Fusão Fix
Iharabras S.A. Indústria Químicas - Sorocaba
Fungicida
clorotalonil (isoftalonitrila) (500 g/L) + metominostrobin (estrobilurina) (40 g/L) + tebuconazol (triazol) (60 g/L)

Informações

Número de Registro
55525
Marca Comercial
Fusão Fix
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
clorotalonil (isoftalonitrila) (500 g/L) + metominostrobin (estrobilurina) (40 g/L) + tebuconazol (triazol) (60 g/L)
Titular de Registro
Iharabras S.A. Indústria Químicas - Sorocaba
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 2 – Produto Altamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Soja
Corynespora cassiicola
Mancha-alvo
Soja
Phakopsora pachyrhizi
Ferrugem da soja; ferrugem asiática

Conteúdo da Bula

                                    Fusão® FIX
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 55525

COMPOSIÇÃO:
(E)-2-methoxyimino-N-methyl-2-(2-phenoxyphenyl)acetamide
(METOMINOSTROBINA) ................................................................................................ 40 g/L (4% m/v)
(RS)-1-p-chlorophenyl-4,4-dimethyl-3-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)pentan-3-ol
(TEBUCONAZOL) ........................................................................................................... 60 g/L (6% m/v)
Tetrachloroisophthalonitrile (CLOROTALONIL) .......................................................... 500 g/L (50% m/v)
Outros Ingredientes ..................................................................................................... 680 g/L (68% m/v)

                 GRUPO                                             C3                                      FUNGICIDA
                 GRUPO                                             G1                                      FUNGICIDA
                 GRUPO                                             M5                                      FUNGICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Fungicida sistêmico e de contato dos grupos químicos Estrobilurina
(METOMINOSTROBINA), Triazol (TEBUCONAZOL) e Isoftalonitrila (CLOROTALONIL).
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)

TITULAR DO REGISTRO:
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Avenida Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - 18087-170 - Sorocaba/SP
Fone: (15) 3235-7700 - CNPJ: 61.142.550/0001-30
Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
METOMINOSTROBINA:
METOMINO TÉCNICO (Registro MAPA nº 5617)
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Avenida Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - 18087-170 - Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8
PI INDUSTRIES LTD.
Plot nº 237, GIDC, Panoli, Dist. Bharuch - 394116, Ankleshwar, Gujarat - Índia
PI INDUSTRIES LTD.
Plot No. SPM - 28, Sterling SEZ, AT & PO, Sarod, TA-Jambusar, Dist. - Bharuch, Gujarat - 392180, Índia
HUAIAN GLORY CHEMICAL CO., LTD.
Nº 2, Guoqiao Road, Huaian Salt Chemical Industry Park, Hongze, 223100 Huaian, Jiangsu - China
OSAKA ORGANIC CHEMICAL INDUSTRY LTD.
1600-1, Matsumoto-Machi, 924-0057 Hakusan, lshikawa - Japão
JUNSEI CHEMICAL CO., LTD.
644-47 Aza Houtubo Hitana Nakagou-Machi, 319-1556 lbaraki – Japão
JIANGSU BVCO CHEMICAL CO. LTD.
Weier Road, Aoyang Industrial Park, Funing County, Jiangsu Province, 224400 – China



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JIANGSU AGROCHEM LABORATORY CO. LTD.
Nº 1218 North Changjiang Rd., Hi-Tech Development Zone, Changzhou, Jiangsu, 213034 – China
JINZHOU CHEMJOY CO. LTD.
Xinghai Rd. 1-1-3, Binhai Xinqu, Jinzhou, Liaoning Province, 121000, China

