Field
ALTA - America Latina Tecnologia Agrícola Ltda.- Curitiba
Herbicida
24-D-dimetilamina (ácido ariloxialcanóico) (806 g/L)
Informações
Número de Registro
5614
Marca Comercial
Field
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
24-D-dimetilamina (ácido ariloxialcanóico) (806 g/L)
Titular de Registro
ALTA - America Latina Tecnologia Agrícola Ltda.- Curitiba
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Contato
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Arroz
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Arroz
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Arroz
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Arroz
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Arroz irrigado
Aeschynomene denticulata
angiquinho (2); corticeirinha (1); maricazinho (2)
Arroz irrigado
Aeschynomene rudis
angiquinho (1); maricazinho (1); paquinha
Arroz irrigado
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Cyperus rotundus
alho; capim-dandá; junça-aromática
Cana-de-açúcar
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cana-de-açúcar
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Cana-de-açúcar
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cana-de-açúcar
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Milho
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Milho
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pastagens
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Pastagens
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Pastagens
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Pastagens
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Soja
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Soja
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Trigo
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Trigo
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Trigo
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Trigo
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Conteúdo da Bula
FIELD
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FIELD
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 5614
COMPOSIÇÃO:
Dimethylammonium (2,4-dichlorophenoxy) acetate
(2,4-D, SAL DIMETILAMINA) .........................................................................806,0 g/L (80,60% m/v)
Equivalente ácido do 2,4-D.............................................................................670,0 g/L (67,00% m/v)
Outros Ingredientes ........................................................................................418,8 g/L (41,88% m/v)
GRUPO O4 HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo, de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Ácido ariloxialcanóico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Solúvel (SL)
TITULAR DO REGISTRO (*):
ALTA - AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA
Avenida Silva Jardim, 2600 – 19ºandar – Água Verde - Curitiba/PR – CEP: 80240-020
Tel. (41) 3071-9100 - CNPJ: 10.409.614/0001-85
Inscrição Estadual: 90.463.291-01 - Registro Estadual no 003483 – SEAB/PR
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO:
2,4-D TÉCNICO ALTA - Registro MAPA n° 15512:
JIANGSU LIONCHEM CO., LTD.
Nº 16, Second Haibin Road, Chemical Industrial Park, Yangkou Coastal Economic Development
Zone, Rudong County – Jiangsu – China.
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO. LTD
Binhai Economic Development Area, 262737 Weifang, Shandong – China.
2,4-D TÉCNICO AL - Registro MAPA n° 7314:
ATUL LIMITED
Atul, Dist. Valsad, 396 020 Gujarat – India.
2,4-D TÉCNICO AGRISOR - Registro MAPA nº 20418:
CAC NANTONG CHEMICAL CO., LTD.
(Fourth Huanghai Road) Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong County 226407, Nantong City,
Jiangsu Province – China.
JIANGXI TIANYU CHEMICAL CO. LTD.
Yanhua Road, Xingan Salt Chemical Industrial Park, Xingan County, Jiangxi, 331300 – China.
2,4-D TÉCNICO ALTA II - Registro MAPA nº 3619:
JIANGSU GOOD HARVEST-WEIN AGROCHEMICAL CO., LTD.
Laogang, 226221, Jiangsu, Qidong City – China.
2,4-D TÉCNICO HANFU- Registro MAPA nº TC09823:
WEIHAI HANFU BIOCHEMICAL MEDICINE CO., LTD.
Fengtaiding Village, Rushanzhai Town, Rushan City, 201405, Shandong Province, Shangai - China
FORMULADOR:
ADAMA HUIFENG (JIANGSU) LTD.
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Weier Road, South Area of Ocean Economic Development Zone Dafeng, Jiangsu 224145 P.R. –
China.
ATUL LIMITED
Atul, Dist. Valsad, 396 020 Gujarat – India.
CAC NANTONG CHEMICAL CO., LTD.
