Fleris
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Fungicida
difenoconazol (triazol) (250 g/L)

Informações

Número de Registro
41118
Marca Comercial
Fleris
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
difenoconazol (triazol) (250 g/L)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – São Paulo/SP
Classe
Fungicida
Modo de Ação
Sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Ramularia areola
Falso-oídio; Ramulária
Arroz
Bipolaris oryzae
Mancha-foliar; Mancha-parda
Feijão
Phaeoisariopsis griseola
Mancha-angular
Feijão
Uromyces appendiculatus
Ferrugem
Milho
Cercospora zeae-maydis
Cercosporiose
Milho
Exserohilum turcicum
Helminthosporium; Mancha-foliar
Milho
Phaeosphaeria maydis
Mancha-de-Phaeosphaeria; Mancha-foliar
Soja
Cercospora kikuchii
Crestamento-foliar; Mancha-púrpura-da-semente
Soja
Colletotrichum dematium
Antracnose
Soja
Microsphaera diffusa
Oídio
Soja
Phomopsis sojae
Phomopsis-da-semente
Soja
Septoria glycines
Mancha-parda; Septoriose

Conteúdo da Bula

                                    FLERIS
                                                                                            Bula Completa – 19.08.2025




                                                                                      <Logomarca do produto>
                                                     FLERIS
             Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 41118.

COMPOSIÇÃO:
cis-trans-3-chloro-4-[4-methyl-2-(1H-1,2,4-triazol-1-ylmethyl)-1,3-dioxolan-2-yl]phenyl
4-chlorophenyl ether (DIFENOCONAZOL)................................................250 g/L (25% m/v)
Solvent Naphta (petroleum), heavy arom.
(Nafta de Petróleo)................................................................................. 484 g/L (48,4% m/v)
Outros Ingredientes:................................................................................760 g/L (76% m/v)

               GRUPO                                       G1                                FUNGICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: FUNGICIDA SISTÊMICO
GRUPO QUÍMICO: DIFENOCONAZOL:TRIAZOL; NAFTA DE PETRÓLEO: UVCB
TIPO DE FORMULAÇÃO: CONCENTRADO EMULSIONÁVEL (EC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691 – Torre Sigma,
CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Brasil, Fone: (11) 5643-2322, CNPJ: 60.744.463/0001-90 –
Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
SCORE TÉCNICO – Registro MAPA n° 002594:
Syngenta Crop Protection AG - Rue de I'lle-au-Bois, CH-1870, Monthey, Suíça.
Deccan Fine Chemicals (India) Private Limited - Kesavaram, Venkatanagaram Post,
Payakaraopeta Mandal, Visakhapatnam District, Andhra Pradesh, 531 127, Índia.
Youjia Crop Protection Co. Ltd. - Fifth TongHai Road, Rudong Coastal Economic
Development Zone, Nantong, Jiangsu, China, 226407.

DIFENOCONAZOL TÉCNICO ADAMA - Registro MAPA n° TC05620:
Tagros Chemicals India Limited - A4/1 & 2, SIPCOT Industrial Complex Pachayankuppam
Cuddalore-607005 Tamilnadu Índia.

DIFENOCONAZOL TÉCNICO ADAMA BR – Registro MAPA n° 14819:
Jiangsu Sevencontinent Green Chemical Co., Ltd. (Unit II) - North Area of Dongsha
Chem-Zone, 215600, Zhangjiagang, Jiangsu, China.

DIFENOCONAZOLE JS TÉCNICO HELM – Registro MAPA n° 0219:
Jiangsu Sevencontinent Green Chemical Co., Ltd (Unit II) - North Area of Dongsha Chem-
Zone, 215600, Zhangjiagang Jiangsu – China.
Jiangsu Chengyang CropScience Co., Ltd., - Nº 83 Guan Qu Nan Lu, Nanjing Chemical
Industry Park, Nanjing, 210047, Jiangsu, China.


FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda - Rodovia Professor Zeferino Vaz - SP 332, s/nº, km
127,5 – Bairro Santa Terezinha – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP – Brasil - CNPJ:
60.744.463/0010-80 – Fone: (19) 3874-5800 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.
                                                                                                                           1
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                                                                    Bula Completa – 19.08.2025




Adama Brasil S/A - Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-
610 -Londrina/PR Tel.: (43) 3371-9000 - Fax: (43) 3371-9017 - CNPJ: 02.290.510/0001-76
Inscrição Estadual 601.07287-44 - Registro Estadual nº 003263 - ADAPAR/PR.
Adama Brasil S/A - Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS Tel.: (51)
3653-9400 - Fax: (51) 3653-1697 - CNPJ: 02.290.510/0004-19 Inscrição Estadual:
142/0047032 - Registro Estadual nº 00001047/99 - SEAPA/RS.
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda. - Av. Roberto Simonsen,
1459 - Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030 – Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81
– Cadastro SAA/CDA/SP sob nº 477.
Ouro Fino Química S.A. - Avenida Filomena Cartafina, 22335, Q.14, L 5 - Distrito Industrial
III- CEP: 38044-750 – Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Cadastro IMA/MG sob nº
8.764.
Syngenta S.A. - Vía Mamonal Km 6, Cartagena, Colômbia.
Iharabras S.A. Indústrias Químicas – Av. Liberdade, 1701, CEP: 18087-170, Sorocaba, SP
- CNPJ: 61.142.550/0001-30; Cadastro na SAA/CDA/ SP sob nº. 008.
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Bonifácio Rosso Ros, 260, Bairro: Cruz Alta,
CEP: 13348-790, Indaiatuba/SP – CNPJ: 60.744.463/0096-50 - Cadastro da empresa no
Estado (CDA) nº 4476.


“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.

                  Nº do Lote ou Partida:
                  Data de Fabricação:            VIDE EMBALAGEM
                  Data de Vencimento:

         ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
                         CONSERVE-OS EM SEU PODER.

 É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
              É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                         PRODUTO IRRITANTE AOS OLHOS
                              PRODUTO COMBUSTÍVEL
                               AGITE ANTES DE USAR
 INDÚSTRIA BRASILEIRA (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil,
        conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPRÓVAVEL DE CAUSAR
                                     DANO AGUDO
   CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II –
                 PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C.




                                                                                            2
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                                                                                      Bula Completa – 19.08.2025




INSTRUÇÕES DE USO:

FLERIS é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis, indicado para o controle de doenças
nas culturas e doses abaixo relacionadas:


                               DOENÇAS                       DOSES DE         NÚMERO E ÉPOCA E             VOLUME
 CULTURAS                                                    PRODUTO              INTERVALODE                DE
            NOME COMUM             NOME CIENTÍFICO
                                                            COMERCIAL              APLICAÇÃO                CALDA
                                                                            Para o controle da mancha
                                                                              da Ramularia, FLERIS
                                                                                deverá ser aplicado
                                                                            quando do surgimento dos
                                                                              primeiros sintomas da
                                                                               doença, devendo ser
              Mancha-da-                                                    reaplicado em intervalo de       200 a
  ALGODÃO                           Ramularia areola          0,30 L/ha
              Ramularia                                                       10 a 15 dias. Fazer no        400L/ha
                                                                             máximo 3 aplicações do
                                                                                produto por ciclo da
                                                                            cultura, utilizando produtos
                                                                            de modo de ação diferente
                                                                             caso sejam necessárias
                                                                                mais pulverizações.
                                                                                                           Aplicação
                                                                            Realizar 1 aplicação para o    terrestre:
                                                                            controle da mancha-parda,        100 a
   ARROZ     Mancha-parda            Bipolaris oryzae         0,3 L/ha        imediatamente após o          200L/ha
                                                                                aparecimento dos           Aplicação
                                                                               primeiros sintomas.         aérea: 20
                                                                                                            a 50Lha
                                                                                Iniciar as aplicações
                                                                              quando aparecerem os
            Mancha-angular       Phaeoisariopsis griseola                     primeiros sintomas das
                                                                             doenças. Repetir a cada
                                                                            14-15 dias, sempre que as        100 a
   FEIJÃO                                                     0,30 L/ha
                                                                                condições climáticas        200L/ha
                                                                             estiverem favoráveis aos
               Ferrugem         Uromyces appendiculatus                       patógenos. Realizar no
                                                                            máximo 3 aplicações com
                                                                                   o Fleris por safra
                                                                              Iniciar as aplicações de
                                       Cercospora                           forma preventiva, sendo a
             Cercosporiose                                                        primeira aplicação
                                      zeae-maydis
                                                                            realizada quando a cultura
                                                                            apresentar de 6 a 8 folhas
                                                                               (V6 a V8) e a segunda
                                                                             aplicação na emissão da
            Helmintosporiose      Exserohilum turcicum        300 à 400          folha bandeira (pré
                                                                                                           Aplicação
                                                                mL/ha       pendoamento). Efetuar no
                                                                                                           terrestre:
                                                               (Utilizar     máximo 2 aplicações por
                                                                                                             100 a
                                                              adjuvante            ciclo da cultura.
   MILHO                                                                                                    200L/ha
                                                              específico,   Utilizar a maior dose, para
                                                                                                           Aplicação
                                                            recomendado         situações de maiores
                                                                                                           aérea: 20
                                                                 pelo           pressões da doença
                                                                                                            a 50Lha
                Mancha                                       fabricante).    (utilização de variedades
                  de             Phaeosphaeria maydis                           mais suscetíveis e/ou
             Phaeosphaeria                                                     histórico da doença na
                                                                                região), associado a
                                                                                condições climáticas
                                                                                     favoráveis ao
                                                                            desenvolvimento do fungo.

