Glyweed
Coromandel Brasil Ltda.- Cotia/SP
Herbicida
glifosato (glicina substituída) (480 g/L)
Informações
Número de Registro
1812
Marca Comercial
Glyweed
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
glifosato (glicina substituída) (480 g/L)
Titular de Registro
Coromandel Brasil Ltda.- Cotia/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico não seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Café
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Café
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Café
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Café
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Café
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Café
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Café
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Cana-de-açúcar
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cana-de-açúcar
Rumex crispus
azeda-crespa; lígua-de-vaca-crespa; língua-de-vaca (1)
Cana-de-açúcar
Saccharum officinarum
cana-de-açucar
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Milho
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Milho
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Soja
Avena sativa
aveia
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Soja
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Conteúdo da Bula
GLYWEED
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 01812.
COMPOSIÇÃO:
N-(phosphonomethyl) glycine (GLIFOSATO).........................................480 g/L (48% m/v)
(Equivalente ácido)...........................................................................360 g/L (36% m/v)
Outros ingredientes..........................................................................690 g/L (69% m/v)
GRUPO G HERBICIDA
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO.
CLASSE: Herbicida sistêmico, não seletivo
GRUPO QUÍMICO: Glicina substituída
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado solúvel (SL)
TITULAR DO REGISTRO (*):
COROMANDEL BRASIL LTDA.
Avenida Sagitário, 138, Conj. 2413A, Torre 1, Sitio Tamboré Alphaville, CEP: 06473-073,
Barueri/SP
CNPJ: 10.599.435/0001-58
Nº do registro do estabelecimento CDA/SP: 4334
(*) IMPORTADOR PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
GLIFOSATO TÉCNICO SABERO - Registro MAPA no 3210
Coromandel International Limited
Plot no 2102, GIDC, Sarigam, 396155, Valsad District, Gujarat State, Índia
IMPORTADORES:
Amaggi Exportação e Importação Ltda.
Rodovia PA 125, s/nº, Quadra 03, Lote 15 e 18, CXPST 217, Presidente Juscelino Kubitschek, CEP:
68628-557, Paragominas/PA
CNPJ: 77.294.254/0083-30
Nº do registro do estabelecimento: ADERPARÁ/PA sob nº 004.23
BRA Defensivos Agrícolas Ltda.
Rua São José, 550, Centro, CEP: 13400-330, Piracicaba/SP
CNPJ: 07.057.944/0001-44
Nº do registro do estabelecimento: CDA/SP sob no 879
Macrofértil Indústria e Comércio de Fertilizantes Ltda.
Rodovia Raposo Tavares, s/nº, Km 445, CEP: 19810-000, Assis/SP
CNPJ: 76.082.320/0021-43
Nº do registro do estabelecimento: CDA/SP sob no 1077
Solus Indústria Química Ltda.
Rodovia BR 376, 1441, Salas S5 e S6, Parque Industrial Zona Oeste II, CEP: 86800-762,
Apucarana/PR
CNPJ: 21.203.489/0001-79
Nº do registro do estabelecimento: ADAPAR/PR sob nº 1007610
FORMULADORES:
Coromandel International Limited
Plot nº 2102, GIDC, Sarigam, 396155, Valsad District, Gujarat State, Índia
Plot nº Z-103/G, SEZ II, Industrial Estate Dahej, Taluka-Vagra, Dist. Bharuch, Gujarat, Índia
Fersol Indústria e Comércio S/A
Rodovia Presidente Castelo Branco, s/nº, km 68,5, CEP: 18120-970, Mairinque/SP
CNPJ:47.226.493/0001-46
Nº do registro do estabelecimento: CDA/SP sob no 31
Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Avenida Liberdade, 1.701, Cajuru do Sul, CEP: 18087-170, Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30
Nº do registro do estabelecimento: CDA/SP sob no 8
Prentiss Química Ltda.
