Fluroxipir 200 EC Perterra
Perterra Insumos Agropecuários S.A. São Paulo/SP
Herbicida
Fluroxipir-meptílico (ácido piridiniloxialcanóico) (287.9 g/L)
Informações
Número de Registro
31024
Marca Comercial
Fluroxipir 200 EC Perterra
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
Fluroxipir-meptílico (ácido piridiniloxialcanóico) (287.9 g/L)
Titular de Registro
Perterra Insumos Agropecuários S.A. São Paulo/SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Pastagens
Eupatorium maximilianii
mata-pasto (8)
Pastagens
Vernonia polyanthes
assa-peixe (2); assa-peixe-branco; cambará-açú
Pastagens
Vernonia westiniana
assa-peixe (3); assa-peixe-roxo (2); chamarrita (1)
Conteúdo da Bula
FLUROXIPIR 200 EC PERTERRA
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob n° 31024
COMPOSIÇÃO:
1-methylheptylester (4-amino-3,5-dichloro-6-fluoro-2-pyridyloxy)acetate (FLUROXIPIR-MEPTÍLICO)
.........................................................................................................................................287,9 g/L (28,79% m/v)
(4-amino-3,5-dichloro-6-fluoro-2-pyridyloxyacetic acid) (FLUROXIPIR, equivalente
ácido).................................................................................................................................200,0 g/L (20,0% m/v)
Ciclohexanona.......................................................................................................................50,0 g/L (5,0% m/v)
Solvente aromático pesado de nafta...............................................................................580,6 g/L (58,06% m/v)
Outros ingredientes...........................................................................................................120,0 g/L (12,0% m/v)
GRUPO O HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Fluroxipir-meptílico: Ácido iridiniloxialcanóico, Ciclohexanona: Cetona e Solvente aromático pesado de
nafta: Hidrocarboneto aromático
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Perterra Insumos Agropecuários S.A.
Av. Dr. Cardoso de Melo 1470, conjunto 1005 e 1006 – Vila Olímpia
04548-005 - São Paulo - SP
Registrada na Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo sob nº 4206 e 4658
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
FLUROXYPIR TÉCNICO RAINBOW – Registro MAPA nº 27118
SHANDONG LUBA CHEMICAL CO., LTD.
Loujia Village, Tangwang Town, Licheng District, Jinan – 250106 - China
FORMULADOR:
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Zone, Weifang, Shandong, 262737 - República Popular da China
MANIPULADORES:
TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Avenida Roberto Simonsen, 1459 – Recanto dos Pássaros. CEP: 13148-030 – Paulínia, SP.
CNPJ: 03.855.423/0001-81. Cadastro Estadual: CFICS/CDA/SAA/SP no 477.
ULTRAFINE TECHNOLOGIES INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Rua Bonifácio Rosso Ros, n° 260, Bairro Cruz Alta. CEP: 13348-790 – Indaiatuba, SP.
CNPJ: 50.025.469/0004-04. Cadastro Estadual: CFICS/CDA/SAA/SP nº 1248.
Rua Alberto Guizo, n° 859, Distrito Industrial João Narezzi. CEP: 13.347-402 – Indaiatuba, SP.
CNPJ: 50.025.469/0001-53. Cadastro Estadual: CFICS/CDA/SAA/SP nº 466.
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-
OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
PRODUTO IMPORTADO
Perterra Insumos Agropecuários S.A.
Av. Dr. Cardoso de Melo, 1470, conj.1005 e 1006 – Vila Olímpia - São Paulo – SP –CEP: 04548-005 - Fone: +55 (11)
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CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III – PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
FLUROXIPIR 200 EC PERTERRA é um herbicida sistêmico e seletivo do grupo químico do Ácido
piridiniloxialcanóico, indicado para o controle de dicotiledôneas indesejáveis de porte arbustivo e semiarbustivo
em pastagens.
CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES RECOMENDADAS:
Dose de produto
Cultura Alvo Biológico comercial Época de Aplicação
(L/ha)
Mata-pasto Aplicação Foliar Dirigida
0,25 a 0,5%
(Eupatorium (Equipamento Costal)
maximilianii) Aplicar na época de maior
(0,25L a 0,5L do
Assa-peixe-branco pluviosidade e temperatura
produto em 99,75 a
(Vernonia média acima de 20ºC, quando
99,5 L de água)*
polyanthes) as plantas daninhas a serem
controladas estiverem em
pleno processo de
desenvolvimento vegetativo.
0,5%
Assa-peixe-roxo Quando houver indicação de
(Vernonia faixa de doses, utilizar a dose
(0,5L do produto em
westiniana) mais alta para plantas mais
99,5L de água)*
desenvolvidas ou provenientes
de sucessivas roçadas
(perenizadas).
N° máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1/ano
- Volume de calda em aplicação terrestre localizada: aplicar até ponto de
escorrimento da calda nas folhas, nas concentrações acima descritas, de modo
que o volume de produto por área não exceda a 2,0L/ha.
Pastagem
*Adicionar espalhante adesivo à calda herbicida na proporção de 0,3% v/v
(0,3 litros em 99,7 litros de calda).
Mata-pasto Aplicação Foliar em Área
(Eupatorium Total (Equipamento
maximilianii) Tratorizado)
1,0 a 2,0 L/ha*
Assa-peixe-branco
(Vernonia Aplicar na época de maior
polyanthes) pluviosidade e temperatura
média acima de 20ºC, quando
as plantas daninhas a serem
controladas estiverem em
pleno processo de
Assa-peixe-roxo desenvolvimento vegetativo.
(Vernonia 2,0 L/ha* Quando houver indicação de
westiniana) faixa de doses, utilizar a dose
mais alta para plantas mais
desenvolvidas ou provenientes
de sucessivas roçadas
(perenizadas).
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Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1/ano
Volume de calda:
- Aplicação terrestre (tratorizado): 200 a 300 L/ha
- Aplicação aérea: 50 L/ha
*Adicionar 0,3% v/v/ de espalhante adesivo à calda herbicida (0,3 litros em
99,7 litros de calda).
MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
FLUROXIPIR 200 EC PERTERRA deve ser aplicado em volume de água suficiente para uma distribuição
uniforme, e pulverizado por meio de equipamento costal ou tratorizado.
Aplicação Terrestre:
• Equipamento tratorizado
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de
pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão
seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do
Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
O volume de aplicação deverá ser de 200 a 300 L de calda/ha, observando que esteja ocorrendo uma boa
cobertura sobre as plantas daninhas.
• Equipamento costal
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre
outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as
recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas. A aplicação deverá ser
efetuada até o ponto de escorrimento nas folhas, observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura sobre
as plantas daninhas.
Os parâmetros climáticos a serem seguidos no momento da aplicação deverão favorecer a adequada cobertura
do alvo biológico pela calda de pulverização e deverão minimizar o risco de deriva para áreas adjacentes.
Normalmente, as condições favoráveis à pulverização são: temperatura abaixo de 32°C, umidade relativa
superior a 60% e vento inferior a 10 km/h. Esses parâmetros normalmente são obtidos realizando-se as
aplicações no período das 6 às 10 horas da manhã e a partir das 16 horas. Aplicações efetuadas nas horas
mais quentes do dia deverão ser evitadas, pois causarão perdas das gotas devido a ação das correntes
térmicas ascendentes.
Preparo da Calda:
FLUROXIPIR 200 EC PERTERRA deve ser adicionado ao pulverizador quando este estiver com ¾ de sua
capacidade com água limpa. Ao adicionar a quantidade recomendada do produto, manter a calda em constante
agitação, e após adicionar o produto, completar o volume do tanque do pulverizador com água, mantendo-a
sempre em agitação.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção
individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Passos para realizar a limpeza do equipamento:
1. Esvazie o equipamento de pulverização. Enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa
pelas mangueiras, barras e bicos. Solte e fisicamente remova os depósitos visíveis do produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (solução com 3% de AMÔNIA) na
proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água). Circule esta solução pelas mangueiras, barras e bicos.
Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos.
Circule então pelas mangueiras, barra e bicos. Esvazie o tanque.
3. Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com solução de limpeza.