                                                                                Realizar uma única         Aplicação
              Antracnose
                                Colletrotrichum dematium                    aplicação quando a cultura     terrestre:
   SOJA      Phomopsis-da-                                    0,30 L/ha
                                    Phomopsis sojae                          apresentar as vagens no         100 a
               semente
                                                                             estádio fenológico R 5.1       200L/ha



                                                                                                                      3
                                                                                                 FLERIS
                                                                              Bula Completa – 19.08.2025




                            DOENÇAS                    DOSES DE       NÚMERO E ÉPOCA E            VOLUME
 CULTURAS                                              PRODUTO            INTERVALODE                DE
            NOME COMUM         NOME CIENTÍFICO
                                                      COMERCIAL            APLICAÇÃO               CALDA
             Mancha-parda                                           (grãos perceptíveis ao tato   Aplicação
                                Septoria glycines     0,15 – 0,20
             Crestamento-                                            a 10% de enchimento da       aérea: 20
                               Cercospora kikuchii       L/ha
                 foliar                                                       vagem).              a 50Lha
                                                                     Aplicar o produto quando
                                                                     as plantas apresentarem
                Oídio          Microsphaera diffusa    0,15 L/ha      até 20% de área foliar
                                                                     atacada, examinando-se
                                                                      as duas faces da folha.


MODO DE APLICAÇÃO:
FLERIS deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água, para as culturas
registradas.

Aplicação terrestre:
Volumes de calda recomendados para aplicação terrestre:

                    Volume L/ha                Culturas
                     100 a 200        Arroz; Feijão; Milho; Soja
                     200 a 400        Algodão

Equipamentos:
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de
cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com
mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Os tipos de bicos
podem ser de jato cônico vazio ou jato plano (leque), que proporcionem um tamanho de gota
com DMV (diâmetro mediano volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade
de gotas mínima de 20 gotas/cm2. A velocidade do trator deverá ser de acordo com a
topografia do terreno. A pressão de trabalho deve estar de acordo com as recomendações do
fabricante do bico utilizado, variando entre 100 a 1000 Kpa (= 15 a 150 PSI).
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se
utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da
cultura. Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima
de 50% e ventos de 3 a 15 km/hora.