TEBUCONAZOL:
TEBUCONAZOL TÉCNICO CN (Registro MAPA nº 07317)
JIANGSU FENGDENG CROP SCIENCE CO. LTD.
Dengguan Town, Jintan City - 213253, Changzhou, Jiangsu – China
JIANGSU AGROCHEM LABORATORY CO., LTD.
N° 1218, North Changjiang Rd, Hi-tech Development Zone, Changzhou, Jiangsu, 213034 - China
YANCHENG HUIHUANG CHEMICAL CO., LTD.
Zhongshan Road (North), Binhai Economic Development Zone Coastal Industrial Park, Jiangsu – China
SUMITOMO CHEMICAL INDIA LIMITED
6/2 Ruvapari Road, 364005 Bhavnagar, Gujarat – Índia
LIAONING ZHONGHUI BIOTECHNOLOGY CO., LTD.
Fluorine Industry Development Zone, Yimatu Village, Yimatu Town, Fumeng County, Fuxin City,
Liaoning Province, China
MEGHMANI INDUSTRIES LIMITED
Plot No. Z-6, Dahej SEZ, Dahej TA-Vagra, Bharuch, 392130, Gujarat, Índia
FOLICUR TECNICO (Registro MAPA nº 01008999)
BAYER CROPSCIENCE LP
8400, Hawthorn Road, 64120 Kansas, Missouri - Estados Unidos da América
LANXESS GmbH
Alte Heerstrasse - Prédio B720, D-41538, Dormagen - Alemanha
JIANGSU SWORD AGROCHEMICALS CO., LTD.
Binhai Economic Development Zone, Coastal Industrial Park 224500 Binhai, Jiangsu - China
SHANGYU NUTRICHEM CO. LTD.
Nº 9 Weijiu Road, Hangzhou Bay Shangyu Econ. and Technological Development area, 312369
Zhejiang - China
JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO. LTD.
North area of Dongsha Chem-Zone, Jiangsu 215600 Zhangjiagang - China
YANCHENG HUIHUANG CHEMICAL CO., LTD.
Zhongshan Road (North), Binhai Economic Development Zone, Coastal Industrial Park Jiangsu – China
FOLICUR TÉCNICO USA (Registro MAPA nº 0590)
BAYER CROPSCIENCE LP
8400, Hawthorn Road, 64120 Kansas, Missouri - Estados Unidos da América
TEBUCONAZOLE TÉCNICO OXON (Registro MAPA nº 01212)
ASTEC LIFESCIENCES LIMITED
B-17 M.I.D.C., District Raigad, 402301 Mahad, Maharashtra – Índia
YANCHENG HUIHUANG CHEMICAL CO., LTD.
Zhongshan Road (North), Binhai Economic Development Zone, Coastal Industrial Park Jiangsu – China
TEBUCONAZOLE TECH OXON (Registro MAPA nº 38817)
SIPCAN OXON S.P.A
Strada Provinciale per Torre Beretti, Km 2,6 - Mezzana Bigli -27030, Provincia di Pavia – Itália
TEBUCONAZOLE TÉCNICO PROVENTIS (Registro MAPA nº 18417)
SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD.
Nº 9, Weijiu Road, Hangzhou Bay Shangyu Economic and Technological Development Area, Zhejiang
312369 – China




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TEBUCONAZOLE TÉCNICO NORTOX BR (Registro MAPA n° 17507)
NORTOX S/A
Rod. BR 369, km 197, Arapongas – PR
CNPJ: 75.263.400/0001-99 - Registro Estadual ADAPAR/PR nº 466
TEBUCONAZOLE TÉCNICO NORTOX CH (Registro MAPA n° 5618)
SUMITOMO CHEMICAL INDIA LIMITED
6/2 Ruvapari Road, 364005, Bhavnagar, Gujarat, Índia
SHANGYU NUTRICHEM CO., LTD.
Nº 9, Weijiu Road, Hangzhou Gulf Fine Chemical Zone, 312369, Hangzhou, Zhejiang, China
JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD. (UNIT. I)
28 Chengbei Road, 215600, Zhangjiagang, Jiangsu, China.
JIANGSU SEVENCONTINENT GREEN CHEMICAL CO., LTD. (UNIT. II)
North Area Of Dongsha Chem-Zone, 215600, Zhangjiagang, Jiangsu, China
TEBUCONAZOLE TÉCNICO NORTOX IV (Registro MAPA n° 25317)
JIANGSU FENGDENG CROP SCIENCE CO. LTD.
Dengguan Town, Jintan City- 213253, Changzhou, Jiangsu, China
TEBUCONAZOLE TÉCNICO NORTOX V (Registro MAPA n° TC07721)
YANCHENG HUIHUANG CHEMICAL CO., LTD.
Zhongshan Road (North), Binhai Economic Develop. Zone, Coastal Industrial Park, Jiangsu, China

