HDB 259
Helm do Brasil Mercantil - São Paulo/SP
Herbicida
flumioxazina (ciclohexenodicarboximida) (150 g/kg) + sulfentrazona (triazolona) (622 g/kg)

Informações

Número de Registro
11725
Marca Comercial
HDB 259
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
flumioxazina (ciclohexenodicarboximida) (150 g/kg) + sulfentrazona (triazolona) (622 g/kg)
Titular de Registro
Helm do Brasil Mercantil - São Paulo/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja
Tridax procumbens
erva-de-touro

Conteúdo da Bula

                                    HDB 259
                                                                                                      Bula Agrofit_Dezembro_2025




                                                                       HDB 259
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA - sob n° 11725

COMPOSIÇÃO:
2',4'-dichloro-5'-(4-difluoromethyl-4,5-dihydro-3-methyl-5-oxo-1H-1,2,4-triazol-1- yl)
methanesulfonanilide (SULFENTRAZONA)........................................................622,0g/kg (62,2% m/m)
N-(7-fluoro-3,4-dihydro-3-oxo-4-prop-2-ynyl-2H-1,4-benzoxazin-6-yl)cyclohex-1-ene-1,2-
dicarboxamide (FLUMIOXAZINA).......................................................................150,0g/kg (15,0% m/m)
Outros ingredientes.............................................................................................228,0g/kg (22,8% m/m)

                GRUPO                                            E                                    HERBICIDA
                GRUPO                                            E                                    HERBICIDA

PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Herbicida pré-emergente, seletivo condicional e de ação sistêmica do grupo químico
Triazolona (Sulfentrazona) e Ciclohexenodicarboximida (Flumioxazina)

TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG)

TITULAR DO REGISTRO (*):
HELM DO BRASIL MERCANTIL LTDA.
Rua Verbo Divino, 2001 – 2º andar, conj. 21, torre A – CEP 04719-002 – São Paulo/SP
CNPJ: 47.176.755/0001-05 – Fone: (11) 5185-4099 – Registro no Estado n° 317 CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

PRODUTO TÉCNICO:

Sulfentrazona:

Sulfentrazone T Técnico Helm – Registro MAPA nº 40118
TAGROS CHEMICALS INDIA PRIVATE LIMITED
A-4/1&2 Sipcot Industrial Complex Pachayankuppam, 607 005 Cuddalore Tamil Nadu - Índia

TAGROS CHEMICALS INDIA PRIVATE LIMITED
Plot No. 43/1, Amod Road, GIDC Dehej 1, Taluka Vagra District, Bharuch, Gujarat, 392 130 - Índia

Sulfentrazone A Técnico Helm – Registro MAPA nº TC14420
JIANGSU AGROCHEM LABORATORY CO., LTD
Nº 1218 North Changjiang Road, Hightech Development Zone, Changzhou, Jiangsu, 213034 - China

Sulfentrazone OL Técnico Helm – Registro MAPA nº 0619
ORIENTAL (LUZHOU) AGROCHEMICALS CO., LTD
Xinle Town, Naxi District, Luzhou City, Sichuan Province 646300 - China

Sulfentrazone Técnico Proventis – Registro MAPA nº 29818
JIANGXI HEYI CHEMICAL CO., LTD
Jishan Eco Industrial Park, Pengze County, Jiujiang City, Jiangxi Province, 332700 – China

SNT Técnico – Registro MAPA nº 73818
ORIENTAL (LUZHOU) AGROCHEMICALS CO., LTD
Xinle Town, Naxi District, Luzhou City, Sichuan Province 646300 – China
                                                                                                HDB 259
                                                                              Bula Agrofit_Dezembro_2025



Flumioxazina:

Flumioxazina B Técnico Helm – Registro MAPA nº TC16922
SHANDONG BINNONG TECHNOLOGY CO., LTD.
No. 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou, Shandong, 256600 - China

Flumioxazin Técnico Proventis – Registro MAPA nº TC14021
SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD.
No. 9 Weijiu Rd., Hangzhou Bay, Shangyu Economic and Technological Development Area, Zhejiang,
312369, China

FORMULADOR/MANIPULADOR:

