Gorgon 250 SC
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Regulador de Crescimento
paclobutrazol (triazol) (250 g/L)

Informações

Número de Registro
31420
Marca Comercial
Gorgon 250 SC
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
paclobutrazol (triazol) (250 g/L)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Classe
Regulador de Crescimento
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Manga
Tomate

Conteúdo da Bula

                                    GORGON 250 SC
                                                                                              Bula Completa – 28.11.2025




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                                     GORGON 250 SC
        Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob o nº 31420

COMPOSIÇÃO:
(2RS,3RS)-1-(4-chlorophenyl)-4,4-dimethyl-2-(1H-1,2,4-triazol-1-yl)pentan-3-ol
(PACLOBUTRAZOL) ............................................................................. 250 g/L (25,0 % m/v)
Outros ingredientes: ............................................................................ 835 g/L (83,5 % m/v)

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: REGULADOR DE CRESCIMENTO
GRUPO QUÍMICO: TRIAZOL
TIPO DE FORMULAÇÃO: SUSPENSÃO CONCENTRADA (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691 – Torre
Sigma, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Brasil, Fone: (11) 5643-2322, CNPJ:
60.744.463/0001-90 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:

PACLOBUTRAZOL TÉCNICO – Registro MAPA nº 06100:
Calachem Limited – Earls Road, Grangemouth, FK3 8XG, Stirlingshire – Escócia.
Jiangsu Sword Agrochemicals Co. Ltd. – Binhai Economic Development Zone, Coastal
Industrial Park, Binhai County, Jiangsu, 224500 – China.
Shenyang Sciencreat Chemicals Co., Ltd. – Xigu, Dapan Town, Yuhong District, Shenyang,
Liaoning, 11021 – China.
Shenyang Sciencreat Chemicals Co., Ltd – Xihejiubei Street 17, Shenyang ETDZ,
Shenyang, Liaoning, 110144 – China.
Youchuang Crop Protection – No. 1 Dongshan Street, Huludao Economic Development
Zone, Huludao, Liaoning, 125000 – China.

FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rodovia Professor Zeferino Vaz - SP 332, s/nº, km
127,5 – Bairro Santa Terezinha – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP – Brasil - CNPJ:
60.744.463/0010-80 – Fone: (19) 3874-5800 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.




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                                                                        Bula Completa – 28.11.2025




     O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta

                Nº do Lote ou da Partida
                Data de Fabricação                VIDE EMBALAGEM
                Data de Vencimento

       ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
                       CONSERVE-OS EM SEU PODER.
      É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                               PROTEJA-SE.
             É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                  AGITE ANTES DE USAR

 Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme
             previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
 CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL III -
                PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C




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                                                                                               Bula Completa – 28.11.2025




INSTRUÇÕES DE USO:

GORGON 250 SC contém PACLOBUTRAZOL, um fitoregulador, que atua inibindo a síntese
de giberelinas, produzindo uma diminuição do crescimento vegetativo. O benefício advindo
do uso de GORGON 250 SC manifesta-se numa folhagem mais equilibrada e na redução de
crescimento vegetativo e podas. Eventualmente, efeitos na qualidade de frutos (cores,
tamanhos, maturação e produção), também podem ser observados. No cultivo da manga,
juntamente com boas práticas culturais, o uso de GORGON 250 SC pode adiantar e estimular
a floração.
A absorção de GORGON 250 SC aplicado ao solo (mais eficiente) é feita através das raízes,
sendo transportado pelo xilema até os pontos de crescimento vegetativo.
Com base nos estudos de eficiência agronômica, recomenda-se a seguinte instrução de uso
para o produto:

