Fosfeto Alumi
AllierBrasil Agro Ltda.
Inseticida fumigante
fosfeto de alumínio (inorgânico precursor de fosfina) (570 g/kg)
Informações
Número de Registro
25925
Marca Comercial
Fosfeto Alumi
Formulação
FU - Fumigante
Ingrediente Ativo
fosfeto de alumínio (inorgânico precursor de fosfina) (570 g/kg)
Titular de Registro
AllierBrasil Agro Ltda.
Classe
Inseticida fumigante
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Extremamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Arroz
Sitophilus oryzae
Besourinho; Caruncho dos cereais; Gorgulho do arroz
Café
Araecerus fasciculatus
Caruncho-das-tulhas; Caruncho-do-café
Farinha-de-trigo - Armazenada
Tribolium castaneum
Besouro-castanho
Feijão
Acanthoscelides obtectus
Caruncho-do-feijão; Gorgulho-do-feijão
Fumo
Lasioderma serricorne
Bicho-do-fumo; Carruncho-do-fumo
Milho
Sitophilus zeamais
Caruncho-dos-cereais; Gorgulho
Milho
Sitotroga cerealella
Traça-dos-cereais; Tínea-dos-cereais
Trigo
Rhizopertha dominica
Besourinho
Conteúdo da Bula
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AllierBrasil Agro Ltda.
FOSFETO ALUMI
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) sob nº 25925.
COMPOSIÇÃO:
Aluminium phosphide (FOSFETO DE ALUMÍNIO)................................. 570 g/kg (57% m/m)
Outros ingredientes................................................................................. 430 g/kg (43% m/m)
GRUPO 24A INSETICIDA
PESO LÍQUIDO: vide rótulo
CLASSE: Inseticida fumigante
GRUPO QUÍMICO: inorgânico precursor de fosfina.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Fumigante (FU)
TITULAR DO REGISTRO (*):
AllierBrasil Agro Ltda.
Rua Dona Antônia de Queirós, 504, sala 123. São Paulo, SP. CEP 01307-013. CNPJ n°
02.850.049/0001-69. Telefone: (11) 3151-4360.
Cadastro da empresa no Estado (CDA/SP) n° 597.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DA MATÉRIA PRIMA:
Degesch de Chile Ltda.
Camino Antiguo a Valparaiso, 1321. Padre Hurtado, Santiago, Chile. 9710000.
Detia Degesch GMBH.
Dr. Werner Freyberg Strasse, 11. Laudenbach, Baviera, Alemanha. D-69514.
Longkou City Chemical Plant
Siping, Langao, Longkou City, Shandong, China. 265709.
FORMULADOR:
Longkou City Chemical Plant
Siping, Langao, Longkou City, Shandong, China. 265709.
MANIPULADOR:
Bequisa Indústria Química do Brasil Ltda.
Av. Antônio Bernardo, 3950, Gleba 37, Pq. Industrial Imigrantes, Cj. Residencial Humaitá, São
Vicente, SP. CEP 11349-380. CNPJ n° 58.133.703/0001-78.
Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-
OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE. É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CORROSIVO PARA METAIS, ESPECIALMENTE AO COBRE.
INFLAMÁVEL ESPONTANEAMENTE A PARTIR DE 26 g DE FOSFINA/m³.
Indústria Brasileira
(Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art.
4º do Decreto Nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 1 - PRODUTO EXTREMAMENTE
TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III –
PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
BULA
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Cor da Faixa: Vermelho PMS RED 199 C
INSTRUÇÕES DE USO:
Os envelopes de FOSFETO ALUMI assim que distribuídos manualmente ou com o auxílio
de uma correia transportadora, iniciam lentamente a liberação do gás fosfina, cuja taxa
de maior ou menor grau de desprendimento, varia com a temperatura e umidade do
ambiente e dos produtos armazenados a ser fumigado. Este detalhe é determinante para
estabelecer a dosagem e o tempo de exposição.
Geralmente, os envelopes são consumidos em 2 a 3 dias durante uma fumigação normal.
Veja TABELA DE DOSAGENS E PERÍODOS DE FUMIGAÇÃO E DE AERAÇÃO.
Desde que cumpridos os procedimentos estabelecidos nesta bula, os produtos fumigados
não são afetados pela fosfina, quanto a sua qualidade, sabor, coloração e propriedades
organolépticas.
