Gallant Max
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Herbicida
haloxifope-P-metílico (ácido ariloxifenoxipropiônico) (540 g/L)
Informações
Número de Registro
04618
Marca Comercial
Gallant Max
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
haloxifope-P-metílico (ácido ariloxifenoxipropiônico) (540 g/L)
Titular de Registro
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico/Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Avena sativa
aveia
Algodão
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Algodão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Algodão
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Algodão
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Algodão
Zea mays
milho
Citros
Avena sativa
aveia
Citros
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Citros
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Citros
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Citros
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Citros
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Citros
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Citros
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Citros
Zea mays
milho
Feijão
Avena sativa
aveia
Feijão
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Feijão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Feijão
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Feijão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Feijão
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Feijão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Feijão
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Feijão
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Feijão
Zea mays
milho
Maçã
Avena sativa
aveia
Maçã
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Maçã
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Maçã
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Maçã
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Maçã
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Maçã
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Maçã
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Maçã
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Maçã
Zea mays
milho
Soja
Avena sativa
aveia
Soja
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Soja
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Soja
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Soja
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Soja
Zea mays
milho
Trigo
Avena sativa
aveia
Trigo
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Trigo
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Trigo
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Trigo
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Trigo
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Trigo
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Trigo
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Trigo
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Trigo
Zea mays
milho
Uva
Avena sativa
aveia
Uva
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Uva
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Uva
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Uva
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Uva
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Uva
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Uva
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Uva
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Uva
Zea mays
milho
Conteúdo da Bula
GALLANT® MAX
<logomarca do produto>
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 4618
COMPOSIÇÃO:
methyl (R)-2-{4-[3-chloro-5-(trifluoromethyl)-2-pyridyloxy]phenoxy}propanoate
(Haloxifope-R-metílico).................................................................................................540,0 g/L (54,0% m/v)
Equivalente ácido de Haloxifope-R-metílico ...................................................................520,0 g/L (52,0% m/v)
Diethylene glycol monoethyl ether
(Dietileno glicol monoetil éter).....................................................................................531,0 g/L (53,1% m/v)
Outros ingredientes ..........................................................................................................80,0 g/L (8,0% m/v)
GRUPO A HERBICIDA
CONTEÚDO: Vide rótulo
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO:
Haloxifope-R-metílico: Ácido ariloxifenoxipropiônico
Dietileno glicol monoetil éter: Éteres de glicol, poliéteres
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, Conjunto 81-A, Sala CTVA -
Tamboré - CEP: 06460-000 - Barueri/SP
CNPJ: 47.180.625/0001-46 - Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO
HALOXYFOP-R METHYL TÉCNICO
Registro MAPA no 007094
Corteva Agriscience France S.A.S.
BP-20 Zone Industrielle, F-67410, Drusenheim - França
Jiangsu Flag Chemical Industry Co., Ltd.
No. 309, Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industrial Park, Nanjing, Jiangsu 210047 - China
HALOXYFOP-P-METHYL TÉCNICO UPL
Registro MAPA no 12214
Shandong Luba Chemical Co., Ltd
Loujia Village, Tangwang Town, Licheng District, Jinan City 250106, Shandong Province - China
HALOXYFOP-P-METHYL TÉCNICO RAINBOW
Registro MAPA no 12314
Shandong Luba Chemical Co., Ltd.
Loujia Village, Tangwang Town, Licheng District, Jinan City 250106, Shandong Province - China
NingXia Rainbow Chemical Co. Ltd.
Taisha Industrial Park Pingluo Ningxia 753400 - China
FORMULADOR
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas - CEP: 07809-105 - Franco da Rocha/SP
CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP
Corteva Agriscience Argentina S.R.L.
Hipolito Irigoyen 2900, Santa Fe, Puerto General San Martin, S2202DRA - Argentina
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MANIPULADOR
Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Av. Liberdade, 1701, Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro no Estado no 8 - CDA/SP
Ouro Fino Química S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, lote 5, Distrito Industrial III - CEP: 38044-750
Uberaba/MG, CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Registro no Estado no 8.764 - IMA/MG
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-
OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º e 273º do
Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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INSTRUÇÕES DE USO:
Gallant Max é recomendado para o controle pós-emergente de plantas daninhas gramíneas, nas situações
descritas a seguir.
