Esplanade Optima
Environmental Science do Brasil Ltda
Herbicida
indaziflam ( Alquilazina) (200 g/kg) + Iodossulfurom-Metílico-Sódico (sulfoniluréia) (20 g/kg)
Informações
Número de Registro
39117
Marca Comercial
Esplanade Optima
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
indaziflam ( Alquilazina) (200 g/kg) + Iodossulfurom-Metílico-Sódico (sulfoniluréia) (20 g/kg)
Titular de Registro
Environmental Science do Brasil Ltda
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico/ Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Eucalipto
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Eucalipto
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Eucalipto
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Eucalipto
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pinus
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Pinus
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Pinus
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Pinus
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Conteúdo da Bula
ESPLANADE®
Optima
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento/MAPA sob nº 39117.
COMPOSIÇÃO:
N-[(1R,2S)-2,3-dihydro-2,6-dimethyl-1H-inden-1-yl]-6-[(1RS)-1-fluoroethyl]-1,3,5-triazine-2,4-diamine
(INDAZIFLAM) ......................................................................................................... ...................................200,0 g/kg (20% m/m)
sodium ({[5-iodo-2-methoxycarbonyl)phenyl]sulfonyl}carbamoyl)(4-methoxy-6-methyl-1,3,5-triazin-2-yl)azanide
(IODOSSULFUROM METÍLICO SÓDICO) .......................................................................................................20,0 g/kg (2% m/m)
Outros Ingredientes.................................................................................................... .................................780,0 g/Kg (78%m/m)
GRUPO L HERBICIDA
GRUPO B HERBICIDA
CLASSE: Herbicida seletivo e sistêmico do grupo químico Alquilazinas e Sulfonilureia.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Grânulos Dispersíveis em Água (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Environmental Science do Brasil Ltda.
Rua Domingos Jorge, 1.000 – Prédio 503 – Térreo - São Paulo/SP - CEP 04779-900
CNPJ: 45.698.161/0001-39 – SAC: 0800 017 9966
Registro do estabelecimento na SAA-CDA/SP sob nº 4359
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Indaziflam Técnico – Registro MAPA nº 1616
Bayer AG. ChemPark 41538 Dormagen – Alemanha
Bayer AG. Industriepark Hoechst, D-65926 - Frankfurt am Main – Alemanha.
Bayer CropScience LP. 8400 Hawthorne Road. P. O. Box 4913 - 64120 - Kansas City - Missouri – EUA.
Iodosulfuron Técnico - Registro MAPA nº 00401
Bayer AG. Industriepark Höchst - 65926 - Frankfurt am Main- Alemanha
Arxada AG. Valais Works CH-3930, Visp - Suíça
FORMULADOR:
Bayer AG. Industriepark Höchst, D-65926 - Frankfurt am Main - Alemanha
MANIPULADOR:
Bayer S.A. Estrada da Boa Esperança, 650, Bairro Bom Pastor, CEP 26110-120 - Belford Roxo/RJ - CNPJ: 18.459.628/0033-00;
Bayer SA. Km 29.5 Carretera al Pacifico, Amatitlán - Guatemala.
Nº do lote ou da partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
IRRITANTE
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de
2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO
MEIO AMBIENTE
ESPLANADE OPTIMA_BULA_Envu-01_03.2023
INSTRUÇÕES DE USO:
ESPLANADE® Optima é um herbicida utilizado em aplicação terrestre, do grupo químico Alquilazinas
e Sulfonilureia, indicado para o controle das pragas mencionadas nas culturas abaixo:
Dose
Plantas Daninhas Nº máximo
Produto Volume de Equipamento
Cultura de
Comercial Calda (L/ha) de Aplicação
Nome Comum Nome Científico aplicações
(gramas/ha)
Eucalipto Apaga-fogo Alternanthera tenella
Picão-preto Bidens pilosa Costal
e
375 01 200
Capim-braquiária Brachiaria decumbens Jato Dirigido
Pinus
Guanxuma Sida rhombifolia
ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aplicar o produto somente em jato dirigido na entrelinha da cultura a 50 cm de distância da linha de plantio, em pré-emergência
e pós-emergência das plantas daninhas, a partir de 45 dias após o plantio das mudas. É aconselhável que se aplique o produto
sob condições climáticas normais, evitando-se aplicar com o solo seco e com rachaduras. Uma (1) aplicação é suficiente para
o controle das plantas infestantes durante o principal período de mato-competição nas culturas recomendadas.
