Guerrero
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Herbicida
amicarbazona (triazolinona) (350 g/kg) + diurom (uréia) (234 g/kg) + hexazinona (triazinona) (66 g/kg)
Informações
Número de Registro
15118
Marca Comercial
Guerrero
Formulação
WP - Pó Molhável
Ingrediente Ativo
amicarbazona (triazolinona) (350 g/kg) + diurom (uréia) (234 g/kg) + hexazinona (triazinona) (66 g/kg)
Titular de Registro
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Cana-de-açúcar
Arachis hypogea
Amendoim
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Cana-de-açúcar
Ipomoea nil
amarra-amarra (2); campainha (8); corda-de-viola (9)
Cana-de-açúcar
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Cana-de-açúcar
Ipomoea quamoclit
cardeal; corda-de-viola (16); esqueleto
Cana-de-açúcar
Merremia aegyptia
batatão-roxo; corda-de-viola (12); jetirana (8)
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Conteúdo da Bula
V2025 04 17
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
GUERRERO
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 15118
COMPOSIÇÃO:
4-amino-N-tert-butyl-4,5-dihydro-3-isopropyl-5-oxo-1H-1,2,4-triazole-1-carboxamide
(AMICARBAZONA)........................................................................350 g/kg (35,0% m/m)
3-(3,4-dichlorophenyl)-1,1-dimethylurea (DIUROM)...........................234 g/kg (23,4% m/m)
3-cyclohexyl-6-dimethylamino-1-methyl-1,3,5-triazine-2,4(1H,3H)-dione
(HEXAZINONA)................................................................................66 g/kg (6,6% m/m)
Outros ingredientes.........................................................................350 g/kg (35,0% m/m)
GRUPO C1 HERBICIDA
GRUPO C2 HERBICIDA
GRUPO C1 HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida sistêmico pré-emergente dos grupos químicos triazolinone, uréia e triazinonas.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável (WP)
TITULAR DO REGISTRO (*):
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Avenida Maeda, s/n, Prédio Comercial, Térreo, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14500-000
CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600
Cadastro no Estado (CDA/SP) Nº 1050
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
DINAMIC TÉCNICO – Registro MAPA nº 010501
DECCAN FINE CHEMICALS (INDIA) PRIVATE LIMITED
Kesavaram, Venkatanagaram Post, Payakaraopeta Mandal, Visakhapatnam District, Andhra Pradesh,
531 127 - Índia
SALTIGO GMBH - OPERAÇÕES
ChemPark Leverkusen, 51369 Leverkusen – Alemanha
SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED
Plot Nº D3/6, GIDC-III, Dahej, Dist. Bharuch-392165, Gujarat - India
DINAMIC TÉCNICO ARYSTA – Registro MAPA nº 04413
GREEN LIFE SCIENCE CO., LTD.
230-7 Hwachi-Dong Yeosu City - Jeonnam - Coréia do Sul
DINAMIC TÉCNICO DC – Registro MAPA nº 21718
DECCAN FINE CHEMICALS (INDIA) PRIVATE LIMITED
Kesavaram, Venkatanagaram Post, Payakaraopeta Mandal, Visakhapatnam District, Andhra Pradesh,
531 127 - Índia
DINAMIC TÉCNICO RL – Registro MAPA nº 0518
RALLIS INDIA LIMITED
Lote Nº Z110 e Z112, área SEZ, G. I. D. C., Dahej, Taluka-Vagra, Distrito - Bharuch, 392 130,
Gujarat - Índia
DIURON TÉCNICO VOLCANO – Registro MAPA nº 004107
JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD.
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone, Xinyi.Jiangsu - China
Public
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area - Weifang, Shandong 262737 - China
ZHEJIANG SHENGHUA BIOK CHEMICAL IMP. E EXP. CO., LTD.
Zhongguan Industrial Park, Deqing, Zhejiang - China
DIURON TÉCNICO RAINBOW – Registro MAPA n° 14812
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang - Shandong Province – 262737 - China
DIUROM TÉCNICO UPL – REGISTRO MAPA Nº 11315
ANHUI GUANGXIN AGROCHEMICAL GROUP CO., LTD.
Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde County, Xuancheng City,242235, Anhui, P.R - China
DIUROM TÉCNICO WYNCA - Registro Nº 11615
NINGXIA WYNCA TECHNOLOGY CO., LTD.
