Glufosinate 200 SL YNG
Yonon Brasil Defensivos Agricolas Ltda
Herbicida
Glufosinato - sal de amônio (homoalanina substituída) (200 g/L)

Informações

Número de Registro
05023
Marca Comercial
Glufosinate 200 SL YNG
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
Glufosinato - sal de amônio (homoalanina substituída) (200 g/L)
Titular de Registro
Yonon Brasil Defensivos Agricolas Ltda
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico de Contato
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Alface
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Alface
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Alface
Polygonum aviculare
erva-de-bicho (6)
Alface
Soliva anthemifolia
cuspe-de-caipira; cuspe-de-tropeiro (2); roseta (2)
Alface
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Alface
Stellaria media
centochio; erva-de-passarinho (2); esparguta (2)
Algodão
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Algodão
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Algodão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Chenopodium album
ançarinha-branca; erva-de-são-joão (2); erva-formigueira-branca
Algodão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Algodão
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Algodão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Algodão
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Algodão OGM
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Algodão OGM
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Algodão OGM
Borrieria latifolia
Erva-quente
Algodão OGM
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão OGM
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Algodão OGM
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Algodão OGM
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Banana
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Banana
Crepis japonica
barba-de-falcão; crepis
Banana
Cuphea carthagenensis
guanxuma-vermelha; sete-sangrias
Banana
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Banana
Dioscorea batatas
cará; cará-do-pará; erva-cará
Banana
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Banana
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Banana
Paspalum conspersum
capim-de-mula; capim-do-brejo; capim-guaçu
Banana
Phyllanthus tenellus
arrebenta-pedra (1); erva-pombinha (1); quebra-pedra (1)
Batata
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Batata
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Batata
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Batata
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Batata
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Batata
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Batata
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Batata
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Batata
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Café
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Café
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Café
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Café
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Café
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Café
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Citros
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Citros
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Citros
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Citros
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Citros
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Citros
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Citros
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Citros
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Talinum paniculatum
bunda-mole; bênção-de-deus; lígua-de-vaca
Eucalipto
Acacia plumosa
acacia-de-espinho; arranha-gato (2); unha-de-gato (1)
Eucalipto
Bauhinia variegata
unha-de-vaca (3)
Eucalipto
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Eucalipto
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Eucalipto
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Eucalipto
Lantana camara
camará; cambará (1); cambará-branco (2)
Eucalipto
Melinis minutiflora
capim-catingueiro; capim-gordo; capim-gordura
Eucalipto
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Eucalipto
Pteridium aquilinum
pluma-grande; samambaia; samambaia-das-taperas
Eucalipto
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Eucalipto
Solanum paniculatum
gerobeba; jupeba; jurubeba (2)
Eucalipto
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Eucalipto
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Eucalipto
Spermacoce verticillata
poaia-botão; poaia-preta; poaia-rosário
Eucalipto
Stachytarpheta cayennensis
gervão (2); gervão-azul; gervão-de-folha-verônica
Feijão
Maçã
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Maçã
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Maçã
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Maçã
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Maçã
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Maçã
Oxalis oxyptera
azedinha (4); trevo (2)
Maçã
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Maçã
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Maçã
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Maçã
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Maçã
Rumex obtusifolius
labaça; língua-de-vaca (2)
Maçã
Senecio brasiliensis
flor-das-almas; flor-de-finados; maria-mole (2)
Maçã
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Maçã
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Milho
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Milho
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Milho
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Nectarina
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Nectarina
Bidens alba
picão (2); picão-preto (2); picão-preto-branco
Nectarina
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Nectarina
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Nectarina
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Nectarina
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pessego
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Pessego
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Pessego
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Pessego
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Pessego
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Pessego
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Repolho
Coronopus didymus
mastruz (2); mastruço (3); mentrusto (2)
Repolho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Repolho
Polygonum persicaria
cataia; erva-de-bicho (4); persicaria-de-pé-vermelho
Repolho
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Repolho
Stellaria media
centochio; erva-de-passarinho (2); esparguta (2)
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Avena sativa
aveia
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Hordeum vulgare
cevada
Soja
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Soja
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Soja
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Secale Cereale
Centeio
Soja
Triticum aestivum
trigo
Soja
Triticum secale
Triticale
Trigo
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Trigo
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Trigo
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Trigo
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Trigo
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Trigo
Glycine max
soja
Trigo
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Trigo
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Trigo
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Uva
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Uva
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Uva
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Uva
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)

Conteúdo da Bula

                                    GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________


                                            GLUFOSINATE 200 SL YNG

Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 05023

COMPOSIÇÃO:
Ammonium 4-[hydroxy(methyl)phosphinoyl]-DL-homoalaninate ou ammonium DLhomoalanin-
4-yl(methyl)phosphinate (GLUFOSINATO-SAL DE AMÔNIO)..................................200 g/L (20,0% m/v)
Outros ingredientes.............................................................................................................. 898 g/L (89,8% m/v)
                   GRUPO                                               H                                         HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Herbicida não seletivo de ação total.
GRUPO QUÍMICO: Homoalanina substituída
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)

TITULAR DO REGISTRO (*):
Yonon Brasil Defensivos Agrícolas Ltda. - Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar,
Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP - CEP: 01443-010 – Tel.: (11) 3032-2090 – CNPJ:
47.172.452/0001-14 - Registro CDA/SP nº 4382.
(*)IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO)

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
GLUFOSINATE-AMMONIUM TÉCNICO GT – Registro MAPA nº 11815:
Yongnong Biosciences Co. Ltd. – Nº 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and
Technology Development Zone, 312369, Shangyu, Zhejiang – China. Ningxia Yongnong
Biosciences Co., Ltd. – The South of Guangfu Road, and the North of Taizhongyin Railway, Ningdong
Base Chemical New Material Zone, Yinchuan City, Ningxia Hui Autonomous Region, China.



