Extrazin SC
Oxon Brasil Defensivos Agrícolas Ltda.
Herbicida
Atrazina (triazina) (250 g/L) + Simazina (triazina) (250 g/L)
Informações
Número de Registro
2008606
Marca Comercial
Extrazin SC
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Atrazina (triazina) (250 g/L) + Simazina (triazina) (250 g/L)
Titular de Registro
Oxon Brasil Defensivos Agrícolas Ltda.
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico e Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Milho
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Milho
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Milho
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho
Ipomoea aristolochiaefolia
campainha (1); corda-de-viola (1); corriola (1)
Milho
Ipomoea quamoclit
cardeal; corda-de-viola (16); esqueleto
Milho
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Milho
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Conteúdo da Bula
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23/09/2021
EXTRAZIN SC
BULA
EXTRAZIN SC
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob no 2008606
COMPOSIÇÃO:
6-chloro-N2ethyl-N4-isopropyl-1,3,5-triazine-2,4-diamine (ATRAZINA).........................250 g/L (25% m/v)
6-chloro-N2,N4-diethyl-1,3,5-triazine-2,4-diamine (SIMAZINA).....................................250 g/L (25% m/v)
Outros ingredientes.....................................................................................................615 g/L (61,5% m/v)
GRUPO C1 HERBICIDA
GRUPO C1 HERBICIDA
CONTEÚDO: Vide rótulo.
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica.
GRUPO QUÍMICO: Atrazina e Simazina: Triazina.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC).
TITULAR DO REGISTRO*:
OXON BRASIL DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Tabapuã, 474 – 6º andar – cj. 64/65 – Itaim Bibi
CEP: 04.533-001 – São Paulo/SP – Fone: (11) 2337-2007
CNPJ: 07.224.503/0001-90 – Registro no Estado nº 727 - CDA-SP
(*): IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO.
FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO:
ATRAZINA TÉCNICO OXON – Registro MAPA n° 1078600
Sipcam Oxon S.p.A
Strada Provinciale per Torre Beretti, km 2,6 - Mezzana Bigli (PV), Provincia di Pavia – 27030 -
Itália.
Zhejiang Zhongshan Chemical Industry Group Co., Ltd.
Zhongshan Village, Xiaopu Town, Changxing County, Zhejiang Province, 313116 – China.
Hebei Shanli Chemical Co., Ltd.
Eighteenth Team, Zhonqiie Farm, Cangzhou City, Hebei Province, 061108 – China.
Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd. –
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737 – China.
SIMAZINE TÉCNICO – Registro MAPA n° 01000
Sipcam Oxon S.p.A
Strada Provinciale per Torre Beretti, km 2,6 - Mezzana Bigli (PV), Provincia di Pavia – 27030 -
Itália.
Zhejiang Zhongshan Chemical Industry Group Co., Ltd.
Zhongshan Village, Xiaopu Town, Changxing County, Zhejiang Province, 313116 – China.
Hebei Shanli Chemical Co., Ltd.
Eighteenth Team, Zhongjie Farm, Cangzhou City, 061108, Hebei Province – China.
FORMULADORES:
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III – Uberaba/MG – CEP 38 044-755
CNPJ: 23.361.306/0001-79 – Registro no Estado nº 2.972 - IMA/MG
OXON BRASIL
DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA
Rua Tabapuã, 474 6º andar. cj. 64/65
CEP 04533-001 – Itaim Bibi
São Paulo – SP – Brasil
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EXTRAZIN SC
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A.
Rodovia Presidente Castelo Branco, km 68,5 – Mairinque/SP – CEP 18120-970
CNPJ: 47.226.493/0001-46 – Registro no Estado nº 031 - CDA-SP
FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA
Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III – Uberaba/MG – CEP: 38001-970
CNPJ: 04.136.367/0005-11 – Registro no Estado no 210 - IMA/MG
SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.
Av. Parque Sul, 2138 - I Distrito Industrial - CEP: 61939-000 - Maracanaú/CE
CNPJ: 07.467.822/0001-26 - Registro no Estado no nº 565/2015 - SEMACE-DICOP-GECON
TAGMA BRASIL INDUSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA
Av. Roberto Simonsem, 1459 - Bairro Recanto dos Pássaros – Paulínia/SP – CEP: 13140-000
CNPJ: 03.855.423/0001-81 – Registro no Estado no n° 477 - CDA-SP
SIPCAM OXON S.P.A.
