 minutos. Em caso de produto sólido, assegurar que todas as
partículas tenham sido removidas com a lavagem. Evitar que a água de lavagem
contamine o outro olho. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e
de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Medidas sintomáticas e de manutenção:
- Avaliar a necessidade de administração de benzodiazepínicos para o controle de
agitação extrema e/ou convulsões causadas por neonicotinoides.
- Monitorar a função cardíaca e respiratória.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores
Contraindicações
das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não
intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das
Não são conhecidos.
interações químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional
de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
ATENÇÃO
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 e (19) 3518 5465
Endereço eletrônico da empresa: www.upl-ltd.com/br
Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
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Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: 981,1 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 5.000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste (> 2,919 mg/L/4h).
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos causou eritema leve que
foi completamente revertido dentro de 24 horas após a aplicação. Nas condições do teste, o produto foi
classificado como não irritante para a pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos causou hiperemia na
conjuntiva, que foi completamente revertida dentro de 24 horas após a aplicação. Não foram observados
efeitos na córnea ou na íris. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para os
olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em
bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Imidacloprido: Em estudos conduzidos em ratos, camundongos e cães, após exposição a doses repetidas
do imidacloprido, pela via oral, foram observados efeitos no fígado que foram desde indução das enzimas
microssomais hepáticas e distúrbios da função hepática até aparentes danos histopatológicos (doses de
410 mg/kg p.c./dia em estudo de 2 anos em camundongos; 17 mg/kg p.c./dia em estudo de 2 anos em
ratos; 31 mg/kg p.c./dia em estudo de 28 dias em cães). Em estudo de 28 dias em cães foram
observados ainda efeitos no sistema nervoso central como ataxia e tremores na dose mais alta (180
mg/kg/dia). Foram observados ainda efeitos na tireoide como uma leve atrofia folicular da glândula da
tireoide e leve diminuição do hormônio tri-iodotironina em cães (49 mg/kg p.c./dia em estudo de 28 dias;
NOAEL 7,3 mg/kg p.c./dia), no entanto, estes efeitos não foram observados em estudo de 1 ano em cães
(dose de 72 mg/kg/dia). Em ratos foi observada uma incidência aumentada de mineralização no coloide
das glândulas foliculares tireoidianas. A incidência aumentada de mineralização no coloide das glândulas
foliculares tireoidianas, em estudo em ratos, foi considerada adversa, refletindo um efeito do
imidacloprido que resulta em processo de envelhecimento precoce neste órgão (LOAEL de 17 mg/kg
p.c./dia e NOAEL de 5,7 mg/kg p.c. em estudo de 2 anos em ratos). Não foi observado potencial
cancerígeno em estudos em ratos e camundongos pela via oral. O imidacloprido não foi considerado
tóxico para a reprodução nem teratogênico, com base em estudos em ratos e coelhos pela via oral.
EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos.
SINTOMAS DE ALARME:
Sintomas decorrentes da estimulação nicotínica excessiva como desorientação, confusão, agitação, dores
de cabeça, tonturas, fraqueza, tremores e, em alguns casos, perda da consciência.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
Este produto é tóxico para abelhas. A aplicação aérea não é permitida. A pulverização não
dirigida em área total deve obedecer às recomendações de tamanho de gota e zona de não aplicação.
Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando
for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime
ambiental, sujeito a penalidades cabíveis e sem prejuízo de outras responsabilidades.
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INSTRUÇÕES DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA POLINIZADORES:
RESTRIÇÃO QUANTO À PROTEÇÃO AOS POLINIZADORES
Este produto apresenta restrições de aplicação por risco a abelhas e outros insetos polinizadores.
Siga as instruções de aplicação e recomendações para proteção de polinizadores.
RESTRIÇÕES DE APLICAÇÃO PARA PROTEGER POLINIZADORES:
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas. Não aplique o produto no período de
floração das culturas ou plantas invasoras.
• As abelhas e outros insetos polinizadores podem ser expostos a este produto da seguinte forma:
o Contato direto durante aplicações foliares ou contato com resíduos presentes na superfície das
plantas após aplicações foliares.
o Ingestão de resíduos no néctar e/ou pólen quando o produto for aplicado como tratamento de
semente, solo e/ou aplicação foliar.
o A deriva deste produto para áreas adjacentes as culturas tratadas podem causar danos a
polinizadores e ou insetos não alvo.
o Nas aplicações terrestres utilizar somente gotas de tamanho médio, médio para grosso e grosso
respeitando as distâncias de segurança conforme descrito na parte de recomendação de uso desta
bula.
• NUNCA utilizar gotas finas ou finas para média nas aplicações.
• NUNCA utilizar ultra baixo volume (UBV) nas aplicações.
• Não aplicar o produto próximo ou sobre as colmeias, assim como no horário de maior forrageamento
de abelhas e insetos polinizadores.
• Antes da aplicação, informar devidamente os apicultores num raio de 3 km ao redor da propriedade
para que o apicultor possa tomar medidas necessárias de proteção as colmeias.
• Aplicar sempre seguindo a recomendação de bula e evitar ocorrência de deriva nas áreas vizinhas.
• Remover, antes do tratamento, as plantas invasoras dentro das culturas se estas estiverem com
flores.
• Fazer o uso do Manejo Integrado de Pragas (MIP), utilizando produtos biológicos ou seletivos para
abelhas e polinizadores no período de florescimento das culturas.
• Informações sobre proteção de abelhas e ou insetos polinizadores podem ser encontradas em:
http://projetocolmeiaviva.org.br/.
• Incidentes, durante o uso deste produto que causem prejuízo a abelhas ou polinizadores (por
exemplo, morte de abelhas) devem ser imediatamente reportados através do telefone: 0800 771 8000
ou 0800 707 7022.
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
• Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos.
• Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
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2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO A SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO
DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. - Telefone de Emergência: 0800 707 7022 ou (19) 3518-5465.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor
do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
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- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser
adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais
de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
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EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO
FEDERAL E MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
“Este produto é tóxico para abelhas. A aplicação aérea não é permitida. A pulverização não
dirigida em área total deve obedecer às recomendações de tamanho de gota e zona de não aplicação.
Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando
for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime
ambiental, sujeito a penalidades cabíveis e sem prejuízo de outras responsabilidades.”
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