Imidacloprido 700 WG Hailir
Hailir Brasil Defensivos Agricolas Ltda - São Paulo/SP
Inseticida
imidacloprido (neonicotinóide) (700 g/kg)
Informações
Número de Registro
30224
Marca Comercial
Imidacloprido 700 WG Hailir
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
imidacloprido (neonicotinóide) (700 g/kg)
Titular de Registro
Hailir Brasil Defensivos Agricolas Ltda - São Paulo/SP
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Alface
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Alface
Dactynotus sonchi
Pulgão-da-alface; Pulgão-da-serralha
Algodão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Algodão
Frankliniella schultzei
Tripes
Alho
Thrips tabaci
Tripes; Tripes-do-fumo
Almeirão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Brócolis
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Brócolis
Brevicoryne brassicae
Pulgão; Pulgão-da-couve
Cana-de-açúcar
Heterotermes tenuis
Cupins
Cebola
Thrips tabaci
Tripes; Tripes-do-fumo
Chicória
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Citros
Chrysomphalus ficus
Cochonilha-cabeça-de-prego; Cochonilha-com-carapaça
Citros
Coccus viridis
Cochonilha-verde; Cochonilha-verde-do-cafeeiro
Citros
Oncometopia facialis
Cigarrinha-da-cvc
Citros
Orthezia praelonga
Cochonilha-Orthezia; Cochonilha-de-placa
Citros
Phyllocnistis citrella
Larva-minadora-das-folhas; Minadora-das-folhas
Citros
Pinnaspis aspidistrae
Cochonilha-escama-farinha
Citros
Selenaspidus articulatus
Cochonilha-pardinha
Citros
Toxoptera citricida
Pulgão-preto; Pulgão-preto-dos-citrus
Couve
Brevicoryne brassicae
Pulgão; Pulgão-da-couve
Couve-flor
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Couve-flor
Brevicoryne brassicae
Pulgão; Pulgão-da-couve
Crisântemo
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Crisântemo
Thrips palmi
Tripes
Cupim-de-monte
Cornitermes cumulans
cupim
Eucalipto
Cornitermes bequaerti
Cupim-de-chifre
Eucalipto
Leptocybe invasa
Vespa-da-galha
Eucalipto
Syntermes molestus
Cupim; Cupim-de-montículo
Fumo
Faustinus cubae
Broca-do-caule-do-tomateiro; Broca-do-fumo
Fumo
Myzus persicae
Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro
Gérbera
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Melancia
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Melancia
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Melancia
Thrips palmi
Tripes
Melão
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Melão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Melão
Thrips palmi
Tripes
Pinus
Cinara atlantica
Pulgão-do-pinus
Poinsétia
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Repolho
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Repolho
Brevicoryne brassicae
Pulgão; Pulgão-da-couve
Conteúdo da Bula
HAILIR BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
Rua Barão do Triunfo, 612 – sala 903 – Brooklin Paulista
Cep 04602-002 – São Paulo-SP
Tel: +55-11-5535-1472
Hailir/059/25 (06/06/2025)
IMIDACLOPRIDO 700 WG HAILIR
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob o nº 30224.
COMPOSIÇÃO:
1-(6-chloro-3-pyridylmethyl)-N-nitroimidazolidin-2-ylideneamine
(IMIDACLOPRIDO)..............................................................................................................700 g/Kg (70% m/m)
Outros Ingredientes.............................................................................................................300 g/Kg (30% m/m)
GRUPO 4A INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida sistêmico que age por contato e ingestão.
GRUPO QUIMICO: Neonicotinoide.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Hailir Brasil Defensivos Agrícolas Ltda.
Rua Barão do Triunfo, 612, sala 903, Brooklin Paulista, CEP 04602-002, São Paulo/SP
CNPJ: 45.407.704/0001-11, Fone: (11) 5535-1472
Registro CDA/SP n° 4406
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Imidacloprid Técnico Agroqualita SNB – Registro MAPA n° 24817
Hebei Veyong Bio-Chemical Co., Ltd. – N° 393, East Heping Road, 050031, Shijiazhuang, Hebei, China.
Hebei Veyong Bio-Chemical Co., Ltd. – 6, Middle Huagong Road, Circulation Chemical Industry Park,
Shijiazhuang, Hebei, China.
Imidacloprido Técnico Hailir – Registro MAPA n° 40318
Shandong Hailir Chemical Co., Ltd. – Lingang Industrial Zone, Coastal Econ, Development Zone, Weifang,
Shandong, China.
FORMULADOR:
Qingdao Audis Bio-Tech Co., Ltd. – Changyang Industrial Zone, Laixi City, Qingdao, Shadong, China.
Shandong Hailir Chemical Co., Ltd. – Lingang Industrial Zone, Coastal Econ, Development Zone, Weifang,
Shandong, China.