                                                                Nº. máximo
           Culturas                   Dose(s) (mL p.c.)              de                        Época
                                                                aplicações
                                 2,0* a 6,0ml (0,5* a 1,5g de       1
                                                                               Aplicar diluído em 1 ou 2 litros de água
   MANGA (Mangifera indica)       i.a.) de CULTAR 250 SC
                                                                               antes da aplicação, 90 a 120 dias antes
  Variedades: Tommy, Atkins e     por metro de diâmetro da
                                                                                     da quebra de dormência**
            Haden                       copa da árvore.
                                                                    1
                                  0,67 a 2,67 (mL p.c./kg de
           TOMATE                                                                     Tratamento de sementes
                                        sementes)***

  *As menores doses deverão ser utilizadas nas condições de menor crescimento vegetativo.
  ** Utilizar o menor volume de calda nas condições de menor crescimento vegetativo.
  *** Considerou-se 1000 sementes de tomate igual a 3 g



NÚMERO, INÍCIO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

MANGA - Aplicar na pós−colheita, depois da poda, e quando o 2º fluxo de brotação já estiver
totalmente expandido. Após cerca de 90 a 120 dias da aplicação, as plantas começam a
apresentar ramos sem brotação ou vegetação nova, ou folhagem verde−escura, podendo
ocorrer floração espontânea, dependendo da época. Nos anos seguintes, de acordo com a
resposta de redução de crescimento vegetativo, será determinado, a critério do Técnico
responsável, a necessidade de aplicação ou não.

Recomendações:
Recomenda−se aplicar GORGON 250 SC em árvores em idade de produção durante a época
de crescimento e desenvolvimento vegetativo, depois da poda e da adubação, aplicando o
produto na base ou ao redor do tronco, tendo o cuidado de se eliminar as ervas daninhas e a
folhagem para assegurar que o produto se deposite diretamente onde há maior concentração
de raízes.
Após 90 a 120 dias da aplicação de GORGON 250 SC, recomenda−se a prática de quebra
de dormência com pulverização de nitrato de potássio (KNO3) a 4%.

Tratamento de sementes:
TOMATE - Tratamento industrial de sementes:
Diluir o produto na dose recomendada em água até completar o volume de calda desejado,
suficiente para tratar a quantidade de sementes desejada, conforme instruções a seguir:


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Volume de calda recomendado:
3,0 a 4,0 mL de calda/kg de sementes (Multiplicar o volume de acordo com a quantidade de
semente a ser tratada).

O volume pode variar de acordo com a tecnologia de tratamento de sementes de cada
produtor, utilizamos a faixa de calada para garantir um bom recobrimento das sementes.
Utilizar a menor dose quando o equipamento garantir 100% de recobrimento das sementes

Modo de aplicação:

MANGA:
Prepare a quantidade necessária de produto de acordo com o diâmetro da copa e em
quantidade de água que for requerida conforme a área onde será aplicado GORGON 250 SC,
que pode variar de 1000 a 2000 ml de solução por árvore; se a aplicação for feita na base do
tronco, requer−se menos solução do que quando se faz ao redor do tronco, na projeção da
copa, na zona de maior concentração radicular, onde a quantidade de solução será maior.

TOMATE:

Instruções para preparo da calda:
Passo 1 - colocar a quantidade de produto desejada em um recipiente próprio para o preparo
da calda (ex: copo béquer);
Passo 2 - colocar parte da água desejada gradativamente, misturando e formando uma
mistura homogênea;
Passo 3 - completar com a quantidade de água restante até atingir o volume de calda
recomendado.

Importante:
Manter a calda em agitação permanente, para evitar decantação.
Utilizar equipamentos que propiciem uma distribuição uniforme da calda sobre as sementes.
Existem máquinas específicas para tratamento de sementes pequenas como as máquinas
peletizadoras fornecidas por fabricantes estrangeiros (ex: Innojet, Aeromatic, Seed
Processing Holland BV e panelas farmacêuticas de fabricação de pílulas são normalmente
utilizadas). IMPORTANTE: O equipamento deve possuir dispositivo de secagem e regulagem
de rotação para uma distribuição mais homogênea da calda mantendo a umidade original das
sementes e dispositivos de segurança para evitar o contato com o produto ou acidentes como
derramamento.