Via Vittorio Veneto, 81, Salerano sul Lambro (LO), 26857- Itália.
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4o
do Decreto no 7.212 de 15 de junho de 2010).
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA:
CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
EXTRAZIN® SC é um herbicida seletivo recomendado para o controle na pré-emergência das
plantas infestantes na cultura do milho, conforme abaixo:
Plantas infestantes / Pré-Emergência Dose N° máximo Volume de
Cultura
Nome comum Nome científico (L/ha)* de aplicações Calda (L/ha)
Monocotiledôneas:
Digitaria horizontalis
Capim-colchão
Digitaria sanguinalis
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica Solo Aplicação
Trapoeraba Commelina benghalensis arenoso a
Terrestre:
médio:
Dicotiledôneas: 3,5 a 5,0 200 a 400
Picão-preto Bidens pilosa
Picão-branco Galinsoga parviflora 1
Aplicação
Milho Amaranthus deflexus
Caruru Aérea:
Amaranthus viridis Solo médio a 40 a 60
argiloso:
Ipomea aristolochiaefolia 5,5 a 6,5
Corda-de-viola
Ipomea quamoclit
Guanxuma Sida cordifolia
Beldroega Portulaca oleracea
Capim-colonião Panicum maximum
Época de aplicação: aplicar logo após a semeadura milho em pré-emergência das plantas
infestantes e da cultura. Realizar o tratamento em área total ou em faixas ao longo da linha de
plantio.
* Doses referentes ao produto comercial (p.c.).
MODO DE APLICAÇÃO:
A dose recomendada de EXTRAZIN® SC deve ser diluída em água e aplicada na forma de
pulverização, com uso de equipamentos terrestres ou aéreos. Em qualquer tipo de aplicação, o
solo deve estar úmido, e deve-se procurar uma boa distribuição da calda sobre a área.
Aplicação terrestre:
Para aplicações terrestres são utilizados pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos.
Utilizar bicos do tipo leque, que proporcionem uma vazão adequada, com volume de calda
variando de 200 a 400L/ha. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que
proporcionem tamanhos de gotas médias a grandes (acima de 300 micra) que evitem a ocorrência
de deriva.
Aplicação aérea:
Para aplicações aéreas são utilizadas barras com bicos e/ou atomizadores rotativos (micronair)
usando-se um volume de calda de 40 a 60 L/ha.
Condições climáticas:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação, tais como:
- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 55%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas
indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um
Engenheiro Agrônomo.
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Preparo da Calda:
Para o preparo da calda de pulverização, despejar a dose recomendada do produto diretamente
no tanque do pulverizador, com pelo menos 1/4 do volume e o sistema de agitação ligado. Em
seguida, completar o volume com o sistema de agitação ainda em funcionamento.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Milho: não determinado devido a modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize EPIs
recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: dentro das doses e nas condições recomendadas para aplicação, EXTRAZIN ® SC
é seguro para o milho na pré-emergência do milho.
Nos tratamentos pré-emergentes em solos arenosos e na ocorrência de chuvas pesadas após
aplicação, eventualmente o milho poderá apresentar inibição temporária de crescimento com leve
clorose foliar.
- EXTRAZIN® SC não deve ser aplicado em solos mal preparados, com torrões, ou em solo seco.
- No sistema de plantio direto não aplicar o EXTRAZIN® SC em áreas mal dessecadas (manejo
inadequado).
- Nos tratamentos pré-emergentes, a ocorrência de chuvas normais nas 2 primeiras semanas,
após tratamento são benéficas, entretanto, precipitações pesadas nesse período, poderão
comprometer a atividade residual do produto.
- Aplicar com cautela quando existirem outras culturas sensíveis nas proximidades.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
USADOS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
(Vide item “MODO DE APLICAÇÃO”).
