Glufonium
Sinon do Brasil Ltda. - Porto Alegre /RS.
Herbicida
Glufosinato - sal de amônio (homoalanina substituída) (200 g/L)

Informações

Número de Registro
17620
Marca Comercial
Glufonium
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
Glufosinato - sal de amônio (homoalanina substituída) (200 g/L)
Titular de Registro
Sinon do Brasil Ltda. - Porto Alegre /RS.
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Contato
Classe Toxicológica
Categoria 4 – Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Alface
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Alface
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Alface
Polygonum aviculare
erva-de-bicho (6)
Alface
Soliva anthemifolia
Soliva
Alface
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Alface
Stellaria media
centochio; erva-de-passarinho (2); esparguta (2)
Algodão
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Algodão
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Algodão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Chenopodium album
ançarinha-branca; erva-de-são-joão (2); erva-formigueira-branca
Algodão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Algodão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Algodão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Algodão
Sorghum halepense
capim-argentino; capim-cevada; capim-massambará
Algodão OGM
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Algodão OGM
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Algodão OGM
Borrieria latifolia
Erva-quente
Algodão OGM
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão OGM
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Algodão OGM
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Algodão OGM
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Aveia
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Aveia
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Aveia
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Aveia
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Aveia
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Aveia
Glycine max
soja
Aveia
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Aveia
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Aveia
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Banana
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Banana
Crepis japonica
barba-de-falcão; crepis
Banana
Cuphea carthagenensis
guanxuma-vermelha; sete-sangrias
Banana
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Banana
Dioscorea batatas
cará; cará-do-pará; erva-cará
Banana
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Banana
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Banana
Paspalum conspersum
capim-de-mula; capim-do-brejo; capim-guaçu
Banana
Phyllanthus tenellus
arrebenta-pedra (1); erva-pombinha (1); quebra-pedra (1)
Batata
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Batata
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Batata
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Batata
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Batata
Dessecação da Cultura
Batata
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Batata
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Batata
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Batata
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Batata
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Café
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Café
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Café
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Café
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Café
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Café
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Dessecação da Cultura
Centeio
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Centeio
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Centeio
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Centeio
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Centeio
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Centeio
Glycine max
soja
Centeio
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Centeio
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Centeio
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Cevada
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cevada
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cevada
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cevada
Dessecação da Cultura
Cevada
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Cevada
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cevada
Glycine max
soja
Cevada
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Cevada
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cevada
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Citros
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Citros
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Citros
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Citros
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Citros
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Citros
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Citros
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Citros
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Citros
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Talinum paniculatum
bunda-mole; bênção-de-deus; lígua-de-vaca
Duboisia
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Duboisia
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Duboisia
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Duboisia
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Duboisia
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Duboisia
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Ervilha
Dessecação da Cultura
Eucalipto
Acacia plumosa
acacia-de-espinho; arranha-gato (2); unha-de-gato (1)
Eucalipto
Bauhinia variegata
unha-de-vaca (3)
Eucalipto
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Eucalipto
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Eucalipto
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Eucalipto
Lantana camara
camará; cambará (1); cambará-branco (2)
Eucalipto
Melinis minutiflora
capim-catingueiro; capim-gordo; capim-gordura
Eucalipto
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Eucalipto
Pteridium aquilinum
pluma-grande; samambaia; samambaia-das-taperas
Eucalipto
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Eucalipto
Solanum paniculatum
gerobeba; jupeba; jurubeba (2)
Eucalipto
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Eucalipto
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Eucalipto
Spermacoce verticillata
poaia-botão; poaia-preta; poaia-rosário
Eucalipto
Stachytarpheta cayennensis
gervão (2); gervão-azul; gervão-de-folha-verônica
Feijão
Dessecação da Cultura
Feijão-caupi
Dessecação da Cultura
Feijão-fava
Dessecação da Cultura
Feijão-guandu
Dessecação da Cultura
Feijão-mungo
Dessecação da Cultura
Feijão-vagem
Dessecação da Cultura
Grão-de-bico
Dessecação da Cultura
Lentilha
Dessecação da Cultura
Maçã
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Maçã
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Maçã
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Maçã
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Maçã
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Maçã
Oxalis oxyptera
azedinha (4); trevo (2)
Maçã
Parthenium hysterophorus
coentro-do-mato; fazendeiro (1); losna-branca
Maçã
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Maçã
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Maçã
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Maçã
Rumex obtusifolius
labaça; língua-de-vaca (2)
Maçã
Senecio brasiliensis
flor-das-almas; flor-de-finados; maria-mole (2)
Maçã
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Maçã
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Milho
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Milho
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Milho
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho OGM
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Milho OGM
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho OGM
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho OGM
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho OGM
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Milho OGM
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Milho OGM
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Milho OGM
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho OGM
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho OGM
Glycine max
soja
Milho OGM
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Nectarina
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Nectarina
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Nectarina
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Nectarina
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Nectarina
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Nectarina
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pessego
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Pessego
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Pessego
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Pessego
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Pessego
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Pessego
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Repolho
Coronopus didymus
mastruz (2); mastruço (3); mentrusto (2)
Repolho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Repolho
Polygonum persicaria
cataia; erva-de-bicho (4); persicaria-de-pé-vermelho
Repolho
Sonchus oleraceus
chicória-brava; serralha; serralha-lisa
Repolho
Stellaria media
centochio; erva-de-passarinho (2); esparguta (2)
Soja
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Avena sativa
aveia
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja
Dessecação da Cultura
Soja
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Soja
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Hordeum vulgare
cevada
Soja
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Soja
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Soja
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Soja
Secale Cereale
Centeio
Soja
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Soja
Triticum aestivum
trigo
Soja
Triticum secale
Triticale
Soja OGM
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja OGM
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja OGM
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja OGM
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja OGM
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja OGM
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja OGM
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Soja OGM
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Soja OGM
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja OGM
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja OGM
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Soja OGM
Rottboellia exaltata
capim-alto; capim-camalote; rabo-de-lagarto
Trigo
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Trigo
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Trigo
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Trigo
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Trigo
Dessecação da Cultura
Trigo
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Trigo
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Trigo
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Trigo
Glycine max
soja
Trigo
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Trigo
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Trigo
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Triticale
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Triticale
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Triticale
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Triticale
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Triticale
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Triticale
Glycine max
soja
Triticale
Oryza sativa
arroz; arroz-preto; arroz-vermelho
Triticale
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Triticale
Spermacoce alata
erva-de-lagarto (1); erva-quente (1); perpetua-do-mato (1)
Uva
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Uva
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Uva
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Uva
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)

Conteúdo da Bula

                                    Glufonium ®

Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 17620

COMPOSIÇÃO:
Ammonium 4-[hydroxy(methyl)phosphinoyl]-DL-homoalaninate ou ammonium DLhomoalanin-
4-yl(methyl)phosphinate (GLUFOSINATO-SAL DE AMÔNIO)....................200 g/L (20,0% m/v)
Outros Ingredientes....................................................................................898 g/L (89,8% m/v)

               GRUPO                                        H                                 HERBICIDA

CONTEÚDO : VIDE RÓTULO

CLASSE: Herbicida não seletivo de ação total
GRUPO QUÍMICO: homoalanina substituída.

TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)

TITULAR DO REGISTRO (*):
SINON DO BRASIL LTDA.
Av. Carlos Gomes, 1340 - conj. 1001
CEP 90480-001 - Porto Alegre/RS - CNPJ: 03.417.347/0001-22
Número do registro do estabelecimento no Estado: 00001094/99 – SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
GLUFOSINATO DE AMÔNIO TÉCNICO SINON – Registro MAPA nº 04419
SINON CORPORATION
No. 101, Nanrong Road, Da-Du District, Taichung City, 43245, Taiwan, R.O.C.