Taisha Industrial Park, 753401 Pingluo, Ningxia - China
HEXAZINONA TÉCNICO VOLCANO – Registro MAPA n° 07106
JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD. - Planta 1
Nº 120 Xin'an Road, Xinyi - Jiangsu - China
JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD. - Planta 2
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone - Jiangsu - China
HEXAZINONE TÉCNICO BR – Registro MAPA n° 02907
JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD.
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone, 221400 Xinyi, Jiangsu - China
JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD.
Nº 120 Xin'an Road, Xinyi City, Jiangsu Province - China
HEXAZINONE TÉCNICO BR – Registro MAPA n° 02907
JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD. - Planta 1
Nº 120 Xin'an Road, Xinyi - Jiangsu - China
JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD. - Planta 2
Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone - Jiangsu – China
HEXAZINONA TÉCNICO UPL – Registro MAPA nº TC00621
JIANGSU CORECHEM CO., LTD.
18, Shilian Avenue Huaian – 223000 – Jiangsu – China
FORMULADOR:
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122 - Salto de Pirapora/SP - 18160-000.
CNPJ: 02.974.733/0010-43- Cadastro da empresa no Estado de São Paulo SAA/CDA/SP no 4153.
UPL SOUTH AFRICA (PTY) LTD.
Corner of Nyala and Duiker Roads, ERF 216 Canelands, República da África do Sul
Public
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
Nº do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme
previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212 de 15 de junho de 2010).
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II –
PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Public
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
INSTRUÇÕES DE USO:
GUERRERO é um herbicida sistêmico, utilizado em pré-emergência da cultura e plantas daninhas,
constituído da mistura dos ativos amicarbazona + diurom + hexazinona para uso na cultura da
cana-de-açúcar nos sistemas de cultivos denominados cana-planta e cana-soca.
Plantas Daninhas Dose / ha N° Máx de Época de Volume de
Nome aplicações Aplicação Calda
Cultura Nome Científico Comum Kg de p.c.
Amaranthus deflexus Caruru
Bidens pilosa Picão-preto
Brachiaria decumbens Capim- 1,5 - 3
braquiária
Capim-
Digitaria horizontalis colchão Em pré-
emergência
Ipomoea grandifolia Corda-de-
da cultura e
viola
plantas
Arachis hypogea Amendoim 2,5 - 3
Cana-de- 1 infestantes,
açúcar Sida rhombifolia Guanxuma 1,5 - 2 tanto no 100 a 400
Ipomoea hederifolia Corda-de- sistema de L/ha
viola cana planta
Ipomoea nil Corda-de- como cana
viola soca
Ipomoea purpurea Corda-de-
viola
2-3
Ipomoea quamoclit Corda-de-
viola
Merremia aegyptia Corda-de-
viola
Panicum maximum Capim-
colonião
Obs.: intervalos menores de doses para solos arenosos e médios e as maiores para solos
argilosos.
MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO
• Aplicação terrestre:
- GUERRERO deve ser pulverizado em área total com equipamentos de aplicação terrestre,
pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar
bicos ou pontas que produzam jato leque com indução de ar, visando à produção de gotas grossas
a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de
gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do
bico. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de
aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para
diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver
variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da
barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura
uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de
aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um
Engenheiro Agrônomo.
PREPARO DE CALDA:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador
estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com
filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não
Public
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do
pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar
gradativamente a quantidade necessária do produto. Deve-se fazer a adição do produto em água de
forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado
no tanque ou no pré-misturador, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de
forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador
com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é
recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto
a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da
preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom
funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico
hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo
que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a
compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e
transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de
fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua
preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
CONDIÇÕES METEOREOLÓGICAS
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de
deriva, conforme abaixo:
Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC.
Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%.
Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h não aplique devido ao
risco de inversão térmica
Direção do vento: Observe a direção do vento e evite aplicar quando este estiver no sentido de
alguma cultura ou organismos sensíveis não-alvo, caso haja restrição nesta bula.
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
1- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite
por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta
de água contaminada;
2- Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
3- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque
pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e
recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com
água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
5- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque
pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.
Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase
vazio, desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco,
mesmo que por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Para cana-de-açúcar, realizar uma única pulverização em pré-emergência da cultura e plantas
infestantes, tanto no sistema de cana planta como cana soca.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Intervalo de Segurança: não determinado devido a modalidade de emprego.