Culturas e pragas controladas:
FOSFETO ALUMI é um inseticida fumigante indicado para o controle (fumigação) de
pragas que atacam grãos e cereais armazenados a granel ou ensacados, em depósitos,
armazéns, silos, “containers”, porões de navio, etc.; de folhas de fumo em fardos,
engradados ou em barricas; para fumigação espacial de depósitos, armazéns e moinhos
vazios no controle das seguintes pragas:
Culturas Nome comum Nome científico
ARROZ Caruncho-dos-cereais Sitophilus oryzae
CAFÉ Caruncho-do-café Araecerus fasciculatus
FARINHA DE TRIGO Besouro-castanho Tribolium castaneum
FEIJÃO Caruncho-do-feijão Acanthoscelides obtectus
FUMO Bicho-do-fumo Lasioderma serricorne
Traça-dos-cereais Sitotroga cerealella
MILHO Caruncho-dos-cereais Sitophilus zeamais
TRIGO Besourinho Rhizopertha dominica
DOSE:
Produto Dosagem do Ingrediente Ativo
Grãos a granel (silos, depósitos, armazéns)
Grãos, fumigação espacial 2 g PH3/ ton ou m3
Folhas de fumo em fardos, engradados ou em barricas
Cálculo da dosagem desejada:
1. Cada envelope de 34 g libera 11,3 g de fosfina Dosagem desejada: 2 g fosfina/ton ou m3
Sendo 11,3 g: 2 g = 5,65 ton ou m3
2. Cada manta de 3.400 g libera 1.130 g de fosfina Dosagem desejada: 2 g fosfina/ton ou m3
Sendo 1.130 g: 2g = 565 ton ou m3 de grãos
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PERÍODO DE FUMIGAÇÃO:
O período mínimo de fumigação depende de inúmeros fatores, dentre os quais podemos
citar os principais:
1– Do tipo de produto a ser fumigado;
2– Da espécie de praga e de seu nível de infestação;
3– Da temperatura da massa de grãos, produtos ou do espaço a ser fumigado;
4– Do teor de umidade da massa de grãos, produtos ou do espaço a ser fumigado.
Algumas espécies de pragas ou seus estágios de desenvolvimento são mais resistentes à
ação da fosfina do que outras, determinando um período de fumigação mais longo. Assim,
recomendamos os seguintes períodos de fumigação, para diferentes condições de
temperatura:
PERÍODO MÍNIMO DE
TEMPERATURA TIPO DE FUMIGAÇÃO FUMIGAÇÃO
Abaixo de 10ºC Não se recomenda a fumigação. não indicado
Produtos armazenados a granel em silos
e armazéns graneleiros ou granelizados. 12 dias
Entre 10ºC e 20ºC
Produtos armazenados ensacados, em
5 a 12 dias
fardos, em armazéns convencionais.
Produtos a granel em silos e armazéns
graneleiros ou granelizados. 10 dias
Acima de 20ºC Produtos ensacados em armazéns
convencionais. 5 a 10 dias
Observações:
Os períodos mínimos de fumigação estabelecidos acima não devem ser reduzidos. Períodos
mais longos apresentam, inclusive, maiores benefícios quanto a eficácia do processo do
controle de pragas.
Para fumigações de produtos com teor de umidade inferior a 10%, recomendamos
aumentar o período de fumigação por até 3 dias, para todas as condições acima
estabelecidas.
PERÍODO DE AERAÇÃO:
Produto Período de Aeração
Grãos a granel e ensacados e fumo em fardos 2 dias
Fumo em caixas 3 dias
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O número, aépoca e o intervalo de aplicação entre uma fumigação outra, é determinado
pelo grau de reinfestação do produto armazenado, segundo critério do técnico responsável
pela armazenagem.
