Evidence Energy
Bayer S.A. - São Paulo/ SP
Inseticida
imidacloprido (neonicotinóide) (230 g/kg) + tiodicarbe (metilcarbamato de oxima) (460 g/kg)
Informações
Número de Registro
23423
Marca Comercial
Evidence Energy
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
imidacloprido (neonicotinóide) (230 g/kg) + tiodicarbe (metilcarbamato de oxima) (460 g/kg)
Titular de Registro
Bayer S.A. - São Paulo/ SP
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Sistêmico contato e ingestão.
Classe Toxicológica
Extremamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Euetheola humilis
Cascudo-preto; Pão-de-galinha
Cana-de-açúcar
Heterotermes tenuis
Cupins
Cana-de-açúcar
Mahanarva spp
Cigarrinha
Cana-de-açúcar
Meloiidogyne incognita
Nematoide-das-galhas
Cana-de-açúcar
Migdolus fryanus
Broca-da-cana; Migdolus
Cana-de-açúcar
Sphenophorus levis
Bicudo da Cana-de-açucar; Gorgulho-da-cana
Conteúdo da Bula
EVIDENCE® ENERGY
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 23423
COMPOSIÇÃO:
1-(6-chloro-3-pyridylmethyl)-N-nitroimidazolidin-2-ylideneamine (IMIDACLOPRIDO). ....................... 230 g/kg (23 % m/m)
3,7,9,13-tetramethyl-5,11-dioxa-2,8,14-trithia-4,7,9,12-tetra-azapentadeca-3,12-diene-6,10-dione
(TIODICARBE). ............................................................................................................................... 460 g/kg (46 % m/m)
Outros Ingredientes ......................................................................................................................... 310 g/kg (31 % m/m)
GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 1A INSETICIDA
CLASSE: Inseticida sistêmico do grupo químico neonicotinoides e inseticida de contato e de ingestão do grupo químico
metilcarbamato de oxima.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Bayer S.A.
Rua Domingos Jorge, 1.100
São Paulo/SP - CEP 04779-900
CNPJ: 18.459.628/0001-15
Registrada na Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo sob nº 663
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
IMIDACLOPRIDO: Premier Técnico – Registro MAPA nº 06194: Bayer AG – ChemPark 41538, Dormagen - Alemanha / Premier
Técnico BCS - Registro MAPA nº 07512 - Jiangsu Changqing Agrochemical Co., Ltd. - No. 8, Sanjiang Road, Jiangdu Economy
Development Zone, Yangzhou Jiangsu China 225215.
TIODICARBE: Larvin Técnico - Registro MAPA nº 01808394: Bayer CropScience LP - Route 25, P.O. Box 1005 - Institute, West
Virginia, 25112 - Estados Unidos / Hunan Haili Chemical Industry Co., Ltd. - No. 198, Haide Road, Changde Economic &
Technological Development Zone, Hunan, China
FORMULADOR: Bayer AG – ChemPark 41538, Dormagen – Alemanha
MANIPULADOR: Bayer S.A. - Estrada da Boa Esperança, 650, Bairro Bom Pastor - CEP: 26110-120 - Belford Roxo/RJ - CNPJ:
18.459.628/0033-00 - Número do cadastro no INEA - LO nº IN023132
Lote, Data de Fabricação, Data de Vencimento: Vide embalagem
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU
PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
PESO LIQUIDO: VIDE RÓTULO
Indústria Brasileira (Dispor esta frase quando houver processo fabril em território nacional).
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 1 – PRODUTO EXTREMAMENTE TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
II – MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
EVIDENCE® ENERGY é um inseticida sistêmico do grupo químico neonicotinoides e de contato e ingestão do
grupo químico metilcarbamato de oxima, indicado para o controle das pragas mencionadas na cultura da cana-de-
açúcar conforme recomendações abaixo:
Pragas Controladas Dose Nº Intervalo
Equipamento
Produto máximo Volume de de
Cultura de
Nome Comum Nome Científico Comercial de calda (L/ha) segurança
aplicação
(kg/ha) aplicações (dias)
Cigarrinha-das-
Mahanarva spp. 2,5 - 3,5
Raízes
Cupim Heterotermes tenuis Jato dirigido
Cana- no sulco de
Pão-de-galinha Eutheola humilis 2,0 - 3,0 Terrestre: plantio
de- 1
100 – 200 e no corte da
açúcar Nematoide Meloidogyne incognita soqueira
Gorgulho-da-cana Sphenophorus levis 2,5 - 3,0
Migdolus Migdolus fryanus 4,0 - 4,5
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Em cana-de-açúcar, será feita uma única aplicação por ciclo de cultivo (1 ano), no sulco de plantio, antes da
cobertura dos toletes no plantio ou em cana-soqueira, a partir de 30 dias após o corte, no início de novo ciclo
de cultivo.
