Glufosinate 200 SL YNG
Yonon Brasil Defensivos Agricolas Ltda
Herbicida
Glufosinato - sal de amônio (homoalanina substituída) (200 g/L)
Informações
Número de Registro
05023
Marca Comercial
Glufosinate 200 SL YNG
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
Glufosinato - sal de amônio (homoalanina substituída) (200 g/L)
Titular de Registro
Yonon Brasil Defensivos Agricolas Ltda
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico de Contato
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Alface
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Alface
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Alface
Polygonum aviculare
erva-de-bicho (6)
Alface
Soliva anthemifolia
cuspe-de-caipira; cuspe-de-tropeiro (2); roseta (2)
Alface
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Alface
Stellaria media
centochio; erva-de-passarinho (2); esparguta (2)
Algodão
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Algodão
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Algodão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Chenopodium album
ançarinha-branca; erva-de-são-joão (2); erva-formigueira-branca
Algodão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Algodão
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Algodão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Algodão
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Algodão OGM
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Algodão OGM
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Algodão OGM
Borrieria latifolia
Erva-quente
Algodão OGM
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão OGM
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Algodão OGM
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Algodão OGM
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Banana
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Banana
Crepis japonica
barba-de-falcão; crepis
Banana
Cuphea carthagenensis
guanxuma-vermelha; sete-sangrias
Banana
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Banana
Dioscorea batatas
cará; cará-do-pará; erva-cará
Banana
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Banana
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Banana
Paspalum conspersum
capim-de-mula; capim-do-brejo; capim-guaçu
Banana
Phyllanthus tenellus
arrebenta-pedra (1); erva-pombinha (1); quebra-pedra (1)
Batata
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Batata
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Batata
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Batata
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Batata
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Batata
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Batata
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Batata
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Batata
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Café
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Café
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Café
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Café
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Café
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Café
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Citros
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Citros
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Citros
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Citros
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Citros
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Citros
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Citros
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Citros
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Talinum paniculatum
bunda-mole; bênção-de-deus; lígua-de-vaca
Eucalipto
Acacia plumosa
acacia-de-espinho; arranha-gato (2); unha-de-gato (1)
Eucalipto
Bauhinia variegata
unha-de-vaca (3)
Eucalipto
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Eucalipto
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Eucalipto
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Eucalipto
Lantana camara
camará; cambará (1); cambará-branco (2)
Eucalipto
Melinis minutiflora
capim-catingueiro; capim-gordo; capim-gordura
Eucalipto
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Eucalipto
Pteridium aquilinum
pluma-grande; samambaia; samambaia-das-taperas
Eucalipto
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Eucalipto
Solanum paniculatum
gerobeba; jupeba; jurubeba (2)
Eucalipto
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Eucalipto
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Eucalipto
Spermacoce verticillata
poaia-botão; poaia-preta; poaia-rosário
Eucalipto
Stachytarpheta cayennensis
gervão (2); gervão-azul; gervão-de-folha-verônica
Feijão
Maçã
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Maçã
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Maçã
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Maçã
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Maçã
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Maçã
Oxalis oxyptera
azedinha (4); trevo (2)
Maçã
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Maçã
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Maçã
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Maçã
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Maçã
Rumex obtusifolius
labaça; língua-de-vaca (2)
Maçã
Senecio brasiliensis
flor-das-almas; flor-de-finados; maria-mole (2)
Maçã
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Maçã
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Milho
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Milho
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Milho
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Nectarina
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Nectarina
Bidens alba
picão (2); picão-preto (2); picão-preto-branco
Nectarina
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Nectarina
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Nectarina
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Nectarina
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pessego
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Pessego
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Pessego
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Pessego
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Pessego
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Pessego
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Repolho
Coronopus didymus
mastruz (2); mastruço (3); mentrusto (2)
Repolho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Repolho
Polygonum persicaria
cataia; erva-de-bicho (4); persicaria-de-pé-vermelho
Repolho
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Repolho
Stellaria media
centochio; erva-de-passarinho (2); esparguta (2)
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Avena sativa
aveia
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Hordeum vulgare
cevada
Soja
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Soja
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Soja
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Secale Cereale
Centeio
Soja
Triticum aestivum
trigo
Soja
Triticum secale
Triticale
Trigo
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Trigo
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Trigo
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Trigo
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Trigo
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Trigo
Glycine max
soja
Trigo
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Trigo
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Trigo
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Uva
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Uva
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Uva
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Uva
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Conteúdo da Bula
GLUFOSINATE 200 SL YNG
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GLUFOSINATE 200 SL YNG
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 05023
COMPOSIÇÃO:
Ammonium 4-[hydroxy(methyl)phosphinoyl]-DL-homoalaninate ou ammonium DLhomoalanin-
4-yl(methyl)phosphinate (GLUFOSINATO-SAL DE AMÔNIO)..................................200 g/L (20,0% m/v)
Outros ingredientes.............................................................................................................. 898 g/L (89,8% m/v)
GRUPO H HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida não seletivo de ação total.
