Graslan 100 Peletizado
Proventis Lifescience Defensivos Agrícolas Ltda
Herbicida
tebutiurom (uréia) (100 g/kg)

Informações

Número de Registro
03203
Marca Comercial
Graslan 100 Peletizado
Formulação
GR - Granulado
Ingrediente Ativo
tebutiurom (uréia) (100 g/kg)
Titular de Registro
Proventis Lifescience Defensivos Agrícolas Ltda
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Pastagens
Acacia plumosa
acacia-de-espinho; arranha-gato (2); unha-de-gato (1)
Pastagens
Banisteriopsis oxyclada
cipó-folha-de-prata; cipó-prata (2)
Pastagens
Barnadesia rosea
espinho-agulha
Pastagens
Celtis glycicarpa
grão-de-galo (2)
Pastagens
Guadua angustifolia
bambu-taquara; taboca; taquara
Pastagens
Guarea trichilioides
camboatá (1); carrapeta; carrapeta-verdadeira
Pastagens
Machaerium acutifolium
bico-de-pato; guaximbé; jacarandá-do-campo
Pastagens
Polygala klotzschii
laranjeira-brava; laranjeira-do-mato; laranjinha
Pastagens
Randia armata
angélica; espinho-de-agulha; espinho-de-carneiro (3)
Pastagens
Schinus terebinthifolius
aroeira-mansa; aroeira-pimenteira; aroeira-vermelha
Pastagens
Solanum lycocarpum
beringela; fruta-de-lobo; jurubebão
Pastagens
Tecoma stans
amarelinho; bignonia-amarela; guarã-guarã
Pastagens
Vernonia westiniana
assa-peixe (3); assa-peixe-roxo (2); chamarrita (1)

Conteúdo da Bula

                                    Graslan 100 Peletizad3
                                                                                                                    Bula Agrofit – 31/10/2024
                                                                                                                              Página 1 de 13




                                             GRASLAN 100 PELETIZADO

Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 03203

COMPOSIÇÃO:
1-(5-tert-butyl-1,3,4-thiadiazol-2-yl)-1,3-dimethylurea (TEBUTIUROM) .............................. 100g/Kg (10% m/m)
Outros Ingredientes ............................................................................................................. 900g/Kg (90% m/m)

                  GRUPO                                           C2                                          HERBICIDA


PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Herbicida seletivo, de ação sistêmica, do grupo químico Ureia

TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulo (GR)

TITULAR DO REGISTRO(*):
PROVENTIS LIFESCIENCE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Endereço: Rua Barão do Triunfo, 427, 2º andar, Conjunto 211
São Paulo/SP – CEP: 04602-001 – CNPJ: 14.497.712/0001-72
Fone: (11) 5049-0260 – Fax: (11) 5041-1683
Número de registro do estabelecimento no Estado: 1094 CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
TEBUTHIURON TÉCNICO 950 BR - Registro MAPA nº 648300
Dow AgroSciences Southern Africa Pty Ltd.
Old Mill Site - Canelands 4341 – P.O. Box 1454 Durban 4000 - África do Sul
TEBUTHIURON TÉCNICO SANACHEM - Registro MAPA nº 04495
Dow AgroSciences Southern Africa Pty Ltd.
Old Mill Site - Canelands 4341 – P.O. Box 1454 Durban 4000 - África do Sul

FORMULADORES/MANIPULADORES:
Fersol Indústria e Comércio LTDA.
Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5, sem número, Bairro Olhos D’Água
CEP: 18120-970 – Mairinque/SP – Brasil – CNPJ: 47.226.493/0001-46
Número de registro do estabelecimento no Estado: 31 CDA/SP

FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 – Distrito Industrial III
CEP 38044-760 – Uberaba/MG – Brasil – CNPJ: 04.136.367/0005-11
Número de registro do estabelecimento no Estado: 210 IMA/MG

Sipcam Nichino Brasil S.A.
Rua Igarapava, 599 – Distrito Industrial III
CEP: 38044-755 – Uberaba/MG – Brasil – CNPJ: 23.361.306/0001-79
Número de registro do estabelecimento no Estado: 2972 IMA/MG
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                                                                                       Bula Agrofit – 31/10/2024
                                                                                                 Página 2 de 13




                         No do lote ou partida:
                         Data de fabricação:                VIDE EMBALAGEM
                         Data de vencimento:


     ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU
                                        PODER.

