Esmero
Sinon do Brasil Ltda. - Porto Alegre /RS.
Herbicida
Mesotriona (Tricetona) (480 g/L)

Informações

Número de Registro
35524
Marca Comercial
Esmero
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Mesotriona (Tricetona) (480 g/L)
Titular de Registro
Sinon do Brasil Ltda. - Porto Alegre /RS.
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico/Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Milho
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Milho
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Milho
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Milho
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Milho
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Milho
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)

Conteúdo da Bula

                                    ESMERO
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 35524

COMPOSIÇÃO:
2-(4-mesyl-2-nitrobenzoyl) cyclohexane-1,3-dione
(MESOTRIONA)......................................................................................480,00 g/L (48% m/v)
Outros ingredientes..............................................................................700,00 g/L (70% m/v)

              GRUPO                                     F2                               HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO

CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica e pós-emergente

GRUPO QUÍMICO: Tricetona

TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
SINON DO BRASIL LTDA.
Avenida Carlos Gomes, 1340 – conj. 1001
CEP 90480-001 - Porto Alegre/RS - CNPJ: 03.417.347/0001-22
Telefone: (51) 3023-8181 - Fax: (51) 3023-5525
Cadastro da empresa registrante no estado: 00001094/99 - SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO)

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Mesotrione Técnico Sinon
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob n° TC23722
SINON CORPORATION
No. 101, Nanrong Road, Da-Du District, Taichung City, 43245, Taiwan

FORMULADOR:
SINON CORPORATION
No. 101, Nanrong Road, Da-Du District, Taichung City, 43245, Taiwan

SINON CHEMICAL (CHINA) CO., LTD.
28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District, Shanghai – China

FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA
Rod. Pres. Castelo Branco, km 68,5, CEP 18120-970, Mairinque/SP
CNPJ: 47.226.493/0001-46 – Registro no Estado nº 031 CDA/SP

SHANDONG BINNONG TECHNOLOGY CO., LTD.
No. 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou, Shandong – China

ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO., LTD.
Zhongshan, Xiaopu, Changxing, Zhejiang Province – China




                                               SINON DO BRASIL LTD.
               Tel: +55 51 3023-8181 • Fax: +55 51 3023-5525 • E-mail: sinon@sinon.com.br
       Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
IMPORTADOR:
FIAGRIL LTDA.
Av. da Produção, 2330-W, Quadra 999, Lote 26, Sala 01, Bairro Bandeirantes
Lucas do Rio Verde/SP, CEP: 78.455-000
CNPJ: 02.734.023/0013-99
Número do registro do estabelecimento no Estado: 25157 – INDEA/MT

DKBR TRADING S.A.
Rodovia SPA 008/457, S/Nº, Sala 1 Km 500 Metros, Zona Rural –
Iepê/SP
CNPJ: 33.744.380/0003-90

DKBR TRADING S.A.
Avenida Ayrton Senna da Silva, 600, andar 17 – Sala 1704,
Gleba Fazenda Palhano – Londrina/PR
CNPJ: 33.744.380/0001-28

DKBR TRADING S.A.
Avenida Miguel Sutil, n.º 6.559, Anexo A, Sala 3, Alvorada – Cuiabá/MT
CNPJ: 33.744.380/0002-09


                      N° do Lote ou da partida:
                        Data de Fabricação:            VIDE EMBALAGEM
                       Data de Vencimento:



ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-
                          OS EM SEU PODER.

É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-
                                SE.

               É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.


   CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVAVEL DE
                         CAUSAR DANO AGUDO

   CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
            CLASSE III – RRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




                                       SINON DO BRASIL LTD.
             Tel: +55 51 3023-8181 • Fax: +55 51 3023-5525 • E-mail: sinon@sinon.com.br
     Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
      MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA

INSTRUÇÕES DE USO: ESMERO é um herbicida seletivo, de ação sistêmica, indicado
para o controle pós-emergente das plantas infestantes, na cultura do milho e da cana-de-
açúcar.
Na cultura do milho convencional e milho geneticamente modificado, é indicado nos cultivos
de variedades e híbridos comerciais, no sistema de plantio convencional e no sistema de
plantio direto.
Na cultura da cana-de-açúcar, é indicado em aplicações nas modalidades de cana-planta e
cana-soca, nos sistemas de colheita de cana com queima do canavial e de colheita
mecanizada sem queima do canavial (conhecido também como colheita de cana-crua).

Contendo o ingrediente ativo mesotriona na sua formulação, caracteriza-se pelo seu amplo
espectro de controle das plantas infestantes anuais de folhas largas e do capim-colchão ou
milhã, que ocorrem na cultura do milho, controlando também a corda-de-viola e o capim-
colchão que ocorrem na cultura da cana-de-açúcar.