MODO DE APLICAÇÃO:
Preparo de calda: Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides
em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), pois a presença destes pode reduzir a eficácia do
produto. O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do ESPLANADE ® OPTIMA
deve estar limpo de resíduos de outro produto.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose
recomendada do ESPLANADE® OPTIMA, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com
água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e
pulverização para manter homogênea a calda de pulverização. Prepare apenas a quantidade de calda
necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes
de reiniciar a aplicação.
Equipamento de aplicação:
A aplicação na cultura do eucalipto deve ser feita em jato dirigido com auxílio de pulverizadores
terrestres manuais costais ou tratorizados. Para a cultura do pinus deve ser feita com auxílio de
pulverizadores terrestres manuais costais ou tratorizados.
Aplicar o produto em solos livres de infestações de plantas daninhas, presença de torrões e coberturas
mortas, que possam interferir no contato direto do produto com a superfície do solo.
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados):
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de
forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o
alvo desejado. Observar para que a aplicação seja uniforme e que não ocorram sobreposições,
escorrimentos e nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Jato Dirigido:
Utilizar pulverizador autopropelido ou tratorizado de barra, dotado de ponta do tipo leque (jato plano)
dirigido ao solo, na entrelinha da cultura a 50 cm de distância da linha de plantio, adotando o
espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo que permita uma perfeita cobertura
do solo. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão. O
equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Condições meteorológicas para pulverização:
Temperatura Umidade do ar Velocidade do vento
Entre 10 e 30° C Maior que 55% Entre 3 e 10 km/h
ESPLANADE OPTIMA_BULA_Envu-01_03.2023
Recomendações gerais para evitar a deriva:
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos
de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental;
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente;
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é
um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e
temperatura);
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é
responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas:
- A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível
para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa;
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições
meteorológicas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como
fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de
diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de
maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
- Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando
suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores;
- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria
das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de
baixa deriva;
- O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de
desgaste e vazamentos.
Temperatura e Umidade:
- Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de
evitar a evaporação.
Inversão térmica
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento
vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e
com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com
relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas
começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua
presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as
inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo.
A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma
inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente,
há indicação de um bom movimento vertical de ar.
PROCEDIMENTO PARA LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
- Após utilizar o herbicida ESPLANADE® Optima, e com o equipamento de aplicação vazio, enxágue
com água o pulverizador fazendo circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e filtros. A água
utilizada nesta lavagem deverá ser pulverizada na área tratada com o respectivo produto;
- Após esta primeira limpeza com água, limpe novamente todo o equipamento de pulverização,
incluindo tanque, bombas, mangueiras, filtros, telas e bicos fazendo circular no circuito do equipamento,
durante 15 minutos, água juntamente com um produto específico para limpeza de tanque de
pulverização à base de surfactante ou com uma solução de detergente doméstico a 2% (20 mL de
detergente para cada 1 litro de água);
- Em seguida, esvazie novamente o tanque na área tratada;
- Estando o sistema do equipamento drenando, enxague novamente com água limpa todo o sistema;
- Após esta limpeza, inspecione visualmente os filtros, telas, paredes do tanque, para assegurar-se
que não restaram resíduos do produto;
ESPLANADE OPTIMA_BULA_Envu-01_03.2023
- O uso de pulverizadores com resíduos de ESPLANADE® Optima poderão causar danos em outras
culturas;
- Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento
próximo a nascentes e outros corpos de água.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Intervalo de Segurança
Eucalipto
Uso não alimentar (UNA)
Pinus
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
ESPLANADE® Optima não provoca efeitos negativos quando utilizado de acordo com as instruções
de uso;
Como se trata de um herbicida para aplicação em pré-emergência das plantas daninhas, os
melhores resultados são obtidos quando o solo se encontra em condições favoráveis de germinação
das sementes das invasoras, aproveitando-se ao máximo o potencial de eficiência do produto;
Não aplicar em solos secos ou em solos que apresentem drenagem excessiva;
Não aplicar em solos com drenagem prejudicada e/ou encharcados;
Deve-se evitar a aplicação de ESPLANADE® Optima, em áreas sujeitas à erosão e ao escoamento
superficial da água;
Na cultura do eucalipto, somente realizar as aplicações em jato dirigido nas entrelinhas a 50 cm de
distância da linha de plantio, o herbicida não pode atingir as folhas e raízes expostas. Evitar aplicar
sobre o solo que foi revolvido pelas operações de subsolagem, pois poderá causar fitotoxicidade às
mudas da cultura se aplicado na linha de plantio;
Não aplicar ESPLANADE® Optima em áreas florestais de pinus e eucalipto, estabelecidas em solos
de textura arenosa e/ou areia franca com teor de matéria orgânica abaixo de 1%;
Não aplicar ESPLANADE® Optima em solos rasos e/ou pedregosos que apresentem impedimento
para o desenvolvimento pleno do sistema radicular, impedindo o estabelecimento das plantas e que
comprometam o desenvolvimento das mesmas. Aplicar em solo que apresenta boas condições para
um bom desenvolvimento das raízes em profundidade, no qual foi realizada calagem e/ou a
gessagem;
Se houver necessidade de replantio de mudas, evitar utilizar solo das entrelinhas para
preenchimento de covas de muda;
Tomar todas as precauções para evitar a deriva durante a aplicação;
Não aplicar ESPLANADE® Optima próximo as nascentes de água, lagos, riachos e rios, mantendo
as aplicações a uma distância que não permita que a água de escoamento superficial venha a atingir
os corpos de água.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
ESPLANADE OPTIMA_BULA_Envu-01_03.2023
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo L (Alquilazinas) para o controle
do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e,
ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
www.agricultura.gov.br).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola;
O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca;
Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais;
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
ESPLANADE OPTIMA_BULA_Envu-01_03.2023
Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado;
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas, botas de borracha com meias, avental impermeável, máscara com filtro
mecânico classe P1, óculos de segurança com proteção lateral e luvas resistentes a produtos
químicos;
Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados;
Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita);
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto;
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região;
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas, botas de borracha com meias, máscara com filtro mecânico classe P1,
óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas resistentes a produtos químicos.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada;
Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação;
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita);
Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação;
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
Não reutilizar a embalagem vazia;
No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de
algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das
luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, óculos de
segurança com proteção lateral e luvas resistentes a produtos químicos;
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, máscara e luvas;
A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
ESPLANADE OPTIMA_BULA_Envu-01_03.2023
ESPLANADE® Optima (informações do Produto Formulado)
ATENÇÃO Provoca irritação ocular grave
Indaziflam (informações do Produto Técnico)
Pode ser nocivo se inalado
ATENÇÃO Pode provocar danos ao sistema nervoso
por exposição repetida ou prolongada
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência, levando a embalagem,
rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios contaminados e lave a pele com muita água
corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por
exemplo.
INTOXICAÇÕES POR ESPLANADE® OPTIMA
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações contidas na tabela abaixo são de uso exclusivo de profissionais da saúde. Os
procedimentos descritos devem ser executados somente em local apropriado (hospital, centro de
saúde, etc.).
INDAZIFLAM: Alquilazina
Grupo químico
IODOSSULFUROM-METÍLICO-SÓDICO: Sulfonilureia
CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
Classe toxicológica
AGUDO
Vias de exposição Oral, dérmica, inalatória e ocular.