MODO DE APLICAÇÃO:
Para a fumigação de:
Grãos a granel em silos, depósitos, armazéns, etc.: distribuir os envelopes
manualmente ou com o auxílio de uma correia transportadora, conforme a quantidade
necessária calculada previamente durante o processo de fumigação. Os envelopes são
introduzidos na massa de grãos, sobre a superfície da mesma, observando o cuidado em
sinalizar o local para posterior remoção;
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Grãos ensacados, folhas de fumo em fardos, engradados ou em barricas,
armazenados em depósitos/armazéns sob encerados ou lonas plásticas: distribuir os
envelopes ou mantas entre as pilhas de sacarias, engradados, fardos e/ou barricas,
compostas de uma dezena ou centena de envelopes ligados em série, na dosagem
necessária conforme o volume de sacarias/embalagens/fardos armazenados;
Depósitos, armazéns, “containers”, silos e moinhos vazios (fumigação
espacial): distribuir os envelopes ou mantas na dosagem necessária, conforme a capacidade
cúbica da instalação.
Observação:
Anotar o número exato de envelopes ou mantas distribuídos em cada instalação, para que
o mesmo número possa ser coletado e desativado após o período de fumigação.
RECOMENDAÇÕES GERAIS:
Antes de manusear e aplicar o produto, ler atentamente as instruções de uso expressas no
rótulo da embalagem e na respectiva bula:
• Verificar as condições gerais de vedação dos locais (armazéns, silos, depósitos, etc.)
e das lonas a serem utilizadas para o processo de fumigação lembrando que as mesmas
devem ser próprias para essa operação (NUNCA UTILIZAR LONAS RECICLADAS),
procedendo a correção de todas as falhas que podem levar a vazamentos de fosfina e que
possam comprometer o resultado da fumigação, além dos riscos de segurança com os
trabalhadores.
• Os materiais a serem utilizados para a vedação e correção dos locais que permitam
o vazamento do gás fosfina devem garantir essa vedação adequada.
• Para a vedação das “câmaras de fumigação”, feitas com lonas plásticas próprias
para essa operação, utilizar cobras de areia, fitas adesivas ou outro método que
apresente o mesmo resultado da eficácia na vedação.
• Calcular a dosagem a ser utilizada na operação de fumigação em função do volume
(m3) de produto ou espaço a ser fumigado. Lembrando que as condições de
armazenamento com a temperatura dos produtos e espaços a serem fumigados, bem
como o teor de umidade dos mesmos, devem ser observados, tendo em vista estabelecer
o período de fumigação.
• Distribuir os envelopes conforme as características do processo de fumigação,
descrito no item referente ao “Modo de Aplicação”, seguindo as dosagens e períodos mínimos
de fumigação indicadas nos respectivos capítulos referentes às recomendações desta bula.
• Todas as áreas que estiverem sob fumigação devem estar devidamente identificadas
por meio de avisos de advertência: “PERIGO - ÁREA SOB FUMIGAÇÃO”.
• A entrada de pessoas nestas áreas DEVE SER EXPRESSAMENTE PROIBIDA.
Caso haja absoluta necessidade de entrada de pessoas, fazê-lo sempre em duplas de
profissionais, devidamente equipados e protegidos com Equipamentos de Proteção
Individual, indicados para operações de fumigação.
• Encerrado o período de fumigação as áreas isoladas deverão ter as vedações
removidas, observando o período mínimo de aeração, conforme indicado no item referente à
Período de Aeração. Essa operação deve ser realizada sempre em duplas de profissionais,
devidamente equipados e protegidos com Equipamentos de Proteção Individual, indicados
para operações de fumigação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
4 dias para todas as culturas.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre no local que está em processo de fumigação antes do témino do processo de
aeração.
A reentrada de pessoas ou a reocupação de áreas fumigadas somente pode ser efetuada
após término do processo de aeração, quando a concentração de fosfina (PH 3)estiver
abaixo do limite de 0,23 ppm, constatado através de aparelho medidor de gás de fosfina.