Manutenção:
Os mecanismos dosadores e pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e
limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem interferir na
dosagem correta da próxima aplicação ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de
aplicação da calda sobre as sementes.

Operação de tratamento de sementes:
Seguir a recomendação do fabricante do equipamento.

Processo de tratamento de sementes industrial:
Definir o volume de sementes a ser tratado conforme a capacidade mínima ou máxima do
equipamento e a quantidade do lote desejado para definir a número de bateladas a serem
tratadas.
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Somente utilizar lotes de semente de alta qualidade física e biológica; é importante que as
sementes sejam calibradas, com alto percentual de germinação e pureza.
Na operação ajustar o tempo de aplicação e a rotação do equipamento conforme o volume de
sementes e calda para cada equipamento (Seguir as instruções do fabricante).
Assegurar-se que após o tratamento as sementes estejam com umidade adequada para
armazenamento e comercialização.

Importante:
Aferir periodicamente o fluxo de sementes e de calda, a fim de evitar erros na aplicação.
Não tratar as sementes em equipamentos inadequados ou improvisados. A utilização de
meios de tratamento de sementes que provoquem uma distribuição incompleta ou
desuniforme do produto sobre as sementes pode resultar em níveis indesejados ou falhas na
eficiência do produto.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
 CULTURA            DIAS
 Manga              (1)
 Tomate             (1)
   (1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
MANGA:
Recomenda−se aguardar o completo secamento da calda sobre a cultura tratada. Aguardar
pelo menos 24 horas. Evitar que pessoas alheias ao trato com a cultura e animais circulem
pela área tratada.

TOMATE:
Não se aplica.

LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia
da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique,
antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas
tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no
Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou
importador.

Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de
Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique
este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação
terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas
Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive
e o plantio direto.

MANGA:
Não aplique em condições de estiagem ou estresse por qualquer causa (enfermidade, praga)
visto que o efeito esperado pode ser reduzido nestas condições. Não aplique em árvores
muito jovens que não estiverem prontas para iniciar produção comercial. Recomenda−se que
GORGON 250 SC seja aplicado apenas em plantas sadias e de acordo com maturidade das
mesmas.
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Não é recomendado o plantio de outras culturas nos espaços entre as plantas tratadas com
GORGON 250 SC.
A reutilização do solo para novas culturas ou para replante de plantas novas deverá observar
um intervalo de 180 dias após a última aplicação, para evitar os efeitos do produto sobre a
nova cultura ou sobre as novas plantas.
Não recomendado o plantio de qualquer cultura nas entrelinhas das mangueiras, porque o
desenvolvimento dessas culturas pode ser afetado pelo produto.
O uso não indicado do produto ou em desacordo com a orientação de técnico habilitado
poderá causar prejuízo à cultura. Fertilizantes e nutrientes deverão ser aplicados de acordo
com a produção obtida das plantas tratadas e de acordo com a boa prática agrícola.

TOMATE:
Na operação de semeadura das bandejas com sementes tratadas, estas podem apresentar
uma aderência diferente no momento do semeio comparativamente a sementes não tratadas.
Para evitar utilizar uma quantidade menor ou maior de sementes que a usual recomendada,
deve-se regular a semeadora com as sementes já tratadas. As semeadoras e seus kits de
distribuição de sementes devem ser limpos após e antes da utilização para evitar o acúmulo
de resíduos nos picos ou orifícios da semeadora. A falta deste tipo de manutenção pode
alterar o fluxo de semeadura ou até mesmo provocar o bloqueio do equipamento. A não
observância destas indicações pode resultar em baixa ou alta plantabilidade de sementes por
célula ou outras irregularidades na semeadura.
Em função da baixa quantidade do produto, a ser uniformemente distribuída em 1000
sementes, recomenda-se cuidados especiais nessa operação.
As sementes tratadas não devem ficar expostas ao sol e umidade.
As sementes tratadas não devem ser usadas para alimentação humana, animal ou para fins
industriais.
Armazenar as sementes tratadas em local seguro, separado de alimentos e rações e fora do
alcance de crianças e animais. Preferencialmente armazenar as sementes lacradas e em
câmera fria.
Após o tratamento das sementes, possíveis sobras do produto devem retornar a embalagem
original de GORGON 250 SC.