Sipcam Nichino Brasil S.A. – Rua Igarapava, 599, Distrito Industrial III, CEP 38044-755, Uberaba/MG –
CNPJ: 23.361.306/0001-79 – Registro IMA/MG n° 2.972.
IMPORTADOR:
Agrilean Inputs S.A.
• Rua Área Rural, Km 207, Lote 04, Armazém 01, s/n°, Área Rural de Luís Eduardo Magalhães, CEP 47865-
899, Luís Eduardo Magalhães/BA – CNPJ: 47.983.211/002-36 – Registro ADAB/BA n°145723;
• Rodovia BR 364, Km 20, Área 02, 5788, Zona Rural, CEP 78098-970, Cuiabá/MT – CNPJ:
47.983.211/0003-17 – Registro INDEA/MT n°33070;
• Rodovia Presidente Castelo Branco, Km 30,5, 11100, Jardim Maria Cristina, CEP 06421-400, Barueri/SP
– CNPJ: 47.983.211/0004-06 – Registro CDA/SP n° 4378.
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HAILIR BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
Rua Barão do Triunfo, 612 – sala 903 – Brooklin Paulista
Cep 04602-002 – São Paulo-SP
Tel: +55-11-5535-1472
Amaggi Exportação e Importação Ltda.
• Rodovia BR 364, Km 20, s/n°, Zona Rural, CEP 78890-000, Cuiabá/MT, CNPJ: 77.294.254/0050-72,
Registro INDEA/MT n° 20435;
• Rodovia BR 163, 2461, Expansão Urbana, CEP 78098-970, Sorriso/MT, CNPJ: 77.294.254/0077-92,
Registro INDEA/MT n° 22956;
• Rodovia PA 125, JK, CEP 68628-557, Paragominas/PA, CNPJ: 77.294.254/0083-30, Registro
ADEPARA/PA n° 15.625.483-2.
BRA Defensivos Agrícolas Ltda. – Rua São José, 550, Centro, CEP 13400-330, Piracicaba/SP – CNPJ:
07.057.944/0001-44 – Registro CDA/SP n° 879.
CHDS do Brasil Comércio de Insumos Agrícolas Ltda.
• Rua Antônio Amboni, 323, Quadra 03, lote 6, Parque Industrial, CEP 85877-000, São Miguel do Iguaçu/PR
– CNPJ: 18.858.234/0001-30 – Registro ADAPAR/PR n° 004001;
• Rod. BR 020, Km 207, s/n°, Armazém 01, sala 01, Módulo F, Alto da Lagoa, CEP 47850-000, Luís
Eduardo Magalhães/BA – CNPJ: 18.858.234/0004-82 – Registro ADAB/BA n° 102518;
• Via Expressa Anel Viário s/n°, Quadra Área, Lote 05 B, Galpão 02, Módulo C, Jardim Paraíso Acréscimo,
CEP 74984-321, Aparecida de Goiânia/GO – CNPJ: 18.858.234/0006-44 – Registro AGRODEFESA/GO
n° 2183/2018;
• Rod. BR 230, Km 411,5, s/n°, Sala 03, Zona Rural, CEP 65800-000, Balsas/MA – CNPJ: 18.858.234/0005-
63 – Registro AGED/MA n° 757;
• Rua I, n° 557, Setor A, Módulo 2, Galpão Argal, Sala 03, Distrito Industrial, CEP 78098-350, Cuiabá/MT
– CNPJ: 18.858.234/0003-00 – Registro INDEA/MT n° 29565;
• Rua Adolfo Zieppe Filho, s/n°, Quadra 17, Setor 13, Anexo 1, Distrito Industrial Carlos Augusto Fritz, CEP
99500-000, Carazinho/RS – CNPJ: 18.858.234/0007-25 – Registro SEAPA/RS n° 79/20;
• Rodovia Presidente Castelo Branco, n° 11.100, Km 30,5, P.36, Módulo 4N, Jardim Maria Cristina, CEP
06.421-300, Barueri/SP – CNPJ 18.858.234/0008-06 – Registro CDA/SP n° 4300;
• Rodovia BR-050, Km 185, Galpão 25, Jardim Santa Clara, CEP 38038-050, Uberaba/MG – CNPJ:
18.858.234/010-20 – Registro IMA/MG n° 16.049;
• Rodovia MS 156, Km 7,5, s/n°, Lado esquerdo, CEP 79849-899, Dourados/MS – CNPJ: 18.858.234/0009-
97 – Registro IAGRO/MS n° 1935/2023-R;
• Rodovia BR 101, n° 2318, Km 106, Sala B003, São Cristóvão, CEP 88385-000, Penha/SC – CNPJ:
18.858.234/0011-01 – Registro CIDASC/SC n° 4570.
DKBR Trading S.A.