Cana Planta
Fazer uma aplicação na operação de plantio, direcionando o jato de pulverização no interior do sulco sobre os ND*
propágulos vegetativos (“toletes”, gemas, mudas, sementes artificiais ou plântulas), fechando o sulco
imediatamente após o tratamento. Realizar o tratamento nas áreas onde a amostragem prévia identificar a
presença da praga ou áreas com histórico de ocorrência.
A maior dose deve ser utilizada em caso de área reconhecidamente com alto nível de infestação detectado
antes do plantio através do monitoramento, ou em áreas de primeiro ano de plantio, após pastagem.
Cana Soqueira
Em soqueira de cana, quando constatada a presença de pragas em nível de dano econômico, realizar 1
aplicação, a partir de 30 dias do corte, pulverizando próximo a linha de cana, posicionando o produto abaixo
do nível do solo e em profundidade, buscando atingir a base das touceiras, fechando o sulco imediatamente
após o tratamento. Utilizar equipamentos pulverizadores adaptados para tal função utilizando 100-200 litros de
calda/ha em aplicação por jato dirigido.
Taxa máxima de aplicação por ciclo da cultura:
A dose de aplicação máxima via jato dirigido por ciclo da cultura corresponde a 1440 g i.a./ha de
imidacloprido no sulco de plantio (cana-planta) e 1035 g i.a./ha de imidacloprido em cana soqueira. Não
aplicar logo após o corte, respeitando no mínimo 30 dias após o mesmo.
*ND: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego
MODO DE APLICAÇÃO:
O volume de calda pode variar de acordo com o estádio de desenvolvimento da cultura.
Preparo da Calda:
Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou
matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto. O equipamento de pulverização a ser
utilizado para a aplicação do EVIDENCE® ENERGY deve estar limpo de resíduos de outro defensivo. Preencher
o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada de
EVIDENCE® ENERGY, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre
o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter
homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque
de aplicação, pulverizando logo após sua preparação. Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a
agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.
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Equipamento de Aplicação:
Jato Dirigido:
No plantio de cana, utilizar pulverizador autopropelido, tratorizado ou cobridores de sulco de plantio acoplados em
tratores adaptados para aplicação em jato dirigido (pingentes e similares), dotado de ponta do tipo leque (jato
plano) ou jato sólido dirigidos ao sulco de plantio, sobre os propágulos vegetativos (“toletes”, gemas, sementes
artificiais ou plântulas), adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita
uma perfeita cobertura dos propágulos vegetativos. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao
alvo em toda sua extensão. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas
médias a grossas. Proceder a cobertura imediatamente após aplicação.
Para aplicação de inseticidas na soqueira da cana de açúcar, utilizar implemento agrícola específico dotado de
ponta do tipo leque (jato plano) ou jato sólido dirigidos ao sulco de aplicação localizado próximo a linha de cana
utilizando parâmetros de aplicação que permitam uma perfeita cobertura do sulco de aplicação. O equipamento
deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas. Proceder a cobertura
imediatamente após aplicação.
O volume de calda pode variar de acordo com a cultura e seu estágio de desenvolvimento. Para volume de calda,
dose, momento de aplicação e outras informações consulte a tabela de instruções de uso desta
bula. Respeite sempre as restrições e orientações de uso descritas para cada cultura.
Condições meteorológicas para pulverização:
Respeitar as condições meteorológicas adequadas a boa aplicação. Evite situações com médias de temperatura
superior a 30°C, de umidade relativa inferior a 55% e de velocidade média do vento acima de 10 km/h. Nunca
aplique quando o vento estiver com velocidade inferior a 3 km/h (condições para a ocorrência de inversão térmica
ou correntes convectivas).
