ForceUp SL
Jubailireg Brasil Ltda - São Paulo/SP
Herbicida
glifosato-sal de isopropilamina (glicina substituída) (480 g/L)
Informações
Número de Registro
7908
Marca Comercial
ForceUp SL
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
glifosato-sal de isopropilamina (glicina substituída) (480 g/L)
Titular de Registro
Jubailireg Brasil Ltda - São Paulo/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Não seletivo de ação sistêmica
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Algodão
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Algodão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Algodão
Avena sativa
aveia
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Algodão
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Algodão
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Algodão
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Algodão
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Algodão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Algodão
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Algodão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Algodão
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Algodão
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Algodão
Malvastrum coromandelianum
guanxuma (1); guaxima (2); malvastro
Algodão
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Algodão
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Algodão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Arroz
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Arroz
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Arroz
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Arroz
Avena sativa
aveia
Arroz
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Arroz
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Arroz
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Arroz
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Arroz
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Arroz
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Arroz
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Arroz
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Arroz
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Arroz
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Arroz
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Arroz
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Arroz
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Arroz
Malvastrum coromandelianum
guanxuma (1); guaxima (2); malvastro
Arroz
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Arroz
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Arroz
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Arroz irrigado
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Arroz irrigado
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Arroz irrigado
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Arroz irrigado
Avena sativa
aveia
Arroz irrigado
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Arroz irrigado
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Arroz irrigado
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Arroz irrigado
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Arroz irrigado
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Arroz irrigado
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Arroz irrigado
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Arroz irrigado
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Arroz irrigado
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Arroz irrigado
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Arroz irrigado
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Arroz irrigado
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Arroz irrigado
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Arroz irrigado
Malvastrum coromandelianum
guanxuma (1); guaxima (2); malvastro
Arroz irrigado
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Arroz irrigado
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Arroz irrigado
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Banana
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Banana
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Banana
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Banana
Avena sativa
aveia
Banana
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Banana
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Banana
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Banana
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Banana
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Banana
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Banana
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Banana
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Banana
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Banana
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Banana
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Banana
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Banana
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Banana
Malvastrum coromandelianum
guanxuma (1); guaxima (2); malvastro
Banana
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Banana
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Banana
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Café
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Café
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Café
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Café
Avena sativa
aveia
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Café
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Café
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Café
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Café
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Café
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Café
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Café
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Café
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Café
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Café
Malvastrum coromandelianum
guanxuma (1); guaxima (2); malvastro
Café
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Café
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Cana-de-açúcar
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Avena sativa
aveia
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Cana-de-açúcar
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Cana-de-açúcar
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Cana-de-açúcar
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Cana-de-açúcar
Digitaria ciliaris
capim-colchão (3); capim-da-roça (2); capim-tinga
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Cana-de-açúcar
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Cana-de-açúcar
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cana-de-açúcar
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Cana-de-açúcar
Malvastrum coromandelianum
guanxuma (1); guaxima (2); malvastro
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cana-de-açúcar
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Citros
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Citros
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Citros
Avena sativa
aveia
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Citros
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Citros
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Citros
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Citros
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Citros
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Citros
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Citros
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Citros
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Citros
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Citros
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Citros
Malvastrum coromandelianum
guanxuma (1); guaxima (2); malvastro
Citros
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Citros
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Eucalipto
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Eucalipto
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Eucalipto
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Eucalipto
Avena sativa
aveia
Eucalipto
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Eucalipto
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Eucalipto
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Eucalipto
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Eucalipto
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Eucalipto
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Eucalipto
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Eucalipto
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Eucalipto
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Eucalipto
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Eucalipto
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Eucalipto
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Eucalipto
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Eucalipto
Malvastrum coromandelianum
guanxuma (1); guaxima (2); malvastro
Eucalipto
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Eucalipto
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Eucalipto
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Milho
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Milho
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milho
Avena sativa
aveia
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Milho
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Milho
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Milho
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Milho
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Milho
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Milho
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Milho
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Milho
Malvastrum coromandelianum
guanxuma (1); guaxima (2); malvastro
Milho
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Milho
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pinus
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Pinus
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Pinus
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Pinus
Avena sativa
aveia
Pinus
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Pinus
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Pinus
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Pinus
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Pinus
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Pinus
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Pinus
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Pinus
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Pinus
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Pinus
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Pinus
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Pinus
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Pinus
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Pinus
Malvastrum coromandelianum
guanxuma (1); guaxima (2); malvastro
Pinus
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Pinus
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Pinus
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Soja
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Avena sativa
aveia
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Soja
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Soja
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Soja
Dessecação da Cultura
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Soja
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Soja
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Soja
Malvastrum coromandelianum
guanxuma (1); guaxima (2); malvastro
Soja
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Soja
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Soja
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Trigo
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Trigo
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Trigo
Avena sativa
aveia
Trigo
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Trigo
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Trigo
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Trigo
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Trigo
Cynodon dactylon
capim-da-cidade; capim-de-burro (1); grama-bermuda
Trigo
Cyperus ferax
capim-de-cheiro (2); chufa; junquinho (1)
Trigo
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Trigo
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Trigo
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Trigo
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Trigo
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Trigo
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Trigo
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Trigo
Malvastrum coromandelianum
guanxuma (1); guaxima (2); malvastro
Trigo
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Trigo
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Trigo
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Conteúdo da Bula
FORCEUP SL_V01_2025-09-16
FORCEUP SL
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob no 07908
COMPOSIÇÃO:
N-(phosphonomethyl)glycine (GLIFOSATO).........................................................................480,0 g/L (48,00% m/v)
Equivalente a ácido de N-(phosphonomethyl) glycine...........................................................360,0 g/L (36,00% m/v)
Outros ingredientes...............................................................................................................685,5 g/L (68,55% m/v)
GRUPO G HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida não seletivo de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Glicina Substituída
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado solúvel (SL)
TITULAR DO REGISTRO (*):
JUBAILIREG BRASIL LTDA.