4. Repita o passo 2.
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5. Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barras e bicos com água limpa diversas vezes. Limpe
tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região
da aplicação.
Gerenciamento de deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e
outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
Sigas as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização
(Independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais
importantes para evitar a deriva) e as condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura).
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é
responsabilidade do aplicador.
Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais:
Volume: Use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas
necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não
melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas
de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de ponta: Use o modelo de ponta apropriado para tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas,
ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, inseto de desgaste e
vazamentos.
Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é
aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a
grossa. A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições
climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que
podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas diâmetro maior reduz o
potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições
desfavoráveis.
Temperatura e Umidade: Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas
maiores a fim de evitar a evaporação.
Inversão Térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o
movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo
e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à
altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas
ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela
neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo
movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e
com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica, enquanto se a fumaça for rapidamente
dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Pastagem: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual (EPI) por um período mínimo de
aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso haja necessidade de
reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar os EPIs recomendados.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivamente agrícola.
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• Fitotoxicidade para as culturas indicadas: Não é fitotóxico às culturas indicadas dentro das dosagens e usos
recomendados.
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Av. Dr. Cardoso de Melo, 1470, conj.1005 e 1006 – Vila Olímpia - São Paulo – SP –CEP: 04548-005 - Fone: +55 (11)
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• Culturas sensíveis: são sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como algodão, tomate, batata,
feijão, soja, café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis, sensíveis a herbicidas hormonais.
• Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis suscetíveis ao herbicida. As
aplicações por pulverização só deverão ser feitas quando não houver perigo de atingir as espécies acima
mencionadas.
• Não utilizar para aplicação de outros produtos em culturas sensíveis, o equipamento que foi usado para
aplicação do FLUROXIPIR 200 EC PERTERRA.
AVISO AO USUÁRIO: O produto deve ser utilizado de acordo com as recomendações da bula/rótulo. A
Perterra Insumos Agropecuários S.A. não se responsabilizará por danos ou perdas resultantes do uso deste
produto de modo não recomendado especificamente na bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro
Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de
resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas
recomendações:
Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas. Utilizar as
recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto. Sempre consultar um
engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de
resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas. Informações sobre possíveis casos de
resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da
Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org ), Associação Brasileira de Ação à Resistência
de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org ), Ministério da Agricultura e Pecuária
(MAPA: www.agricultura.gov.br ).
GRUPO O HERBICIDA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
Perterra Insumos Agropecuários S.A.
Av. Dr. Cardoso de Melo, 1470, conj.1005 e 1006 – Vila Olímpia - São Paulo – SP –CEP: 04548-005 - Fone: +55 (11)
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- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas,
avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não distribua os produtos com as mãos desprotegidas.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure
rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão hidrorrepelente com mangas compridas passando
por cima do
punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha: avental impermeável; máscara
com filtro
mecânico classe P2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até
o final do
período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
equipamentos
de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado,
longe do alcance
de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe,
óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separados das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar
luvas e
avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão
impermeável com
mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe,
óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do
método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
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Pode ser nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a pele
ATENÇÃO Pode ser nocivo se inalado
Provoca moderada irritação à pele
Provoca irritação ocular grave
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES, em caso de contato, lave
com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Caso utilize lentes de contato, deve-se retirá-las.
Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR FLUROXIPIR 200 EC PERTERRA
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Fluroxipir-meptílico: Ácido piridiniloxialcanoico Ciclohexanona: Cetona cíclica
Grupo químico
Solvente Nafta Pesada: Hidrocarboneto Aromático
Classe
CATEGORIA 5 – IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
toxicológica
Vias de
Oral, inalatória, ocular, dérmica e mucosa.