FORMULADOR:
Yongnong Biosciences Co. Ltd. - Nº 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and
Technology Development Zone, 312369, Shangyu, Zhejiang – China.




                                   N° do Lote ou da partida:
                                      Data de Fabricação:                        VIDE EMBALAGEM
                                     Data de Vencimento:

  ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM
                                  SEU PODER.


____________________________________________________________________________________________
                      Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                                       CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
  É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
              É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.



                            CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA:
             CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO


            CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                   CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C




____________________________________________________________________________________________
             Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                              CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                    GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________

                     MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO: O GLUFOSINATE 200 SL YNG controla eficientemente, em pós-
emergência de jato dirigido, plantas daninhas nas culturas de: alface, algodão, banana, batata,
citros, café, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho, soja, trigo e uva; na dessecação
de feijão. No sistema de plantio direto em soja e em aplicações de pós-emergência do
algodoeiro OGM:

                                                       Dose             Dose        Volume de      Nº máximo de
   Cultura         Plantas Infestantes
                                                     (L p.c/ha)       (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações
                    Caruru-de-mancha
                    Amaranthus viridis
                       Picão-branco
                   Galinsoga parviflora
                                                    1,5 + 0,25 %
                      Erva-de-bicho
                                                 de óleo vegetal ou      300
                   Polygonum aviculare
                                                       mineral                       Terrestre:
                         Serralha                                                                       1
                                                                                       350
                    Sonchus oleraceus
  ALFACE           Erva-de-passarinho
                      Stellaria media
                                                    2,0 + 0,25 %
                          Soliva
                                                 de óleo vegetal ou      400
                    Soliva anthemifolia
                                                       mineral
              Época e intervalo de aplicação:
              Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface
              com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4
              folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
                    Capim-pé-de-galinha
                       Eleusine indica
                       Capim-colchão
                     Digitaria sanguinalis
                      Capim-marmelada
                    Brachiaria plantaginea
                     Capim-massambará
                     Sorghum halepense
                   Carrapicho-de-carneiro
                 Acanthospermum hispidum
                                                       2,0 + 0,25 %
                          Trapoeraba                                                 Terrestre:
                                                    de óleo vegetal ou    400                            1
                  Commelina benghalensis                                                350
                                                          mineral
                            Caruru
                      Amaranthus viridis
 ALGODÃO              Amendoim-bravo
                   Euphorbia heterophylla
                       Caruru-rasteiro
                    Amaranthus deflexus
                          Picão-preto
                        Bidens pilosa
                           Fedegoso
                     Chenopodium album
              Época e intervalo de aplicação:
              Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta
              estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e
              capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carra-picho-de-
              carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegoso,
              realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma
              única aplicação por ciclo da cultura.

____________________________________________________________________________________________
              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                        GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
                                                          Dose              Dose        Volume de      Nº máximo de
   Cultura             Plantas Infestantes
                                                        (L p.c/ha)        (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações
                       Capim-marmelada
                     Brachiaria plantaginea
                       Capim-carrapicho
                      Cenchrus echinatus            2,0 a 2,5 + 0,25 %
                         Corda-de-viola                     v/v
                                                                          400 a 500                         2
                      Ipomoea grandifolia           de óleo vegetal ou
                    Carrapicho-de-carneiro                mineral
                   Acanthospermum hispidum
                           Apaga-fogo
                      Alternanthera tenella
                                                                                         Terrestre:
                       Capim-marmelada
                                                                                         200 - 300
  ALGODÃO            Brachiaria plantaginea
     OGM               Capim-carrapicho
                                                                                          Aérea:
  (Organismo          Cenchrus echinatus
                                                                                          30 - 40
Geneticamente            Corda-de-viola
   Modificado         Ipomoea grandifolia           3,0 a 3,5 + 0,25 %
    OGM**)          Carrapicho-de-carneiro                  v/v
                                                                          600 a 700                         1
 resistente ao     Acanthospermum hispidum          de óleo vegetal ou
Glufosinato de             Apaga-fogo                     mineral
 amônio (pós          Alternanthera tenella
 emergência)               Erva-quente
                         Borrieria latifolia
                            Beldroega
                       Portulaca oleracea

                 Época e intervalo de aplicação:
                 Aplicar o produto, em pós-emergência da cultura, com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou
                 mineral na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. Recomenda-
                 se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha.
                 Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se sempre o
                 estádio de desenvolvimento das plantas daninhas.