Culturas, Alvos, Modo de Aplicação, Doses, Número e Época de Aplicação
Aplicação em dessecação/pré-semeadura das culturas:
Dose
Cultura Alvos Época de Aplicação
(mL/ha)
Aveia voluntária*
(Avena sativa)
Capim-marmelada*
(Brachiaria plantaginea)
Capim-braquiária*
(Brachiaria decumbens)
Capim-carrapicho*
(Cenchrus echinatus)
Deve ser aplicado em pós-emergência das
Capim-colchão* plantas daninhas quando em pleno
(Digitaria horizontalis) desenvolvimento vegetativo e sem estresse
70 - 290
Capim-amargoso* hídrico. Os melhores níveis de controle são
(Digitaria insularis) atingidos quando aplicado no início do
desenvolvimento para espécies anuais.
Algodão Capim-pé-de-galinha*
(Eleusine indica)
Azevém*
(Lolium multiflorum)
Capim-colonião*
(Panicum maximum)
Milho voluntário*
(Zea mays)
Nº máximo de aplicações em dessecação/pré-semeadura da cultura: 1
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha.
- Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha.
* Adicionar o adjuvante óleo mineral à calda na proporção de 0,5% v/v.
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Dose
Cultura Alvos Época de Aplicação
(mL/ha)
Aveia voluntária*
(Avena sativa)
Capim-marmelada*
(Brachiaria plantaginea)
Capim-braquiária*
(Brachiaria decumbens)
Capim-carrapicho*
(Cenchrus echinatus)
Deve ser aplicado em pós-emergência das
Capim-colchão* plantas daninhas quando em pleno
(Digitaria horizontalis) desenvolvimento vegetativo e sem estresse
70 - 290
Capim-amargoso* hídrico. Os melhores níveis de controle são
(Digitaria insularis) atingidos quando aplicado no início do
desenvolvimento para espécies anuais.
Capim-pé-de-galinha*
Feijão (Eleusine indica)
Azevém*
(Lolium multiflorum)
Capim-colonião*
(Panicum maximum)
Milho voluntário*
(Zea mays)
Nº máximo de aplicações em dessecação/pré-semeadura da cultura: 1
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha.
- Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha.
* Adicionar o adjuvante óleo mineral à calda na proporção de 0,5% v/v.
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Dose
Cultura Alvos Época de Aplicação
(mL/ha)
Aveia voluntária*
(Avena sativa)
Capim-marmelada*
(Brachiaria plantaginea)
Capim-braquiária*
(Brachiaria decumbens)
Capim-carrapicho*
(Cenchrus echinatus)
Deve ser aplicado em pós-emergência das
Capim-colchão* plantas daninhas quando em pleno
(Digitaria horizontalis) desenvolvimento vegetativo e sem estresse
70 - 290
Capim-amargoso* hídrico. Os melhores níveis de controle são
(Digitaria insularis) atingidos quando aplicado no início do
desenvolvimento para espécies anuais.
Capim-pé-de-galinha*
Soja
(Eleusine indica)
Azevém*
(Lolium multiflorum)
Capim-colonião*
(Panicum maximum)
Milho voluntário*
(Zea mays)
Nº máximo de aplicações em dessecação/pré-semeadura da cultura: 1
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha.
- Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha.
* Adicionar o adjuvante óleo mineral à calda na proporção de 0,5% v/v.
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Dose
Cultura Alvos Época de Aplicação
(mL/ha)
Aveia voluntária*
(Avena sativa)
Capim-marmelada*
(Brachiaria plantaginea)
Capim-braquiária*
(Brachiaria decumbens) Deve ser aplicado em pós-emergência das
Capim-carrapicho* plantas daninhas quando em pleno
(Cenchrus echinatus) desenvolvimento vegetativo e sem estresse
hídrico. Os melhores níveis de controle são
Capim-colchão*
atingidos quando aplicado no início do
(Digitaria horizontalis) 70 - 290
desenvolvimento para espécies anuais.
Capim-amargoso*
(Digitaria insularis) Deverá ser respeitado um intervalo entre a
Capim-pé-de-galinha* aplicação e o plantio da cultura de no mínimo
(Eleusine indica) 7 dias (dose de até 115 mL/ha) e de no
mínimo 21 dias (dose de até 290 mL/ha).