Rua Santa Cruz, 2187 - sala 10 - Vila Mariana - São Paulo/SP - CEP: 04.121-002
CNPJ: 54.195.878/0001-59 - Fone: (11) 5464-6865 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4470.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Glifosate Técnico Monsanto - Registro MAPA nº 1998
BAYER CROPSCIENCE LP - Luling Plant - 12.501 River Road - PO Box 174 - Luling - Louisiana - 70.070 - EUA
BAYER CROPSCIENCE LP - Muscatine Plant - 2.500 Wiggins Road - Muscatine - Iowa - 52.761- EUA
MONSANTO ARGENTINA S.R.L - Zarate Plant - Ruta 12, km 83.100 - Zarate - 2800 - Argentina
MONSANTO DO BRASIL LTDA. - Av. Carlos Marcondes, 1200, km 159,5 - Limoeiro - CEP: 12241-421 - São
José dos Campos/SP - CNPJ: 64. 858.525/0002-26 - Registro Estadual CDA/SP nº 525
BAYER AGRICULTURE BV - Antwerp Plant - Haven 627, Scheldelaan 460 - Antuérpia (Lillo) - 2040 - Bélgica
Glifosato Técnico Albaugh SHB - Registro MAPA nº TC24722
SICHUAN HEBANG BIOTECHNOLOGY CO., LTD. - Niuhua Town, Wutongquiao District, Leshan, Sichuan -
614801 - China
Glifosato Técnico Atanor III - Registro MAPA nº 11511
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO. LTD. - Binhai Economic Development Area, Weifang,
262737, Shandong Province - China
Glifosato Técnico CSG - Registro MAPA nº 31118
HUBEI TRISUN CHEMICALS CO. LTD. - Nº 66-4 - Xiaoting Avenue, Xiaoting District - Yichang, Hubei - China
FORCEUP SL_V01_2025-09-16
FORMULADORES:
ALBAUGH AGRO BRASIL LTDA. - Avenida Basiléia, 590 - CEP: 27521-210 - Resende/RJ - CNPJ: 01.
789.121/0004-70 - Cadastro no Estado (INEA/RJ): LO nº IN035302.
CHD’s Agrochemicals S.A.I.C. - Campo Tacuru km 32,5 - Distrito de Herandarias - Paraguai.
FMC Química do Brasil Ltda. - Avenida Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III - CEP: 38001-970
- Uberaba/MG - CNPJ: 04.136.367/0005 11 - Cadastro no Estado (IMA/MG) nº 210.
OURO FINO QUÍMICA S.A. - Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - lote 5 - Distrito Industrial III - CEP:
38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001 07 - Cadastro no Estado (IMA/MG) nº 8.764.
PRENTISS QUÍMICA LTDA. - Rodovia PR - 423 s/nº - km 24,5 - Jardim das Acácias - CEP: 83603-000 - Campo
Largo/PR - CNPJ: 00.729.422/0001 00 - Cadastro no Estado (SEAB/PR) nº 002669.
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. - Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG -
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Cadastro no Estado (IMA/MG) nº 2972.
SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A. - Avenida Parque Sul, 2138 - I Distrito Industrial -
Maracanaú/CE - CEP: 67939-000 - CNPJ: 07.467.822/0001-26 - Cadastro no Estado (SEMACE/CE): 565/2015-
DICOP-GECON.
TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA. - Avenida Roberto Simonsen,
1459 - CEP: 13140-000 - Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81
Cadastro no Estado (CDA-SP) nº 477.
TECNOMYL S.A. - Parque Industrial Avay. Villeta - Paraguai.
UPL DO BRASIL Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Avenida Maeda s/nº, Distrito
Industrial - CEP: 14500-000 - Ituverava/SP - CNPJ: 02.974.733/0003-14 - Cadastro no Estado (CDA-SP) nº 1049.
ZHEJIANG TIDE CROPSCIENCE CO., LTD. - Nº 11 Linhai Road, Paojiang Industrial - Zone Shaoxing (312071)
- China.
NANTONG JIANGSHAN AGROCHEMICAL & CHEMICALS CO. LTD. - No.998 Jiangsha Road, Nantong
Economic & Technological Development Zone, Nantong, Jiangsu, China.
ANHUI GUANGXIN AGROCHEMICAL CO., LTD. - Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde Country,
Xuancheng City, 242235, Anhui, P.R, China.
HUBEI TRISUN CHEMICALS CO. LTD. - Changjiang Road 291h Xiaoting District, Yichang, Hubei, China.
HENAN JINPENG CHEMICALS CO., LTD. - West side of Jingwu RD, South side of Welwu RD, Chemical
Industrial Park, Kaifeng, Henan - China
FORCEUP SL_V01_2025-09-16
IMPORTADOR:
JUBAILI BRASIL LTDA. - Rua Santa Cruz, n° 2187 - Sala 10, Vila Mariana, São Paulo/SP, CEP 04121-002
CNPJ: 54.195.645/0001-56 - Cadastro no Estado (CDA-SP) nº 4473.