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓRPIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo
de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle do
mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
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- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados
e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos
Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C1 HERBICIDA
GRUPO C1 HERBICIDA
O produto herbicida EXTRAZIN® SC é composto por atrazina e simazina, que apresentam
mecanismo de ação dos inibidores do fotossistema II, pertencente ao Grupo C1 segundo
classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. controle manual, como roçadas,
capinas, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Daninhas, quando disponível.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e de animais.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado
(filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3 quando necessário); óculos
de segurança com proteção lateral, e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
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• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também
entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico
classe P2 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de
nitrila.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em
função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas
logo após a aplicação.
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Pode ser nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a pele
ATENÇÃO Pode ser nocivo se inalado
Pode causar reações alérgicas na pele
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: ATENÇÃO: PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire toda
a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita
água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
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EXTRAZIN SC
INTOXICAÇÕES POR EXTRAZIN SC
- INFORMAÇÕES MÉDICAS -
Grupo químico Atrazina e Simazina: Triazina.
Classe
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo.
toxicológica
Vias de
Oral, inalatória, ocular e dérmica.
exposição
Atrazina: a atrazina apresenta absorção dérmica limitada em humanos (0,3 a
5,1% da dose aplicada). Em ratos, a absorção gastrointestinal foi ampla e rápida,
com absorção de 82% da dose e pico de concentração plasmática entre 8 e 10
horas após a administração por via oral. A atrazina é amplamente distribuída no
organismo. A biotransformação da atrazina em ratos e em humanos é
qualitativamente similar. A quantidade desta substância na forma inalterada, na
urina, foi menor que 2% em relação aos demais compostos relacionados a
atrazina, tanto após exposição dérmica em humanos quanto após exposição oral
em ratos. A atrazina foi amplamente biotransformada, com mais de 25
metabólitos identificados em ratos. As desalquilações gradativas são as
principais reações de biotransformação da atrazina, provavelmente seguidas de
conjugação e conversão a ácido mercaptúrico. Estudos in vitro com tecidos
humanos e animais indicam que a desalquilação da atrazina é mediada por
enzimas do citocromo P-450. Os principais metabólitos identificados na urina
incluem os derivados mono-N-desalquilados: deisopropilatrazina (DIA) e
deetilatrazina (DEA) e o derivado completamente desalquilado:
diaminoclorotriazina (DATC), o principal metabólito. Outra via de
biotransformação envolve a decloração seguida de conjugação com a glutationa.
Em ratos, a excreção da atrazina foi rápida, mais de 93% da dose administrada
pela via oral foi excretada dentro de 7 dias, principalmente através da urina
(aproximadamente 73%), mas, também através das fezes (aproximadamente
20%; 7% através da bile), com mais de 50% da dose sendo eliminada dentro das
primeiras 24 horas. Não é previsto que ocorra bioconcentração.
Toxicocinética
Simazina: a simazina apresentou absorção limitada através da pele de ratos
(menos de 1% da dose aplicada). A absorção gastrointestinal da simazina em
ratos foi dose-dependente. Foi observada uma absorção de 90% após a
administração de baixas doses e de 65% após a administração de altas doses. A
simazina foi amplamente distribuída no organismo. Em ratos e camundongos, as
maiores concentrações da substância foram detectadas no baço, no fígado e nos
rins. Em animais de experimentação, a biotransformação da simazina ocorreu
principalmente através de reações de desalquilações gradativas a
deisopropilatrazina (DIA) e diaminoclorotriazina (DATC), provavelmente seguida
por conjugação com a glutationa e conversão a derivados de ácido mercaptúrico.
Estudos com microssomos hepáticos de ratos indicaram que a desalquilação da
simazina é mediada por enzimas do citocromo P-450. Os principais metabólitos
identificados na excreta de ratos foram os compostos mono-N-desalquilados e di-
N-desalquilados: 2-cloro-4-etilamino-6-amino-s-triazina e diaminoclorotriazina
(DATC). Conjugados mercaptúricos da hidroxi-simazina também foram
identificados. Em ratos, a excreção da simazina foi rápida, mais de 95% da dose
administrada pela via oral foi excretada dentro de 48 horas. As vias de excreção
da substância foram dose-dependentes. Após a administração de baixas doses, a
excreção da simazina ocorreu principalmente através da urina (63%) e, em
menores quantidades, através das fezes (25%). Já após a administração de altas
doses, a excreção ocorreu principalmente através das fezes (49%) e, em
menores quantidades, através da urina (39%). Não foram observadas evidências
de bioconcentração.