Rodovia PR 423, s/nº, Km 24,5, Jardim das Acácias, CEP: 83603-000, Campo Largo/PR
CNPJ: 00.729.422/0001-00
Nº do registro do estabelecimento: ADAPAR/PR sob no 002669
Sipcam Nichino Brasil S.A.
Rua Igarapava, 599, Distrito Industrial III, CEP: 38044-755, Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79
Nº do registro do estabelecimento: IMA/MG sob no 2.972
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.
Avenida Wilson Camurça, 2.138, Distrito Industrial I, CEP: 61939-000, Maracanaú/CE
CNPJ: 07.467.822/0001-26
Nº do registro do estabelecimento: SEMACE/CE sob no 358/2021
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Rodovia Sorocaba-Pilar do Sul, s/nº, Km 122, Distrito Industrial, CEP: 18160-000, Salto de
Pirapora/SP
CNPJ: 02.974.733/0010-43
Nº do registro do estabelecimento: CDA/SP sob no 4153
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsen, 1.459, Poço Fundo, CEP: 13140-031, Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81
Nº do registro do estabelecimento: CDA/SP sob nº 477
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM
SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Indiana
Corrosivo ao ferro comum e galvanizado
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR
DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
GLYWEED é recomendado nas seguintes situações:
-Aplicação em área total em pré-plantio (operação de manejo – pré-plantio da cultura e pós-
emergência das plantas daninhas) para o plantio direto de MILHO, SOJA e CANA-DE-AÇÚCAR;
-Pós-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas, de forma localizada (dirigindo a
aplicação somente sobre as plantas daninhas, protegendo a cultura contra contato com a calda
herbicida) do CAFÉ;
-Eliminação da soqueira de CANA-DE-AÇÚCAR em operação de manejo – pré-plantio da cultura;
-Pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas (preparo de área para posterior
plantio ou implantação da cultura): todas as culturas.
DOSE DO
VOLUME DE NÚMERO
PRODUTO
CULTURA ALVOS CALDA MÁXIMO DE
COMERCIAL
(L/ha) APLICAÇÕES
(L/ha)
Mentrasto
2,0
Ageratum conyzoides
Capim-amargoso
2,0 – 4,0
Digitaria insularis
Falsa-serralha
2,0
Emilia sonchifolia
Picão-branco
1,0
Galinsoga parviflora
Café 150 a 250 1
Poaia-branca
4,0
Richardia brasiliensis
Malva-branca
Sida cordifolia
3,0
Guanxuma
Sida rhombifolia
Serralha
2,0
Sonchus oleraceus
Carrapicho-de-carneiro
1,5
Acanthospermum hispidum
Capim-braquiária
2,5 – 4,0
Brachiaria decumbens
Tiririca
4,0 – 5,0
Cyperus rotundus
Cana-de-açúcar 150 a 250 1
Capim-colonião
1,5 – 40
Panicum maximum
Língua-de-vaca
3,0
Rumex crispus
Cana-de-açucar Saccharum
6,0
officinarum
Caruru-de-mancha
2,0
Amaranthus viridis
Capim-marmelada
0,5 – 1,0
Brachiaria plantaginea
Capim-carrapicho
Milho 1,5 150 a 250 1
Cenchrus echinatus
Grama-seda
4,0 – 5,0
Cynodon dactylon
Azevém
2,0 – 3,0
Lolium multiflorum
DOSE DO
VOLUME DE NÚMERO
PRODUTO
CULTURA ALVOS CALDA MÁXIMO DE
COMERCIAL
(L/ha) APLICAÇÕES
(L/ha)
Aveia
1,0
Avena sativa
Picão-preto
1,0 – 1,5
Bidens pilosa
Capim-colchão
1,5 – 2,0
Digitaria horizontalis
Soja 150 a 250 1
Amendoim-bravo
3,0 – 4,0
Euphorbia heterophylla
Corda-de-viola
3,0
Ipomoea aristolochiaefolia
Erva-quente
5,0 – 6,0
Spermacoce alata
As doses variam conforme a espécie da planta daninha e seu estágio de desenvolvimento. As
doses menores são indicadas para plantas infestantes no estágio inicial da atividade vegetativa,
e as máximas para as plantas daninhas perenizadas.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
A aplicação de Glyweed deve ser feita observando-se as plantas infestantes alvo:
- Plantas infestantes perenes: preferencialmente no início da floração;
- Plantas infestantes anuais: preferencialmente na fase de desenvolvimento vegetativo,
antes da formação de flores/sementes.