                         Capim-colchão
                       Digitaria horizontalis
                         Capim-guaçu
                     Paspalum conspersum
                      Capim-pé-de-galinha
                        Eleusine indica
                         Quebra-pedra
                       Phyllanthus tenellus
                                                    2,0 + 0,25 % v/v de
                             Crepis                                                      Terrestre:
                                                      óleo vegetal ou        400                            1
                         Crepis japonica                                                   500
                                                          mineral
                        Macela-branca
                      Gnaphalium spicatum
  BANANA
                           Mentrasto
                      Ageratum conyzoides
                         Sete-sangrias
                     Cuphea carthagenensis
                            Erva-cará
                        Dioscorea batatas


                 Época e intervalo de aplicação:
                 Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem
                 com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por
                 ciclo da cultura.



____________________________________________________________________________________________
                 Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                                  CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                    GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
                                                      Dose              Dose        Volume de      Nº máximo de
  Cultura          Plantas Infestantes
                                                    (L p.c/ha)        (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações
                       Caruru
                   Amaranthus viridis
                       Picão-preto
                      Bidens pilosa
                       Guanxuma
                     Sida rhombifolia
                       Beldroega
                   Portulaca oleracea
                                                   2,0 + 0,25 %
                        Nabo                                                         Terrestre:
                                                de óleo vegetal ou       400                            1
                 Raphanus raphanistrum                                                 350
                                                      mineral
  BATATA           Carrapicho-rasteiro
                Acanthospermum australe
                      Erva-quente
                    Spermacoce alata
                     Capim-colchão
                   Digitaria sanguinalis
                    Capim-carrapicho
                   Cenchrus echinatus
             Época e intervalo de aplicação:
             Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes
             da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4
             folhas e as gramíneas com até 1 perfilho.
                    Trapoeraba
                Commelina benghalensis
                       Picão-preto
                      Bidens pilosa
                         Buva
                   Conyza bonariensis
                                                   2,0 + 0,25 %
                    Macela-branca                                                    Terrestre:
                                                de óleo vegetal ou       400
                  Gnaphalium spicatum                                                  350
                                                      mineral
                       Mentrasto
                  Ageratum conyzoides
                       Caruru
                                                                                                        1
                   Amaranthus viridis
                       Beldroega
                   Portulaca oleracea
   CAFÉ                Guanxuma
                                                 3,0 + 0,4 % v/v
                     Sida rhombifolia                                                 Terrestre:
                                                de óleo vegetal ou       600
                    Capim-carrapicho                 mineral                             500
                   Cenchrus echinatus
                    Capim-marmelada
                                                 2,5 + 0,4 % v/v
                  Brachiaria plantaginea                                              Terrestre:
                                                de óleo vegetal ou       500
                     Capim-colchão                   mineral                             450
                   Digitaria horizontalis


             Época e intervalo de aplicação:
             Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril.
             Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega e guanxuma,
             aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase
             de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.




____________________________________________________________________________________________
             Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                              CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                      GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
                                                         Dose             Dose        Volume de      Nº máximo de
  Cultura          Plantas Infestantes
                                                       (L p.c/ha)       (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações

                    Capim-marmelada
                  Brachiaria plantaginea


                       Capim-colchão
              Digitaria horizontalis e Digitaria
                         sanguinalis


                     Capim-amargoso
                     Digitaria insularis


                     Capim-carrapicho
                    Cenchrus echinatus


                   Capim-pé-de-galinha
                     Eleusine indica


                        Guanxuma
                      Sida rhombifolia

                                                    2,0 + 0,25 % v/v
                                                                                       Terrestre:
                 Carrapicho-de-carneiro            de óleo vegetal ou      400                            1
                                                                                         350
                Acanthospermum hispidum                  mineral

  CITROS
                        Picão-preto
                       Bidens pilosa


                    Amendoim-bravo
                  Euphorbia heterophylla


                     Trapoeraba
                 Commelina benghalensis


                        Maria-gorda
                   Talinum paniculatum


                      Falsa-serralha
                     Emilia sonchifolia


                       Malva-branca
                       Sida cordifolia



             Época e intervalo de aplicação:
             Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas,
             quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas
             de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas.




____________________________________________________________________________________________
             Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                              CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                   GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
                                                      Dose             Dose        Volume de      Nº máximo de
  Cultura         Plantas Infestantes
                                                    (L p.c/ha)       (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações

                     Arranha-gato
                    Acacia plumosa


                         Buva
                   Conyza bonariensis


                       Cambará
                    Lantana câmara


                    Capim-gordura
                   Melinis minutiflora


                    Capim-colonião
                   Panicum maximum


                     Erva-quente
                   Spermacoce alata


                     Falsa-serralha
                    Emilia sonchifolia

                                                4,0 + 0,2 % v/v
                         Gervão                                                      Terrestre:
                                               de óleo vegetal ou       800                            1
               Stachytarpheta cayennensis                                               350
                                                    mineral
 EUCALIPTO
                      Guanxuma
                    Sida rhombifolia


                       Jurubeba
                  Solanum paniculatum


                       Serralha
                   Sonchus oleraceus


                    Trapoeraba
                Commelina benghalensis


                     Unha-de-vaca
                   Bauhinia variegata


                   Vassourinha-botão
                 Spermacoce verticillata


                       Samambaia
                   Pteridium aquilinum

             Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-
             emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. As aplicações devem
             ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento
             vegetativo e nas condições recomendadas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.