Atrazina e Simazina: a atrazina e a simazina são triazinas estruturalmente
Mecanismos de
relacionadas que apresentam o mesmo mecanismo de toxicidade. Os
toxicidade
mecanismos específicos de toxicidade destas substâncias em humanos não são
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EXTRAZIN SC
conhecidos. Em ratos, a atrazina e a simazina provocam efeitos neuroendócrinos
provocando alterações nos níveis hormonais. A atrazina e a simazina causaram
um aumento na incidência de tumores mamários em ratos fêmeas através da
interferência no ciclo estral, no entanto, este aumento na incidência de tumores
foi considerado espécie específico e sem relevância para humanos. O aumento
da incidência de tumores em ratos fêmeas, mostra-se relacionado à diminuição
dos níveis de LH (hormônio luteinizante) e consequente aumento da secreção de
estrogênio e prolactina, o que acelera o processo de envelhecimento reprodutivo
normal em ratos fêmeas. Este processo ocorre de forma diferente em mulheres,
que respondem a níveis reduzidos de LH através da redução dos níveis de
estrógeno.
Atrazina e Simazina: os herbicidas da classe das triazinas apresentam baixa
toxicidade em humanos. Sintomas gerais de intoxicação podem ocorrer.
Exposição ocular: em contato com os olhos, as triazinas podem causar irritação
com ardência e vermelhidão.
Exposição cutânea: em contato com a pele, as triazinas podem causar irritação,
com ardência e vermelhidão e dermatite alérgica em indivíduos susceptíveis.
Exposição respiratória: quando inaladas, as triazinas podem provocar irritação
no trato respiratório, manifestada por tosse, ardência no nariz e na garganta.
Sintomas e Exposição oral: a ingestão de grandes quantidades de herbicidas da classe das
sinais clínicos triazinas pode causar irritação no trato gastrointestinal com vômito, náuseas, dor
abdominal, diarreia e sensação de queimação na boca. Em animais de
experimentação, a exposição a altas doses causou ataxia, anorexia, dispneia e
espasmos musculares.
Exposição crônica: a atrazina e a simazina não são genotóxicas e não são
consideradas cancerígenas para humanos. Após exposição repetida, estas
substâncias causaram efeitos neuroendócrinos em animais de experimentação
caracterizados por alterações nos níveis hormonais e efeitos no desenvolvimento
do sistema reprodutivo.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
Diagnóstico
quadro clínico compatível.
Descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos locais.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
equipamento de segurança de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa da pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos com água abundante e sabão.
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
impermeáveis.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte
de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Medidas de descontaminação:
Exposição oral:
Tratamento
- O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico.
- Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de
aspiração.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso
de intoxicação por atrazina e simazina. Avaliar a necessidade de administração
de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado
em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25
a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
- Lavagem gástrica: somente cogitar a descontaminação gastrintestinal após a
ingestão de grande quantidade do produto. Neste caso, considere após ingestão
recente (geralmente até 1 hora) de uma quantidade que represente risco à vida.
- Monitorar os sinais vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão
arterial).
- Contraindicações: a indução do vômito é contraindicada em razão do risco de
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aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem gástrica em caso de
perda dos reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de
consciência; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidades pouco tóxicas.
Exposição inalatória:
- Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
avalie quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário.
Exposição ocular:
- Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à
temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
Exposição dérmica:
- Descontaminação: remover as roupas contaminadas e lave a área exposta com
água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado
para tratamento específico.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
Contra- A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores
indicações das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-
intubados; pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidade não significativa
Efeitos das
interaçoes Não são previstos efeitos sinérgicos para o produto
químicas
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica –
RENACIAT – ANVISA/MS.
ATENÇÃO
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (11) 2337-2007 (Horário comercial)
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Planitox Line: 0800 701 0450
Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:
Vide item Toxicocinética” e “Vide item Mecanismos de Toxicidade”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: 2400 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: a CL50 não foi determinada nas condições do teste até a máxima concentração
atingida na atmosfera da câmara (>7,77 mg/L/4h).