SINON CHEMICAL (CHINA) CO., LTD
28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District, Shanghai, China

FORMULADOR:
SINON CORPORATION
No. 101, Nanrong Road, Da-Du District, Taichung City, 43245, Taiwan, R.O.C.

SINON CHEMICAL (CHINA) CO. LTD.
28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District, Shanghai, China

ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 – Londrina/PR – CEP 86031-610
CNPJ 02.290.510/0001-76
Número do registro do estabelecimento no Estado: 003263 – ADAPAR/PR

ADAMA BRASIL S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085 – Taquari/RS – CEP 95860-000
CNPJ 02.290.510/0004-19
Número do registro do estabelecimento no Estado: 1047/99 – SEAPA/RS
Ouro Fino Química Ltda.
Avenida Filomena Cartafina nº 22335, quadra 14, lote 5 - Distrito Industrial III
Uberaba/MG - CEP: 38044-750 CNPJ: 09.100.671/0001-07
Número de registro do estabelecimento/ Estado: 8.764 - IMA/MG

Ultrafine Technologies Indústria e Comércio de Produtos Químicos LTDA.
Rua Alberto Guizo, 859 – Distrito Industrial João Narezzi, Indaiatuba/SP
CEP: 13347-402 C.N.P.J.: 50.025.469/0001-53
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP nº 466

IMPORTADOR:
Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda
Rua Santos Dumont, nº 1307, sala 4-A, 1º andar, Centro
CEP: 85.851-040 – Foz do Iguaçu/PR – CNPJ: 05.280.269/0001-92

Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda
Rua Ronat Walter Sodre, nº 2800, sala 7, Parque Industrial
CEP: 86.200-000 – Ibiporã/PR – CNPJ: 05.280.269/0006-05

Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda
Av. Euripedes Menezes S/N QD 004, LT 014E, Parque Industrial
Aparecida de Goiânia/GO – CNPJ: 05.280.269/0002-73

Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda
Rua Projetada, nº 150, Distrito Industrial
Cuiabá/MT – CNPJ: 05.280.269/0003-54

Tecnomyl Brasil Distribuidora de Produtos Agrícolas Ltda
Rua Ronald Tkotz, nº 9916, ARMZ 5, Marginal BR 269, Distrito Industrial
Doutor Jehovah Almeida Gomes, CEP: 86.192.171 – Cambé/PR
CNPJ: 05.280.269/0005-16




                          N° do Lote ou da partida:
                                                              VIDE
                            Data de Fabricação:
                                                           EMBALAGEM
                           Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS
                             EM SEU PODER.
    É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA. PROTEJA-SE.


            É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.


   CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
   CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
            CLASSE III – PRODUTO PETIGOSO AO MEIO AMBIENTE
     MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO: Glufonium controla eficientemente, em aplicação em área total em pré-
plantio (dessecação) das culturas de aveia, centeio, cevada, soja e triticale, em pós-emergência
das plantas daninhas nas culturas de açaí, alface, algodão, banana, citros, café, coco, castanha-
do-pará, dendê, duboisia, eucalipto, macadâmia, maçã, milho, nectarina, noz-pecã, pêssego,
pinhão, pupunha, repolho e uva. Na dessecação pré-colheita de batata, ervilha, cana de açúcar,
cevada, feijão, feijão-mungo, feijão-guandu, feijão-caupi, feijão-fava, feijão-vagem, grão-de-bico,
lentilha, soja e trigo. No sistema de plantio direto, em algodão, milho e soja.

                                                        Dose           Volume de      Nº máximo de
     Cultura            Plantas Infestantes
                                                      (L p.c/ha)       calda (L/ha)    aplicações
                        Caruru-de-mancha
                        Amaranthus viridis
                           Picão-branco
                        Galinsoga parviflora
                                                   1,5 + 0,2 % v/v
                           Erva-de-bicho
                                                  de óleo vegetal ou
                        Polygonum aviculare
                                                       mineral
     ALFACE                                                                350             1
                            Serralha
                        Sonchus oleraceus
                        Erva-de-passarinho
                          Stellaria media
                                                   2,0 + 0,2 % v/v
                              Soliva
                                                  de óleo vegetal ou
                        Soliva anthemifolia
                                                       mineral
                        Capim-pé-de-galinha
                          Eleusine indica
                          Capim-colchão
                        Digitaria sanguinalis
                         Capim-marmelada
                       Brachiaria plantaginea
                        Capim-massambará
                        Sorghum halepense
                      Carrapicho-de-carneiro
                     Acanthospermum hispidum
                                                   2,0 + 0,2 % v/v
                          Trapoeraba
    ALGODÃO                                       de óleo vegetal ou       350             1
                      Commelina benghalensis
                                                       mineral
                             Caruru
                         Amaranthus viridis
                         Amendoim-bravo
                       Euphorbia heterophylla
                         Caruru-rasteiro
                       Amaranthus deflexus
                            Picão-preto
                           Bidens pilosa
                            Fedegoso
                        Chenopodium album
                                                       Dose              Volume de      Nº máximo de
     Cultura          Plantas Infestantes
                                                     (L p.c/ha)          calda (L/ha)    aplicações
                        Capim-marmelada
                      Brachiaria plantaginea
                        Capim-carrapicho
                       Cenchrus echinatus
                                               2,0 a 2,5 + 0,25 % v/v
                          Corda-de-viola
                                                 de óleo vegetal ou                          2
                       Ipomoea grandifolia
                                                       mineral
                     Carrapicho-de-carneiro
                    Acanthospermum hispidum
                           Apaga-fogo
 ALGODÃO OGM          Alternanthera tenella
    (Organismo
  Geneticamente         Capim-marmelada                                   Terrestre:
Modificado OGM**)     Brachiaria plantaginea                              200 - 300
   resistente ao        Capim-carrapicho                                   Aérea:
  Glufosinato de       Cenchrus echinatus                                  30 - 40
   amônio (pós
   emergência)            Corda-de-viola
                       Ipomoea grandifolia
                                               3,0 a 3,5 + 0,25 % v/v
                     Carrapicho-de-carneiro
                                                 de óleo vegetal ou                          1
                    Acanthospermum hispidum
                                                       mineral
                           Apaga-fogo
                      Alternanthera tenella
                          Erva-quente
                         Borrieria latifolia
                           Beldroega
                       Portulaca oleracea
                      Capim-pé-de-galinha
                        Eleusine indica
                           Picão-preto
                          Bidens pilosa
                           Caruru
                       Amaranthus viridis
                        Capim-carrapicho
                       Cenchrus echinatus
                                                  2,0 + 0,2% v/v de          350
                         Capim-colchão
     AVEIA                                      adjuvante a base de                          1
                       Digitaria sanguinalis
                                               óleo mineral ou vegetal     20 a 40
                              Soja
                           Glycine max
                           Guanxuma
                         Sida rhombifolia
                          Erva-quente
                        Spermacoce alata
                              Arroz
                           Oryza sativa
                                                Dose              Volume de      Nº máximo de
Cultura       Plantas Infestantes
                                              (L p.c/ha)          calda (L/ha)    aplicações
                Capim-colchão
              Digitaria horizontalis

                 Capim-guaçu
             Paspalum conspersum

              Capim-pé-de-galinha
                Eleusine indica
                Quebra-pedra
              Phyllanthus tenellus

                    Crepis                2,0 + 0,25 % v/v de
BANANA                                                                500             1
                Crepis japonica         óleo vegetal ou mineral