INDAZIFLAM: Após a exposição por via oral em ratos, o indaziflam foi
rapidamente absorvido atingindo concentrações sanguíneas máximas 40-
60 minutos após a administração. As fêmeas apresentaram uma absorção
ligeiramente maior que os machos. Aproximadamente 87% da dose
administrada foi excretada nas primeiras 24h, principalmente pelas fezes
em machos e igualmente distribuída entre urina e fezes nas fêmeas.
Mostrou baixo potencial de acumulação no organismo, escassos resíduos
Toxicocinética se observaram no trato gastrointestinal, fígado e pele. A biotransformação
do indaziflam foi rápida e completa, ocorrendo principalmente por via
oxidativa. O principal metabólito formado é o AE1170437 - ácido
carboxílico, achado tanto na urina como nas fezes.
IODOSSULFUROM-METÍLICO-SÓDICO:
Após exposição por via oral em ratos e cães, o produto foi rapidamente e
quase completamente absorvido e excretado pela urina e fezes. A maior
parte da radioatividade foi eliminada dentro de 48 horas e a eliminação foi
ESPLANADE OPTIMA_BULA_Envu-01_03.2023
quase completa em 72 horas após a administração. A absorção, cinética
plasmática e eliminação foram comparáveis em ratos e cães. Não houve
evidência de potencial acumulativo, a radioatividade detectada nos
principais órgãos foi muito pequena. Nos estudos de metabolismo, a
maior parte da radioatividade foi excretada como composto inalterado em
ratos e cães. O composto foi metabolizado em mamíferos por hidrólise do
metil éster da função ácido benzoico e por o-demetilação na 1,3,5-triazina.
Outras rotas metabólicas também são possíveis, mas são de menor
importância. Os metabólitos identificados em cães foram os mesmos
encontrados em ratos. A absorção dérmica em ratos usando um produto
formulado simulando as condições de aplicação foi muito baixa
(aproximadamente 1%).
Toxicodinâmica O mecanismo exato de toxicidade nos humanos não é conhecido.
Produto formulado:
Exposição Inalatória: em estudo realizado em animais de
experimentação (ratos) observou-se bradipneia, dificuldade respiratória,
Sintomas e sinais
respiração irregular, motilidade reduzida e piloereção.
clínicos
Exposição Ocular: em estudo realizado em animais de experimentação
(coelhos) observou-se opacidade de córnea, vermelhidão e quemose
reversíveis em 7 dias.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
Diagnóstico
ocorrência de quadro clínico compatível.
ESPLANADE OPTIMA_BULA_Envu-01_03.2023
Lavar todas as áreas contaminadas com grande quantidade de água.
Realizar tratamento sintomático e medidas de suporte de acordo com os
sinais clínicos apresentados para manutenção dos sinais vitais.
Lave a boca com leite ou água. No caso de ingestões menores, a irrigação
oral e diluição podem ser os únicos procedimentos necessários.
Considere a descontaminação gastrointestinal apenas após ingestões
consideráveis. A êmese não é recomendada, contudo o vômito
espontâneo pode ocorrer.
Carvão ativado: administre carvão ativado (240 mL de água/ 30 g de
carvão ativado). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/ adolescentes, 25 a
50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano
de idade. Pacientes com intoxicação por via oral devem ser observados
cuidado quanto ao possível desenvolvimento de irritação ou queimaduras
no esôfago ou trato gastrointestinal. Se estiverem presentes sinais ou
sintomas de irritação ou queimaduras no esôfago, considere a endoscopia
para determinar a extensão do dano. Reidrate o paciente que estiver
Tratamento
perdendo fluidos através de vômito e diarreia.
Após exposição pela via inalatória, remova o paciente para um local
arejado. Cheque as alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou
dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório,
bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se
necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e
corticosteroides via oral ou parenteral.
Em caso de exposição pela via ocular, lave os olhos expostos com
quantidades copiosas de água ou salina a 0,9%, à temperatura ambiente
por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento
ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
Em caso de exposição pela via dérmica, remova as roupas contaminadas
e lave a área exposta com água e sabão.