CLOROTALONIL:
CLOROTALONIL TECNICO CN (Registro MAPA nº 25516)
JIANGSU XINHE AGROCHEMICAL CO., LTD
Planta Jingjiu - No.55 Jingjiu Road, Economic Development Zone 221400 Xinyi, Jiangsu, China
JIANGSU WEUNITE FINE CHEMICAL CO., LTD.
Jinger Road, Industry Chemical Park, Xinyi, Jiangsu, China
JIANGSU AGROCHEM LABORATORY
Nº 1218, North Changjing Rd, Hi-tech Development Zone 213034, Changzhou, Jiangsu, China
SULI (NINGXIA) CHEMICALS CO., LTD.
Suli Road Nindong e Energy Chemical Industry Base Ningxia - China.
PILARICH TÉCNICO (Registro MAPA nº 01611)
PILARQUIM (SHANGHAI) CO., LTD.
1500 Hang-Tang Road, Dist. Feng Xian 201405 Jin-Hui Town, Shangai, China
JIANGSU WEUNITE FINE CHEMICALS CO., LTD.
Jinger Road, Industry Chemical Park, Xinyi, Jiangsu, China

FORMULADOR:
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - 18087-170 - Sorocaba/SP
Fone: (15) 3235-7700 - CNPJ: 61.142.550/0001-30
Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8
NORTOX S/A
Rodovia BR 369, km 197, Arapongas/PR
CNPJ 75.263.400/0001-99 - Registro Estadual ADAPAR/PR nº 466




                      Nº do lote ou partida:
                      Data de fabricação:                VIDE EMBALAGEM
                      Data de vencimento:




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                  ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO,
        A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
 É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
             É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                            AGITE ANTES DE USAR
                              Indústria Brasileira
   CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 2 – PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO
                     MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




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INSTRUÇÕES DE USO:
FUSÃO FIX é um fungicida sistêmico e de contato utilizado em pulverizações preventivas para o
controle de doenças da parte aérea da cultura da Soja.

CULTURAS, ALVOS, DOSES, RECOMENDAÇÕES DE USO:

                                                              RECOMENDAÇÕES DE USO
                             DOSE
CULTURA        ALVOS         (L de                                                       Nº MÁXIMO    VOLUME
                            p.c./ha)    ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO                       DE      DE CALDA
                                                                                        APLICAÇÕES     (L/ha)
                                       Iniciar as aplicações de forma preventiva,
                                       entre o final da fase vegetativa e o início da
                                       fase reprodutiva. Caso sejam observados
            Ferrugem-da-               sintomas da doença antes das fases citadas
                 soja                  anteriormente, proceder aplicação imediata.
            (Phakopsora                Repetir a aplicação quando necessário,                        Terrestre:
             pachyrhizi)               dependendo da evolução da doença e                             150-200
                             1,5 a     respeitando-se o intervalo de 14 dias entre
 Soja                                                                                      2
                             1,75      as aplicações.      Realizar no máximo 2
                                       aplicações por ciclo da cultura. Recomenda-                    Aérea:
                                       se a alternância de produtos com modos de                      10 a 40
                                       ação distintos de forma a evitar a resistência
            Mancha-alvo                do patógeno, conforme orientações do
            (Corynespora               FRAC.
             cassiicola)               Deve-se adicionar adjuvante à base de óleo
                                       mineral na dose de 0,25% v/v.
p.c.: produto comercial