(Fourth Huanghai Road) Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong County 226407, Nantong City,
Jiangsu Province – China.
JIANGSU GOOD HARVEST-WEIN AGROCHEMICAL CO., LTD.
Laogang, 226221, Jiangsu, Qidong City – China.
JIANGSU LIONCHEM CO., LTD.
Nº 16, Second Haibin Road, Chemical Industrial Park, Yangkou Coastal Economic Development
Zone, Rudong County – Jiangsu – China.
JIANGXI TIANYU CHEMICAL CO., LTD.
Yanhua Road, Xingan Salt Chemical Industrial Park, Xingan County, Jiangxi, 331300 – China.
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO. LTD
Binhai Economic Development Area, 262737 Weifang, Shandong – China.
SULPHUR MILLS LIMITED
(Planta 1) - 1904, A-18/18 G.I.D.C., Panoli, Dist. - Bharuch, State - Gujarat – Índia.
(Planta 2) - 1905/1928/29/30, G.I.D.C., Panoli, Dist. - Bharuch, State - Gujarat – Índia.
(Planta 3) - Plot nº 230/231/232, G.I.D.C., Panoli, Dist. - Bharuch, State - Gujarat – Índia.
TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Av. Roberto Simonsen, 1459 - Bairro Recanto dos Pássaros
CEP: 13148-030 – Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81
Número de registro do estabelecimento/Estado: 477 CDA/SP.
WEIHAI HANFU BIOCHEMICAL MEDICINE CO., LTD.
Fengtaiding Village, Rushanzhai Town, Rushan City, Shandong – China.
ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO., LTD.
Zhongshan, Xiaopu, 313116, Changxing, Zhejiang, - China.
SINOAGRO CHEMICALS CO., LTD.
Changrui West Road, County Laixi Jiangshan, City of Qingdao, Shandong Province, China.
HUBEI TRISUN CHEMICALS CO., LTD
Nº 66-4 Xiaoting Avenue, Xiaoting District, Yichang – Hubei, China
TRUST CROP PROTECTION TECHNOLOGY CO., LTD.
N°168, South ZhaoQiaoHe Road, Nanjing Chemical lndustry Park, 210047, Najing, P.R. China
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
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ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRÔNOMICA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDVIDUAL. PROTEJA-SE
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III –
PRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Faixa azul (Azul PMS Blue 293 C)
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
FIELD é um herbicida seletivo para aplicação no controle de plantas infestantes nas culturas de
trigo, milho, soja, arroz (irrigado e de sequeiro), cana-de-açúcar e pastagens de Braquiária.
Plantas
Volume de Número
infestantes Dose
Cultura calda máximo de Época de aplicação
(Nome comum / (L/ha)
(L/ha) aplicações
Nome científico)
Amendoim bravo,
Leiteira
(Euphorbia
heterophylla)
Pós-emergência das
Guanxuma, Mata- plantas infestantes:
pasto 150 – 300
Arroz (Sida rhombifolia) 1,0 – 1,5 (Aplicação 1 Aplicar no período de pleno
terrestre) perfilhamento até antes do
Picão preto início da diferenciação
(Bidens pilosa) primórdio floral.
Trapoeraba
(Commelina
benghalensis)
Angiquinho,
Pinheirinho
(Aeschynomene
Pós-emergência das
denticulata)
plantas infestantes:
Angiquinho,
150 – 300
Arroz Pinheirinho Aplicar quando as plantas
0,3 (Aplicação 1
(Irrigado) (Aeschynomene infestantes estiverem no
terrestre)
rudis) estágio de 3 a 5 folhas. Usar
com pouca ou sem água de
Corda de viola,
irrigação.