• Avenida Ayrton Senna da Silva, 600 – Cond. Torre Siena, Andar 17, Sala 1704, Gleba Fazenda Palhano,
CEP 86050-460, Londrina/PR – CNPJ: 33.744.380/0001-28 – Registro ADAPAR/PR n° 1007743;
• Avenida Miguel Sutil, 6559, Alvorada, CEP 78048-000, Cuiabá/MT – CNPJ: 33.744.380/0002-09 –
Registro INDEA/MT n° 22058;
• Rodovia SPA 008/457, s/n°, Zona Rural, CEP 19640-000, Iepê/SP – CNPJ: 33.744.380/0003-90 –
Registro CDA/SP n° 4303.
Fiagril Ltda. – Avenida da Produção n° 2204-W, Quadra 14, Lote 11ª, Sala 1, Parque das Emas, CEP 78455-
000, Lucas do Rio Verde/MT – CNPJ: 02.734.023/0013-99 – Registro INDEA/MT n° 28047.
Perterra Insumos Agropecuários S.A.
• Av. Dr. Cardoso de Melo, n° 1470, salas 1005-1006, Vila Olímpia, CEP 04548-005, São Paulo/SP – CNPJ:
33.824.613/0001-00 – Registro CDA/SP n° 4206;
• Rodovia PR 090, 5695, Km 5, Armaz. 1, Parque Industrial Nenê Favoretto, CEP 86200-000, Ibiporã/PR –
CNPJ: 33.824.613/0003-64 – Registro ADAPAR/PR n° 1008263;
• Rua Projetada n° 150, Armaz. 1W, Distrito Industrial, Área Rural, CEP 78099-899, Cuiabá/MT – CNPJ:
33.824.613/0004-45 – Registro INDEA/MT n° 33970.
Solus do Brasil Ltda.
• Rodovia BR-376, n° 1441, sala S5 e S6, Parque Industrial Zona Oeste II, CEP 86800-762, Apucarana/PR
– CNPJ: 21.203.489/0001-79 – Registro ADAPAR/PR n°1007610;
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Rua Barão do Triunfo, 612 – sala 903 – Brooklin Paulista
Cep 04602-002 – São Paulo-SP
Tel: +55-11-5535-1472
• Rod. Gov. Leonel de Moura Brizola, s/n°, sala 08, Boa Vista, CEP 99500-000, Carazinho/RS – CNPJ:
21.203.489/0002-50 – Registro SEAPA/RS n° 10/20;
• Av. dos Canários, n° 416S, sala 01, lote 01, Comercial José Aparecido Ribeiro, CEP 78450-000, Nova
Mutum/MT – CNPJ: 21.203.489/0003-30 – Registro INDEA/MT n° 29244;
• Rua Durvalino Binato, n° 535, quadra 267, lote 024, Jardim Aeroporto, CEP 19813-170, Assis/SP – CNPJ:
21.203.489/0004-11 – Registro CDA/SP n° 4427;
• Av. A, n° 01, quadra A, lote 1-A/2 – A, Distrito Industrial, CEP 65800-000, Balsas/MA – CNPJ:
21.203.489/0009-60 – Registro AGED/MA n° 1191;
• Rodovia BR-050, s/n°, Km 185, Galpão 01, Sala 9-B, Jardim Santa Clara, CEP 38038-050, Uberaba/MG
– CNPJ: 21.203.489/0010-60 – Registro IMA/MG n°7829948.
Nº do Lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-
OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previso no art. 4° do Decreto n°
7.212, de 15 de junho de 2010.)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO MUITO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul - PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO:
Imidacloprido 700 WG Hailir é um inseticida sistêmico que age por contato e ingestão, recomendado para as
culturas e alvos abaixo relacionados.
Este produto é tóxicos para abelhas. A pulverização não dirigida em área total não é permitida. Não aplique
este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada
visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito
a penalidade cabíveis e sem prejuízos de outras responsabilidades.
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CULTURAS; PRAGAS; DOSES; NÚMERO, ÉPOCA E INTERNVALO DE APLICAÇÃO:
MODO DE PRAGAS
DOSES NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURAS Nome comum
APLICAÇÃO APLICAÇÃO
Nome científico
Mosca-branca Em bandejas ainda no viveiro de
Bemisia tabaci mudas, aplicar em torno de 24 horas
raça B antes do transplante definitivo para o
campo.
Realizar a colheita antes do
Bandeja de
ALFACE 300 g/ha florescimento.
mudas
Pulgão Vedado o uso em cultivo destinado à
Dactynotus sonchi produção de sementes.
N° máximo de aplicações: 1
Volume de calda: 250 mL / bandeja de
200 alvéolos.
A aplicação deve ser realizada a partir
Mosca-branca do início do desenvolvimento
Bemisia tabaci 300 g/ha vegetativo, antes do período de
raça B inflorescência e florescimento, no colo
BRÓCOLIS e “Drench” das plantas, logo após o transplante das
REPOLHO (Esguicho) mudas ou a emergência das plantas no
Pulgão-da- couve campo.