POR NÃO CONTER CORANTE EM SUA FORMULAÇÃO, ESTE PRODUTO SOMENTE
DEVE SER UTILIZADO EM TRATAMENTO INDUSTRIAL DE SEMENTES PARA A
CULTURA DO TOMATE. NESSE CASO, UM CORANTE DEVE OBRIGATORIAMENTE SER
ADICIONADO AO TRATAMENTO, A FIM DE POSSIBILITAR A FÁCIL IDENTIFICAÇÃO
VISUAL DAS SEMENTES TRATADAS.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
O produto, quando aplicado nas doses e formas indicadas, não causa efeito fitotóxico às
culturas tratadas.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA, conforme Avaliação
Toxicológica da ANVISA, para cada processo.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

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DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO
DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Não se aplica, devido tratar-se de um Regulador de Crescimento.


DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

 ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA


PRECAUÇÕES GERAIS:
  • Produto para uso exclusivamente agrícola.
  • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
  • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
  • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais
     e pessoas.
  • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
     recomendados.
  • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios
     e válvulas com a boca.
  • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos
     ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
     fabricante.
  • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência
     de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas
     de um profissional habilitado.
  • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
     em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
  • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
     trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
  • Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
     seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças
     compridas; botas de borracha; avental impermeável; equipamento de proteção
     respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança com proteção
     lateral; touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
  • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI)
     com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

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PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
  • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: Macacão com tratamento
     hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; avental
     impermeável; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou
     PFF2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para
     produtos químicos.
  • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
     Proteção Individual (EPI) recomendados.
  • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
  • Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
  • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
     segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
  • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área
     em que estiver sendo aplicado o produto.
  • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
     respeitando as melhores condições climáticas para cada região
  • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que
     outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
  • Utilize equipamento de proteção individual - EPI: Macacão com tratamento
     hidrorrepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; avental
     impermeável; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou
     PFF2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para
     produtos químicos.

Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.


PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
  • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA”
     e manter os avisos até o final do período de reentrada.
  • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
     tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
     Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
     aplicação.
  • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em
     áreas tratadas logo após a aplicação.
  • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
     segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
  • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
     ainda vestidas para evitar contaminação.
  • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original,
     em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
  • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
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                                                                     Bula Completa – 28.11.2025




•   Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
    roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
•   Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos
    de aplicação.
•   Não reutilizar a embalagem vazia.
•   No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI):
    macacão com tratamento hidrorrepelente, luvas de proteção contra produtos químicos
    e botas de borracha.
•   Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na
    seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara. Tome banho
    imediatamente após a aplicação do produto.
•   A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
    devidamente protegida.
•   Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
    fabricante.

Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.




                                             Nocivo se ingerido
                           ATENÇÃO
                                             Nocivo se inalado




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                                                                             Bula Completa – 28.11.2025




  PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência
  levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do
  produto.

  Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
  médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
  beber ou comer.

  Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos.
  Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se
  retirá-la.

  Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio,
  anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo
  menos 15 minutos.

  Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
  ventilado.

  A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
  impermeáveis, por exemplo.