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS
EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do Decreto Nº
7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
AGUDO
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: azul PMS Blue 293 C
FORCEUP SL_V01_2025-09-16
INSTRUÇÕES DE USO:
FORCEUP SL é um herbicida, não seletivo, de ação sistêmica do grupo químico das glicinas substituídas, que
contém o ingrediente ativo GLIFOSATO 480 g/L na formulação Concentrado Solúvel. Indicado para o controle
não- seletivo de plantas infestantes nas áreas cultivadas das culturas de algodão, arroz, arroz-irrigado, banana,
café, cana- de-açúcar, citros, eucalipto, milho, pinus, soja e trigo de acordo com as seguintes situações:
Aplicação em pós-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes nas culturas de café, citros,
eucalipto e pinus;
Aplicação em plantas infestantes nas culturas de algodão, arroz, arroz-irrigado, banana, cana-de-açúcar, milho,
soja e trigo;
Aplicação em pré-emergência da cultura e pós-emergência das plantas infestantes nas culturas de algodão, arroz,
cana-de-açúcar, milho, soja e trigo;
Aplicação em pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes no preparo da área para posterior
plantio ou semeadura para todas as culturas;
Eliminação da soqueira de cana-de-açúcar e como maturador da cana-de-açúcar.
Aplicação em área total, em pós-emergência do algodão geneticamente modificado resistente ao glifosato, em
áreas de plantio direto ou convencional.
Aplicação em área total, em pós-emergência do milho geneticamente modificado resistente ao glifosato, em áreas
de plantio direto ou convencional, podendo ser utilizado em aplicação única ou aplicação sequencial.
Aplicação em área total, em pós-emergência da soja geneticamente modificada resistente ao glifosato, em áreas
de plantio direto e convencional, podendo ser utilizado em aplicacão única ou aplicação sequencial.
Aplicação sobre a cultura de soja (não geneticamente modificada para resistência ao glifosato) na pré-colheita
para dessecação.
CULTURAS, ALVOS E DOSES:
Eliminação de soqueira e maturador de cana-de-açúcar:
Dose Volume da calda(1)
Cultura g Número, Época e Intervalo de Aplicação
L Aplicação Aplicação
i.a./ha
p.c./ha (1)
terrestre Aérea
A aplicação deve ser feita quando a média das
Eliminação folhas estiver entre 0.6 m a 1.2 m de altura
de soqueira medida a partir do chão, ou quando a última
2400
de cana-de- 5,0 a lígula visível estiver a 40 cm do solo. E
a 2800 180 a 500 40 a 50
açúcar 6,0 fundamental que a aplicação seja feita antes
da formação dos colmos na soqueira.
FORCEUP SL_V01_2025-09-16
Dose Volume da calda(1)
Cultura g Número, Época e Intervalo de Aplicação
L Aplicação Aplicação
i.a./ha
p.c./ha (1)
terrestre Aérea
O herbicida FORCEUP SL pode ser utilizado
como maturador em cana-de-açúcar em
qualquer época da safra com os seguintes
direcionamentos:
Início da safra: Visando antecipar a maturação
devido as condições pouco favoráveis de
maturação natural, onde nem mesmo as
variedades mais precoces estão no seu
potencial máximo de acúmulo de sacarose.
Maturador
3,0 a 1440 Meio da safra: Com o objetivo de maximizar a
de cana-de- 180 a 500 40 a 50
6,0 a 2880 qualidade de matéria-prima e antecipar a
açúcar
liberação de área de reforma para o preparo
do solo e plantio de cana de ano ou cereais.
Final da safra: Com o objetivo mínimo de
manter um bom nível de maturação evitando
a queda natural que ocorre com o início das
chuvas podendo ainda elevar o potencial
natural de maturação daquelas variedades
plantadas como cana de ano ou cortadas no
final da safra anterior.
p.c.: produto comercial - i.a.: ingrediente ativo
(1)
O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação
ou a critério do Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação.
Plantas infestantes perenes controladas:
ALGODÃO, ARROZ, ARROZ-IRRIGADO, BANANA, CAFÉ, CANA-DE-AÇÚCAR, CITROS, EUCALIPTO,
MILHO, PINUS, SOJA E TRIGO
Plantas Daninhas Dose/ha
Volume da calda(1)(L/ha)
Nome comum (Nome científico) L p.c. g i.a.
FOLHA ESTREITA
Junquinho
1,5 720
Cyperus ferax
180 a 500
Capim-amargoso (aplicação terrestre)
1,5 a 4,0 720 a 1920
Digitaria insularis
Capim-colonião 1,5 a 5,0 720 a 2400
FORCEUP SL_V01_2025-09-16
ALGODÃO, ARROZ, ARROZ-IRRIGADO, BANANA, CAFÉ, CANA-DE-AÇÚCAR, CITROS, EUCALIPTO,
MILHO, PINUS, SOJA E TRIGO
Plantas Daninhas Dose/ha
Volume da calda(1)(L/ha)
Nome comum (Nome científico) L p.c. g i.a.
Panicum maximum
Grama-seda
4,0 a 5,0 1920 a 2400
Cynodon dactylon 40 a 50
Tiririca (aplicação aérea)
4,0 a 5,0 1920 a 2400
Cyperus rotundus
FOLHA LARGA
Apaga-fogo
1,0 480
Alternanthera tenella 180 a 500
(aplicação terrestre)
Guanxuma
3,0 1440
Sida rhombifolia
40 a 50
Fedegoso-branco (aplicação aérea)
5,0 2400
Senna obtusifolia
Número, Época e Intervalo de Aplicação: O herbicida FORCEUP SL deve ser aplicado sobre as plantas
infestantes a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de
desenvolvimento e sem efeito de "stress" hídrico (falta ou excesso de água).