Caso seja necessário, use exaustores e/ou ventiladores para facilitar a aeração local. Se
houver absoluta necessidade de entrada na área antes do término do intervalo de reentrada,
essa intervenção deve ser realizada por trabalhador capacitado par isso, que deve utilizar os
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mesmos Equipamentos de ProteçãO Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
aplicação do produto. Garanta a presença de, no mínimo, um segundo trabalhador protegido
como o porador, que disponha de equipamento que permita a retirada segura e imediata do
operador em caso de incidente. Reduza o tempo de operação ao mínimo indispensável.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Os envelopes de FOSFETO ALUMI são de uso restrito apenas para a fumigação de
grãos, cereais e folhas de fumo armazenadas em silos, armazéns, depósitos, etc., e para a
fumigação espacial das mesmas dependências vazias, devidamente vedadas. O
LOCAL DE ARMAZENAGEM DEVE SER SINALIZADO COM O SÍMBOLO DA CAVEIRA E
ESCRITO PRODUTOS TÓXICOS;
• Os envelopes de FOSFETO ALUMI, quando expostos ao ar livre, liberam gás
venenoso;
• O produto deve ser manipulado somente por pessoal treinado e bem familiarizado
com o uso e com as medidas de segurança para fumigantes tóxicos;
• Guardar o produto na sua embalagem original, em dependências frescas, bem
ventiladas e trancadas a chave, fora do alcance de crianças, animais ou pessoas não
autorizadas;
• MANTER O PRODUTO LONGE DE ÁGUA, FOGO OU LÍQUIDOS AFINS;
• Não abra as embalagens, exceto para uso imediato;
• NÃO INALE O GÁS;
• As instalações sob fumigação somente devem ser adentradas em caso de absoluta
emergência e somente com proteção de máscara contra gases;
• Dependências adjacentes a depósitos, armazéns, silos sob fumigação devem ser
mantidos ventilados;
• A FUMIGAÇÃO NUNCA DEVE SER FEITA EM PRÉDIOS HABITADOS.
• Inflamável espontaneamente no ar à concentração acima de 26 g/m³.
• A fosfina é corrosiva para a maioria dos metais, especialmente ao cobre e metais
nobres, em consequência da reação da fosfina com os mesmos. Os aparelhos que
contenham cobre, tais como motores elétricos, cabos condutores de eletricidade,
interruptores elétricos, sistemas de alarme, sistemas eletrônicos e outros, podem sofrer
danos. Dessa forma antes de iniciar a fumigação verificar atentamente a presença desses
aparelhos e protegê-los devidamente da ação da fosfina.
• Somente iniciar a fumigação após certificar-se que a área está completamente livre
de pessoas não autorizadas e de animais.
• Sob temperaturas inferiores a 10ºC não se recomenda a fumigação. Sempre
considerar a temperatura sob a lona de fumigação, diferente daquela medida externamente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO
DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer ourto agente pode tronar-se um problema
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econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
resistência.
O inseticida FOSFETO ALUMI pertence ao grupo 24ª (inibidores do Complexo IV da cadeia
de transporte de elétrons na mitocôndria) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto
do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em
algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do FOSFETO ALUMI como uma ferramenta útil de
manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes
estratégias que pode prevenir, retardar ou reverter a evoluçãi da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 24A. Sempre otacionar com
produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Usar FOSFETO ALUMI ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um
“intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias;
- Respeitar o intervalo de aplicação para a utilização do FOSFETO ALUMI ou outros produtos
do grupo 24A quando necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das
pragas a serem controladas.
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
controle biológico, controle por comportamento etc, sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação
de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
encaminhados para o IRA-BR ( www. irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (www. agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Qualquer agente de controle de pragas e doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo
devido ao desenvolvimento de resistência. Para tanto, deve-se utilizar a rotação de produtos
com mecanismos de ação distintos, somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação
recomendados no rótulo/bula.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Recomenda-se que a fumigação não seja feita a menos de 50 metros de residências e outros
locais de permanência de pessoas.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
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profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: vestimenta em tecido de brim ou similar, com mangas compridas; calçado
de segurança; máscara facial inteira ou semi-facial, com filtro próprio para gás fosfina (filtro
combinado ABEK contra gases ácidos e vapores orgânicos e inorgânicos); óculos de
segurança (apenas nos casos em que for utilizada a máscara semi-facial); luvas de
segurança, impermeáveis ou não.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
- Proteja a instalação elétrica do local de fumigação: a fosfina reage fortemente com o cobre
dos fios elétricos.
- Agrega-se ao produto substâncias que alertam sobre a presença de gases tóxicos, com odor
característico de alho ou de peixe, que não são percebidos por todas as pessoas e não
garantem a ausência de gases tóxicos no ar.