                           INTOXICAÇÕES POR GORGON 250 SC®
                                 INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico     Paclobutrazol: Triazol
Classe
                  Categoria 4: Produto pouco tóxico.
toxicológica
Vias de exposição
                  Oral, inalatória, ocular e dérmica. As exposições inalatória e dérmica são
                  consideradas as mais relevantes.
Toxicocinética       Paclobutrazol: Após administração oral em ratos, o paclobutrazol é
                     extensivamente absorvido (90%) e rapidamente eliminado pela urina e bile após
                     doses orais de 5 ou 250 mg/kg p.c. A distribuição tecidual ocorre principalmente
                     no fígado e, em menores quantidades, nos rins e gordura. A retenção de
                     paclobutrazol e dos seus metabólitos foi mínima, especialmente no menor nível
                     de dose. A maior parte dos resíduos é encontrada no fígado e trato
                     gastrointestinal. As meias-vidas de eliminação do plasma e do sangue são
                     estimadas em 6 a 12 horas e em 12 a 14 horas no fígado. Fêmeas apresentaram
                     maiores concentrações na gordura e na glândula adrenal. Após administração
                     oral diária por 49 dias de 5 mg/kg p.c. de paclobutrazol radiomarcado a ratos
                     machos, as concentrações de radioatividade no fígado e rins atingiram um platô
                     após 28 dias. Foi observado acúmulo gradual de radioatividade no sangue; no
                     entanto, o nível médio do pico foi significativamente menor do que os valores
                     hepáticos e renais. A radioatividade no fígado e rins decresceu bifasicamente
                     com meias-vidas de 1,4 e 6,7 dias para o fígado e 1,6 e 9,3 dias para os rins.

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                                                                           Bula Completa – 28.11.2025




                    Após a interrupção da administração, as concentrações teciduais de
                    radioatividade diminuíram e nenhum resíduo detectável foi encontrado após 28
                    dias. Todo o paclobutrazol absorvido foi prontamente oxidado a diol de
                    paclobutrazol, o qual está sujeito à excreção ou oxidação adicional a sua forma
                    ácida. A biotransformação é limitada à fração butil-terciária, sem metabolismo
                    adicional nos anéis triazol ou fenil clorado. Os ratos machos oxidaram maior
                    proporção de placobutrazol ao ácido paclobutrazol do que as fêmeas. O
                    processo de oxidação mostrou ser dependente do sexo e da dose.
Toxicodinâmica      Paclobutrazol: O paclobutrazol é um regulador do crescimento vegetal (tipo II)
                    com propriedades fungicidas. Quando aplicado, o paclobutrazol inibe a
                    biossíntese do ácido giberélico e de esterois, resultando em redução da taxa de
                    divisão celular. Assim, reduz o crescimento internodial para formação de caules
                    mais robustos e aumenta o crescimento radicular, causando frutificação precoce
                    e aumento do conjunto de sementes nas plantas. Não é possível descartar que
                    o modo de ação sobre a síntese de esterois não seja relevante para humanos.
Sintomas e sinais   Paclobutrazol: Não há no banco de dados da Syngenta informações sobre
clínicos            intoxicações por pacobutrazol em humanos.

                    As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com
                    animais de experimentação tratados com a formulação à base de paclobutrazol,
                    GORGON 250 SC®:
                    Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral em ratos (Up and Down
                    Procedure), os animais foram expostos às doses de 1750 e 5000 mg/kg p.c. Não
                    foi observada mortalidade na dose de 1750 mg/kg p.c. Os sinais clínicos
                    observados foram: redução da atividade, postura curvada e incoordenação. Na
                    dose de 5000 mg/kg p.c. nenhum animal sobreviveu e os sinais observados
                    foram: redução da atividade, postura curvada, posição prona, irritabilidade,
                    incoordenação, diminuição da taxa respiratória e um animal se apresentou frio
                    ao toque. Todos os sinais clínicos foram revertidos nos animais sobreviventes
                    após 1 dia de exposição.