Brevicoryne Vedado o uso em cultivo destinado à
200 g/ha
produção de sementes.
brassicae N° máximo de aplicações: 1
Volume de calda: 10 - 15 mL/planta
Aplicar na operação de plantio,
direcionando o jato de pulverização no
interior do sulco sobre os propágulos
vegetativos (“toletes”, gemas, mudas ou
Jato Dirigido plântulas), fechando o sulco
CANA-DE- Cupim imediatamente após o tratamento.
no sulco do 400 g/ha
AÇÚCAR Heterotermes tenuis Realizar o tratamento nas áreas onde a
plantio
amostragem prévia identificar a
presença da praga ou em áreas com
histórico de ocorrência.
N° máximo de aplicações: 1
Volume de calda: 150 – 200 L/ha
Iniciar as aplicações logo no início do
aparecimento das primeiras ninfas nas
bainhas das folhas antes da
bulbificação. Direcionar a aplicação
para a inserção das folhas (bainha),
Tripes local onde se encontra a praga
CEBOLA Jato Dirigido 100 g/ha abrigada. Assegurar penetre nas
Thrips tabaci
bainhas das folhas.
Vedado o uso em cultivo destinado à
produção de sementes.
N° máximo de aplicações: 4.
Intervalo de aplicação: 7 dias.
Volume de calda: 300 – 800 L/ha.
A aplicação deve ser realizada ao colo
Mosca-branca das plantas o transplante das mudas no
“Drench”
COUVE Bemisia tabaci 200 g/ha campo.
(Esguicho)
raça B Vedado o uso em cultivo destinado à
produção de sementes.
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Realizar a colheita antes do
Pulgão-da- couve florescimento.
Brevicoryne N° máximo de aplicações: 1.
Volume de calda: 10 – 15 mL/planta
brassicae
Mosca-branca A aplicação deve ser realizada ao colo
Bemisia tabaci das plantas logo após o transplante das
300 g/ha mudas no campo, a partir do início do
raça B
“Drench” desenvolvimento vegetativo foliar da
(Esguicho) Pulgão-da- couve cultura.
Brevicoryne Aplicação em bandeja de mudas deve
brassicae 200 g/ha ser realizada um dia antes do
transplante.
COUVE-FLOR Vedado o uso em cultivo destinado à
produção de sementes.
Realizar a colheita antes do
Pulgão-da- couve florescimento.
Bandeja de
mudas Brevicoryne N° máximo de aplicações: 1.
brassicae 300 g/ha Volume de calda: 10-15 mL/planta
(Drench) e 250 mL / bandeja de 200
alvéolos (Bandeja de mudas).
Tripes Aplicar logo após o aparecimento dos
100 g/ha
Thrips palmi primeiros sinais de pragas. Assegurar
que a calda de pulverização promova
Pulverização uma boa cobertura de todas as partes
CRISÂNTEMO em cultivos Mosca-branca
da planta.
protegidos/es Uso permitido somente em cultivos
Bemisia tabaci 360 g/ha
tufas protegidos (estufas) e revestidos com
raça B
tela anti-afídeos.
N° máximo de aplicações: 1.
Volume de calda: 300-1000 L/ha
Faz-se uma perfuração no topo do
ninho até atingir o núcleo com uma de
CUPIM-DE- Aplicação Cupim aço (varão) de 25 mm de diâmetro e
30 g/100 L
direta no Cornitermes coloca-se a calda preparada através de
MONTE de água
cupinzeiro. cumulans um funil ou similar.
N° máximo de aplicações: 1.
Volume de calda: 1L/ninho
Aplicar após o aparecimento dos
primeiros sinais da praga. Assegurar
que a calda de pulverização promova
Pulverização uma boa cobertura de todos as partes
Mosca-branca
EUPHORBIA em cultivos da planta.
Bemisia tabaci 30 g/ha
(Poinsétia) protegidos/es Uso permitido somente em cultivos
raça B
tufas protegidos (estufas) e revestidos com
tela anti-afídeos.
N° máximo de aplicações: 1.
Volume de calda: 600 –1200 L/ha
No tratamento de rega em canteiro, são
feitas duas aplicações: a primeira logo
Broca-do-fumo
após a semeadura e a segunda, 45 dias
Faustinus cubae 15 g/50 m²
FUMO após a primeira aplicação. As
Rega
(Canteiro) aplicações deverão ser realizadas
durante o período de produção das
Pulgão-verde
mudas e antes do transplante para o
Myzus persicae local definitivo.
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Retirar as inflorescências durante o
cultivo.
Vedado o uso em cultivo destinado à
produção de sementes.
N° máximo de aplicações: 2.
2
Volume de calda: 40 L de água / 50m
Aplicar logo após o transplante das
Pulgão-verde mudas no aparecimento dos primeiros
Myzus persicae sinais das pragas. A aplicação deve ser
realizar ao colo das plantas.