____________________________________________________________________________________________
             Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                              CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                   GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
                                                      Dose             Dose        Volume de      Nº máximo de
  Cultura         Plantas Infestantes
                                                    (L p.c/ha)       (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações
                                                1,8 + 0,25 % v/v
               Uso para dessecação para
                                               de óleo vegetal ou       360
                   feijão de consumo                                                Terrestre:
                                                     mineral
                                                                                      350
                                                                                                       1
                                                2,0 + 0,25 % v/v                     Aérea:
               Uso para dessecação para                                              30 - 40
                                               de óleo vegetal ou       400
                 feijão para sementes
                                                     mineral
  FEIJÃO
             Época e intervalo de aplicação:
             - Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura
             apresentar aproximadamente 50 % das vagens secas.
             - Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura
             apresentar 70 % das vagens secas.
             Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.

                   Capim-marmelada
                 Brachiaria plantaginea
                    Capim-colchão
                  Digitaria horizontalis
                        Azevém
                   Lolium multiflorum

                    Língua-de-vaca
                   Rumex obtusifolius

                       Picão-preto
                      Bidens pilosa

                        Nabo
                 Raphanus raphanistrum

                       Serralha                 2,0 + 0,25 % v/v
                   Sonchus oleraceus                                                Terrestre:
                                               de óleo vegetal ou       400                            1
                                                                                      350
                                                     mineral
                      Losna-branca
                Parthenium hysterophorus
   MAÇÃ
                       Beldroega
                   Portulaca oleracea
                     Picão-branco
                  Galinsoga parviflora
                      Maria-mole
                   Senecio brasiliensis
                      Guanxuma
                    Sida rhombifolia

                         Poaia
                  Richardia brasiliensis

                          Trevo
                     Oxalis oxyptera

             Época e intervalo de aplicação:
             Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la.
             Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-
             branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim-
             colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por
             ciclo da cultura.



____________________________________________________________________________________________
             Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                              CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                    GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
                                                       Dose             Dose        Volume de      Nº máximo de
  Cultura          Plantas Infestantes
                                                     (L p.c/ha)       (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações
                      Capim-colchão
                    Digitaria sanguinalis
                    Capim-marmelada
                  Brachiaria plantaginea
                        Picão-preto
                       Bidens pilosa
                    Amendoim-bravo
                  Euphorbia heterophylla

                     Trapoeraba
                 Commelina benghalensis

                 Carrapicho-de-carneiro         1,5 a 2,0 + 0,25 %
                Acanthospermum hispidum                 v/v                          Terrestre:
                                                                      300 a 400                         1
                                                de óleo vegetal ou                     350
                        Caruru                        mineral
                    Amaranthus viridis
   MILHO                Guanxuma
                      Sida rhombifolia
                      Corda-de-viola
                 Ipomoea aristolochiaefolia
                    Carrapicho-rasteiro
                 Acanthospermum australe
                        Beldroega
                    Portulaca oleracea
                       Malva-branca
                       Sida cordifolia

              Época e intervalo de aplicação:
              Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-
              colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a
              8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma
              única aplicação por ciclo da cultura.

                    Capim-marmelada
                  Brachiaria plantaginea

                     Capim-colchão
                   Digitaria horizontalis
                        Picão-preto
                       Bidens pilosa
                                                 2,0 + 0,25 % v/v
                                                                                     Terrestre:
                        Guanxuma                de óleo vegetal ou       400                            1
                                                                                       350
                      Sida rhombifolia                mineral
NECTARINA /
 PÊSSEGO                Caruru
                    Amaranthus viridis

                       Picão-branco
                    Galinsoga parviflora

              Época e intervalo de aplicação:
              Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura.
              Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas daninhas
              estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho.
              Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.



____________________________________________________________________________________________
              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                    GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
                                                      Dose              Dose        Volume de      Nº máximo de
  Cultura          Plantas Infestantes
                                                    (L p.c/ha)        (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações
                      Picão-branco
                   Galinsoga parviflora
                   Erva-de-passarinho
                     Stellaria media             1,5 + 0,25 % v/v
                                                de óleo vegetal ou       300
                      Erva-de-bicho                   mineral                        Terrestre:
                  Polygonum persicaria                                                                  1
                                                                                       350
                       Serralha
 REPOLHO           Sonchus oleraceus
                                                 2,0 + 0,25 % v/v
                        Mentruz
                                                de óleo vegetal ou       400
                   Coronopus didymus
                                                      mineral
             Época e intervalo de aplicação:
             Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido,
             sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos).
             Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
                    Capim-marmelada
                  Brachiaria plantaginea
                     Capim-colchão
                   Digitaria sanguinalis
                   Amendoim-bravo
                 Euphorbia heterophylla
                        Nabo
                 Raphanus raphanistrum
                                                 2,5 + 0,25 % v/v
                       Picão-preto
                                                de óleo vegetal ou       500
                      Bidens pilosa
                                                      mineral
                         Poaia
                  Richardia brasiliensis
                       Caruru
                   Amaranthus viridis
                       Beldroega                                                     Terrestre:
                                                                                                        1
                   Portulaca oleracea                                                  350
                    Trapoeraba
                Commelina benghalensis
   SOJA                    Trigo
                    Triticum aestivum
                         Aveia
                      Avena sativa
                        Cevada
                    Hordeum vulgare              3,0 + 0,25 % v/v
                                                de óleo vegetal ou       600
                         Azevém                       mineral
                    Lolium multiflorum
                        Centeio
                     Secale cereale
                          Triticale
                     Triticum secale
             Época e intervalo de aplicação:
             - Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência
             das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar
             o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo,
             nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com
             até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a
             4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
             Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.