- Garanta sistemas de emergência e primeiros socorros adequados.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
- Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: vestimenta em tecido de brim ou
similar, com mangas compridas; calçado de segurança; máscara facial inteira ou semi-facial,
com filtro próprio para gás fosfina (filtro combinado ABEK contra gases ácidos e vapores
orgânicos e inorgânicos); óculos de segurança (apenas nos casos em que for utilizada a
máscara semi-facial); luvas de segurança, impermeáveis ou não.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, mantenha o rosto afastado e faça-o de modo a evitar dispersão de
poeira.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pelo manuseio, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Somente iniciar a fumigação após certificar-se que a área está completamente livre de
pessoas não autorizdas e de animais.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo após o término do período de fumigação).
- Coloque avisos evidentes na área de aplicação do produtos, desde o momenrto da aplicação
do produtos até o fim do proceso de aeração, para evitar acidentes com outras pessoas não
implicadas na operação. Os avisos deverão ter no mínimo as seguintes informações: -
Fumigante utilizado; - Nome do responsável pela fumigação; - Data e hors do início e do fim
da fumigação; - Telefone de emergência.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em
que estiver sendo aplicado o produto.
- Utilize Equipamento de Proteção Individual. Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: vestimenta em tecido de brim ou
similar, com mangas compridas; calçado de segurança; máscara facial inteira ou semi-facial,
com filtro próprio para gás fosfina (filtro combinado ABEK contra gases ácidos e vapores
orgânicos e inorgânicos); óculos de segurança (apenas nos casos em que for utilizada a
máscara semi-facial). - Luvas de segurança, impermeáveis ou não.
- As roupas e equipamentos contaminados com poeira devem ser escovados em local arejado
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e encaminhados para lavagem / descontaminação.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres 'PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA. Manter
os avisos até o final do intervalo de reentrada (término do processo de aeração).
- Evite o máximo possível o contato com área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produtos antes do término do interval de reentrada, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas até o término
do intervalo de reentrada (término do processo de aeração).
- A reentrada de pessoas ou a reocupação de áreas fumigadas somente pode ser efetuada
após o término do processo de aeração e, quando a concentração de Fosfina (PH3) estiver
abaixo do limite de 0,23 ppm, constatado através de aparelho medidor de gás Fosfina.
- Se houver absoluta necessidade de entrada na área antes do término do interval de
reentrada, essa intervenção deve ser realizada por trabalhador capacitado para isso, que
deve utilizar os mesmos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o
uso durante a aplicação do produto. Garanta a presença de, no mínimo, um segundo
trabalhador habilitado e protegido como o operador, que disponha de equipamento que
permita a retirada segura e imediata do operador em caso de incidente. Reduza o tempo de
operação ao mínimo indispensável.
- Observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo após o término do período de
fumigação).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
- Não coloque a roupa de trabalho em locais fechados como casas ou automóveis.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis. Lave-as com
água em abundância e, em seguida, com sabão neutro. OBS: para ambientes onde haja
relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
local seco e trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Mantenha a embalagem longe do fogo e umidade.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): vestimenta
em tecido de brim ou similar, com mangas compridas; calçado de segurança; máscara facial
inteira ou semi-facial, com filtro próprio para gás fosfina (filtro combinado ABEK contra gases
ácidos e vapores orgânicos e inorgânicos); óculos de segurança (apenas nos casos em que
for utilizada a máscara semi-facial); luvas de segurança, impermeáveis ou não.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: óculos (quando for utilizada a máscara semi-facial) máscara; calçado;
vestimenta; luvas.
- A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente
protegida.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável
pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
Fatal se ingerido
PERIGO Fatal se inalado.
Nocivo em contato com a pele.
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Pode provocar danos ao SNC, coração, pulmões,
TGI, fígado e rins.
Pode provocar danos ao SNC e pulmões por
exposição repetida ou prolongada.
PRIMEIROS SOCORROS:
Em caso de acidente siga as orientações abaixo e procure imediatamente um serviço médico de
emergência, levando a embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário
agronômico do produto.
INALAÇÃO: ATENÇÃO! FATAL SE INALADO:Em caso de inalação, leve a pessoa para um
local aberto e ventilado e verifique se respira livremente. Se não estiver respirando ou estiver
com dificuldade, faça imediatamente respiração artificial utilizando uma
Unidade Manual de Respiração Artificial.
INGESTÃO: ATENÇÃO! FATAL SE INGERIDO. Em caso de ingestão, não provocar vômito,
entretanto é possível que o mesmo
ocorra espontaneamente não devendo ser evitado. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado para evitar que
aspire resíduos. Não dê nada para beber ou comer.