GRUPO QUÍMICO: Homoalanina substituída
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Yonon Brasil Defensivos Agrícolas Ltda. - Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar,
Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP - CEP: 01443-010 – Tel.: (11) 3032-2090 – CNPJ:
47.172.452/0001-14 - Registro CDA/SP nº 4382.
(*)IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO)
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
GLUFOSINATE-AMMONIUM TÉCNICO GT – Registro MAPA nº 11815:
Yongnong Biosciences Co. Ltd. – Nº 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and
Technology Development Zone, 312369, Shangyu, Zhejiang – China. Ningxia Yongnong
Biosciences Co., Ltd. – The South of Guangfu Road, and the North of Taizhongyin Railway, Ningdong
Base Chemical New Material Zone, Yinchuan City, Ningxia Hui Autonomous Region, China.
FORMULADOR:
Yongnong Biosciences Co. Ltd. - Nº 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and
Technology Development Zone, 312369, Shangyu, Zhejiang – China.
N° do Lote ou da partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM
SEU PODER.
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Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
GLUFOSINATE 200 SL YNG
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É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA:
CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
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Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
GLUFOSINATE 200 SL YNG
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO: O GLUFOSINATE 200 SL YNG controla eficientemente, em pós-
emergência de jato dirigido, plantas daninhas nas culturas de: alface, algodão, banana, batata,
citros, café, eucalipto, maçã, milho, nectarina, pêssego, repolho, soja, trigo e uva; na dessecação
de feijão. No sistema de plantio direto em soja e em aplicações de pós-emergência do
algodoeiro OGM:
Dose Dose Volume de Nº máximo de
Cultura Plantas Infestantes
(L p.c/ha) (g i.a./ha) calda (L/ha) aplicações
Caruru-de-mancha
Amaranthus viridis
Picão-branco
Galinsoga parviflora
1,5 + 0,25 %
Erva-de-bicho
de óleo vegetal ou 300
Polygonum aviculare
mineral Terrestre:
Serralha 1
350
Sonchus oleraceus
ALFACE Erva-de-passarinho
Stellaria media
2,0 + 0,25 %
Soliva
de óleo vegetal ou 400
Soliva anthemifolia
mineral
Época e intervalo de aplicação:
Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface
com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4
folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Capim-pé-de-galinha
Eleusine indica
Capim-colchão
Digitaria sanguinalis
Capim-marmelada
Brachiaria plantaginea
Capim-massambará
Sorghum halepense
Carrapicho-de-carneiro
Acanthospermum hispidum
2,0 + 0,25 %
Trapoeraba Terrestre:
de óleo vegetal ou 400 1
Commelina benghalensis 350
mineral
Caruru
Amaranthus viridis
ALGODÃO Amendoim-bravo
Euphorbia heterophylla
Caruru-rasteiro
Amaranthus deflexus
Picão-preto
Bidens pilosa
Fedegoso
Chenopodium album
Época e intervalo de aplicação:
Para controle das plantas daninhas, aplicar em jato dirigido na entrelinha da cultura, quando esta
estiver com 40 cm de altura. Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada e
capim-massambará, realizar a aplicação no início do perfilhamento. Para carra-picho-de-
carneiro, trapoeraba, caruru, amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegoso,
realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4 folhas. Recomenda-se uma
única aplicação por ciclo da cultura.
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Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
GLUFOSINATE 200 SL YNG
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Dose Dose Volume de Nº máximo de
Cultura Plantas Infestantes
(L p.c/ha) (g i.a./ha) calda (L/ha) aplicações
Capim-marmelada
Brachiaria plantaginea
Capim-carrapicho
Cenchrus echinatus 2,0 a 2,5 + 0,25 %
Corda-de-viola v/v
400 a 500 2
Ipomoea grandifolia de óleo vegetal ou
Carrapicho-de-carneiro mineral
Acanthospermum hispidum
Apaga-fogo
Alternanthera tenella
Terrestre:
Capim-marmelada
200 - 300
ALGODÃO Brachiaria plantaginea
OGM Capim-carrapicho
Aérea:
(Organismo Cenchrus echinatus
30 - 40
Geneticamente Corda-de-viola
Modificado Ipomoea grandifolia 3,0 a 3,5 + 0,25 %
OGM**) Carrapicho-de-carneiro v/v
600 a 700 1
resistente ao Acanthospermum hispidum de óleo vegetal ou
Glufosinato de Apaga-fogo mineral
amônio (pós Alternanthera tenella
emergência) Erva-quente
Borrieria latifolia
Beldroega
Portulaca oleracea
Época e intervalo de aplicação:
Aplicar o produto, em pós-emergência da cultura, com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou
mineral na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas. Recomenda-
se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 2,5 L p.c./ha.
Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se sempre o
estádio de desenvolvimento das plantas daninhas.
Capim-colchão
Digitaria horizontalis
Capim-guaçu
Paspalum conspersum
Capim-pé-de-galinha
Eleusine indica
Quebra-pedra
Phyllanthus tenellus
2,0 + 0,25 % v/v de
Crepis Terrestre:
óleo vegetal ou 400 1
Crepis japonica 500
mineral
Macela-branca
Gnaphalium spicatum
BANANA
Mentrasto
Ageratum conyzoides
Sete-sangrias
Cuphea carthagenensis
Erva-cará
Dioscorea batatas
Época e intervalo de aplicação:
Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas de folha larga estiverem
com 2 a 6 folhas, e as de folha estreita com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por
ciclo da cultura.
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Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
GLUFOSINATE 200 SL YNG
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Dose Dose Volume de Nº máximo de
Cultura Plantas Infestantes
(L p.c/ha) (g i.a./ha) calda (L/ha) aplicações
Caruru
Amaranthus viridis
Picão-preto
Bidens pilosa
Guanxuma
Sida rhombifolia
Beldroega
Portulaca oleracea
2,0 + 0,25 %
Nabo Terrestre:
de óleo vegetal ou 400 1
Raphanus raphanistrum 350
mineral
BATATA Carrapicho-rasteiro
Acanthospermum australe
Erva-quente
Spermacoce alata
Capim-colchão
Digitaria sanguinalis
Capim-carrapicho
Cenchrus echinatus
Época e intervalo de aplicação:
Realizar a aplicação na fase de “crackingtiming” (compreende a fase de rachamento do solo, antes
da emergência da cultura), realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem com até 4
folhas e as gramíneas com até 1 perfilho.
Trapoeraba
Commelina benghalensis
Picão-preto
Bidens pilosa
Buva
Conyza bonariensis
2,0 + 0,25 %
Macela-branca Terrestre:
de óleo vegetal ou 400
Gnaphalium spicatum 350
mineral
Mentrasto
Ageratum conyzoides
Caruru
1
Amaranthus viridis
Beldroega
Portulaca oleracea
CAFÉ Guanxuma
3,0 + 0,4 % v/v
Sida rhombifolia Terrestre:
de óleo vegetal ou 600
Capim-carrapicho mineral 500
Cenchrus echinatus
Capim-marmelada
2,5 + 0,4 % v/v
Brachiaria plantaginea Terrestre:
de óleo vegetal ou 500
Capim-colchão mineral 450
Digitaria horizontalis
Época e intervalo de aplicação:
Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril.
Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega e guanxuma,
aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Em capim-marmelada e capim-colchão, até a fase
de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
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Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
GLUFOSINATE 200 SL YNG
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Dose Dose Volume de Nº máximo de
Cultura Plantas Infestantes
(L p.c/ha) (g i.a./ha) calda (L/ha) aplicações
Capim-marmelada
Brachiaria plantaginea
Capim-colchão
Digitaria horizontalis e Digitaria
sanguinalis
Capim-amargoso
Digitaria insularis
Capim-carrapicho
Cenchrus echinatus
Capim-pé-de-galinha
Eleusine indica
Guanxuma
Sida rhombifolia
2,0 + 0,25 % v/v
Terrestre:
Carrapicho-de-carneiro de óleo vegetal ou 400 1
350
Acanthospermum hispidum mineral
CITROS
Picão-preto
Bidens pilosa
Amendoim-bravo
Euphorbia heterophylla
Trapoeraba
Commelina benghalensis
Maria-gorda
Talinum paniculatum
Falsa-serralha
Emilia sonchifolia
Malva-branca
Sida cordifolia
Época e intervalo de aplicação:
Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas,
quando estas estiverem em vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle das daninhas
de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até 8 folhas.