INSTRUÇÕES PARA O CONTROLE DA FERRUGEM-DA-SOJA NA CULTURA DA SOJA:
É recomendado que o FUSÃO FIX seja utilizado em programas de manejo em rotação com fungicidas
de outros modos de ação;
Realizar o monitoramento constante da doença na cultura;
Sempre respeitar o vazio sanitário (eliminar plantas de soja voluntária);
Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para
cada região (escape);
Evitar semeaduras em várias épocas e as cultivares tardias. Não semear soja safrinha (segunda
época);
Utilizar cultivares de gene de resistência, quando disponíveis;
Semear a soja com a densidade de plantas que permita um bom arejamento foliar e maior penetração/
cobertura do fungicida.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicar FUSÃO FIX nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este
produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais
ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas é fundamental para o sucesso de
controle das doenças, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma o tipo
e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições
ambientais em que a aplicação é conduzida, devem balizar o volume de calda, pressão de trabalho e
diâmetro de gotas, a ser utilizado.




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As recomendações para os equipamentos de aplicação poderão ser alteradas à critério do
Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da
aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e a tecnologia de aplicação empregada.

Preparo da Calda: O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção
individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4
de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação
acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação
constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da
calda.

Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de
Deriva.

- APLICAÇÃO VIA TERRESTRE:
A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que
devem ser rigorosamente observadas, tais como:
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de
gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros
operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação
desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com
o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à
mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para
a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação
e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior
uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe
de gotas.

- APLICAÇÃO VIA AÉREA:
A aplicação via aérea é indicada para a cultura: Soja.
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de
boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as
disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades
aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras
apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura
do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de
gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros
operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação
desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo
sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.



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Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou
modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma
largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa
cobertura.
Volume de calda: 10 a 40 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.

Condições Climáticas:
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para
aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante
a aplicação, e não valores instantâneos:
 Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
 Umidade relativa do ar acima de 50%.
 Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de
proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados
Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na
região da aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA
Soja: 30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há desde que siga corretamente as instruções de uso.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANS-
PORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA À FUNGICIDAS:
Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a
Resistência à Fungicidas – Brasil).


                                              3105777
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
O produto fungicida FUSÃO FIX é composto por metominostrobina, tebuconazol e clorotalonil, que
apresentam mecanismos de ação: inibidor do complexo III/citocromo bc1, 14C-demetilase na
biosíntese de esterol e Atividade de contato multi-sítio, pertencentes aos Grupo C3, Grupo G1 e Grupo
M05 segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas),
respectivamente.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
    • Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C3, G1 e M05 para o
        controle do mesmo alvo, sempre que possível;
    • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
        agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência
        quando disponíveis, etc;
    • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
    • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
        regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
        fungicidas;
    • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
        patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
        (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-
        br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA À FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-
DA-SOJA:
Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a
Resistência à Fungicidas – Brasil).
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
O produto fungicida FUSÃO FIX é composto por metominostrobina, tebuconazol e clorotalonil, que
apresentam mecanismos de ação: inibidor do complexo III/citocromo bc1, 14C-demetilase na
biosíntese de esterol e Atividade de contato multi-sítio, pertencentes aos Grupo C3, Grupo G1 e Grupo
M05 segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas),
respectivamente.
Como prática para retardar a queda de eficácia dos fungicidas ao fungo causador da ferrugem-asiática-
da-soja, seguem algumas recomendações:
    • Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura rotacionando os mecanismos de
        ação distintos do Grupo C3, Grupo G1 e do Grupo M05 sempre que possível; Se o produto
        tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizá-lo isoladamente;
    • Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
    • Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época
        recomendada para cada região (adotar estratégia de escape);
    • Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
    • Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
    • Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá
        maior penetração e melhor cobertura do fungicida;




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   •   Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
       agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada,
       manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais etc.
   •   Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente
       causador de doenças a ser controlado;
   •   Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
   •   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
       regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
   •   Realizar o monitoramento da doença na cultura;
   •   Adotar estratégia de aplicação preventiva;
   •   Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
   •   Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
   •   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
       regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
       fungicidas;
   •   Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
       patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
       (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-
       br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de
semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio
do sistema.



                     DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

“ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.”
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
  recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
  válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
  útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
  de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
  habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe
  do alcance de crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
  ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.