O melhor período para controlar as espécies perenes é próximo ao início da floração. A eficiência do
produto começa a ser visualizada entre 4º a 10º dia após a aplicação.
O herbicida FORCEUP SL não tem ação residual sobre sementes existentes no solo. Quando aplicado no
período adequado conforme recomendações controlará as plantas infestantes com uma única aplicação.
p.c.: produto comercial - i.a.: ingrediente ativo
(1)
O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação
ou a critério do Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação.
FORCEUP SL_V01_2025-09-16
Plantas infestantes anuais controladas:
ALGODÃO, ARROZ, ARROZ-IRRIGADO, CAFÉ, CANA-DE-AÇÚCAR, CITROS, EUCALIPTO, MILHO,
PINUS, SOJA E TRIGO
Plantas Daninhas Dose/ha
Volume da calda(1)(L/ha)
Nome comum (Nome científico)
L p.c. g i.a.
FOLHA ESTREITA
Capim-papuã
1,0 a 1,5 480 a 720
Brachiaria plantaginea
Aveia 180 a 500
1,5 720 (aplicação terrestre)
Avena sativa
Capim-carrapicho
1,0 a 2,0 480 a 960
Cenchrus echinatus
Capim-colchão
1,5 a 2,0 720 a 960
Digitaria horizontalis 40 a 50
Capim-arroz (aplicação aérea)
3,5 1680
Echinochloa crusgalli
FOLHA LARGA
Picão-preto
1,0 a 2,0 480 a 960
Bidens pilosa
Picão-branco
1,0 480
Galinsoga parviflora
Guanxuma
1,0 a 2,0 480 a 960
Malvastrum coromandellum
Carrapicho-rasteiro 180 a 500
1,0 a 2,0 480 a 960 (aplicação terrestre)
Acanthospremum australe
Caruru-roxo 40 a 50
2,0 960
Amaranthus hybridus (aplicação aérea)
Buva
2,0 960
Conyza bonariensis
Amendoim-bravo
3,0 a 3,5 1440 a 1680
Euphorbia heterophylla
Corda-de-viola
3,0 1440
Ipomoea aristolochiafolia
FORCEUP SL_V01_2025-09-16
ALGODÃO, ARROZ, ARROZ-IRRIGADO, CAFÉ, CANA-DE-AÇÚCAR, CITROS, EUCALIPTO, MILHO,
PINUS, SOJA E TRIGO
Plantas Daninhas Dose/ha
Volume da calda(1)(L/ha)
Nome comum (Nome científico)
L p.c. g i.a.
FOLHA ESTREITA
Número, Época e Intervalo de Aplicação: O herbicida FORCEUP SL deve ser aplicado sobre as plantas
infestantes a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de
desenvolvimento e sem efeito de "stress" hídrico (falta ou excesso de água).
O melhor período para controlar plantas infestantes anuais situa-se entre a fase jovem até o início da formação
dos botões florais.
A eficiência do produto começa a ser visualizada entre 4° a 10° dia após a aplicação.
O herbicida FORCEUP SL não tem ação residual sobre sementes existentes no solo. Quando aplicado no
período adequado conforme recomendações controlará as plantas infestantes com uma única aplicação.
p.c.: produto comercial - i.a.: ingrediente ativo
(1)
O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação
ou a critério do Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação.
Plantas infestantes anuais controladas para a cultura da banana:
BANANA
Plantas Daninhas Dose/ha
Volume da calda(1)(L/ha)
Nome comum (Nome científico) L p.c. g i.a.
FOLHA ESTREITA
Capim-papuã
0,5 a 1,0 240 a 480
Brachiaria plantaginea
Aveia
1,0 480
Avena sativa 180 a 500
(aplicação terrestre)
Capim-carrapicho
1,5 720
Cenchrus echinatus
40 a 50
Capim-colchão (aplicação aérea)
1,5 a 2,0 720 a 960
Digitaria horizontalis
Capim-arroz
4,0 1920
Echinochloa crusgalli
FOLHA LARGA
Picão-preto 180 a 500
1,0 a 1,5 480 a 720
Bidens pilosa (aplicação terrestre)
FORCEUP SL_V01_2025-09-16
BANANA
Plantas Daninhas Dose/ha
Volume da calda(1)(L/ha)
Nome comum (Nome científico) L p.c. g i.a.
Picão-branco
1,0 480
Galinsoga parviflora 40 a 50
(aplicação aérea)
Guanxuma
1,0 a 2,0 480 a 960
Malvastrum coromandellum
Carrapicho-rasteiro
1,5 720
Acanthospremum australe
Caruru-roxo
2,0 960
Amaranthus hybridus
Buva
2,0 960
Conyza bonariensis
Amendoim-bravo
3,0 a 3,5 1440 a 1680
Euphorbia heterophylla
Corda-de-viola
3,0 1440
Ipomoea aristolochiafolia
Número, Época e Intervalo de Aplicação: O herbicida FORCEUP SL deve ser aplicado sobre as plantas
infestantes a serem controladas, já germinadas, quando estas estiverem em boas condições de
desenvolvimento e sem efeito de "stress" hídrico (falta ou excesso de água).
O melhor período para controlar plantas infestantes anuais situa-se entre a fase jovem até o início da formação
dos botões florais.