CULTURAS / PLANTAS INFESTANTES / DOSE / VOLUME DE CALDA / EPÓCA DE
APLICAÇÃO:

ESMERO é recomendado para aplicação, no controle pós-emergente das plantas
infestantes de folhas largas e de algumas folhas estreitas.

                                                    Volume
                     Plantas           Dose                                        Época de
    Cultura                                        de calda      Estádio
                   Infestantes         (L/ha)                                      aplicação
                                                     (L/ha)
                                                   Dicotiledôneas
                                                                               Em pós-emergência
                  Corda-de-viola                                                 da cultura, após o
                    (Ipomoea                       Aplicação    2 - 4 folhas    rebrote da soqueira
                   grandifolia)                    Terrestre:                  (caso de cana-soca)
                                                   100 - 300                    ou após a brotação
                                     0,25 - 0,3                                dos toletes (caso de
                                                   Aplicação                       cana-planta),
                      Caruru                        aérea:                     estando a cana com
                   (Amaranthus                      30 - 50     2 - 4 folhas        até 8 folhas
                    retroflexus)                                                    Máximo de
   Cana-de-                                                                        aplicações: 1
    açúcar                                        Monocotiledôneas
                                                                               Em pós-emergência
                                                                                 da cultura, após o
                                                   Aplicação                    rebrote da soqueira
                                                   Terrestre:                  (caso de cana-soca)
                  Capim-colchão                    100 - 300                    ou após a brotação
                                                                2 folhas - 1
                    (Digitaria       0,25 - 0,3                                dos toletes (caso de
                                                                  perfilho
                   horizontalis)                   Aplicação                       cana-planta),
                                                    aérea:                     estando a cana com
                                                    30 - 50                         até 8 folhas
                                                                                    Máximo de
                                                                                   aplicações: 1




                                       SINON DO BRASIL LTD.
             Tel: +55 51 3023-8181 • Fax: +55 51 3023-5525 • E-mail: sinon@sinon.com.br
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                                                Volume
                 Plantas           Dose                                        Época de
Cultura                                        de calda      Estádio
               Infestantes         (L/ha)                                      aplicação
                                                 (L/ha)
                                               Dicotiledôneas
                Caruru-roxo
               (Amaranthus                                  2 - 4 folhas
                 hybridus)
               Apaga-fogo
              (Alternanthera                                2 - 4 folhas
                  tenella)
                Picão-preto
                                                            4 - 6 folhas
              (Bidens pilosa)
             Amendoim-bravo
                ou leiteira
                                                            2 – 4 folhas
               (Euphorbia
              heterophylla)
              Corda-de-viola
                (Ipomoea                                    2 - 4 folhas
               grandifolia)                                                2 a 3 semanas após
                                                                             a germinação do
              Carrapicho-de-                   Aplicação
                                                                              milho, na pós-
                 carneiro         0,3 - 0,4    Terrestre:
                                                            2 – 4 folhas     emergência das
             (Acanthospermu         L/ha       100 - 300
                                                                            plantas infestantes
               m hispidum)                       L/ha
                                                                                Máximo de
                Beldroega                                                     aplicações: 1
                (Portulaca                                  2 - 4 folhas
Milho            oleracea)
                Guanxuma
                   (Sida                                    2 - 4 folhas
               rhombifolia)
               Carrapicho-
                  rasteiro
                                                            2 - 4 folhas
             (Acanthospermu
               m australe)
                   Nabo
                (Raphanus                                   2 - 4 folhas
              raphanistrum)
                Fazendeiro
                (Galinsoga                                  2 – 6 folhas
                 parviflora)
                                              Monocotiledôneas
              Capim-colchão
                                                            2 folhas - 1
                (Digitaria                                                 2 a 3 semanas após
                                                              perfilho
               horizontalis)                                                 a germinação do
                                               Aplicação
             Capim-amargoso                                                   milho, na pós-
                                  0,3 - 0,4    Terrestre:   2 folhas - 1
                (Digitaria                                                   emergência das
                                    L/ha       100 - 300      perfilho
                insularis)                                                  plantas infestantes
                                                 L/ha
               Trapoeraba                                                       Máximo de
               (Commelina                                   2 - 4 folhas       aplicações: 1
              benghalensis)




