Flumioxazin CCAB 500 WP
CCAB Agro S.A. São Paulo
Herbicida
flumioxazina (ciclohexenodicarboximida) (500 g/kg)
Informações
Número de Registro
12922
Marca Comercial
Flumioxazin CCAB 500 WP
Formulação
WP - Pó Molhável
Ingrediente Ativo
flumioxazina (ciclohexenodicarboximida) (500 g/kg)
Titular de Registro
CCAB Agro S.A. São Paulo
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Algodão
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Algodão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Algodão
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Algodão
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Algodão
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Algodão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Algodão
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Alho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Alho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Alho
Stellaria media
centochio; erva-de-passarinho (2); esparguta (2)
Batata
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Batata
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Batata
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Batata
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Batata
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Café
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Café
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Café
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Digitaria nuda
Capim colchão
Cana-de-açúcar
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Cana-de-açúcar
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cebola
Chenopodium album
ançarinha-branca; erva-de-são-joão (2); erva-formigueira-branca
Cebola
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cebola
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Citros
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Citros
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Citros
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Citros
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Citros
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Citros
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Eucalipto
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Eucalipto
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Eucalipto
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Eucalipto
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Eucalipto
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Eucalipto
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Feijão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Feijão
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Feijão
Hyptis lophanta
catirina; cheirosa (1); fazendeiro (3)
Feijão
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Feijão
Phaseolus vulgaris
feijão
Feijão
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Mandioca
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Mandioca
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Mandioca
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Mandioca
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Mandioca
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Mandioca
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Mandioca
Blainvillea latifolia
canela-de-urubú; erva-de-urubú; erva-palha (1)
Mandioca
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Mandioca
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Mandioca
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Mandioca
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Mandioca
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Mandioca
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Mandioca
Hyptis lophanta
catirina; cheirosa (1); fazendeiro (3)
Mandioca
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Mandioca
Indigofera hirsuta
anil (1); anil-roxo; anileira (1)
Mandioca
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Mandioca
Ipomoea nil
amarra-amarra (2); campainha (8); corda-de-viola (9)
Mandioca
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Mandioca
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Mandioca
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Mandioca
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Mandioca
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Mandioca
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Mandioca
Tridax procumbens
erva-de-touro
Milho
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Pinus
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Pinus
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Pinus
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Pinus
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Pinus
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Pinus
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Soja
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Soja
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Soja
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Blainvillea latifolia
canela-de-urubú; erva-de-urubú; erva-palha (1)
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Conyza bonariensis
arranha-gato (1); buva; rabo-de-foguete (1)
Soja
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Glycine max
soja
Soja
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Soja
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Soja
Ipomoea indivisa
campainha (7); corda-de-viola (8); corriola (6)
Soja
Ipomoea nil
amarra-amarra (2); campainha (8); corda-de-viola (9)
Soja
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Soja
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Soja
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Soja
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Soja
Tridax procumbens
erva-de-touro
Soja
indigosfera hirsuta
Anileira
Conteúdo da Bula
FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 12922
COMPOSIÇÃO:
N-(7-fluoro-3,4-dihydro-3-oxo-4-prop-2-ynyl-2H-1,4-benzoxazin-6-yl)cyclohex-1-ene-1,2- dicarboxamide
(Flumioxazina) ................................................................................................................... 500 g/Kg (50,0% m/m)
Outros ingredientes ................................................................................................ 500 g/Kg (50,0% m/m)
GRUPO E HERBICIDA
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida Seletivo de ação não sistêmico
GRUPO QUÍMICO: Ciclohexenodicarboximida
TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó molhável (WP)
TITULAR DO REGISTRO (*):
CCAB AGRO S.A.
Alameda Santos, 2159 – 6º andar – Cerqueira César
CEP: 01419-100 São Paulo – SP C.N.P.J.: 08 938.255/0001-01
Número de Registro do Estabelecimento/Estado: CDA/SP sob n° 820 e sob n° 4773
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
FLUMIOXAZIN TÉCNICO AGROGILL – Registro no MAPA nº TC04921
Jiangsu Yunfan Chemicals Co., Ltd.
N° 168, Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical Industry Park, Qidong, Jiangsu – China.
FORMULADOR:
JIANGSU YUNFAN CHEMICAL CO. LTD.
Endereço: N° 168 Jiangsu Road, Binjiang Fine Chemical Industry Park, QiDong, Jiangsu – China.
IMPORTADOR:
AGROALLIANZ S.A.