PELE: ATENÇÃO! NOCIVO EM CONTATO COM A PELE: Em caso de contato com a pele,
elimine a poeira com água corrente
em abundância durante 3 a 5 minutos, em seguida lave com sabão neutro.
OLHOS: Em caso de contato com os olhos, lave com água corrente em abundância durante 15
minutos. Manter as pálpebras
abertas de modo a garantir o enxágue adequado dos olhos. Retirar lentes de contato, caso
estejam sendo utilizadas. Consultar um
oftalmologista caso se desenvolva irritação.
CABELO: Em caso de contato com o cabelo, elimine a poeira com água corrente em abundância
durante 3 a 5 minutos, em
seguida lave com sabão neutro.
Em caso de intoxicação: remova a pessoa intoxicada da área de contaminação, retire
equipamentos, roupas e outros adereços
da vítima; coloque-os dentro de dois sacos plásticos bem fechados e encaminhe para que sejam
escovados em lugar arejado e,
em seguida, para lavagem. Mantenha a vítima aquecida (sobretudo idosos e crianças).
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INTOXICAÇÕES POR FOSFINA (FOSFETO ALUMI)
Informações Médicas
Grupo químico Inorgânico, precursor de fosfina.
Classe
CATEGORIA 1 – PRODUTO EXTREMAMENTE TÓXICO
toxicológica
Potenciais vias
Oral e inalatória.
de exposição
Absorção: As intoxicações ocorrem por inalação e ingestão. A fosfina
praticamente não é absorvida pela pele. No organismo, ela se transforma em
ácido fosfórico e em fosfatos. A inalação durante uma hora de
aproximadamente 300 ml/m3 de ar é mortal para seres humanos. A
Toxicocinética
concentração máxima admissível em lugares de trabalho durante uma jornada
de oito horas é de 0,23 ppm (0,3 mg/m3). Excreção: A fosfina é eliminada pela
expiração, contudo sua principal via de excreção é urinária sob forma
principalmente de hipofosfito
O produto em contato com a umidade do ar inicia lentamente a liberação do
gás fosfina. O mecanismo de ação tóxica não está bem estabelecido, mas
possivelmente seja através da fosforilação de enzimas. A fosfina atua como
Toxicodinâmica
veneno, bloqueando importantes sistemas enzimáticos dentro das células do
organismo, principalmente cardíacas e pulmonares. As elevadas concentrações
alteram a hemoglobina, sem causar hemólise.
A exposição aguda ao produto pode causar efeitos sobre o aparelho
respiratório, sistema nervoso central, trato gastrointestinal, rins, aparelho
cardiovascular e olhos. No aparelho respiratório ele pode causar irritação
pulmonar grave, tosse, cianose, dispneia e edema pulmonar. No sistema
Sintoma se nervoso central pode causar cefaleia, tontura, parestesias, fadiga, ataxia,
sinais clínicos letargia, torpor, convulsões, tremores, coma e morte. Sobre o TGI os efeitos
são náusea, vômito, icterícia, necrose hepática centro lobular,
hepatoesplenomegalia e íleo paralítico. Os sintomas cardiovasculares são
arritmia, hipotensão, taquicardia e insuficiência cardíaca congestiva. Também
pode causar oligúria, anúria e diplopia. A exposição crônica pode causar
bronquite, distúrbio motor e da fala, fraqueza, anorexia e alteração da função
hepática. Em casos mais graves podem ocorrer fraturas espontâneas e necrose
mandibular.
O diagnóstico é feito pela sintomatologia clínica associada ao histórico de
Diagnóstico exposição significativa ao produto. Não há exame laboratorial específico para o
diagnóstico.
Antídoto Não há antídoto específico. O tratamento é sintomático e de manutenção.
O tratamento é sintomático. Em caso de ingestão, administre carvão ativado de
1 a 2 g/kg para crianças e de 50 a 100 g em dose única para adultos. Atenção
aos sintomas tardios semelhantes aos da intoxicação por via respiratória.
Verifique a permeabilidade das vias respiratórias e administre O2 suplementar.