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                       Plantas                     Volume                          Época de
    Cultura                             Dose                      Estádio
                     Infestantes                   de calda                        aplicação
                     Picão-preto        0,30 –
                                                                2 – 4 folhas
                   (Bidens pilosa)    0,40 L/ha                                 Pulverizar em uma
                    Trapoeraba                                                    única aplicação
                                        0,30 –                                  durante a safra da
                    (Commelina                                  2 – 4 folhas
                                      0,40 L/ha                                 cultura. É aplicado
                   benghalensis)
                                                                                 em área total em
                   Capim-colchão
                                        0,30 –                  2 – 4 folhas   pósemergência das
                      (Digitaria                                                plantas daninhas e
                                      0,40 L/ha    Aplicação    e 1 perfilho
                    horizontalis)                                              da cultura, estando
  Milho OGM       Capim-amargoso                   Terrestre:
                                                                               o milho com 02 a 04
                                        0,30 –     200 L/ha
                      (Digitaria                                 1 perfilho      folhas (V2 – V4).
                                      0,40 L/ha
                      insularis)                                                 Utilizar as doses
                   Capim-pé-de-                                                mais elevadas para
                        galinha       0,40 L/ha                 2 – 4 folhas     plantas daninhas
                  (Eleusine indica)                                            mais desenvolvidas
                   Corda-de-viola                                                   Máximo de
                                        0,30 –
                      (Ipomoea                                  2 – 6 folhas       aplicações: 1
                                      0,40 L/ha
                     grandifolia)

Observações:
1) A dose mais elevada deverá ser usada quando as plantas infestantes estiverem no estádio mais
avançado de desenvolvimento.
2) ESMERO: deve ser aplicado sempre adicionado de óleo mineral, na concentração de 0,5%
volume/volume.
3) ESMERO: 250 mL = 120 gramas de mesotriona; 300 mL = 144 gramas de mesotriona; 400 mL = 192
gramas de mesotriona.

MODO DE AÇÃO:
A mesotriona foi descoberta durante estudo para identificação dos compostos alelopáticos
produzidos pela planta escova-de-garrafa (Callistemon citrinus). Do composto natural
(leptospermone) foram produzidos análogos, dos quais resultou a molécula da mesotriona,
com atividade 100 vezes maior. A mesotriona (fórmula molecular C14H13NO7S) pertence ao
grupo químico das tricetonas e atua sobre as plantas infestantes, inibindo a biossíntese de
carotenóides, através da interferência na atividade da enzima HPPD (4-hidroxifenil-piruvato-
dioxigenase) nos cloroplastos – classificação nos grupos F2 (HRAC) e 28 (WSSA). Os
sintomas envolvem branqueamento das plantas infestantes sensíveis com posterior necrose e
morte dos tecidos vegetais, em cerca de 1 a 2 semanas. O milho e a cana-de-açúcar são
tolerantes à mesotriona, devido à sua capacidade de metabolizar rapidamente o herbicida,
produzindo metabólitos sem atividade herbicida, o que não ocorre nas plantas infestantes
sensíveis. A mesotriona é absorvida tanto pelas raízes quanto pelas folhas e ramos, sendo
uma molécula bastante móvel na planta -translocação apossimplástica.

INÍCIO DA APLICAÇÃO: o momento da aplicação ocorre após a emergência das plantas
infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar o levantamento florístico para identificar
as principais espécies que ocorrem na área a ser tratada bem como seus respectivos estádios
de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do
produto a ser aplicada, assim como o momento da aplicação, de modo a assegurar o pleno
controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura.



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NÚMERO DE APLICAÇÕES:
Desde que aplicado nas condições adequadas e com a observância dos parâmetros
recomendados, normalmente, uma aplicação do herbicida é suficiente para atender às
necessidades da cultura.

ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
O ESMERO é aplicado normalmente 2 a 3 semanas após a germinação do milho, na pós-
emergência das plantas infestantes, para garantir o pleno controle, antes que as plantas
infestantes venham a estabelecer a competição maléfica ao desenvolvimento cultural com
prejuízos na produtividade final. No caso da cana-de-açúcar, ESMERO é aplicado em pós-
emergência da cultura, após o rebrote da soqueira (caso de cana-soca) ou após a brotação
dos toletes (caso de cana-planta), estando a cana com até 8 folhas.

MODO DE APLICAÇÃO:
ESMERO deve ser aplicado na forma de pulverização, através de tratamento em área total,
com a utilização de pulverizadores terrestres convencionais (costal ou tratorizado) nas culturas
de milho e cana-de-açúcar ou aéreos (exclusivamente na cultura da cana-de-açúcar), com a
utilização de aviões agrícolas ou helicópteros, neste caso, devendo ser observados os
parâmetros normais para este tipo de aplicação.

Preparo da Calda, Abastecimento do Equipamento, Tecnologia de Aplicação, Limpeza
do Equipamento e Descarte da Água de Lavagem:

Aplicação Terrestre:
ESMERO deve ser aplicado com auxílio de pulverizadores costais, manual ou pressurizado e
pulverizadores tratorizados com barras, adaptados com bicos leque do tipo Teejet 80.02,
80.03, 80.04, 110.02, 110.03 ou 110.04 ou similares, operando a uma pressão de 30 a 50
libras por polegada quadrada.
O volume de calda recomendado na pulverização normalmente varia de 100 a 300 litros por
hectare.
Nas regiões sujeitas a ventos, as aplicações poderão ser feitas com uso de bicos antideriva do
tipo Full Jet, como FL 5; FL6,5; FL8 e bombas operando-se a pressão de 20-25 libras por
polegada quadrada e volumes de 200 a 300 litros/ha.