Em ambos os casos as plantas infestantes não devem estar sob efeito de stress hídrico, seja por
seca ou excesso de água, pois haverá menor absorção do produto e conseqüentemente menor
eficiência de controle.
MODO DE APLICAÇÃO:
GLYWEED deve ser pulverizado em jato dirigido, quando as plantas daninhas estiverem em
pleno desenvolvimento vegetativo e antes que ocorra o período inicial de florescimento. É
aplicado em volume variável de 150 a 250 litros de água por hectare, de acordo com as
condições de desenvolvimento das plantas daninhas. Tratando-se de plantas infestantes com
grande densidade vegetativa recomenda-se o volume maior.
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
GLYWEED deve ser aplicado em pós-emergência das plantas daninhas através de
equipamentos costais manuais ou tracionados e acionados por tratores. Recomenda-se o uso
de bicos de jato em leque de 80 a 110 graus, ou defletor do tipo TK. A pressão de trabalho deve
variar entre 20 a 60 libras por polegada quadrada obtendo-se tamanho de gotas com VMD entre
360 a 650 micron, sendo que gotas menores são indicadas para plantas infestantes de maior
densidade vegetativa e para locais onde não haja risco de atingir plantas econômicas por deriva.
Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
É obrigatório a utilização de tecnologia de redução de deriva de 50% na aplicação
costal e tratorizada do produto em todas as culturas.
RECOMENDAÇÕES GERAIS SOBRE DERIVA:
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento
de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para pulverização, o tamanho das
gotas é um dos fatores mais importantes para evitar deriva) e ao clima (velocidade do vento,
umidade e temperatura). Estes fatores devem ser avaliados e considerados quando da decisão
de aplicação. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. É obrigatório a utilização de
tecnologia de redução de deriva de 50% na aplicação costal e tratorizada do produto em todas
as culturas.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
- Temperatura máxima: Entre 20 e 30 °C.
- Umidade relativa do Ar: Superior a 50%.
- Velocidade média do vento: Entre 3 e 10 km/h.
- Direção do Vento: Não aplique em locais e momentos do dia em que o vento esteja na direção
de culturas sensíveis.
PREPARO DA CALDA:
Agitar vigorosamente o produto antes da diluição, ainda na embalagem. O produto, nas
quantidades pré-determinadas em função da dose recomendada, deve ser despejado
diretamente no tanque do pulverizador parcialmente cheio (1/4 do volume cheio), com o
sistema de agitação em funcionamento. Em seguida completar o volume do tanque com água.
Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a
formação de depósitos no fundo do tanque pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de
reiniciar a operação. Preparar apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação,
pulverizando logo após a sua preparação.
INTERVALO DE SEGURANÇA: (período de tempo entre a última aplicação e a colheita)
Cultura Intervalo de Segurança (Dias)
Café 15
Cana-de-açúcar (1)
Milho (1)
Soja (1)
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Deve-se pulverizar GLYWEED em jato dirigido para não atingir as folhas das culturas
econômicas. Feito isso e seguindo as recomendações de uso do produto, não ocorre sinais de
fitotoxicidade nas culturas de interesse. Na armazenagem e aplicação da solução, utilizar
somente tanque de aço inoxidável, alumínio, fibra de vidro e plástico. Não usar tanques
galvanizados ou de aço sem revestimento interno. Não pulverizar o produto após a prática da
roçada. Repetir a aplicação caso ocorram chuvas até 6 horas após o tratamento. Utilizar água
limpa, isenta de argilas em suspensão.