Administre broncodilatador, em caso de broncoespasmos, faça intubação
endotraqueal em caso de comprometimento respiratório. Tratar o edema
pulmonar. Monitorizar a função renal e hepática, em caso de insuficiência renal,
faça hemodiálise. Em caso de hipotensão, use vasopressores e administre
Tratamento
fluidos endovenosos. Em caso de convulsões use diazepinicos. Em caso de
alterações cardíacas use digoxina ou bloqueadores de cálcio (conforme
necessário), gluconato de cálcio e sulfato de magnésio 25%. Pacientes que
inalaram quantidades importantes de fosfina devem ficar em observação por 72
horas ou mais, devido ao risco de edema pulmonar e lesões hepáticas tardias.
Pacientes sem sintomatologia devem ficar em observação durante seis horas e
orientados para voltar em caso de aparecimento de alterações de seu estado de
saúde.
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A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração
Contraindicações
pulmonar.
Efeitos
Não são conhecidos efeitos sinérgicos.
sinérgicos
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
Telefones de (RENACIAT/ANVISA/MS).
emergência As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças
para informações eAgravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de
médicas Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique o caso no
Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
AllierBrasil Agro Ltda.
Telefone de Emergência da empresa: 0800-7712222
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
Ação: a fosfina atua como veneno, bloqueando importantes sistemas enzimáticos dentro das
células do organismo, principalmente cardíacas e pulmonares. As elevadas concentrações
alteram a hemoglobina, sem causar hemólise.
Absorção: os envenenamentos ocorrem por inalação e ingestão. A fosfina não é
praticamente absorvida pela pele. No organismo, ela se transforma em ácido fosfórico e em
fosfatos. A inalação durante uma hora de aproximadamente 300 mL/m3 de ar é mortal para
os seres humanos. A concentração máxima admissível em lugares de trabalho durante uma
jornada de oito horas é de 0,23 ppm (0,3 mg/m3).
Excreção: a fosfina é eliminada pela expiração, contudo sua principal via de excreção é
urinária sob forma principalmente de hipofosfito.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
Agudos:
Sintomas vagos de cansaço, sonolência, tremores, tosse e posteriormente dores gástricas,
vômitos, diarreia, arritmia cardíaca, dispneia, dores de cabeça, hipotensão arterial, edema
pulmonar, colapso cardiovascular e choque.
Aparelho respiratório: irritação pulmonar severa, tosse, cianose, dispneia, edema pulmonar.
Sistema nervoso central: cefaleia, tonturas, parestesias, fadiga, ataxia, letargia, torpor,
convulsões, tremores, coma, morte. Trato gastrointestinal: náuseas, vômito, icterícia,
necrose hepática centrolobular, hepatosplenomegalia, íleo paralítico.
Renal: oligúria e anúria. Olhos: diplopia. Aparelho cardiovascular: necrose miocárdica total,
arritmia, hipotensão, taquicardia, insuficiência cardíaca congestiva.
Crônicos:
Aparelho respiratório: bronquite.
Sistema nervoso central: distúrbio motor e da fala.
Pele: hiperemia e hipersensibilidade.
Aparelho esquelético: fraturas espontâneas, necrose mandibular.
Sangue: anemia, leucopenia.
Condições gerais: perda de peso, fraqueza e anorexia.
Dados laboratoriais: alterações de funções hepáticas, acidose, aumento de uréia urinária e da
bilirrubina, hematúria e proteinúria.
RESULTADOS DOS ESTUDOS TOXICOLÓGICOS:
DL50 oral para ratos: 8,7 mg/kg.
DL50 cutânea para ratos: 1300 + ou - 206 mg/kg.
CL50 inalatória para ratos (4 horas): 11 ppm (0,015 mg/L).
Corrosão / irritação cutânea para coelhos: não classificado.
Corrosão / irritação ocular para coelhos: não classificado.
Sensibilização cutânea para cobaias: não classificado.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
□ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
■ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Os equipamentos e terminais elétricos devem ser protegidos, pois a Fosfina é corrosiva ao
cobre e
metais nobres.
- O produto pode se inflamar espontaneamente quando atingir a concentração de 27,1g/m 3.
Em contato
com o calor e umidade o produto libera vapores inflamáveis, que podem elevar a temperatura
no local e
causar auto-ignição.
- Em contato com o fogo pode haver ruptura das embalagens lacradas e o produto reagir com
a umidade
atmosférica produzindo o fosfeto de hidrogênio ou fosfina.