HELM AG
Nordkanalstrasse 28, D-20097, Hamburgo, Alemanha

ODOM INDUSTRIES INC.
800 Odom Industries Road, Wayne County Industrial Park, Waynesboro, MS. 39367, Estados Unidos
da América

SCHIRM GMBH – SITE LÜBECK
Mecklenburger Straße 229, 23568 Lübeck, Alemanha

TORRE SRL
via Pian d'Asso 53028, Torrenieri (Siena), Itália

SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA.
Rua Bonifácio Rosso Ros, n° 260 – Cruz Alta – CEP: 13348-790 – Indaiatuba/SP
CNPJ: 60.744.463/0096-50 – Registro no Estado nº 4476 – CDA/SP

ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Rua Alberto Guizo, 859 - Distrito Industrial João Narezzi – CEP: 13347-402 - Indaiatuba/SP
CNPJ: 50.025.469/0001-53 – Registro no Estado nº 466 – CDA/SP

                    No do lote ou da partida:
                    Data de fabricação:               VIDE EMBALAGEM
                    Data de vencimento:

    ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
                          CONSERVE-OS EM SEU PODER.
   É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
               É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto
                        no Art. 4° do Decreto N° 7.212, de 15 de junho de 2010)

  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
                                DANO AGUDO
     CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: PRODUTO
                   PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE – CLASSE III

Cor da Faixa: Azul PMS Blue 293 C
                                                                                                     HDB 259
                                                                                   Bula Agrofit_Dezembro_2025



   INSTRUÇÕES DE USO:

   HDB 259 é utilizado em aplicação única, de ação sistêmica e não sistêmica, em pulverização sobre o
   solo, no controle de plantas infestantes em área total na cultura de soja, associada a dessecação em
   pré-plantio.

                                                                                  Época de
Cultura              Alvo                         Dose
                                                                                  aplicação
               Capim-amargoso
               Digitaria insularis
          Amendoim-bravo / Leiteiro
           Euphorbia heterophylla                                É recomendada a utilização de HDB 259 em
                                                                 pré-emergência das plantas daninhas e pré-
                  Caruru                                       plantio da cultura da soja, para plantio direto ou
              Amaranthus viridis                                                 convencional.
                  Caruru                                         A escolha da dose depende do histórico de
                                          0,25 - 0,45 kg/ha
             Amaranthus hybridus                                infestação e do tipo de solo. Usar maior dose
                                                               em solo com alto teor de matéria orgânica e/ou
 Soja            Erva-de-touro                                 argila e alta pressão de plantas daninhas. Usar
              Tridax procumbens                                  as menores doses em solos arenosos e em
                  Picão-preto                                                menores infestações.
                 Bidens pilosa
                Corda-de-viola
             Ipomoea grandifolia
          Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1

          Volume de calda:
          - Aplicação terrestre: 100 a 200 L/ha
          - Aplicação aérea: 30 e 50 L/ha

   MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

   Preparo da calda:

   Aplicação Terrestre: Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a ½ (metade) de sua
   capacidade com o agitador em movimento e adicionar o produto. Em seguida, complete com água até
   a capacidade do tanque. Se houver necessidade de interromper a pulverização, mesmo por curto
   período de tempo, é aconselhável manter o agitador funcionando. Se esta interrupção for mais longa,
   é necessário re-agitar a calda por alguns minutos antes de reutilizá-la. Realizar o processo de tríplice
   lavagem da embalagem durante o preparo da calda.

   Aplicação Aérea: No tanque de pré-mistura preparar uma calda homogênea utilizando a dose
   recomendada para a cultura/alvo. Fazer a transferência desta pré-mistura para o tanque da aeronave,
   completando o volume do tanque com água. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem
   durante o preparo da calda.

   Equipamentos de aplicação:

   Aplicação terrestre:
   Utilizar pulverizadores tratorizados ou autopropelidos, utilizando pontas que possibilitem boa cobertura
   do alvo e que produzam gotas de classe Grossas (C) ou Muito Grossas (VC), de acordo com a Norma
   ASABE. Atente às recomendações dos fabricantes e do Engenheiro Agrônomo, visando uma boa
   cobertura da superfície a ser tratada. Durante a pulverização, atentar para a agitação e a abertura e
   fechamento dos registros durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e
   sobreposição das faixas de aplicação, ou deposição da calda de pulverização a culturas vizinhas.