ESMERO apresenta atividade herbicida sobre uma gama diversa de plantas. Por essa razão,
tomar cuidados especiais com ventos para não ocorrer deriva do produto. Usar bicos antideriva
e não pulverizar com vento forte.

Aplicação Aérea:
Nas áreas extensivas de cana-de-açúcar, ESMERO poderá ser aplicado também através de
pulverização aérea, com o uso de aeronaves, observando-se os parâmetros indicados para
cada tipo de aeronave.

Parâmetros para a aeronave:
Bicos: 80.10, 80.15, 80.20
Volume de calda: 30 a 50 L/ha
Altura do vôo: 3 a 4 m
Temperatura ambiente: até 27º C
Umidade Relativa do Ar: mínimo de 60%
Velocidade do vento: máxima de 10 km/hora
Faixa de aplicação: 15 m


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Diâmetro das gotas: maiores que 400 micrômetros
Bicos: cônico cheio da série “D”, com difusor 56, bico de jato plano da série 65 ou 80 ou CP
Nozzles, utilizando uma pressão entre 15 a 30 psi.

Observação: Realizar calibração de pressão e vazão e velocidade, para escolha do bico e furo
corretos para a aplicação.

Recomendações para lavagem (descontaminação) do equipamento de aplicação: sempre
use pulverizador limpo antes da aplicação do ESMERO e certifique-se de que o mesmo esteja
em bom estado. Após a aplicação do ESMERO, remova imediatamente todo o resíduo sólido
presente no fundo do tanque do pulverizador. Proceda a limpeza de todo o equipamento
utilizado imediatamente após a aplicação, a fim de se reduzir o risco de formação de depósitos
solidificados nas paredes do tanque. A demora da limpeza do equipamento de pulverização,
mesmo por algumas horas, pode implicar na aderência do herbicida nas paredes do tanque de
pulverização, o que dificultará a limpeza completa do produto. Caso o pulverizador não tenha
sido limpo adequadamente e vir a ser utilizado, os eventuais resíduos de produtos
remanescentes poderão causar fitotoxicidade às outras culturas.

Para a limpeza (descontaminação) adequada, proceda da seguinte maneira:

   1. Esvaziar completamente o equipamento de pulverização utilizado.
   2. Enxaguar todo o pulverizador e circular água limpa através das barras, mangueiras,
      filtros e bicos.
   3. Remover fisicamente os depósitos visíveis de produto.
   4. Completar o pulverizador com água limpa.
   5. Adicionar solução de AMÔNIA caseira - AMONÍACO OU SIMILAR COM 3% DE
      AMÔNIA - na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água), agitar e circular todo o
      líquido através das mangueiras, barras, bicos e filtros.
   6. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa e circular pelo sistema de
      pulverização por 15 minutos e, em seguida, através das mangueiras, barras, filtros e
      bicos. Esvaziar o tanque.
   7. Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de AMÔNIA
      caseira (citada no item 5).
   8. Repetir os passos 5 e 6.
   9. Enxaguar com água limpa e, por no mínimo 3 vezes, todo o pulverizador, mangueiras,
      barra, filtros e bicos.

Limpar também tudo o que estiver associado ao equipamento de aplicação, inclusive o material
utilizado no enchimento do tanque. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante
a limpeza. Não limpe o equipamento próximo às nascentes, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos de limpeza, de acordo com a legislação local.

FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO NA PÓS-EMERGÊNCIA:
Plantas infestantes e o seu estádio de controle: para assegurar o controle total das
plantas infestantes com o ESMERO, deve-se observar atentamente as espécies indicadas e
os respectivos estádios de desenvolvimento indicados na tabela "Instruções de Uso".
As plantas infestantes mencionadas demonstram maior sensibilidade ao produto no estádio
inicial de desenvolvimento estando com 2 a 4 folhas.




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O efeito do produto sobre as plantas infestantes se manifesta de 3 a 5 dias após a
aplicação, com o branqueamento do meristema apical e folhas mais jovens, que se tornam,
posteriormente, necróticas.

Adjuvantes/Espalhantes-Adesivos: A adição de espalhantes ou adjuvantes à calda de
pulverização é fundamental para o efeito pós-emergente do produto, imprimindo melhor
controle das plantas infestantes. Recomenda-se óleo mineral na concentração de 0,5%
volume/volume.

Influências de Fatores Ambientais na Aplicação:

Umidade do solo: Aplicar o ESMERO quando o solo tiver umidade suficiente para o bom
desenvolvimento das plantas. Não aplicar o produto com o solo seco, principalmente se
ocorreu um período de estiagem prolongado que predispõe as plantas infestantes ao estado
de estresse por deficiência hídrica, pois tal condição irá comprometer a eficiência de
controle com o herbicida.