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GLUFOSINATE 200 SL YNG
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Dose Dose Volume de Nº máximo de
Cultura Plantas Infestantes
(L p.c/ha) (g i.a./ha) calda (L/ha) aplicações
Arranha-gato
Acacia plumosa
Buva
Conyza bonariensis
Cambará
Lantana câmara
Capim-gordura
Melinis minutiflora
Capim-colonião
Panicum maximum
Erva-quente
Spermacoce alata
Falsa-serralha
Emilia sonchifolia
4,0 + 0,2 % v/v
Gervão Terrestre:
de óleo vegetal ou 800 1
Stachytarpheta cayennensis 350
mineral
EUCALIPTO
Guanxuma
Sida rhombifolia
Jurubeba
Solanum paniculatum
Serralha
Sonchus oleraceus
Trapoeraba
Commelina benghalensis
Unha-de-vaca
Bauhinia variegata
Vassourinha-botão
Spermacoce verticillata
Samambaia
Pteridium aquilinum
Época e intervalo de aplicação: Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-
emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem em vegetação plena. As aplicações devem
ser feitas quando as plantas daninhas se apresentarem em plena atividade de crescimento
vegetativo e nas condições recomendadas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
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GLUFOSINATE 200 SL YNG
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Dose Dose Volume de Nº máximo de
Cultura Plantas Infestantes
(L p.c/ha) (g i.a./ha) calda (L/ha) aplicações
1,8 + 0,25 % v/v
Uso para dessecação para
de óleo vegetal ou 360
feijão de consumo Terrestre:
mineral
350
1
2,0 + 0,25 % v/v Aérea:
Uso para dessecação para 30 - 40
de óleo vegetal ou 400
feijão para sementes
mineral
FEIJÃO
Época e intervalo de aplicação:
- Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha, quando a cultura
apresentar aproximadamente 50 % das vagens secas.
- Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a cultura
apresentar 70 % das vagens secas.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Capim-marmelada
Brachiaria plantaginea
Capim-colchão
Digitaria horizontalis
Azevém
Lolium multiflorum
Língua-de-vaca
Rumex obtusifolius
Picão-preto
Bidens pilosa
Nabo
Raphanus raphanistrum
Serralha 2,0 + 0,25 % v/v
Sonchus oleraceus Terrestre:
de óleo vegetal ou 400 1
350
mineral
Losna-branca
Parthenium hysterophorus
MAÇÃ
Beldroega
Portulaca oleracea
Picão-branco
Galinsoga parviflora
Maria-mole
Senecio brasiliensis
Guanxuma
Sida rhombifolia
Poaia
Richardia brasiliensis
Trevo
Oxalis oxyptera
Época e intervalo de aplicação:
Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la.
Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-
branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim-
colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por
ciclo da cultura.
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GLUFOSINATE 200 SL YNG
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Dose Dose Volume de Nº máximo de
Cultura Plantas Infestantes
(L p.c/ha) (g i.a./ha) calda (L/ha) aplicações
Capim-colchão
Digitaria sanguinalis
Capim-marmelada
Brachiaria plantaginea
Picão-preto
Bidens pilosa
Amendoim-bravo
Euphorbia heterophylla
Trapoeraba
Commelina benghalensis
Carrapicho-de-carneiro 1,5 a 2,0 + 0,25 %
Acanthospermum hispidum v/v Terrestre:
300 a 400 1
de óleo vegetal ou 350
Caruru mineral
Amaranthus viridis
MILHO Guanxuma
Sida rhombifolia
Corda-de-viola
Ipomoea aristolochiaefolia
Carrapicho-rasteiro
Acanthospermum australe
Beldroega
Portulaca oleracea
Malva-branca
Sida cordifolia
Época e intervalo de aplicação:
Aplicar em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. Aplicar no início do perfilhamento do capim-
colchão e capim-marmelada. Para as demais daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a
8 folhas. Utilizar a maior dose quando houver maior incidência de gramíneas. Recomenda-se uma
única aplicação por ciclo da cultura.
Capim-marmelada
Brachiaria plantaginea
Capim-colchão
Digitaria horizontalis
Picão-preto
Bidens pilosa
2,0 + 0,25 % v/v
Terrestre:
Guanxuma de óleo vegetal ou 400 1
350
Sida rhombifolia mineral
NECTARINA /
PÊSSEGO Caruru
Amaranthus viridis
Picão-branco
Galinsoga parviflora
Época e intervalo de aplicação:
Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura.
Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas daninhas
estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com até 1 perfilho.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
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GLUFOSINATE 200 SL YNG
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Dose Dose Volume de Nº máximo de
Cultura Plantas Infestantes
(L p.c/ha) (g i.a./ha) calda (L/ha) aplicações
Picão-branco
Galinsoga parviflora
Erva-de-passarinho
Stellaria media 1,5 + 0,25 % v/v
de óleo vegetal ou 300
Erva-de-bicho mineral Terrestre:
Polygonum persicaria 1
350
Serralha
REPOLHO Sonchus oleraceus
2,0 + 0,25 % v/v
Mentruz
de óleo vegetal ou 400
Coronopus didymus
mineral
Época e intervalo de aplicação:
Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido,
sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de copinhos).