Trigo Azevém*
(Lolium multiflorum)
Capim-colonião*
(Panicum maximum)
Milho voluntário*
(Zea mays)
Nº máximo de aplicações em dessecação/pré-semeadura da cultura: 2
Intervalo de aplicação: deve-se realizar o monitoramento da área e, caso haja um novo fluxo
de plantas daninhas, uma nova aplicação pode ser feita, respeitando o intervalo entre a
aplicação e plantio da cultura.
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha.
- Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha.
* Adicionar o adjuvante óleo mineral à calda na proporção de 0,5% v/v.
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Aplicação em pós-emergência das culturas:
Dose
Cultura Alvos Época de Aplicação
(mL/ha)
Aveia voluntária*
(Avena sativa)
Capim-marmelada*
(Brachiaria plantaginea)
Braquiarão*
(Brachiaria brizantha)
Capim-braquiária*
(Brachiaria decumbens)
Capim-carrapicho*
(Cenchrus echinatus)
Capim-colchão* Deve ser aplicado em pós-emergência
(Digitaria horizontalis) das plantas daninhas quando em pleno
desenvolvimento vegetativo e sem
Capim-amargoso* 70 - 115 estresse hídrico. Os melhores níveis de
(Digitaria insularis) controle são atingidos quando aplicado no
Capim-pé-de-galinha* início do desenvolvimento para espécies
(Eleusine indica) anuais.
Algodão
Azevém*
(Lolium multiflorum)
Capim-colonião*
(Panicum maximum)
Milheto*
(Pennisetum americanum)
Falso-massambará*
(Sorghum arundinaceum)
Milho voluntário*
(Zea mays)
Nº máximo de aplicações em pós-emergência da cultura: 1
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha.
- Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha.
* Adicionar o adjuvante óleo mineral à calda na proporção de 0,5% v/v.
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Dose
Cultura Alvos Época de Aplicação
(mL/ha)
Aveia voluntária*
(Avena sativa)
Capim-marmelada*
(Brachiaria plantaginea)
Braquiarão*
(Brachiaria brizantha)
Capim-braquiária*
(Brachiaria decumbens)
Capim-carrapicho* Deve ser aplicado em pós-emergência
(Cenchrus echinatus) das plantas daninhas quando em pleno
Capim-colchão* desenvolvimento vegetativo e sem
(Digitaria horizontalis) estresse hídrico. Os melhores níveis de
controle são atingidos quando aplicado no
Capim-amargoso* 70 - 115 início do desenvolvimento para espécies
(Digitaria insularis) anuais.
Capim-pé-de-galinha*
(Eleusine indica) A aplicação deverá ser realizada na
entrelinha da cultura, em jato dirigido,
Azevém*
Citros evitando o contato com a cultura.
(Lolium multiflorum)
Capim-colonião*
(Panicum maximum)
Milheto*
(Pennisetum americanum)
Falso-massambará*
(Sorghum arundinaceum)
Milho voluntário*
(Zea mays)
Nº máximo de aplicações em pós-emergência da cultura: 3
Intervalo de aplicação: deve-se realizar o monitoramento da área e, caso haja um novo fluxo
de plantas daninhas, uma nova aplicação do produto pode ser feita, respeitando o período para
o produto agir sobre as plantas daninhas.
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha.
* Adicionar o adjuvante óleo mineral à calda na proporção de 0,5% v/v.
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Dose
Cultura Alvos Época de Aplicação
(mL/ha)
Aveia voluntária*
(Avena sativa)
Capim-marmelada*
(Brachiaria plantaginea)
Braquiarão*
(Brachiaria brizantha)
Capim-braquiária*
(Brachiaria decumbens)
Capim-carrapicho*
(Cenchrus echinatus)
Capim-colchão* Deve ser aplicado em pós-emergência
(Digitaria horizontalis) das plantas daninhas quando em pleno
desenvolvimento vegetativo e sem
Capim-amargoso* 70 - 115 estresse hídrico. Os melhores níveis de
(Digitaria insularis) controle são atingidos quando aplicado no
Capim-pé-de-galinha* início do desenvolvimento para espécies
(Eleusine indica) anuais.
Feijão
Azevém*
(Lolium multiflorum)
Capim-colonião*
(Panicum maximum)
Milheto*
(Pennisetum americanum)
Falso-massambará*
(Sorghum arundinaceum)
Milho voluntário*
(Zea mays)
Nº máximo de aplicações em pós-emergência da cultura: 1
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha.
- Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha.