Condições atmosféricas: As aplicações devem ser feitas com umidade relativa acima de
60% e temperaturas em torno de 25 – 30 ºC. As aplicações matinais, até as 10:00 horas, e à
tarde, após as 15:00/16:00 horas, são as mais propícias para aplicação do produto, devido à
melhor condição para absorção pelas plantas.

Orvalho/Chuvas: Evitar aplicações sobre plantas excessivamente molhadas pela ação de
chuvas ou orvalho muito intenso.

Ventos: Não aplicar com vento superior a 10 km/hora.

Ocorrência de chuvas: A incidência de chuvas, logo após a aplicação, interfere
negativamente na eficiência de controle, por acarretar a lavagem do produto. É necessário
um período aproximado de 2 a 3 horas sem chuvas, após a aplicação, para que o herbicida
seja absorvido pelas plantas infestantes.

PREPARO DA CALDA:
O produto, na quantidade pré-determinada, poderá ser despejado diretamente no tanque do
pulverizador, com pelo menos 1/4 de volume cheio e o sistema de agitação ligado. Em
seguida, completar o tanque.

Procedimentos para adição de adjuvantes, no preparo da calda: O óleo mineral é
adicionado como último componente à calda de pulverização, com o tanque quase cheio,
mantendo-se a agitação.


INTERVALO DE SEGURANÇA:

                               Culturas                            Dias
                            Cana-de-açúcar                          30
                                  Milho                             60
                     Milho Geneticamente Modificado                 60




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INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
ESMERO não deve ser aplicado nas condições de solos secos ou nas condições de
persistência
de estiagens prolongadas com as plantas infestantes no estado de estresse por deficiência
hídrica.

   •    Não aplicar o produto nos dias chuvosos, pois para o pleno funcionamento é
        necessário um período aproximado de 2 a 3 horas sem chuvas ou irrigação após a
        pulverização;
   •    Não aplicar ESMERO sobre plantas infestantes fora do estádio recomendado.
   •    O uso de inseticidas ou nematicidas fosforados e carbamatos pode aumentar o
        sintoma de fitotoxicidade de ESMERO sobre o milho e a cana-de-açúcar. Aplicar
        esses inseticidas e/ou nematicidas 7 dias antes ou após a aplicação de ESMERO,
        na cultura do milho ou na cultura da cana-de-açúcar.
   •    Não aplicar ESMERO sobre variedades ou híbridos especiais para milho pipoca e
        milho doce.
   •    Após o uso de ESMERO na cultura do milho ou da cana-de-açúcar, não plantar outra
        cultura na mesma área, dentro do período de 4 meses. Em caso de perda da cultura
        do milho ou da cana-de-açúcar, o replantio de milho ou de cana-de-açúcar poderá
        ser feito imediatamente após a aplicação do ESMERO.

TOLERÂNCIA DA CULTURA / SELETIVIDADE:
Dentro das doses recomendadas e nas condições indicadas para aplicação, o ESMERO se
mostra bastante seguro para os híbridos de milho* e para as variedades de cana-de-açúcar
no sistema de tratamento pós-emergente (da cultura e das plantas infestantes), através de
pulverização em área total. Entretanto, pode ocorrer, na cultura do milho, um
branqueamento inicial das folhas e uma pequena redução inicial de crescimento, mas a
cultura retoma seu desenvolvimento normal em 2 a 3 semanas e não há efeitos negativos à
produtividade. As plantas de milho são mais sensíveis no estádio de 2 a 3 folhas e se
tornam mais tolerantes após.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide item Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO
DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo
alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com
a resistência, seguem algumas recomendações:
 • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo F2 para o controle
    do mesmo alvo, quando apropriado.
 • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas
    agrícolas.
 • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do
    produto.
 • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
    estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação
    de herbicidas.
 • Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
    consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
    (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas
    Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura,
    Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

          GRUPO                                  F2                           HERBICIDA

O produto herbicida ESMERO é composto por Mesotriona, que apresenta mecanismo de
ação dos inibidores da biossíntese de carotenóides na 4-hidroxifenilpiruvato-dioxigenase (4-
HPPD), pertencente ao Grupo F2, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de
Ação à Resistência de Herbicidas).


INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Não aplicável, trata-se de um HERBICIDA.




