Fazzer
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Regulador de Crescimento
hidrazida malêica (piridazinadiona) (180 g/L)
Informações
Número de Registro
4494
Marca Comercial
Fazzer
Formulação
SL - Concentrado Solúvel
Ingrediente Ativo
hidrazida malêica (piridazinadiona) (180 g/L)
Titular de Registro
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A. - Matriz Ituverava/SP
Classe
Regulador de Crescimento
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Não Classificado - Produto Não Classificado
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Alho
Batata
Cebola
Fumo
Conteúdo da Bula
V2023 11 03
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
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e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
t: (19) 3794-5600
FAZZER
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o nº 004494
COMPOSIÇÃO:
6-hydroxy-2H-pyridazin-3-one (HIDRAZIDA MALÊICA)..........................................180 g/L (15,93% m/m)
(Equivalente a 245 g/L de Sal Potássico de HIDRAZIDA MALÊICA)
Outros ingredientes ........................................................................................ 950 g/L (84,07% m/m)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Regulador de crescimento de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Piridazinadiona
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado solúvel (SL)
TITULAR DO REGISTRO (*):
UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.
Avenida Maeda, s/n, Prédio Comercial, Térreo, Distrito Industrial, Ituverava/SP, CEP: 14500-000
CNPJ: 02.974.733/0001-52 – Telefone: (19) 3794-5600
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1050
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
HIDRAZIDA MALEICA TÉCNICO 970 - Registro MAPA nº 04394
LION COPOLYMER, LLC.
Highway 30 - Geismar, Louisiana 70734 - Estados Unidos da América
KOC CO., LTD.
67-34 Ijin-ro, Onsan-eup, Ulju-gun 44998 - Ulsan - Coreia do Sul
ESIM CHEMICAL GMBH.
St. Peter-Strasse 25, 4020 Lins - Áustria
FORMULADOR:
LANXESS INDÚSTRIA DE POLIURETANOS E LUBRIFICANTES LTDA.
Avenida Brasil, 5333 - Distrito Industrial - Rio Claro/SP - CEP: 13505-600
CNPJ: 68.392.844/0001-69
Cadastro no Estado (CDA/SP) n° 235
LAOTING YOLOO BIO-TECHNOLOGY CO., LTD.
Nº A-3 Tianjin Road, Laoting Economic Development Zone, Hebei Province, 063600 - China
LION COPOLYMER, LLC.
Highway 30 - Geismar, Louisiana 70734 - Estados Unidos da América
MICRO CHEM COMPANY, LLC.
258 Airport Square, Adel Geórgia - Estados Unidos da América
UPL ARGENTINA S.A.
San Martin Y Craig, Ruta Nac. 3, Km 92, Abbott, Província de Buenos Aires - Argentina
UPL VIETNAM CO., LTD.
Amata Road, Long Binh Industrial Park (Amata), Bien Hoa City, Dong Nai Province – Vietnã
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122 - Salto de Pirapora/SP – CEP: 18160-000
CNPJ: 02.974.733/0010-43 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4153
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Av. Maeda, s/nº - Distrito Industrial - Ituverava/SP – CEP: 14.500-000
CNPJ: 02.974.733/0003-14 - Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 1049
MANIPULADOR:
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Rodovia Sorocaba - Pilar do Sul, km 122 - CEP 18160-000 Salto de Pirapora/SP
CNPJ: 02.974.733/0010-43
Cadastro no Estado (CDA/SP) nº 4153
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No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira (Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no
Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: PRODUTO NÃO CLASSIFICADO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE III - PRODUTO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Verde PMS Green 347 C
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INSTRUÇÕES DE USO:
FAZZER é um regulador de crescimento de ação sistêmica, para ser utilizado no controle de brotações indesejáveis
(brotos ladrões) na cultura do FUMO, e inibir o desenvolvimento de brotos em tubérculos/bulbos de BATATA,
ALHO e CEBOLA durante o período pós-colheita, permitindo um maior prolongamento do tempo de armazenagem.
A ação antibrotante do produto evita que bulbos/bulbilhos de alho e tubérculos de batata, remanescentes na
lavoura, germinem no período após a colheita.
Cultura Dose Época de Aplicação N° Máximo Observações Volume
de de calda
Aplicação Terrestre
Cortar periodicamente alguns
bulbos armazenados e observar
o desenvolvimento da brotação
Quando as plantas interna. A ocorrência de
apresentarem no final do brotação de coloração verde
ciclo, de 4-6 folhas verdes, intensa indica que nestes
ALHO 12 L/ha o que ocorre 1 bulbos não houve a 400 L/ha
aproximadamente 15 dias translocação do produto na
antes da colheita. quantidade necessária.