____________________________________________________________________________________________
             Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                              CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                     GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
                                                       Dose              Dose        Volume de      Nº máximo de
   Cultura          Plantas Infestantes
                                                     (L p.c/ha)        (g i.a./ha)   calda (L/ha)    aplicações
                     Capim-carrapicho
                    Cenchrus echinatus
                    Capim-pé-de-galinha
                      Eleusine indica
                      Capim-colchão
                    Digitaria sanguinalis
                          Arroz
                       Oryza sativa
                                                  2,0 + 0,25 % v/v
                        Picão-preto                                                   Terrestre:
                                                 de óleo vegetal ou       400                            1
                       Bidens pilosa                                                    350
                                                       mineral
                        Guanxuma
                       Sida cordifolia
   TRIGO               Erva-quente
                     Spermacoce alata
                           Soja
                        Glycine max
                          Caruru
                     Amaranthus viridis
             Época e intervalo de aplicação:
             Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A
             cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4
             folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha
             quando as plantas daninhas estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o
             capim-amargoso, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até
             o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da
             cultura.
                     Capim-marmelada
                  Brachiaria plantaginea
                       Picão-branco                   2,0 + 0,7
                    Galinsoga parviflora            (0,25 % v/v)                      Terrestre:
                                                                          400                            1
                         Caruru                  de óleo vegetal ou                     350
                     Amaranthus viridis                mineral
    UVA
                       Picão-preto
                      Bidens pilosa
             Época e intervalo de aplicação:
             Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-
             branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se
             uma única aplicação por ciclo da cultura.




Preparo de Calda:

Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão
(terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do GLUFOSINATE 200 SL YNG
deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose
recomendada do GLUFOSINATE 200 SL YNG, acrescentar óleo vegetal ou mineral na
proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do
pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo
o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.

____________________________________________________________________________________________
              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                 GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação,
pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente
antes de reiniciar a aplicação.

Equipamento de Aplicação:

Aplicação Terrestre:
• Equipamentos Costais (manuais ou motorizados):
  Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano),
  calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa
  e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem
  deriva por movimentos não planejados pelo operador.
  Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura,
  utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-
  las da ação herbicida do produto.

• Pulverizadores de Barra:
  Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização
  hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo
  recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com
  relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de
  desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
  O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias
  a grossas.

• Jato Dirigido:
  Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo
  leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento
  entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das
  plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com
  relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de
  forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.

Aplicação Aérea:
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de
acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser
considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão
(PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade
mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas
que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de
voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de
acordo com a aeronave utilizada).
• Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme
   com tamanhos de gotas de média a grossa;
• Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
____________________________________________________________________________________________
              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                   GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
• Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
• Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do
  comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do
  comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.




 Volume de         Tamanho de           Cobertura           Altura de           Faixa de            Distribuição
   calda              gotas              mínima                voo              aplicação           das pontas
                     Média -
 30 - 40 L/ha                         40 gotas/cm²              3m              15 - 18 m              65%
                     Grossa

Condições climáticas para pulverização:

Temperatura        Umidade do ar Velocidade do vento
Entre 10 e 30°C     maior que 55%          entre 3 e 10km/h



Recomendações gerais para evitar deriva:
• Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas,
  leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
• Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
• O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao
  equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a
  pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e
  ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
• O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva
  é responsabilidade do aplicador.

Diâmetro das gotas:
• A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas
   possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
• A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado,
   condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser
   considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da
   planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não
   previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.

Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
• Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível
   considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
• Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro
   de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores
   volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.


____________________________________________________________________________________________
                Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                                 CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                 GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
• Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a
  maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso
  de pontas de baixa deriva.
• O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de
  desgaste e vazamentos.

Ventos:
• A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e
  não ultrapassar 10 km/h.

Temperatura e Umidade:
• Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade
  relativa do ar for superior à 55%.
• Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a
  fim de evitar a evaporação.

Inversão térmica
• O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o
   movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que
   permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas
   pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas
   nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e
   frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela
   neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser
   identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de
   uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma
   inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento
   ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

                      Culturas                           Dias
                       Alface                              7
                      Algodão                             28
                   Algodão OGM                           116
                       Banana                             10
                       Batata                             10
                         Café                             20
                        Citros                            40
                      Eucalipto                         UNA (1)
                        Feijão                             5
                  Dessecação feijão                        5
                        Maçã                               7
                        Milho                           ND (2)
                     Nectarina                             7

____________________________________________________________________________________________
              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                    GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
                           Pêssego                           7
                           Repolho                           7
                             Soja                           ND (2)
                            Trigo                           ND (2)
                             Uva                             7
         (1)
               Uso não alimentar
         (2)
               Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
GLUFOSINATE 200 SL YNG é um herbicida de ação total, não seletivo, devendo ser utilizado
somente nas culturas para as quais está registrado, observando atentamente as instruções de
uso do produto. Chuvas ou irrigação por aspersão no período de 6 horas após a aplicação do
produto pode reduzir seu efeito herbicida.