* Adicionar o adjuvante óleo mineral à calda na proporção de 0,5% v/v.
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Dose
Cultura Alvos Época de Aplicação
(mL/ha)
Aveia voluntária*
70 - 115
(Avena sativa)
Capim-marmelada*
70 - 115
(Brachiaria plantaginea)
Braquiarão*
70 - 115
(Brachiaria brizantha)
Capim-braquiária*
70 - 115
(Brachiaria decumbens)
Capim-carrapicho* Deve ser aplicado em pós-emergência
70 - 115
(Cenchrus echinatus) das plantas daninhas quando em pleno
Capim-colchão* desenvolvimento vegetativo e sem
70 - 115 estresse hídrico. Os melhores níveis de
(Digitaria horizontalis)
controle são atingidos quando aplicado no
Capim-amargoso* início do desenvolvimento para espécies
70 - 115
(Digitaria insularis) anuais.
Capim-pé-de-galinha*
Maçã 70 - 115 A aplicação deverá ser realizada na
(Eleusine indica)
entrelinha da cultura, em jato dirigido,
Azevém*
115 - 350 evitando o contato com a cultura.
(Lolium multiflorum)
Capim-colonião*
70 - 115
(Panicum maximum)
Milheto*
70 - 115
(Pennisetum americanum)
Falso-massambará*
70 - 115
(Sorghum arundinaceum)
Milho voluntário*
70 - 115
(Zea mays)
Nº máximo de aplicações em pós-emergência da cultura: 1
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha.
* Adicionar o adjuvante óleo mineral à calda na proporção de 0,5% v/v.
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Dose
Cultura Alvos Época de Aplicação
(mL/ha)
Aveia voluntária*
(Avena sativa)
Capim-marmelada*
(Brachiaria plantaginea)
Braquiarão*
(Brachiaria brizantha)
Capim-braquiária*
(Brachiaria decumbens)
Capim-carrapicho*
(Cenchrus echinatus)
Capim-colchão* Deve ser aplicado em pós-emergência
(Digitaria horizontalis) das plantas daninhas quando em pleno
desenvolvimento vegetativo e sem
Capim-amargoso* 70 - 115 estresse hídrico. Os melhores níveis de
(Digitaria insularis) controle são atingidos quando aplicado no
Capim-pé-de-galinha* início do desenvolvimento para espécies
(Eleusine indica) anuais.
Azevém*
Soja (Lolium multiflorum)
Capim-colonião*
(Panicum maximum)
Milheto*
(Pennisetum americanum)
Falso-massambará*
(Sorghum arundinaceum)
Milho voluntário*
(Zea mays)
Nº máximo de aplicações em pós-emergência da cultura: 2
Intervalo de aplicação: deve-se realizar o monitoramento da área e, caso haja um novo fluxo
de plantas daninhas, uma nova aplicação do produto pode ser feita, respeitando o período para
o produto agir sobre as plantas daninhas.
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha.
- Aplicação aérea: 20 - 40 L/ha.
* Adicionar o adjuvante óleo mineral à calda na proporção de 0,5% v/v.
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Dose
Cultura Alvos Época de Aplicação
(mL/ha)
Aveia voluntária*
70 - 115
(Avena sativa)
Capim-marmelada*
70 - 115
(Brachiaria plantaginea)
Braquiarão*
70 - 115
(Brachiaria brizantha)
Capim-braquiária*
70 - 115
(Brachiaria decumbens)
Capim-carrapicho* Deve ser aplicado em pós-emergência
70 - 115
(Cenchrus echinatus) das plantas daninhas quando em pleno
Capim-colchão* desenvolvimento vegetativo e sem
70 - 115 estresse hídrico. Os melhores níveis de
(Digitaria horizontalis)
controle são atingidos quando aplicado no
Capim-amargoso* início do desenvolvimento para espécies
70 - 115
(Digitaria insularis) anuais.
Capim-pé-de-galinha*
Uva 70 - 115 A aplicação deverá ser realizada na
(Eleusine indica)
entrelinha da cultura, em jato dirigido,
Azevém*
115 - 350 evitando o contato com a cultura.
(Lolium multiflorum)
Capim-colonião*
70 - 115
(Panicum maximum)
Milheto*
70 - 115
(Pennisetum americanum)
Falso-massambará*
70 - 115
(Sorghum arundinaceum)
Milho voluntário*
70 - 115
(Zea mays)
Nº máximo de aplicações em pós-emergência da cultura: 1
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 100 - 300 L/ha.