Aplicação aérea:
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aeroagrícolas
pela ANAC. Os tipos de bicos podem ser de jato cônico vazio, jato plano (leque) ou
atomizadores rotativos, que proporcionem um tamanho de gota com DMV (diâmetro mediano
volumétrico) entre 150 a 400 µm (micrômetro) e uma densidade de gotas mínima de 20
gotas/cm2. A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no
mínimo 2 m acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia conforme
o tipo de aeronave utilizada.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 30°C, com umidade relativa acima de 50%
e ventos de 3 a 15 km/hora. Não aplicar durante condições de inversão térmica (ausência de
ventos).
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e
regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que
empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários.
Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.



                                                                                                          4
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                                                                      Bula Completa – 19.08.2025




Parâmetros para Aplicação Aérea:
As pulverizações aéreas de FLERIS nas culturas de soja, milho e arroz devem ser realizadas
unicamente em Baixo Volume (BV) com água.

Volume de aplicação:
- Arroz, milho e soja: 20 a 50 L/ha;

Observações:
- Evitar as condições de inversão térmica.
- Ajustar o tamanho de gotas (DMV) às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos
bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
- Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições
ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa
foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores.

INTERVALO DE SEGURANÇA PARA CADA CULTURA:

        CULTURA                            DIAS
        ALGODÃO                           21 dias
         ARROZ                            45 dias
         FEIJÃO                           25 dias
         MILHO                            30 dias
          SOJA                            30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia
da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique,
antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas
tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no
Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou
importador.

Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área
de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca
aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de
aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas
Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em
locais          de            declive         e            o          plantio         direto.


Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Desde que aplicado nas culturas e doses recomendadas, o produto não é fitotóxico.


                                                                                              5
                                                                                      FLERIS
                                                                   Bula Completa – 19.08.2025




Outras restrições a serem observadas:
Evitar temperaturas de armazenamento superiores a 50-60°C, NÃO armazenar o produto
próximo de linhas de vapor ou outras fontes de aquecimento, pois essas condições podem
dar início a um processo de combustão do produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO
DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes
a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.

Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos
fungicidas, seguem algumas recomendações:

  • Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle
  do mesmo alvo, sempre que possível;
  • Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
  agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de
  resistência quando disponíveis, etc;
  • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
  • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
  estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção
  da eficácia dos fungicidas;
  • Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
  patogênicos devem ser consultados e/ou, informados à: Sociedade Brasileira de
  Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas
  (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
  www.agricultura.gov.br).
             GRUPO                          G1                       FUNGICIDA




                                                                                           6
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                                                                   Bula Completa – 19.08.2025




O produto FLERIS é composto por Difenoconazol, que apresenta mecanismo de ação dos
Inibidores de desmetilação - DMI, pertencente ao Grupo G1, segundo classificação
internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).


INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de
semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor
equilíbrio do sistema.


DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.


PRECAUÇÕES GERAIS:
  • Produto para uso exclusivamente agrícola.
  • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
  • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
  • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais
     e pessoas.
  • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
     recomendados.
  • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios
     e válvulas com a boca.
  • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos
     ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
     fabricante.
  • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência
     de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas
     de um profissional habilitado.
  • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
     em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
  • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
     trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
  • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
     seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas
     passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas,
     botas de borracha, avental impermeável, respirador, óculos de segurança com
     proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
  • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI)
     com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.




                                                                                           7
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                                                                     Bula Completa – 19.08.2025




PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
  • Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: Macacão com tratamento
     hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
     pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável;
     respirador com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro
     mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas
     de nitrila.
  • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
     Proteção Individual (EPI) recomendados.
  • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
  • Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
  • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
     segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
  • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área
     em que estiver sendo aplicado o produto.
  • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
     respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
  • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir
     que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
  • Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: Macacão com tratamento
     hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
     pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, respirador com filtro
     combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos
     de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
  • Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA"
     e manter os avisos até o final do período de reentrada.
  • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
     tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
     Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a
     aplicação.
  • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em
     áreas tratadas logo após a aplicação.
  • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
     segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
  • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
     ainda vestidas para evitar contaminação.
  • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original,
     em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
  • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
  • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
     roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
  • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos
     de aplicação.
  • Não reutilizar a embalagem vazia.