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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

             ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
        USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
  • Produto para uso exclusivamente agrícola;
  • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
  • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
  • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais
     e pessoas;
  • Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual
     (EPI) recomendados;
  • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos,
     orifícios e válvulas com a boca;
  • Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos
     ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
     fabricante;
  • Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de
     pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas
     de um profissional habilitado;
  • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
     descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
     emergência;
  • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
     trancado, longe do alcance de crianças e de animais;
  • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
     seguinte ordem: macacão de algodão hidrorepelente, botas de borracha, avental
     impermeável, máscara com filtro, viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila;
  • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual
     (EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
  • Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão hidrorepelente com CA do
     Ministério do Trabalho com mangas compridas passando por cima do punho das
     luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com
     filtro combinado; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
  • Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de
     proteção individual (EPI) recomendados;
  • Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
  • Evite ao máximo possível o contato com a área tratada;
  • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
     segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
  • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça
     na área em que estiver sendo aplicado o produto;
  • Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do
     dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região;
  • Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto;

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             Tel: +55 51 3023-8181 • Fax: +55 51 3023-5525 • E-mail: sinon@sinon.com.br
     Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
   •    Utilize equipamento de proteção individual (EPI): PI: macacão hidrorepelente com
        CA do Ministério do Trabalho mangas compridas passando por cima do punho das
        luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com
        filtro combinado; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas
        nitrila.
   •    Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
        responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas
        coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
  • Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA”
     e manter os avisos até o final do período de reentrada;
  • Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
     tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
     Equipamentos de Proteção Indiviual (EPI) recomendados para o uso durante a
     aplicação;
  • Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça
     em áreas tratadas logo após a aplicação;
  • Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
     segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita);
  • Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
     ainda vestidas para evitar contaminação;
  • Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
     original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
  • Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
  • Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das
     demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
  • Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos
     de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia; - No descarte de embalagens,
     utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento
     hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
  • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados
     na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
  • Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico
     responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas
     coletivas de segurança.

                                                       Pode ser nocivo se ingerido
                         ATENÇÃO
                                               Pode ser nocivo em contato com a pele


PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou
receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: se engolir o produto, não provoque vômito e, em casos de sintomas de
intoxicação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico
do produto. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.
OLHOS: ATENÇÃO: PRODUTO IRRITANTE AOS OLHOS. Em caso de contato, lave com
muita água corrente durante pelo menos 15 minutos e procure o médico, levando a


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embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Evite que a água de lavagem
entre no outro olho.
PELE: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e
sabão neutro e, se houver irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou
receituário agronômico do produto.
INALAÇÃO: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.

A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.

                            INTOXICAÇÕES POR MESOTRIONA
                                INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico       TRICETONA
    Classe          Categoria 5 – Produto improvável de causar dano agudo
 toxicológica
   Vias de          Oral, inalatória, ocular e dérmica.
  exposição
               Estudos em humanos voluntários, após administração oral de Mesotriona,
               mostraram um pico de tirosinemia dentro das 12 horas e o retorno aos
               níveis basais em 48 horas, relacionados à dose. A vida meia plasmática da
               Mesotriona foi de 1 hora. Uma proporção significante da dose administrada
               foi rapidamente excretada inalterada pela urina. Estudos em ratos e
               camundongos mostraram que Mesotriona é rapidamente absorvido,
               distribuído e excretado após administração oral.
               Absorção: cerca de 60% da dose oral foi absorvida; a dose absorvida pela
               via dérmica foi baixa (1%).
               Metabolismo: a dose absorvida não foi bem metabolizada dependendo da
               espécie animal; o material não absorvido sofreu ação metabólica pela
               microflora intestinal. A maior via metabólica foi a hidroxilação do anel
               aromático. Houve evidência de clivagem da diona e dos anéis aromáticos
Toxicocinética seguidos pela redução do grupo nitro no trato gastrointestinal. Não houve
               diferenças no metabolismo e excreção entre as espécies, o que poderia
               explicar as diferenças na toxicidade para esta classe de compostos nas
               diferentes espécies animais. Os metabólitos da Mesotriona: ácido 4-
               metilsulfonil-2-nitrobenzóico (MNBA) e ácido 2-amino-4-metilsulfonil-
               benzoico (AMBA) foram menos tóxicos que o produto original.
               Distribuição: as maiores concentrações tisulares foram vistas no fígado e
               nos rins; após 72 horas da dose oral foi de (5-12)% e aproximadamente
               10%, após dose intravenosa.
               Excreção: a maior rota de excreção é a urina (55-67)% após
               administração oral e aproximadamente 80% após administração
               intravenosa; excreção fecal foi de (23-30)% da dose oral e de (2-7)% da
               dose intravenosa. A excreção foi rápida com aproximadamente (79-95)%
               da dose eliminada, em 72 horas.
               O modo de ação da Mesotriona é por inibição da enzima p-
               hidroxifenilpiruvato dioxigenase (HPPD). Nas plantas esta enzima está
Toxicodinâmica envolvida na síntese de pigmento carotenóide que protege a clorofila da
               decomposição pela luz solar. Em mamíferos, a HPPD age no catabolismo
               da tirosina e explicaria, em parte, a ação toxicológica do produto. A

