Gumi
Yonon Brasil Defensivos Agricolas Ltda
Herbicida
Glufosinato - sal de amônio (homoalanina substituída) (200 g/L)

Informações

Número de Registro
14021
Marca Comercial
Gumi
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
Glufosinato - sal de amônio (homoalanina substituída) (200 g/L)
Titular de Registro
Yonon Brasil Defensivos Agricolas Ltda
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Alface
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Alface
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Alface
Polygonum aviculare
erva-de-bicho (6)
Alface
Soliva anthemifolia
cuspe-de-caipira; cuspe-de-tropeiro (2); roseta (2)
Alface
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Alface
Stellaria media
centochio; erva-de-passarinho (2); esparguta (2)
Algodão
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Algodão
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Algodão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Chenopodium album
ançarinha-branca; erva-de-são-joão (2); erva-formigueira-branca
Algodão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Algodão
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Algodão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Algodão
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Algodão OGM
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Algodão OGM
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Algodão OGM
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão OGM
Borrieria latifolia
Erva-quente
Algodão OGM
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão OGM
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Algodão OGM
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Algodão OGM
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão OGM
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Algodão OGM
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Algodão OGM
Euphorbia heterophylla
Leiteiro
Algodão OGM
Glycine max
soja
Algodão OGM
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Algodão OGM
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Algodão OGM
Zea mays
milho
Banana
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Banana
Crepis japonica
barba-de-falcão; crepis
Banana
Cuphea carthagenensis
guanxuma-vermelha; sete-sangrias
Banana
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Banana
Dioscorea batatas
cará; cará-do-pará; erva-cará
Banana
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Banana
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Banana
Paspalum conspersum
capim-de-mula; capim-do-brejo; capim-guaçu
Banana
Phyllanthus tenellus
arrebenta-pedra (1); erva-pombinha (1); quebra-pedra (1)
Batata
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Batata
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Batata
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Batata
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Batata
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Batata
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Batata
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Batata
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Batata
Solanum tuberosum
Batata
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Café
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Café
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Café
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Café
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Café
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Café
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Cevada
Citros
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Citros
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Citros
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Citros
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Citros
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Citros
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Citros
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Citros
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Citros
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Talinum paniculatum
bunda-mole; bênção-de-deus; lígua-de-vaca
Eucalipto
Acacia plumosa
acacia-de-espinho; arranha-gato (2); unha-de-gato (1)
Eucalipto
Bauhinia variegata
unha-de-vaca (3)
Eucalipto
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Eucalipto
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Eucalipto
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Eucalipto
Lantana camara
camará; cambará (1); cambará-branco (2)
Eucalipto
Melinis minutiflora
capim-catingueiro; capim-gordo; capim-gordura
Eucalipto
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Eucalipto
Pteridium aquilinum
pluma-grande; samambaia; samambaia-das-taperas
Eucalipto
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Eucalipto
Solanum paniculatum
gerobeba; jupeba; jurubeba (2)
Eucalipto
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Eucalipto
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Eucalipto
Spermacoce verticillata
poaia-botão; poaia-preta; poaia-rosário
Eucalipto
Stachytarpheta cayennensis
gervão (2); gervão-azul; gervão-de-folha-verônica
Feijão
Maçã
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Maçã
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Maçã
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Maçã
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Maçã
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Maçã
Oxalis oxyptera
azedinha (4); trevo (2)
Maçã
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Maçã
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Maçã
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Maçã
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Maçã
Rumex obtusifolius
labaça; língua-de-vaca (2)
Maçã
Senecio brasiliensis
flor-das-almas; flor-de-finados; maria-mole (2)
Maçã
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Maçã
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Milho
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Milho
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Milho
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho OGM
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Milho OGM
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milho OGM
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho OGM
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho OGM
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Milho OGM
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Milho OGM
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Milho OGM
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho OGM
Euphorbia heterophylla
Leiteiro
Milho OGM
Glycine max
soja
Milho OGM
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Milho OGM
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Nectarina
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Nectarina
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Nectarina
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Nectarina
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Nectarina
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Nectarina
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pessego
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Pessego
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Pessego
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Pessego
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Pessego
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Pessego
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Repolho
Coronopus didymus
mastruz (2); mastruço (3); mentrusto (2)
Repolho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Repolho
Polygonum persicaria
cataia; erva-de-bicho (4); persicaria-de-pé-vermelho
Repolho
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Repolho
Stellaria media
centochio; erva-de-passarinho (2); esparguta (2)
Soja
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Avena sativa
aveia
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Soja
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Glycine max
soja
Soja
Hordeum vulgare
cevada
Soja
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Soja
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Soja
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Soja
Secale Cereale
Centeio
Soja
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Soja
Triticum aestivum
trigo
Soja
Triticum secale
Triticale
Soja OGM
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja OGM
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja OGM
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja OGM
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja OGM
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja OGM
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja OGM
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Soja OGM
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Soja OGM
Euphorbia heterophylla
Leiteiro
Soja OGM
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja OGM
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Soja OGM
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Trigo
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Trigo
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Trigo
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Trigo
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Trigo
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Trigo
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Trigo
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Trigo
Glycine max
soja
Trigo
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Trigo
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Trigo
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Trigo
Uva
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Uva
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Uva
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Uva
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)

Conteúdo da Bula

                                    _____________________________________________________________________________________



                                                                            GUMI
                          Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 14021

COMPOSIÇÃO:
Ammonium 4-[hydroxy(methyl)phosphinoyl]-DL-homoalaninate ou ammonium DLhomoalanin-4-
yl(methyl)phosphinate (GLUFOSINATO-SAL DE AMÔNIO) ........................................................200 g/L (20,0 % m/v)
Outros Ingredientes....................................................................................................................................898 g/L (89,8 % m/v)

                    GRUPO                                                          H                                               HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida não seletivo de ação total.
GRUPO QUÍMICO: Homoalanina substituída

TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)

TITULAR DO REGISTRO (*):
Yonon Brasil Defensivos Agrícolas Ltda. - Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar,
Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP - CEP: 01443-010 – Tel.: (11) 3032-2090 – CNPJ:
47.172.452/0001-14 - Registro CDA/SP nº 4382.
(*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO)

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
GLUFOSINATE-AMMONIUM TÉCNICO GT – Registro MAPA nº 11815:
Yongnong Biosciences Co. Ltd. – Nº 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and
Technology Development Zone, 312369, Shangyu, Zhejiang – China. Ningxia Yongnong
Biosciences Co., Ltd. – The South of Guangfu Road, and the North of Taizhongyin Railway,
Ningdong Base Chemical New Material Zone, Yinchuan City, Ningxia Hui Autonomous Region,
China.