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-   Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção individual (EPI) com relação
    à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento
   hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
   calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado
   (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com
   proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual
   (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
preparação da calda em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite, o máximo possível, o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entre a última aplicação e a colheita)
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
  estiver sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia, respeitando
  as melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
  pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento
  hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
  calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra
  vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca
  árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
  aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
 - Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
   avisos até o final do período de reentrada.
 - Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
   produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
   (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
 - Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas
   tratadas logo após a aplicação.
 - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
   de tempo entre a última aplicação e a colheita).
 - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
   para evitar contaminação.
 - Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
   trancado, longe do alcance de crianças e animais.
 - Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
 - Lave as roupas e os equipamentos de proteção individual (EPI) separados das demais roupas da
   família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
 - Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.


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-     Não reutilizar a embalagem vazia.
-     No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão
      com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
-     Os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados devem ser retirados na seguinte
      ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
-      A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
      protegida.
-     Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
-     Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
      aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.


                                                        - Pode ser nocivo se ingerido
                                                        - Pode ser nocivo em contato com a pele
                                        PERIGO
                                                        - Fatal se inalado
                                                        - Provoca lesões oculares graves




     PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
     embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
     Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
     o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
     Olhos: ATENÇÃO: PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de contato,
     lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no
     outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
     Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
     contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
     Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
     A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
     exemplo.



                                  – INTOXICAÇÕES POR FUSÃO FIX –
                             (Metominostrobina, Tebuconazol e Clorotalonil)

                                         INFORMAÇÕES MÉDICAS

As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os
procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde
etc.).
    Grupo químico        METOMINOSTROBINA: Estrobilurina
                         TEBUCONAZOL: Triazol
                         CLOROTALONIL: Isoftalonitrila
    Classe               CATEGORIA 2– PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO
    toxicológica
    Potenciais vias de Dérmica, ocular, inalatória, oral.
    exposição




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Toxicocinética   METOMINOSTROBINA
                 Em estudos em animais, nos machos, a excreção urinária (38-45% da dose em
                 120 horas) foi significantemente mais baixa do que nas fêmeas (66-70% da dose).
                 A excreção fecal correspondente foi mais alta nos machos (48-57% da dose) do
                 que nas fêmeas (27-28% da dose). Após dose intravenosa, a excreção urinária
                 também foi mais baixa nos machos (52% da dose) do que nas fêmeas (78% da
                 dose), embora ambas tenham sido significantemente mais altas após dose oral.
                 TEBUCONAZOL
                 Em estudos em animais de laboratório, o tebuconazol tem ação sobre: fígado
                 (indução das enzimas microssomáticas, vacúolos nos hepatócitos, assim como
                 proliferações no duto biliar); sangue (redução dos eritrócitos, nível de hemoglobina,
                 valor dos hematócitos e aumento dos reticulócitos) e glândulas suprarrenais
                 (vacúolos na camada externa). Após ingestão oral, o produto é rapidamente
                 absorvido pelo trato gastrointestinal, alcançando concentração máxima no plasma
                 em menos de duas horas. No organismo é metabolizado principalmente por
                 oxidação. A eliminação dos órgãos e tecidos também ocorre de forma rápida,
                 principalmente pelas vias biliar/fecal e pela via urinária. Quantidades pequenas são
                 eliminadas pelo ar exalado. O produto não se acumula no organismo, sendo
                 eliminado em 72 horas. Via dermal, o produto é rapidamente absorvido, alcançando
                 o equilíbrio em menos de uma hora e, em seguida, declinando durante as 24 horas
                 de exposição. Foram encontradas baixas concentrações do produto no sangue,
                 indicando que somente uma pequena quantidade do produto absorvido pela pele
                 atinge o sangue.
                 CLOROTALONIL
                 Em estudos com ratos, foram administradas doses orais de clorotalonil acima de
                 50 mg/kg. Aproximadamente 30% da dose foi absorvida após 48h. O clorotalonil
                 foi distribuído no sangue e tecidos em 2 horas. As concentrações mais elevadas
                 foram encontradas no rim, seguido pelo fígado e sangue. A maior parte da
                 excreção ocorreu pelas fezes. A excreção biliar foi rápida, sendo o pico atingido
                 2 h após uma dose oral de 5 mg/kg, e essa excreção foi saturada em doses de
                 50 mg/kg ou mais. A excreção urinária em ratos contabilizou de 5-10% da dose.
                 A eliminação fecal é a principal via em cachorros e macacos, e a excreção urinária
                 é menor do que em ratos. Quando o clorotalonil foi aplicado na pele de ratos,
                 aproximadamente 28% da dose foi absorvida em 120 h. Em torno de 18% da
                 dose foi encontrada nas fezes e 6% na urina em 120 h.
Toxicodinâmica   METOMINOSTROBINA: (-)
                 TEBUCONAZOL
                 Em ratos, tem ação sobre: fígado (indução das enzimas microssomáticas, vacúolos
                 nos hepatócitos, assim como proliferações no duto biliar), sangue (redução dos
                 eritrócitos, nível de hemoglobina, valor dos hematócritos e aumento dos
                 reticulócitos) e glândulas suprarrenais (vacúolos na camada externa). Após ingestão
                 oral, o produto é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal. A eliminação
                 ocorre de forma rápida, principalmente pelas vias biliar/fecal e pela via urinária.
                 Quantidades pequenas são eliminadas pelo ar exalado. O produto não se acumula
                 no organismo, sendo eliminado em 72 horas.
                 CLOROTALONIL
                 O mecanismo de toxicidade em humanos não é conhecido.
                 Em animais, o clorotalonil causou supressão da produção de O -2; os conjugados