               Macela-branca
             Gnaphalium spicatum
                  Mentrasto
             Ageratum conyzoides
                Sete-sangrias
            Cuphea carthagenensis
                   Erva-cará
               Dioscorea batatas
                     Caruru
               Amaranthus viridis
                   Picão-preto
                 Bidens pilosa
                   Guanxuma
                Sida rhombifolia
                   Beldroega
               Portulaca oleracea
                                           2,0 + 0,2 % v/v
                      Nabo
BATATA                                    de óleo vegetal ou          350             1
            Raphanus raphanistrum
                                               mineral
               Carrapicho-rasteiro
           Acanthospermum australe
                  Erva-quente
               Spermacoce alata
                 Capim-colchão
              Digitaria sanguinalis
               Capim-carrapicho
              Cenchrus echinatus
          Uso para dessecação em pré-   2,0 + 0,2 % v/v de óleo
BATATA                                                                350             1
                     colheita             vegetal ou mineral
                   Trapoeraba
            Commelina benghalensis
                   Picão-preto
                 Bidens pilosa
                                           2,0 + 0,2 % v/v
                      Buva
 CAFÉ                                     de óleo vegetal ou          350             1
              Conyza bonariensis
                                               mineral
                 Macela-branca
             Gnaphalium spicatum
                    Mentrasto
             Ageratum conyzoides
                                                 Dose              Volume de      Nº máximo de
 Cultura       Plantas Infestantes
                                               (L p.c/ha)          calda (L/ha)    aplicações
                      Caruru
                Amaranthus viridis
                    Beldroega
                Portulaca oleracea
                                             3,0 + 0,4 % v/v
                   Guanxuma
                                           de óleo vegetal ou          450
                 Sida rhombifolia
                                                 mineral
                                            2,0 + 0,25 % v/v
                Guanxuma-branca
                                           de óleo vegetal ou          500
                  Sida glaziovii
                                                 mineral
                Capim-marmelada
              Brachiaria plantaginea        2,5 + 0,4 % v/v
                                           de óleo vegetal ou          450
                  Capim-colchão                 mineral
               Digitaria horizontalis
               Capim-pé-de-galinha
                 Eleusine indica
                    Picão-preto
                  Bidens pilosa
                      Caruru
                Amaranthus viridis
                Capim-carrapicho
               Cenchrus echinatus
                                            2,0 + 0,2% v/v de          350
                  Capim-colchão
CENTEIO                                   adjuvante a base de                          1
               Digitaria sanguinalis
                                         óleo mineral ou vegetal     20 a 40
                        Soja
                   Glycine max
                    Guanxuma
                 Sida rhombifolia
                   Erva-quente
                Spermacoce alata
                       Arroz
                   Oryza sativa
CANA-DE-   Uso para dessecação em pré-     4,0 + 0,5% v/v de
                                                                     20 a 50           1
AÇÚCAR                colheita                 adjuvante
               Capim-pé-de-galinha
                 Eleusine indica
                    Picão-preto
                  Bidens pilosa
                      Caruru
                Amaranthus viridis
                Capim-carrapicho
               Cenchrus echinatus
                  Capim-colchão
               Digitaria sanguinalis
                                            2,0 + 0,2% v/v de          350
                        Soja              adjuvante a base de                          1
CEVADA             Glycine max           óleo mineral ou vegetal     20 a 40
                    Guanxuma
                 Sida rhombifolia
                   Erva-quente
                Spermacoce alata
                       Arroz
                   Oryza sativa
                                                       Dose           Volume de      Nº máximo de
 Cultura         Plantas Infestantes
                                                     (L p.c/ha)       calda (L/ha)    aplicações
            Uso para dessecação na pré-          1,75 + 0,5% v/v de
 CEVADA                                                                100 a 300          1
                         colheita                    adjuvante
                   Capim-marmelada
                 Brachiaria plantaginea
                     Capim-colchão
            Digitaria horizontalis e Digitaria
                       sanguinalis
                    Capim-amargoso
                    Digitaria insularis
                   Capim-carrapicho
                  Cenchrus echinatus
                 Capim-pé-de-galinha
                     Eleusine indica
                       Guanxuma
                    Sida rhombifolia              2,0 + 0,2 % v/v
 CITROS         Carrapicho-de-carneiro           de óleo vegetal ou       350             1
              Acanthospermum hispidum                 mineral
                       Picão-preto
                      Bidens pilosa
                    Amendoim-bravo
                Euphorbia heterophylla
                       Trapoeraba
               Commelina benghalensis
                       Maria-gorda
                  Talinum paniculatum
                     Falsa-serralha
                    Emilia sonchifolia
                      Malva-branca
                     Sida cordifolia
                   Capim-marmelada
                 Brachiaria plantaginea
                       Trapoeraba
               Commelina benghalensis
                     Capim-colchão
                                                  2,0 + 0,2 % v/v
                  Digitaria sanguinalis
DUBOISIA                                         de óleo vegetal ou       350             1
                       Picão-preto
                                                      mineral
                      Bidens pilosa
                       Guanxuma
                    Sida rhombifolia
                          Nabo
               Raphanus raphanistrum
                                                  2,0 + 0,2 % v/v
                      Samambaia
                                                 de óleo vegetal ou
                  Pteridium aquilinum
                                                      mineral
                    Capim-gordura
                  Melinis minutiflora
                     Erva-quente
                  Spermacoce alata
                      Cambará
EUCALIPTO          Lantana camara                                         350             1
                                                  4,0 + 0,2 % v/v
                     Guanxuma                    de óleo vegetal ou
                   Sida rhombifolia                   mineral
                    Falsa-serralha
                   Emilia sonchifolia
                       Serralha
                  Sonchus oleraceus
                          Buva
                                                            Dose             Volume de      Nº máximo de
    Cultura            Plantas Infestantes
                                                          (L p.c/ha)         calda (L/ha)    aplicações
                       Conyza bonariensis
                           Unha-de-vaca
                        Bauhinia variegata
                           Arranha-gato
                         Acacia plumosa
                             Jurubeba
                       Solanum paniculatum
                          Capim-colonião
                        Panicum maximum
                        Vassourinha-botão
                      Spermacoce verticillata
                            Trapoeraba
                     Commelina benghalensis
                              Gervão
                    Stachytarpheta cayennensis
     FEIJÃO       Uso para dessecação de feijão,       1,8 + 0,2 % v/v
    ERVILHA*     grão de bico, lentilha de consumo    de óleo vegetal ou
 FEIJÃO-CAUPI*            em pré-colheita                  mineral
  FEIJÃO-FAVA*
FEIJÃO-GUANDU*                                                                100 a 350          1
                  Uso para dessecação de feijão,       2,0 + 0,2 % v/v
FEIJÃO-MUNGO*
                   grão de bico e lentilha para       de óleo vegetal ou
 FEIJÃO-VAGEM*                                                                 20 a 50
                    sementes em pré-colheita               mineral
 GRÃO-DE-BICO*
    LENTILHA
                        Capim-marmelada
                     Brachiaria plantaginea
                         Capim-colchão
                      Digitaria horizontalis
                             Azevém
                        Lolium multiflorum
                         Língua-de-vaca
                       Rumex obtusifolius
                            Picão-preto
                          Bidens pilosa
                               Nabo
                     Raphanus raphanistrum
                             Serralha
                                                       2,0 + 0,2 % v/v
                       Sonchus oleraceus
    MAÇÃ                                              de óleo vegetal ou         350             1
                          Losna-branca
                                                           mineral
                    Parthenium hysterophorus
                            Beldroega
                       Portulaca oleracea
                          Picão-branco
                       Galinsoga parviflora
                            Maria-mole
                       Senecio brasiliensis
                            Guanxuma
                         Sida rhombifolia
                               Poaia
                      Richardia brasiliensis
                               Trevo
                         Oxalis oxyptera
                         Capim-colchão
                      Digitaria sanguinalis          1,5 a 2,0 + 0,2 % v/v
    MILHO               Capim-marmelada               de óleo vegetal ou         350             1
                     Brachiaria plantaginea                 mineral
                            Picão-preto
                                                      Dose              Volume de      Nº máximo de
    Cultura         Plantas Infestantes
                                                    (L p.c/ha)          calda (L/ha)    aplicações
                       Bidens pilosa
                      Amendoim-bravo
                   Euphorbia heterophylla
                         Trapoeraba
                  Commelina benghalensis
                   Carrapicho-de-carneiro
                 Acanthospermum hispidum
                           Caruru
                     Amaranthus viridis
                         Guanxuma
                      Sida rhombifolia
                       Corda-de-viola
                 Ipomoea aristolochiaefolia
                     Carrapicho-rasteiro
                 Acanthospermum australe
                         Beldroega
                     Portulaca oleracea
                       Malva-branca
                       Sida cordifolia
                    Capim-pé-de-galinha
                       Eleusine indica           3
                     Capim-marmelada          perfilhos     Estádio
                   Brachiaria plantaginea                  mediando
                           Leiteiro                       das plantas
                   Euphorbia heterophylla                  daninhas
                       Corda-de-viola
                                              6 folhas
                    Ipomoea grandifolia                    2,5 a 3,0
                           Caruru
                     Amaranthus viridis
                    Capim-pé-de-galinha
                       Eleusine indica                      Estádio
                                              3 folhas       pré-
                     Capim-marmelada
                                                           precoce
                   Brachiaria plantaginea
                                                          das plantas
                           Leiteiro
                                                           daninhas
                   Euphorbia heterophylla
                       Corda-de-viola
                                              2 folhas      1,5 + 1,5
                    Ipomoea grandifolia                    (aplicação
     MILHO                 Caruru                         sequencial)
GENETICAMENTE        Amaranthus viridis
                                                                         100 a 300
  MODIFICADO           Capim-colchão           Até 1
(RESISTENTE AO      Digitaria sanguinalis     perfilho                    20 a 50           2
 GLUFOSINATO                Buva
  DE AMONIO)        Conyza bonariensis
                             Soja
                        Glycine max             2a4
                       Caruru-rasteiro         folhas
                                                           2,0 a 3,0
                    Amaranthis deflexus
                       Corda-de-viola
                    Ipomoea grandifolia
                      Capim-amargoso            Até 1
                      Digitaria insularis     perfilho
                         Trapoeraba             2a4
                  Commelina benhalensis        folhas
                     Capim-marmelada
                   Brachiaria plantaginea        2,0 + 0,2 % v/v
 NECTARINA /
                                                de óleo vegetal ou          350             1
  PÊSSEGO              Capim-colchão                 mineral
                    Digitaria horizontalis
                                            Dose             Volume de      Nº máximo de
Cultura     Plantas Infestantes
                                          (L p.c/ha)         calda (L/ha)    aplicações
                Picão-preto
               Bidens pilosa
                Guanxuma
             Sida rhombifolia
                  Caruru
            Amaranthus viridis
               Picão-branco
            Galinsoga parviflora
               Picão-branco
            Galinsoga parviflora
            Erva-de-passarinho
              Stellaria media          1,5 + 0,2 % v/v
                                      de óleo vegetal ou
               Erva-de-bicho               mineral
REPOLHO    Polygonum persicaria                                  350             1
                 Serralha
            Sonchus oleraceus
                                       2,0 + 0,2 % v/v
                 Mentruz
                                      de óleo vegetal ou
            Coronopus didymus
                                           mineral
             Capim-marmelada
           Brachiaria plantaginea
               Capim-colchão
            Digitaria sanguinalis
              Amendoim-bravo
           Euphorbia heterophylla
                     Nabo
          Raphanus raphanistrum
                                       2,5 + 0,2 % v/v
                 Picão-preto
                                      de óleo vegetal ou
                Bidens pilosa
                                           mineral
                     Poaia
            Richardia brasiliensis
                    Caruru
             Amaranthus viridis
                  Beldroega
                                                                                 1
             Portulaca oleracea
                                                              100 a 300
 SOJA            Trapoeraba
          Commelina benghalensis                               20 a 50
                     Trigo
             Triticum aestivum
                     Aveia
                Avena sativa
                    Cevada
              Hordeum vulgare          3,0 + 0,2 % v/v
                                      de óleo vegetal ou
                   Azevém                  mineral
             Lolium multiflorum
                    Centeio
               Secale cereale
                    Triticale
               Triticum secale
              Capim-amargoso
              Digitaria insularis    2,5 a 3,0 + 0,5 % v/v
                                                                                 1
             Capim-carrapicho            de adjuvante
            Cenchrus echinatus
                                                      Dose            Volume de      Nº máximo de
    Cultura          Plantas Infestantes
                                                    (L p.c/ha)        calda (L/ha)    aplicações
                       Capim-camalote
                      Rotboellia exaltata
                   Carrapicho-de-carneiro
                  Acanthospermum hispidum
                        Erva-quente
                     Spermacoce latifolia
                            Buva
                     Conyza bonariensis