O profissional da saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e
avental impermeáveis.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração,
Contraindicações
porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
Efeitos das interações
Não são conhecidos.
químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722
6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças
ATENÇÃO
e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de
Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema
de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 892 0479 (Nacional) ou
(11) 4349-1359 (São Paulo) ou (21) 3958-1449 (Rio de Janeiro)
Endereço eletrônico da empresa: www.br.envu.com
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS:
DL50 Oral em ratos: > 2000 mg/kg;
DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg;
CL50 Inalatória em ratos: CL50 inalatória em ratos não determinada nas condições do teste;
ESPLANADE OPTIMA_BULA_Envu-01_03.2023
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: O produto não é irritante para a pele;
Corrosão/Irritação Ocular em coelhos: O produto causou opacidade de córnea, vermelhidão e quemose
reversíveis em 7 dias;
Sensibilização cutânea em camundongos: O produto não é sensibilizante à pele;
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico;
EFEITOS CRÔNICOS:
INDAZIFLAM:
Os efeitos crônicos do indaziflam foram avaliados em ratos, camundongos e cães. Ratos e
camundongos apresentaram redução no peso corpóreo e efeitos nos rins. Adicionalmente, no estudo
realizado em camundongos, foram observados efeitos no fígado.
Os órgãos alvo comuns para ratos e cães foram fígado, tireoide e sistema nervoso. Sinais clínicos de
neurotoxicidade foram observados nas duas espécies, porém, as alterações histopatológicas no
sistema nervoso central e periférico foram observadas apenas em cães. Não houve indícios de
alterações neurocomportamentais ou neuropatológicas no estudo de neurotoxicidade para o
desenvolvimento conduzido em ratos. Não foram observados tumores relacionados ao tratamento em
ratos e camundongos. O indaziflam não apresentou atividade mutagênica em testes in vitro e in vivo.
O Indaziflam não mostrou evidências de teratogenicidade em ratos ou coelhos. O estudo da reprodução
em duas gerações em ratos mostrou diminuição no peso corpóreo dos filhotes em presença de
toxicidade materna com consequente atraso na maturidade sexual em machos e fêmeas.
IODOSSULFUROM-METÍLICO-SÓDICO:
Estudos de genotoxicidade realizados in vitro e in vivo revelam que o produto não é genotóxico. Em
estudos conduzidos em animais de laboratório, o composto não apresentou potencial carcinogênico,
efeitos adversos na reprodução, fertilidade, acasalamento, desenvolvimento, maturação ou
malformações nos filhotes. Após exposição repetida a doses elevadas, foram observadas alterações
hematológicas ou no fígado.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III)
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
ESPLANADE OPTIMA_BULA_Envu-01_03.2023
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 -1 (Parte 1:
Armazenamento em armazéns industriais, armazéns gerais ou centros de distribuição) da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABTN; demais casos, consultar a parte específica da
norma (Parte 2: Armazenamento comercial em distribuidores e cooperativas; Parte 3:
Armazenamento em propriedades rurais ou Parte 4: Armazenamento em laboratórios).
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ENVIRONMENTAL SCIENCE DO BRASIL
LTDA. - Telefone de emergência: 0800 892 0479 (Nacional) ou (11) 4349-1359 (São Paulo) ou
(21) 3958-1449 (Rio de Janeiro).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha,
óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
- Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado
e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso,
consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
- Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas
a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO,
ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos.
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume.
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos.
- despeje a água de lavagem no tanque pulverizador.
- Faça esta operação três vezes.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ESPLANADE OPTIMA_BULA_Envu-01_03.2023
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamento de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador.
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água.
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador.
- Inutiliza a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com a sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
ESPLANADE OPTIMA_BULA_Envu-01_03.2023
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual
deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fsicalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos
Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
ESPLANADE OPTIMA_BULA_Envu-01_03.2023
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto deverá ser feita através de incineração em fornos destinados para esse tipo
de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados pelo órgão ambiental
competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos
não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável.
ESPLANADE OPTIMA_BULA_Envu-01_03.2023