Corriola
(Ipomoea
aristolochiaefolia)
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Plantas
Volume de Número
infestantes Dose
Cultura calda máximo de Época de aplicação
(Nome comum / (L/ha)
(L/ha) aplicações
Nome científico)
Caruru de mancha
(Amaranthus
viridis)
Beldroega
(Portulaca
oleracea) Pré-emergência das
Falsa serralha plantas infestantes
150 – 300
(Emilia 3,5 (Aplicação 1
sonchifolia) Aplicar antes da germinação
terrestre)
das plantas infestantes,
Picão preto
quando o solo estiver úmido
(Bidens pilosa)
Picão branco,
Fazendeiro
(Galinsoga
parviflora)
Amendoim bravo,
Leiteira
(Euphorbia
heterophylla)
Beldroega
(Portulaca
oleracea)
Caruru de mancha
(Amaranthus
Cana-de- viridis)
açúcar Corda de viola,
Corriola 1,0 – 1,5
(Ipomoea Pós-emergência das
grandifolia) plantas infestantes
Guanxuma, Mata-
pasto Aplicar quando a planta
(Sida rhombifolia) estiver em pleno
150 – 300
Picão preto crescimento vegetativo,
(Aplicação 1
(Bidens pilosa) evitando-se períodos de
terrestre)
estress hídrico, antes da
Trapoeraba formação de colmos da
(Commelina cana-de-açúcar. Usar a
benghalensis) maior dose para plantas
infestantes mais
Falsa serralha desenvolvidas.
(Emilia
sonchifolia)
Picão branco,
Fazendeiro
(Galinsoga
parviflora) 1,5
Poaia branca,
Poaia
(Richardia
brasiliensis)
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Plantas
Volume de Número
infestantes Dose
Cultura calda máximo de Época de aplicação
(Nome comum / (L/ha)
(L/ha) aplicações
Nome científico)
Para o controle de tiririca,
aplicar o produto em pós-
emergência dirigida, sobre
1 % v/v
plantas infestantes em
Tiririca + 150 L/ha
Cana-de- estádio de pré-
(Cyperus Espalhante (Aplicação 2
açúcar florescimento.. Se houver
rotundus) Adesivo terrestre)
rebrota, fazer nova
0,3% v/v
aplicação, nas mesmas
condições mencionadas
anteriormente.
Amendoim bravo,
Leiteira
(Euphorbia
heterophylla)
Apaga fogo
(Alternanthera
tenella)
Pós-emergência das
Caruru rasteiro, plantas infestantes:
Caruru
(Amaranthus Não aplicar quando o milho
deflexus) estiver com mais de 4 folhas
150 – 300
Milho Corda de viola, 1,5 (Aplicação 1
Corriola Obs.: Para maiores
terrestre)
(Ipomoea informações sobre a
grandifolia) seletividade do produto aos
diferentes milhos híbridos
Guanxuma, Mata- disponíveis no mercado, a
pasto empresa fornecedora do
(Sida rhombifolia) híbrido deverá ser contatada
Picão preto
(Bidens Pilosa)
Trapoeraba
(Commelina
benghalensis)
Caruru rasteiro,
Caruru
(Amaranthus
deflexus) Pós-emergência das
plantas infestantes:
Beldroega
(Portulaca
150 – 300 Aplicar em pós-emergência
oleracea)
Pastagens 1,0 -2,0 (Aplicação 1 em área total quando as
Guanxuma, terrestre) plantas infestantes
Malva-branca estiverem em pleno
(Sida cordifolia) desenvolvimento vegetativo
e antes do florescimento
Guanxuma, Mata-
pasto
(Sida rhombifolia)
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Plantas
Volume de Número
infestantes Dose
Cultura calda máximo de Época de aplicação
(Nome comum / (L/ha)
(L/ha) aplicações
Nome científico)
Amendoim-bravo,
Leiteira
(Euphorbia
heterophylla)
Corda-de-viola,
Corriola
(Ipomoea Plantio direto:
purpurea)
Guanxuma, Mata- Aplicar de 7 a 15 dias antes
Soja 150 – 300
pasto da semeadura.