                                                                       Terrestre:
                                                2,0 + 0,2 % v/v
                 Uso para dessecação em pré-                             350
    SOJA                                       de óleo vegetal ou                          1
                           colheita                                     Aérea:
                                                    mineral
                                                                        30 - 40

                      Capim-marmelada
                    Brachiaria plantaginea
                            Azevém
                      Lolium multiflorum
                       Capim-amargoso           Até 1
                                                          2,0 a 3,5
                       Digitaria insularis     perfilho
                        Capim-colchão
                     Digitaria horizontalis
                       Capim-camalote
                      Rotboellia exaltata
                          Picão-preto
     SOJA
                         Bidens pilosa
GENETICAMENTE
                             Buva
  MODIFICADA
                     Conyza bonariensis         2a4
(RESISTENTE AO
                            Leiteiro           folhas                                   Aplicação
 GLUFOSINATO                                              2,0 a 3,5
                    Euphorbia heterophylla                                             sequencial
  DE AMONIO)                                                           100 a 300
                        Corda-de-viola                                                com intervalo
                     Ipomoea grandifolia                                             de 12 a 14 dias
                     Capim-pé-de-galinha        Até 1
                        Eleusine indica        perfilho
                      Caruru-da-mancha
                      Amaranthus viridis        2a4
                          Trapoeraba           folhas
                   Commelina benghalensis
                      Capim-carrapicho
                     Cenchrus echinatus
                     Capim-pé-de-galinha
                        Eleusine indica
                        Capim-colchão
                     Digitaria sanguinalis
                             Arroz
                         Oryza sativa
                                                2,0 + 0,2 % v/v
                          Picão-preto
    TRIGO                                      de óleo vegetal ou         350              1
                         Bidens pilosa
                                                    mineral
                          Guanxuma
                        Sida cordifolia
                         Erva-quente
                      Spermacoce alata
                              Soja
                         Glycine max
                            Caruru
                      Amaranthus viridis
                                                         Dose             Volume de      Nº máximo de
     Cultura            Plantas Infestantes
                                                      (L p.c/ha)          calda (L/ha)    aplicações
                                                    1,5 a 2,0 + 0,5
                              Buva
                                                  de óleo vegetal ou
                        Conyza bonariensis
                                                        mineral
                                                                           100 a 300
                                                       2,0 + 0,5
                         Capim-amargoso
                                                  de óleo vegetal ou
                         Digitaria insularis
                                                        mineral
                    Uso para dessecação de pré-   1,75 + 0,5 de óleo
     TRIGO                                                                    200             1
                               colheita           vegetal (0,25% v/v)
                       Capim-pé-de-galinha
                          Eleusine indica
                             Picão-preto
                           Bidens pilosa
                               Caruru
                         Amaranthus viridis
                         Capim-carrapicho
                        Cenchrus echinatus
                                                   2,0 + 0,2 % v/v            350
                          Capim-colchão
    TRITICALE                                     de óleo vegetal ou                          1
                        Digitaria sanguinalis
                                                       mineral              20 a 40
                                 Soja
                            Glycine max
                             Guanxuma
                           Sida cordifolia
                            Erva-quente
                         Spermacoce alata
                                Arroz
                            Oryza sativa
                         Capim-marmelada
                       Brachiaria plantaginea
                           Picão-branco
                                                  2,0 + 0,7 (0,2 % v/v)
                        Galinsoga parviflora
      UVA                                          de óleo vegetal ou         350             1
                               Caruru
                                                         mineral
                         Amaranthus viridis
                             Picão-preto
                           Bidens pilosa

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Açaí:
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes
devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capimcolchão,
aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha,
capimamargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1
perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva- branca, carrapicho-de-carneiro,
picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4
folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma
única aplicação por ciclo da cultura

Alface:
Aplicar em jato dirigido na pós-emergência das plantas daninhas, protegendo a planta de alface
com copinhos plásticos (sistema de copinhos), quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 4
folhas.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.