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                                                                       Bula Completa – 19.08.2025




   •   No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI:
       Macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e
       botas de borracha.
   •   Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
       seguinte ordem: Touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral, botas de
       borracha, macacão, luvas de nitrila e respirador.
   •   A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e
       devidamente protegida.




                                                  Pode ser nocivo se ingerido
                          PERIGO             Pode ser nocivo em contato com a pele
                                             Produto provoca lesões oculares graves




PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência
levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do
produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.

Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de
contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água
de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.

Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio,
anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo
menos 15 minutos.

Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.




                                                                                               9
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                                                                       Bula Completa – 19.08.2025




                              INTOXICAÇÕES POR FLERIS®
                                INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico      Difenoconazol: Triazol

                   Nafta de Petróleo (solvente aromático): UVCB (substâncias de composição
                   desconhecida ou variável, produtos de reações complexas ou materiais
                   biológicos).
Classe
                  Categoria 5: Produto improvável de causar dano agudo
toxicológica
Vias de exposição
                  Oral, inalatória, ocular e dérmica. As exposições inalatória e dérmica são
                  consideradas as mais relevantes.
Toxicocinética     Difenoconazol: No rato, a absorção oral de difenoconazol foi dose-dependente
                   e correspondeu a cerca de 40-60% (300 mg/kg p.c.) a 80-90% (0,5 mg/kg p.c.)
                   da dose administrada. O difenoconazol foi rapidamente distribuído
                   principalmente pelo trato gastrointestinal, fígado, rins, tecido adiposo, glândula
                   harderiana, glândulas adrenais e pâncreas. Os resíduos teciduais foram muito
                   baixos, indicando ausência de bioacumulação. O difenoconazol é
                   extensivamente metabolizado, com diferentes metabólitos encontrados nas
                   fezes, urina e fígado. A eliminação se deu predominantemente pela bile (73-76%
                   a 0,5 mg/kg p.c. e 39-56% a 300 mg/kg p.c.), com evidência de circulação entero-
                   hepática na menor dose, e, em menor proporção, pela urina (8-22%). A meia-
                   vida variou de 20 a 48 horas.
                   Nafta de Petróleo (solvente aromático): Não há estudos de toxicocinética
                   sobre este solvente propriamente dito, no entanto, estudos com os constituintes
                   da gasolina podem ser utilizados para a compreensão da toxicocinética do nafta.
                   Em roedores, a principal via de exposição utilizada é a inalatória; por ela, os
                   constituintes de maior peso molecular são mais eficientemente absorvidos. Após
                   administração oral, é possível supor que aproximadamente 100% do nafta de
                   petróleo ingerido seria absorvido devido à alta absorção da maioria de seus
                   constituintes pelo trato gastrointestinal. Independentemente da via de absorção,
                   os constituintes são rapidamente metabolizados e eliminados. Por ser
                   hidrofóbico, o nafta possui maior afinidade pelo tecido adiposo, no entanto,
                   nenhum dos componentes apresenta potencial de bioacumulação. Os
                   constituintes de baixo peso molecular do nafta são excretados, principalmente,
                   pelo ar exalado e, em menor proporção, pela urina, com meia-vida na ordem de,
                   aproximadamente, 3-12 horas. A excreção pela urina é mais expressiva para os
                   constituintes de alto peso molecular.
Toxicodinâmica     Difenoconazol: Atua como inibidor da desmetilação da enzima esterol 14α-
                   desmetilase (CYP51, pertencente à superfamília citocromo P450), responsável
                   pela biossíntese do ergosterol em fungos. Tal inibição afeta a integridade das
                   membranas celulares, acarretando em morte fúngica. Este modo de ação é
                   conservado para seres humanos, uma vez que estes também possuem a enzima
                   CYP51, envolvida na síntese de esteróis importantes como o colesterol. O
                   colesterol está envolvido na estruturação das membranas celulares e síntese de
                   hormônios sexuais; no entanto, não há na literatura dados que comprovem a



                                                                                              10
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                                                                       Bula Completa – 19.08.2025




                    inibição da síntese de colesterol em humanos em decorrência da exposição ao
                    ciproconazol ou difenoconazol.