Rua Avelino Silveira Franco, 149, Sala 432, Condomínio Comercial L’ Office, Bairro Sainte Hélène Campinas/SP
- C.N.P.J.: 27.150.699/0001-22
Número de registro do estabelecimento/Estado: CDA/SP n° SP-1280 e 5014
Alameda Santos, 2159. CJ 61 e 62 Cerqueira Cesar
São Paulo/SP – CEP: 01419-100
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N° do Lote ou da partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA:
CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE IV - POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
Alameda Santos, 2159. CJ 61 e 62 Cerqueira Cesar
São Paulo/SP – CEP: 01419-100
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO: O FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP é um Herbicida seletivo, não sistêmico recomendado
para o controle de plantas daninhas em diversas culturas conforme especificado abaixo:
1. Aplicação na pós-emergência das plantas daninhas, antes do plantio da cultura: Dessecação das
plantas daninhas em manejo para plantio direto:
Dose Dose Volume de calda (L/ha) Número de
Cultura Plantas infestantes
(g p.c/ha) (g i.a/ha) Terrestre Aéreo aplicação
Corda-de-viola
(Ipomoea grandifolia)
Erva-quente (Spermacoce
Algodão latifolia)
50 25 150 a 250 - 1
Poaia-branca (Richardia
brasiliensis)
Corda-de-viola
(Ipomoea grandifolia)
Erva-quente (Spermacoce
latifolia)
Falsa-serralha
Feijão 50 25 150 a 250 - 1
(Emilia sonchifolia)
Hortelã
(Hyptis lophanta)
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Poaia-branca (Richardia
Milho 80 40 150 a 250 - 1
brasiliensis)
Leiteira
(Euphorbia heterophylla)
Corda-de-viola
(Ipomoea grandifolia)
40 20 150 a 250 - 1
Corda-de-viola
(Ipomoea nil)
Caruru-rasteiro
Soja
(Amaranthus deflexus)
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Mentrasto
80-100 40 - 50 150 a 250 - 1
(Ageratum conyzoides)
Poaia-branca
(Richardia brasiliensis)
Nota: É essencial a adição de óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v ou adjuvante não iônico na
concentração de 0,25% v/v.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual, utilizando-se bicos de jato leque que
produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 250 e 400 micra (os mais indicados são os de jato duplo,
tipo TwinJet®). O volume de calda a ser aplicado depende do equipamento a ser utilizado e das condições da
vegetação existente no momento da aplicação, variando entre 150 e 250 L/ha. É muito importante que se
consiga uma cobertura completa e uniforme das plantas daninhas.
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São Paulo/SP – CEP: 01419-100
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Número, Época e Intervalo de Aplicação
Fazer 1 (uma) aplicação no manejo de áreas em sistema de plantio direto ou cultivo mínimo (dessecação das
plantas daninhas), sempre antes da semeadura. O plantio poderá ser feito 1 (um) dia após a pulverização, pois
o produto, nas dosagens recomendadas, não causa fitotoxicidade às culturas.
Limitações de uso:
Evitar o uso do FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP em condições de seca (plantas com deficiência hídrica).
2. Aplicação em pós-emergência na pré-colheita, para dessecação da cultura e controle de plantas daninhas:
Cultura Dose Dose Volume de calda (L/ha) Número de
Plantas infestantes
Dessecação (g. p.c/ha) (g i.a/ha) Terrestre Aéreo aplicação
Soja
(Glycine max)
Soja 40 - 50 20 - 25 150 - 250 - 1
Corda-de-viola
(Ipomoea grandifolia)
(Ipomoea nil)
Feijão
Feijão 50 - 60 25 - 30 150 - 250 - 1
(Phaseolus vulgaris)
NOTA: É essencial adicionar óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v.
Em condições de níveis de infestações elevadas das plantas daninhas, recomenda-se a maior dose.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual utilizando-se bicos de jato leque que produzam
gotas de diâmetro médio volumétrico entre 250 e 400 micra (os mais indicados são os de jato duplo, tipo
TwinJet®). O volume de calda a ser aplicado depende do equipamento a ser utilizado e das condições da
vegetação existente no momento da aplicação, variando entre 150 e 250 L/ha. É muito importante que se
consiga uma cobertura completa e uniforme da cultura e das plantas daninhas.
Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando temperatura acima de 27ºC e umidade relativa do ar inferior
a 70%, visando reduzir as perdas por deriva e evaporação.
O equipamento de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a
aplicação.
Número, Época e Intervalo de Aplicação
SOJA - Fazer 1 (uma) única aplicação do produto quando os grãos de soja estiverem fisiologicamente
maduros, ou seja, 80% a 90% das vagens mudando a coloração.
FEIJÃO - Fazer 1 (uma) aplicação quando a cultura estiver com 50% das folhas amarelas e com cerca de 70%
das vagens maduras (coloração do amarelo ao palha).