Algodão:
Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em área total.
Para controle das plantas daninhas em pós-emergência, aplicar na entrelinha da cultura, quando
esta estiver com 40 cm de altura.
Para capim-pé-de-galinha, capim-colchão, capim-marmelada, capim-massambará realizar a
aplicação no inicio de perfilhamento. Para carrapicho-de-carneiro, trapoeraba, caruru,
amendoim-bravo, caruru-rasteiro, picão-preto e fedegosa, realizar a aplicação quando as plantas
daninhas estiverem com 4 a 8 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.

Algodão OGM:
Aplicar o produto, em pós-emergência da cultura, com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou
mineral na calda de aplicação, em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas.
Recomenda-se a aplicação sequencial com intervalo de 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a
2,5 L p.c./ha. Para uma única aplicação utilizar a dosagem de 3,0 a 3,5 L p.c./ha, observando-se
sempre o estádio de desenvolvimento das plantas daninhas.

Aveia:
Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura
da cultura, em pósemergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser
semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva-
quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No
controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na
dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de
adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da
cultura.

Banana:
Aplicar em jato dirigido ou na linha de plantio quando as plantas daninhas estiverem com 2 a 6
folhas, e as de folha estreita com até um perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo
da cultura.



Batata:
● Para controle das plantas daninhas: realizar a aplicação na fase de “crackingtiming”
(compreende a fase de rachamento do solo, antes da emergência da cultura), realizar a
aplicação quando as plantas daninhas estiverem com 6 folhas.

● Para dessecação de “batata consumo”: Aplicar 2,0 L/ha do produto comercial + 0,7 L/ha (0,2%
v/v) de espalhante adesivo à base de lauril éter sulfato de sódio a 28%, sobre as ramas da
cultura, 10 dias antes da colheita. Trapoeraba (Commelina benghalensis), picão-preto (Bidens
pilosa) e guanxuma-branca (Sida glaziovii) com 10 a 20 cm de altura, também são dessecadas
pelo produto, caso ocorram na área.

Café:
Aplicar em cafeeiros adultos, em jato dirigido na linha da cultura, no período de novembro a abril.
Em trapoeraba, picão-preto, buva, macela-branca, mentrasto, caruru, beldroega, guanxuma e
guanxuma-branca, aplicar quando estas estiverem com até 4 folhas. Em capim-marmelada e
capim-colchão, até a fase de início do perfilhamento. Recomenda-se uma única aplicação por
ciclo da cultura.

Castanha-do-pará:
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes
devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capim-colchão,
aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capimpé-de-galinha, capim-
amargoso e capimcarrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em
maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto,
amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas.
Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única
aplicação por ciclo da cultura.

Centeio:
Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura
da cultura, em pósemergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser
semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva-
quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No
controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na
dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de
adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da
cultura.

Cevada:
Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura
da cultura, em pósemergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser
semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva-
quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No
controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na
dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de
adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da
cultura.



Cana-de-açúcar:
Com o objetivo de facilitar a desfolha da cana-de-açúcar, durante a colheita realizar uma única
aplicação sobre as folhas da cana-de-açúcar na pré-colheita quando a cultura se encontrar no
final do estádio de desenvolvimento vegetativo e antes da emissão da inflorescência. Programar
a aplicação do produto de acordo com a programação de colheita, com 21 a 28 dias antes da
colheita da cana-de-açúcar. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.

Citros:
Pode ser aplicado no sistema de coroamento e na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a
cultura. As plantas daninhas devem estar em crescimento ativo.
Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a planta daninha estiver com até 2
perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta
daninha estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca,
carrapicho-de-carneiro, picão-preto, amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta
daninha estiver com até 4 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.

Coco:
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes
devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capim-colchão,
aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capimpé-de-galinha, capim-
amargoso e capimcarrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em
maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto,
amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas.
Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única
aplicação por ciclo da cultura.

Dendê:
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes
devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio, aplicar quando a
planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capimamargoso e capim-
carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em maria-gorda,
guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto, amendoim-bravo
e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de
adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da
cultura.

Duboisia:
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes
devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada e capim-colchão, aplicar quando a
planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em guanxuma, picão-preto, nabo e trapoeraba,
aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas. Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a
base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.

Eucalipto:
Aplicar em jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas
quando estas estiverem em fase de vegetação plena. Na dose recomendada, fazer o controle
das daninhas de folha estreita quando estiverem com até 4 perfilhos; e em folhas largas, com até
8 folhas. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.


Feijão, ervilha, faijão-caupi, feijão-fava, feijão-guando, feijão-mungo, feijão-vagem, grão-
de-bico e lentilha:
● Para dessecação em feijão para consumo: Aplicar a dose de 1,8 L/ha quando a cultura
apresentar aproximadamente 50% das vagens secas.

● Para dessecação em feijão para sementes: Aplicar a dose de 2,0 L/ha, somente quando a
cultura apresentar 70% das vagens secas.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.

Macadâmia:
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes
devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capim-colchão,
aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capim-pé-de-galinha, capim-
amargoso e capim-carrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em
maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto,
amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas.
Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única
aplicação por ciclo da cultura.
Maçã:
Dirigir a aplicação na linha da cultura adulta, sem atingi-la.
Aplicar em poaia, trevo, guanxuma, maria-mole, nabo, serralha, losna-branca, beldroega, picão-
branco, picão-preto e língua-de-vaca quando a planta daninha estiver de 5 a 10 cm. Em capim-
colchão, azevém e capim-marmelada com até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação
por ciclo da cultura.

Milho:
Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em área total.
Para controle das plantas daninhas em pós-emergência, aplicar em jato dirigido nas entrelinhas
da cultura. Aplicar no início de perfilhamento do capim-colchão e capim-marmelada. Para as
demais plantas daninhas, aplicar quando estas apresentarem de 4 a 8 folhas. Utilizar a maior
dose quando houver maior incidência de gramíneas.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.