   Aplicação aérea:
   Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, sempre seguir as
   recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma
                                                                                                 HDB 259
                                                                               Bula Agrofit_Dezembro_2025



distribuição uniforme da calda e boa cobertura da superfície desejada. Evitar a sobreposição ou falha
entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

Prefira utilizar pontas que possibilitem boa cobertura do alvo e que produzam gotas de classe Muito
Grossas (VC), de acordo com a Norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo
favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR
A DERIVA). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas
gerado, consultar as especificações do fabricante da ponta. Quando for necessário elevar o volume de
aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés de aumentar a pressão
de trabalho.

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro
agrônomo.

Observação: A boa cobertura da superfície aplicada (solo) é fundamental para o sucesso do controle
das plantas daninhas, independente do equipamento utilizado.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:

Observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto:
     • Temperatura ambiente igual ou inferior a 30ºC.
     • Umidade relativa do ar acima de 50%.
     • Velocidade do vento entre 2 e 10 km/h – não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS ou
        ausência de ventos.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro
agrônomo.

Cuidados na Limpeza do Pulverizador:
Antes de aplicar HDB 259, verifique se todo o equipamento de aplicação está limpo e bem cuidado.
O tanque de pulverização, bem com as mangueiras, filtros e bicos devem ser limpos para garantir que
nenhum resíduo de produto de pulverização anterior permaneça no pulverizador. Alguns agrotóxicos
são ativos em quantidades bastante pequenas, podendo causar danos quando aplicados às culturas
sensíveis.
Antes de aplicar o HDB 259, o pulverizador deve ser limpo de acordo com as instruções do fabricante
do último produto utilizado.
Se dois ou mais produtos foram utilizados antes da aplicação do HDB 259, deve ser seguido o
procedimento de limpeza mais restritivo.

Limpeza/Lavagem do Pulverizador:
O pulverizador, incluindo o tanque, tanque de mistura, mangueira, filtros e bicos devem ser limpos toda
vez que for aplicado o HDB 259.
Imediatamente após o término da aplicação do HDB 259, seguir as seguintes etapas para limpar o
equipamento de pulverização (não deixar para fazer a limpeza no dia seguinte):
1. Drenar completamente o tanque de pulverização, lavar o pulverizador completamente, incluindo a
parte interior e exterior do reservatório e todos os acessórios em linha.
2. Encha o tanque com água limpa e adicione amônia caseira (com 3% de amônia) na proporção de
1%, ou seja, 1 litro para cada 100 litros de água. Acionar o pulverizador para circular a solução no
pulverizador, incluindo as mangueiras e bicos durante 5 minutos.
Remova e limpe os bicos, filtros, difusores em um balde com solução de amônia caseira a 3%, diluído
a 1%.
3. Esvazie o tanque e encha novamente com água limpa. Agite a calda do tanque por no mínimo 15
minutos, passando por todas as mangueiras, filtros, difusores e bicos. Caso esteja usando diafragmas
na barra de pulverização, afrouxe os diafragmas antes de liberar o sistema de agitação, permitindo que
a solução de limpeza passe através do diafragma aberto.
Se os bicos de pulverização possuírem tampas, estas devem ser afrouxadas antes de liberar o sistema
de agitação, para permitir que a solução de limpeza passe através das tampas soltas. Após drenagem
do tanque, repetir as operações 2 e 3.
                                                                                                HDB 259
                                                                              Bula Agrofit_Dezembro_2025



Encher o tanque com água limpa para enxaguar todo o equipamento pulverizador, incluindo
mangueiras, filtros, difusores e bicos, várias vezes.
Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas uteis.
Descarte    os      resíduos     da     limpeza    de acordo   com     a     legislação vigente.

RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de
rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de
pulverização e ao clima.
O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR
A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas, desde que esse
diâmetro permita uma boa cobertura.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A
PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES
AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.