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São Paulo/SP – CEP: 01419-100
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3. Aplicação em pós-emergência das plantas daninhas: dessecação de limpeza em pomares:
Dose Dose Volume de calda (L/ha) Número de
Cultura Plantas infestantes
(g./ha) (g i.a/ha) Terrestre Aéreo aplicação
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Café 50 25 150 a 250 - 1
Poaia-branca
(Richardia brasiliensis)
Caruru-roxo
(Amaranthus hybridus)
Corda-de-viola
Citros 50 25 150 a 250 - 1
(Ipomoea grandifolia)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
Nota: A adição do óleo mineral à calda na dose de 0,5% do produto comercial é imprescindível para o bom
funcionamento do produto.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual utilizando-se bicos de jato leque que produzam
gotas de diâmetro médio volumétrico entre 250 e 400 micra (os mais indicados são os de jato duplo, tipo
TwinJet®). O volume de calda a ser aplicado depende do equipamento a ser utilizado e das condições da
vegetação existente no momento da aplicação, variando entre 150 e 250 L/ha. É muito importante que se
consiga uma cobertura completa e uniforme das plantas daninhas. Utilizar barras laterais com asas
protetoras para evitar deriva de calda sobre as culturas.
Número, Época e Intervalo de Aplicação
Fazer 1 (uma) aplicação, quando as plantas daninhas estiverem com 6 a 8 folhas.
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4. Aplicação em pós-emergência dirigida nas culturas de algodão e mandioca:
Dose Dose Volume de calda (L/ha) Número
Cultura Plantas infestantes Estádio
(g. p.c/ha) (g i.a/ha) Terrestre de aplicação
Corda-de-viola
(Ipomoea grandifolia)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
Leiteira
(Euphorbia heterophylla)
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Apaga-fogo
Algodão
(Alternanthera tenella)
2 a 6 folhas 50 - 60 25 - 30 200 a 300 1
Capim-colchão
(Digitaria horizontalis)
Falsa-serralha
(Emilia sonchifolia)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
Carrapicho-de-carneiro
(Acanthospermum hispidum)
Apaga-fogo
(Alternanthera tenella)
Carrapicho-de-carneiro
(Acanthospermum hispidum)
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
Corda-de-viola
(Ipomoea grandifolia)
Corda-de-viola
(Ipomoea nil)
Erva-palha
(Blainvillea latifolia)
Erva-quente
(Spermacoce latifolia)
Falsa-serralha
(Emilia sonchifolia)
Mandioca Joá-de-capote 2 a 8 folhas 120 - 200 60 - 100 400 1
(Nicandra physaloides)
Hortelã
(Hyptis lophanta)
Leiteira
(Euphorbia heterophylla)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
Obs.: Para plantas daninhas em estádio de crescimento mais avançado recomenda-se a dose maior. Deve-se
adicionar óleo mineral emulsionável na concentração de 0,5% v/v.
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MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual utilizando-se bicos de jato leque de grande
ângulo (série 110, TK), com jato dirigido na entrelinha da cultura, trabalhando-se com pressão de 30 a 45
lb/pol2 e volume de calda de 200 - 300 L de calda/ha para a cultura do algodão e 400 L de calda/ha para
a cultura da mandioca. Deve-se proporcionar uma cobertura uniforme das plantas daninhas e evitar que o
produto atinja as folhas da cultura de algodão ou culturas vizinhas. Evitar aplicações nas horas mais quentes
do dia, com ventos fortes e quando as plantas estiverem com déficit hídrico.
Número, Época e Intervalo de Aplicação
Algodão: Fazer 1 (uma) única aplicação quando o algodão estiver com 45 ou mais dias de germinação.
Mandioca: Fazer 1 (uma) aplicação nas entrelinhas da cultura, quando as plantas de mandioca estiverem com
aproximadamente 5 meses após a germinação apresentando de 30 a 40 cm de haste em relação ao solo. Deve-
se evitar que o produto atinja as folhas das culturas, utilizando se asas protetoras para evitar deriva de calda
sobre as folhas.
Usar as menores doses em solos arenosos (leves) e as doses maiores em solos argilosos (pesados), pois
FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP tem ação pré-emergente para essas ervas.