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Capim-marmelada
Brachiaria plantaginea
Capim-colchão
Digitaria sanguinalis
Amendoim-bravo
Euphorbia heterophylla
Nabo
Raphanus raphanistrum
2,5 + 0,25 % v/v
Picão-preto
de óleo vegetal ou 500
Bidens pilosa
mineral
Poaia
Richardia brasiliensis
Caruru
Amaranthus viridis
Beldroega Terrestre:
1
Portulaca oleracea 350
Trapoeraba
Commelina benghalensis
SOJA Trigo
Triticum aestivum
Aveia
Avena sativa
Cevada
Hordeum vulgare 3,0 + 0,25 % v/v
de óleo vegetal ou 600
Azevém mineral
Lolium multiflorum
Centeio
Secale cereale
Triticale
Triticum secale
Época e intervalo de aplicação:
- Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pós-emergência
das plantas daninhas, em área total. Para o controle de capim-colchão e capim-marmelada, realizar
o controle quando as plantas estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de amendoim-bravo,
nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega realizar o controle quando as plantas estiverem com
até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba realizar o controle quando as plantas estiverem com 2 a
4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
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GLUFOSINATE 200 SL YNG
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Dose Dose Volume de Nº máximo de
Cultura Plantas Infestantes
(L p.c/ha) (g i.a./ha) calda (L/ha) aplicações
Capim-carrapicho
Cenchrus echinatus
Capim-pé-de-galinha
Eleusine indica
Capim-colchão
Digitaria sanguinalis
Arroz
Oryza sativa
2,0 + 0,25 % v/v
Picão-preto Terrestre:
de óleo vegetal ou 400 1
Bidens pilosa 350
mineral
Guanxuma
Sida cordifolia
TRIGO Erva-quente
Spermacoce alata
Soja
Glycine max
Caruru
Amaranthus viridis
Época e intervalo de aplicação:
Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas, em área total. A
cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4
folhas. Para o controle da buva oriunda de sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha
quando as plantas daninhas estiverem com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o
capim-amargoso, aplicar sobre as plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até
o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da
cultura.
Capim-marmelada
Brachiaria plantaginea
Picão-branco 2,0 + 0,7
Galinsoga parviflora (0,25 % v/v) Terrestre:
400 1
Caruru de óleo vegetal ou 350
Amaranthus viridis mineral
UVA
Picão-preto
Bidens pilosa
Época e intervalo de aplicação:
Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, evitando atingir o caule da planta. Picão-preto, picão-
branco e caruru devem ter até 4 folhas. Capim-marmelada deve ter até 1 perfilho. Recomenda-se
uma única aplicação por ciclo da cultura.
Preparo de Calda:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão
(terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto;
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do GLUFOSINATE 200 SL YNG
deve estar limpo de resíduos de outro defensivo.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose
recomendada do GLUFOSINATE 200 SL YNG, acrescentar óleo vegetal ou mineral na
proporção recomendada para o cultivo/alvo, completar a capacidade do reservatório do
pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo
o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
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GLUFOSINATE 200 SL YNG
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Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação,
pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente
antes de reiniciar a aplicação.
Equipamento de Aplicação:
Aplicação Terrestre:
• Equipamentos Costais (manuais ou motorizados):
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano),
calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa
e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem
deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Para as hortaliças (alface e repolho), evitar que o produto tenha contato com a cultura,
utilizar o “sistema de copinhos” cobrindo as mudinhas com copinho plástico, para protegê-
las da ação herbicida do produto.
• Pulverizadores de Barra:
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou auto propelidos, com pontas de pulverização
hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo
recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com
relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estádio de
desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias
a grossas.
• Jato Dirigido:
Utilizar pulverizador costal, autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo
leque (jato plano) dirigido à entrelinha, sobre as plantas daninhas, adotando o espaçamento
entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura das
plantas daninhas, sem atingir a cultura. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com
relação ao alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de
forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Aplicação Aérea:
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de
acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser
considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão
(PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade
mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas
que variam de média a grossa. Recomenda-se o volume de 30-40 L/ha de calda, altura média de
voo de 3 metros da cultura alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15-18 metros (de
acordo com a aeronave utilizada).
• Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme
com tamanhos de gotas de média a grossa;
• Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
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GLUFOSINATE 200 SL YNG
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• Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático
• Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do
comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do
comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
Volume de Tamanho de Cobertura Altura de Faixa de Distribuição
calda gotas mínima voo aplicação das pontas
Média -
30 - 40 L/ha 40 gotas/cm² 3m 15 - 18 m 65%
Grossa
Condições climáticas para pulverização:
Temperatura Umidade do ar Velocidade do vento
Entre 10 e 30°C maior que 55% entre 3 e 10km/h
Recomendações gerais para evitar deriva:
• Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas,
leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
• Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
• O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao
equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a
pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e
ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
• O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva
é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
• A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas
possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
• A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado,
condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser
considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da
planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não
previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
• Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível
considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
• Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro
de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores
volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
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GLUFOSINATE 200 SL YNG
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• Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a
maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso
de pontas de baixa deriva.