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                  de glutationa do clorotalonil parecem causar efeitos nos rins de roedores devido
                  a formação de conjugado ditióis e trióis.
Sintomas e        METOMINOSTROBINA
sinais clínicos   Leve a moderada toxicidade consiste tipicamente em leve irritação dérmica e leve
                  irritação da membrana mucosa, podendo haver queimação da membrana
                  mucosa após ingestão. Há relatos de dor no trato respiratório, fraqueza, dor de
                  cabeça e tontura após exposição inalatória.
                  TEBUCONAZOL
                  Em humanos há irritação dérmica leve e não há evidência de toxicidade
                  sistêmica. Pode ocorrer irritação ocular após exposição ao triazol.
                  CLOROTALONIL
                  Exposição Aguda: Nas formulações, o clorotalonil pode estar dissolvido em
                  solventes orgânicos. Se for ingerido um produto contendo solvente, as
                  considerações toxicológicas primárias devem ser tanto em relação ao solvente
                  quanto em relação ao pronunciado potencial irritante do clorotalonil.
                  Concentrações de 0,1% ou mais de solventes orgânicos causam irritações
                  dérmicas moderadas, podem causar irritações oculares e no trato gastrintestinal.
                  Tem sido relatada asma ocupacional após exposição inalatória ao clorotalonil. Há
                  relatos de concentrações de clorotalonil de 0,01% que causaram reações
                  anafiláticas. Pode ocorrer pneumonia por aspiração devido aos solventes
                  presentes nas formulações de fungicidas.
                  Exposição Ocular: Extremamente irritante aos olhos. Produz opacidade
                  irreversível da córnea em animais.
                  Exposição Dermatológica: O clorotalonil, quando não diluído, é altamente
                  irritante para a pele. Pode ocorrer dermatite de contato após exposição a
                  concentrações acima de 0,01% ou 0,001% em acetona. Reações alérgicas e de
                  fotossensibilidade também são possíveis. Pode ocorrer dermatite na ausência de
                  contato direto com a pele, devido à alta volatilidade.
                  Trato Respiratório: O clorotalonil pode causar irritação do trato respiratório.
                  Trato Gastrointestinal: Pode ocorrer êmese espontânea.
                  Efeitos Imunológicos: Podem ocorrer reações anafiláticas e reação de
                  hipersensibilidade retardada
Diagnóstico       METOMINOSTROBINA
                  A maioria dos pacientes expostos a estrobilurinas não necessitam de avaliação
                  laboratorial. A avaliação laboratorial e radiografias podem ser vinculadas aos
                  sintomas. Monitorar sinais vitais após exposição significante.
                  TEBUCONAZOL
                  Inúmeras substâncias químicas produzem alterações no sistema hematopoiético,
                  no fígado e nos rins. Sugere-se monitorar contagem de células sanguíneas, avaliar
                  urina e funções hepática e renal em pacientes com exposição significativa.
                  CLOROTALONIL
                  O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência
                  de quadro clínico compatível.
Tratamento        Antídoto: não há antídoto específico conhecido para a substância.
                  O tratamento é sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para a
                  manutenção das funções vitais.