Algodão OGM:
• O produto não promove efeitos negativos quando utilizado dentro das instruções de uso.
• A recomendação de uso do produto é restrita em algodoeiro geneticamente modificado
    expressando a proteína PAT, não sendo recomendado o uso do produto nesta modalidade
    sobre cultivar convencional.
• O produto não deve ser aplicado em plantas daninhas ou culturas que estejam sob estresse,
    ou quando o solo apresentar-se com deficiência hídrica. Os melhores resultados são
    obtidos quando as plantas daninhas se apresentam em condições favoráveis de
    desenvolvimento.
• Evitar aplicações quando as plantas daninhas estiverem excessivamente molhadas.
• Para o bom funcionamento do produto deve ser observado um período de 6 horas sem
    ocorrência de chuvas.

Restrições gerais:
• Evitar deriva de pulverização e de resíduos do produto sobre lavouras vizinhas,
• GLUFOSINATE 200 SL YNG pode causar fitotoxicidade às culturas ou vegetações próximas às
   áreas nas quais está sendo aplicado caso a aplicação ou a deriva de aplicação atinja a sua
   folhagem;
• Só realizar aplicação aérea quando o potencial de deriva for mínimo a áreas sensíveis
   adjacentes, como por exemplo, áreas residenciais, corpos de água, habitats conhecidos para
   espécies ameaçadas ou em perigo de extinção, as culturas não-alvo;
• Todos os equipamentos de aplicação aérea e terrestre devem ser devidamente calibrados e
   verificados antes de serem utilizados para a aplicação;


____________________________________________________________________________________________
                 Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                                  CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                 GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
•   Não aplique em circunstâncias que a deriva possa atingir alimentos, forragem ou outras
    plantações que possam ser danificadas e/ou tomadas impróprias para venda, uso e
    consumo;
•   Restos ou “tigüera” de plantas de Algodão OGM não serão controlados por este herbicida,
    da mesma forma que não serão controladas por herbicidas seletivos convencionais.
•   Sendo um produto de contato, é importante uma cobertura uniforme das folhas das plantas
    daninhas pela calda de pulverização;
•   O controle de plantas daninhas pode ser reduzido se a aplicação for realizada em períodos
    de baixa insolação (nevoeiro ou neblina); ou quando as ervas daninhas estão sob estresse
    devido às condições ambientais como a seca, temperaturas frias ou longos períodos de
    nebulosidade;
•   Os melhores resultados são obtidos quando as plantas daninhas se apresentam nos estádios
    iniciais e em condições favoráveis de desenvolvimento.
•   Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto
    podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros
    países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique
    estas informações previamente à utilização deste produto.
•   Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso
    contidas nesta bula.
•   É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações,
    sendo ele o único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este
    produto. Caso tenha alguma dúvida, consulte seu exportador, importador ou a Yonon Brasil
    Defensivos Agrícolas Ltda. antes de aplicar este produto.
•   É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de
    campo), especialmente para culturas de exportação.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (classe PFF2); viseira facial; touca árabe
e luvas de nitrila

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.


____________________________________________________________________________________________
              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                 GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
 • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H (homoalanina
     substituída) para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
 • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
 • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
 • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
     estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de
     herbicidas.
 • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
     consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
     (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas
     aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA:
     www.agricultura.gov.br).

           GRUPO                                   H                                HERBICIDA

O produto herbicida GLUFOSINATE 200 SL YNG é composto por Glufosinato de amônio, que
apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da GS (Glutamina sintetase), pertencente ao Grupo
H, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Não aplicável, trata-se de um HERBICIDA.


        MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

                 ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
           USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
− Produto para uso exclusivamente agrícola
− O manuseio deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
− Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.

____________________________________________________________________________________________
              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                 GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
−   Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
    pessoas.
−   Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
    recomendados.
−   Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
    válvulas com a boca.
−   Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
    vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
−   Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
    pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
    profissional habilitado.
−   Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
    primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
−   Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
    trancado, longe do alcance de crianças e animais.
−   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
    seguinte ordem: macacão, botas de borracha, avental, máscara, óculos; touca árabe e luvas
    de nitrila.
−   Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
    relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
   mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
   das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (classe
   PFF2); viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila.
− Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
   Individual (EPI) recomendados.
− Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
   manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
   coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
   (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em
   que estiver sendo aplicado o produto.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
   respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras
   pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
   mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima

____________________________________________________________________________________________
              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                 GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
    das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (classe
    PFF2); viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila.
−   Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
    aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
   os avisos até o final do período de reentrada;
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
   com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de
   Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após
   a aplicação;
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
   (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita);
− Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
   vestidas para evitar contaminação;
− Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
   local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
− Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
− Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
   da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
− Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
   aplicação;
− Não reutilizar a embalagem vazia;
− No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI):macacão com
   tratamento hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
   seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
− A manutenção e a limpeza dos EPIs devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
   protegida.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela
   aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.


                                                           - Pode ser nocivo se ingerido
                                                           - Pode ser nocivo em contato com a pele
                                   ATENÇÃO
                                                           - Nocivo se inalado
                                                           - Provoca irritação ocular grave




____________________________________________________________________________________________
              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite
a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: PRODUTO IRRITANTE AOS OLHOS. Em caso de contato, lave com muita água corrente
por pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e
sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.