• O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de
desgaste e vazamentos.
Ventos:
• A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e
não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
• Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade
relativa do ar for superior à 55%.
• Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a
fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica
• O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o
movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que
permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas
pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas
nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e
frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela
neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser
identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de
uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma
inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento
ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Dias
Alface 7
Algodão 28
Algodão OGM 116
Banana 10
Batata 10
Café 20
Citros 40
Eucalipto UNA (1)
Feijão 5
Dessecação feijão 5
Maçã 7
Milho ND (2)
Nectarina 7
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GLUFOSINATE 200 SL YNG
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Pêssego 7
Repolho 7
Soja ND (2)
Trigo ND (2)
Uva 7
(1)
Uso não alimentar
(2)
Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
GLUFOSINATE 200 SL YNG é um herbicida de ação total, não seletivo, devendo ser utilizado
somente nas culturas para as quais está registrado, observando atentamente as instruções de
uso do produto. Chuvas ou irrigação por aspersão no período de 6 horas após a aplicação do
produto pode reduzir seu efeito herbicida.
Algodão OGM:
• O produto não promove efeitos negativos quando utilizado dentro das instruções de uso.
• A recomendação de uso do produto é restrita em algodoeiro geneticamente modificado
expressando a proteína PAT, não sendo recomendado o uso do produto nesta modalidade
sobre cultivar convencional.
• O produto não deve ser aplicado em plantas daninhas ou culturas que estejam sob estresse,
ou quando o solo apresentar-se com deficiência hídrica. Os melhores resultados são
obtidos quando as plantas daninhas se apresentam em condições favoráveis de
desenvolvimento.
• Evitar aplicações quando as plantas daninhas estiverem excessivamente molhadas.
• Para o bom funcionamento do produto deve ser observado um período de 6 horas sem
ocorrência de chuvas.
Restrições gerais:
• Evitar deriva de pulverização e de resíduos do produto sobre lavouras vizinhas,
• GLUFOSINATE 200 SL YNG pode causar fitotoxicidade às culturas ou vegetações próximas às
áreas nas quais está sendo aplicado caso a aplicação ou a deriva de aplicação atinja a sua
folhagem;
• Só realizar aplicação aérea quando o potencial de deriva for mínimo a áreas sensíveis
adjacentes, como por exemplo, áreas residenciais, corpos de água, habitats conhecidos para
espécies ameaçadas ou em perigo de extinção, as culturas não-alvo;
• Todos os equipamentos de aplicação aérea e terrestre devem ser devidamente calibrados e
verificados antes de serem utilizados para a aplicação;
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GLUFOSINATE 200 SL YNG
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• Não aplique em circunstâncias que a deriva possa atingir alimentos, forragem ou outras
plantações que possam ser danificadas e/ou tomadas impróprias para venda, uso e
consumo;
• Restos ou “tigüera” de plantas de Algodão OGM não serão controlados por este herbicida,
da mesma forma que não serão controladas por herbicidas seletivos convencionais.
• Sendo um produto de contato, é importante uma cobertura uniforme das folhas das plantas
daninhas pela calda de pulverização;
• O controle de plantas daninhas pode ser reduzido se a aplicação for realizada em períodos
de baixa insolação (nevoeiro ou neblina); ou quando as ervas daninhas estão sob estresse
devido às condições ambientais como a seca, temperaturas frias ou longos períodos de
nebulosidade;
• Os melhores resultados são obtidos quando as plantas daninhas se apresentam nos estádios
iniciais e em condições favoráveis de desenvolvimento.
• Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto
podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros
países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique
estas informações previamente à utilização deste produto.
• Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso
contidas nesta bula.
• É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações,
sendo ele o único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este
produto. Caso tenha alguma dúvida, consulte seu exportador, importador ou a Yonon Brasil
Defensivos Agrícolas Ltda. antes de aplicar este produto.
• É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de
campo), especialmente para culturas de exportação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (classe PFF2); viseira facial; touca árabe
e luvas de nitrila
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
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GLUFOSINATE 200 SL YNG
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H (homoalanina
substituída) para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de
herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
(SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas
aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA:
www.agricultura.gov.br).
GRUPO H HERBICIDA
O produto herbicida GLUFOSINATE 200 SL YNG é composto por Glufosinato de amônio, que
apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da GS (Glutamina sintetase), pertencente ao Grupo
H, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Não aplicável, trata-se de um HERBICIDA.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
− Produto para uso exclusivamente agrícola
− O manuseio deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
− Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
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Rua Capitão Antônio Rosa, nº 409, 1º Andar, Posição 02 – Pinheiros – São Paulo/SP
CEP 01443-010 – Tel/Fax: (0XX11) 3032-2090
GLUFOSINATE 200 SL YNG
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− Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
− Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
− Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
− Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
− Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado.