exposição
Fluroxipir Metil Heptil Éster: Estudos em ratos mostram que, após administração
oral, fluroxipir-meptílico é rapidamente absorvido e hidrolisado para fluroxipir ácido
e 1-metil-1-heptanol. É excretado com metabólitos na urina e, principal-mente, pela
expiração. A meia vida no plasma é de aproximadamente 18 horas. Equivalente
ácido do Fluroxipir: Informações em seres humanos são limitadas. Estudos em ratos
mostraram que, após administração oral, Fluxoxipir é rapidamente absorvido, não
metabolizado e rapidamente excretado, 92% da dose administrada foi excretada
pela urina e entre 90 e 96 % da primeira dose administrada foi recuperada na urina
Toxicocinética
48 horas depois. Não há evidencia de acumulação. Nafta: Estudos conduzidos com
ratos mostraram que os produtos derivados do petróleo, por serem extremamente
lipossolúveis, atravessam as membranas celulares. Apresentam boa absorção pela
via inalatória, atravessando a membrana alveolar e atingindo a corrente sanguínea,
sendo difundido para todo o organismo, incluindo o Sistema Nervoso Central. A
absorção pelo trato gastrintestinal é pequena. Os hidrocarbonetos aromáticos são
metabolizados no fígado por oxidação e posteriormente conjugados com a glicina.
Os derivados conjugados são eliminados pela urina e pelas fezes.
Fluroxipir Metil Heptil Éster: O mecanismo de toxicidade em mamíferos não é bem
conhecido. O fluroxipir-meptílico é metabolizado em fluroxipir ácido e o mecanismo
de toxicidade são semelhantes. Equivalente ácido do Fluroxipir: mimetiza o
Mecanismos de hormônio de crescimento auxina em plantas, entretanto, o mecanismo de toxicidade
toxicidade em mamíferos não é bem conhecido. A excreção envolve a captação ativa pelos
rins resultando em altas concentrações nesses órgãos que é relacionada com o
dano renal, o qual pode culminar em falência renal. Ciclohexanona: Depressor do
sistema nervoso central Nafta: Depressor do sistema nervoso central
Fluroxipir Metil Heptil Éster: baixa toxicidade aguda foi observada quando
administrado oralmente. Não foram observado irritações na pele ou nos olhos.
Sintomas e Equivalente ácido do Fluroxipir: produz irritação leve na pele. Irritação severa em
sinais clínicos contato com os olhos. Exposição dérmica: A exposição por 24 horas em coelhos
resultou em queimadura, edema, eritema e descamação. Ciclohexanona:
Vermelhidão na pele e nos olhos, lacrimejamento, tosse, falta de ar, náuseas,
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vômito, diarréia e dores abdominais. Tontura, cefaléia, visão turva, sonolência,
vertigem e incoordenação, decorrentes da ação sobre o SNC Nafta: Irritação da pele
e mucosas, causando vermelhidão, ressecamento e dermatite de contato. Em
contato com os olhos, pode causar irritação e dor. A inalação de vapores pode
causar irritação do trato respiratório, tosse, dispneia, tontura e dores de cabeça. A
ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, dor abdominal, náusea,
vômito e diarreia. A aspiração pode causar pneumonite química. Exposição crônica
pode desenvolver reações hematológicas, hepatológicas, renais, neuropsiquiátricas
e neurológicas. Podem causar depressão do Sistema Nervoso Central em caso de
exposições agudas.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
Diagnóstico quadro clínico compatível, devendo ser feito baseado no exame clínico e
informações disponíveis.
Antídoto: Não existem antídotos específicos conhecidos.
Exposição oral: Enxaguar a boca. Administrar 5 mL/kg até 200 ml de água para
diluir, somente se o paciente puder engolir. Considere lavagem gástrica logo após
ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Não administrar carvão
ativado. Exposição dérmica: remover roupas e acessórios e descontaminar a pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos com água corrente e sabão neutro
por pelo menos 15 minutos. Exposição inalatória: tratar broncoespasmo com
Tratamento agonista beta-2 adrenérgico. Exposição ocular: Lave com água corrente por pelo
menos 15 minutos, mantendo as pálpebras abertas. Evitar que a água da lavagem
contamine o outro olho. Retire lentes de contato quando for o caso. Atenção especial
para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Manter internação por no
mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. ADVERTÊNCIA: a pessoa
que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental
impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
Contraindicações
pneumonite química.
Efeitos
Não são conhecidos efeitos sinérgicos com outras substâncias.
sinérgicos
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
ATENÇÃO
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa).