FORMULADORES:
Ningxia Yongnong Biosciences Co., Ltd. – South of Guangfu Road, and the North of Taizhongyin
Railway, Ningdong Base Chemical New Material Zone, Yinchuan City, Ningxia Hui Autonomous Region –
China. Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. – Av. Roberto Simonsen, 1459
- Recanto dos Pássaros – Paulínia/SP – CEP 13148-030 – CNPJ: 03.855.423/0001-81 – Registro CDA/SP
nº 477. Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. – Rua Alberto
Guizo, 859, Distrito Industrial João Narezzi, Indaiatuba/SP – CEP 13347-402 – CNPJ nº 50.025.469/0001-
53 - Registro CDA/SP nº 466. Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos
Ltda. – Rua Bonifacio Rosso Ros, 260, Bairro Cruz Alta, Indaiatuba/SP – CEP 13.348-970 – CNPJ:
50.025.469/0004-04 - Registro CDA/SP nº 1248. Yongnong Biosciences Co. Ltd. – Nº 3, Weiqi Rd (East),
Hangzhou Gulf Economy and Technology Development Zone, 312369, Shangyu, Zhejiang – China.


MANIPULADOR:
Arysta LifeScience do Brasil Industria Química e Agropecuária S.A. – Rod. Sorocaba – Pilar do Sul, Km
122, Pilar do Sul, Pirapora - CEP 18.160-000 –CNPJ: 62.182.092/0012-88 - Registro CDA/SP nº 476.
_____________________________________________________________________________________
                         Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                                          CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
_____________________________________________________________________________________
Prentiss Química Ltda. – Rodovia PR 423, km 24,5 – Campo Largo/PR – CEP: 83603-000 – CNPJ:
00.729.422/0001-00 - Registro ADAPAR/PR nº 002669.

IMPORTADORES:
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. – Avenida Parque Sul nº 2138 - Distrito Industrial I,
CEP 61939-000, Maracanaú/CE – CNPJ: 07.467.822/0001-26. Sumitomo Chemical Brasil Indústria
Química S.A. – Rodovia Presidente Castelo Branco nº 11100, Km 30,5, P-36 - Jardim Maria Cristina – CEP:
06421-400 – Barueri/SP – CNPJ: 07.467.822/0012-89. Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.
– Rodovia PR 090 – Km 374, S/N, Lote 44-C-2, Pq. Industrial Nene Favoretto – CEP 86200-000 – Ibiporã/PR
– CNPJ: 07.467.822/0004-79.

                       N° do Lote ou partida:
                        Data de Fabricação:            VIDE EMBALAGEM
                       Data de Vencimento:


ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS
                                  EM SEU PODER.

      É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. É
                   OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                 CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA:
                  CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO

                CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                       CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C




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               Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                                CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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                         MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO: O GUMI controla eficientemente, em pós-emergência de jato dirigido, plantas
daninhas nas culturas de: alface, algodão, banana, batata, citros, café, eucalipto, maçã, milho, nectarina,
pêssego, repolho, soja, trigo e uva; na dessecação de pré-colheita de batata, cana-de-açúcar, cevada,
feijão, soja e trigo. Em aplicações de dessecação de pré-plantio, no sistema de plantio direto, em soja e
trigo; e em aplicações de pós-emergência do algodoeiro OGM, milho OGM e soja OGM:



                                                          Dose             Dose        Volume de      Nº máximo de
     Cultura           Plantas Infestantes
                                                        (L p.c/ha)       (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações
                        Caruru-de-mancha
                        Amaranthus viridis
                           Picão-branco
                       Galinsoga parviflora
                                                     1,5 + 0,2 % v/v
                          Erva-de-bicho
                                                    de óleo vegetal ou      300
                       Polygonum aviculare
                                                         mineral
                             Serralha                                                      350             1
                        Sonchus oleraceus
    ALFACE             Erva-de-passarinho
                          Stellaria media
                                                       2,0 + 0,2 %
                              Soliva
                                                    de óleo vegetal ou      400
                        Soliva anthemifolia
                                                         mineral
                  Época e intervalo de aplicação:
                  Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface
                  com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4
                  folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
                        Capim-pé-de-galinha
                           Eleusine indica
                           Capim-colchão
                        Digitaria sanguinalis
                         Capim-marmelada
                       Brachiaria plantaginea
                        Capim-massambará
                        Sorghum halepense
                       Carrapicho-de-carneiro
                     Acanthospermum hispidum
                                                         2,0 + 0,2 %
                             Trapoeraba
                                                      de óleo vegetal ou     400           350              1
                      Commelina benghalensis
                                                           mineral
                               Caruru
                         Amaranthus viridis
   ALGODÃO                Amendoim-bravo
                       Euphorbia heterophylla
                           Caruru-rasteiro
                        Amaranthus deflexus
                             Picão-preto
                            Bidens pilosa
                              Fedegoso
                        Chenopodium album
                  Época e intervalo de aplicação:
                  Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta
                  estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e
                  capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carra-picho-de-
                  carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegoso,
                  realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma
                  única aplicação por ciclo da cultura.


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                Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                                 CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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                                                         Dose             Dose        Volume de      Nº máximo de
    Cultura            Plantas Infestantes
                                                       (L p.c/ha)       (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações
                        Capim-marmelada
                      Brachiaria plantaginea
                        Capim-carrapicho
                       Cenchrus echinatus          2,0 a 2,5 + 0,25 %
                          Corda-de-viola                   v/v
                                                                        400 a 500                         2
                       Ipomoea grandifolia         de óleo vegetal ou
                     Carrapicho-de-carneiro              mineral
                    Acanthospermum hispidum
                            Apaga-fogo
                       Alternanthera tenella
                        Capim-marmelada
                      Brachiaria plantaginea
                        Capim-carrapicho
                       Cenchrus echinatus
                          Corda-de-viola
                       Ipomoea grandifolia         3,0 a 3,5 + 0,25 %
                     Carrapicho-de-carneiro                v/v
                                                                        600 a 700                         1
                    Acanthospermum hispidum        de óleo vegetal ou
                            Apaga-fogo                   mineral
                                                                                       Terrestre:
                       Alternanthera tenella
                                                                                       100 - 200
                            Erva-quente
                          Borrieria latifolia
ALGODÃO OGM
                             Beldroega
   (Organismo           Portulaca oleracea                                              Aérea:
Geneticamente                                                                           30 - 40
                         Capim amargoso
   Modificado
                         Digitaria insularis
     OGM**)
                          Capim colchão
  resistente ao
                       Digitaria horizontalis
 Glufosinato de
                               Buva
  amônio (pós
                        Conyza bonariensis         2,0 - 3,5 + 0,25% v/v
  emergência)
                              Leiteiro               (0,5L/ha) de óleo   400 a 700
                      Euphorbia heterophylla         metilado de soja
                   Soja voluntária tolerante ao                                                           2
                             Glifosato
                           Glycine max
                   Milho voluntário tolerante ao
                             Glifosato
                             Zea mays
                        Caruru-de-mancha
                                                   2,5 - 3,5 + 0,25% v/v
                        Amaranthus viridis
                                                     (0,5L/ha) de óleo   500 a 700
                       Capim-pé-de-galinha
                                                           vegetal
                          Eleusine indica
                  Época e intervalo de aplicação: Aplicar o produto, em pós-emergência da cultura, com adição de
                  0,25 % v/v de óleo vegetal ou mineral na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das
                  plantas daninhas. Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na
                  dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha,
                  observando-se sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas. Realizar no máximo
                  duas aplicações do produto por safra de algodão. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em
                  0,5 L/ha por aplicação. As aplicações devem ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem
                  em plena atividade de crescimento vegetativo e nas condições recomendadas.