Milho OGM:
PARA UMA ÚNICA APLICAÇÃO: Realizar a aplicação do produto em pósemergência da cultura,
utilizando a dose de 2,5 a 3,0 L/ha. Observar sempre o estádio de desenvolvimento das plantas
infestantes, conforme abaixo: Estádio mediano das plantas infestantes - 3 perfilhos: Plantas
infestantes controladas: • Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) • Capim-marmelada (Brachiaria
plantaginea) Estádio mediano das plantas infestantes - 6 folhas: Plantas infestantes controladas:
• Leiteiro (Euphorbia heterophylla) • Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) • Caruru (Amaranthus
hybridus) APLICAÇÃO SEQUENCIAL: Fazer a aplicação sequencial do produto em pós-
emergência da cultura, utilizando a dose de 1,5 + 1,5 L/ha. Realizar a primeira aplicação quando
o milho estiver com 3 a 4 folhas. A segunda aplicação deve ser realizada quando o milho estiver
com 5 a 6 folhas. Observar o estádio de desenvolvimento das plantas infestantes, conforme
abaixo: Estádio pós-precoce das plantas infestantes - 2 folhas: Plantas infestantes controladas: •
Leiteiro (Euphorbia heterophylla) • Corda-de-viola (Ipomoea purpurea) • Caruru (Amaranthus
hybridus) Estádio pós-precoce das plantas infestantes - 3 folhas: Plantas infestantes controladas:
• Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) • Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea

Néctarina/ Pêssego:
Aplicar em jato dirigido sem atingir a cultura.
Realizar o controle do picão-preto, guanxuma, caruru e picão branco quando as plantas
daninhas estiverem com até 4 folhas. Capim-colchão e capim-marmelada, quando estiver com
até 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura. Recomenda-se uma
única aplicação por ciclo da cultura.

Noz-pecã:
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes
devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capim-colchão,
aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capimpé-de-galinha, capim-
amargoso e capimcarrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em
maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto,
amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas.
Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única
aplicação por ciclo da cultura.

Pinhão:
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes
devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capim-colchão,
aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capimpé-de-galinha, capim-
amargoso e capimcarrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em
maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto,
amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas.
Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única
aplicação por ciclo da cultura.

Pupunha:
Pode ser aplicado na linha de plantio (jato dirigido) sem atingir a cultura. As plantas infestantes
devem estar em crescimento ativo. Em capim-marmelada, braquiária, quicuio e capim-colchão,
aplicar quando a planta infestante estiver com até 2 perfilhos. Em capimpé-de-galinha, capim-
amargoso e capimcarrapicho, aplicar quando a planta infestante estiver com até 1 perfilho. Em
maria-gorda, guanxuma, falsa-serralha, malva-branca, carrapicho-de-carneiro, picão- preto,
amendoim-bravo e trapoeraba, aplicar quando a planta infestante estiver com até 4 folhas.
Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única
aplicação por ciclo da cultura.

Repolho:
Realizar a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem de 2 a 4 folhas, em jato dirigido,
sem atingir a cultura. Proteger a planta de repolho com copinhos plásticos (sistema de
copinhos). Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.

Soja:
- Para aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar na fase de pré-semeadura, em pósemergência
das plantas infestantes, em área total. Para o controle de capim-colchão e capimmarmelada,
realizar o controle quando as plantas infestantes estiverem com até 2 perfilhos. Para o controle de
amendoim-bravo, nabo, picão-preto, poaia, caruru e beldroega, realizar a aplicação do produto
quando as plantas infestantes estiverem com até 6 folhas. Para o controle de trapoeraba, realizar
o controle quando a planta infestante estiver com 2 a 4 folhas. No controle de trigo, aveia, cevada,
centeio, triticale e azevém, realizar o controle quando as plantas infestantes estiverem com até 2
perfilho. Na buva, realizar aplicação quando a planta infestante estiver com até 12 cm de altura.
Em carrapicho-de-carneiro, realizar aplicação do produto quando a planta infestante estiver com
até 4 folhas e para erva-quente, realizar o controle quando a planta infestante estiver com até 8
folhas. Para o capim-amargoso, capimcarrapicho e capim-camalote, realizar a aplicação sobre as
plantas infestantes oriundas de sementes até o estádio de desenvolvimento de 3 perfilhos.
Adicionar 0,2% v/v de adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única
aplicação por ciclo da cultura.

Soja OGM:
Aplicar o produto em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas observando-se o estádio
precoce de desenvolvimento das plantas daninhas considerando-se o estádio máximo de 2 a 4
folhas para as dicotiledôneas e de 2 folhas até 1 perfilho para as monocotiledôneas. Pode-se
aplicar o produto a partir da germinação da soja. Recomenda-se a aplicação sequencial com
intervalo de 12 a 14 dias uma da outra, na dose de 2,0 a 3,5 L p.c./ha, de acordo com as
recomendações de uso e nas situações em que ocorram novos fluxos de germinação de plantas
daninhas na área. Fazer no máximo duas aplicações do produto por safra de soja. Não
ultrapassar a dose máxima de adjuvante em 0,5L/ha por aplicação.
Trigo:
- Aplicação no sistema Plantio Direto: Aplicar em pré-semeadura da cultura, em pós-emergência
das plantas daninhas, em área total. A cultura deve ser semeada 7 dias após a aplicação do
produto. Caruru e guanxuma devem ter até 4 folhas. Para o controle da buva oriunda de
sementes, realizar a aplicação na dose de 1,5 a 2,0 L/ha quando as plantas daninhas estiverem
com até 2 folhas. Para o controle das gramíneas como o capim-amargoso, aplicar sobre as
plantas daninhas oriundas de sementes na dose de 2,0 L/ha até o estádio de desenvolvimento
de 1 perfilho. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.
- Para dessecação de pré-colheita: Aplicar o produto na dessecação em uma única pulverização,
sempre com adição de 0,25 % v/v de óleo vegetal ou de óleo mineral na calda de aplicação.
Realizar a aplicação a partir do estádio de desenvolvimento em que os grãos de trigo estiverem
amarelos (massa mole) e até atingirem o estádio de grãos dourados (massa dura).

Triticale:
Para aplicação no sistema de Plantio Direto (dessecação pré-plantio): Aplicar em pré-semeadura
da cultura, em pósemergência das plantas infestantes, em área total. A cultura deve ser
semeada 7 dias após a aplicação do produto. Para o caruru, guanxuma, picão-preto, erva-
quente e soja, aplicar o produto quando as plantas infestantes estiverem com até 4 folhas. No
controle das gramineas, aplicar o produto sobre as plantas infestantes oriundas de sementes na
dose de 2,0 L/ha, até o estádio de desenvolvimento de 1 perfilho. Adicionar 0,2% v/v de
adjuvante a base de óleo mineral ou vegetal. Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da
cultura.

Uva:
Aplicar em jato dirigido na linha da cultura, atingindo no máximo a "canela" da cultura. Picão-
preto deve ter até 10 cm e as demais plantas daninhas, de 10 a 20 cm.
Recomenda-se uma única aplicação por ciclo da cultura.




MODO DE APLICAÇÃO:

Aplicação terrestre:
Para as culturas da açaí, alface, algodão, algodão geneticamente modificado, aveia, banana,
batata, café, castanha-do-pará, centeio, cevada, citros, coco, dendê, duboisia, eucalipto, feijão,
macadâmia, maçã, milho, milho geneticamente modificado, nectarina, noz-pecã, pêssego,
pinhão, pupunha, repolho, soja, trigo, triticale e uva, o herbicida Glufonium pode ser aplicado
com pulverizador costal manual, costal pressurizado, tratorizado ou autopropelido.
Utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada. Procurar utilizar
equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a
ocorrência de deriva:
- Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) VMD;
- Densidade de gotas: 20 gotas/cm2
- Volume de calda:
• Açai, alface, algodão, aveia, batata, castanha-do-pará, centeio, cevada, citros, coco, dendê,
duboisia, eucalipto, feijão, macadâmia, maçã, milho, nectarina, noz-pecã, pêssego, pinhão,
pupunha, repolho, soja, triticale e uva: 350 L/ha;
• Algodão geneticamente modificado e milho geneticamente modificado: 200 a 300 L/ha;
• Banana: 500 L/ha.
• Soja OGM: 100 a 300 L/ha.
• Para a cultura do café, considerar o volume de calda de 450 L/ha, quando for realizar o controle
de guanxuma, capim-marmelada e capim-colchão. Para as demais plantas infestantes utilizar o
volume de calda de 350 L/ha.
- As pulverizações devem cobrir uniformemente as plantas infestantes, evitando escorrimentos,
que causam perda e mau funcionamento do produto.
- Deve-se sempre utilizar água limpa. - Para as hortaliças (alface e repolho) quando utilizar o
"sistema de copinhos", cobrir as mudinhas com copinho plástico, para protegê-la da ação
herbicida do produto.