* Adicionar o adjuvante óleo mineral à calda na proporção de 0,5% v/v.
A variação das doses recomendadas depende do estádio de desenvolvimento das plantas daninhas e das
condições ambientais. Menores doses são recomendadas para plantas daninhas em estádios iniciais de
desenvolvimento, de 2 a 4 folhas, ou em condições ambientais favoráveis e maiores doses para plantas
daninhas em estádios avançados de desenvolvimento, até 1 perfilho, ou em condições ambientais
desfavoráveis.
Na cultura do algodão poderá ser realizada até duas aplicações por ciclo. Sendo uma aplicação em
dessecação/pré-semeadura e outra aplicação em pós-emergência da cultura, respeitando o intervalo de 35-
37 dias entre as aplicações.
Na cultura do feijão poderá ser realizada até duas aplicações por ciclo. Sendo uma aplicação em
dessecação/pré-semeadura e outra aplicação em pós-emergência da cultura, respeitando o intervalo de 28
dias entre as aplicações.
Na cultura da soja poderá ser realizada até três aplicações por ciclo. Sendo uma aplicação em
dessecação/pré-semeadura e as demais aplicações em pós-emergência da cultura, respeitando o intervalo
de 28 dias entre a primeira e a segunda aplicação e de 15 dias entre a segunda e terceira aplicação.
O efeito visual do Gallant Max inicia-se entre o 3º e o 7º dia após a aplicação, variável com as condições
climáticas, apresentando em gramíneas suscetíveis descoloração dos meristemas, ficando marrom e
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desintegrando-se. As folhas recém-formadas ficam cloróticas e morrem entre uma e três semanas após o
tratamento amarelecimento inicial.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Gallant Max deve ser aplicado em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme e pulverizado
por meio de equipamento costal, tratorizado ou aéreo.
Aplicação Terrestre
Equipamento costal:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho,
entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as
recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Equipamento tratorizado:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de
pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros,
deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações
do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Recomenda utilizar bicos de ponta leque, com tamanho médio de gotas entre 200 a 400 micras. A altura dos
bicos deverá ser aquela que proporcione o cruzamento dos jatos, para que a superfície tratada receba uma
quantidade uniforme de produto, evitando falhas ou acúmulo de produto nas faixas
Os parâmetros climáticos a serem seguidos no momento da aplicação deverão favorecer a adequada
cobertura do alvo biológico pela calda de pulverização e deverão minimizar o risco de deriva para áreas
adjacentes.
Normalmente, as condições favoráveis à pulverização são: temperatura abaixo de 32°C, umidade relativa
superior a 60% e vento inferior a 10 Km/h.
Aplicação Aérea:
Esta modalidade de aplicação pode ser utilizada na dessecação ou em pós emergências para as culturas
do algodão, feijão e soja e em dessecação pré semeadura para a cultura do trigo.
Os parâmetros de aplicação através de equipamento aéreo, como ângulo de barra, tipos e número de
pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade e altura de voo, entre outros, deverão
seguir as recomendações do modelo do avião definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro
Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Os parâmetros climáticos a serem seguidos no momento da aplicação deverão favorecer a adequada
cobertura do alvo biológico pela calda de pulverização e deverão minimizar o risco de deriva para áreas
adjacentes.
Normalmente, as condições favoráveis à pulverização são: temperatura abaixo de 32°C, umidade relativa
superior a 60% e vento entre 3 e 10 Km/h.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola
Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela Corteva
Agriscience, através do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a aplicação aérea deste
produto. Independentemente do treinamento recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer
aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula
do produto.
A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o produto
Gallant Max por não termos informações técnicas que respaldem esta modalidade.
Limpeza do tanque e sistema de pulverização:
A limpeza do pulverizador deve ser realizada após o término das aplicações com Gallant Max.
Esgote completamente o tanque e siga a legislação local, municipal, estadual e federal para o
gerenciamento de resíduos.
A lavagem consiste em 3 principais etapas: (1) lavagem com água; (2) lavagem com agente de limpeza
comercial para tanques; e (3) lavagem com água.
Seguem as etapas em detalhes:
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1. Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água limpa. Recircule por 20
minutos. Pulverize o conteúdo do tanque em local adequado.
2. Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água limpa e agente de limpeza
comercial na dosagem recomendada pelo fabricante. Recircule por 20 minutos. Passe água pelas
mangueiras, barra, pontas e filtros. Esgote completamente o tanque através das pontas. Remova
todas as pontas de pulverização, telas das pontas, incluindo o filtro em linha e faça a lavagem
separadamente com agente de limpeza. Reinstale no sistema de pulverização.
3. Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com água limpa. Recircule por 20
minutos. Drene a solução através do sistema, se possível passando pelas bombas, para esgotar
completamente o tanque.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão .............................................................................................................................. ...........................123 dias
Citros ................................................................................................................................................................30 dias
Feijão ................................................................................................................................................................66 dias
Maçã .................................................................................................................................................................48 dias
Soja ...................................................................................................................................................................90 dias
Trigo......................................................................................................................................................................... (1)
Uva ...................................................................................................................................................................97 dias
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de aplicação.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção
individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Gallant Max não é seletivo as culturas gramíneas. Atenção para não atingir culturas econômicas
suscetíveis;
• Se ocorrer chuvas até 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode ser prejudicada;
• Não armazenar a calda em recipiente de ferro galvanizado, ferro ou aço comum;
• Não aplicar sobre plantas daninhas cobertas com poeira, pois a eficiência do produto pode ser
reduzida devido à adsorção do produto às partículas de poeira presentes na planta;
• Não utilizar águas turvas ou com presença de argilas (barrentas), pois a eficiência do produto pode
ser prejudicada;
• Não utilizar o equipamento que foi utilizado para aplicação de Gallant Max, para aplicação de
outros produtos, em culturas susceptíveis.
• A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o
produto Gallant Max por não termos informações técnicas que respaldem esta modalidade
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÃO SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo A para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO A HERBICIDA
O produto herbicida Gallant Max é composto por Haloxifope-R-metílico, que apresenta mecanismo de ação
dos inibidores da síntese de lipídeos (inibidores da ACCase), pertencente ao Grupo A, segundo
classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas
e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
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PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas
de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado classe P2; óculos de segurança
com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente; botas
de borracha; avental impermeável (quando utilizar equipamento costal); respirador com filtro
combinado classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas logo após a
aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as botas e as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça, jaleco, luvas de
nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar do avesso), botas,
calça (desamarre e a deixe deslizar até o chão), luvas e respirador.
• A manutenção e limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Fique atento para a duração do macacão e para a manutenção da sua hidrorrepelência, seguindo as
recomendações do fabricante.
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ATENÇAO Nociivo se ingerida.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço de emergência, levando a embalagem, o
rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa
de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
INTOXICAÇÕES POR Gallant Max
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Haloxifope-R-metílico: Ácido ariloxifenoxipropiônico.
Grupo Químico Dietileno glicol monoetil éter: Éteres de glicol, poliéteres.
Classificação
CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
toxicológica
Vias d e exposição Ocular, oral, inalatória, dérmica e mucosas.
Haloxifope-R-metílico:
A absorção é rápida (>80%) e a excreção extensa, estudado em ratos,
macacos e humanos. Estudos indicam que Haloxifope-R-metílico é
rapidamente absorvido e se transforma em Haloxifope-R. A principal rota de
excreção e via bile (>80%). Haloxifope-R é distribuído primariamente para o
plasma, fígado e rins, não há acumulação. A meia-vida da substância na
circulação em camundongos é de aproximadamente 2 dias. A absorção pela
pele é, limitada e lenta. Os principais metabólitos são ácidos Haloxifope e
conjugados de ácido Haloxifope.
Dietileno glicol monoetil éter:
Estudo realizado em ratos por via oral e intravenosa apresentou altas
Toxicocinética concentrações plasmáticas com biodisponibilidade absoluta entre 79 e 95%. A
concentração máxima foi atingida em 0,25 hora após a dose por via intravenosa e
0,25 e 0,5 hora após a dose por via oral. Com relação às concentrações
plasmáticas, foram observadas altas concentrações na hipófise, tireóide, supra-
renais e medula óssea no mesmo tempo de amostragem. A substância foi
rapidamente excretada na urina, independentemente do sexo e da via de
administração (85% a 90% dentro de 24 horas após a dose). A substância de
teste mostra baixo potencial de bioacumulação nas condições deste estudo.