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: a substância teste aplicada na pele de coelhos não apresentou
sinais clínicos de irritação durante o período de avaliação.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: a substância-teste aplicada no olho dos coelhos produziu leve
hiperemia na conjuntiva de todos os animais testados. Todos os sinais de irritação regrediram em 24
horas após a aplicação.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Sensibilização respiratória: não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais de
experimentação.
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa
(teste de Ames) nem no teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Atrazina: a atrazina não foi considerada mutagênica com base em estudos in vivo. Esta substância
também não demonstrou potencial cancerígeno em estudos em camundongos. Em estudos em ratos, foi
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observado um aumento na incidência de tumores nas fêmeas, no entanto, o modo de ação pelo qual a
atrazina induziu este aumento na incidência de tumores foi considerado espécie-específico e sem
relevância para o homem. Em estudos conduzidos em animais de experimentação, por promover
desregulação no eixo hipotálamo-hipófise-gonadal, a atrazina interferiu no ciclo estral de fêmeas.
Também, em consequência desta desregulação, efeitos mediados por hormônios sexuais resultaram na
diminuição da eficiência reprodutiva em machos e em fêmeas, sem causar alterações na fertilidade.
Efeitos ao desenvolvimento foram observados somente nas doses em que houve toxicidade materna. A
atrazina não foi teratogênica em ratos e coelhos. Em animais de experimentação, o sistema endócrino foi
o principal alvo da exposição à atrazina. Como consequência, uma série de efeitos neuroendócrinos
podem ocorrer, tais como: alterações nos níveis hormonais e efeitos no desenvolvimento do sistema
reprodutivo. Doses seguras foram estabelecidas, o NOAEL de 1,8 mg/kg p.c./dia foi estabelecido com
base na diminuição do hormônio luteinizante (LH) e subsequente interrupção do ciclo estral em estudo
mecanicista de 6 meses conduzido em ratos (LOAEL de 3,65 mg/kg p.c./dia) que foi considerado protetor
para as consequências de efeitos neuroendócrinos e outros efeitos adversos causados pela exposição
prolongada à atrazina e seus metabólitos.
Simazina: a simazina não é considerada mutagênica com base em estudos conduzidos in vitro e in vivo.
Esta substância não demonstrou potencial cancerígeno em estudos em camundongos pela via oral. Em
ratos, foi observado um aumento na incidência de tumores mamários nas fêmeas, no entanto, o modo de
ação pelo qual a simazina induz este aumento na incidência de tumores foi considerado espécie-
específico e sem relevância para o homem. A simazina não apresentou efeitos tóxicos sobre a
reprodução em ratos que receberam doses orais de até 100 mg/kg p.c. por dia. A substância não
apresentou efeitos embrio-tóxicos ou teratogênicos em ratos e coelhos em doses nas quais não foi
observada toxicidade materna. Após exposição crônica e subcrônica à simazina uma série de efeitos
neuroendócrinos foram observados em animais de experimentação, tais como alterações nos níveis
hormonais e efeitos no desenvolvimento do sistema reprodutivo. Alterações nos parâmetros
hematológicos também foram observadas em ratos e cães após a exposição crônica à simazina pela via
oral. Em estudos de 2 anos em cães fêmeas, pela via oral, foram observadas diminuições nos
parâmetros eritrocitários e no ganho de peso dos animais expostos a doses de 100 mg/kg p.c. por dia.
Em estudo de 2 anos em ratos, pela via oral, foi estabelecido um NOAEL de 10 mg/kg p.c. por dia com
base nas alterações do peso e nos parâmetros hematológicos.
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS
RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS – IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
— Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE, apresentando alto potencial de deslocamento
no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
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- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa OXON BRASIL DEFENSIVOS
AGRÍCOLAS LTDA. pelo telefone (11) 2337-2007 (Horário comercial), ou telefone de
emergência 0800 70 10 450.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d´água. Siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio
de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado
não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone
indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado acima.
- Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ
QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamento de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após
seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
— Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
— Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
— Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
— Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
— Faça esta operação três vezes;
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— Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
— Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
— Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
— Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
— A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
— Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
— Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
— Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por
30 segundos;
— Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
— Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
—
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
Para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
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- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou
outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes
as atividades agrícolas.
TELEFONES DE EMERGÊNCIA: (11) 2337-2007 (Horário comercial)
0800 701 0450 (Planitox Line)
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