5. Aplicação na pós-emergência da cultura e das plantas daninhas:
Dose Dose Volume de calda (L/ha) Número de
Cultura Plantas infestantes
(g. p.c/ha) (g i.a/ha) Terrestre Aéreo aplicação
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
Leiteira
(Euphorbia heterophylla)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
Corda-de-viola
(Ipomoea grandifolia)
Corda-de-viola
(Ipomoea nil)
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
Caruru-de-mancha
(Amaranthus viridis)
Soja 50 25 200 a 400 40 1
Desmódio ou
Carrapicho-beiço-de-boi
(Desmodium tortuosum)
Caruru-roxo
(Amaranthus hybridus)
Carrapicho-de-carneiro
(Acanthospermum
hispidum)
Erva-quente
(Spermacoce latifolia)
Erva-palha
(Blainvillea latifolia)
Joá-de-capote
(Nicandra physaloides)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
IMPORTANTE: aplicar FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP sem adicionar qualquer tipo de adjuvante ou espalhante à calda
de pulverização.
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São Paulo/SP – CEP: 01419-100
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MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Via terrestre: Aplicar através de pulverizador tratorizado de barra ou costal (manual ou motorizado), na pós-
emergência da soja e das plantas daninhas, usando-se de 200 a 400 L/há de calda. A completa cobertura das
plantas daninhas é essencial para assegurar a eficácia do produto.
Via aérea: FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com
barra/bico série D e difusor 45 (diâmetro de gotas em torno de 250 micra), empregando-se o volume de 40
litros de calda/hectare; faixa de deposição de 15 metros, ângulo dos bicos de 45 graus em relação à linha de
voo da aeronave e seguindo sempre as boas práticas de aplicação, tais como: manter a agitação constante da
calda no interior do tanque; pulverizar quando não houver vento ou pelo menos que a velocidade do vento
seja inferior a 8 km/h e sem rajadas, umidade relativa do ar superior a 70% e temperatura inferior a 27ºC
visando reduzir as perdas por deriva e evaporação.
Número, Época e Intervalo de Aplicação
Fazer 1 (uma) aplicação após a emergência das plantas daninhas, quando estas estiverem com 2 a 4 folhas e a
cultura da soja no estádio de 2 a 3 trifólios.
Limitações de uso:
Evitar o uso do FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP em condições de seca (plantas com deficiência hídrica) e com
plantas daninhas fora do estádio recomendado (2 a 4 folhas).
Fitotoxicidade:
Aplicação em pós-emergência poderá causar amarelecimento ou queima das partes da cultura atingidas, com
posterior recuperação, não causando diminuição da produtividade.
6. Aplicação na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas:
Dose Dose Volume de calda (L/ha) Número de
Cultura Plantas infestantes
(g. p.c/ha) (g i.a/ha) Terrestre Aéreo aplicação
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Capim-colchão ou Milhã
90 – 120 45 - 60
(Digitaria horizontalis)
Amendoim-bravo
(Euphorbia heterophylla)
Anileira
(Indigofera hirsuta)
Apaga-fogo
(Alternanthera tenella)
Soja Beldroega 100 a 200 30 a 40 1
(Portulaca oleracea)
Desmódio ou Carrapicho-beiço-de-boi 120 60
(Desmodium tortuosum)
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
Caruru-de-mancha
(Amaranthus viridis)
Corda-de-viola
(Ipomoea grandifolia)
Alameda Santos, 2159. CJ 61 e 62 Cerqueira Cesar
São Paulo/SP – CEP: 01419-100
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Dose Dose Volume de calda (L/ha) Número de
Cultura Plantas infestantes
(g. p.c/ha) (g i.a/ha) Terrestre Aéreo aplicação
Erva-palha ou Picão-grande
(Blainvillea latifolia)
Erva-quente
(Spermacoce latifolia)
Erva-de-touro
(Tridax procumbens)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
Soja Guanxuma ou Malva-branca 120 60 100 a 200 30 a 40 1
(Sida cordifolia)
Joá-de-capote
(Nicandra physaloides)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
Poaia-branca
(Richardia brasiliensis)
Buva
(Conyza bonariensis)
Erva-de-passarinho
(Stellaria media)
Picão-branco
Alho 120 – 180 60 - 90 100 a 200 - 1
(Galinsoga parviflora)
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Capim-colchão
(Digitaria horizontalis e
Digitaria nuda)
Capim-colonião
(Panicum maximum)
Cana-de- Caruru 250 125 100 a 200 30 a 40 1
açúcar (Amaranthus viridis)
Corda-de-viola
(Ipomoea purpurea)
Leiteira
(Euphorbia heterophylla)
Capim-colchão
(Digitaria horizontalis)
Caruru
(Amaranthus hybridus)
Corda-de-viola
Batata 70 35 100 a 200 - 1
(Ipomoea purpurea)
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
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Dose Dose Volume de calda (L/ha) Número de
Cultura Plantas infestantes
(g. p.c/ha) (g i.a/ha) Terrestre Aéreo aplicação
Anileira
(Indigofera hirsuta)
Apaga-fogo
(Alternanthera tenella)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
Capim-colchão
(Digitaria horizontalis)
Caruru
(Amaranthus deflexus)
Caruru-roxo
(Amaranthus hybridus)
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
Corda-de-viola
(Ipomoea grandifolia)
Corda-de-viola
(Ipomoea purpurea)
Desmódio
(Desmodium tortuosum)
Erva-palha
Mandioca 120 -200 60 -100 400 30 a 40 1
(Blainvillea latifolia)
Erva-quente
(Spermacoce latifolia)
Erva-de-touro
(Tridax procumbens)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
Joá-de-capote
(Nicandra physaloides)
Leiteira
(Euphorbia heterophylla)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
Picão-branco
(Galinsoga parviflora)
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
NOTA 1: Para Picão-preto (Bidens pilosa), Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) e Cordade- viola (Ipomoea
grandifolia), recomenda-se fazer a aplicação em condições de baixa infestação.