(Plantio 1,0 - 1,5 (Aplicação 1
(Sida rhombifolia) Usar menores doses para
direto) terrestre)
plantas infestantes menos
Picão-preto desenvolvidas e as maiores
(Bidens pilosa) para as mais desenvolvidas.
Poaia-branca,
Poaia
(Richardia
brasiliensis)
Trapoeraba
(Commelina
benghalensis)
Amendoim-bravo,
Leiteira
(Euphorbia
heterophylla)
Nabo, Nabiça Pós-emergência das
(Raphanus plantas infestantes
150 – 300
Trigo raphanistrum) 1,0 -1,5 (Aplicação 1
Aplicar no período de pleno
terrestre)
perfilhamento até antes do
Picão-preto
início da diferenciação floral.
(Bidens pilosa)
Picão-branco,
Fazendeiro
(Galinsoga
parviflora)
FIELD deve ser aplicado em pós-emergência das plantas daninhas quando estas se estiverem em
pleno desenvolvimento vegetativo e sem stresse hídrico. Os melhores níveis de controle são
atingidos no início do desenvolvimento vegetativo, entre 2 a 4 folhas. Doses maiores são
requeridas para plantas em estádio de 4 a 6 folhas ou altas infestações.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
- É PROIBIDA APLICAÇÃO TRATORIZADA COM TURBINA DE FLUXO DE AR.
- AS ATIVIDADES DE MISTURA, ABASTECIMENTO E APLICAÇÃO TRATORIZADA NÃO
PODEM SER REALIZADAS CUMULATIVAMENTE PELO MESMO INDIVÍDUO.
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Realizar a aplicação com volume de calda suficiente para distribuição uniforme em toda a área. O
volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das
invasoras. Deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado
considerando as especificações técnicas do equipamento.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas e baixo potencial
de deriva.
Verifique a regulamentação local do órgão de agricultura, saúde e meio ambiente, quanto a
especificações locais de aquisição e aplicação do produto, em complemento às instruções de uso
constantes na bula e rótulo.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as
recomendações do fabricante do equipamento.
Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim
no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o
equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para
realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor
preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua
capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto FIELD de acordo com a dose recomendada para
a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar
imediatamente na cultura.
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Antes de qualquer aplicação, verifique se o equipamento está limpo, bem conservado, regulado
/calibrado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao
aplicador e ao meio ambiente.
Aplicação Terrestre:
Equipamento costal (manuais ou motorizados):
Tratamento de plantas daninhas em jato dirigido na cultura da cana-de-açúcar:
Utilizar bicos de jato em leque ou jato cônico, dirigindo o jato sobre as plantas daninhas, de forma a
garantir boa cobertura.
Equipamento Tratorizado
Pulverizadores de barra ou autopropelidos
Para essa modalidade de aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra tratorizado, com
deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido
Classe de gotas: Utilizar gotas grossa a extremamente grossa, acima de 300 micras com
densidade acima de 30 gotas/cm². Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é
um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de
gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto
ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do
equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: Aplicar somente com pontas de pulverização tipo leque que produzam
gotas grossas a extremamente grossas, para a redução de deriva, tal como pontas com INDUÇÃO
DE AR. Cabe ao Engenheiro Agrônomo responsável pela recomendação ou responsável técnico
pela aplicação indicar a ponta de pulverização mais adequada, observando sempre a classe de
gotas indicadas (gotas grossas a extremamente grossas), no intuito de evitar o efeito de deriva na
aplicação, devendo sempre seguir parâmetros técnicos para a cultura, equipamento e condições
meteorológicas.
Ajuste da barra: A altura da barra e o espaçamento entre pontas de pulverização deve permitir
boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do
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fabricante, não ultrapassando 50 cm, tanto de espaçamento entre as pontas de pulverização,
quanto para altura da barra de pulverização em relação ao alvo. Todas as pontas de pulverização
da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de
deposição. Regule a altura da barra para a menor possível, a fim de obter uma cobertura uniforme
e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: Utilize distância entre pontas de pulverização na barra de aplicação de forma
a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição do
jato de pulverização.