Public
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Até 24 horas após a aplicação, para reentrar nas áreas tratadas, recomendamos a utilização de
macacão com mangas compridas e luvas/botas de borracha.
LIMITAÇÕES DE USO:
É importante evitar nas pulverizações sobreposições do herbicida, pois caso isto ocorra poderá causar
um aumento da concentração de GUERRERO acima do recomendado pela UPL do Brasil Industria
e Comercio S.A. trazendo risco de fitotoxicidade à cultura.
− A tolerância de novas variedades de cana-de-açúcar deve ser determinada antes de se adotar
GUERRERO como prática de manejo de plantas daninhas.
− Chuvas extremamente pesadas após a aplicação podem resultar num baixo nível de controle e/ou
injuria à cultura de cana-de-açúcar.
− Para rotação de cultura, observar o período mínimo de um ano após aplicação do produto.
− Não aplicar com ventos superiores a 6,0 km/h.
− Não aplicar, exceto quando recomendado para o uso em cultura, ou drenar, ou lavar,
equipamentos de pulverização sobre ou próximo de plantas ou áreas onde suas raízes possam se
estender, ou em locais nos quais o produto químico possa ser levado ou posto em contato com
estas raízes.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento
de população de plantas daninhas a ele resistentes. Como práticas de manejo de resistência de
plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação,
devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação
de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores
esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas;
Public
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA
CALDA:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão de algodão impermeável
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos
de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeiras;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão impermeável com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas
de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança
com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os
avisos até o final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação;
Public
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida;
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a pele
PERIGO
Tóxico se inalado
Provoca irritação ocular grave
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite
a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato,
retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância durante pelo menos
15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro
olho.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
Public
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
INTOXICAÇÕES POR
- GUERRERO -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico AMICARBAZONA: Triazolinona; DIUROM: Ureia; HEXAZINONA: Triazinona;
Classe toxicológica Categoria 4 - Produto pouco tóxico.
Vias de exposição Dérmica e inalatória.
Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas
considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
Toxicocinética Amicarbazona: estudos conduzidos em ratos mostraram que a amicarbazona foi
rápida e amplamente absorvida pelo trato gastrintestinal. Este ativo foi
distribuído para os tecidos e eliminado rapidamente. Menos de 1% da dose
administrada permaneceu nos tecidos 72 horas após a administração, com as
maiores concentrações sendo observadas no fígado, nos rins e no sangue.
A amicarbazona foi amplamente biotransformada no organismo de ratos, com
17 metabólitos identificados sendo que apenas 2% da dose administrada foi
excretada na forma inalterada na urina e <1% nas fezes. A biotransformação
ocorreu principalmente através da conjugação com o ácido glucurônico formando
N-glucuronídeo com excreção principalmente via fecal e desaminação seguida
de hidroxilação formando uma série de metabólitos hidroxilados com excreção
predominantemente via urinária. Os principais metabólitos identificados na urina
de ratos foram: iPR-2-OH desamino amicarbazona (32-34% da dose excretada);
tBu-OH desamino amicarbazona (11%) e iPR-1,2-diOH desamino amicarbazona
(6%). Já nas fezes, os principais metabólitos identificados foram: amicarbazona
conjugada com ácido glucurônico (10-11% da dose excretada); tBu-OH
desamino amicarbazona (4%) e iPR-1,2-diOH desamino amicarbazona (<1%).
A substância foi rapidamente excretada do organismo de ratos. Cerca de 91%
da dose administrada foi eliminada dentro das primeiras 24 horas,
principalmente através da urina (64%) e em uma menor proporção através das
fezes (27%).
Não foi observado potencial de bioacumulação no organismo de ratos.
Diurom: a substância foi rápida e quase totalmente absorvida em ratos pela via
oral (>95%). Na dose baixa de 10 mg/kg, foi absorvida e excretada dentro de
24 horas após o tratamento. Enquanto na dose de 400 mg/kg, o diurom foi
excretado dentro de 48 horas. A biotransformação, após administração oral,
ocorreu extensivamente via N-demetilação e hidroxilação do anel fenil. O
principal metabólito encontrado na urina foi o 3,4-diclorofenilureia (DCPU);
também foram identificados, em pequenas quantidades, outros hidroxi-
compostos tanto na forma de conjugados com ácido glicurônico, ácido sulfúrico
ou na forma livre. A excreção ocorreu principalmente pela urina (80-91%),
seguida pelas fezes (8-15%), na qual apenas uma pequena quantidade de
diurom foi identificado na forma inalterada (<1,6%).