NOTA 2: Usar as menores doses em solos arenosos (leves) e as doses maiores em solos argilosos (pesados).
NOTA 3: Para Capim-colchão (Digitaria nuda), usar dose somente em solos arenosos (leves).
NOTA 4: Para a cultura da mandioca, a aplicação deve ser feita em pré-emergência das plantas daninhas logo após o
transplantio da maniva, NÃO adicionar qualquer tipo de adjuvante ou espalhante. Caso houver
emergência das plantas daninhas e a cultura da mandioca ainda não estiver emergida, recomenda-se adicionar 0,5
% de adjuvante ou óleo mineral à calda do FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP
NOTA 5: Na cultura da Batata utilizar o produto somente em solos areno-argilosos (médios).
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MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Alho e batata: Fazer pulverização terrestre, sobre solo uniformemente preparado e livre de cobertura vegetal.
Soja, Cana-de-açúcar e Mandioca: Fazer pulverização terrestre ou via aérea, sobre solo uniformemente
preparado e livre de cobertura vegetal.
Via terrestre: Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual utilizando-se bicos de jato leque
(da série 110 ou TK) que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 350 e 800 micra. O volume de
calda a ser aplicado depende do equipamento a ser utilizado, variando entre 100 e 200 L de calda/ha para soja,
alho, cana-de-açúcar e batata e 400 L de calda/ha para mandioca.
É importante que se consiga uma cobertura uniforme do solo. O sistema de agitação do produto no interior
do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Aplicar nos horários mais frescos do
dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 27ºC e umidade relativa do ar inferior a
70%, visando diminuir as perdas por deriva e evaporação.
Via aérea: Utilizar os parâmetros definidos para essa modalidade de aplicação. Recomenda-se utilização de
barra ou atomizador rotativo "Micronair".
Volume de calda: 30 - 40 L/ha.
Altura do voo: com barra: 2 - 3 m: com Micronair: 3 - 4 m.
Largura da faixa de deposição efetiva: 15 - 20 m (de acordo com o tipo de aeronave a ser utilizado).
Tamanho / densidade de gotas: partículas com tamanho de 100-200 micra, com densidade de 20 - 30 gotas/cm2.
Condições climáticas: aplicar na ausência de ventos fortes, temperatura abaixo de 27ºC e umidade relativa do
ar superior a 70%. Utilizar os bicos apropriados para a modalidade de aplicação.
Número, Época e Intervalo de Aplicação
Para soja, alho, cana-de-açúcar e batata, fazer 1 (uma) aplicação logo após a semeadura, podendo se estender
até 2 dias após plantio. Para a cultura da mandioca, realizar uma aplicação, logo após o plantio da maniva,
podendo se estender até 15 dias após o plantio, antes da emergência da cultura.
Limitações de uso:
• Cana-de-açúcar: não utilizar nenhum tipo de adjuvante e/ou surfactante na calda de aplicação.
• Batata: não aplicar caso a cultura já tenha emergido.
Fitotoxicidade:
• Cana-de-açúcar: quando a aplicação é realizada em pré-emergência total da cultura, não ocorre
fitotoxicidade. Caso a cultura já esteja emergida no momento da aplicação, poderá ocorrer pintas
necróticas que desaparecem 30 dias após a aplicação não ocasionando nenhum dano à produtividade.
• Batata: dependendo da variedade, poderão ocorrer sintomas iniciais de fitotoxicidade, que desaparecem
rapidamente sem prejudicar a produtividade.
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7. Aplicação na pré-emergência das plantas daninhas e pós-emergência das culturas.