Temperatura Umidade do ar Velocidade do vento
menor que 30°C maior que 55% entre 3 e 10 km/h
INSTRUÇÕES PARA REDUÇÃO DE DERIVA DURANTE AS APLICAÇÕES:
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras
fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização
(independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais
importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade
do aplicador.
Diâmetro das gotas:
- A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível (média a
grossa), buscando-se aliar segurança da aplicação e eficácia do tratamento.
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas,
estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o
gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de
deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
- Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas
necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
- Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não
melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de
vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para a aplicação em jato dirigido capaz de produzir gotas do
espectro médio a grosso. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
- O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e
vazamentos
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Ventos:
- A aplicação deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
- Aplicação deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior
à 55%.
- Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a
evaporação.
Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do
ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em
noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e
frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do
solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça
originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica
a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento
ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
Utilize técnicas de redução de deriva.
Consulte um engenheiro agrônomo. O mesmo poderá alterar as condições da aplicação, visando aumentar a
segurança, sem comprometer sua eficácia.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após
a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses
recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
- Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido
estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores estabelecidos
no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização deste produto.
- Este produto deve ser utilizado em total conformidade com as recomendações de uso contidas nesta bula.
- É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o único
responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso tenha alguma dúvida,
consulte seu exportador, importador ou a Bayer antes de aplicar este produto.
- É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo), especialmente
para culturas de exportação.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O inseticida EVIDENCE® ENERGY contém os ingredientes ativos Imidacloprido e Tiodicarbe. Na classificação de
mecanismos de ação de inseticidas do IRAC, Imidacloprido pertencente ao grupo 4A, dos neonicotinoides, que
agem como antagonistas dos receptores nicotínicos pós-sinápticos do sistema nervoso central de insetos e o
Tiodicarbe, pertence ao grupo 1A, metilcarbamatos de oxima, que agem como inibidores de acetilcolinesterase.
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Para as culturas que normalmente exigem um número elevado de aplicações durante o ciclo vegetativo,
tecnicamente é recomendada a rotação com inseticidas de grupos químicos e modo de ação diferente, visando
prolongar a vida útil dos inseticidas e retardar o aparecimento de pragas resistentes.
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver
algum mecanismo de resistência. Podemos prolongar a vida útil dos inseticidas, implementando as seguintes
estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI):
a) Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações
consecutivas da mesma praga;
b) Utilizar somente as doses recomendadas na bula;
c) Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o manejo
de resistência de inseticidas (MRI). Para informações adicionais sobre resistência de insetos, modos de ação e
monitoramento de resistência, visitem o site do IRAC (Insecticide Resistance Action Committee), http://www.irac-
br.org.br.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo
Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance
de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de
borracha com meias, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P1, óculos de segurança com
proteção lateral e luvas resistentes a produtos químicos.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também
entrem em contato, com a névoa do produto.
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• Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de
borracha com meias, máscara com filtro mecânico classe P1, óculos de segurança com proteção lateral, touca
árabe e luvas resistentes a produtos químicos.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o
final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados
para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas, botas de borracha com meias, óculos de segurança com proteção lateral e luvas resistentes a
produtos químicos.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe, óculos, avental, botas, macacão, máscara e luvas.
• A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
Nocivo se ingerido
PERIGO
Fatal se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante por pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho. Caso use lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR EVIDENCE® ENERGY
INFORMAÇÕES DE ORDEM MÉDICA
As informações contidas na tabela abaixo são de uso exclusivo de profissionais da saúde. Os procedimentos
descritos devem ser executados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).
Imidacloprido: Neonicotinoide
Grupo Químico
Tiodicarbe: metilcarbamato de oxima
Classe toxicológica CATEGORIA 1 – PRODUTO EXTREMAMENTE TÓXICO
Vias de exposição Oral, dérmica, inalatória e ocular.