A eficiência do produto começa a ser visualizada entre 4° a 10° dia após a aplicação.
O herbicida FORCEUP SL não tem ação residual sobre sementes existentes no solo. Quando aplicado no
período adequado conforme recomendações controlará as plantas infestantes com uma única aplicação.
Culturas geneticamente modificadas resistentes ao glifosato:
VARIEDADES DE ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADAS RESISTENTES AO GLIFOSATO
Plantas Daninhas Dose/ha
Nome comum Volume de calda(1)(L/ha)
(Nome científico) L p.c. g i.a.
FOLHA ESTREITA
Capim-carrapicho 50 - 250
1,35 a 2,00 648 a 960
Cenchrus echinatus (aplicação terrestre)
Capim-pé-de-galinha 20 - 40
1,35 a 2,7 648 a 1296
Eleusine indica (aplicação aérea)
FORCEUP SL_V01_2025-09-16
VARIEDADES DE ALGODÃO GENETICAMENTE MODIFICADAS RESISTENTES AO GLIFOSATO
Plantas Daninhas Dose/ha
Nome comum Volume de calda(1)(L/ha)
(Nome científico) L p.c. g i.a.
FOLHA LARGA
Apaga-fogo
1,35 a 2,00 648 a 960
Alternanthera tenella
Caruru-de-mancha 50 - 250
1,35 a 2,00 648 a 960 (aplicação terrestre)
Amaranthus viridis
Trapoeraba 20 - 40
2,7 1296
Commelina benghalensis (aplicação aérea)
Corda-de-viola
2,7 1296
Ipomoea nil
Número, Época e Intervalo de Aplicação: A melhor época para controle das plantas infestantes é de 25 a 35
dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estádio inicial de desenvolvimento.
A aplicação foliar deverá ser realizada até a 4ª folha da cultura.
p.c.: produto comercial - i.a.: ingrediente ativo
(1)
O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação
ou a critério do Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação.
VARIEDADES DE MILHO GENETICAMENTE MODIFICADAS RESISTENTES AO GLIFOSATO
Plantas Daninhas Dose/ha
Volume de Número, Época e Intervalo de
Nome comum
L p.c. g i.a. calda(1)(L/ha) Aplicação
(Nome científico)
FOLHA ESTREITA
Braquiarão Aplicação única no estágio de
Brachiaria brizantha crescimento de até 2 perfilhos até
10 cm, em até 15 dias após a
Capim-marmelada 1,6 768
emergência da
Brachiaria plantaginea 20 - 250
cultura.
(aplicação
Capim-carrapicho terrestre)
Cenchrus echinatus 20 - 40
(aplicação Aplicação única no estágio de
Capim-colchão aérea) crescimento de 3 a 6 perfilhos
1,6 a 2,7 768 a 1296
Digitaria horizontalis entre 10 a 20 cm, de 25 a 30 dias
após a emergência da cultura.
Capim-pé-de-galinha
Eleusine indica
p.c.: produto comercial - i.a.: ingrediente ativo
FORCEUP SL_V01_2025-09-16
(1)
O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação
ou a critério do Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação.
VARIEDADES DE MILHO GENETICAMENTE MODIFICADAS RESISTENTES AO GLIFOSATO
Dose/ha
Plantas Daninhas
Volume de Número, Época e Intervalo de
Nome comum
L p.c. g i.a. calda(1)(L/ha) Aplicação
(Nome científico)
FOLHA LARGA
Apaga-fogo
Alternanthera tenella
Caruru-de-mancha
Amaranthus viridus
20 - 250
Erva-de-santa-luzia Aplicação única no estágio de
(aplicação
Chamaesyce hirta 2,0 960 crescimento com até 6 folhas até
terrestre)
a 2,7 a 1296 10 cm, em até 15 dias após a
20 - 40
Trapoeraba(*) emergência da cultura.
(aplicação
Commelina benghalensis aérea)
Amendoim-bravo
Euphorbia heterophylla
Picão-branco
Galinsoga parviflora
Beldroega 20 - 250
Portulaca oleraceae (aplicação
Aplicação única no estágio de
terrestre)
2,7 1296 crescimento de 6 a 10 folhas entre
Nabiça 20 - 40
a 3,00 a 1.440 10 a20 cm, de 25 a 30 dias após a
Raphanus raphanistrum (aplicação
emergência da cultura.
aérea)
Poaia-branca
Richardia brasiliensis
FORCEUP SL_V01_2025-09-16
VARIEDADES DE MILHO GENETICAMENTE MODIFICADAS RESISTENTES AO GLIFOSATO
Número, Época e Intervalo de Aplicação - Aplicação Sequencial:
Realizar no máximo duas aplicações do produto durante o ciclo/safra da cultura.
Em áreas de alta infestação e/ou germinação não uniforme das plantas infestantes, recomenda-se realizar a
aplicação sequencial (duas aplicações):
A primeira na dose de 2,0 L p.c./ha, até aos 15 dias após a emergência da cultura, seguida de uma segunda
na dose de 2,7 L p.c./ha, com intervalo de cerca de 15 dias entre as duas aplicações.
(*)
Em casos específicos de infestação de trapoeraba (Commelina benghalensis), recomenda-se a aplicação
sequencial nas doses de 2,7 L p.c./ha na primeira aplicação, seguida de 2,0 L p.c./ha, observando-se as demais
recomendações da aplicação sequencial.