Modalidade de Dose Dose Volume de calda (L/ha) Número de
Cultura Plantas infestantes
Aplicação (g. p.c/ha) (g i.a/ha) Terrestre Aéreo aplicação
Apaga-fogo
(Alternanthera tenella)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
Caruru-de-mancha
(Amaranthus viridis)
Corda-de-viola
(Ipomoea grandifolia)
Guanxuma
Citros 160 – 240 80 - 120 10 a 200 - 1
(Sida rhombifolia)
Leiteira
(Euphorbia heterophylla)
Maria-pretinha
(Solanum americanum)
Picão-branco
(Galinsoga parviflora)
Pré emergência
Picão preto
das plantas
(Bidens pilosa)
daninhas
Ançarinha-branca
(Chenopodium album)
Capim-colchão
Cebola 120 – 180 60 - 90 10 a 200 - 1
(Digitaria horizontalis)
Picão-branco
(Galinsoga parviflora)
Apaga-fogo
(Alternanthera tenella)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
Capim-colchão
Café 160 – 240 80 - 120 10 a 200 - 1
(Digitaria horizontalis)
Caruru-roxo
(Amaranthus hybridus)
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Apaga-fogo
(Alternanthera tenella)
Eucalipto
Caruru-roxo
(Eucalyptus (Amaranthus hybridus)
grandis)
Guanxuma Pré emergência
(Sida rhombifolia) das plantas
e 180 90 10 a 200 - 1
Picão-preto daninhas em
(Bidens pilosa) área total
Pinus
(Pinus taeda e Leiteira
Pinus elliottii) (Euphorbia heterophylla)
Capim-colonião
(Panicum maximum)
NOTA 1: aplicar FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP sem adicionar qualquer tipo de adjuvante ou espalhante à calda de
pulverização.
NOTA 2: Usar as menores doses em solos arenosos (leves) e as doses maiores em solos argilosos (pesados).
NOTA 3: Para Capim-colonião (Panicum maximum), usar a dose somente em solos arenosos (leves).
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MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicação poderá ser feita em faixas (somente nas linhas de plantio) ou em área total.
Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal (manual ou motorizado) utilizando-se bicos de jato
leque que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 350 e 800 micra. O volume de calda a ser
aplicado depende do equipamento a ser utilizado, variando entre 100 e 200 L/ha. É importante que se consiga
uma cobertura uniforme do solo. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando temperatura acima de
27ºC e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir as perdas por deriva e evaporação.
Número, Época e Intervalo de Aplicação
Fazer 1 (uma) aplicação, dois ou três dias após o transplante das mudas, antes da emergência das plantas
daninhas.
8. Manejo Outonal (aplicação na pré-emergência da planta daninha):
O controle de plantas daninhas em pré-emergência, durante o outono-inverno, é uma das ferramentas que
devem ser utilizadas para o manejo da resistência aos herbicidas pós emergentes, uma vez que o sucesso deste
manejo está vinculado à diminuição do banco de sementes das invasoras.
Manejo outonal em áreas agricultáveis Dose Dose Volume de calda (L/ha) Número de
Nome comum Nome Científico (g.p.c/ha) (g i.a/ha) Terrestre Aéreo aplicação
Buva Conyza bonariensis 120 60 150 a 200 - 1
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicar com pulverizador tratorizado de barra ou costal manual utilizando-se bicos de jato leque que produzam
gotas de diâmetro médio volumétrico entre 350 e 800 micra.
O volume de calda a ser aplicado depende do equipamento a ser utilizado, variando entre 150 e 200 L/ha. É
importante que se consiga uma cobertura uniforme da área aplicada. O sistema de agitação do produto no
interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Aplicar nos horários mais
frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas superiores a 27°C e umidade relativa do ar
inferior a 70%, visando diminuir as perdas por deriva e evaporação.
Número, Época e Intervalo de Aplicação
Fazer 1 (uma) aplicação no outono-inverno, logo após a colheita da cultura precedente (Manejo Outonal). Caso
existam plantas daninhas emergidas, aplicar herbicida pós emergente de ação total (seguir recomendação do
fabricante), de 2 a 3 dias antes da aplicação do FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP.
Limitações de uso:
Após a aplicação de FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP aguardar um período mínimo para o plantio das culturas
subsequentes, conforme tabela abaixo:
Culturas: Período mínimo entre aplicação e semeadura
Soja Sem restrição
Milho 14 dias
Algodão 21 dias
Girassol, Sorgo e Trigo 30 dias
Algodão: entre a aplicação de FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP e a semeadura deverá ter ocorrido
precipitação mínima de 25 mm.