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
− Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas de borracha, avental, máscara, óculos; touca árabe e luvas
de nitrila.
− Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (classe
PFF2); viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila.
− Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
− Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em
que estiver sendo aplicado o produto.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
− Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
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GLUFOSINATE 200 SL YNG
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das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (classe
PFF2); viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada;
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após
a aplicação;
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita);
− Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação;
− Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
− Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
− Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
− Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação;
− Não reutilizar a embalagem vazia;
− No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI):macacão com
tratamento hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
− A manutenção e a limpeza dos EPIs devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
− Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
- Pode ser nocivo se ingerido
- Pode ser nocivo em contato com a pele
ATENÇÃO
- Nocivo se inalado
- Provoca irritação ocular grave
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GLUFOSINATE 200 SL YNG
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PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite
a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: PRODUTO IRRITANTE AOS OLHOS. Em caso de contato, lave com muita água corrente
por pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e
sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Homoalanina substituída.
Classificação
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
toxicológica
Vias de
Oral, inalatória, ocular e dérmica
exposição
Glufosinato de amônio é rapidamente absorvido pela via oral em ratos, mas
aproximadamente 10% da dose administrada foi absorvida. Um padrão de
absorção similar foi observado em cães. A excreção é rápida (> 95% em até
horas), principalmente pelas fezes, sendo que a maior parte da
Toxicocinética radioatividade encontrada nas excretas foi identificada como o composto
parental inalterado. Não foi observada bioacumulação. Amplamente
distribuído, com baixas concentrações de resíduos nos órgãos e tecidos
(0,1-1,3% da dose administrada). Não foram observadas diferenças
significativas entre os sexos.
Estudos toxicológicos mostraram que o glufosinato de amônio inibe a
glutamina sintetase em mamiferos. A inibição da glutamina sintetase no
fígado, rim e cérebro de mamíferos não interfere com a função normal de
qualquer um desses órgãos e não induz qualquer atividade fisiológica ou
Toxicodinâmica
consequências adversas histopatológicas em qualquer um desses órgãos.
Efeitos neurocomportamentais relacionados à estimulação do sistema
nervoso central foram observados apenas em níveis muito altos doses e
foram reversíveis.
1. Gastrointestinal-naúseas, vômito, dor abdominal e diarréia podem
acontecer logo após ingestão (dentro de 2 horas). Erosões gástricas
Sintomas e sinais
também podem acontecer.
clínicos
2. Sinais vitais - diminuição da respiração, queda da pressão sanguínea e
febre são sintomas comuns de envenenamento por glufosinato. Dificuldade
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GLUFOSINATE 200 SL YNG
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respiratória pode desenvolver de 8 a 24 horas após ingestão.
3. Sintomas neurológicos – inclusive perfurações de consistência, ataques
aopléticos e dificuldades respiratórias podem desenvolver 8 a 24 horas
após o envenenamento. Perda de memória de curto prazo geralmente
pode acontecer.
4. Hepático – elevação de enzimas hepáticas no soro é um efeito comum
de envenenamento.
5. Acidose metabólica foi informada em pacientes que desenvolveram
hipotensão após ingestão de glufosinato de amônio.
6. Outros sintomas clínicos incluem alterações no movimento ocular,
edema geral leucocitose, enzimas hepáticas elevadas, erosão de mebranas
mucosas gástricas, e aminésia parcial.
7. Hematológico – leucocitose é um efeito comum de envenenamento,
geralmente acontece no primeiro dia podendo durar até 5 dias ou mais.
O diagnóstico deve ser feito baseado no exame clínico e nas informações
disponíveis.
Monitoramento laboratorial: Oximetria de pulso ou controle de gases do
sangue arterial e radiografia do tórax em pacientes com sintomas
Diagnóstico
respiratórios, hipotensão e depressão do SNC. Estes devem ser
monitorados durante pelo menos 24 horas.
Monitorar testes de função hepática em pacientes com exposição
significante.
As medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas
concomitantemente ao tratamento medicamento e a descontaminação.
Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais
1. Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa
da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria
abundante e sabão. Remover a vítima para local ventilado.
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro
fisiológico ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato
com a pele e mucosas.
3. Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora),
proceder á lavagem gástrica. Atentar para o nível de consciência e
Tratamento proteger vias aéreas do risco de aspiração. Admistrar carvão ativado na
proporção de 50-100 g em adultos e 25-50g em crianças de 1-12 anos,
e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30g
de carvão ativado para 240 mL de água.
4. Em caso de ingestão, observe o paciente cuidadosamente para o
possível desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrointestinal e
do esôfago, caso positivo, a endoscopia poderá ser indicada para avaliar
a extensão da lesão.