Imidacloprido: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram
Toxicocinética
que cerca de 95% do Imidacloprido administrado foi absorvido e distribuído
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rapidamente por todos os órgãos e tecidos do organismo, sendo excretado
quase completamente em 48 horas (aproximadamente 96% da dose
administrada), principalmente pela via urinária (75%). A concentração
plasmática máxima foi atingida entre 1,1 e 2,5 horas após a administração.
A biotransformação do Imidacloprido ocorre principalmente no fígado pelas
seguintes vias de degradação: desmetilação oxidativa resultando na
formação do ácido 6-cloronicotínico e seus derivados, além de hidroxilação
do anel imidazolidine seguido pela conjugação ou remoção da água para
formar o metabólito correspondente olefin.
Tiodicarbe: Tiodicarbe e seus metabólitos foram rápida e extensivamente
absorvidos e excretados após administração por via oral em ratos.
Tiodicarbe é hidrolisado para metomil; metomil é biotransformado para
metabólitos instáveis que são convertidos subsequentemente em acetonitrila
e CO2, ambos os quais são primariamente excretados pelo ar expelido e
urina. A biotransformação é rápida e não há evidência de acumulação.
Imidacloprido: Os inseticidas neonicotinoides promovem a ativação dos
receptores nicotinícos (nAChR), encontrados no sistema nervoso central de
insetos, induzindo o fluxo de íons através da membrana celular resultando
em desbalanço iônico. São relativamente pouco tóxicos para humanos
porque interagem menos com os receptores nicotínicos humanos quando
comparado aos dos insetos, e não atravessam prontamente a barreira
hematoencefálica. Devido a pouca penetração através da barreira
hematoencefálica, os efeitos mediados pelo sistema nervoso central não
são esperados em baixos níveis de exposição. A toxicidade aguda dos
diversos neonicotinoides em mamíferos está predominantemente
Toxicodinâmica
relacionada ao receptor nicotínico do subtipo 7-alfa, seguido dos subtipos
4-alfa, 2-beta, 3-alfa e 1-alfa. Ações nestes receptores envolvem uma
combinação de efeitos agonistas e antagonistas.
Tiodicarbe: Inibe reversivelmente a enzima acetilcolinesterase resultando
no acúmulo de acetilcolina nos receptores muscarínicos (efeito em células
colinérgicas), nicotínicos (junções neuromusculares esqueléticas) e no
sistema nervoso central (SNC). A inibição tem reversão espontânea (ao
contrário dos organofosforados), com ação breve e autolimitada.
Usualmente a severidade é leve a moderada, porém a exposição a altas
concentrações pode gerar quadros severos.
Produto Formulado:
Exposição Oral: em estudo realizado em animais de experimentação
(ratos) foram observadas redução da motilidade, tremores, taquipneia,
posição abdominal, dificuldade para respirar, epistaxe e ofegante.
Sintomas e sinais
Exposição Inalatória: em estudo realizado em animais de
clínicos
experimentação (ratos) foram observadas respiração difícil e ruidosa,
tremores, ataxia, prostração, redução da atividade e posição encurvada.
Exposição ocular: em estudo realizado em animais de experimentação
(coelhos) foi observada vermelhidão e quemose, reversíveis em 7 dias.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência de quadro clínico compatível.
No caso dos carbamatos, a exposição pode ser investigada por meio da queda
na atividade das colinesterases. O decréscimo de 25% ou mais da atividade da
Diagnóstico colinesterase plasmática indica exposição importante. Queda de 50% é
geralmente associada com exposição intensa. O decréscimo da atividade da
pseudocolinesterase é um indicador sensível, mais não específico. Deve
considerar-se que a inibição da acetilcolinesterase por carbamatos é
rapidamente reversível.
Importante: os reativadores da colinesterase NÃO são indicados na
intoxicação por Carbamatos, pois a colinesterase carbamilada reverte
espontaneamente.
Lavar todas as áreas contaminadas com grande quantidade de água.
Realizar tratamento sintomático e medidas de suporte de acordo com os
sinais clínicos apresentados para manutenção dos sinais vitais.
Tratamento
Lave a boca com leite ou água. No caso de ingestões menores, a irrigação
oral e diluição podem ser os únicos procedimentos necessários. Considere a
descontaminação gastrointestinal apenas após ingestões consideráveis.A
êmese não é recomendada, contudo o vômito espontâneo pode ocorrer.