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9. Aplicação na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas infestantes após a poda:
Dose Dose Volume de calda (L/ha) Número de
Cultura Plantas infestantes
(g.p.c/ha) (g i.a/ha) Terrestre Aéreo aplicação
Anileira
(Indigofera hirsuta)
Apaga-fogo
(Alternanthera tenella)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
Capim-colchão
(Digitaria horizontalis)
Caruru
(Amaranthus deflexus)
Caruru-roxo
(Amaranthus hybridus)
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
Corda-de-viola
(Ipomoea grandifolia)
Corda-de-viola
(Ipomoea purpurea)
Desmódio
(Desmodium tortuosum)
Erva-palha
Mandioca (Blainvillea latifolia) 120 -200 60 -100 400 30 a 40 1
Erva-quente
(Spermacoce latifolia)
Erva-de-touro
(Tridax procumbens)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
Joá-de-capote
(Nicandra physaloides)
Leiteira
(Euphorbia heterophylla)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
Picão-branco
(Galinsoga parviflora)
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
NOTA 1: Caso houver plantas daninhas emergidas, recomenda-se adicionar 0,5% de adjuvante ou óleo mineral na calda
do FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP
NOTA 2: Usar as menores doses em solos arenosos (leves) e as doses maiores em solos argilosos (pesados) pois
FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP tem ação pré-emergente para essas ervas.
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MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Via terrestre: Aplicar com pulverizador tratorizado de barra utilizando-se bicos de jato leque (da série 110 ou
TK) que produzam gotas de diâmetro médio volumétrico entre 350 e 800 micra.
Recomenda-se 400 L de volume de calda/ha. É importante que se consiga uma cobertura uniforme do
solo.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante
toda a aplicação. Aplicar nos horários mais frescos do dia, evitando ventos acima de 10 km/h, temperaturas
superiores a 27ºC e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando diminuir as perdas por deriva e evaporação.
Via aérea: Utilizar os parâmetros definidos para essa modalidade de aplicação. Recomenda-se utilização de
barra ou atomizador rotativo "Micronair".
Volume de calda: 30 - 40 L/ha.
Altura do voo: com barra: 2 - 3 m: com Micronair: 3 - 4 m.
Largura da faixa de deposição efetiva: 15 a 20 m (de acordo com o tipo de aeronave a ser utilizado).
Tamanho/densidade de gotas: partículas com tamanhos de 100-200 micra, com densidade de 20- 30
gotas/cm2.
Condições climáticas: aplicar na ausência de ventos fortes, temperatura abaixo de 27ºC e umidade
relativa do ar superior a 70%.
Utilizar os bicos apropriados para a modalidade de aplicação.
Número, Época e Intervalo de Aplicação
Fazer 1 (uma) aplicação tratorizada ou via aérea, logo após a poda, antes da brotação da cultura.
RECOMENDAÇÕES GERAIS:
Limitações de uso:
Quando a aplicação for realizada sobre as mudas transplantadas, NÃO adicionar qualquer tipo de adjuvante
ou óleo mineral nem outros produtos fitossanitários à calda de pulverização, evitando danos às culturas.
Consultar o fabricante, caso se deseje semear outros cultivos nas entrelinhas do citros ou café (quando
aplicação for feita em área total).
Fitotoxicidade:
Nas aplicações realizadas sobre as culturas já instaladas, poderá ocorrer leve fitotoxicidade inicial,
caracterizada por pontos necróticos nas folhas atingidas. Os sintomas desaparecem após algum tempo não
afetando o desenvolvimento nem a produtividade das culturas.
Informações adicionais:
Seguindo-se todas as instruções de uso, este produto não afeta culturas subsequentes, podendo ser incluído
no manejo anual de plantas daninhas.
O sistema de agitação, no interior do tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento
durante toda aplicação.
OBS: Seguir as recomendações acima indicadas e sempre consultar um Engenheiro Agrônomo.
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INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Dias
Algodão 100
Alho 100
Batata 75
Café 07
Cana-de-açúcar 180
Cebola 90
Citros 07
Eucalipto UNA
Feijão 07
Mandioca 75
Milho 80
Pinus UNA
Soja 10
UNA: Uso não alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após
a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide dados relativos à proteção da saúde humana.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide dados relativos à proteção do meio ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide dados relativos à proteção do meio ambiente.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide dados relativos à proteção do meio ambiente.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda
de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
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Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E (EXEMPLO) para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação
Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org),
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO E HERBICIDA
O produto herbicida FLUMIOXAZIN CCAB 500 WP é composto por Flumioxazin, que apresenta mecanismo de
ação não sistêmico, pertencente ao Grupo E, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à
Resistência de Herbicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Não aplicável, trata-se de um Herbicida.