FUMO Retirar as inflorescências durante o
“Drench” 360 g/ha
(Lavoura) cultivo.
(Esguicho)
Broca-do-fumo Vedado o uso em cultivo destinado à
Faustinus cubae produção de sementes.
N° máximo de aplicações: 1.
Volume de calda: 200 – 500 L/ha
Aplicar logo após o aparecimento dos
primeiros sinais da praga. Assegurar
que a calda de pulverização promova
uma boa cobertura de todas as partes
Pulverização da planta.
Mosca-branca
em cultivos 30 g/100 L Uso permitido somente em cultivos
GÉRBERA Bemisia tabaci
protegidos/est de água protegidos (estufas) e revestidos com
raça B
ufas tela anti-afídeos.
Não utilizar o produto em nível de
campo.
N° máximo de aplicações: 1.
Volume de calda: 600 –1200 L/há
Mosca-branca
Bemisia tabaci 300 g/ha A aplicação em “Drench” (Esquicho) ou
raça B gotejamento, deve ser realizada ao colo
das plantas logo após o transplante ou
Pulgão-das- germinação das mudas no campo.
“Drench” Deve ser realizada até 7 dias após a
inflorescências 200 g/ha
(Esguicho) semeadura (no máximo até BBCH 13 –
Aphis gossypii
MELÃO até a terceira folha verdadeira no ramo
principal).
Tripes N° máximo de aplicações: 1.
200 g/ha
Thrips palmi Volume de calda:10-15 mL / planta.
Mosca-branca Não deve ser feito outras aplicações do
Gotejamento Bemisia tabaci 300 g/ha produto a base de imidacloprido na
raça B área.
MODO DE APLICAÇÃO:
PREPARO DE CALDA:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila
ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. O equipamento de pulverização
a ser utilizado para a aplicação do Imidacloprido 700 WG Hailir deve estar limpo de resíduos de outro
defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade; em seguida é necessário que
se faça uma pré-diluição do produto em um recipiente não reativo (plástico, fibra de vidro), adicionando a dose
recomendada para cada cultivo do Imidacloprido 700 WG Hailir em 5 a 10 litros de água agitando-o com um
bastão plástico até que a pré-calda esteja homogênea, assegurando-se a completa umectação e dispersão
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dos aglomerantes presentes na formulação, após esta etapa, inserir a pré-mistura no pulverizador, e
completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação
e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de
pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo
após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la
vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
VOLUME DE CALDA: Pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume
de calda, dose, momento de aplicação e outras informações consulte “Instruções de Uso” desta bula. Respeite
sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
EQUIPAMENTOS COSTAIS (MANUAIS / MOTORIZADOS): Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de
pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de
gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que
não ocorram sobreposições, escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
equipamento deve ser regulado e calibrado.
BANDEJA: Utilizar pulverizador costal manual ou regador, aplicando o produto sob a planta. O cálculo da
quantidade de produto a ser aplicado em cada bandeja, deverá ser feito previamente e proporcional ao
número de plantas a ser transplantado por hectare dependendo da cultura e espaçamento a serem adotados.
Após a aplicação do produto, recomenda-se a aplicação de água pura, da mesma forma e com o mesmo
volume utilizado, para que seja feito o arraste do produto das folhas e ramos para o substrato, facilitando a
absorção radicular.
REGA: Aplicar o produto sobre a planta, nas doses recomendadas, utilizando o volume de 1L de calda/m².
JATO DIRIGIDO / ESGUICHO (DRENCH): Aplicar o produto diluído em água na forma de jato dirigido planta
a planta (esguicho) através de pulverizador manual, motorizado ou tratorizado, de forma que o produto atinja
o solo ao redor do caule da planta ou em jato contínuo, na área de maior concentração das raízes sob a
projeção da copa. A calda deve penetrar imediatamente ao solo. O equipamento deve ser regulado e
calibrado.
JATO DIRIGIDO (ESPECÍFICO PARA CANA-DE-AÇÚCAR): Utilizar pulverizador autopropelido ou
tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano) dirigido ao sulco de plantio, sobre os "toletes",
adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita
cobertura dos “toletes”. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua
extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a
grossas. Procedendo-se a cobertura imediatamente após aplicação.
IRRIGAÇAO POR GOTEJAMENTO: Iniciar a injeção da calda com o produto após o completo funcionamento
do sistema de irrigação. Seguir as instruções do fabricante do sistema de irrigação para a melhor utilização
do sistema dosador e de injeção, além da correta regulagem deste equipamento. A injeção dos produtos pode
ser efetuada utilizando-se diferentes métodos e equipamentos. Porém, independentemente do método
adotado, a qualidade dos resultados obtidos depende do cálculo correto de variáveis como taxa de injeção,
quantidade do produto a ser injetada, volume do tanque de injeção, dose do produto a ser aplicada na área
irrigada, concentração do produto na água de irrigação, entre outros. Além dos cálculos operacionais feitos
corretamente, é necessário assegurar-se de que o sistema, tanto de irrigação quanto de injeção, esteja
funcionando de acordo com os parâmetros para os quais está ajustado, ou seja, que a vazão calculada
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corresponda àquela efetiva no sistema ou que a taxa de injeção desejada esteja realmente ocorrendo no
campo. Sempre, proceder à calibração periódica dos equipamentos.