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             Tel: +55 51 3023-8181 • Fax: +55 51 3023-5525 • E-mail: sinon@sinon.com.br
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                    resposta tóxica à mesotriona parece ser dependente do nível da
                    tirosinemia. A correlação direta entre tirosinemia ocular tem sido
                    demonstrada. Os estudos especiais em camundongos indicam que a
                    tirosina se acumula no humor aquoso e os cristais de tirosina são
                    depositados na córnea quando as concentrações plasmáticas excedem os
                    1000 nmol/mL. Os estudos não demonstraram relação entre tirosinemia e
                    os efeitos vistos no desenvolvimento. Uma outra enzima, envolvida no
                    catabolismo da tirosina, a Tirosina aminotransferase (TAT), contribui paras
                    as diferenças entre os níveis de tirosina entre as várias espécies de
                    animais e a sua sensibilidade à Mesotriona. Devido a que a atividade TAT
                    em humanos e camundongos é relativamente alta comparada a dos ratos,
                    estes últimos são mais sensíveis aos efeitos da Mesotriona. Assim,
                    acredita-se que os estudos em camundongos são mais adequados para
                    avaliar os risocs em humanos que os conduzidos em ratos.
                    Evidências disponíveis em humanos, referentes a casos de doenças
                    hereditárias que comprometem as enzimas envolvidas no catabolismo da
                    tirosina, não mostraram sintomas ou sinais quando os níveis de tirosina
                    foram menores que (800-1000) nmol/ml. Foi conduzido um estudo em
                    crianças portadoras de Tirosinemia Tipo I, outro defeito hereditário de
                    metabolismo da tirosina, as quais apresentaram acúmulo de metabólitos
                    que causam dano hepático e renal. O tratamento com NBTC, um análogo
                    químico da Mesotriona que causa completa inibição do HPPD, em 200
                    crianças com esta doença, preveniu a formação dos metabólitos da
                    tirosina com estabilização das concentrações plasmáticas da mesma, a
                    doses menores de 800 nmol/ml. Cinco crianças apresentaram efeitos
                    transitórios menores, entretanto, não foi encontrada clara evidência da
                    associação com o tratamento. Em 10 adultos normais voluntários foi
                    administrado NBTC. Os níveis plasmáticos da Tirosina variaram entre
  Sintomas e        1200-800 nmol/ml e não foram observados efeitos adversos. Em estudos
Sinais Clínicos     com animais de experimentação tem sido observado:
                    Intoxicação aguda
                    Mesotriona possui baixa toxicidade oral, dérmica e inalatória. É leve
                    irritante ocular e dérmico, mas não é sensibilizante cutâneo.
                    Efeitos crônicos
                    Estudos crônicos mostraram que a Mesotriona causou incremento na
                    tirosina plasmática, opacidade ocular e incremento no peso do fígado e
                    dos rins, a doses mais baixas em ratos do que em camundongos e cães.
                    Toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento: Mesotriona produz
                    diminuição do tamanho e da sobrevida fetal, hidronefrose bilateral e
                    redução/retardo da ossificação em estudos em ratos, coelhos e
                    camundongos na ausência de toxicidade materna. Mutagenicidade,
                    genotoxicidade, carcinogenicidade: altas doses de Mesotriona causaram
                    incremento na incidência de adenomas tireóideos em ratas associado a
                    incremento plasmático da tirosina. Não há evidências de mutagenicidade.
                    O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro
 Diagnóstico        clínico compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de
                    intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
                    Antídoto: não há antídoto específico.
                    Tratamento: as medidas gerais devem estar orientadas à remoção da
 Tratamento
                    fonte de exposição ao produto, descontaminação do paciente, proteção
                    das vias respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico,