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METOMINOSTROBINA
Exposição oral: tratamento de suporte e sintomático é a base para tratamento de
exposição à estrobilurinas. Avaliar a necessidade de administração de carvão
ativado. Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a
12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
Exposição ocular: remover lentes de contato e lavar olhos expostos com grande
quantidade de água ou solução salina 0,9%, por 15 minutos.
Exposição inalatória: mover o paciente ao ar fresco. Monitorar distúrbios
respiratórios. Se houver tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto a possível
irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonite. Administrar oxigênio e
proceder com ventilação assistida, se necessário. Em caso de broncoespasmo
tratar com agonistas beta-2-adrenérgico via inalatória. Em pacientes com
broncoespasmo, considerar administração de corticosteroides sistêmicos.
Exposição dérmica: remover a roupa contaminada e acessórios e armazená-las
em sacos plásticos. Lavar as áreas expostas com agua e sabão por 10 a 15
minutos.
TEBUCONAZOL
Exposição oral: caso ocorra irritação significante no trato gastrintestinal ou
esôfago, avaliar se a lavagem gástrica é uma opção e se não levaria a uma
complicação por sangramento ou perfuração. Pode-se oferecer, em casos de
ingestão de ácidos ou bases, leite ou água assim que possível, após a ingestão.
Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Dose usual -
adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg
(menos de 1 ano de idade).
Exposição inalatória: mover o paciente ao ar fresco. Monitorar distúrbios
respiratórios. Se houver tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto a possível
irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonite. Administrar oxigênio e
proceder com ventilação assistida, se necessário. Em caso de broncoespasmo
tratar com agonistas beta-2-adrenérgico via inalatória. Em pacientes com
broncoespasmo, considerar administração de corticosteroides sistêmicos.
Exposição ocular: remover lentes de contato e lavar olhos expostos com grande
quantidade de água ou solução salina 0,9%, por 15 minutos.
Exposição dérmica: remover a roupa contaminada e acessórios e armazená-las
em sacos plásticos. Lavar as áreas expostas com água e sabão por 10 a 15
minutos.
CLOROTALONIL
Exposição Oral: No caso de ingestão de quantidades significativas, administre
carvão ativado em água. Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças:
25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
Não induza o vômito. Trate sintomaticamente prestando atenção, quando
necessário, a sintomas respiratórios e dérmicos. Em caso de ingestão de grandes
quantidades, a lavagem gástrica pode ser indicada.
A) A êmese não é indicada devido às propriedades irritantes e ausência de efeitos
sistêmicos do clorotalonil diluído. O risco de aspiração do solvente presente na
formulação também torna a êmese induzida potencialmente perigosa.
B) O clorotalonil não diluído é fortemente irritante. Contudo, não foram descritos
efeitos corrosivos. Os pacientes devem ser examinados quanto a sinais de danos
teciduais ou nas membranas mucosas. Exceto em circunstâncias raras,




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                  esofagoscopia, esteroides e antibióticos não costumam ser necessários.
                  Exposição Inalatória
                  A) Inalação: Remova o paciente para um local arejado. Monitore alterações
                  respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do
                  trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na
                  ventilação conforme necessário. Trate o broncoespasmo com agonista beta 2 via
                  Inalatória ou corticosteroides via parenteral.
                  Exposição Ocular
                  A) Descontaminação: Irrigue os olhos expostos com quantidade copiosa de água
                  corrente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento
                  ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
                  específico.
                  Exposição Dérmica Remova imediatamente a vítima das proximidades da fonte
                  de contaminação.
                  1) Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave as áreas expostas
                  com água e sabão.
                  2) Dermatite irritante retardada pode ocorrer 48 a 72 horas após ter cessado a
                  exposição.
                  3) Anti-histamínicos ou esteroides tópicos podem ser úteis no tratamento da
                  dermatite alérgica por contato.