A melhor época para controle das plantas infestantes em pós-emergência é de 15 a 30 dias após a emergência
dacultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento.
p.c.: produto comercial - i.a.: ingrediente ativo
(1)
O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação
ou a critério do Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação.
VARIEDADES DE SOJA GENETICAMENTE MODIFICADAS RESISTENTES AO GLIFOSATO
Dose/ha
Plantas Daninhas
Volume de Número, Época e Intervalo de
Nome comum
L p.c. g i.a. calda(1)(L/ha) Aplicação
(Nome científico)
FOLHA ESTREITA
Aplicação única no estágio de
crescimento de até 2 perfilhos de
1,6 768
10 cm, em até 15 dias após a
emergência da cultura.
Braquiarão
Brachiaria brizantha
50 - 200 Aplicação única no estágio de
Capim-marmelada
1,6 768 (aplicação crescimento de 3 a 6 perfilhos entre
Brachiaria plantaginea
a 2,7 a 1296 terrestre) 10 a 20 cm, de 25 a 30 dias após a
Capim-carrapicho
Cenchrus echinatus emergência da cultura.
15 - 40
Capim-colchão
(aplicação
Digitaria horizontalis
aérea) Aplicação única no estágio de
Capim-pé-de-galinha
Eleusine indica crescimento de mais de 6 perfilhos
2,7 a 1296 a e maiores que 20cm, de 30 a 45
3,3 1584 dias após a emergência da cultura.
Não recomendada a aplicação na
floração.
FORCEUP SL_V01_2025-09-16
VARIEDADES DE SOJA GENETICAMENTE MODIFICADAS RESISTENTES AO GLIFOSATO
Dose/ha
Plantas Daninhas
Volume de Número, Época e Intervalo de
Nome comum
L p.c. g i.a. calda(1)(L/ha) Aplicação
(Nome científico)
FOLHA LARGA
Apaga-fogo Aplicação única no estágio de
Alternanthera tenella 2,0 960 crescimento até 6 folhas de 10 cm,
Caruru-de-mancha a 2,7 a 1296 em até 15 dias após a emergência
Amaranthus viridus da cultura.
Erva-de-santa-luzia
Chamaesyce hirta Aplicação única no estágio de
Trapoeraba(*) 2,7 1296 crescimento com de 6 a 10 folhas
Commelina benghalensis a 3,0 a 1440 entre 10 e 20 cm, de 25 a 30 dias
Amendoim-bravo 50 - 200 após a emergência da cultura.
Euphorbia heterophylla (aplicação
Picão-branco terrestre)
Galinsoga parviflora 15 - 40 Aplicação única no estágio de
Beldroega (aplicação crescimento com mais que 10
Portulaca oleraceae 3,0 1440 aérea) folhas maiores que 20 cm, de 30 a
Nabo-bravo a 3,3 a 1.584 45 dias após a emergência da
Raphanus raphanistrum cultura. Não recomendável a
Poaia-branca aplicação na floração.
Richardia brasiliensis
Número, Época e Intervalo de Aplicação - Aplicação Sequencial: Realizar no máximo duas aplicações do produto
durante o
ciclo/safra do produto. Em áreas de alta infestação e/ou germinação desuniforme das plantas infestantes,
recomenda-se a 1ª aplicação com 2,0 L p.c./ha em até 20 dias após a emergência da cultura, e 2ª aplicação com
1,35 L p.c./ha com intervalo de 15 a 20 dias entre as aplicações.
*Em casos específicos de infestação de Commelina benghalensis, recomenda-se a aplicação sequencial nas
doses de 2,7L/ha na primeira aplicação, seguida de 2,0L/ha, observando-se as demais recomendações de
aplicação sequencial.
A melhor época para controle de plantas infestantes em pós-emergência é de 20 a 30 dias após a emergência da
cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento.
p.c.: produto comercial - i.a.: ingrediente ativo
(1)
O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação
ou a critério do Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação.
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Dessecação pré-colheita em soja não geneticamente modificada para resistência ao glifosato:
SOJA (NÃO GENETICAMENTE MODIFICADA PARA RESISTÊNCIA AO GLIFOSATO) - APLICAÇÃO NA
PRÉ-COLHEITA PARA DESSECAÇÃO
Dose/ha Volume
de
Cultura Número, Época e Intervalo de Aplicação
L p.c. g i.a. calda(1)(L/
ha)
A aplicação única deve ser realizada logo após a
maturação fisiológica do grão, que ocorre após o estádio
R7, aos 7 dias antes da colheita. A partir deste período, a
maturação do grão já está completa e não ocorre mais
Soja 1,0 a 2,0 480 a 960 50 a 250
translocação de seiva para o mesmo. Considerando ainda
que o grão está protegido pela vagem, o produto também
não entrará em contato direto
com o mesmo.
p.c.: produto comercial - i.a.: ingrediente ativo
(1)
O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de aplicação
ou a critério do Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação.
Nota: Cada litro de FORCEUP SL contém 480 g/L do sal de isopropilamina de glifosato ou 360 g/L do equivalente
ácido de glifosato.
RECOMENDAÇÕES GERAIS:
FORCEUP SL deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, em boas
condições de desenvolvimento e sem efeito de “stress hídrico” (falta ou excesso de água). A eficiência do produto
começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação.
Quando aplicado de acordo com as recomendações no período adequado, controlará as plantas infestantes com
uma única aplicação ou aplicação sequencial. As indicações de aplicações única ou sequencial devem seguir os
estágios de crescimento e época conforme os quadros específicos de recomendação para cada cultura. Em áreas
de alta infestação de plantas infestantes, recomenda-se realizar a aplicação sequencial, observando-se sempre
os menores intervalos recomendados. FORCEUP SL não tem ação sobre sementes existentes no solo.