Faixa de segurança: Durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura
para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 150 – 300 L/ha
Pressão: 30 – 70 psi ou lbf/pol²
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo
responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do
equipamento e tecnologia de aplicação.
Condições Climáticas / Meteorológicas:
Deve-se observar as condições meteorológicas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo.
Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação e não valores
instantâneos:
• Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas
é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e
temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para
se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a
cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à
tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a
orientação de um engenheiro agrônomo.
Lavagem do equipamento de aplicação:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de
proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde
Humana”.
Não limpe equipamentos próximo a nascentes, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os
resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da
aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Intervalo de Segurança
(Dias)
Arroz (1)
Cana-de-açúcar (2)
Milho (3)
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Pastagens Uso não alimentar
Soja (4)
Trigo (1)
(1) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
(2) Intervalo de segurança não determinado por ser de uso em pré e pós emergência até 3 meses após o plantio ou
corte.
(3) Intervalo de segurança para a cultura do milho convencional é não determinado por ser de uso desde a fase pré-
emergência até o milho atingir a altura de 25 cm.
(4) Intervalo de segurança não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes
e pré-emergência da cultura.
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INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Tabela com os intervalos de reentrada de trabalhadores nas áreas com aplicação do agrotóxico
2,4-D, segundo a cultura e o tempo de atividades.
Modalidade de INTERVALO DE REENTRADA*
Culturas
Emprego (Aplicação) 2h de atividades 8h de atividades
Arroz Pré/Pós-emergência 24 horas 14 dias
Cana-de-açúcar Pré/Pós-emergência 13 dias 31 dias (1)
Milho Pré/Pós-emergência 24 horas 18 dias
Pastagens Pré/Pós-emergência 5 dias (2) 23 dias (2)
Soja Pré/Pós-emergência 24 horas 18 dias
Trigo Pré/Pós-emergência 2 dias 20 dias
* A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada
com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga
longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas.
* Os intervalos de reentrada são resultantes da avaliação do risco ocupacional realizada durante a
reavaliação do ingrediente ativo. Outros intervalos de reentrada poderão ser indicados, se a
avaliação do risco ocupacional do produto formulado, realizada pela Anvisa, assim determinar
(Parágrafo Único do Art. 2º da RDC nº 284, de 19 de maio de 2019).
(1)
Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta
simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção
individual (EPI) para se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana-de-açúcar após a aplicação
de produtos contendo 2,4-D.
(2)
Mantido em 24 horas para as situações de aplicações individuais nas plantas que se quer
eliminar.
MEDIDAS DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA OS RESIDENTES E TRANSEUNTES DE ÁREAS
PRÓXIMAS DAS CULTURAS COM APLICAÇÃO DO AGROTÓXICO 2,4-D:
- É exigida a manutenção de bordadura mínima de 10 metros livres de aplicação costal e
tratorizada de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da
exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu
interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como
moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
- É exigida a utilização de tecnologia de redução de deriva nas culturas de cana-de-açúcar de pelo
menos 55% para aplicação costal.
- É exigida a utilização de tecnologia de redução de deriva na cultura de cana-de-açúcar de pelo
menos 50% para aplicação tratorizada.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Respeitar uma área de bordadura (área não aplicada) mínima de 10 metros entre o local de
aplicação e áreas vizinhas com culturas sensíveis ao 2,4-D, tais como uva, oliva, tomate, algodão e
batata.
FIELD
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- Não aplicar com ventos a favor de culturas sensíveis ao 2,4-D, como uva, oliva, tomate, algodão e
batata.
- Pequenas quantidades da pulverização do FIELD podem causar sérios danos em espécies
suscetíveis. Dessa forma, não aplique quando houver possibilidade de atingir diretamente, ou por
deriva, estas espécies.