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              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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                                                          Dose              Dose        Volume de      Nº máximo de
    Cultura          Plantas Infestantes
                                                        (L p.c/ha)        (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações
                        Capim-colchão
                     Digitaria horizontalis
                         Capim-guaçu
                    Paspalum conspersum
                     Capim-pé-de-galinha
                        Eleusine indica
                         Quebra-pedra
                      Phyllanthus tenellus
                                                   2,0 + 0,25 % v/v de
                             Crepis
                                                     óleo vegetal ou         400            500              1
                        Crepis japonica
                                                         mineral
                        Macela-branca
   BANANA            Gnaphalium spicatum
                           Mentrasto
                     Ageratum conyzoides
                         Sete-sangrias
                    Cuphea carthagenensis
                           Erva-cará
                       Dioscorea batatas

                Época e intervalo de aplicação:
                Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem
                com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por
                ciclo da cultura.

                            Caruru
                      Amaranthus viridis
                          Picão-preto
                         Bidens pilosa
                          Guanxuma
                       Sida rhombifolia
                          Beldroega
                      Portulaca oleracea
                                                      2,0 + 0,2 %
                             Nabo
                                                   de óleo vegetal ou        400            350              1
                    Raphanus raphanistrum
                                                        mineral
                      Carrapicho-rasteiro
                   Acanthospermum australe
                         Erva-quente
                      Spermacoce alata
                        Capim-colchão
                     Digitaria sanguinalis
   BATATA
                      Capim-carrapicho
                     Cenchrus echinatus

                Época e intervalo de aplicação:
                Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes da
                emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4 folhas e as
                gramíneas com até 1 perfilho.

                                                   2,0 + 0,2 % v/v de
                     Uso para dessecação            óleo vegetal ou          400            350              1
                                                        mineral
                Época e intervalo de aplicação:
                Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de óleo vegetal ou mineral, sobre as ramas
                da cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba, picão-preto e guanxuma-branca com 10 a 20 cm de
                altura, também são dessecadas pelo produto, caso ocorram na área. Recomenda-se uma única
                aplicação por ciclo da cultura.


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              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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                                                           Dose             Dose        Volume de      Nº máximo de
    Cultura          Plantas Infestantes
                                                         (L p.c/ha)       (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações
                         Trapoeraba
                    Commelina benghalensis
                         Picão-preto
                        Bidens pilosa
                             Buva
                      Conyza bonariensis
                                                        2,0 + 0,2 %
                        Macela-branca
                                                     de óleo vegetal ou      400            350
                     Gnaphalium spicatum
                                                          mineral
                          Mentrasto
                     Ageratum conyzoides
                            Caruru
                      Amaranthus viridis
                          Beldroega                                                                         1
                      Portulaca oleracea
    CAFÉ                                              3,0 + 0,4 % v/v
                          Guanxuma
                                                     de óleo vegetal ou      600            450
                        Sida rhombifolia
                                                          mineral
                                                      2,0 + 0,2 % v/v
                       Guanxuma-branca
                                                     de óleo vegetal ou      400            500
                         Sida glaziovii
                                                          mineral
                       Capim-marmelada
                                                      2,5 + 0,4 % v/v
                     Brachiaria plantaginea
                                                     de óleo vegetal ou      500            450
                        Capim-colchão
                                                          mineral
                      Digitaria horizontalis
                Época e intervalo de aplicação:
                Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril.
                Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e
                guanxuma-branca, aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-
                colchão, até a fase de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
                                                      4,0 + 0,25 % v/v
                     Uso para dessecação                                     800          30 – 40           1
                                                      de óleo vegetal
  CANA-DE-      Época e intervalo de aplicação:
  AÇÚCAR        Aplicar única aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se
                encontrar no final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência.
                Programar a aplicação de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da
                colheita da cana-de-açúcar. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
                                                   1,75 + 0,25 % (v/v)
                     Uso para dessecação           de óleo vegetal ou      350          200               1
                                                     de óleo mineral
                Época e intervalo de aplicação:
   CEVADA       Aplicar o produto na dessecação numa única pulverização, sempre com adição de 0,5 L/ha (ou
                0,25% v/v) de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação.
                Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de cevada estiverem
                amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura). Recomenda-se
                uma única aplicação por ciclo da cultura.
                      Capim-marmelada
                    Brachiaria plantaginea
                         Capim-colchão
                Digitaria horizontalis e Digitaria
                           sanguinalis                  2,0 + 0,2 %
   CITROS              Capim-amargoso                de óleo vegetal ou      400            350             1
                       Digitaria insularis                mineral
                       Capim-carrapicho
                      Cenchrus echinatus
                     Capim-pé-de-galinha
                       Eleusine indica

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              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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                                                        Dose             Dose        Volume de      Nº máximo de
    Cultura          Plantas Infestantes
                                                      (L p.c/ha)       (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações
                          Guanxuma
                        Sida rhombifolia
                   Carrapicho-de-carneiro
                  Acanthospermum hispidum
                          Picão-preto
                         Bidens pilosa
                      Amendoim-bravo
                    Euphorbia heterophylla
                       Trapoeraba
                   Commelina benghalensis
                          Maria-gorda
                     Talinum paniculatum
                        Falsa-serralha
                       Emilia sonchifolia
                          Malva-branca
                          Sida cordifolia
                Época e intervalo de aplicação:
                Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a
                cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo.
                Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2
                perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a
                planta daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-
                branca, carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a
                planta daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
                                                     2,0 + 0,2 % v/v
                           Samambaia
                                                   de óleo vegetal ou    400
                       Pteridium aquilinum
                                                         mineral
                        Capim-gordura
                       Melinis minutiflora