                                     INFORMAÇÕES MÉDICAS


 Grupo químico      Homoalanina substituída.
  Classificação
                    Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
  toxicológica
     Vias de
                    Oral, inalatória, ocular e dérmica
   exposição
                    Glufosinato de amônio é rapidamente absorvido pela via oral em ratos, mas
                    aproximadamente 10% da dose administrada foi absorvida. Um padrão de
                    absorção similar foi observado em cães. A excreção é rápida (> 95% em até
                    horas), principalmente pelas fezes, sendo que a maior parte da
 Toxicocinética     radioatividade encontrada nas excretas foi identificada como o composto
                    parental inalterado. Não foi observada bioacumulação. Amplamente
                    distribuído, com baixas concentrações de resíduos nos órgãos e tecidos
                    (0,1-1,3% da dose administrada). Não foram observadas diferenças
                    significativas entre os sexos.
                    Estudos toxicológicos mostraram que o glufosinato de amônio inibe a
                    glutamina sintetase em mamiferos. A inibição da glutamina sintetase no
                    fígado, rim e cérebro de mamíferos não interfere com a função normal de
                    qualquer um desses órgãos e não induz qualquer atividade fisiológica ou
Toxicodinâmica
                    consequências adversas histopatológicas em qualquer um desses órgãos.
                    Efeitos neurocomportamentais relacionados à estimulação do sistema
                    nervoso central foram observados apenas em níveis muito altos doses e
                    foram reversíveis.
                    1. Gastrointestinal-naúseas, vômito, dor abdominal e diarréia podem
                    acontecer logo após ingestão (dentro de 2 horas). Erosões gástricas
Sintomas e sinais
                    também podem acontecer.
     clínicos
                    2. Sinais vitais - diminuição da respiração, queda da pressão sanguínea e
                    febre são sintomas comuns de envenenamento por glufosinato. Dificuldade

____________________________________________________________________________________________
             Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                              CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
                    respiratória pode desenvolver de 8 a 24 horas após ingestão.
                    3. Sintomas neurológicos – inclusive perfurações de consistência, ataques
                    aopléticos e dificuldades respiratórias podem desenvolver 8 a 24 horas
                    após o envenenamento. Perda de memória de curto prazo geralmente
                    pode acontecer.
                    4. Hepático – elevação de enzimas hepáticas no soro é um efeito comum
                    de envenenamento.
                    5. Acidose metabólica foi informada em pacientes que desenvolveram
                    hipotensão após ingestão de glufosinato de amônio.
                    6. Outros sintomas clínicos incluem alterações no movimento ocular,
                    edema geral leucocitose, enzimas hepáticas elevadas, erosão de mebranas
                    mucosas gástricas, e aminésia parcial.
                    7. Hematológico – leucocitose é um efeito comum de envenenamento,
                    geralmente acontece no primeiro dia podendo durar até 5 dias ou mais.
                    O diagnóstico deve ser feito baseado no exame clínico e nas informações
                    disponíveis.
                    Monitoramento laboratorial: Oximetria de pulso ou controle de gases do
                    sangue arterial e radiografia do tórax em pacientes com sintomas
  Diagnóstico
                    respiratórios, hipotensão e depressão do SNC. Estes devem ser
                    monitorados durante pelo menos 24 horas.
                    Monitorar testes de função hepática em pacientes com exposição
                    significante.
                    As     medidas     abaixo    relacionadas   devem        ser   implementadas
                    concomitantemente ao tratamento medicamento e a descontaminação.
                    Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais
                    1. Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa
                        da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria
                        abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado.
                    2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro
                        fisiológico ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato
                        com a pele e mucosas.
                    3. Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora),
                        proceder á lavagem gástrica. Atentar para o nível de consciência e
  Tratamento            proteger vias aéreas do risco de aspiração. Admistrar carvão ativado na
                        proporção de 50-100 g em adultos e 25-50g em crianças de 1-12 anos,
                        e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g
                        de carvão ativado para 240 mL de água.
                    4. Em caso de ingestão, observe o paciente cuidadosamente para o
                        possível desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrointestinal e
                        do esôfago, caso positivo, a endoscopia poderá ser indicada para avaliar
                        a extensão da lesão.
                    5. Monitorar sinais vitais frequentemente.
                    6. Monitor para hipotensão, disritmias, depressão respiratória e
                        necessidade de intubação endotraqueal.
                    7. Avalie para hipoglicemia, alteração de eletrólitos e hipoxia.