         É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.

                         É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                 Indústria Brasileira (quanto o produto for formulado e/ou manipulado no Brasil)

        CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo

             CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: Classe III –
                               Produto Perigoso ao Meio Ambiente




Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
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                                                                                        Bula Agrofit – 31/10/2024
                                                                                                  Página 3 de 13




INSTRUÇÕES DE USO:

IMPORTANTE: As informações a seguir foram aprovadas pelo Ministério da Agricultura, IBAMA e Ministério da
Saúde. A sua leitura, antes do uso do produto, é de extrema importância para obter as orientações do uso
correto e, consequentemente, o seu devido aproveitamento econômico e de eficiência agronômica, além das
precauções ao meio ambiente e à saúde humana.


GRASLAN 100 PELETIZADO é um herbicida de ação sistêmica, pertencente ao grupo químico Uréia, que atua
na inibição da fotossíntese no fotossistema II. É um herbicida seletivo, utilizado no controle pós-emergente de
plantas infestantes em pastagem.


CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, ÉPOCA E NÚMERO DE APLICAÇÃO:
 Cultura        Plantas infestantes                      Doses*              Época e número de aplicação
                    Arranha-gato                40 – 80 g p.c./planta
                  (Acacia plumosa)               (4 – 8 g i.a./planta)
                  Assa-peixe-roxo               20 – 40 g p.c./planta
                (Vernonia westiniana)            (2 – 4 g i.a./planta)
                    Grão-de-galo                   20 g p.c./planta
                  (Celtis glycicarpa)              (2 g i.a./planta)
                Espinho-de-agulha               20 – 40 g p.c./planta
                 (Randia armata)                 (2 – 4 g i.a./planta)
                      Lobeira                      40 g p.c./planta                       Época:
               (Solanum lycocarpum)                (4 g i.a./planta)       O produto deve ser aplicado em pós-
                    Aroeirinha                  60 – 80 g p.c./planta       emergência, na época quente, com
              (Schinus terebinthifolius)         (6 – 8 g i.a./planta)     boa pluviosidade, ocasião em que as
                                                                            plantas daninhas estão em intenso
                    Limãozinho                  60 – 80 g p.c./planta         processo vegetativo, com porte
Pastagem
                 (Polygala klotzschii)         (0,6 – 0,8 g i.a./planta)        arbustivo e semi-arbustivo.
                  Espinho-agulha                60 – 80 g p.c./planta
                 (Barnadesia rosea)              (6 – 8 g i.a./planta)                 Número:
                     Amarelinho                 40 – 60 g p.c./planta      O produto deverá ser aplicado uma
                   (Tecoma stans)                (4 – 6 g i.a./planta)                vez ao ano.

                     Taboca                       10 – 12 g p.c./m2
                (Guadua angustifolia)            (1 – 1,2 g p.c./m2)
                     Cipó-prata                        20 Kg p.c./ha
              (Banisteriopsis oxyclada)                (2 Kg i.a./ha)
                    Camboatá                           20 Kg p.c./ha
                (Guarea trichilioides)                 (2 Kg i.a./ha)
               Jacarandá-do-campo                      40 Kg p.c./ha
              (Machaerium acutifolium)                 (4 Kg i.a./ha)
*p.c. = produto comercial e i.a. = ingrediente ativo


MODO DE APLICAÇÃO:
GRASLAN 100 PELETIZADO deve ser aplicado manualmente, distribuindo-se o produto uniformemente ao
redor da planta, atentando-se para o uso dos equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados
durante a aplicação.
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                                                                                    Bula Agrofit – 31/10/2024
                                                                                              Página 4 de 13




O grau de controle das plantas daninhas e a sua duração dependerá da dose aplicada, textura do solo,
ocorrência de chuvas após a aplicação, grau de infestação de plantas daninhas e outras condições.


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Nas condições de aplicação e, devido à baixa toxicidade do produto, não há restrições de entrada de pessoas
na área tratada, desde que devidamente calçadas.