                         Erva-quente
                       Spermacoce alata
                           Cambará
                        Lantana camara
                          Guanxuma
                        Sida rhombifolia
                        Falsa-serralha
                       Emilia sonchifolia
  EUCALIPTO                                                                              350             1
                                                   4,0 + 0,2 % v/v
                          Serralha                de óleo vegetal ou      800
                      Sonchus oleraceus                mineral
                            Buva
                      Conyza bonariensis
                        Unha-de-vaca
                      Bauhinia variegata
                         Arranha-gato
                        Acacia plumosa
                          Jurubeba
                     Solanum paniculatum
                       Capim-colonião
                      Panicum maximum

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              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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                                                        Dose             Dose        Volume de      Nº máximo de
    Cultura          Plantas Infestantes
                                                      (L p.c/ha)       (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações
                      Vassourinha-botão
                    Spermacoce verticillata
                       Trapoeraba
                   Commelina benghalensis
                            Gervão
                  Stachytarpheta cayennensis
                Época e intervalo de aplicação:
                Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas,
                quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas
                de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas.
                                                    1,8 + 0,2 % v/v
                   Uso para dessecação para                                            Terrestre:
                                                  de óleo vegetal ou       360
                        feijão de consumo                                                350
                                                        mineral
                                                                                                           1
                                                    2,0 + 0,2 % v/v                     Aérea:
                   Uso para dessecação para
                                                  de óleo vegetal ou       400          30 - 40
                      feijão para sementes
    FEIJÃO                                              mineral
                Época e intervalo de aplicação:
                - Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura
                apresentar aproximadamente 50 % das vagens secas.
                - Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura
                apresentar 70 % das vagens secas.
                Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.

                      Capim-marmelada
                    Brachiaria plantaginea

                        Capim-colchão
                      Digitaria horizontalis

                            Azevém
                       Lolium multiflorum

                       Língua-de-vaca
                      Rumex obtusifolius

                          Picão-preto
                         Bidens pilosa             2,0 + 0,2 % v/v
    MAÇÃ                                          de óleo vegetal ou      400            350             1
                           Nabo                        mineral
                    Raphanus raphanistrum

                          Serralha
                      Sonchus oleraceus

                         Losna-branca
                   Parthenium hysterophorus

                          Beldroega
                      Portulaca oleracea

                         Picão-branco
                      Galinsoga parviflora



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              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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                                                           Dose              Dose        Volume de      Nº máximo de
    Cultura          Plantas Infestantes
                                                         (L p.c/ha)        (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações

                         Maria-mole
                      Senecio brasiliensis

                          Guanxuma
                        Sida rhombifolia

                            Poaia
                     Richardia brasiliensis

                             Trevo
                        Oxalis oxyptera


                Época e intervalo de aplicação:

                Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la.

                Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega,
                picão-branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em
                capim-colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única
                aplicação por ciclo da cultura.

                        Capim-colchão
                      Digitaria sanguinalis
                      Capim-marmelada
                    Brachiaria plantaginea
                          Picão-preto
                         Bidens pilosa
                      Amendoim-bravo
                    Euphorbia heterophylla
                       Trapoeraba
                   Commelina benghalensis
                   Carrapicho-de-carneiro            1,5 a 2,0 + 0,2 %
                  Acanthospermum hispidum                   v/v
                                                                           300 a 400         350             1
                                                    de óleo vegetal ou
                           Caruru
                                                          mineral
                       Amaranthus viridis
    MILHO
                          Guanxuma
                        Sida rhombifolia
                        Corda-de-viola
                   Ipomoea aristolochiaefolia
                      Carrapicho-rasteiro
                   Acanthospermum australe
                          Beldroega
                      Portulaca oleracea
                         Malva-branca
                         Sida cordifolia
                Época e intervalo de aplicação:
                Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-
                colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4
                a 8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se
                uma única aplicação por ciclo da cultura.

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              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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                                                        Dose               Dose        Volume de      Nº máximo de
    Cultura          Plantas Infestantes
                                                      (L p.c/ha)         (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações
                     Capim-pé-de-galinha
                        Eleusine indica
                       Capim Marmelada
                     Brachiaria plantaginea
                          Caruru
                                                       2,5 - 3,0         500 a 600
                     Amaranthus hibridus
                         Corda-de viola
                       Ipomoea purpúrea
                           Leiteiro
                    Euphorbia heterophylla
                     Capim-pé- de-galinha
                        Eleusine indica
                       Capim marmelada
                     Brachiaria plantaginea
                         Corda-de- viola          1,5 + 1,5 (aplicação
                                                                         300 +300
                       Ipomoea purpúrea               sequencial)                       Terrestre:
                          Caruru                                                        100 – 200
                     Amaranthus hibridus                                                                   2
                           Leiteiro                                                      Aérea:
                    Euphorbia heterophylla                                               30 - 40
  MILHO OGM             Capim colchão
 (ORGANISMO          Digitaria horizontalis
GENETICAMENTE
                            Buva
 MODIFICADO)
                      Conyza bonariensis
                      Caruru- rasteiro
                     Amaranthus deflexus
                        Corda-de-viola           2,0 - 3,0 + 0,25% v/v
                      Ipomoea grandifolia          (0,5L/ha) de óleo   400 a 600
                  Soja voluntária tolerante ao    vegetal ou mineral
                           Glifosato
                          Glycine max
                       Capim amargoso
                       Digitaria insularis

                       Trapoeraba
                   Commelina benghalensis

                Época e intervalo de aplicação: Aplicar o produto em pós-emergência da cultura do Milho
                geneticamente modificado e das plantas daninhas observando-se o estádio precoce de
                desenvolvimento das plantas daninhas e considerando-se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as
                dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Realizar no máximo 2
                aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. Pode-se aplicar o GUMI a partir da
                germinação do Milho. Não ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5L/ha por aplicação.
                Realizar 1 aplicação no pré-plantio ou no máximo 2 aplicações em pós-emergência com intervalo de
                10 dias.




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              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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    Cultura           Plantas Infestantes
                                                       (L p.c/ha)       (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações
                       Capim-marmelada
                     Brachiaria plantaginea

                         Capim-colchão
                       Digitaria horizontalis

                           Picão-preto
                          Bidens pilosa             2,0 + 0,2 % v/v
                                                   de óleo vegetal ou      400            350             1
                           Guanxuma                     mineral
                         Sida rhombifolia
 NECTARINA /
  PÊSSEGO                  Caruru
                       Amaranthus viridis

                          Picão-branco
                       Galinsoga parviflora
                 Época e intervalo de aplicação:

                 Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura.
                 Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas
                 daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até
                 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
                           Picão-branco
                       Galinsoga parviflora
                        Erva-de-passarinho
                                                       1,5 + 0,2 % v/v
                          Stellaria media
                                                     de óleo vegetal ou   300
                           Erva-de-bicho
                                                            mineral
                      Polygonum persicaria                                          350              1
                              Serralha
                        Sonchus oleraceus
  REPOLHO
                                                       2,0 + 0,2 % v/v
                              Mentruz
                                                     de óleo vegetal ou   400
                       Coronopus didymus
                                                            mineral
                 Época e intervalo de aplicação:

                 Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido,
                 sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos).
                 Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
                        Capim-marmelada
                     Brachiaria plantaginea
                         Capim-colchão
                       Digitaria sanguinalis
                        Amendoim-bravo
                    Euphorbia heterophylla
                               Nabo
                    Raphanus raphanistrum
                            Picão-preto
                                                      2,5 + 0,2 % v/v
                          Bidens pilosa
    SOJA                                            de óleo vegetal ou     500          350              1
                               Poaia
                                                          mineral
                      Richardia brasiliensis
                              Caruru
                       Amaranthus viridis
                            Beldroega
                       Portulaca oleracea
                            Trapoeraba
                   Commelina benghalensis
                        Capim-marmelada
                     Brachiaria plantaginea

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               Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                                CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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    Cultura          Plantas Infestantes
                                                      (L p.c/ha)         (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações
                       Capim-amargoso
                       Digitaria insularis
                       Capim-carrapicho
                      Cenchrus echinatus
                       Capim-camalote
                                                   2,5 a 3,0 + 0,2 %
                      Rotboellia exaltata
                                                          v/v
                                                                         500 a 600
                   Carrapicho-de-carneiro         de óleo vegetal ou
                  Acanthospermum hispidum               mineral
                         Erva-quente
                      Spermacoce latifolia

                            Buva
                      Conyza bonariensis
                                                                                           350             1
                              Trigo
                       Triticum aestivum
                            Aveia
                         Avena sativa
                                                   3,0 + 0,2 % v/v
                           Cevada                 de óleo vegetal ou        600
                       Hordeum vulgare                 mineral
                            Azevém
                       Lolium multiflorum
                            Centeio
                        Secale cereale
                                                    3,0 + 0,2 % v/v
                             Triticale
    SOJA                                          de óleo vegetal ou        600
                        Triticum secale
                                                        mineral
                                                 2,0 - 3,5 + 0,5 % v/v                  Terrestre:
                       Capim-amargoso
                                                    ou 0,5 L/ha de       400 a 700      100 a 200          1
                       Digitaria insularis
                                                       adjuvante                       Aérea: 20-50
                Época e intervalo de aplicação:
                - Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência
                das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada,
                realizar o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-
                bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas
                estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas
                estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
                - Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência
                das plantas daninhas, em área total. Para buva realizar a aplicação quando as plantas daninhas
                estiverem com até 12 cm de altura. Em carrapicho-de-carneiro quando as plantas daninhas
                estiverem com até 4 folhas. Em capim-amargoso, capim-carrapicho e capim-camalote, realizar
                a aplicação sobre as plantas daninhas oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de
                3 perfilhos. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
                                                                         Terrestre:
                                                    2,0 + 0,2 % v/v         350                       Tratorizado
                      Uso para dessecação          de óleo vegetal ou                     1
                                                                          Aérea:                    Autopropelido
                                                        mineral
                                                                          30 – 40


                Época e intervalo de aplicação: Utilizar a dose de 2,0 L/ha do produto + 0,7 L/ha (0,2 % v/v) de
                óleo vegetal ou mineral, aplicado sobre a cultura, 10 dias antes da colheita.
                Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.



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              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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                                                        Dose             Dose        Volume de      Nº máximo de
    Cultura          Plantas Infestantes
                                                      (L p.c/ha)       (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações
                           Azevém
                      Lolium multiflorum
                       Capim amargoso
                       Digitaria insularis
                        Capim camalote
                       Rottboelia exaltata
                        Capim colchão
                     Digitaria horizontalis
                                                 2,0 - 3,5 + 0,25% v/v
                       Capim marmelada
                                                   (0,5L/ha) de óleo   400 a 700
                     Brachiaria plantaginea
                                                   metilado de soja
                            Buva
                      Conyza bonariensis                                              Terrestre:
                                                                                                         2
                        Corda-de-viola                                                100 - 200
                      Ipomoea grandifolia
  SOJA OGM                 Leiteiro
 (ORGANISMO         Euphorbia heterophylla
GENETICAMENTE             Picão preto
 MODIFICADO)             Bidens pilosa
                     Capim-pé-de-galinha
                        Eleusine indica
                                                 2,5 - 3,5 + 0,25% v/v
                      Caruru-de-mancha
                                                   (0,5L/ha) de óleo   500 a 700
                      Amaranthus viridis
                                                   metilado de soja
                       Trapoeraba
                   Commelina benghalensis

                Época e intervalo de aplicação: Aplicar o produto em pós-emergência da cultura e das plantas
                daninhas observando-se o estádio precoce de desenvolvimento das plantas daninhas considerando-
                se o estádio máximo de 2 a 4 folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as
                monocotiledôneas. Pode-se aplicar GUMI a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação
                sequencial com intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo
                com as recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de
                plantas daninhas na área. Fazer no máximo duas aplicações do produto por safra de soja. Não
                ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5 L/ha por aplicação.

                       Capim-carrapicho
                      Cenchrus echinatus
                     Capim-pé-de-galinha
                       Eleusine indica
                        Capim-colchão
                      Digitaria sanguinalis
                                                   2,0 + 0,2 % v/v
                             Arroz
    TRIGO                                         de óleo vegetal ou      400            350             1
                          Oryza sativa
                                                       mineral
                          Picão-preto
                         Bidens pilosa
                          Guanxuma
                         Sida cordifolia
                         Erva-quente
                       Spermacoce alata

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                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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                                                          Dose             Dose        Volume de      Nº máximo de
    Cultura           Plantas Infestantes
                                                        (L p.c/ha)       (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações
                              Soja
                          Glycine max                2,0 + 0,2 % v/v
                                                    de óleo vegetal ou      400            350
                           Caruru
                                                         mineral
                       Amaranthus viridis
                                                     1,5 a 2,0 + 0,5                                   1
                             Buva
                                                   de óleo vegetal ou 300 a 400
                       Conyza bonariensis
                                                         mineral
                                                                                      200
                                                        2,0 + 0,5
                         Capim-amargoso
                                                   de óleo vegetal ou     400
                         Digitaria insularis
                                                         mineral
                 Época e intervalo de aplicação: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das
                 plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto.
     TRIGO       Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes,
                 realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem com até 2
                 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as plantas daninhas
                 oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho.
                 Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.