Fitotoxicidade: Quando este produto for utilizado nas doses e modalidades de aplicação
recomendadas, não ocasionará danos às culturas indicadas.
Outras restrições:
- Sob ameaça de chuva, a aplicação deve ser suspensa, sob risco de comprometimento da
eficiência do produto.
- Para garantia da eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão).
- Não aplicar GLYWEED quando as folhas das plantas infestantes estiverem cobertas de poeira,
porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção).
- Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de GLYWEED.
- Evitar aplicação sobre plantas infestantes sob “stress” provocado por seca ou geada.
- Aplicar sobre plantas sem orvalho e dentro das condições climáticas adequadas, devendo
evitar as horas mais quentes do dia.
- As atividades de manipulação, abastecimento e aplicação tratorizada, não podem ser
realizadas pela mesma pessoa.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do
mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados
e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas
(HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
www.agricultura.gov.br).
O produto herbicida GLYWEED é composto por GLIFOSATO, que apresenta mecanismo de ação
Inibidores da EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase pertencente ao Grupo G, segundo
classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a
interferência das plantas infestantes e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de
métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de
culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda,
capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle
biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o
mínimo de dano ao meio ambiente.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro
químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com
proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores
orgânicos e filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca
árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de
reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso
durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar
as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do
produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão
com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Pode ser nocivo se ingerido.
- Pode ser nocivo em contato com a pele.
- Nocivo se inalado.
PERIGO
- Provoca lesão oculares graves.
- Pode provocar reações alérgicas na pele.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente,
deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e
sabão neutro.
INALAÇÃO: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis
por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR GLYWEED
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Glicina substituída
CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
Classe Toxicológica
AGUDO
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Em mamíferos, o Glifosato é pobremente absorvido pela via oral,
não é metabolizado e é excretado principalmente inalterado.
Aproximadamente 70 a 80% da dose administrada é eliminada
nas fezes e 20 a 30% na urina, nas primeiras 72 horas. O único
metabólito excretado, encontrado em pequenas quantidades, foi
o ácido aminometílico fosfônico (AMPA). Menos de 1% da dose
absorvida permaneceu principalmente no fígado, intestino
delgado e nos ossos. Doses repetidas não alteraram o
Toxicocinética
metabolismo, a distribuição ou a excreção. Experiências em
humanos sugerem que a meia vida do Glifosato é de 2-3 horas.
Absorção dérmica foi baixa em modelo experimental in vitro para
pele humana. Apenas 2,3% da dose aplicada foram recuperados
no líquido receptor plasmático. Esta baixa absorção foi
confirmada também em estudos em macacos. Não tem potencial
de acumulação. Não foi detectável no leite de vaca ou nos ovos
de galinhas.
Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para
humanos. Tem sido proposto o desacoplamento da fosforilação
oxidativa que é uma via metabólica que utiliza energia libertada
Toxicodinâmica pela oxidação de nutrientes de forma a produzir trifosfato de
adenosina (ATP). Nas plantas age interferindo na síntese dos
aminoácidos fenilalanina, tirosina e triptofano.
As manifestações clínicas decorrentes da exposição são
diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do
produto, assim como ao tempo de exposição do organismo ao
produto.
Obs: outro componente como o solvente presente na formulação
pode ser responsável por muitos dos efeitos observados na
intoxicação, especialmente se inalado em grande quantidade.
Surfactantes podem causar falha circulatória, insuficiência
respiratória, convulsões, edema generalizado e erosão gástrica. A
relativa contribuição do solvente, surfactante ou outros e do
glifosato é controversa.
Toxicidade aguda: o Glifosato é primariamente inflamatório,
causando irritação de pele, mucosas e olhos. Não foi
Sintomas e
sensibilizante dérmico.