CUIDADOS DURANTE A APLICAÇÃO: Independentemente do tipo de equipamento utilizado na
pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador,
de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS PARA PULVERIZAÇÃO: Respeitar as condições meteorológicas
adequadas a boa aplicação. Evite situações com médias de temperatura superior a 30°C, de umidade relativa
inferior a 55% e de velocidade média do vento acima de 10 km/h. Nunca aplique quando o vento estiver com
velocidade inferior a 3 km/h (condições para a ocorrência de inversão térmica ou correntes convectivas).
Temperatura Umidade do ar Velocidade média do vento
Inferior a 30 °C Superior a 55% Entre 3 a 10 Km/h
INSTRUÇÕES PARA REDUÇÃO DE DERIVA DURANTE AS APLICAÇÕES: Não permita que a deriva
proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água,
criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial
de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização
(independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais
importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve
considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
DIÂMETRO DAS GOTAS: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro
de gotas possível (média a grossa), buscando-se aliar segurança da aplicação e eficácia do tratamento. A
presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas,
estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar
o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial
de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições
desfavoráveis.
TÉCNICAS GERAIS PARA O CONTROLE DO DIÂMETRO DE GOTAS: Volume: use pontas de maior vazão
para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão
maior produzem gotas maiores. Pressão: use, preferencialmente, a menor pressão indicada para a ponta.
Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura.
Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das
pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva
como as pontas com indução de ar por exemplo. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas
condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
VENTOS / TEMPERATURA / UMIDADE: Aplicação deve ser realizada quando a velocidade do vento for
superior a 3 Km/h e não ultrapassar 10 Km/h. A aplicação deve ser realizada quando a temperatura for inferior
a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%. Em condições de clima quente e seco, regule
o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
INVERSÃO TÉRMICA E CORRENTES CONVECTIVAS: O potencial de deriva é alto durante uma inversão
térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas
suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas
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pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites frias com poucas nuvens e
pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a
manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver
neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no
solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma
inversão térmica; enquanto se a fumaça for rapidamente dispersar e com movimento ascendente, há
indicação de um bom movimento vertical de ar.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a
limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza
e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à
Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região
da aplicação.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e
tecnologia de aplicação empregada.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Dias
Alface 14
Brócolis 82
Cana-de-açúcar (1)
Cebola 21
Couve 14
Couve-flor 82
Cupim-de-monte UNA
Crisântemo UNA
Euphorbia (poinsétia) UNA
Fumo UNA
Gérbera UNA
Melão 14
Repolho 50
UNA = Uso não alimentar.
(1) Não determinado devido à modalidade de aplicação: tratamento do sulco de plantio.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área
em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação).
Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola e restritos para as culturas e recomendações indicadas nesta bula.
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• Não aplicar o produto em plantas com sintomas de estresse hídrico ou fisiológico.
• Imidacloprido 700 WG Hailir não é fitotóxico às culturas indicadas quando utilizado nas doses
recomendadas.
• Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter
sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores
estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização
deste produto.
• Vide “Instruções de Mitigação para Polinizadores”, da bula referente a “PRECAUÇÕES DE USO E
ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO-AMBIENTE”.
• Não é autorizado o uso combinado de imidacloprido em mais de um modo de aplicação ao mesmo ciclo
de cultivo, quando esses eventos ocorrerem antes da floração da cultura.
• Não utilizar imidacloprido em culturas subsequentes quando houver possibilidade de florescimento, em
campo aberto.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÖES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA À INSETICIDAS:
GRUPO 4A INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida Imidacloprido 700 WG Hailir pertence ao grupo 4A (moduladores competitivos de receptores
nicotínicos da acetilcolina Neonicotinoides) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo
grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do produto como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é
necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 4A. Sempre rotacionar com produtos
de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar Imidacloprido 700 WG Hailir ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um
“intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas do produto podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de
aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
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• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do produto, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico
dos neonicotinoides não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações
recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do produto ou outros produtos do Grupo 4A
(neonicotinoides) quando for necessário.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
controladas.
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para
o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária
(www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se adotar outros métodos de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento, sempre que disponível e apropriado.
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de
Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
“ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.”