Carvão ativado: administre carvão ativado (240 mL de água/ 30 g de carvão
ativado). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/ adolescentes, 25 a 50 g em
crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano de idade.
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Pacientes com intoxicação via oral devem ser observados cuidado quanto ao
possível desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou trato
gastrointestinal. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou
queimaduras no esôfago, considere a endoscopia para determinar a
extensão do dano. Reidrate o paciente que estiver perdendo fluidos através
de vômito e diarreia.
Após exposição pela via inalatoria, remova o paciente para um local arejado.
Cheque as alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou
pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate
broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e corticosteroides via oral
ou parenteral.
Em caso de exposição pela via ocular, lave os olhos expostos com
quantidades copiosas de água ou salina a 0,9%, à temperatura ambiente
por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou
fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
específico.
Em caso de exposição pela via dérmica, remova as roupas contaminadas
e lave a área exposta com água e sabão.
O profissional da saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e
avental impermeáveis.
A administração de Atropina só deverá ser realizada na vigência de
sintomatologia. Não deverá ser administrada se o paciente estiver
assintomático.
Atropina - agente antimuscarínico - é usada para reverter os sintomas
muscarínicos, (glândulas exócrinas, músculo liso e músculo cardíaco, por
ex.), não os nicotínicos, na dose de 2,0 - 4,0 mg em dose de ataque
(adultos), e 0,05 mg/kg em crianças, endovenosa. Repetir se necessário a
cada 5 a 10 minutos. As preparações de Atropina disponíveis no mercado,
normalmente têm a concentração de 0,25 ou 0,50 mg /mL.
O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é clínico, e
se baseia na reversão da ausculta pulmonar indicativa de broncorreia e na
constatação do desaparecimento da fase hipersecretora, ou sintomas de
intoxicação atropínica (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas e
taquicardia). Alcançados sinais de atropinização, ajustar a dose de
manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais. A presença de taquicardia
e hipertensão não contraindica a atropinização.
É indicado supervisão do paciente por pelo menos 48 horas.
Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, hemograma. Tratar
pneumonite e coma se ocorrerem. Se ocorrer convulsões, o paciente pode
ser tratado com benzodiazepínicos sob orientação médica. A ação letal pode
ser atribuída à insuficiência respiratória, pelos mecanismos de:
broncoconstrição, secreção pulmonar excessiva, falência da musculatura
respiratória e consequente depressão do centro respiratório por hipóxia.
A diálise e a hemoperfusão são contraindicadas.
Êmese - em razão do risco potencial de aspiração.
Morfina, succinilcolina, teofilina, fenotiazinas e reserpina.
Contraindicações Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas
devido à possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca. Não administrar
Oxima (Pralidoxima), pois a fixação do tiodicarbe sobre a
acetilcolinesterase é bastante lábil e se desfaz com facilidade.
Efeitos das interações
Com organofosforados, carbamatos e tiocarbamatos.
químicas
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
ATENÇÃO RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: BAYER S.A. 0800-701-0450
Centro de informações toxicológicas: 0800-410148 (PR)
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MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS:
DL50 Oral em ratos: entre 300 e 2000 mg/kg p.c.
DL50 Cutânea em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 Inalatória em ratos: aproximadamente 0,51 mg/L.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: nenhum efeito foi observado após a administração do produto.
Corrosão/Irritação Ocular em coelhos: o produto causou vermelhidão e quemose, reversível em 7 dias.
Sensibilização cutânea em camundongos: o produto não foi sensibilizante dérmico.
Mutagenicidade: o produto não foi mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS:
Imidacloprido (Neonicotinoide): Em ratos, no estudo de doses repetidas foi observada mineralização da
substância coloide nos folículos tireoidianos. As concentrações plasmáticas de TSH, T3 e T4 permaneceram
inalteradas excluindo a possibilidade de alteração na função da tireoide. Houve decréscimo no ganho de peso, no
fígado e tireoide. Houve redução no peso corporal e aumento na incidência de retardos de calcificação dos ossos.