5. Monitorar sinais vitais frequentemente.
6. Monitor para hipotensão, disritmias, depressão respiratória e
necessidade de intubação endotraqueal.
7. Avalie para hipoglicemia, alteração de eletrólitos e hipoxia.
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8. Monitore fluídos e eletrólitos.
9. Em caso de convulsão administre benzodiazepínico I.V.; DIAZEPAM
(ADULTO: 5 A 10 mg, repita a cada 10 a 15 min conforme necessário.
CRIANÇA: 0,2 a 0,5 mg/kg, repita a cada 5 min conforme necessário) ou
LORAZEPAM (ADULTO: 2 a 4 mg; CRIANÇAS: 0,05 a 0,1 mg/kg)
10. Considere fenobarbital ou propofol se as convulsões ocorrerem
periodicamente após administração de 30 mg de diazepam (em
adultos) ou 10 mg (em crianças maiores de 5 anos)
11. Em caso de hipotensão, infunda 10 a 20 mL/kg fluído isotônico. Se a
hipotensão persistir, administre dopamina (5 a 20 mcg/kg/min; em
CRIANÇAS comece infusão a 0,1 mcg/kg/min e em ADULTOS comece
infusão a 0,5 a 1 mcg/min). Trate acidose severa com bicarbonato de
sódio de IV.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
Contraindicações
pneumonite química.
Efeitos das
interações Não são conhecidos.
químicas
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede
Nacional de
Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
ATENÇÃO As intoxicações por agrotóxicos estão incluídas entre as Doenças e Agravos
de
Notificação Compulsória.
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS)
Notifique ao Sistema de Notificação da Vigilância Sanitária
Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 11 49
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide quadro anterior, item Toxicocinétca e Toxicodinâmica.
Efeitos Agudos:
DL50 oral aguda: > 2000 mg/Kg.
DL50 dermal aguda: > 2000 mg/Kg.
CL50 inalatória: Não determinada nas condições do teste
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: A substância teste aplicada nos olhos dos coelhos
produziu opacidade da córnea em 2/3 dos olhos testados; irite, hiperemia na conjuntiva,
secreção e quemose em 3/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao
normal na leitura em 7 dias após o tratamento para 3/3 dos olhos testados. O corante de
fluoresceína sódica detectou alterações na superfície da córnea relacionadas ao tratamento em
2/3 dos olhos testados.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: A substância teste aplicada na pele de coelhos
produziu eritema grau 1, nas leituras em 1 e 24 horas na pele de 2/3 dos animais testados e nas
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leituras em 1, 24 e 48 horas na pele de 1/3 dos animais testados. Todos os sinais de irritação
retornaram ao normal na leitura em 48 horas após o tratamento para 2/3 dos animais e na
leitura em 72 horas para 1/3 dos animais.
Sensibilização dérmica em cobaias: o produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.
Efeitos Crônicos:
Nenhum efeito teratogênico foi encontrado em ratos ou coelhos. Foram observados sinais de
embriotoxicidade e redução de tamanho da ninhada em ratos e camundongos.
Estudo durante a gravidez em ratos revelou toxicidade materna nos grupos alimentados com as
doses de 50 e 250 mg/kg/dia, com sinais clínicos de aumento nas adrenais, diminuição no peso
do baço e hemorragias vaginais (Ebertr et al, 1990).
Filhotes de coelha alimentados com 20 mg/kgf/dia demonstram sinais de intoxicação clínica
com redução no consumo da dieta e ganho de peso corpóreo, parto prematuro e abortos
também foram evidenciados (Ebert et al, 1990).
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS
RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
( X ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
− Este produto e ALTAMENTE MOVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
− Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
− Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as
atividades aeroagrícolas.
− Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
− Não utilize equipamentos com vazamento.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
− Aplique somente as doses recomendadas.
− Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
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GLUFOSINATE 200 SL YNG
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− A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
− Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
− O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
− A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
− O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
− Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
− Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
− Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
− Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
− Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
− Isole e sinalize a área contaminada.
− Contate as autoridades locais competentes e a Empresa YONON BRASIL DEFENSIVOS
AGRICOLAS LTDA
− Telefone da empresa: (11) 3032-2090.
− Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
− Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone
indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
− Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
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EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
− Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
na posição vertical durante 30 segundos;
− Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume.
− Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos.
− Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador.
− Faça esta operação três vezes.
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamento de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
− Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador.
− Acione o mecanismo para liberar o jato d’água.
− Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
− A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador.
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
− Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
− Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
− Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
− Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.
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GLUFOSINATE 200 SL YNG
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
− Use luvas no manuseio dessa embalagem.
− Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
− Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o
término do prazo de validade.
− O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
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− O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
− É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial
TRANSPORTE
− As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
− A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos
órgãos competentes.
− É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
− EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
− A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
− Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
− A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
− O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de
pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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