                                                    1,75 + 0,5 de óleo
                      Uso para dessecação                                   350            200              1
                                                   vegetal (0,25% v/v)

                 Época e intervalo de aplicação: Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na
                 dessecação em uma única pulverização, sempre com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou de
                 óleo mineral na calda de aplicação. Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em
                 que os grãos de trigo estiverem amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos
                 dourados (massa dura).
                        Capim-marmelada
                      Brachiaria plantaginea
                          Picão-branco
                       Galinsoga parviflora        2,0 + 0,7 (0,2 % v/v)
                                                    de óleo vegetal ou       400           350               1
                             Caruru
                                                          mineral
                        Amaranthus viridis
      UVA
                           Picão-preto
                          Bidens pilosa
                 Época e intervalo de aplicação:
                 Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-
                 branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se
                 uma única aplicação por ciclo da cultura.

Preparo de Calda:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão
(terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do GUMI deve estar limpo de
resíduos de outro defensivo.

Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose
recomendada do GUMI, acrescentar óleo vegetal ou mineral na proporção recomendada para o
cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o
sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para
manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando
logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes
de reiniciar a aplicação.

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               Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
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Equipamento de Aplicação:

Aplicação Terrestre:
 • Equipamentos Costais (manuais ou motorizados):
   Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando
   de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando
   para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos
   não planejados pelo operador.
   Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura, utilizar o
   “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-las da ação
   herbicida do produto.

 • Pulverizadores de Barra:
   Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização
   hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo
   recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com
   relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de
   desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
   O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a
   grossas.

 • Jato Dirigido:
   Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque
   (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento entre
   pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das plantas
   daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo
   em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir
   espectro de gotas médias a grossas.

Aplicação Aérea:
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de
acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser
considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a
velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40
gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média
a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de voo de 3 metros da
cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de acordo com a aeronave
utilizada).
• Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com
tamanhos de gotas de média a grossa;
• Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
• Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
• Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento
do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro
do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.

  Volume de        Tamanho de           Cobertura                               Faixa de            Distribuição
                                                          Altura de voo
    calda             gotas              mínima                                 aplicação           das pontas
 30 - 40 L/ha     Média - Grossa       40 gotas/cm²             3m              15 - 18 m              65%

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Condições climáticas para pulverização:

                        Temperatura        Umidade do ar       Velocidade do vento
                       Entre 10 e 30°C     maior que 55%          entre 3 e 10km/h



Recomendações gerais para evitar deriva:
• Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos
de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
• Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
• O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é
um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e
temperatura).
• O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é
responsabilidade do aplicador.

Diâmetro das gotas:
• A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível
para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
• A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições
climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores
que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro
maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira
imprópria ou sob condições desfavoráveis.

Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
• Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando
suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
• Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de
gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem
necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
• Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria
das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de
baixa deriva.
• O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de
desgaste e vazamentos.

Ventos:
• A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não
ultrapassar 10 km/h.

Temperatura e Umidade:
• Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade
relativa do ar for superior à 55%.
• Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de
evitar a evaporação.

Inversão térmica

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• O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o
movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem
perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da
temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum
vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã
seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver
neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma
fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a
presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com
movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Culturas                       Dias               Culturas                          Dias
Alface                         7                  Maçã                              7
Algodão                        28                 Milho                             ND (2)
Algodão OGM                    116                Milho OGM                         50
Banana                         10                 Nectarina                         7
Batata                         10                 Pêssego                           7
Dessecação em batata           10                 Repolho                           7
Café                           20                 Soja                              10
Dessecação em cana-
                               14                 Dessecação em soja                10
de-açúcar
Citros                         40                 Trigo                             ND (2)
Dessecação em cevada           7                  Dessecação em trigo               7
Eucalipto                      UNA (1)            Uva                               7
Dessecação feijão              5
(1)
    Uso não alimentar
(2)
    Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
GUMI é um herbicida de ação total, não seletivo, devendo ser utilizado somente nas culturas para as
quais está registrado, observando atentamente as instruções de uso do produto. Chuvas ou irrigação
por aspersão no período de 6 horas após a aplicação do produto pode reduzir seu efeito herbicida.

GUMI é um herbicida de ação total, não seletivo, devendo ser utilizado somente nas culturas ou
modalidades para as quais está registrado, observando atentamente as instruções de uso do
produto.
O uso de herbicida GUMI pode ser feito de forma seletiva, em pós-emergência da cultura da soja, do
milho e do algodão apenas nos casos em que a cultivar seja indicada e sua semente identificada
como passível deste uso, pela identificação OGM da mesma. Se utilizado em cultivares de soja, milho
e algodão que não sejam identificados na embalagem de suas sementes como OGM pode resultar
em danos severos às culturas. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas e dentro
das instruções de uso, não causará danos à variedade indicada.

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⇒ O produto não promove efeitos negativos quando utilizado dentro das instruções de uso;
⇒ A recomendação de uso do produto é restrita para milho, algodão e soja geneticamente modificados
expressando adequadamente a proteína PAT e identificadas como OGM, não devendo ser utilizado o
produto nesta modalidade sobre cultivares convencionais;
⇒ O produto não deve ser utilizado em cultivares geneticamente modificados que não sejam
identificados como OGM especialmente na embalagem de suas sementes;
⇒ Certifique-se de usar semente de procedência legal, produzida sob controle de qualidade para pureza
e identificada como OGM.
⇒ O produto não deve ser aplicado em plantas daninhas ou culturas que estejam sob estresse hídrico, ou
quando o solo se apresentar com deficiência hídrica. Os melhores resultados são obtidos quando as
plantas daninhas se apresentam em condições favoráveis de desenvolvimento e nos estádios de
desenvolvimento recomendados.
⇒ Controle de plantas daninhas pode ser reduzido se a aplicação for realizada em períodos de baixa
insolação (nevoeiro ou neblina); ou quando as ervas daninhas estão sob estresse devido às condições
ambientais como a seca, temperaturas frias ou longos períodos de nebulosidade;
⇒ Para o bom funcionamento do produto deve ser observado um período de 6 horas sem ocorrência de
chuvas. Chuvas ou irrigação por aspersão no período de 6 horas após a aplicação do produto podem
reduzir seu efeito herbicida;
⇒ Evitar aplicações quando as plantas daninhas estiverem excessivamente molhadas;
⇒ Evitar deriva de pulverização e de resíduos do produto sobre lavouras vizinhas inclusive sobre lavouras
de algodão, milho ou soja de cultivares não identificados como OGM, pois podem ocorrer injúrias;
⇒ Para o manejo de plantas espontâneas oriundas de sementes que sejam identificadas como OGM
deverá ser utilizado um herbicida com princípio ativo diferente;
⇒ Procure identificar o campo no qual será aplicado GUMI para evitar o uso indevido do herbicida em
variedade não recomendada;
⇒ Não realizar aplicações sequenciais de GUMI cuja soma das doses exceda à recomendada por safra;
⇒ A aplicação de GUMI deve ser realizada na fase vegetativa da soja, controlando as plantas daninhas o
mais precoce possível (estádios iniciais) para alcançar a melhor eficiência no controle das mesmas;
⇒ Não se recomenda a aplicação do GUMI a partir do início do florescimento da soja.
⇒ Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não
ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores
estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização
deste produto.
⇒ Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta
bula.
⇒ É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo),
especialmente para culturas de exportação.