- Não é recomendado aplicar em cereais (trigo e arroz) antes do perfilhamento ou após o
emborrachamento e em milho plantado em solo arenoso ou quando a aplicação não é feita no
período recomendado.
- A eficiência do FIELD pode ser reduzida se ocorrerem chuvas até o período de 6 horas após a
aplicação.
- Por se tratar de um herbicida sistêmico, não aplicar sobre plantas daninhas cobertas com poeira
ou qualquer barreira que impeça a penetração do herbicida nas plantas daninhas alvo.
- Não utilizar águas turvas ou com presença de argilas (barrentas), pois a eficiência do produto
poderá ser prejudicada.
- O pulverizador usado para a aplicação do FIELD deve ser rigorosamente limpo realizando a
tríplice lavagem (tanque, barra, filtros em geral e pontas de pulverização) antes da aplicação de
outros produtos.
- Não armazenar a calda de pulverização em quaisquer recipientes, ou mesmo, para aplicação no
dia subsequente.
- Para aplicação Tratorizada: o mesmo indivíduo não pode realizar as atividades de mistura,
abastecimento e aplicação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide modo de aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO
DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de
ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
A integração de métodos de controle: cultural (uso de sementes certificadas, rotação de culturas,
variação de espaçamento e uso de diferentes coberturas de solo); mecânico ou físico (capina
manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico); controle biológico e controle
químico (herbicidas pré e pós-emergentes), tem como objetivo mitigar o impacto dessa
interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
FIELD
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• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do
mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de
herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas
(HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO O4 HERBICIDA
O produto herbicida FIELD é composto por 2,4-D, que apresenta mecanismo de ação dos
mimetizadores das auxinas, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do
HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
MINISTÉRIO DA SAUDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e de animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável,
respirador, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra
produtos químicos.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
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- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado (filtro químico
contra vapores orgânico e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral;
touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção
individual (EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pelo manuseio ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção
de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento, aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima
das botas; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado (filtro
químico contra vapores orgânico e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas
tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de
aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com
tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental impermeável, respirador, óculos de
segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
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- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental impermeável, botas de borracha, macacão com
tratamento hidrorrepelente, luvas de proteção contra produtos químicos e respirador.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida:
a) Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para
casa.
b) Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Nocivo se ingerido
PERIGO Pode ser nocivo em contato com a pele
Provoca Lesões Oculares Graves
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica.
Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de
contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho. Caso utilize lentes de contato, deve-se retirá-las.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
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- INTOXICAÇÕES POR FIELD-
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico 2,4-D-DIMETILAMINA: ácido ariloxialcanóico
Classe Categoria 4 – Produto Pouco tóxico
toxicológica
Vias de exposição Dérmica e inalatória.
Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são
relevantes considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs
apropriados.
Toxicocinética 2,4-D-Dimetilamina: em ratos, o 2,4-D foi rapidamente absorvido através
do trato gastrointestinal após administração oral (>90%, dentro de 48
horas), com pico de concentração plasmática atingido em 4 horas. A
substância é amplamente distribuída, com maiores concentrações
detectadas nos rins e fígado, mas também no cérebro e no líquido
cefalorraquidiano, após administração de doses repetidas. Contudo, não
houve evidência de bioacumulação nos tecidos.
A substância não sofre metabolização e é excretada principalmente na
sua forma inalterada com uma pequena quantidade na forma de
conjugados, quase exclusivamente através da urina (85-94%) dentro de
48 horas, seguido das fezes (2-11%). Os sais de 2,4-D são rapidamente
hidrolisados ao ácido 2,4-D no organismo e seguem o mesmo perfil
cinético.
Toxicodinâmica 2,4-D-Dimetilamina: não são conhecidos os mecanismos de toxicidade
(Mecanismos de em humanos. Em animais de experimentação, a toxicidade renal induzida
toxicidade) pelo 2,4-D foi relacionada com sua capacidade de induzir peroxidação
lipídica e estresse oxidativo.