                    Nafta de Petróleo (solvente aromático): A narcose (tontura, sonolência e
                    depressão do sistema nervoso central), induzida por exposição aguda a
                    solventes orgânicos, como o nafta de petróleo, sugere mecanismo comum de
                    interação entre os seus constituintes e as células sensíveis do sistema nervoso
                    de humanos. A nível celular, os efeitos narcóticos são associados à redução na
                    excitabilidade neuronal causada por mudanças na estrutura e função da
                    membrana. No entanto, o exato mecanismo de ação associado a este efeito
                    ainda é amplamente desconhecido.
Sintomas e sinais   Não há na literatura dados de intoxicação por difenoconazol em humanos.
clínicos
                    Nafta de Petróleo (solvente aromático): A ingestão de hidrocarbonetos pode
                    provocar efeitos no sistema nervoso central (cefaleia, tontura, sonolência, falta
                    de concentração, náuseas e vômitos), disritmias e distúrbios gastrointestinais. A
                    inalação desses compostos pode causar danos pulmonares, depressão ou
                    excitação transitória do SNC e efeitos secundários de hipóxia, infecção,
                    formação de pneumatocele e disfunção pulmonar crônica. Irritação ocular leve
                    a moderada e lesão ocular reversível podem ocorrer após contato com a maioria
                    dos hidrocarbonetos.


                    As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com
                    animais de experimentação tratados com a formulação à base de difenoconazol
                    e nafta de petróloeo, FLERIS®:

                    Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral em ratos, os animais foram
                    expostos às doses de 650, 1300, 2600 e 5200 mg/kg p.c. Nas doses de 650 e
                    1300 mg/kg p.c., não foram observadas mortalidades. Na dose de 2600 mg/kg
                    p.c., três animais foram encontrados mortos. Na dose de 5200 mg/kg p.c., todos
                    os animais foram encontrados mortos em até 18 horas após administração da
                    substância-teste. Os sinais clínicos observados foram: apatia, redução da
                    mobilidade e dispneia. Todos os sinais foram reversíveis em até 24 horas.

                    Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade aguda inalatória, não foi
                    observada mortalidade entre os ratos expostos à concentração de 5,4 mg/L. Os
                    sinais clínicos observados foram: piloereção, postura curvada, dispneia,
                    respiração ruidosa e hipoatividade. Todos os sinais foram revertidos a partir do
                    dia 8 de observação.

                    Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica, não foi observada
                    mortalidade entre os ratos expostos às doses de 500, 1000, 2000 e 3000 mg/kg.
                    Os sinais clínicos observados foram: apatia e diminuição da mobilidade,
                    reversíveis após 12 horas. Em estudo de irritação cutânea in vivo realizado em
                    coelhos, sinais de eritema bem definido e irritação foram observados em todos
                    os animais testados na avaliação de 24 horas. Todos os sinais foram revertidos
                    em até 48 horas. O produto não foi considerado irritante para a pele. O produto
                    não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo teste de Otimização.


                                                                                              11
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                                                              Bula Completa – 19.08.2025




              Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular in vivo, os animais
              apresentaram pannus, opacidade da córnea, irite, hiperemia, quemose e
              secreção ocular, irreversíveis até o 7 dia.

              Exposição crônica: Os ingredientes ativos não foram considerados
              mutagênicos, teratogênicos ou carcinogênicos para seres humanos. À luz dos
              conhecimentos atuais, não são considerados desreguladores endócrinos e não
              interferem com a reprodução. Vide item “efeitos crônicos” abaixo.
Diagnóstico   O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de exposição ao
              produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis. Em se apresentando
              sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente
              imediatamente.




                                                                                     12
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                                                                Bula Completa – 19.08.2025




Tratamento   Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
             clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial deve ser dada ao
             suporte respiratório.

             Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
             frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer
             via endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e
             arritmias cardíacas. Avaliar estado de consciência do paciente.

             Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar a
             absorção e os efeitos locais.
             Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto
             proceder com:
             - Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em crianças
             de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de
             30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais efetivo quando administrado
             dentro de uma hora após a ingestão.
             - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade
             do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria dos casos não é
             necessária. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
             aspiração com a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito
             lateral esquerdo) ou por intubação endotraqueal com cuff.
             ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto, podem
             aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de
             lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via oral para uma pessoa
             inconsciente, vomitando, com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
             Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e arejado,
             fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar atentamente a ocorrência
             de insuficiência respiratória. Se necessário, administrar oxigênio e ventilação
             mecânica.
             Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
             descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e
             cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima para local
             ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser encaminhado para
             tratamento.
             Exposição ocular: Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com
             solução salina a 0,9% ou água, por no mínimo de 15 minutos, evitando contato
             com a pele e mucosas. Caso a irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia
             persistirem, encaminhar o paciente para tratamento específico.

             Antídoto: Não há antídoto específico.

             Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
             respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um
             equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
             procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
             durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá usar PROTEÇÃO,
             como luvas, avental impermeável, óculos e máscaras, de forma a não se
             contaminar com o agente tóxico.



                                                                                       13
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                                                                         Bula Completa – 19.08.2025




Contraindicações     A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração
                     e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça
                     abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
                     para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das          Não foram relatados efeitos de interações químicas para o difenoconazol e nafta
interações           de petróleo em humanos, bem como entre estes e medicamentos possivelmente
químicas             utilizados em casos de intoxicação por difenoconazol e nafta de petróleo em
                     humanos.
ATENÇÃO              Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
                                                         tratamento.
                                      Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001
                            Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                                                  (RENACIAT/ANVISA/MS)
                        As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
                                             Agravos de Notificação Compulsória.
                       Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS)
                            Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
                             Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas)
                                  Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br
                            Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com

  Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:
  Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

  Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:

  Efeitos agudos:
  DL50 oral em ratos: 2211,24 mg/kg p.c.
  DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
  CL50 inalatória em ratos: > 5,4 mg/L
  Corrosão/Irritação cutânea: Em estudo de irritação cutânea in vivo realizado em coelhos,
  sinais de eritema bem definido e irritação foram observados em todos os animais testados.
  Todos os sinais foram revertidos em até 48 horas. O produto não foi considerado irritante para
  a pele.
  Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular in vivo, os animais
  apresentaram pannus, opacidade da córnea, irite, hiperemia, quemose e secreção ocular,
  irreversíveis até o 7 dia.
  Sensibilização cutânea em cobaias (teste de otimização): O produto não foi considerado
  sensibilizante dérmico.
  Sensibilização respiratória em ratos: O produto não deve ser considerado sensibilizante
  para as vias respiratórias.
  Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética
  bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.

  Efeitos crônicos:
  Difenoconazol: No estudo combinado de toxicidade crônica e carcinogenicidade em ratos, o
  tratamento com difenoconazol resultou em redução do peso corpóreo, do ganho de peso
  corpóreo e do consumo médio de ração em ambos os sexos; o aumento do peso do fígado
  foi considerado processo adaptativo e não relacionado ao tratamento (doses machos: 24,1 e
  124 mg/kg p.c./dia; doses fêmeas: 32,8 e 170 mg/kg p.c./dia; NOAEL: 1 mg/kg p.c./dia). Em