Restrições gerais:
⇒ Evitar deriva de pulverização e de resíduos do produto sobre lavouras vizinhas, GUMI pode causar
fitotoxicidade às culturas ou vegetações próximas às áreas nas quais está sendo aplicado caso a aplicação
ou a deriva de aplicação atinja a sua folhagem;
⇒ Só realizar aplicação aérea quando o potencial de deriva for mínimo a áreas sensíveis adjacentes, como
por exemplo, áreas residenciais, corpos de água, habitats conhecidos para espécies ameaçadas ou em
perigo de extinção, as culturas não-alvo;
⇒ Todos os equipamentos de aplicação aérea e terrestre devem ser devidamente calibrados e verificados
antes de serem utilizados para a aplicação;
⇒ Não aplique em circunstâncias que a deriva possa atingir alimentos, forragem ou outras plantações que
possam ser danificadas e/ou tomadas impróprias para venda, uso e consumo;


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⇒ Restos ou “tiguera” de plantas de Algodão OGM não serão controlados por este herbicida, da mesma
forma que não serão controladas por herbicidas seletivos convencionais.
⇒ Sendo um produto de contato, é importante uma cobertura uniforme das folhas das plantas daninhas
pela calda de pulverização;
⇒ O controle de plantas daninhas pode ser reduzido se a aplicação for realizada em períodos de baixa
insolação (nevoeiro ou neblina); ou quando as ervas daninhas estão sob estresse devido às condições
ambientais como a seca, temperaturas frias ou longos períodos de nebulosidade;
⇒ Os melhores resultados são obtidos quando as plantas daninhas se apresentam nos estádios iniciais e
em condições favoráveis de desenvolvimento.
⇒ Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não
ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores
estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização
deste produto.
⇒ Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta
bula.
⇒ É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele
o único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso tenha
alguma dúvida, consulte seu exportador, importador ou a Yonon Biociências e Defensivos Agrícolas Ltda.
antes de aplicar este produto.
⇒ É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo),
especialmente para culturas de exportação.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; máscara com filtro combinado (classe PFF2); viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
   • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H (homoalanina substituída)
   para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
   • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
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   • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
   • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
   regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
   • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
   informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
   Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-
   br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

           GRUPO                                    H                               HERBICIDA

O produto herbicida GUMI é composto por Glufosinato de amônio, que apresenta mecanismo de ação
dos Inibidores da GS (Glutamina sintetase), pertencente ao Grupo H, segundo classificação internacional
do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Não aplicável, trata-se de um HERBICIDA.

             MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

                       DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

                      ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
                USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
− Produto para uso exclusivamente agrícola.
− O manuseio deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
− Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
− Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
− Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
− Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
a boca.
− Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
− Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
− Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas de borracha, avental, máscara, óculos; touca árabe e luvas.
− Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (classe PFF2); viseira facial, touca árabe e
luvas de nitrila.

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               Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                                CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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− Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
− Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente; com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas; botas
de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos
e filtro mecânico classe P2, cobrindo nariz e a boca; óculos de proteção.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto.
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (classe PFF2); viseira facial, touca árabe e
luvas de nitrila.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até
o final do período de reentrada;
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entra a última aplicação e a colheita);
− Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação;
− Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
− Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
− Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
− Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
− Não reutilizar a embalagem vazia;
− No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI):macacão com
tratamento hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
− A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
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− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.




                                                                   - Pode ser nocivo se ingerido
                                                                   - Pode ser nocivo em contato com a pele
                                              ATENÇÃO
                                                                   - Nocivo se inalado
                                                                   - Provoca irritação ocular grave




PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula e/ou receituário agronômico.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa
de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: PRODUTO IRRITANTE AOS OLHOS. Em caso de contato, lave com muita água corrente por pelo
menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

                                          INFORMAÇÕES MÉDICAS


   Grupo Químico        Homoalanina substituída.
       Classe
                        Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
    toxicológica
 Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica
                        Glufosinato de amônio é rapidamente absorvido pela via oral em ratos, mas
                        aproximadamente 10% da dose administrada foi absorvida. Um padrão de absorção
                        similar foi observado em cães. A excreção é rápida (> 95% em até horas),
                        principalmente pelas fezes, sendo que a maior parte da radioatividade encontrada nas
   Toxicocinética
                        excretas foi identificada como o composto parental inalterado. Não foi observada
                        bioacumulação. Amplamente distribuído, com baixas concentrações de resíduos nos
                        órgãos e tecidos (0,1-1,3% da dose administrada). Não foram observadas diferenças
                        significativas entre os sexos.
                        Estudos toxicológicos mostraram que o glufosinato de amônio inibe a glutamina
                        sintetase em mamiferos. A inibição da glutamina sintetase no fígado, rim e cérebro de
                        mamíferos não interfere com a função normal de qualquer um desses órgãos e não
  Toxicodinâmica        induz qualquer atividade fisiológica ou consequências adversas histopatológicas em
                        qualquer um desses órgãos. Efeitos neurocomportamentais relacionados à estimulação
                        do sistema nervoso central foram observados apenas em níveis muito altos doses e
                        foram reversíveis.