Aplicação aérea:
Glufonium pode ser aplicado via aérea no caso de aplicação em área total em pré-plantio das
culturas da aveia, centeio, cevada, soja, trigo e triticale, em pós-emergência do algodão
geneticamente modificado, do milho geneticamente modificado e dessecação na pré-colheita
das culturas da batata, do feijão e da soja, através de aeronaves agrícolas equipadas com barra
contendo bicos hidráulicos Spraying Systems D8, core 46 ou atomizadores rotativos (Micronair
AU 5000 ou semelhante) apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média a
grossa. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento,
isento de desgaste e vazamentos. Altura de vôo: A altura do vôo depende das características da
aeronave, das condições da área-alvo, em especial da altura da vegetação e dos obstáculos ao
vôo, do diâmetro das gotas e das condições atmosféricas, em especial temperatura, vento e
umidade relativa do ar. Como regra geral, a altura de vôo situa-se entre 2 a 4 metros acima da
vegetação a controlar, sendo maior quanto maior o porte da aeronave.
Largura da faixa de deposição: 12 a 15 metros. Deve ser determinada mediante testes de
deposição com as aeronaves e equipamentos que serão empregados na aplicação. Varia
principalmente com a altura de vôo, porte da aeronave e diâmetro das gotas.
Diâmetro de gotas: Gotas média a grossa, com no mínimo de 300 µ (micra) DMV, evitando
condições mais críticas de evaporação e/ou deriva.
Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm² variando com o tamanho da gota e/ou volume de
aplicação.
Volume de aplicação: Deve ser estabelecido em função do diâmetro e densidade de gotas.
Como orientação geral, aplicar de 20 a 40 litros/hectare de calda.

ATENÇÃO: A aplicação aérea somente deve ser realizada quando não existe o risco de ocorrer
contato da pulverização com culturas sensíveis ao Glufonium. Portanto, a indicação desta
modalidade de aplicação deve ser previamente avaliada pelo Engenheiro Agrônomo ou Técnico
responsável.

Algodão OGM:
Pode ser aplicado com pulverizadores terrestres, manuais costais ou tratorizados, dotados de
barra com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 200 a 300 litros de calda/ha, ou aeronaves
agrícolas com volume de calda de 30 a 40 litros de calda/ha, diretamente sobre as plantas
daninhas. Sendo um produto de contato, é importante uma cobertura uniforme das plantas
daninhas pela calda de pulverização.

Condições climáticas favoráveis: Temperatura mínima e 10ºC a máxima de 28ºC.
Umidade relativa do ar de mínimo 60%.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
                                      CULTURAS                         DIAS
                         Açaí, castanha-do-pará, citros, coco,          40
                         dendê, macadâmia, noz-pecã, pinhão
                         e pupunha
                         Alface, maçã, nectarina, pêssego,               7
                         repolho e uva
                         Algodão                                         28
                         Algodão OGM                                    116
                         Banana, batata e soja                           10
                         Café                                            20
                         Duboisia e eucalipto                          U.N.A
                         Feijão, ervilha, faijão-caupi, feijão-          5
                         fava, feijão-guando, feijão-mungo,
                         feijão-vagem, grão-de-bico e lentilha
                         Milho OGM                                      50
                         Aveia, centeio, cevada, milho, trigo e         (1)
                         triticale
                         Soja OGM                                       60

(1)
      Uso não alimentar
(2)
      Intervalo de segurança não determinado, devido à modalidade de emprego


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os EPI’s
recomendados para o uso durante a aplicação.



LIMITAÇÕES DE USO:
Glufonium é um herbicida de ação total, não seletivo, devendo ser utilizado somente nas
culturas para as quais está registrado, observando atentamente as instruções de uso do produto.
Chuvas ou irrigação por aspersão no período de 6 horas após a aplicação do produto pode
reduzir seu efeito herbicida.
Algodão OGM:
• O produto não promove efeitos negativos quando utilizado dentro das instruções de uso.
• A recomendação de uso do produto é restrita em algodoeiro geneticamente modificado
   expressando a proteína PAT, não sendo recomendado o uso do produto nesta modalidade
   sobre cultivar convencional.
• O produto não deve ser aplicado em plantas daninhas ou culturas que estejam sob estresse,
   ou quando o solo se apresentar com deficiência hídrica. Os melhores resultados são obtidos
   quando as plantas daninhas se apresentam em condições favoráveis de desenvolvimento.
• Evitar aplicações quando as plantas daninhas estiverem excessivamente molhadas.
• Para o bom funcionamento do produto deve ser observado um período de 6 horas sem
   ocorrência de chuvas.
Restrições gerais:
•   Evitar deriva de pulverização e de resíduos do produto sobre lavouras vizinhas, Glufonium
    pode causar fitotoxicidade às culturas ou vegetações próximas às áreas nas quais está
    sendo aplicado caso a aplicação ou a deriva de aplicação atinja a sua folhagem;
•   Restos ou “tigüera” de plantas de Algodão OGM não serão controlados por este herbicida, da
    mesma forma que não serão controladas por herbicidas seletivos convencionais.
•   Sendo um produto de contato, é importante uma cobertura uniforme das folhas das plantas
    daninhas pela calda de pulverização;
•   O controle de plantas daninhas pode ser reduzido se a aplicação for realizada em períodos
    de baixa insolação (nevoeiro ou neblina); ou quando as ervas daninhas estão sob estresse
    devido às condições ambientais como a seca, temperaturas frias ou longos períodos de
    nebulosidade;
•   Os melhores resultados são obtidos quando as plantas daninhas se apresentam nos estádios
    iniciais e em condições favoráveis de desenvolvimento.
•   Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto
    podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países,
    em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas
    informações previamente à utilização deste produto.
•   Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso
    contidas nesta bula.
•   É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações,
    sendo ele o único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este
    produto. Caso tenha alguma dúvida, consulte seu exportador, importador ou a Sinon do
    Brasil Ltda. antes de aplicar este produto.
•   É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de
    campo), especialmente para culturas de exportação.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM: Vide Modo de
Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO
AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: VIDE DADOS RELATIVOS
À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
   •   Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H para o controle do
       mesmo alvo, quando apropriado.
   •   Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas
       agrícolas.
   •   Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do
       produto.
   •   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
       estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de
       herbicidas.
   •   Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
       consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
       (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas
       Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura,
       Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

            GRUPO                             H                         HERBICIDA

O produto herbicida Glufonium é composto por Glufosinato-sal de Amônio, que apresenta
mecanismo de ação dos inibidores da GS (Glutamina sintetase) pertencente ao Grupo H,
segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Não aplicável, trata-se de um HERBICIDA.
    MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

               ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
          USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
•Produto para uso exclusivamente agrícola.
•O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
•Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
•Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
•Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
•Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
•Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional
habilitado;
•Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
•Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e de animais;
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas.
•Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
PRODUTO IRRITANTE PARA OS OLHOS.
•Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas de nitrila e as pernas das calças por
cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado classe
P2, viseira facial com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
•Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção
individual (EPI) recomendados.
•Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
•Evite ao máximo possível o contato com a área de aplicação.
•Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
•Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em
que estiver sendo aplicado o produto.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas de cada região.
•Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
•Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidro-repelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; mascara com filtro combinado (classe P2); óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
•Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. AREA TRATADA” e
mantenha os avisos até o final do período de reentrada.
•Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
•Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas
tratadas logo após a aplicação.
•Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita).
•Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
•Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
•Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
•Não reutilizar a embalagem vazia.
•No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
•Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
•Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.