____________________________________________________________________________________________
             Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                              CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                 GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
                 8. Monitore fluídos e eletrólitos.
                 9. Em caso de convulsão administre benzodiazepínico I.V.; DIAZEPAM
                     (ADULTO: 5 A 10 mg, repita a cada 10 a 15 min conforme necessário.
                     CRIANÇA: 0,2 a 0,5 mg/kg, repita a cada 5 min conforme necessário) ou
                     LORAZEPAM (ADULTO: 2 a 4 mg; CRIANÇAS: 0,05 a 0,1 mg/kg)
                 10. Considere fenobarbital ou propofol se as convulsões ocorrerem
                     periodicamente após administração de 30 mg de diazepam (em
                     adultos) ou 10 mg (em crianças maiores de 5 anos)
                 11. Em caso de hipotensão, infunda 10 a 20 mL/kg fluído isotônico. Se a
                     hipotensão persistir, administre dopamina (5 a 20 mcg/kg/min; em
                     CRIANÇAS comece infusão a 0,1 mcg/kg/min e em ADULTOS comece
                     infusão a 0,5 a 1 mcg/min). Trate acidose severa com bicarbonato de
                     sódio de IV.
                 A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
Contraindicações
                 pneumonite química.
  Efeitos das
   interações    Não são conhecidos.
    químicas
                   Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
                                                      obter
                      informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede
                                                   Nacional de
                  Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
   ATENÇÃO       As intoxicações por agrotóxicos estão incluídas entre as Doenças e Agravos
                                                       de
                                            Notificação Compulsória.
                 Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS)
                           Notifique ao Sistema de Notificação da Vigilância Sanitária
                            Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 11 49

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide quadro anterior, item Toxicocinétca e Toxicodinâmica.

Efeitos Agudos:
DL50 oral aguda: > 2000 mg/Kg.
DL50 dermal aguda: > 2000 mg/Kg.
CL50 inalatória: Não determinada nas condições do teste
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: A substância teste aplicada nos olhos dos coelhos
produziu opacidade da córnea em 2/3 dos olhos testados; irite, hiperemia na conjuntiva,
secreção e quemose em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao
normal na leitura em 7 dias após o tratamento para 3/3 dos olhos testados. O corante de
fluoresceína sódica detectou alterações na superfície da córnea relacionadas ao tratamento em
2/3 dos olhos testados.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: A substância teste aplicada na pele de coelhos
produziu eritema grau 1, nas leituras em 1 e 24 horas na pele de 2/3 dos animais testados e nas

____________________________________________________________________________________________
              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                  GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
leituras em 1, 24 e 48 horas na pele de 1/3 dos animais testados. Todos os sinais de irritação
retornaram ao normal na leitura em 48 horas após o tratamento para 2/3 dos animais e na
leitura em 72 horas para 1/3 dos animais.
Sensibilização dérmica em cobaias: o produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.

Efeitos Crônicos:
Nenhum efeito teratogênico foi encontrado em ratos ou coelhos. Foram observados sinais de
embriotoxicidade e redução de tamanho da ninhada em ratos e camundongos.
Estudo durante a gravidez em ratos revelou toxicidade materna nos grupos alimentados com as
doses de 50 e 250 mg/kg/dia, com sinais clínicos de aumento nas adrenais, diminuição no peso
do baço e hemorragias vaginais (Ebertr et al, 1990).
Filhotes de coelha alimentados com 20 mg/kgf/dia demonstram sinais de intoxicação clínica
com redução no consumo da dieta e ganho de peso corpóreo, parto prematuro e abortos
também foram evidenciados (Ebert et al, 1990).

    INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
    MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS
                         RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS


                    DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
( X ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

−    Este produto e ALTAMENTE MOVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
     podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
−    Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
     (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
     público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
     agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
−    Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as
     atividades aeroagrícolas.
−    Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
−    Não utilize equipamentos com vazamento.
−    Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
−    Aplique somente as doses recomendadas.
−    Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
     d’água. Evite a contaminação da água.

____________________________________________________________________________________________
               Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                                CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                 GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
−   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
    solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
− Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
− O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
    rações ou outros materiais.
− A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
− O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
− Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
− Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
− Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas
    ou para o recolhimento de produtos vazados.
− Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
    Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
− Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
− Isole e sinalize a área contaminada.
− Contate as autoridades locais competentes e a Empresa YONON BRASIL DEFENSIVOS
    AGRICOLAS LTDA
− Telefone da empresa: (11) 3032-2090.
− Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
    borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
− Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
    bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir:
    Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
    auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
    derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone
    indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
    Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
    esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
    empresa registrante conforme indicado.
    Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
    contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
    medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
    corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
− Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico,
    ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
   DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
   UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


____________________________________________________________________________________________
              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                 GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
− Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
    na posição vertical durante 30 segundos;
− Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume.
− Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos.
− Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador.
− Faça esta operação três vezes.
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamento de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
− Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador.
− Acione o mecanismo para liberar o jato d’água.
− Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
− A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador.
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
− Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
   invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
− Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
   pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
   segundos;
− Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
   armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
   embalagens não lavadas.
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
   em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
   onde guardadas as embalagens cheias.




____________________________________________________________________________________________
              Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                               CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
   com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
   indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
   seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
   término do prazo de validade.
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
   mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
 − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
   medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
   efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
   próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
− Use luvas no manuseio dessa embalagem.
− Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
   existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
   com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
   indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
   seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o
   término do prazo de validade.
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
   mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
 − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
   medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

____________________________________________________________________________________________
             Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                              CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                                                                GLUFOSINATE 200 SL YNG




_____________________________________________________________________________________________
−   O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
    efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
    próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
   adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
   comercial

TRANSPORTE
 − As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
   medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
− A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode
   ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos
   órgãos competentes.
− É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
   OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
− EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
   EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
− A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
   causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
   pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
− Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
   registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
− A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
   operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
   ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
 − O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
    específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de
    pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




____________________________________________________________________________________________
             Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
                              CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
                                

Compartilhar