Sinais Clínicos
Irritação da boca e faringe, náuseas, vômitos e epigastralgia
podem ocorrer após ingestão; conjuntivite, após contato ocular.
Nos casos graves: choque, arritmias, parada cardíaca,
insuficiência respiratória, edema pulmonar, pneumonia
aspirativa, acidose metabólica, leucocitose, elevação de enzimas
hepáticas, alteração da consciência, nistagmo, hemorragia
gastrointestinal, íleo paralitico, diarreia prolongada e necrose de
mucosas. Fatores de mal prognóstico: edema pulmonar,
insuficiência respiratória, insuficiência renal, acidose grave e
hipercalemia.
Toxicidade crônica: não é carcinogênico, mas suspeito de ser
desregulador endócrino.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de
quadro clínico compatível.
Diagnóstico
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de
intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
Antídoto: não há antídoto específico
Tratamento: as medidas gerais são orientadas à remoção da
fonte de exposição, descontaminação do paciente, proteção das
vias respiratórias, prevenção de aspiração de conteúdo gástrico,
tratamento sintomático e de suporte. Evitar o contato com os
olhos, pele e roupas contaminadas.
Exposição Oral:
Tratamento
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária,
dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e
circunstância.
1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do
produto potencialmente perigosa à vida (até 1 hora). Atentar
para nível de consciência e proteger as vias aéreas em posição
de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação
endotraqueal.
14
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias
respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-
intubados; após ingestão de produtos corrosivos;
hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); risco de
hemorragia/perfuração gastrointestinal e ingestão de quantidade
não significativa.
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode
diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a
ingestão (1 hora)
1. Dose: suspensão de carvão ativado em água (240 ml de
água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos /
adolescentes, 25 a 50 g em crianças de (1 a 12 anos) e 1 g/kg
em crianças < 1 ano;
2. Não atua com metais ou ácidos e bases fortes, nem com
substâncias irritantes, quando pode dificultar a endoscopia.
• Não provocar vômito. Caso este ocorra espontaneamente,
não deve ser evitado; deitar o paciente de lado para evitar que
aspire resíduos.
• Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV: Diazepam
(adultos = 5-10 mg; crianças = 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada
10-15 minutos) ou Lorazepam (adultos: 2-4 mg; crianças: 0,05-
0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou Propofol na recorrência
das convulsões em > 5 anos.
• Irritação: considere endoscopia em casos de irritação
gastrointestinal ou esofágica para avaliar a extensão do dano e
guiar a lavagem gástrica.
• Reação alérgica:
1. Leve / moderada: anti-histamínicos com ou sem agonistas
Tratamento beta, via inalatória,corticosteróides ou epinefrina.
2. Grave: oxigênio, suporte respiratório vigoroso, anti-
histamínicos, epinefrina (Adulto: 0,3 a 0,5 ml de uma solução
1:1000 via SC; Crianças: 0,01 ml/kg; 0,5 ml no máximo; pode-
se repetir em 20 a 30 minutos), corticosteróides, monitoramento
do ECG e fluidos intravenosos.
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter
as vias aéreas permeáveis, se necessário, através de intubação
oro-traqueal, aspirar secreções e administrar oxigênio. Atenção
especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada
respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas.
Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário; uso de
PEEP pode ser requerido. Manter temperatura corporal. Monitorar
oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, uréia,
creatinina, ECG e radiografia de tórax. Tratar pneumonite e
coma.
• O suporte cardiovascular é essencial, pois um choque
intratável tem sido a primeira causa de morte em intoxicações
por Glifosato. Hipotensão: infundir 10 a 20 mUkg de líquido
isotônico. Se a hipotensão persistir, administrar Dopamina (5-20
pg/kg/min) ou Norepinefrina (adulto: começar infusão de 0,5-1
pg/min; crianças: começar com 0,1 pg/kg/min). Tratar acidose
metabólica grave com Bicarbonato de sódio e incrementar a
ventilação minuto em pacientes intubados.