LIMITAÇÕES DE USO:
- O uso do produto está restrito ao indicado no rótulo e bula.
- O produto não causará danos à cultura indicada quando utilizado de acordo com as doses e condições de
uso recomendadas.
- Devido à característica de uso do produto (herbicida), devem ser seguidas as recomendações de uso
constantes da bula, visando evitar danos em culturas sensíveis ao produto.
- Culturas rotacionais poderão ser plantadas, no mínimo, 3 anos após a última aplicação do produto.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.


DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE;
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.


INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS;
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.


INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.


INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda
de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para
o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação
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                                                                                      Bula Agrofit – 31/10/2024
                                                                                                Página 5 de 13




Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério
da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

             GRUPO                               C2                               HERBICIDA

O produto herbicida GRASLAN 100 PELETIZADO é composto por Tebutiurom, que apresenta mecanismo de
ação dos inibidores da fotossíntese no fotossistema II, pertencente ao Grupo C2, segundo classificação
internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).


INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que
ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de
plantas infestantes, sendo eles o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a
rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.



                        DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
  especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de
  criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
  e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
  alcance de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
  macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
  limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão de algodão com tratamento
  hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por
  cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra
  vapores orgânicos e filtro mecânico P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral,
  touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a dispersão de poeira;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
  e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada;
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                                                                                      Bula Agrofit – 31/10/2024
                                                                                                Página 6 de 13




- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
  entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
  aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
  condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
  também entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com
  mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas
  de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2 ou
  P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até
  o final do período de reentrada;
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
  antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  recomendados para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a
  aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
  entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
  evitar contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
  longe do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
  lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
  hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
  árabe, óculos de segurança, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.




                                     Pode ser nocivo se ingerido
               ATENÇÃO
                                     Provoca moderada irritação à pele




PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.

• Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito
ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

• Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.

• Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água
de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
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                                                                                    Bula Agrofit – 31/10/2024
                                                                                              Página 7 de 13




• Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.


                                        INTOXICAÇÕES POR
                                    - GRASLAN 100 PELETIZADO -

                                      INFORMAÇÕES MÉDICAS


   Grupo químico        TEBUTIUROM: ureia.
   Classe toxicológica Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo.
   Vias de exposição    Dérmica e inalatória.
                        Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas
                        considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
   Toxicocinética       Tebutiurom: não há informações disponíveis em humanos. O tebutiurom
                        apresentou rápida absorção através do trato gastrointestinal em ratos, coelhos,
                        camundongos e cães. O tebutiurom foi amplamente biotransformado nas quatro
                        espécies de animais, com pelo menos 7 metabólitos principais sendo detectados
                        na urina. Apenas de 0,4 - 0,7% da dose foi excretada na urina na forma da
                        substância inalterada em ratos, cães e coelhos e 23% em camundongos. A
                        principal via de biotransformação do tebutiurom foi através da N-desmetilação
                        seguida de oxidação. A excreção ocorreu principalmente através da urina (84 –
                        96%) e somente cerca de 3% dos metabólitos foram excretados através das
                        fezes em ratos, coelhos e cães. Enquanto que, em camundongos, 66% foi
                        excretada através da urina e 30%, através das fezes. Em ratos, foi observada
                        excreção biliar. Após 96 horas, foi excretado entre 74 e 107% do total
                        administrado, em todas as espécies. Na menor dose (10 mg/kg p.c. em ratos,
                        coelhos, camundongos e cães), a maior parte da dose administrada foi eliminada
                        dentro das primeiras 24 horas.
                        Não houve evidências de bioacumulação desta substância nem dos seus
                        metabólitos nos tecidos de ratos, coelhos, camundongos e cães.
   Toxicodinâmica       Tebutiurom: não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade do
                        tebutiurom em humanos nem em outras espécies de mamíferos.
   Sintomas e sinais    Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
   clínicos             Com base em estudos em animais de experimentação, o produto pode ser nocivo
                        se ingerido. O produto não apresentou potencial de causar irritação ocular em
                        estudo em coelhos. O tebutiurom técnico não causou sensibilização dérmica em
                        estudo em cobaias, mas foi irritante dérmico moderado em coelhos.