- Não lave embalagens em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação
da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- Não estocar sob condições úmidas ou que possam adquirir umidade.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas
ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Respeite o prazo de validade do produto.
- Deve haver sempre disponibilidade de máscara de proteção respiratória com filtro próprio
para o gás
Fosfina.
- Deve sempre haver recipientes adequados disponíveis (saco plástico transparente
padronizado e com
lacre - modelo ABNT) para isolar o produto resultante do desprendimento do gás Fosfina, o
Hidróxido de
Alumínio e/ou embalagens primárias rompidas.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
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3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa AllierBrasil Agro Ltda. - Telefone
da empresa (11) 3151-4360.
- Utilize o EPI (óculos protetores, máscara de proteção respiratória com filtro próprio para o
gás Fosfina,
macacão de mangas compridas, proteção para a cabeça, luvas e botas de borracha). NÃO
RESPIRE O GÁS.
- Procure impedir que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos d’água.
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente
apropriado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado.
Neste caso, contate a empresa registrante, pelo telefone indicado acima, para a sua
devolução e destinação final..
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, isole a área e despeje sobre o fogo areia seca, extintor de CO 2 ou
efetuar ventilação com ar, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
- NUNCA COMBATA O FOGO COM ÁGUA
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE
E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGENS FLEXÍVEIS
(Saco de alumínio flexível, envelope aluminizado e sachê)
- ESTAS EMBALAGENS NÃO PODEM SER LAVADAS.
ARMAZENAMENTO DAS EMBALAGENS VAZIAS
- Mantenha as embalagens armazenadas em ambiente ventilado, ao abrigo de chuva,
separado das demais embalagens vazias ou que contenham produto por, pelo menos 10 dias,
tempo necessário para que o gás fosfina residual se desprenda e disperse. Após este período,
o armazenamento
das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio das embalagens.
- Estas embalagens vazias devem ser armazenadas, separadamente das lavadas, em saco
plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado
e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo
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mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.
- Sempre observe o prazo de segurança para o total desprendimento do gás fosfina.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
(Lata de folha de flandres, balde metálico, barrica de papelão e caixa de papelão)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio
local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita seguindo-se o seguinte procedimento:
I. Em um local ventilado, estenda uma lona própria para expurgo em uma superfície horizontal;
recolha o produto vazado, seja na forma de pastilhas, comprimidos ou sachês e espalhe-os
sobre a lona evitando amontoamentos para facilitar o desprendimento e dispersão do gás
Fosfina;
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II. Recolha o eventual pó de Hidróxido de Alumínio resultante da geração do gás Fosfina e
espalhe-o sobre a lona em uma fina camada, para facilitar o desprendimento e dispersão do
gás Fosfina.
III. Retire todo o produto restante, pastilhas, comprimidos e sachês de Fosfeto de Alumínio
e/ou Hidróxido de Alumínio, resultante da geração do gás Fosfina, das embalagens rompidas
e deposite-o sobre a mesma lona evitando amontoamentos e mantendo a camada de
Hidróxido de Alumínio o mais fina possível.
IV. Certifique-se que as embalagens rompidas foram totalmente esgotadas e armazene-as
em recipiente adequada conforme recomendações de armazenamento de embalagens
vazias.
V. Nessa circunstância o isolamento de todo esse material deve ser mantido por pelo menos
10 dias, antes de sua devolução para desativação final como produto impróprio para utilização
ou em desuso.
VI. Após esse período, armazene o produto resultante do desprendimento do gás Fosfina, o
Hidróxido de Alumínio, em recipientes adequados (saco plástico transparente padronizado –
modelo ABNT) devendo ser devidamente identificado e com lacre.
Cuidados a serem observados pelo usuário ou empresas legalmente autorizadas a
procederem à destinação final de embalagens vazias para o armazenamento, devolução e
transporte de embalagens primárias rompidas e produtos vazados gerando o gás Fosfina.
Consideram-se embalagens primárias aquelas que entram em contato direto com o produto,
são elas: garrafa de alumínio, tubete de alumínio, frasco plástico coex, saco de alumínio
flexível, envelope aluminizado e sachê.
Use óculos protetores, máscara de proteção respiratória com filtro próprio para o gás Fosfina,
macacão de mangas compridas e luvas e botas de borracha no manuseio das embalagens
rompidas e produtos vazados.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de
pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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