                  Cuidado para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
                  respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um
                  equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
                  procedimento.
                  A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção
                  das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental
                  impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
                 pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser
                 evitado.
Efeitos das       Não são conhecidos.
interações
químicas
                  Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
                  tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
                  Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT
                  – ANVISA/MS).
                  As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
   ATENÇÃO        Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de
                  Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique ao Sistema de Notificação em
                  Vigilância Sanitária (Notivisa).
                  Telefone de Emergência da empresa: 0800 774 4272
                  Endereço eletrônico da empresa: www.ihara.com.br
                  Centro de Envenenamento do Paraná: 0800-410148

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”




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EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
EFEITOS AGUDOS DO PRODUTO FORMULADO:
DL50 oral em ratos: > 2.000 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: > 2.000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: 0,49 mg/L
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: os animais não apresentaram sinais clínicos de irritação dermal
durante o período de avaliação e o teste foi concluído em 72 horas.
Corrosão/Irritação ocular: A linhagem celular SIRC apresentou número de células viáveis menor ou
igual que 70% ao final do tratamento.
Sensibilização cutânea (LLNA): não sensibilizante
Sensibilização respiratória em ratos: dado não disponível
Mutagenicidade: produto não mutagênico e não genotóxico


EFEITOS CRÔNICOS DO INGREDIENTE ATIVO:
METOMINOSTROBINA
Nos estudos toxicológicos crônicos, foram realizadas observações das condições gerais, verificação
do consumo de água e exames oftalmológicos as quais não revelaram alterações relacionadas à
substância teste. O peso corporal nos machos do grupo de 3500 ppm apresentou expressiva diminuição
após a Semana 93 e as fêmeas do mesmo grupo exibiram inibição do ganho de peso após a Semana
4. O consumo alimentar, consumo diário por kg de peso corporal, aumentou nas fêmeas do grupo de
3500 ppm. A eficácia alimentar das fêmeas do mesmo grupo diminuiu. Urianálise revelou proteinúria
em machos e fêmeas do grupo de 3500 ppm. Exames hematológicos revelaram leve anemia e aumento
na contagem plaquetária, e fibrinogênio em machos e fêmeas do grupo de 3500 ppm. Exames
patológicos revelaram alterações no fígado, rins, nas glândulas adrenais, baço, esterno (medula
óssea), fêmur (medula óssea), pulmões e duodeno.
TEBUCONAZOL
Nos estudos realizados com ratos em laboratório durante dois anos, observou-se na dose máxima
testada (1000 ppm), uma leve influência no consumo de ração e água, bem como um retardamento no
crescimento dos animais. Para os demais parâmetros requeridos neste tipo de estudo, não foram
observados nenhuma anormalidade ou efeitos significativos. O produto não foi mutagênico,
carcinogênico ou embriofetotóxico para os animais testados. A dose sem efeito tóxico foi de 300 ppm
para ratos machos e fêmeas.

CLOROTALONIL
Efeitos crônicos: Excessiva e repetida exposição dermal pode causar uma constante irritação ou pode
aumentar a possibilidade de uma reação alérgica. Após exposição a longo prazo, ratos e cães
apresentaram nefrotoxicidade.



                     DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
   ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
   (X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
   ( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
   ( ) Pouco perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.



                                               3105777
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes).

- Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de
250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais
e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS.
- Telefone da empresa 0800-770-1760.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser
mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução
e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem



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adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
   posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
   a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
   direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


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- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo
de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
- A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos
não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.



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6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU DO MUNICÍPIO:
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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