Não houve evidência de bioacumulação nos tecidos nem diferenças entre os
sexos no comportamento cinético da substância em ratos expostos pela via oral
e inalatória.
Hexazinona: a hexazinona foi absorvida rapidamente pela via oral em estudos
em ratos. A distribuição no organismo foi ampla, com níveis muito baixos
(aproximadamente 0,2%) da substância sendo detectados no trato
gastrointestinal, pele, órgãos (coração, pulmões, fígado, baço, rins, cérebro,
testículos e ovários), músculos, tecido adiposo e sangue.
A hexazinona foi rapidamente biotransformada por hidroxilação e desmetilação,
e eliminada pelos animais dentro de 3 a 6 dias. Os principais metabólitos
encontrados foram 3-(4-hidroxicicloexil)-6-(dimetilamino)-1-metil-1,3,5-
Public
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
triazina-2,4(1H,3H)-diona e 3-(4-hidroxicicloexil)-6-(metilamino)-1-metil-
1,3,5-triazina-2,4(1H,3H)-diona.
A excreção foi rápida (predominantemente nas primeiras 24 horas) e ocorreu
principalmente através da urina (aproximadamente 77% da dose administrada),
mas também através das fezes (20%). Praticamente toda a dose administrada
é eliminada dentro de 24 horas após o tratamento.
Toxicodinâmica Amicarbazona: não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade da
amicarbazona em humanos nem em outras espécies de mamíferos.
Diurom: não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade desta
substância em humanos. Em estudos de toxicidade repetida em animais de
experimentação, o sistema sanguíneo foi identificado como alvo de toxicidade
do diurom. Considera-se que este mecanismo esteja relacionado com a presença
de metabólitos anilínicos, que possuem propriedades oxidantes sobre a
hemoglobina, resultando em contagem reduzida de eritrócitos e concentrações
aumentadas de meta-hemoglobina.
Hexazinona: não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade desta
substância em humanos nem em outras espécies de mamíferos.
Sintomas e sinais Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
clínicos Em estudos com animais de experimentação, o produto foi considerado nocivo
se ingerido, se inalado e em contato com a pele. O produto foi considerado não
irritante para a pele e para os olhos. A aplicação do produto na pele também não
causou sensibilização dérmica em animais.
Amicarbazona: não são conhecidos sintomas específicos da amicarbazona em
humanos. A substância causou sinais clínicos de neurotoxicidade após exposição
única em rato. Sintomas inespecíficos de toxicidade aguda decorrentes da
exposição a substâncias químicas podem ocorrer, como:
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Em ratos, a exposição única à
amicarbazona causou sinais clínicos de neurotoxicidade manifestados por
sedação, salivação e ptose palpebral (queda das pálpebras).
Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
crônica em humanos.
Diurom: a intoxicação por herbicidas da classe das ureias substituídas pode
ocorrer após a exposição por via oral de grandes quantidades.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição ocular: em contato com os olhos, o produto pode causar irritação,
com ardência e vermelhidão.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Em casos raros pode ocorrer
Public
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
metemoglobinemia, que dependendo da sua gravidade pode gerar sintomas
como dor de cabeça, fadiga, fraqueza, tontura, síncope, taquicardia dispneia,
evoluindo para convulsões, disritmias cardíacas, coma e parada
cardiorrespiratória.
Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
crônica em humanos. Em animais, a exposição repetida ao diurom provocou
anemia hemolítica.
Hexazinona: não são conhecidos sintomas específicos da hexazinona em
humanos ou animais. Em estudos de toxicidade em animais esta substância
demonstrou toxicidade aguda relativamente baixa. Sintomas gerais de
intoxicação após exposição a produtos químicos podem ocorrer como:
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
crônica em humanos.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
quadro clínico compatível.
Diurom: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência de quadro clínico compatível, associados ou não à ocorrência de
metemoglobinemia e cianose. Realizar a dosagem de metemoglobina em
pacientes com cianose.