Sintomas e sinais Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em
clínicos humanos.
Em estudos em animais de experimentação, o produto foi considerado
nocivo se ingerido e possivelmente nocivo em contato com a pele. A
aplicação do produto não provocou irritação ou sensibilização dérmica.
No entanto, foi considerado corrosivo para os olhos.
2,4-D-Dimetilamina: além das propriedades irritativas da substância, a
exposição aguda oral e/ou inalatória a grandes quantidades de 2,4-D
pode causar efeitos sistêmicos de toxicidade, incluindo efeitos no sistema
nervoso central (SNC) e neuromuscular periférico, decorrentes da
acidose metabólica.
Exposição dérmica: em contato com a pele, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição respiratória: se inalado, pode ocorrer irritação do trato
respiratório superior, com tosse, ardência da boca, nariz e garganta, e
nos casos mais graves, edema pulmonar. A inalação de grandes
quantidades de aerossóis da substância pode causar efeitos sistêmicos
como fraqueza, tontura, vertigem, mialgia, dor abdominal, náusea e
vômito.
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Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar lesões
oculares graves, com ardência, vermelhidão, redução da acuidade visual
e fotofobia.
Exposição oral: a ingestão pode causar dor e queimação na boca e
garganta, e irritação do trato gastrointestinal com dor abdominal, vômito,
náusea, diarreia, dor de cabeça, tontura e mal-estar. A ingestão de
grandes quantidades pode resultar em efeitos sistêmicos como confusão
mental, agitação, fraqueza muscular, câimbras, fasciculações, espasmos,
mialgia, miotomia, hipertonia, ataxia, taquipneia, edema pulmonar, miose,
nistagmo, hipotensão, taquicardia, bradpneia, hipertermia, acidose
metabólica, alterações das funções hepáticas, trombocitopenia, anemia
hemolítica, hipocalcemia, insuficiência renal e rabdomiólise. Em casos
mais graves, podem ocorrer falência renal, falência cardiorrespiratória,
hipercalemia, rigidez muscular generalizada, dano muscular, coma e
morte.
Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após
exposição crônica em humanos.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: a pessoa que
presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento
de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da
pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água
abundante e sabão.
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e
avental impermeáveis.
Tratamento geral: As medidas gerais devem estar orientadas à
estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais.
Estabilização do paciente: Proceder a estabilização do paciente com a
manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além
de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa.
Avaliar estado de consciência do paciente.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de
secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário
para manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa,
pode ser necessário ventilação pulmonar assistida.
Medidas de Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos
locais.
Exposição Oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é
recomendada.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se
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o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada.
Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma
quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo
após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora).
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos
em caso de intoxicação por 2,4-D-dimetilamina. Avaliar a necessidade de
administração de carvão ativado. Se necessário, administrar uma
suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão).
Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a
12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
Exposição respiratória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema
pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na
ventilação, conforme necessário.
Exposição Dérmica:
Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lavar a área
exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistir,
o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição ocular:
Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de
água à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação,
dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de
suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções
vitais.
Medidas de eliminação extracorpórea:
- Considerar a diurese forçada e alcalinização urinária em casos de
intoxicação por 2,4-D e seus derivados para acelerar sua excreção.
Portanto, é recomendada a administração intravenosa de bicarbonato de
sódio (44-88 mEq por litro) com intuito de manter o pH urinário acima de
7,6 e um débito urinário acima de 5 mL/kg/h.
- Deve-se monitorar cuidadosamente os níveis de eletrólitos séricos,
especialmente potássio e cálcio, assim como, a integridade da função
renal e o balanço de fluido administrado.
- Considerar a utilização de métodos dialíticos, como a hemodiálise, em
casos de intoxicação grave ou em casos particulares em que a
administração excessiva de líquidos não é recomendada.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e
de pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos
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protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em
pacientes não intubados; pacientes com risco de hemorragia ou
perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das Não são conhecidos.