                                     ATENÇÂO       Nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo o serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: se engolir o produto, não provoque o vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite
a pessoa de lado. Não dê nada para a pessoa beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho.

Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave com muita água corrente e sabão
neutro.

Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.


                                    INFORMAÇÕES MÉDICAS
 Grupo Químico     Homoalanina substituída.
     Classe
                   Categoria 4
  toxicológica
    Vias de
                   Oral, inalatória, ocular e dérmica.
   exposição
                   O glufosinato de amônio é um análogo fosfinico do ácido glutâmico, que é um
                   típico aminoácido excitatório do SNC, o principal alvo da toxicidade aguda do
                   glufosinato, porém o mecanismo celular e molecular desta ação, ainda não é bem
                   entendido. A toxicidade pode ser devida a contribuição de ambos, glufosinato e o
                   surfactante, presentes nestes herbicidas.
 Toxicocinética    Após a intoxicação com glufosinato, 7 de 16 pacientes, demonstraram redução
                   das atividades das células vermelhas e colinesterases do sangue. Em outro caso
                   de intoxicação por ingestão de glufosinato, os níveis de colinesterases estiveram
                   reduzidos por 5 dias. Este herbicida deve possuir algum papel, como um inibidor
                   de colinesterase, seguido da toxicidade aguda, porém os efeitos colinérgicos não
                   tem sido uma porção significante da síndrome.
                   O Glufosinato de Amônio foi pouco absorvido pelo trato gastrointestinal de ratos.
                   Os níveis no sangue após a administração oral foram baixos e mensuráveis
                   somente por um curto tempo. A eliminação foi bifásica, com meia-vida de 7-8
 Mecanismos de
                   horas e 52-64 horas, através da urina, e principalmente das fezes. Não houve
  absorção e
                   acúmulo da substância nos tecidos e órgãos.
   excreção
                   Estudo com animais através da administrado oral do metabólito principal de
                   glufosinato de amônio houve excreção de 92% através da urina e 3.5% através
                   das feses após 4 dias (FAQ. 1991).
                   Gastrointestinal – náusea, vômito, dor abdominal e diarréia podem acontecer logo
                   após ingestão (dentro de 2 horas). Erosões gástricas também podem acontecer.
                   2. Sinais vitais- diminuição da respiração, queda da pressão sanguínea e febre
                   são sintomas comuns de envenenamento por glufosinato. Dificuldade respiratória
                   pode desenvolver 8 a 24 horas após ingestão.
   Sintomas e
                   3. Sintomas neurológicos – sintomas neurológicos, inclusive pertubações de
 Sinais Clínicos
                   consciência ataques apopléticos e dificuldade respiratória pode desenvolver 8 a
                   24 horas após o envenenamento. Perda de memória de curto prazo geralmente
                   pode acontecer.
                   4. Hepático – elevação de enzima hepática no soro são um efeito comum de
                   envenenamento.
              5. Acidose metabólica foi informada em pacientes que desenvolveram hipotensão
              após ingestão de glufosinato de amônio.
              6. Outros sintomas clínicos incluem alteração no movimento ocular, edema geral,
              leucocitose, enzimas hepáticas elevadas, erosão de membranas mucosas
              gástricas e amnésia parcial.
              7. Hematológico – leucocitose é um efeito comum de envenenamento geralmente
              acontece no primeiro dia podendo durar até 5 dias ou mais.
              O diagnóstico deve ser feito baseado no exame clínico e nas informações
              disponíveis.
              Monitoramento laboratorial:
              Oximentria de pulso ou controle de gases do sangue arterial e radiografia do tórax
Diagnóstico
              em pacientes com sintomas respiratórios. Em caso de envenenamento severo
              pode resultar em depressão respiratória, ipotensão, e depressão de CNS. Estes
              devem ser monitorados durante pelo menos 24 horas.
              Monitorar testes de função hepática em pacientes com exposição significante.
              As medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas concomitantemente
              ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
              Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais.
              1. Remover roupas e acessórios, proceder a descontaminação cuidadosa da pele
              (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e
              sabão. Remover a vítima para local ventilado.
              2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou
              água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
              3. Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder à
              lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do
              risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em
              adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano,
              diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 ml de água.
              4. Em caso de ingestão, observe o paciente cuidadosamente para o possível
              desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrointestinal e do esôfago, caso
              positivo a endoscopia poderá ser indicada para avaliar a extensão da lesão.
Tratamento
              5. Monitorar sinais vitais frequentemente.
              6. Monitor para hipotensão, disritmias, depressão respiratória e necessidade de
              intubação endotraqueal.
              7. Avalie para hipoglicemia, alteração de eletrólitos e hipoxia.
              8. Monitore fluidos e eletrólitos.
              9. Em caso de convulsão administre benzodiazepinico IV: DIAZEPAM (ADULTO 5
              mg/kg, repita a cada 10 a 15 min conforme necessário. CRIANÇA 0,2 a 0,5 mg/kg,
              repita a cada 5 min conforme necessário) ou LORAZEPAM (ADULTO 2 a 4 mg/kg;
              CRIANÇA 0,05 a 0,1 mg/Kg).
              10. Considera-se fenobarbital ou propofol se convulsões ocorrerem
              periodicamente após administração de 30 mg de diazepam (em adultos) ou 10
              mg (em crianças maiores de 5 anos).
              11. Em caso de hipotensão, infunda 10 a 20 mL/kg fluido isotônico. Se hipotensão
              persistir, administre infusão com 0,5 a 1 mog/min. Em CRIANÇA comece infusão
              a 0,1 mog/min).
              Trate acidose severa com bicarbonato de sódio de IV.
  Contra -    A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
indicações    pneumonite química.
              Ligue para DISQUE-INTOXICAÇÃO: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
              informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
              Rede Nacional de Centro de Informação e Assistência Toxicológica RENACIT-
 Atenção
              ANVISA/MS
              Centro de Informações Toxicológicas: 0800-410148 (PR) / (19) 3289-3128
              Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
                  Telefone de Emergência da Empresa: TOXICLIN 0800 0141 149


MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

O produto foi eliminado quase completamente no dia 1 e 2 a uma taxa de 10,6% via urina e 82%
via fezes, sendo que na urina foi eliminado 8,5% do ingrediente ativo intacto e nas fezes 74%.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos Agudos:
Glufonium se mostrou irritante para os olhos de coelhos e levemente irritante para a pele.
Em cobaias o produto não apresentou potencial sensibilizante dérmico. DL 50 oral de 4250
mg/kg em ratos. DL 50 dérmica 4000 mg/kg em ratos.

Efeitos Crônicos:
Nenhum efeito teratogênico foi encontrado em ratos ou coelhos. Foram observados sinais de
embriotoxicidade e redução de tamanho da ninhada em ratos e camundongos.
Estudo durante a gravidez em ratos revelou toxicidade materna nos grupos alimentados com as
doses de 50 e 250 mg/kg/dia, com sinais clínicos de aumento nas adrenais, diminuição no peso
do baço e hemorragias vaginais (Ebertr et al, 1990).
Filhotes de coelha alimentados com 20 mg/kgf/dia demonstram sinais de intoxocação clínica
com redução no consumo da dieta e ganho de peso corpóreo, parto prematuro e
abortos também foram evidenciados (Ebert et al, 1990).
   INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS
                             RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
(X) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

-Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microrganismos do solo.
-Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
-Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
-A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
-Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
-Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou material não combustível.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável;
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Sinon do Brasil Ltda – telefone de
Emergência: (51) 3023.8181
-Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão de algodão hidro-repelente luvas e
botas de borracha, óculos protetor e máscaras com filtros).
-Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante através do telefone
indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO 2, PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.


PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:

-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberal o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as suas paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar o equipamento independente para lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:

-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nesta posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.

• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para a utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
                                

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