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estudo de 18 meses em camundongos, houve redução do peso corpóreo, aumento dos níveis
das enzimas hepáticas e do peso do fígado em doses iguais/superiores a 46,3 mg/kg p.c./dia
(machos) ou 57,8 mg/kg p.c./dia (fêmeas); adenoma e carcinoma hepatocelular foram
observados em níveis de dose de 2500 e 4500 ppm, níveis que excederam a dose máxima
tolerada. Além disso, demonstrou-se que o modo de ação do desenvolvimento dos tumores
hepáticos no camundongo é semelhante ao fenobarbital, que é considerado não relevante
para humanos (NOAEL: 4,7 mg/kg p.c./dia). Sendo assim, o difenoconazol não foi
considerado carcinogênico para seres humanos, além de não apresentar potencial genotóxico
pelos ensaios de genotoxicidade in vivo e in vitro. No estudo de duas gerações em ratos,
houve toxicidade parental na maior dose (178 mg/kg p.c.) caracterizada pela redução do peso
corpóreo, do ganho de peso corpóreo e do consumo de ração. Foi observado apenas redução
do peso corpóreo absoluto dos filhotes em ambas as gerações na maior dose (NOAEL
parental e filhotes: 16,8 mg/kg p.c./ dia). Nos estudos do desenvolvimento em ratos e coelhos
houve toxicidade materna caracterizada pela redução do peso corpóreo, do ganho de peso
corpóreo (apenas coelho) e do consumo de ração, além de salivação excessiva (apenas rato)
nas maiores doses (ratos: 100 e 200 mg/kg p.c./dia; coelho: 75 mg/kg p.c./dia). Em coelhos,
foi observada uma morte entre as mães devido à anorexia relacionada ao tratamento e duas
outras foram sacrificadas após aborto nas maiores doses. Nenhum efeito adverso fetal foi
observado em qualquer nível de dose para coelhos (NOAEL materna e desenvolvimento: 25
mg/kg p.c./dia); em ratos, foram observadas alterações esqueléticas fetais na maior dose
(NOAEL materno: 20 mg/kg p.c./dia; NOAEL fetal: 100 mg/kg p.c./dia. O difenoconazol não
foi considerado teratogênico ou tóxico para a reprodução pelos estudos acima descritos nas
doses recomendadas para aplicação no campo.

Nafta de Petróleo (solvente aromático): Estudos de toxicidade crônica e carcinogenicidade
indicam que a inalação de concentrações elevadas dos componentes do nafta de petróleo
pode produzir tumores renais em ratos machos devido à nefropatia induzida por alfa-2u-
globulina e tumores hepáticos em camundongos fêmeas por possível consequência de
desequilíbrio hormonal (NOAEL 10.000 mg/m3). Devido a não-relevância dos mecanismos de
ação associados à formação de tumores para humanos, os componentes do nafta petróleo
não são considerados carcinogênicos para o homem. Estudos de genotoxicidade in vivo e in
vitro apontam que seus constituintes também não apresentam potencial mutagênico ou
genotóxico. Em estudos da reprodução de duas gerações em ratos, por via inalatória, e do
desenvolvimento, por via dérmica, parâmetros como fertilidade, desempenho reprodutivo,
frequência de malformações e mortalidade fetal não foram afetados pelo tratamento (NOAEL
toxicidade reprodutiva e desenvolvimento por via inalatória: > 20000 mg/m3; NOAEL de
desenvolvimento via dérmica: 500 mg/kg p.c./dia). Diante dos achados, os compostos do nafta
de petróleo não são considerados teratogênicos ou tóxicos para a reprodução em humanos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:
• Este produto é:
     - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).

 X   -   MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

     -   Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).


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     -   Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).


• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
  d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada das embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
  do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a
  500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
  abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
  moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
  atividades aeroagrícolas.


2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
•     Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
•     O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
      bebidas, rações ou outros materiais.
•     A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
•     O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
•     Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
•     Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
      crianças.
•     Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens
      rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
•     Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
      Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
•     Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE
    CULTIVOS LTDA- telefone de emergência: 0800 704 4304.
• Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas
    de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
    bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga a instrução abaixo:
    • Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com
       auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
       derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso consulte o registrante, através do
       telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.


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    • Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
      recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
      Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
    • Corpos d'agua: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
      animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
      visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
      características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido.
    • - Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 OU
      PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE
E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
  - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
      mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
  - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
  - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
  - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
  - Faça esta operação três vezes;
  - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
  - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
  - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
  - Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
      segundos;
  - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
  - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
   - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
      invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
      segundos;
   - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
      sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da
      embalagem, por 30 segundos;
   - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
   - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

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- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.

   - DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardado as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.



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EMBALAGEM FLEXÍVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardado as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transpostadas com sacos plásticos
transparentes (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificados e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.




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DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO
DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).




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