                    Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade aguda inalatória realizado em
                    ratos, quatro animais foram inicialmente expostos a um teste preliminar nas
                    concentrações de 0,77 e 2,68 mg/L e apresentaram respiração ofegante e
                    ruidosa, aumento da frequência respiratória e postura curvada. Os sinais clínicos
                    foram revertidos em até 3 dias. Na concentração de 2,68 mg/L um animal não
                    sobreviveu. Um teste principal foi conduzido com mais dez animais, submetidos
                    às concentrações de 2,67 e 3,99 mg/L e apresentaram respiração ofegante e
                    ruidosa, aumento da frequência respiratória, postura curvada, ataxia, redução da
                    atividade, prostração e fraqueza. Os sinais clínicos foram revertidos em até 7
                    dias. Na dose de 2,67 mg/L um animal não sobreviveu.

                    Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica realizado em
                    ratos, não foi observada mortalidade ou quaisquer sinais clínicos de toxicidade
                    sistêmica entre os animais expostos à dose de 5000 mg/kg p.c. Em estudo de
                    irritação cutânea realizado em coelhos, nenhum animal apresentou sinais de
                    irritação na pele. O produto não foi considerado ou classificado como irritante
                    para a pele de coelhos pelo GHS. O produto não foi considerado sensibilizante
                    dérmico em cobaias.

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                                                                  Bula Completa – 28.11.2025




              Exposição ocular: Durante o estudo de irritação ocular realizado em coelhos,
              2/3 animais apresentaram vermelhidão na conjuntiva na avaliação de 1 hora,
              com reversão em 24 horas. Um animal apresentou também secreção ocular
              reversível em 24 horas. Como os animais não apresentaram efeitos de irritação
              ocular nas leituras de 24, 48 e 72 horas, o produto não foi classificado como
              irritante ocular pelo GHS.

              Exposição crônica: O ingrediente ativo não foi considerado mutagênico,
              teratogênico ou carcinogênico para seres humanos. À luz dos conhecimentos
              atuais, não é considerado desregulador endócrino e não interfere com a
              reprodução. Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
Diagnóstico   O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao
              produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando
              sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente
              imediatamente.




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                                                                    Bula Completa – 28.11.2025




Tratamento   Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
             clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao
             suporte respiratório.

             Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
             frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer
             via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e
             arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.

             Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a
             absorção e os efeitos locais.
             Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
             proceder com:
             - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças
             de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de
             30g de carvão ativado para 240 ml de água. É mais efetivo quando administrado
             dentro de uma hora após a ingestão.
             - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade
             do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é
             necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
             aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito
             lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
             ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem
             aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de
             lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa
             inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
             Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado,
             fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência
             de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação
             mecânica.
             Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
             descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e
             cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local
             ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para
             tratamento.
             Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com
             solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato
             com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia
             persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico.

             Antídoto: Não há antídoto específico.

             Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
             respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um
             equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
             procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
             durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO,
             como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se
             contaminar com o agente tóxico.


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                                                                             Bula Completa – 28.11.2025




Contraindicações     A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração
                     e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça
                     abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
                     para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das
                     Não foram relatados efeitos de interações químicas para a paclobutrazol em
interações
                     humanos.
químicas
ATENÇÃO              Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
                              informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
                           Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                                                RENACIAT – ANVISA/MS
                     As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
                     Agravos de Notificação Compulsória.
                     Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS)
                     Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
                     Telefone de Emergência da empresa: 0800-704 4304 (24 horas)
                     Endereço Eletrônico da Empresa: https://www.syngenta.com.br
                     Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com

  Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:
  Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

  Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:

  Efeitos agudos:
  DL50 oral em ratos: 2958 mg/kg p.c. (Intervalo de Confiança: 1750 - 5000 mg/kg p.c.)
  DL50 dérmica em ratos: > 5000 mg/kg p.c.
  CL50 inalatória em ratos: > 3,99 mg/L
  Corrosão/Irritação cutânea: Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, nenhum
  animal apresentou sinais de irritação na pele. O produto não foi considerado ou classificado
  como irritante para a pele de coelhos pelo GHS.
  Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Durante o estudo de irritação ocular realizado em
  coelhos, 2/3 animais apresentaram vermelhidão na conjuntiva na avaliação de 1 hora, com
  reversão em 24 horas. Um animal apresentou também secreção ocular reversível em 24 horas.
  Como os animais não apresentaram efeitos de irritação ocular nas leituras de 24, 48 e 72
  horas, o produto não foi classificado como irritante ocular pelo GHS.
  Sensibilização cutânea em camundongos (Teste LLNA): O produto não foi considerado
  sensibilizante dérmico.
  Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as vias
  respiratórias.
  Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética
  bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.

  Efeitos crônicos:
  Paclobutrazol: Em estudo de toxicidade crônica/carcinogenicidade em ratos tratados com
  paclobutrazol via oral, observou-se diminuição de peso corpóreo em fêmeas associado à
  diminuição do consumo de ração e reduções nos níveis de triglicerídeos e de ureia no sangue
  (nitrogênico ureico) (maior dose: 54,3 e 72,3 mg/kg p.c./dia para machos e fêmeas,
  respectivamente). Também foram observados aumento do peso do fígado em ambos os

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                                                                            Bula Completa – 28.11.2025




sexos e aumento do peso dos testículos dos machos na 52º semana na maior dose, no
entanto os pesos dos testículos estavam dentro da faixa de peso esperado. Associado ao
aumento do peso hepático, foram observados hipertrofia centrolobular e esteatose de
diferentes graus relacionados ao tratamento em fêmeas na maior dose e esteatose em
machos na maior dose e a 10,2 mg/kg p.c./dia na semana 104; no entanto, este leve efeito foi
considerado como não representativo de toxicidade cumulativa (NOAEL: 10,2 e 14,3 mg/kg
p.c./dia para machos e fêmeas, respectivamente). Em estudo de toxicidade
crônica/carcinogenicidade em camundongos (104 semanas) foram observados efeitos no
fígado e no metabolismo da gordura em machos e fêmeas a 93 (machos) e 122 (fêmeas)
mg/kg p.c./dia, indicados por aumento do peso do fígado, aumento na gravidade de esteatose
hepática e níveis reduzidos de triglicerídeos e colesterol sérico. Não houve diferença na
frequência e natureza de tumores em camundongos tratados com paclobutrazol comparado
aos controles (NOAEL: 15,6 e 20,4 mg/kg p.c./dia para machos e fêmeas, respectivamente).
O paclobutrazol não é considerado carcinogênico para ratos e camundongos, além de não
apresentar potencial genotóxico in vivo e in vitro. Em um estudo da reprodução de duas
gerações, ratos machos e fêmeas apresentaram evidências de toxicidade em ambas as
gerações (redução do ganho de peso corpóreo na maior dose de 116,9 mg/kg p.c./dia). Houve
aumento no peso do fígado acompanhado de alterações na macroscopia e histologia hepática
em F0 e F1 de ambos os sexos e em todos os filhotes. Foram observados má oclusão dental
e/ou focinho retorcido relacionados ao tratamento em três ninhadas (F1A, F1B e F2A) da
maior dose, entretanto esses sinais não foram observados nas menores doses de 4,7 e 23,2
mg/kg p.c./dia. Considerou-se que o aumento de cromodacriorreia e pálpebras espessadas
em fêmeas progenitoras F0 da maior dose estavam relacionados ao tratamento. Não houve
efeitos adversos nos parâmetros reprodutivos ao longo das duas gerações (NOAEL materno
e filhotes - toxicidade sistêmica: 23,2 mg/kg p.c./dia; NOAEL reprodução: 116 mg/kg p.c./dia).
Em um estudo teratogênico em ratos, a administração de 250 mg/kg p.c./dia de paclobutrazol
resultou em letalidade materna, manchas de pele na região urogenital e diminuição no ganho
de peso corpóreo e no consumo de ração. Estes efeitos, exceto a letalidade, foram
observados no nível de dose de 100 mg/kg p.c./dia. Além disso, fenda palatina foi observada
em 3 fetos a 250 mg/kg p.c./dia; no entanto, esse efeito pode possivelmente estar relacionado
à toxicidade materna durante momento crítico do desenvolvimento. Foi observado aumento
significativo e relacionado à dose de anormalidades esqueléticas (ossificação parcial ou tardia,
costelas torácicas extras) em todos os grupos tratados (NOAEL materno: 40 mg/kg p.c./dia;
não foi estabelecido NOAEL para fetotoxicidade). Em um segundo estudo teratogênico em
ratos, não houve evidência de toxicidade materna em nenhum nível de dose. A 40 e 100 mg/kg
p.c./dia, houve aumento da incidência de anormalidades do sistema urogenital (hidroureter e
dilatação pélvica) e anormalidades esqueléticas e variantes relacionadas à dose, indicativas
de efeito fetotóxico leve (NOAEL materno e fetal: 100 e 10 mg/kg p.c./dia, respectivamente).
Dois estudos principais de teratogenicidade foram conduzidos em coelhos nas doses de 25,
75 e 125 mg/kg p.c./dia. A 125 mg/kg p.c./dia, a toxicidade materna foi caracterizada pela
diminuição de ganho de peso corpóreo. Algumas alterações maiores e menores (anomalias
cardíacas, dilatação pélvica, alterações esqueléticas) foram observadas nos fetos, porém
essas alterações podem ser de ocorrência espontânea e/ou não estarem relacionadas ao
tratamento O paclobutrazol não foi considerado teratogênico para o coelho (NOAEL materno
e fetal: 75 e 125 mg/kg p.c./dia). Não houve indicação de efeitos neurotóxicos em estudos
subcrônicos, reprodutivos, de desenvolvimento e crônicos. Além disso, um estudo publicado
investigando as relações estrutura-atividade dos fungicidas triazois não indicou alterações de
atividade motora. Portanto, não foi necessário conduzir estudo subcrônico específico de
neurotoxicidade.