Na exposição ocupacional ao diurom, caracterizam nível de risco quando as
concentrações sanguíneas de metemoglobina estão iguais ou superiores a 1,5%
da hemoglobina.
Tratamento CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que
presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas
de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de
forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem
estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e
medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca
e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via
endovenosa. Avaliar estado de consciência.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de
secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para
manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser
necessário ventilação pulmonar assistida.
Medidas de descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve
estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Exposição oral:
Public
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma
espontânea em pacientes intoxicados.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em casos
de intoxicação por amicarbazona, diurom, hexazinona,
octametilciclotetrasiloxano e decametilciclopentasiloxano. Avaliar a necessidade
de administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão
de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual -
adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg
(menos de 1 ano de idade).
- Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Somente
cogitar a descontaminação gastrintestinal após ingestão da substância em uma
quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a
ingestão (geralmente dentro de 1 hora).
Exposição inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição ocular:
Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à
temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de
suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Medidas sintomáticas e de manutenção:
- Em caso de metemoglobinemia sintomática (geralmente em concentrações
acima de 20 e 30%), tratar com azul de metileno por via intravenosa e
oxigenoterapia.
Contraindicações A indução do vômito e a realização de lavagem gástrica são contraindicadas em
casos de intoxicação por hidrocarbonetos aromáticos devido ao aumento do risco
de aspiração e consequente desenvolvimento de pneumonite química.
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede
Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Public
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 e (19) 3518 5465
Endereço eletrônico da empresa: www.upl-ltd.com
Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos fêmeas: >300-2000 mg/kg p.c. (cut-off: 500 mg/kg p.c.).
DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinada nas condições do teste (>0,614 mg/L;
concentração real total).
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos não produziu sinais de
irritação dérmica. Nas condições do teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos causou opacidade da
córnea (score 1) e hiperemia pericorneana em 2/3 dos animais; hiperemia (score 2), edema (score
1) e secreção conjuntivais em 3/3 dos animais. Todos os sinais de irritação foram revertidos em até
7 dias após a aplicação. Também foram observadas alterações na superfície corneana relacionadas
ao tratamento em 2/3 dos animais. Nas condições de teste, o produto foi classificado como irritante
para os olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica
reversa em bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de
camundongos.
Efeitos crônicos:
Amicarbazona: em estudos de toxicidade repetida em ratos e cães, foram observados efeitos
hepáticos caracterizados por aumento do peso absoluto e relativo do fígado, hipertrofia, dilatação
dos sinusoides e aumento dos níveis de enzimas hepáticas e de colesterol/triglicerídeos. Com base
nestes efeitos, em estudo de 90 dias em ratos NOAEL de 33 mg/kg/p.c. e LOAEL de 67 mg/kg p.c.
Em estudo de 90 dias em cães o NOAEL estabelecido foi de 6,28 mg/kg p.c./dia e o LOAEL de 25
mg/kg p.c./dia. Em estudo de toxicidade crônica/carcinogenicidade em ratos foi estabelecido NOAEL
de 2,3 mg/kg p.c./dia.
Alguns efeitos leves na glândula tireoide foram observados nos estudos de toxicidade subcrônica em
ratos, contudo, tais efeitos não foram observados nos estudos de toxicidade crônica. Estes efeitos
parecem estar relacionados ao aumento do metabolismo hepático e liberação de hormônios T4 e T3-
glucoronídeo, causando uma estimulação da glândula da tireoide, o que resultou em hiperplasia das
células foliculares da tireoide. Esta hiperplasia é considerada espécie-específica de roedores e sem
relevância para humanos.
A amicarbazona não apresentou potencial mutagênico em estudos conduzidos in vivo e in vitro e
nem foi carcinogênica em estudos em ratos e camundongos.
Não foram observados efeitos sobre os parâmetros reprodutivos em ratos (NOAEL de 73,2 mg/kg
p.c./dia em machos e NOAEL de 84 mg/kg p.c./dia em fêmeas, maiores doses testadas). Em estudos
de toxicidade para o desenvolvimento em ratos e coelhos, não foram observadas evidências de
potencial teratogênico. Foi observado um atraso na ossificação dos fetos em doses nas quais foi
observada toxicidade materna (em ratos, NOAEL materno/desenvolvimento de 15 mg/kg p.c.; em
coelhos, o NOAEL materno foi de 5 mg/kg p.c./dia e o NOAEL desenvolvimento foi de 20 mg/kg
p.c./dia).