Com relação aos demais parâmetros requeridos neste tipo de estudo não foram observados nenhuma
anormalidade ou efeitos significativos. Não há evidências de carcinogenocidade, mutagenicidade e
teratogenicidade.
Tiodicarbe (Metilcarbamato de Oxima): Nos estudos em animais o Tiodicarbe inibiu reversivelmente a
colinesterase sem causar efeitos a longo prazo. Não foi observado potencial cancerígeno em ratos e, em
camundongos, foram observados tumores hepáticos na maior dose administrada que claramente excedeu a
máxima dose tolerada (MDT). Tiodicarbe não apresentou potencial teratogênico, não foi tóxico para a fertilidade e
nem para reprodução.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento do solo, podendo atingir
principalmente águas subterrâneas.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas podendo atingir outros insetos benéficos.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do
ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA POLINIZADORES:
RESTRIÇÃO QUANTO À PROTEÇÃO AOS POLINIZADORES
Este produto apresenta restrições de aplicação por risco a abelhas e outros insetos polinizadores.
Siga as instruções de aplicação e recomendações para proteção de polinizadores.
RESTRIÇÕES DE APLICAÇÃO PARA PROTEGER POLINIZADORES:
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas.
- Não aplique o produto no período floração das culturas ou plantas invasoras, nem imediatamente
antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento
dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades cabíveis e sem prejuízo de
outras responsabilidades.
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- Não é autorizado o uso combinado de imidacloprido em mais de um modo de aplicação no mesmo
ciclo de cultivo, quando esses eventos ocorrerem antes da floração da cultura.
As abelhas e outros insetos polinizadores podem ser expostos a este produto da seguinte forma:
- Ingestão de resíduos no néctar e/ou pólen quando o produto for aplicado como tratamento de semente,
solo e/ou aplicação foliar.
- Nas aplicações terrestres utilizar somente gotas de tamanho médio, médio para grosso e grosso
respeitando as distâncias de segurança conforme descrito na parte de recomendação de uso desta bula.
- NUNCA utilizar gotas finas ou finas para média nas aplicações.
- NUNCA utilizar ultra baixo volume (UBV) nas aplicações.
- Não aplicar o produto próximo ou sobre as colmeias, assim como no horário de maior forrageamento de
abelhas e insetos polinizadores.
- Antes da aplicação, informar devidamente os apicultores num raio de 3 km ao redor da propriedade para
que o apicultor possa tomar medidas necessárias de proteção as colmeias.
- Remover, antes do tratamento, as plantas invasoras dentro das culturas se estas estiverem com flores.
- Fazer o uso do Manejo Integrado de Pragas (MIP), utilizando produtos biológicos ou seletivos para abelhas
e polinizadores no período de florescimento das culturas.
- Informações sobre proteção de abelhas e ou insetos polinizadores podem ser encontradas em:
http://projetocolmeiaviva.org.br/.
- Incidentes, durante o uso deste produto que causem prejuízo a abelhas ou polinizadores (por exemplo,
morte de abelhas) devem ser imediatamente reportados através do telefone: 0800 771 8000.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 -1 (Parte 1:
Armazenamento em armazéns industriais, armazéns gerais ou centros de distribuição) da Associação Brasileira
de Normas Técnicas - ABNT; demais casos, consultar a parte específica da norma (Parte 2: Armazenamento
comercial em distribuidores e cooperativas; Parte 3: Armazenamento em propriedades rurais ou Parte 4:
Armazenamento em laboratórios).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER S.A. através do Telefone de Emergência:
0800-0243334.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos
protetores e máscara contra eventuais vapores).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante,
pelo telefone indicado acima, para que seja feito o recolhimento pela mesma. Lave o local com grande
quantidade de água.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado
acima.
• Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ETC.,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
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PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque pulverizador, mantendo-a na posição vertical
durante 30 segundos.
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume.
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos.
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador.
- Faça esta operação três vezes.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamento de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador.
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água.
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando
o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador.
- Inutiliza a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais
e pessoas.
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EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com a sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente
das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais
e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido
nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro do seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais
e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
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- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais
e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto deverá ser feita através de incineração em fornos destinados para esse tipo de operação,
equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados pelo órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável.
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