                        Tebutiurom: é nocivo se ingerido e apresenta baixa toxicidade pelas vias dérmica
                        e inalatória. A ingestão de grandes quantidades de herbicidas da classe das
                        ureias substituídas pode levar ao desenvolvimento de metemoglobinemia, um
                        efeito raro.
                        Exposição ocular: em contato com os olhos, a substância pode causar sintomas
                        gerais de irritação como ardência e vermelhidão.
                        Exposição cutânea: em contato com a pele, a substância pode causar sintomas
                        gerais de irritação como ardência e vermelhidão
                        Exposição respiratória: quando inalado, a substância pode causar sintomas
                        gerais de irritação do trato respiratório como tosse, ardência do nariz, boca e
                        garganta.
                        Exposição oral: o tebutiurom é nocivo se ingerido. A ingestão de grandes
                        quantidades pode causar irritação do trato gastrointestinal com vômito, náuseas,
                                                                          Graslan 100 Peletizad3
                                                                         Bula Agrofit – 31/10/2024
                                                                                   Página 8 de 13




              dor abdominal e diarreia. O desenvolvimento de metemoglobinemia é raro, mas
              pode ocorrer em casos de ingestão de grandes quantidades de herbicidas da
              classe das ureias substituídas e é caracterizada por depressão do sistema
              nervoso central (dores de cabeça, tontura e fraqueza), cianose e hipoxemia e,
              em casos mais graves, pode ocorrer dispneia e dificuldade respiratória.
              Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
              crônica em humanos.
Diagnóstico   Tebutiurom: o diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
              ocorrência de quadro clínico compatível, associados ou não à ocorrência de
              metemoglobinemia e cianose. Realizar a dosagem de metemoglobina em
              pacientes com cianose.
              Na exposição ocupacional ao tebutiurom, caracterizam nível de risco quando as
              concentrações sanguíneas de metemoglobina estão iguais ou superiores a 1,5%
              da hemoglobina.
Tratamento    CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: evitar aplicar
              respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que
              presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas
              de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de
              forma a não se contaminar com o agente tóxico.

              Tratamento geral e estabilização do paciente: as medidas gerais devem estar
              orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
              sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e
              respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via
              endovenosa. Avaliar estado de consciência.

              Proteção das vias aéreas: garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções
              orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter
              adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser
              necessária ventilação pulmonar assistida.

              Medidas de Descontaminação e tratamento:
              O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
              impermeáveis.

              Exposição oral:
              - Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
              Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma
              espontânea em pacientes intoxicados.
              - Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
              mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
              indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
              - Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada.
              Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade
              potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão
              (geralmente dentro de 1 hora).
              - Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso
              de intoxicação por tebutiurom. Avaliar a necessidade de administração de carvão
              ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água
              (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100
              g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).

              Exposição inalatória:
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                                                                                    Bula Agrofit – 31/10/2024
                                                                                              Página 9 de 13




                      Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
                      respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
                      avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
                      pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.

                      Exposição dérmica:
                      Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
                      cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
                      Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor
                      persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

                      Exposição ocular:
                      Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura
                      ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Em caso de produto sólido, assegurar
                      que todas as partículas tenham sido removidas com a lavagem. Evitar que a água
                      de lavagem contamine o outro olho. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou
                      fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
                      específico.

                      ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e
                      de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.

                      Medidas sintomáticas e de manutenção:
                      - Em caso de sintomas de metemoglobinemia, avaliar a necessidade de
                      administração de 1 a 2 mg/kg de azul de metileno a 1% lentamente, via
                      intravenosa, em pacientes sintomáticos. Doses adicionais podem ser
                      necessárias a critério médico.
   Contraindicações   A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
                      pneumonite química.
                      A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores
                      das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não
                      intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
                      ingestão de quantidade não significativa.
   Efeitos das
   interações         Não são conhecidos.
   químicas
                      Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
                             tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
   ATENÇÃO            Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                                                 RENACIAT – ANVISA/MS.
                         As intoxicações pro agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
                                            Agravos de Notificação Compulsória.
                           Notifique o caso ao Sistema de Informação de Agravos da Notificação
                                                       (SINAN/MS).
                           Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                                 Telefone de Emergência da empresa: 0800 70 10 450
                            Correio eletrônico da empresa: registro@proventislifescience.com


Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.
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                                                                                      Bula Agrofit – 31/10/2024
                                                                                              Página 10 de 13




Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Efeitos agudos
DL50 oral em ratos (tebutiurom técnico): 2600 mg/kg p.c. (machos) e 3400 ± 184,74 mg/kg p.c (fêmeas).
DL50 dérmica em coelhos (tebutiurom técnico): >5000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória: não conduzido estudo de toxicidade inalatória com o produto.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: em estudo com o tebutiurom técnico, a aplicação da substância na pele
de coelhos causou eritema e edema na pele dos animais. Os sinais de irritação foram completamente revertidos
dentro de 7 dias após a aplicação. Nas condições do teste o tebutiurom técnico foi classificado como irritante
moderado para a pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: a aplicação do produto nos olhos de coelhos causou hiperemia na
conjuntiva, quemose, opacidade da córnea e irite que foram completamente revertidos dentro de 48 horas após
a aplicação. Nas condições do teste o produto foi classificado como não irritante aos olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: não foram conduzidos estudos de sensibilização cutânea em animais de
experimentação com o produto formulado. O tebutiurom técnico não apresentou potencial de sensibilização
dérmica em estudo em cobaias.
Sensibilização respiratória: não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais de
experimentação.
Mutagenicidade: Não há estudos com o produto formulado. O tebutiurom técnico não demonstrou potencial
mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias (teste de Ames).

Efeitos crônicos:
Tebutiurom: o principal efeito decorrente da exposição aguda ou crônica ao tebutiurom em mamíferos, foi a
diminuição do peso corpóreo. Em estudo de 90 dias em ratos foi observada uma leve vacuolização de células
pancreáticas e diminuição do peso corpóreo (NOAEL = 50 mg/kg p.c./dia e LOAEL = 125 mg/kg p.c./dia). Em
cães, foram observados sinais de toxicidade hepática, incluindo aumento do peso do fígado e da atividade
enzimática. No estudo de 90 dias e no de toxicidade crônica em cães, pela via oral, foi estabelecido o NOAEL
de 25 mg/kg p.c./dia e LOAEL de 50 mg/kg p.c./dia, com base nos efeitos hepáticos e diminuição no peso
corpóreo. Esta substância não demonstrou potencial mutagênico em estudos in vitro e in vivo. Não foi
observado potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos com o tebutiurom pela via oral. Em
estudos conduzidos em ratos pela via oral, o tebutiurom não apresentou efeitos tóxicos sobre os parâmetros
reprodutivos nem sobre o desenvolvimento embrio-fetal. Em estudos de toxidade ao desenvolvimento em
coelhos, foi observada uma redução do peso corpóreo fetal e aumento no número de reabsorções na maior
dose testada, na qual também foi observada toxicidade materna (NOAEL materno/desenvolvimento = 10 mg/kg
p.c./dia e LOAEL materno/desenvolvimento = 25 mg/kg p.c./dia).
O tebutiurom não apresentou evidências de potencial neurotóxico.

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos.

SINTOMAS DE ALARME:
Metemoglobinemia: dificuldade respiratória (dispneia), náusea, taquicardia e/ou cianose.



                         DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (Classe I).
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II).
(X) Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (Classe IV).

- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir
  principalmente águas subterrâneas.
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                                                                                          Bula Agrofit – 31/10/2024
                                                                                                  Página 11 de 13




- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
  contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e
  do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
    materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
    recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira
    de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
 - Isole e sinalize a área contaminada.
 - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa PROVENTIS LIFESCIENCE DEFENSIVOS
     AGRÍCOLAS LTDA. - Telefone de Emergência: 0800 707 7022 / 0800 117 2020.
 - Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
     protetor e máscara com filtros).
 - Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
 Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
 devidamente. O produto derramado não deve mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone
 indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
 Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
 coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
 Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
 ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem
 das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
 Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento
 para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:

EMBALAGEM FLEXÍVEL:

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido
nos Canais de Distribuição.
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                                                                                       Bula Agrofit – 31/10/2024
                                                                                               Página 12 de 13




DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados
com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.
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                                                                                        Bula Agrofit – 31/10/2024
                                                                                                Página 13 de 13




 RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS PELO ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
 MUNICIPAL.
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes às
atividades agrícolas.
O engenheiro agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal e estadual antes de
emitir o receituário agronômico para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o alvo e/ou a cultura são
permitidos localmente.
                                

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