MODO DE APLICAÇÃO:
FORCEUP SL deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água. Aplicar o produto de maneira
uniforme dando uma boa cobertura da parte aérea das plantas infestantes que se deseja o controle. A aplicação
pode ser feita por equipamentos aéreos ou terrestres.
Nas culturas perenes (café, citros, eucalipto e pinus) aplicar FORCEUP SL em jato dirigido ou protegido, tomando-
se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes da cultura (folhas, ramos ou caule jovem).
Aplicação Terrestre:
Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar
bicos ou pontas que produzam jato leque ou cônico vazio, visando a produção de gotas para boa cobertura do
FORCEUP SL_V01_2025-09-16
alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação
desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que
possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o
espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta, conforme
recomendação do fabricante e recomendações da cultura. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Aplicação Aérea:
A aplicação deve ser realizada somente por prestador de serviço especializado em aviação agrícola, sob
orientação de um Engenheiro Agrônomo, atendendo as determinações que regulamentam a atividade. As
mesmas recomendações gerais para aplicação “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e
uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no
momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.
RECOMENDAÇÕES GERAIS SOBRE DERIVA:
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização
(independente dos equipamentos utilizados para pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais
importantes para evitar deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Estes fatores devem
ser avaliados e considerados quando da decisão de aplicação. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Condições Climáticas:
Temperatura máxima: 28°C; umidade relativa (mínimo): 55%; velocidade do vento (máximo): 10 km/h (3 m/s).
PREPARAÇÃO DA CALDA:
Encher metade do tanque do pulverizador com água e adicionar FORCEUP 480 SL, mantendo o misturador
mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve
ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Dias
(1)
Algodão
Algodão geneticamente modificado 130 (2)
(7)
Arroz
Banana 30
Café 15
Cana-de-açúcar (maturador) 30
(7)
Cana-de-açúcar (pré-plantio)
Citros 30
Eucalipto U.N.A
(3)
Milho
Milho OGM 90 (4)
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Cultura Dias
Pinus U.N.A
(5)
Soja (Pós-emergência)
Soja OGM 56 (6)
Soja (Dessecação) 7
(7)
Trigo
U.N.A.: Uso Não Alimentar.
(1)
O intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em
pós- emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
(2)
O intervalo e segurança para a cultura do algodão geneticamente modicado, que expressa resistência ao
glifosato é de 130 dias quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
(3)
O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-
emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
(4)
O intervalo de segurança para a cultura do milho geneticamente modificado, que expressa resistência ao
glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
(5)
O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-
emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
(6)
O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao
glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.
(7)
Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após
a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• O produto deve ser utilizado somente para as culturas que estão registradas, seguindo as instruções de uso
aprovadas constantes da bula.
• É obrigatória a utilização de tecnologias de redução de deriva de 50% para doses acima de 1.800 g/ha
(formulações
• SL/SC e WG/SG) nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada.
• Cabe ao usuário seguir as orientações do receituário e as instruções contidas na bula do produto a fim de
evitar deriva.
Fitotoxicidade:
Quando este produto for utilizado nas doses e modalidades de aplicação recomendadas, não ocasionará danos
às culturas indicadas.
Outras restrições:
Sob ameaça de chuva, a aplicação deve ser suspensa, sob risco de comprometimento da eficiência do produto.
Para garantia da eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão).
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Não aplicar FORCEUP SL quando as folhas das plantas infestantes estiverem cobertas de poeira, porque nestas
condições pode diminuir a ação do produto (adsorção).
Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de FORCEUP 480 SL.
Evitar aplicação sobre plantas daninhas sob “stress” provocado por seca ou geada.
Aplicar sobre plantas sem orvalho e dentro das condições climáticas adequadas, devendo evitar as horas mais
quentes do dia.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população
de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes, deverão ser aplicados herbicidas com diferentes
mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-
se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores
esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de
eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem
algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle do mesmo alvo, quando
apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o
manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e/ou, informados
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à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de
Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura
e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO G HERBICIDA
O herbicida FORCEUP SL é composto por glifosato, que apresenta mecanismo de ação - Inibidores da EPSPs
(Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase), pertencente
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas, botas de borracha, avental, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com
proteção lateral e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou
preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
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• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas, bota de
borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe
e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos
até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo
após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção individual (EPI): macacão, botas, avental,
máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
• Em ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Pode ser nocivo se ingerido.
ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a pele.
Pode ser nocivo se inalado.
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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito
ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água
de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR FORCEUP SL
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Glicina substituída
Classe toxicológica Categoria 5 - produto improvável de causar dano agudo
Vias de exposição Oral, ocular, dérmica e inalatória.
O glifosato é parcialmente absorvido pelo trato gastrintestinal, cerca de 30 - 36% da
dose administrada. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas.
Do glifosato absorvido, 14 - 29% são excretados pela urina e 0,2% excretado pelo
Toxicocinética
ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3%
do glifosato absorvido é biotransformado, e seu único metabólito é o ácido
aminometilfosfônico (AMPA).
Não são conhecidos mecanismos de toxicidade específicos para o ingrediente ativo.
Porém em estudos em animais, após a administração intraperitoneal de doses
Toxicodinâmica
elevadas de glifosato, foram sugestivos da atividade mitocondrial alterada, provável
alteração na fosforilação oxidativa.