Tipo de ponta de pulverização:
Use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada; considere o uso de pontas de
baixa deriva.
Em situações adversas, considere o uso de pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de
calda recomendado.
Procure trabalhar na menor pressão recomendada para o modelo de ponta – pressões maiores
resultam em diâmetro de gota menor, aumentando o potencial de deriva. Considere a substituição das
pontas por modelos mais adequados ao invés de aumentar a pressão de trabalho.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgastes
e vazamentos.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.

Altura da barra:
Regule a altura da barra para a menor altura possível recomendada pelo fabricante e que permita obter
uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para
equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com o alvo, e com o mínimo de solavancos,
observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.

Temperatura e umidade:
Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas
maiores para reduzir o efeito da evaporação.

Ventos:
O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de
equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver
RAJADAS DE VENTOS. No caso de aplicação aérea, não aplicar em condições SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar
familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento
vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e
com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com
relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas
começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua
presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, podendo ser identificadas também pelo
movimento da ‘fumaça’ originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em
camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a
fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento
vertical do ar.
                                                                                              HDB 259
                                                                            Bula Agrofit_Dezembro_2025



INTERVALO DE SEGURANÇA:

    Cultura                Dias
      Soja                   (1)
(1) – Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI).

LIMITAÇÕES DE USO:
-   Fitotoxicidade: HDB 259 é indicado apenas para a cultura da soja, onde, sendo utilizado dentro
    das recomendações indicadas pelo fabricante não induz efeitos fitotóxicos.
-   Evite a sobreposição de faixas de aplicação; se isso ocorrer, poderá causar injúria à cultura.
-   Injúria na cultura da soja poderá ocorrer em solos pouco drenados, muito compactados ou em
    solos saturados por longo período de tempo.
-   A aplicação deverá ser feita sempre antes da emergência da cultura da soja. A sulfentrazona
    aplicada na emergência da soja ou em plantas emergidas causará danos à cultura.
-   Se houver necessidade de replantio da cultura da soja, não reaplicar HDB 259, pois poderá causar
    injúria à cultura.
-   Após a aplicação de HDB 259 é necessário um período de 18 meses antes da implantação da
    cultura do algodão, pois o efeito residual (“carry over”) do produto pode causar injúrias nesta
    cultura.
-   Não aplicar através de sistema de irrigação.
-   Nas aplicações de pré-emergência o solo deve estar preparado, livre de torrões e úmido.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA E INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO
INTEGRADO DE DOENCAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão federal competente – MAPA)

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente –
IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana –
ANVISA/MS).

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide modo de aplicação.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente –
IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente –
IBAMA/MMA).
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                                                                              Bula Agrofit_Dezembro_2025




                    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
“ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA”.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
  com a boca.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com a vida
  útil fora de especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
  de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
  habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
  do alcance de crianças e de animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
  macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
  à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
  compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas
  de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores
  orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção
  lateral; touca árabe; e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
  manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas
  de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite, o máximo possível, o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
  de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
  estiver sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
  as melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
  também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
  compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas
  de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico
  classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe; e luvas
  de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
  manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas
  de segurança.
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                                                                                Bula Agrofit_Dezembro_2025




PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
  avisos até o final do período de reentrada.
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
  o produto antes do término de intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
  (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas
  logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
  de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos e Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
  para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
  trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
  família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão
  impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
  touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
  manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas
  de segurança.



                                                                      “Pode ser nocivo se ingerido”
                                          ATENÇÃO
                                                                       “Pode ser nocivo se inalado”



PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por
exemplo.
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                                                                                   Bula Agrofit_Dezembro_2025