Recomenda-se a venda do alho
para consumo imediato, quando
este broto atingir a metade do
tamanho do bulbo.
A desrama (mecânica ou
química) somente poderá ser
realizada 2 semanas após a
pulverização. Amostragem para
determinação da época de
aplicação: Tomar 10 amostras
de 1 planta/ha, percorrendo a
Quando os menores
área plantada em forma de “X”,
tubérculos que serão
observar o tamanho dos
colhidos e comercializados
tubérculos e se estes estão
como tipo “Especial”
ligados à planta mãe. Em
apresentarem diâmetro de
condições de armazenamento
3,5 cm, o que ocorre no
desfavoráveis, aparecerão,
terço final do ciclo da
após 30-45 dias, pequenas
cultura e/ou quando
estruturas deformadas de
tiverem decorridos de 60 a
coloração parda nos pontos de
70% do ciclo da cultura 400-600
crescimento dos tubérculos que
BATATA 18,5 L/ha até a época ideal para a 1 L/ha
evoluem muito lentamente. Em
desrama.
condições favoráveis de
Os tubérculos sobre os
armazenamento, estas
quais se deseja a ação do
estruturas, que são a
produto deverão estar
malformação de brotos pelo
ligados à planta mãe e em
efeito da aplicação do produto,
pleno desenvolvimento
poderão ter seu aparecimento
para que ocorra a
retardado em até 4-5 meses. A
translocação.
ocorrência de brotos nos
tubérculos indica que nestes
não houve a translocação do
produto na quantidade
necessária. Consulte um Engº
agrônomo para determinação
da época de aplicação em
função da variedade cultivada.
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Cortar periodicamente alguns
bulbos armazenados e observar
o desenvolvimento da brotação
interna. A ocorrência de
brotação indica que nestes
bulbos não houve a
Quando as plantas
translocação do produto na
apresentarem “pescoço
quantidade necessária.
mole”, e o tombamento
CEBOLA 12 L/ha 1 Recomenda-se a venda da 400 L/ha
não seja superior a 25-
cebola para consumo imediato,
30% das plantas.
quando o broto atingir a metade
do tamanho do bulbo. Consulte
um Engº Agrônomo para
determinação da época de
aplicação em função das
variedades cultivadas.
PARA FUMOS CURADOS EM
ESTUFA TIPO BURLEY,
VIRGÍNIA e AMARELINHO: Caso
a floração seja uniforme,
efetuar o desponte (capação) e
arrancar as brotações
manualmente. Aplicar o
FAZZER. Caso o período de
floração seja amplo, vistoriar a
Diluir 4 L
plantação e capar as plantas de
do produto
maturação precoce. Esperar até
em 96 L de
que as plantas cheguem à plena
água,
floração (1), despontar e
dentro de
eliminar as brotações de toda a
Aplicar até 24h após a 24h, no
FUMO 4% 1 cultura, aplicando FAZZER.
capação. máximo,
PARA FUMO ESCURO PARA
após o
CIGARROS: Quando a cultura
desponte
apresentar floração uniforme,
(corte
fazer a capação na fase em que
manual das
a maioria das plantas estiver
flores).
em plena floração (1). Retirar
também qualquer brotação com
mais de 5 cm. Aplicar até 24h
após.
(1) Por “Plena Floração”
entende-se o estágio no qual
90% das plantas começaram a
abrir suas primeiras flores.
MODO DE APLICAÇÃO / EQUIPAMENTOS:
FUMO:
O produto deve ser aplicado somente por via terrestre, utilizando-se pulverizadores costais. De acordo com as
condições da cultura poderá ser usada uma das formas de aplicação abaixo citadas:
- Pulverização: utilizar equipamento pulverizador aplicando de forma a cobrir uniformemente o terço superior da
planta (8 a 10 folhas superiores).
- Esguicho: empregar pulverizadores costais, dos quais tenham sido retiradas as ponteiras do bico, trabalhando
com baixa pressão. Aplicar a calda no topo das plantas individualmente, no local do desponte, de maneira a
escorrer pela haste.
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Aplicação terrestre
Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar
bicos ou pontas que produzam jato leque com indução de ar, visando à produção de gotas grossas a
extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o
volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa recomendada
de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de
deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas
de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho
das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e
cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de
aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro
Agrônomo.
Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam
devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de
50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes
em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até metade de seu nível.
Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Após
despejar todo o conteúdo do produto no preparo da calda, deve-se fazer a adição de água dentro de cada
embalagem para garantir que todo produto seja usado na pulverização e facilite a etapa seguinte de tríplice
lavagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos
para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima
de 3 litros de água por litro de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador
deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar
o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico
ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos.
Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-
a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há
homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza
do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e
finais de seção de barra.
Condições meteorológicas:
Realizar as pulverizações quando as condições meteorológicas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva,
conforme abaixo:
Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC.
Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%.
Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h. Se o vento estiver abaixo de 2 km/h não aplique devido ao risco de
inversão térmica.
Direção do vento: Observe a direção do vento e evite aplicar quando este estiver no sentido de alguma cultura
ou organismos sensíveis não-alvo, caso haja restrição nesta bula.
Limpeza do pulverizador:
1- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20
minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água
contaminada;
2- Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
3- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais
abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
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4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas
as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na
bomba ao ser ligada novamente;
5- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos
em local apropriado de coleta de água contaminada.
Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a
bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta
poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
Culturas Intervalo de segurança (dias)
alho e cebola 7
batata 14
fumo Uso Não Alimentar (UNA)
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
3 dias após a pulverização.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Não utilizar o produto através de sistemas de irrigação.
• Não misturar a outros defensivos agrícolas, nem com espalhantes adesivos.
• Não aplicar o produto em lavouras destinadas à produção de sementes ou propagação.
• Não aplicar o produto em dias muito secos ou em condição de temperatura elevada, quando as folhas
apresentarem murchamento.
• Evitar aplicações durante a noite. Procurar pulverizar pela manhã ou em dias nublados.
• Sendo o produto de ação sistêmica, é necessário que as plantas estejam em fase de intenso desenvolvimento
e translocação, com folhas verdes e livres do ataque de pragas e doenças.
• Em plantas desenvolvidas sob condições adversas, stress hídrico, a absorção do produto será menor e os
resultados esperados não deverão ser tão bons como aqueles obtidos em plantas sob condições de
desenvolvimento normais.
• Não reaplicar o produto, mesmo em casos de chuva ou irrigação acidental logo após a pulverização.
• A deriva da pulverização durante a aplicação é indesejável, e poderá afetar lavouras vizinhas.
EM ALHO, BATATA e CEBOLA:
• Não aplicar o produto até pelo menos 24 horas antes de ocorrência de chuva ou irrigação por aspersão.
• Não aplicar antes da época recomendada. Uma aplicação adiantada poderá gerar bulbos/tubérculos
malformados.
• FAZZER não protege os bulbos/tubérculos da ação de doenças e pragas durante o período de armazenamento.
Portanto, é fundamental que o material para armazenamento seja de boa qualidade.
• Não se recomenda a aplicação do produto em variedades não indicadas ao armazenamento.
EM FUMO:
• Não deverão ser feitas aplicações, caso haja previsão de chuva (ou irrigação por aspersão) dentro de 6 horas.
• Para controle de rebrotes, aplicar sempre dentro da época indicada. Aplicação adiantada pode impedir o
desenvolvimento normal das folhas superiores. Tratamentos tardios permitirão menor eficiência no controle das
brotações indesejáveis.
• Plantas que tiverem suas brotações retiradas manualmente, e que tenham sido tratadas com o produto, terão
maturação mais tardia do que aquelas das quais não tenham sido extraídos todos os rebrotes. Sob determinadas
condições, as extremidades tratadas tendem a amarelar prematuramente. Esse aspecto não chega a ser
prejudicial, mas atentar para que nessas condições não se considere a folha como estando no início de
maturação.
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• Para estabelecer o grau de maturação em plantios tratados com o produto, considerar outras características
como:
- Descoloração da nervura central.
- Mudança na textura da folha.
FITOTOXICIDADE PARA AS CULTURAS INDICADAS:
Nas doses e épocas recomendadas, o produto não apresenta fitotoxicidade. Uma aplicação antecipada do produto
reduzirá a produtividade, causando tubérculos e bulbos malformados, sem valor comercial, que poderá ocorrer
se a lavoura estiver demasiadamente heterogênea, com plantas em vários estágios de desenvolvimento.
OUTRAS OBSERVAÇÕES:
Consulte um engenheiro agrônomo para orientação de métodos de armazenamento das culturas para as
diferentes regiões.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA: não se aplica a este tipo de produto.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente um serviço médico de emergência;
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e: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
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- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance
de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão,
botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara descartável do tipo PFF (Peça Facial Filtrante); óculos de segurança
com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também
entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara
com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função
do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o
final do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados
para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
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- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função
do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de
lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância
durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no
outro olho.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados
e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR
- FAZZER -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico HIDRAZIDA MALEICA: Piridazinadiona.