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                                                                          Bula Completa – 28.11.2025




DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:
• Este produto é:
    - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).

        -   Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (Classe II).

    X   -   Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).

        -   Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)


• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
  d`água. Evite contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
  do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produto tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
  rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
  rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
  Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE
  CULTIVOS LTDA. - telefone da empresa 0800 704 4304
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
  borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
  bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:



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  Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
  auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
  derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, pelo
  telefone indicado acima, para que seja feito o recolhimento pela mesma. Lave o local com
  grande quantidade de água.
  Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
  esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
  empresa registrante conforme indicado acima.
  Corpos d`água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
  contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que
  as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características
  do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico,
  ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.




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EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM FLEXÍVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

SACARIAS (utilizadas para acondicionar sementes tratadas com GORGON 250 SC)

- AS EMBALAGENS – SACARIAS – NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS
FINS.

- AS EMBALAGENS – SACARIAS – NÃO PODEM SER LAVADAS.

- ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
O armazenamento das embalagens – SACARIAS – vazias, até sua devolução pelo usuário,
deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio das SACARIAS.


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                                                                        Bula Completa – 28.11.2025




As embalagens – SACARIAS – vazias devem ser armazenadas separadamente, em saco
plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado
e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS – SACARIAS - VAZIAS:
Devem ser devolvidas em conjunto com a embalagem do agrotóxico GORGON 250 SC ou no
local onde foram adquiridas as sementes tratadas.

Terceiros que efetuarem o manuseio do agrotóxico, devem descrever nas sacarias que as
sementes foram tratadas com o agrotóxico GORGON 250 SC e informar que as mesmas
devem ser devolvidas no local em que foram tratadas ou adquiridas.

PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis)




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