Um estudo de absorção dérmica in vitro usando pele humana mostrou que a
substância é capaz de passar pelo estrato córneo da epiderme, mas não causa
nenhum dano à pele no processo. Há um tempo de atraso de menos de 1 hora
para que a substância atravesse a pele e apareça no fluido receptor.
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Haloxifope-R-metílico:
Mecanismo de toxicidade do Haloxifope-R é pouco conhecido. Efeito adverso
em humanos e aumento de peso do fígado. Em roedores atua como proliferador
Toxicodinâmica de peroxissomas, mas este efeito mecanismo é irrelevante em humanos.
Dietileno glicol monoetil éter:
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos para o Dietileno
glicol monoetil éter.
Haloxifope-R-metílico:
Toxicidade aguda:
lngestão: o produto é moderadamente tóxico se ingerido diretamente. Pode
causar lesões corrosivas (ulcerativas) das mucosas oral, esofágica, gástrica, e
menos frequentemente, duodenal; disfagia, epigastralgia, náusea/vômitos,
cólicas, diarreia. Pode causar alterações neurológicas, que podem se complicar
com convulsões, coma e morte, são atribuídas à hipóxia e/ou hipotensão.
Contato cutâneo: pode causar leve irritação. Este quadro pode evoluir para
dermatite de contato (eritema e queimação).
Contato ocular: pode causar irritação, dor, queimação, conjuntivite e edema
palpebral.
lnalação: pode ocorrer irritação das vias respiratórias de aspiração, podendo
ocorrer, pneumonite química e efeitos adversos.
Toxicidade Crônica
Sintomas e sinais Exposições prolongadas e repetidas podem causar alergias dérmicas.
clínicos Dietileno glicol monoetil éter:
Baseado em resultados obtidos com estudos em animais, a toxicidade sistêmica
não é esperada a menos que grande quantidade tenha sido ingerida. A
severidade da intoxicação deve ser baseada nos achados clínicos. Na exposição
dérmica pode ocorrer leve irritação com ressecamento. Os testes de
sensibilização dérmica apresentaram resultados negativos. A exposição ocular
pode causar irite transitória leve e efeitos conjuntivais com vermelhidão, mas não
houve resposta da córnea em estudo em animais. Estudo agudo em ratos por via
oral apresentou sintomas como respiração forçada e ofegante, anorexia,
fraqueza leve a moderada, tremores e prostração. Estudo agudo por inalação em
ratos não apresentou sintomas e sinais clínicos. Em um estudo subcrônico por
via oral em ratos apresentou efeitos de toxicidade nos rins quando administrado
altas doses da substância. O grupo com altas doses também apresentou edema
testicular e alterações hepáticas gordurosas. Estudo subcrônico dérmico em
animais não apresentou sintomas e sinais clínicos além da leve irritação à pele.
O diagnóstico e estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
Diagnóstico de quadro clínico compatível, devendo ser feito baseado no exame clínico e
informações disponíveis.
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Antídoto: não existe antídoto específico conhecido.
O tratamento das intoxicações por Haloxifope-R-metílico é basicamente
sintomático e deve ser implementado paralelamente às medidas de
descontaminação, que visam limitar a absorção aos efeitos locais. Manter acesso
venoso de bom calibre para infusão de fluidos nos casos em que ocorrer
hipotensão, se necessário, associar vasopressores.
Ingestão: É necessário considerar o volume, a concentração da solução ingerida
e o tempo transcorrido desde a ingestão. Ingestão recente: caso não tenha
ocorrido vômito espontâneo, proceder à lavagem gástrica o mais precocemente
possível. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-
50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água,
na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 ml de água. Ponderar a
conveniência de administrar carvão ativado em função da necessidade de
endoscopia digestiva nas primeiras 24 h. Atentar para nível de consciência e
proteger vias aéreas do risco de aspiração.
Contato com a pele: Remover roupas e acessórios. Proceder à descontaminação
cuidadosa (incluindo pregas, cavidades, orifícios e pêlos) com água fria
abundante e sabão, por no mínimo, 15 minutos.
Tratamento Contato com os olhos: Lave com água corrente por pelo menos 15 minutos,
mantendo as, pálpebras abertas. Retire lentes de contato quando for o caso.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá
estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar
com o agente tóxico.
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas
desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar O2 a 100%. Observar atentamente a
ocorrência de insuficiência respiratória e atentar a necessidade de intubação.