TELEFONE DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA: (11) 3045.8388
Central de Controle de Emergências (CECOE): 0800-707-7022 ou 0800-117-
2020
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Estudos em ratos que receberam o fluroxipir por via oral, revelaram que mais do que 99% da dose administrada
foi eliminada pela urina e pelas fezes em até 24 horas. Distribui-se rapidamente através do trato gastrintestinal
e rins, não sofrendo bioacumulação após administração repetida. O produto na forma meptílica é quase
completamente e rapidamente metabolizado a fluroxipir ácido, forma de sua excreção
.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório.
Agudos:
- DL50 oral em ratos >2000 mg/kg
- DL50 dérmica em ratos > 2.000 mg/kg
- CL50 inalatório em ratos (4 horas): não determinado nas condições do teste.
Perterra Insumos Agropecuários S.A.
Av. Dr. Cardoso de Melo, 1470, conj.1005 e 1006 – Vila Olímpia - São Paulo – SP –CEP: 04548-005 - Fone: +55 (11)
3045.8388
- Irritação cutânea (coelhos): Irritante para a pele. A substância-teste aplicada na pele dos coelhos produziu
eritema e edema em 3/3 dos animais. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal na leitura em 14 dias
após o tratamento para 3/3 dos animais. A alteração cutânea adicional observada foi: descamação da pele em
2/3 dos animais.
- Irritação Ocular (coelhos): Irritante para os olhos. A substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu:
opacidade da córnea, irite, hiperemia na conjuntiva, quemose e secreção em 3/3 dos olhos testados. Todos os
sinais de irritação retomaram ao normal na leitura em 7 dias após o tratamento para 3/3 dos olhos testados. O
corante de fluoresceína sódica detectou alterações na superfície da córnea relacionadas ao tratamento em 3/3
dos olhos testados.
- Sensibilização cutânea: não apresentou ser sensibilizante dérmico, quando aplicado na pele dos animais.
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste
de Ames) nem no teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos
Crônicos:
Estudos subcrônicos e cronicos indicam efeitos críticos relacionados ao fluroxipir como redução do peso
corporal. Não são atribuídos potencial genotóxico, carcinogenicidade, neurotoxicidade ou efeitos reprodutivos
ao produto. Estudos crônicos indicam que o órgão preferencialmente atingido em ratos e camundongos é o
rim, com um NOAEL de 80 mg/Kg de peso corporal/dia para ratos e 100 mg/Kg de peso corporal/dia para
camundongos. Nenhuma evidência de carcinogenicidade foi observada. Fertilidade e performance reprodutiva
não foram prejudicadas com doses de 500 mg/Kg de peso corporal.
Em estudos de toxicidade no desenvolvimento fetal não revelou teratogenicidade e toxicidade materna e de
desenvolvimento, com NOAEL de 250 mg/Kg de peso corporal/dia para ratos e 100 mg/Kg de peso corporal/dia
para coelhos. Nenhum potencial para neurotoxicidade foi observado em estudos conduzidos com amostras de
fluroxipir.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(X) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e
cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamentos. - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas
horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e
do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos
tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. - Coloque placa de advertência com os dizeres:
CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Perterra Insumos Agropecuários S.A.
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- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira
de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes, a Central de Controle de Emergências (CECOE): 0800-707-
7022 ou 0800-117-2020 e a empresa Perterra Insumos Agropecuários S.A: (11) 3045-8388.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo
telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
4. PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de
Proteção Individual - recomendados nas precauções no manuseio do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem
Manual):
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical
durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem dever ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para a lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
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- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com
a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento
das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local aberto, ventilado, ao abrigo
de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada separadamente das lavadas, em sacos plastico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado com lacre, o qual deverá ser adquirido
nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado neste prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário
deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.
TRASNPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
Perterra Insumos Agropecuários S.A.
Av. Dr. Cardoso de Melo, 1470, conj.1005 e 1006 – Vila Olímpia - São Paulo – SP –CEP: 04548-005 - Fone: +55 (11)
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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
FRACIONAMENTO E REEBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do
telefone (011) 3045-8388 para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de
incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases
efluentes e aprovados por órgãos ambientais competentes.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis
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