Interações
Químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-
722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e afins estão incluídas entre as
Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
ATENÇÃO Notificação (SINAN / MS). Notifique no Sistema de Notificação em
Vigilância Sanitária (Notivisa).
TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES
MÉDICAS:
Centro do Controle de Envenenamento do Paraná: 0800 41 0148
ALTA – AMÉRICA LATINA TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA.
(PLANITOX Line):
0800 701 0450
Endereço eletrônico da Empresa: www.altadefensivos.com.br
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 oral em ratos: >300 - 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: 4071 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinada nas condições do teste.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos produziu eritema em
3/3 dos animais testados e edema em 1/3 dos animais testados. Todos os sinais de irritação
regrediram em 7 dias após a aplicação. Nas condições do teste, o produto foi classificado como
não irritante para a pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos de coelhos produziu opacidade
corneana, hiperemia pericorneana, congestão da íris, hiperemia, edema e secreção conjuntivais em
2/2 dos olhos testados. O período de observações foi finalizado em 7 dias, devido à severidade das
reações oculares. O corante de fluoresceína sódica detectou alterações na córnea relacionadas ao
tratamento. Nas condições do teste, o produto foi classificado como corrosivo para os olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
2,4-D-Dimetilamina: em estudos de toxicidade repetida de médio e longo prazo, conduzidos em
ratos, camundongos e cães pela via oral, os rins foram identificados como principais órgãos-alvo de
toxicidade do 2,4-D, com base no aumento de peso relativo do órgão com alterações
histopatológicas e funcionais. Baseado nestes efeitos, estabeleceu-se o NOAEL de 1 mg/kg
p.c./dia em estudos de 90 dias e 2 anos em ratos e camundongos, e também em estudo de 52
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semanas em cães. O 2,4-D, incluindo seus sais e ésteres, não foi considerado genotóxico
conforme os resultados negativos de estudos in vitro e in vivo. Em estudos de toxicidade crônica
em ratos e camundongos, também não foram observadas evidências de carcinogenicidade.
Em estudos de toxicidade reprodutiva conduzidos em ratos, foram observados efeitos reprodutivos
(redução da fertilidade e da sobrevivência da prole, e aumento da duração do período gestacional)
e toxicidade na prole (aumento da incidência de variações esqueléticas e viscerais, redução do
peso corpóreo, sinais clínicos de toxicidade e aumento da mortalidade), apenas na presença de
excessiva toxicidade parental. Nos estudos de toxicidade para o desenvolvimento em ratos foi
observada fetotoxicidade (aumento da incidência de variações esqueléticas), também na presença
de toxicidade materna em doses acima dos níveis de saturação renal. Nos estudos em coelhos,
não foram observados efeitos sobre o desenvolvimento embriofetal. Com base nestes achados,
concluiu-se que o 2,4-D não apresenta potencial teratogênico.
EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em
humanos.
SINTOMAS DE ALARME:
Náusea, vômito, dor abdominal, sensação de queimação das mucosas, alterações no sistema
nervoso (tontura, vertigem, dor de cabeça, agitação, confusão mental) e alterações
neuromusculares (fraqueza muscular, câimbras, fibrilação muscular, fasciculações e espasmos).
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
( )Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( )Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(X)PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
( )Pouco perigoso ao meio ambiente (CLASSE IV)
Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d´água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
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- Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ALTA – AMÉRICA LATINA
TECNOLOGIA AGRÍCOLA LTDA
- Telefone da empresa: 0800 7077022 e 0800172020.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
⋅ Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
não dever mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no
rótulo para a sua devolução e destinação final.
⋅ Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
⋅ Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo
hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2, ou PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPI´s –
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’ água;
- Direcione o jato d’ água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem dever ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamentos independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’ água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
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Bula Completa
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• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após
o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco
plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente
identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
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Bula Completa
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EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos
órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por
órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de
pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
• Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal
concernentes as atividades agrícolas.