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro
mecânica classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas nitrila;
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• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contravapores orgânicos e filtro mecânico classe
P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos
até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
• Não reutilizar a embalagem vazia;
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
“Nocivo se ingerido.”
ATENÇÃO “Pode ser perigoso em contato com a pele.”
“Nocivo se inalado.”
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito
ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água
de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
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Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR IMIDACLOPRIDO 700 WG HAILIR
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Neonicotinóide
Classe Toxicológica Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Vias de Exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética Estudos de biocinética em ratos mostraram que o imidacloprido é rapidamente
e quase completamente absorvido pelo lúmen intestinal. Da mesma forma, a
eliminação é rápida e completa.
Não há indícios de potencial de bioacumulação do composto parental bem
como de seus metabólitos. Os processos de absorção e excreção são
independentes da via de exposição. Observa-se como média, 75 % da
excreção via urina e o restante via fezes pela bile excretada. O pico de
concentração plasmática é atingido entre 1 e 2 horas após a administração e
o produto se distribui rapidamente do espaço intravascular para os órgãos e
tecidos periféricos do corpo. Após 48 horas da aplicação, a presença do
imidacloprido nos tecidos é bastante pequena.
A transposição da barreira hemato-encefálica é bastante limitada. A taxa de
metabolização do imidacloprido em ratos é alta e mais pronunciada em
machos que em fêmeas.
Somente entre 10 a 16 % do composto parental é encontrado na excreta. O
principal metabólito renal excretado é o ácido 6-cloronicotínico e seu produto
glicina conjugado, bem como aos dois correspondentes de biotransformação
com anel imidazolidina. As duas maiores rotas de metabolismo responsáveis
pela degradação do imidacloprido são:
1- Clivagem oxidativa gerando nitroimino-imidazolina e ácido cloronicotínico
que sofre conjugação com glicina. Estes metabólitos são encontrados somente
na urina e excretados rapidamente. Eles constituem a maior parte dos
metabólitos identificados e representam cerca de 30 % destes.
2- Hidroxilação do anel imidazolina entre as posições 4-5. Cerca de 16 % dos
metabólitos recuperados identificados foram a soma de 4- e 5-
hidroxiimidacloprido.
Inseticidas neonicotinoides são relativamente pouco tóxicos para humanos,
porque eles interagem menos com os subtipos de receptores nicotínicos
humanos quando comparado aos de insetos, e eles não atravessam
Toxicodinâmica
prontamente a barreira hemato-encefálica. Devido à pouca penetração através
da barreira hemato-encefálica, os efeitos mediados pelo sistema nervoso
central não são esperados em níveis baixos de exposição.
Sintomas e sinais Exposição oral: em estudo realizado em animais de experimentação (ratos)
clínicos observou-se hiperexcitabilidade nervosa, piloereção e convulsões.
Exposição dérmica: em estudo realizado em animais de experimentação
(ratos) observou-se aumento da mobilidade, piloereção e discreta
excitabilidade nervosa.
Exposição ocular: em estudo realizado em animais de experimentação
(coelhos) observou-se vermelhidão e quemose reversíveis em 24 horas.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
Diagnóstico
de quadro clínico compatível.
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Tratamento Não existem antídotos conhecidos para a exposição a inseticidas
neonicotinoides.
O tratamento deve ser direcionado ao controle dos sintomas clínicos e deve
ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação que visam
limitar a absorção e os efeitos locais. O principal efeito clínico esperado é
depressão do sistema nervoso central. A ingestão de formulações de
inseticidas neonicotinoides pode resultar em sintomas clínicos relacionados
aos surfactantes, solventes ou outros ingredientes, sendo que alguns podem
ser corrosivos. Devem-se tratar os sintomas. Administre carvão ativado (240
ml de água/30 g de carvão ativado). Dose usual: 25 a 100 g em adultos /
adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com
menos de 1 ano de idade. Pacientes com intoxicação via oral devem ser
observados cuidadosamente para o possível desenvolvimento de irritação ou
queimaduras no esôfago ou trato gastrintestinal. Se estiverem presentes sinais
ou sintomas de irritação ou queimaduras no esôfago, considere a endoscopia
para determinar a extensão do dano. Reidrate o paciente que estiver perdendo
fluidos através do vômito e diarreia.
A indução do vômito não é recomendada, contudo o vômito espontâneo pode
Contraindicações ocorrer devido à presença de surfactantes ou solventes na formulação.
Efeitos das Não se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou
Interações Químicas potencializadores relacionados ao produto.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
ATENÇÃO Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notavisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800 007 8000 (24 horas) /
(11) 5535-1472 (horário comercial)
Correio Eletrônico da Empresa: registro@hailir.com.br
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIOS:
Efeitos Agudos:
• Toxicidade aguda oral em ratos: DL50 oral > 300 g/Kg p.c.;
• Toxicidade aguda dérmica em ratos: DL50 dérmica > 4000 mg/Kg p.c.;
• Toxicidade aguda inalatória em ratos: CL50 inalatório – “Não determinada nas condições do teste”.