Diurom: o principal efeito toxicológico observado após a administração repetida a curto-prazo de
diurom foram alterações no sistema sanguíneo, como a anemia hemolítica, manifestada por
contagem reduzida de eritrócitos, hemoglobina e hematócrito, e aumento do baço e da bilirrubina
sérica, além de aumento do acúmulo de pigmento contendo ferro no fígado, rins e baço. O NOAEL
oral para toxicidade de curto-prazo é 0,66 mg/kg p.c./dia no estudo de 6 meses em ratos. Nenhum
NOAEL foi estabelecido no estudo dérmico em ratos, mas um LOAEL de 250 mg/kg p.c./dia foi
estabelecido com base nos níveis reduzidos de hemoglobina e aumento do baço. O NOAEL inalatório
Public
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
foi de 0,0041 mg/L no rato, com base nos níveis reduzidos de hemoglobina, número de eritrócitos,
hematócrito e aumento do número de corpos de Heinz.
Nos estudos de longo-prazo, os efeitos toxicológicos primários observados foram efeitos no sistema
sanguíneo (anemia hemolítica) e no sistema urotelial (hiperplasia e neoplasia no urotélio em ratos e
hiperplasia no epitélio da bexiga e carcinomas de mamas em camundongos. Não foi observado
NOAEL e o LOAEL foi definido em 1,7 e 1,0 mg/kg p.c./dia em fêmeas e machos, respectivamente.
Em um estudo de duas gerações em ratos, não foi observada toxicidade à reprodução, mas a dose
mais alta testada de 1750 ppm causou toxicidade materna e da prole (diminuição peso corpóreo, do
ganho de peso corpóreo e do consumo de alimentos em adultos; diminuição do peso corpóreo dos
filhotes). O NOAEL estabelecido foi de 250 ppm (18,2 mg/kg p.c./dia). Em estudos conduzidos em
ratos e coelhos, os efeitos observados foram relacionados à toxicidade materna, portanto, diurom
não apresentou efeitos adversos à reprodução nem induziu toxicidade ao desenvolvimento pré-natal.
O NOAEL materno foi de 10 mg/kg p.c./dia e o NOAEL para desenvolvimento pré-natal foi de 50
mg/kg p.c./dia.
Hexazinona: em estudo de duas semanas em ratos, via dieta, não houve evidência de toxicidade
cumulativa. Em estudo de 90 dias com altas doses de hexazinona, em ratos e cães, via dieta, foi
observado diminuição do peso corpóreo. O NOEL e LOEL foram de 50 mg/kg e 250 mg/kg p.c./dia
para ratos, e de 25 mg/kg p.c./dia e 125 mg/kg p.c./dia para cães.
Doses muito altas, por 8 semanas, não afetaram hamsters e causaram apenas aumento do peso do
fígado em ratos.
Em estudos de 2 anos em ratos e camundongos, via dieta, o NOEL e LOEL foram de 10 mg/kg p.c./dia
e 50 mg/kg p.c./dia para ratos e NOEL de 28 mg/kg p.c./dia e 34 mg/kg p.c./dia para camundongos
machos e fêmeas. A hexazinona não foi cancerígena em nenhuma das espécies em nenhum dos dois
estudos.
Em estudo de 3 gerações, em ratos, via dieta, com doses até 150 mg/kg p.c., não foram observados
efeitos na reprodução nem na produção de leite, apenas redução do peso corpóreo dos filhotes na
dose mais alta administrada. Em estudo de toxicidade à reprodução de 2 gerações, em ratos, NOEL
e LOEL foram de 10 mg/kg p.c./dia e 100 mg/kg p.c./dia. Em estudo de toxicidade ao
desenvolvimento pré-natal, o NOEL foi estabelecido em 100 mg/kg p.c./dia e o LOEL, em 400 mg/kg
p.c./dia.
EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em
humanos.
SINTOMAS DE ALARME:
Dificuldade respiratória (dispneia), náusea, tontura, fraqueza, dores de cabeça, taquicardia e/ou
cianose.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
• Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas;
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para (algas).
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
Public
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E
COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022 ou
(19) 3518-5465.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO 2, pó químico, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
Public
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Public
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio desta embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que
deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos
Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
Public
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: www.upl-ltd.com/br
e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis
Public