                                      INTOXICAÇÕES POR HDB 259
                                        INFORMAÇÕES MÉDICAS


                      Sulfentrazona: Triazolona
Grupo químico
                      Flumioxazina: Ciclohexenodicarboximida
Classe toxicológica   Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Vias de exposição     Oral, dérmica, ocular e inalatória.
                      Sulfentrazona: Nos estudos realizados em ratos, a absorção gastrointestinal da
                      sulfentrazona foi quase completa e independente da dose e do sexo dos animais
                      testados. O metabolismo da sulfentrazona foi testado em ratos, cabras e galinhas. O
                      metabólito primário foi o 3-hidroximetil-sulfentrazona (88 a 95%), excretado pela urina e
                      fezes, tendo sido também encontrados os metabólitos 3-desmetil-sulfentrazona e 2,3-
                      diidroximetil sulfentrazona. A sulfentrazona inalterada foi detectada em uma quantidade
                      muito baixa nas fezes. Os herbicidas do grupo das triazolinonas, como a sulfentrazona,
                      são rapidamente metabolizados e são quase totalmente excretados dentre 3 a 5 dias pela
                      urina e fezes. A sulfentrazona e os seus metabólitos não são bioacumuláveis.
Toxicocinética
                      Flumioxazina: Em estudos com ratos, a absorção foi > 90% (1 mg/kg) e de 50% (100
                      mg/kg). Cerca de 97% do produto foi excretado nas fezes e na urina, dentro de 1 dia após
                      sua administração. Teve ampla distribuição, mas sem potencial de bioacumulação. Na
                      maior dose testada (100 mg/kg de peso vivo) houve um aumento da Flumioxazina
                      inalterada nas fezes, o que sugere que esta dose está acima da capacidade de absorção
                      do produto pelo trato gastrointestinal. Foi extensamente metabolizado, principalmente por
                      clivagem da ligação imida e hidroxilação do anel ciclohexano. Altos níveis de resíduos
                      foram encontrados nas hemácias e sete metabólitos foram encontrados na urina e nas
                      fezes. A absorção através da pele é baixa.
                      Sulfentrazona:       A   sulfentrazona      é   um    herbicida     inibidor   da    enzima
                      protoporfirinogêniooxidase (Protox), o que constitui seu modo de ação como herbicida.
                      Em mamíferos, o alvo da sulfentrazona é o sistema hematopoiético, através da inibição
                      da enzima protoporfirinogênio-oxidase mitocondrial, que interfere na biossíntese do grupo
                      heme da cadeia da hemoglobina. Como resultado, há aumento nos níveis de porfirina
                      sanguínea, em animais, após doses orais do ativo. Pelo fato deste herbicida ser
                      efetivamente metabolizado e excretado, os níveis de porfirina regridem ao normal dentro
Toxicodinâmica
                      de alguns dias. Em geral, para indivíduos saudáveis, os metabólitos não representam um
                      perigo toxicológico relevante.
                      Flumioxazina: Não são conhecidos os mecanismos de toxicidade em humanos. Estudos
                      mecanísticos sugerem uma associação entre a inibição da enzima protoporlirinogénio
                      oxidase e consequentemente comprometimento da síntese de heme em ratos.
                      Relevância humana dos efeitos no desenvolvimento em ratos não pode ser
                      desconsiderada.
                      Irritação do trato gastrointestinal (náusea, vômito e dor abdominal); irritação ocular
                      (ardência e vermelhidão dos olhos) e irritação respiratória (tosse e ardência do nariz, boca
                      e garganta).

                      Sulfentrazona: Não são conhecidos sintomas específicos da sulfentrazona em humanos
                      ou animais. Em estudos de toxicidade em animais esta substância demonstrou toxicidade
                      aguda relativamente baixa.
                      Flumioxazina: Não há relatos de sintomas de intoxicação aguda em humanos, sendo
                      recomendada a suspensão da manipulação ou aplicação do produto, se surgirem
Sintomas e Sinais
                      quaisquer sintomas. Em camundongos, ratos e cães efeitos críticos incluíram anemia em
Clínicos
                      ratos e efeitos tóxicos hepáticos em todas as espécies, sendo o rato a espécie mais
                      sensível. Em animais, após exposição dérmica, foi observada leve irritação; o composto
                      não é sensibilizante dérmico. Exposição ocular provoca leve irritação.
                      Sintomas gerais de intoxicação após exposição a produtos químicos podem ocorrer
                      como:
                      Exposição ocular: Em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e
                      vermelhidão.
                      Exposição cutânea: Em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e
                      vermelhidão.
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                                                                                Bula Agrofit_Dezembro_2025



                   Exposição respiratória: Quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com
                   tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
                   Exposição oral: A ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito,
                   náuseas, dor abdominal e diarreia.
                   Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em
                   humanos.