• Corrosão / irritação dérmica em coelhos: em estudos com coelhos o produto foi classificado como não
irritante de acordo com o GHS, pois na avaliação de 24 horas houve reversão do eritema apresentado
em dois animais na primeira hora após a aplicação.
• Corrosão / irritação ocular em coelhos: em estudos conduzidos com coelhos, os animais apresentaram
hiperemia e quimose reversíveis em 48 horas.
• Sensibilização cutânea em cobaias: não foram observadas reações sensibilizantes nos animais testados.
• Sensibilização respiratória: não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais de
experimentação.
• Mutagenicidade: a substância testes não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica
reversa em Salmonella typhimurium (Teste de Ames), e não apresentou evidência de atividade
mutagênica nem no teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos.
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Efeitos crônicos:
Nos estudos realizados com ratos em laboratório durante 2 anos, observou-se na dose máxima testada (900
ppm) um retardamento no ganho de peso nos animais. O estudo, também, mostrou que com relação à
observação de partículas mineralizadas no coloide de folículos da tiroide, os ratos machos se mostraram mais
sensíveis que as fêmeas. Com relação aos demais parâmetros requeridos neste tipo de estudo não foram
observados nenhuma anormalidade ou efeitos significativos. As doses sem efeito, foram, respectivamente,
300 ppm para ratos fêmeas e 100 ppm para ratos machos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
( ) Perigoso ao meio ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir
principalmente águas subterrâneas;
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas;
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves;
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamentos com vazamentos.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em área situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos
e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA POLINIZADORES:
RESTRIÇÃO QUANTO À PROTEÇÃO AOS PLINIZADORES
Este produto apresenta restrições de aplicação por risco a abelhas e outros insetos polinizadores.
Siga as instruções de aplicação e recomendações para proteção de polinizadores.
RESTRIÇÕES DE APLICAÇÃO PARA PROTEGER POLINIZADORES:
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas. Não aplique o produto no período floração das culturas
ou plantas invasoras.
As abelhas e outros insetos polinizadores podem ser expostos a este produto da seguinte forma:
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HAILIR BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
Rua Barão do Triunfo, 612 – sala 903 – Brooklin Paulista
Cep 04602-002 – São Paulo-SP
Tel: +55-11-5535-1472
• Contato direto durante aplicações foliares ou contato com resíduos presentes na superfície das
plantas após aplicação foliares.
• Ingestão de resíduos no néctar e/ou pólen quando o produto for aplicado como tratamento de
semente, solo e/ou aplicação foliar.
• A deriva deste produto para áreas adjacentes as culturas tratadas podem causar danos a
polinizadores e/ou insetos não alvos.
• Nas aplicações terrestres utilizar somente gotas de tamanho médio, médio para grosso e grosso
respeitando as distâncias de segurança conforme descrito na parte de recomendação de uso desta
bula.
• NUNCA utilizar gotas finas ou finas para média nas aplicações.
• NUNCA utilizar ultrabaixo volume (UBV) nas aplicações.
• Não aplicar o produto próximo ou sobre as colmeias, assim como no horário de maior
forrageamento de abelhas e insetos polinizadores.
• Antes da aplicação, informar devidamente os apicultores num raio de 3 Km ao redor da propriedade
para que o apicultor possa tomar medidas necessárias de proteção as colmeias.
• Aplicar sempre seguindo a recomendação de bula e evitar ocorrência de deriva nas áreas vizinhas.
• Remover, antes do tratamento, as plantas invasoras dentro das culturas se estas estiverem com
flores.
• Fazer o uso do Manejo Integrado de Pragas (MIP), utilizando produtos biológicos ou seletivos para
abelhas e polinizadores no período de florescimento das culturas.
Informação sobre proteção de abelhas e ou insetos polinizadores podem ser encontradas em:
http://projetocolmeiaviva.org.br/
Incidentes, durante o uso deste produto que causem prejuízo a abelhas ou polinizadores (por exemplo,
morte de abelhas) devem ser imediatamente reportados através do telefone: 0800 771 8000.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa HAILIR BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS
LTDA. pelo telefone de emergência 0800 117 2020 (24 horas) / (11) 5535-1472 (horário comercial).
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Cep 04602-002 – São Paulo-SP
Tel: +55-11-5535-1472
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetores e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá
e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser
utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local
com grande quantidade de água.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha este material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima.
- Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, e contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando
a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem, o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos
de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
• Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
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Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa,
em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o final do
seu prazo de validade.
O usuário deve aguardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo mínimo de um ano
após a embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local, onde guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve aguardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo mínimo de um ano
após a embalagem vazia.
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Cep 04602-002 – São Paulo-SP
Tel: +55-11-5535-1472
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGENS SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local, onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação deste produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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