Classe toxicológica PRODUTO NÃO CLASSIFICADO
Vias de exposição Dérmica e inalatória.
Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas
considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
Toxicocinética Hidrazida maleica: A substância foi rápida e amplamente absorvida após
administração oral, em ratos, com absorção de cerca de 90% da dose
administrada. A distribuição no organismo foi ampla com maiores concentrações
detectadas nos ossos e sangue em ratos fêmeas e no tecido adiposo e pulmões
em machos. A biotransformação foi limitada e ocorreu principalmente através
da conjugação com sulfato, sendo a hidrazida maleica conjugada com o sulfato,
o principal metabólito identificado (<20%), em menor extensão também foi
identificado o metabólito 3-piridazinona. A substância em sua forma inalterada
representou cerca de 60% da dose excretada em ratos machos e 80% em
fêmeas. A excreção foi rápida, cerca de 90% da dose excretada nas primeiras
24 horas principalmente através da urina (>80%). Não houve evidência de
bioacumulação no organismo de ratos; menos de 1% da dose permaneceu retida
nos tecidos após 7 dias.
Toxicodinâmica Hidrazida maleica: Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade
desta substância em humanos nem em outras espécies de mamíferos.
Sintomas e sinais clínicos Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
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Em estudos com animais de experimentação, o produto foi considerado não
irritante para os olhos e para a pele. Também não foi observado potencial de
sensibilização dérmica em cobaias.
Hidrazida maleica: Não são conhecidos sintomas específicos da hidrazida maleica
em humanos. A substância apresentou baixa toxicidade em estudos em animais
de experimentação. Sintomas inespecíficos decorrentes da exposição a
substâncias químicas podem ocorrer, como:
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
crônica em humanos.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
quadro clínico compatível.
Tratamento CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que
presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas
de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de
forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem
estar orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e
medidas sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca
e respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via
endovenosa. Avaliar estado de consciência.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de
secreções orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para
manter adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser
necessário ventilação pulmonar assistida.
Medidas de Descontaminação e tratamento: O profissional de saúde deve
estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma
espontânea em pacientes intoxicados.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada.
Considerar a lavagem gástrica somente após ingestão de uma quantidade
potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a ingestão
(geralmente dentro de 1 hora).
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- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso
de intoxicação por hidrazida maleica. Avaliar a necessidade de administração de
carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em
água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25
a 100 g; crianças: 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
Exposição inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição ocular:
Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à
temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de
suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores
das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não
intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das interações
químicas Não disponível.
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação 0800-722-6001. Rede Nacional de
Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Centro de Informação Toxicológica - Curitiba/PR: 0800 41 0148
Telefone de Emergência da empresa: 0800 014 1149 - (19) 3518-5465
Endereço eletrônico da empresa: www.upl-ltd.com/br
Correio eletrônico da empresa: uplbr.faleconosco@upl-ltd.com
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
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Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: >5000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: O produto aplicado na pele de coelhos produziu eritema e edema
completamente reversíveis dentro 72 horas. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante
para a pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: O produto aplicado nos olhos dos coelhos produziu opacidade da córnea,
irite, hiperemia na conjuntiva, quemose e secreção. Todos os sinais de irritação regrediram em 7 dias após a
aplicação. Nas condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para os olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: Não sensibilizante.
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em
bactérias (teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Hidrazida maleica: Em estudos de toxicidade repetida em camundongos, ratos e cães, pela via oral, foram
observados efeitos de toxicidade geral como diminuição do peso corpóreo com NOAEL de 25 mg/kg/p.c./dia em
estudo de 1 ano em cães e estudo de 2 anos em ratos. Em ratos, a administração via dérmica durante 3 semanas
não causou efeitos significativos de toxicidade até a dose de 1000 mg/kg p.c./dia. A substância não demonstrou
potencial mutagênico com base em uma série de estudos in vitro e in vivo e também não demonstrou potencial
cancerígeno em estudos em ratos e camundongos, pela via oral. Em estudos de toxicidade para a reprodução,
em ratos, não foram observados efeitos sobre a fertilidade ou sobre o desempenho reprodutivo. A hidrazida
maleica também não apresentou potencial teratogênico em ratos e coelhos.
EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:
Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos.
SINTOMAS DE ALARME:
Não são conhecidos.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso Ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite
a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
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2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para
o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa UPL do BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO
DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A. – Telefone de Emergência: 0800 707 7022 ou (19) 3518-5465.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve
ser mais utilizado.
Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação
final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico etc.,
ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
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Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
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TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo
de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
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DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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