                   O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro
Diagnóstico
                   clínico compatível.

                   Tratamento geral: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente
                   com avaliação de sinais vitais.
                   Estabilização do paciente: Proceder a estabilização do paciente com a manutenção das
                   funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura
                   corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência do paciente.
                   Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais
                   se necessário. Administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para
                   parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias.
                   Medidas de descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais.
                   Exposição Oral:
                   - Lavar a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, manter a
                   cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
                   para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
                   - Carvão ativado: a administração de carvão ativado deve ser considerada somente em
                   casos de ingestão de grandes quantidades e se o paciente estiver consciente e sem
                   vômito. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL
                   de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100g; crianças 25 a
                   50g (1 a 12 anos) e 1g/kg (menos de 1 ano de idade).
                   - Lavagem gástrica: considerar a lavagem gástrica somente após ingestão da substância
                   em uma quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a
                   ingestão (geralmente dentro de 1 hora).
                   - Monitorar os sinais vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial).
                   Exposição ocular:
Tratamento
                   Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à
                   temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
                   lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
                   tratamento específico.
                   Exposição Dérmica:
                   Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e
                   sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
                   específico.
                   Exposição inalatória:
                   Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e
                   perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à
                   irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar
                   oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
                   Antídoto:
                   Não há antídoto específico conhecido para a substância. Tratamento sintomático e de
                   suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
                   CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
                   A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
                   medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de
                   forma a não se contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder
                   a descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos,
                   com água abundante e sabão. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando
                   luvas, botas e avental impermeáveis.
                   A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite
                   química.
Contraindicações
                   A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias
                   respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados; pacientes
                                                                                                    HDB 259
                                                                                  Bula Agrofit_Dezembro_2025



                       com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não
                       significativa.
                       Sulfentrazona: Não são conhecidos efeitos de interações químicas com outras
                       substâncias.
Efeitos sinérgicos:
                       Flumioxazina: Não são conhecidos efeitos de interações químicas com outras
                       substâncias.
                       Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
                       tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
                       Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica –
                       RENACIAT - ANVISA/MS
                       As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
                       Notificação Compulsória.
ATENÇÃO
                       Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS)
                       Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
                       Telefone de Emergência da empresa:
                       HELM DO BRASIL MERCANTIL LTDA: (11) 5185-4099
                       Emergências Toxicológicas: 0800 7010 450 (24 horas)
                       Emergências para Transportes: 0800 707 7022 e 0800 117 2020 (24 horas)

     MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
     “Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

     Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

     EFEITOS AGUDOS:

     - DL50 oral em ratos: 3129 mg/kg p.c.
     - DL50 dérmica em ratos > 5000 mg/kg p.c.
     - CL50 inalatória em ratos > 2,07 mg/L/4h
     - Corrosão/irritação cutânea em coelhos: Dentro de 30-60 minutos após a remoção da bandagem,
     foram observados eritema (grau 1 - 1/3 e grau 2 - 2/3) e edema grau 2 (2/3) nos animais tratados com
     o item teste. A incidência e gravidade da irritação diminuiu com o tempo. Todos os animais estavam
     livres de irritação dérmica na leitura de 48 horas.
     - Corrosão/irritação ocular em coelhos: Durante as primeiras 24 horas após a instilação da substância
     de teste, dois olhos tratados exibiram opacidade da córnea e três apresentaram inflamação da
     conjuntiva. Não foi observada irite em nenhum olho tratado durante este estudo. A incidência e
     gravidade da irritação diminuíram gradualmente com o tempo. Todos os animais estavam livres de
     irritação ocular no Dia 4, quando terminou o estudo.
     - Sensibilização cutânea em cobaias: produto não sensibilizante a pele.
     - Sensibilização respiratória: não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais
     de experimentação.
     - Mutagenicidade: O produto não apresenta potencial mutagênico. Não foram observados efeitos
     mutagênicos em nenhuma das concentrações para nenhuma das cinco linhagens, em dois
     experimentos específicos e com ativação metabólica no teste de mutação gênica reversa (teste de
     Ames). Também não houve dano cromossômico estrutural e/ou numérico nas hemácias imaturas dos
     animais no teste do micronúcleo em células de mamíferos.