Monitorar arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico.
Tratar possível ocorrência de insuficiência renal e de acidose metabólica.
Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico. Nas ulcerações
gastroduodenais usar bloqueadores H2 ou bloqueadores de bomba de próton.
Monitorar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos
anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia
de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter observação por no mínimo 24 horas
após o desaparecimento dos sintomas.
É conveniente o controle ambulatorial subsequente.
O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
Contraindicações Não esfregar os olhos ou pele em caso de contato com o produto com estes
locais.
Efeitos das
interações Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
químicas
Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de
Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT) - ANVISA/MS. As
intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as doenças e agravos de
ATENÇÃO notificação compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de
Notificação (SINAN/MS). Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância
Sanitária (NOTIVISA).
Telefone de emergência da empresa: 0800 772 2492
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MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Testes realizados em animais de laboratório, demonstraram que o composto é rápida e completamente
absorvido, com meia vida de 5,6 e 1,2 dias para ratos machos e fêmeas respectivamente; o produto é
distribuído primariamente no plasma e fígado e em seguida excretado pela urina e pelas fezes. A
farmacocinética do produto, na forma ácida ou como metil éster, é equivalente quando o mesmo é
administrado oralmente, sendo que nenhum éster metílico pôde ser identificado nos tecidos, urina ou bile 48
horas após uma única ingestão do composto por ratos machos e fêmeas. A forma de degradação, quando
ocorre, é feita através de hidrólise ácida e o produto é excretado na forma de conjugados.
Em macacos cinomolgos (Macaca fascicularis) a administração oral de sal de sódio de haloxifope racêmico
mostrou que a substância é absorvida rapidamente. A excreção ocorre principalmente pela urina.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos Agudos (resultantes de ensaios com animais - Produto Formulado):
DL50 oral em ratos: 1227 mg/kg
DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Dois de três animais tratados apresentou leve eritema que foi
totalmente reversível em 48 horas. Um dos animais também apresentou edema leve na primeira hora de
observação.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Os três animais tratados apresentaram leves sintomas de
vermelhidão da conjuntiva, quemose e secreção e um dos animais também apresentou leve irite. Todos os
efeitos foram reversíveis em até 72 horas. Não foi observado opacidade da córnea em nenhum dos
animais.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante à pele.
Sensibilização respiratória: O produto não é sensibilizante respiratório.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
Efeitos crônicos (resultantes de ensaios com animais - Produto Técnico):
Haloxifope-R-metílico:
Estudos em ratos e cães mostraram que Haloxifope-R, quando ingerido, causou baixa toxicidade, sendo
que o NOEL foi de 0,2 mg/Kg/dia para ratos fêmeas e 0,5 mg/Kg/dia para cães fêmeas. A avaliação dos
efeitos na reprodução com a administração de Haloxifope-R na dieta de ratos Fischer 344 (machos e
fêmeas) por três gerações demonstrou que as doses de 0,005, 0,05 ou 1,0 mg/Kg/dia não afetaram a
habilidade dos animais de copular, reproduzir ou criar ninhadas, sendo que o NOEL, em parâmetros
reprodutivos, foi de 1,0 mg/Kg/dia. Em relação à avaliação do potencial embriotóxico e teratogênico de
Haloxifope-R durante a organogênese em ratos e coelhos, não houve efeito nos animais nas doses mais
elevadas aplicadas, 7,5 ou 20,0 mg/Kg/dia, respectivamente. Resultados em mutagenicidade demonstram
que Haloxifope-R não apresenta potencial clastogênico em linfócitos de ratos e é negativo para o teste de
AMES.
Dietileno glicol monoetil éter: Com base nos testes em animais de laboratório, a ingestão repetida em
ratos apresentou efeitos de toxicidade nos rins quando administrado altas doses da substância. O grupo
com altas doses também apresentou edema testicular e alterações hepáticas gordurosas. Em um estudo de
fertilidade de várias gerações, houve evidência de uma redução marginal na motilidade espermática em
altas doses.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
☐ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
☒ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE lI)
☐ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE llI)
☐ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para peixes.
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir, principalmente, águas subterrâneas.
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- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos
e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA Proteção de Cultivos Ltda. - telefone
da empresa: 0800 772 2492.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais
utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de
Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
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Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que
deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos
Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
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DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
- O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e federal antes
de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação, o alvo e/ou a cultura
são permitidos localmente.
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