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MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
boca;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora
da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas emprimeiros socorros
e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais;
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas
e as pernas por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado
(filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de
segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas, botas de borracha,
avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro
mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de
nitrila;
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira;
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS
SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
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PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto;
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas, botas de borracha,
avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro
mecânico P2/ ou P3 quando necessário), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de
nitrila;
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o
final do período de reentrada;
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
• Não reutilizar a embalagem vazia;
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
• A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida;
• Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa;
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
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- Pode ser nocivo se ingerido
ATENÇÃO - Pode ser nocivo em contato com a pele
- Nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário
agronômico do produto.
Ingestão: Se o produto for engolido, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante pelo menos 15 minutos. Evite
que a água da lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com água corrente em abundância e sabão
neutro.
Inalação: Se o produto for inalado, leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Se o acidentado parar
de respirar, faça imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR CICLOHEXENODICARBOXIMIDA
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Ciclohexenodicarboximida
Classe toxicológica Categoria 5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Modo de ação Herbicida Seletivo de ação não sistêmico
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Flumioxazina. Estudo com animais estima-se que, após absorção sua excreção é
relativamente rápida tanto via urinária como fecal.
Aproximadamente 100% do produto administrado foi excretado do corpo dos animais,
pelas fezes e urina, dentro de 7 dias após a sua administração. Na maior dose testada (100
mg/kg de peso vivo) houve um aumento do Flumioxazin inalterado nas fezes, sugerindo que
esta dose está acima da capacidade de absorção do produto pelo trato gastrointestinal.
Toxicocinética Algumas das principais reações de biotransformação foram a clivagem da ligação imida e a
clivagem da ligação amida no anel benzoxazinona. Os principais compostos nas fezes foram
os derivados sulfonados, e na urina os derivados sulfonados, derivados alcoólicos e da
acetanilida. O único metabólito encontrado em concentração maior que 5%, nas fezes, foi
3-hidroxi-sulfoflumioxazin.
Em geral, o nível de resíduo encontrado nos tecidos foi muito baixo, mas pôde ser detectado
no sangue, coração, fígado e rins.
Sintomas e Sinais
O produto pode causar irritação ocular moderada
Clínicos
Noções de exposição ao produto e anomalias das funções hepáticas e renais.
Diagnóstico
Conjuntivas congestionadas. Vômitos em caso de ingestão.
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As medidas abaixo relacionadas devem ser implementadas concomitantemente ao
tratamento medicamentoso e à descontaminação.
Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais.
1. Remover roupas e acessórios e proceder a descontaminação cuidadosa da pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água abundante e
sabão. Remover a vítima para local ventilado.
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou água, por
no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
Tratamento
3. Em caso de ingestão recente (geralmente dentro de uma hora), proceder a lavagem
gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração.
Administrar carvão ativado na proporção de 50-100g em adultos e 25-50 g em crianças
de 1-12 anos, e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de
carvão ativado para 240 mL de água.
Tratamento sintomático e de manutenção.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Controlar a função hepática e renal, hemograma e ionograma.
A indução do vomito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de
Contra - indicações
pneumonite química. Controlar a função hepática, renal, hemograma e ionograma.
Não há ocorrência de efeitos sinérgicos e/ou potencializadores relacionados aos diferentes
Efeitos Sinérgicos
inertes.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações
especializadas sobre diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e
Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
Atenção Notificação (SINAN / MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: CCAB Agro S.A. (11) 3889-5600
AMBIPAR: 0800 117 2020 / 0800 707 7022 / 0800 707 1767
Endereço Eletrônico da Empresa: www.ccab-agro.com.br
Correio Eletrônico da Empresa: contato@ccab-agro.com.br
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: >2000 mg/kg
DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: >4,09 mg/L
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Não irritante
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Não irritante
Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante
Mutagenecidade: Não mutagênico
Efeitos Crônicos:
Em estudos de até 2 anos de duração, realizados com ratos, foram observadas anemia e insuficiência
renal.
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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
(X) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos
e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetíveis a danos;
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas;
• Evite contaminação ambiental - Preserve a Natureza;
• Não utilize equipamento com vazamentos;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes;
• Aplique somente as doses recomendadas;
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a
contaminação da água;
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e
do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada;
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros
materiais;
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível;
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável;
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO;
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças;
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados;
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira
de Normas Técnicas – ABNT;
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada;
• Contacte as autoridades locais competentes e a empresa CCAB AGRO S.A., telefone de emergência:
AMBIPAR: 0800 117 2020 / 0800 707 7022 / 0800 707 1767;
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• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtro).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o
registrante por meio do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado acima.
• Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor
do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de
proteção individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
• Direcione o jato de água para todas as paredes internas das embalagens, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem perfurando o fundo.
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Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
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• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio desta embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido
nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no local próprio onde são guardadas as
embalagens cheias.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA
E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na Legislação específica, que inclui
o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não
podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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