     EFEITOS CRÔNICOS:

     Sulfentrazona: estudos crônicos e subcrônicos conduzidos em ratos, camundongos e cães,
     identificaram o sistema hematopoiético como órgão-alvo de toxicidade da sulfentrazona, apresentando
     interrupção da síntese do grupo heme devido à inibição da enzima protoporfirinogênio oxidase. Em
     animais expostos à sulfentrazona por período prolongado, foram observados anemia e efeitos nos rins
     e no fígado. Em estudo de neurotoxicidade subcrônica em ratos, foram observados sinais clínicos de
     toxicidade como aumento da atividade motora sem evidências de alterações neuropatológicas
     relacionadas. A sulfentrazona não apresentou evidências de potencial mutagênico nem carcinogênico.
     A sulfentrazona causou efeitos tóxicos no desenvolvimento embriofetal quando administrada pela via
     oral em ratos e coelhos, e pela via dérmica em ratos. Nos estudos de desenvolvimento conduzidos em
     ratos, pela via oral, foram observadas malformações esqueléticas na ausência de toxicidade materna
     (NOAEL materno: 25 mg/kg/dia; LOAEL desenvolvimento: 25 mg/kg/dia). No entanto, em coelhos, os
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                                                                            Bula Agrofit_Dezembro_2025



efeitos tóxicos no desenvolvimento ocorreram somente na presença de toxicidade materna. Em
estudos de duas gerações em ratos, foram observados efeitos tóxicos como redução da viabilidade
pré-natal (feto e ninhada), redução do tamanho da ninhada, aumento do número de filhotes natimortos,
redução da sobrevivência pós natal da ninhada e diminuição do peso corporal dos filhotes durante a
lactação (NOAEL: 14 mg/kg/dia e de LOAEL de 33 mg mg/kg/dia em ratos machos e de 40 mg/kg/dia
em ratos fêmeas).

Flumioxazina: Em estudos de até 2 anos de duração, realizados com ratos, foram observadas anemia
e insuficiência renal.

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em
humanos.

SINTOMAS DE ALARME:
Não específicos.
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                                                                            Bula Agrofit_Dezembro_2025



                    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

   PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
                              MEIO AMBIENTE

Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
□ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
■ PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
-       Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
-       Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
-       Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
-       Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-       Não utilize equipamentos com vazamentos.
-       Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-       Aplique somente as doses recomendadas.
-       Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água. Evite a contaminação da água.
-       A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
-       Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e
250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos animais
e vegetação susceptível a danos.
-       Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-       Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
-       O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-       O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-       Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
-       Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-       Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
-       Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
-       Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-       Isole e sinalize a área contaminada.
-       Contate as autoridades locais competentes e a empresa HELM DO BRASIL MERCANTIL
LTDA.
-       Telefone da empresa: (11) 5185-4099 (horário comercial) ou 0800 707 7022 e 0800 117 2020
(24 horas).
-       Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
-       Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais
ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua
devolução e destinação final.
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                                                                              Bula Agrofit_Dezembro_2025



Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (lavagem manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

-      Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
-      Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
-      Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
-      Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
-      Faça esta operação três vezes;
-      Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:

-      Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-      Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
-      Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-      A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-      Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:

-       Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-       Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-       Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-       Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
                                                                                               HDB 259
                                                                             Bula Agrofit_Dezembro_2025



ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

-      Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
-      O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

-        No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
-        Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo
de validade.
-        O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:

-     As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

-       O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
-       Use luvas no manuseio dessa embalagem.
-       Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

-        No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
-        Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o térmico do prazo
de validade.
-        O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:

-     As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

-      O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
-      Use luvas no manuseio dessa embalagem.
                                                                                               HDB 259
                                                                             Bula Agrofit_Dezembro_2025



-       Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o
qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

-        No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
-        Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo
de validade.
-        O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

-       Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
-       As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser
adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

-      O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

-       É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:

-     As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

-       A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
-       É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
-       EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
-       A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

-       Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
-       A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
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                                                                            Bula Agrofit_Dezembro_2025



TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

-       O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina
que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS PELO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes
às atividades agrícolas.
                                

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