• Hemodiálise é indicada na insuficiência renal.
• Manter observação por no mínimo 24 horas após o
desaparecimento dos sintomas.
-Exposição Inalatória: Remova o paciente para um local
arejado. Se ocorrer tosse ou dispnéia, avalie quanto a irritações,
bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na
ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com β2-
agonistas por via inalatória e corticosteróides por via oral ou
parenteral.
-Exposição Ocular: Lave os olhos expostos com quantidades
copiosas de água ou salina a 0,9%, à temperatura ambiente, por
pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente
Tratamento para o especialista.
-Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a
área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o
paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão
do produto; usar equipamento de reanimação manual (Ambú).
• Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato
cutâneo, ocular e inalatório com o produto.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial
Contra-indicações
de aspiração química.
Efeitos das interações
Os solventes podem potencializar a toxicidade.
químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre
diagnóstico e tratamento, ligue para o
Disque Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as
ATENÇÃO
Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa).
Telefone de Emergência: 0800 70 10 450 (24 horas)
Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:
Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/Kg
• DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/Kg
• DL50 Inalatória: > 2,827 mg/L de ar em 4 horas de exposição.
• Irritação dérmica: nos estudos realizados, o produto mostrou-se levemente irritante à
pele de coelhos, causando leve vermelhidão e leve edema. Todas as alterações foram reversíveis
em 24 horas.
• Irritação ocular: nos estudos realizados em coelhos, o produto mostrou-se
extremamente irritante aos olhos, causando opacidade de córnea, hiperemia da conjuntiva e
irite em todos os animais testados. Aos 7 e 14 dias após a exposição, todos os animais
apresentaram neovascularização da córnea e, aos 21 dias após a exposição, os animais ainda
apresentavam leve eritema, descarga ocular e elasticidade das pálpebras reduzida.
Sensibilização Dérmica: o produto mostrou-se sensibilizante à pele de cobaias.
Efeitos Crônicos:
• Estudos em ratos, camundongos e cães demonstraram uma baixa toxicidade do produto
quando da ingestão por tempo prolongado. A aplicação repetida do produto na pele pode
produzir inchaço, vermelhidão e leves lesões devido ao poder corrosivo.
• Efeitos sobre reprodução e prole em três gerações sucessivas: em um estudo de
reprodução, dietas de glifosato até 30 mg/kg/dia não produziram efeitos tóxicos em ratos
machos e fêmeas mesmo até a terceira geração.
• Metabolismo e vias de excreção: estudos em mamíferos têm demonstrado que apenas 30%
de glifosato é absorvido pelo trato gastrointestinal e é totalmente excretado inalterado pelos
rins. O glifosato é rapidamente excretado na urina através dos rins. Ele atinge níveis não
detectáveis na urina em torno do segundo ou terceiro dia.
• Possíveis efeitos teratogênicos: estudos com ratos, coelhos, ovos de galinha e pata não
detectaram potencial embriofetotóxico, nem efeitos sobre a reprodução nos níveis normalmente
utilizados do produto.
• Efeitos mutagênicos: estudos realizados com o produto não detectaram potencial
mutagênico do glifosato; em testes realizados pela Biomesos (Teste de Ames) o produto
formulado mostrou-se não mutagênico para Salmonella typhimurium; em teste de micronúcleo
em células eucarióticas o glifosato não foi considerado mutagênico.
• Efeitos neurotóxicos: estudos em animais não produziram nenhum efeito.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
X - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
X - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
X
X
X • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
X • Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa COROMANDEL BRASIL LTDA.
- Telefone de Emergência: 0800 70 10 450 (24 horas)
• Utilize o equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas
de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir:
-Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone
indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
-Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado.
-Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
-Faça essa operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir
os seguintes procedimentos:
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
-Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
-Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término
do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal
concernentes às atividades agrícolas.
São Paulo, 23 de maio de 2024.