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             Tel: +55 51 3023-8181 • Fax: +55 51 3023-5525 • E-mail: sinon@sinon.com.br
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               tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitado o contato do
               produto com os olhos, pele e roupas contaminadas. O tratamento é o geral
               para substâncias tóxicas.
               Exposição Oral:
               Em caso de ingestão de grandes quantidades do produto:
                   • Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode
                       diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a
                       ingestão. Em geral não atua com metais ou ácidos.
                   1) Dose: administre uma suspensão de carvão ativado em água (240
                       ml de água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos /
                       adolescentes,25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em
                       crianças com menos de1 ano. É mais efetivo quando administrado
                       dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico.
                   2) O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que
                       ingeriram ácidos ou bases fortes. O benefício do carvão ativado
                       também não é comprovado em pacientes que ingeriram
                       substâncias irritantes, onde ele pode obscurecer os achados
                       endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário.
                   • Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário,
                       dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e
                       circunstância específica.
                   1) Considere após a ingestão de uma quantidade de veneno
                       potencialmente perigosa à vida, caso possa ser realizada logo após
                       a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para nível de
                       consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração em
                       posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por
                       intubação endotraqueal. Controlar as convulsões antes.
                   2) Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias
                       respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-
                       intubados;     após     ingestão    de    compostos       corrosivos;
                       hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com
                       risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de
                       quantidade não significativa.
                   • Não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra
                       espontaneamente não devendo ser evitado, deitar o paciente de
                       lado para evitar que aspire resíduos. ATENÇÃO: nunca dê algo por
                       via oral para uma pessoa inconsciente.
                   • Fluidos intravenosos e monitorização de eletrólitos.
                   • Irritação: observe os pacientes que ingeriram a substância quanto
                       a possibilidade de desenvolvimento de irritação ou queimadura
                       gastrintestinal ou esofágica. Se estiverem presentes sinais ou
                       sintomas de irritação ou queimadura esofágica, considere a
                       endoscopia para determinar a extensão do dano.
               Exposição Inalatória
               Descontaminação: remova o paciente para um local arejado. Cheque
               quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade
               respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou
               pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário.
               Trate broncoespasmos com beta2-agonistas via inalatória e
               corticosteroides via oral ou parenteral.
               Exposição Ocular

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                    Descontaminação: lave os olhos expostos com quantidades copiosas de
                    água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por menos 15 minutos. Se
                    a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o
                    paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
                    Exposição Dérmica
                    Descontaminação: remova as roupas contaminadas e lave a área exposta
                    com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento
                    específico se a irritação ou dor persistir.
                    CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
                        • EVITAR: aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha
                            ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de
                            reanimação manual (Ambú) para realizar o procedimento.
                        • Usar PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório
                            com o produto durante o processo.
    Contra -        A indução de vômito é contraindicada devido ao risco de aspiração e
  indicações        pneumonite química.
    Efeitos         Não relatados em humanos.
  Sinérgicos
                      TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
                      Para notificar o caso e obter informações especializadas, ligue para o
                                        Disque Intoxicação: 0800-7226001
                       Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                                            (RENACIAT - ANVISA/MS)
                    As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as doenças e
    Atenção
                     agravos de notificação compulsória. Notifique ao Sistema de Informação
                                      de agravos de notificação (SINAN/MS).
                      Notifique ao sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                        Telefone de Emergência da empresa: TOXICLIN 0800 0141 149
                              Endereço eletrônico da empresa: www.sinon.com.br
                              Correio eletrônico da empresa: sinon@sinon.com.br


MECANISMO DE           AÇÃO,      ABSORÇÃO          E    EXCREÇÃO          PARA      ANIMAIS       DE
LABORATÓRIO:

Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg
DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: > 2,355 mg/L
Irritação/Corrosão dérmica em coelhos: Não irritante
Irritação/Corrosão ocular em coelhos: Irritante para olhos de coelhos, com reversão em 24h
Sensibilização dérmica em cobaias: Não sensibilizante para pele de cobaias
Mutagenecidade: Não apresenta efeito mutagênico

Efeitos Crônicos: vide item Sintomas e Sinais Clínicos, no quadro acima.




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     INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS
                               RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
(X) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).

Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no
solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
    • Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
    • Não utilize equipamento com vazamento.
    • Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
    • Aplique somente as doses recomendadas.
    • Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
        corpos d'água. Evite a contaminação da água.
    • A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
        contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
        pessoas.
    • Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
        inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de
        água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de
        mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetal
        suscetível a danos.
    • Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes
        às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
   • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
   • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
     bebidas, rações ou outros materiais.
   • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
   • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
   • Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
   • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
     crianças.
   • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
     rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
   • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843
     da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
   • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.




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INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
   • Isole e sinalize a área contaminada.
   • Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SINON DO BRASIL LTDA
   • Telefone de emergência: 0800 0141 149
   • Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e
     botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
   • Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre
     em bueiros, drenos ou corpos d'água.
   • Siga as instruções abaixo:
          o Piso pavimentado: absorva o produto derramado com serragem ou areia,
              recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em um recipiente lacrado
              e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser
              utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, através do telefone
              indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
          o Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não
              contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e
              devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado
              acima.
          o Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo
              humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de
              emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem
              das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão
              e da quantidade do produto envolvido.
   • Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou
     PÓ QUÍMICO, etc, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
 - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-
a na posição vertical durante 30 segundos;
 - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
 - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
 - Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
 - Faça esta operação três vezes;
 - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:

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 - Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
 - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
 -   Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
 - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
 - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
  - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
  - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
  - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
  - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses
após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.


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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem até 6 meses após o
término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.

• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o

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             Tel: +55 51 3023-8181 • Fax: +55 51 3023-5525 • E-mail: sinon@sinon.com.br
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registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. A
desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por
órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.




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