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                   1. Gastrointestinal-náuseas, vômito, dor abdominal e diarreia podem acontecer logo
                   após ingestão (dentro de 2 horas). Erosões gástricas também podem acontecer.
                   2. Sinais vitais - diminuição da respiração, queda da pressão sanguínea e febre são
                   sintomas comuns de envenenamento por glufosinato. Dificuldade respiratória pode
                   desenvolver de 8 a 24 horas após ingestão.
                   3. Sintomas neurológicos – inclusive perfurações de consistência, ataques aopléticos e
                   dificuldades respiratórias podem desenvolver 8 a 24 horas após o envenenamento.
                   Perda de memória de curto prazo geralmente pode acontecer.
 Sintomas e sinais
                   4. Hepático – elevação de enzimas hepáticas no soro é um efeito comum de
      clínicos
                   envenenamento.
                   5. Acidose metabólica foi informada em pacientes que desenvolveram hipotensão após
                   ingestão de glufosinato de amônio.
                   6. Outros sintomas clínicos incluem alterações no movimento ocular, edema geral
                   leucocitose, enzimas hepáticas elevadas, erosão de membranas mucosas gástricas, e
                   amnésia parcial.
                   7. Hematológico – leucocitose é um efeito comum de envenenamento, geralmente
                   acontece no primeiro dia podendo durar até 5 dias ou mais.
                 O diagnóstico deve ser feito baseado no exame clínico e nas informações disponíveis.
                 Monitoramento laboratorial: Oximetria de pulso ou controle de gases do sangue arterial e
                 radiografia do tórax em pacientes com sintomas respiratórios, hipotensão e depressão do
   Diagnóstico
                 SNC. Estes devem ser monitorados durante pelo menos 24 horas.
                 Monitorar testes de função hepática em pacientes com exposição significante.
                   As medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas concomitantemente ao
                   tratamento medicamento e a descontaminação.
                   Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais
                   1. Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da pele
                   (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
                   Remover a vítima para local ventilado.
                   2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água,
                   por no mínimo de 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
                   3. Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder á lavagem
                   gástrica. Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
                   aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50g
                   em crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na
   Tratamento      proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água.
                   4. Em caso de ingestão, observe o paciente cuidadosamente para o possível
                   desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrointestinal e do esôfago, caso
                   positivo, a endoscopia poderá ser indicada para avaliar a extensão da lesão.
                   5. Monitorar sinais vitais frequentemente.
                   6. Monitor para hipotensão, disritmias, depressão respiratória e necessidade de
                   intubação endotraqueal.
                   7. Avalie para hipoglicemia, alteração de eletrólitos e hipóxia.
                   8. Monitore fluídos e eletrólitos.
                   9. Em caso de convulsão administre benzodiazepínico I.V.; DIAZEPAM (ADULTO: 5 A 10
                   mg, repita a cada 10 a 15 min conforme necessário. CRIANÇA: 0,2 a 0,5 mg/kg, repita a
                   cada 5 min conforme necessário) ou LORAZEPAM (ADULTO: 2 a 4 mg; CRIANÇAS: 0,05 a
                   0,1 mg/kg)
                   10. Considere fenobarbital ou propofol se as convulsões ocorrerem periodicamente
                   após administração de 30 mg de diazepam (em adultos) ou 10 mg (em crianças maiores
                   de 5 anos)
                   11. Em caso de hipotensão, infunda 10 a 20 mL/kg fluído isotônico. Se a hipotensão
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                   persistir, administre dopamina (5 a 20 mcg/kg/min; em CRIANÇAS comece infusão a 0,1
                   mcg/kg/min e em ADULTOS comece infusão a 0,5 a 1 mcg/min). Trate acidose severa
                   com bicarbonato de sódio de IV.




 Contraindicaçõe A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite
        s        química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado
   Efeitos das
   interações   Não são conhecidos.
    químicas
                       Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
                     informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de
                         Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
                      As intoxicações por agrotóxicos estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
   ATENÇÃO                                       Notificação Compulsória.
                        Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS)
                                Notifique ao Sistema de Notificação da Vigilância Sanitária
                                    Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 11 49


MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide quadro anterior, item Toxicocinétca e Toxicodinâmica.


Efeitos Agudos:
DL50 oral aguda: > 2000 mg/Kg.
DL50 dermal aguda: > 2000 mg/Kg.
CL50 inalatória: 2,012 mg/L.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: A substância teste aplicada nos olhos dos coelhos
produziu opacidade da córnea em 2/3 dos olhos testados; irite, hiperemia na conjuntiva,
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 secreção e quemose em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao
 normal na leitura em 7 dias após o tratamento para 3/3 dos olhos testados. O corante de
 fluoresceína sódica detectou alterações na superfície da córnea relacionadas ao tratamento em
 2/3 dos olhos testados.
 Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: A substância teste aplicada na pele de coelhos
 produziu eritema grau 1, nas leituras em 1 e 24 horas na pele de 2/3 dos animais testados e nas
 leituras em 1, 24 e 48 horas na pele de 1/3 dos animais testados. Todos os sinais de irritação
 retornaram ao normal na leitura em 48 horas após o tratamento para 2/3 dos animais e na
 leitura em 72 horas para 1/3 dos animais.
 Sensibilização dérmica em cobaias: o produto não é sensibilizante.
 Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.

 Efeitos Crônicos:
 Estudos toxicológicos mostraram que o Glufosinato de Amônio inibe a glutamina sintetase em
 mamiferos. A inibição da glutamina sintetase no fígado, rim e cérebro de mamíferos não
 interfere com a função normal de qualquer um desses órgãos e não induz qualquer atividade
 fisiológica ou consequências adversas histopatológicas em qualquer um desses órgãos. Efeitos
 neurocomportamentais relacionados à estimulação do sistema nervoso central foram
 observados apenas em níveis muito altos doses e foram reversíveis.


      INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

                       DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
     AMBIENTE:
   Este produto é:
   ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
   ( ) Muito Perigoso ao meio Ambiente (CLASSE II)
   (X) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
   ( ) Pouco Perigoso ao meio Ambiente (CLASSE IV)

 −   Este produto e ALTAMENTE MOVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
     podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
 −   Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
     (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
     público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
     agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
 −   Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as
     atividades aeroagrícolas.
 −   Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
 −   Não utilize equipamentos com vazamento.
 −   Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
 −   Aplique somente as doses recomendadas.


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− Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
   d’água. Evite a contaminação da água.
− A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
   solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.


2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

−   Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
−   O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
    rações ou outros materiais.
−   A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
−   O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
−   Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
−   Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
−   Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas
    ou para o recolhimento de produtos vazados.
−   Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
    Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
−   Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

−   Isole e sinalize a área contaminada.
−   Contate as autoridades locais competentes e a Empresa YONON BRASIL DEFENSIVOS
    AGRICOLAS LTDA
−   Telefone da empresa: (11) 3032-2090.
−   Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
    borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
−   Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
    bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir:
    Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
    auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
    derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone
    indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.

    Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
    esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
    empresa registrante conforme indicado.

    Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
    contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
    medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
    corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.



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− Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico,
   ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
   DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
   UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
− Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
    na posição vertical durante 30 segundos;
− Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume.
− Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos.
− Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador.
− Faça esta operação três vezes.
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamento de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
− Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador.
− Acione o mecanismo para liberar o jato d’água.
− Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
− A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador.
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
− Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
   invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
− Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
   pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
   segundos;
− Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

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              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
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 − Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
    armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
    embalagens não lavadas.
 − O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
    em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
    onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
   com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
   indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
   seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
   término do prazo de validade.
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
   mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
 − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
   medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
   efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
   próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
− Use luvas no manuseio dessa embalagem.
− Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
   existente, separadamente das embalagens lavadas.




DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
   com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
   indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
   seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o
   término do prazo de validade.
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
   mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

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TRANSPORTE
 − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
   medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
   efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
   próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
   adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
   comercial

TRANSPORTE
 − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
   medicamentos, rações, animais e pessoas.


DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
− A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode
   ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos
   órgãos competentes.
− É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
   OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
− EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
   EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
− A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
   causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
   pessoas.



PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
− Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
   registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
− A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
   operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
   ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS

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 − O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
    específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de
    pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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