As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com animais
de experimentação tratados com a formulação à base de glifosato, FORCEUP 480
SL:
Exposição oral: em testes de laboratório com animais de experimentação em alta
dose (2000 mg/kg de peso corpóreo) não houve morte. Nenhum animal apresentou
sinais sistêmicos de toxicidade.
Exposição inalatória: em estudo de toxicidade inalatória com animais de
Sintomas e sinais
experimentação, houve morte de dois animais. Foram observados sinais clínicos de
clínicos
toxicidade como apatia, epistaxe bilateral, assobio e dispnéia - reversíveis de 5 a 12
dias após exposição.
Exposição cutânea: em estudo de toxicidade dérmica com animais de
experimentação, não houve alterações clínicas ou comportamentais. Em estudo de
irritação cutânea, não foram observados sinais de irritação ou alterações clínicas e
comportamentais.
Exposição ocular: em estudo de irritação ocular, animais de experimentação
FORCEUP SL_V01_2025-09-16
apresentaram hiperemia e secreção grau 1 na leitura em 1 hora após instilação.
Todos sinais de irritação foram revertidos em até 24 horas.
O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição
e pela ocorrência do quadro clínico compatível e, nos casos de ingestão, confirmado
Diagnóstico
pela presença do composto no material gástrico.
NÃO EXISTE ANTÍDOTO PARA GLIFOSATO e a atropina não tem nenhum efeito
neste caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático
e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente às
medidas de descontaminação.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminação, deve estar
protegida por avental impermeável, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar
a contaminação pelo agente tóxico.
Descontaminação: remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria
abundante e sabão. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro
fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho.
Em caso de ingestão, considerar o volume e a concentração da solução ingerida, e
o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas):
proceder à lavagem gástrica e administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g
em adultos, de 25-50 g em crianças de 1-12 anos e de 1g/kg em menores de 1 ano.
O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 g para 240 mL de
água. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração
(intubação).
Tratamento
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas
desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (O2 a 100%). Observar atentamente
ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter
ventilação e oxigenação adequada com controle gasométrico. Caso os níveis de
PO2 não possam ser mantidos, introduzir ventilação mecânica com PEEP. Monitorar
flutuações tensionais e arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento
específico. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos em caso
de hipotensão. Se necessário, associar vasopressores. Insuficiência renal, tratar
com furosemida. A acidose metabólica deve ser corrigida com solução de
bicarbonato de sódio, e, nos casos refratários, com hemodiálise. Lesões da mucosa
oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações
gastroduodenais usar bloqueadores H2 (cimetidina, ranitidiina, famotidina) ou
bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol).
Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos
anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia
de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter em observação por no mínimo 24 horas
após o desaparecimento dos sintomas. Alertar o paciente para retornar em caso de
sintomas de fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático.
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O vômito é contraindicado em razão do risco de aspiração. A diluição do conteúdo
gastrintestinal é contraindicada em razão do aumento da superfície de contato. A
Contraindicações
utilização de morfina é contraindicada porque pode comprometer a pressão arterial
e causar depressão cardiorrespiratória.
Efeitos das Com os adjuvantes presentes nas formulações, por vezes mais tóxicos que o
interações químicas glifosato
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT/ANVISA/MS
ATENÇÃO As intoxicações por agrotóxicos estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação da Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 900 1414 (Toxiclin).
Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica no quadro anterior.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 oral aguda em ratos > 2.000 mg/kg de peso corpóreo.
DL50 dérmica aguda em ratos > 2.000 mg/kg de peso corpóreo.
CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições de teste (CL50 > 1,452 mg/L de ar em ratos 4h).
Irritação cutânea em coelhos: não irritante. A substância-teste aplicada na pele dos coelhos não causou
alterações comportamentais ou clínicas nos animais testados.
Irritação ocular em coelhos: os animais de experimentação apresentaram hiperemia, edema e secreção
conjuntival. Todos os sinais de irritação foram revertidos em até 48 horas.
Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante dérmico.
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de
ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Em estudos realizados com Glifosato Técnico administrado à dieta de camundongos por 90 dias não foram
observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de
animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso.
Os exames macroscópicos na necropsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências
de efeitos relacionados à administração do produto. Estudo crônico conduzido com cães não revelou efeito
adverso em nenhum dos níveis de dose testados. Estudos combinados de longo prazo/carcinogenicidade com
ratos e camundongos não evidenciaram efeitos carcinogênicos. No estudo de longo prazo com camundongos,
observou-se redução do peso corpóreo nos machos que receberam a dose mais elevada da substância teste e
hipertrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento com a maior dose. Esta alteração
pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste. A dilatação tubular focal
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dos rins observada nos fetos machos que receberam a dose mais alta no estudo de reprodução em 3 gerações
com ratos, não foi observada no estudo conduzido em 2 gerações e não foi considerada como efeito relacionado
ao tratamento.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE.
Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
□ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
■ PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e
de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a
contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água
e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada;
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais;
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível;
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável;
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO;
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças;
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados;
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT;
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada;
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa JUBAILIREG BRASIL LTDA.
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• Telefone de Emergência da Empresa: 0800 110 8270 (Pró-Química).
• Utilize equipamento de proteção individual - (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
• -Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá
e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais
utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final;
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima;
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido;
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor
do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos de
Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d´água
• Direcione o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
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embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
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PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conforme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro
de 2019.