Esmero
Sinon do Brasil Ltda. - Porto Alegre /RS.
Herbicida
Mesotriona (Tricetona) (480 g/L)
Informações
Número de Registro
35524
Marca Comercial
Esmero
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
Mesotriona (Tricetona) (480 g/L)
Titular de Registro
Sinon do Brasil Ltda. - Porto Alegre /RS.
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico/Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Cana-de-açúcar
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Milho
Acanthospermum australe
carrapichinho (1); carrapicho-rasteiro; maroto
Milho
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Milho
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Milho
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Milho
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho
Ipomoea grandifolia
campainha (5); corda-de-viola (5); corriola (4)
Milho
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Raphanus raphanistrum
nabiça (1); nabo (1); nabo-bravo
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Conteúdo da Bula
ESMERO
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob nº 35524
COMPOSIÇÃO:
2-(4-mesyl-2-nitrobenzoyl) cyclohexane-1,3-dione
(MESOTRIONA)......................................................................................480,00 g/L (48% m/v)
Outros ingredientes..............................................................................700,00 g/L (70% m/v)
GRUPO F2 HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica e pós-emergente
GRUPO QUÍMICO: Tricetona
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
SINON DO BRASIL LTDA.
Avenida Carlos Gomes, 1340 – conj. 1001
CEP 90480-001 - Porto Alegre/RS - CNPJ: 03.417.347/0001-22
Telefone: (51) 3023-8181 - Fax: (51) 3023-5525
Cadastro da empresa registrante no estado: 00001094/99 - SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR (PRODUTO FORMULADO)
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Mesotrione Técnico Sinon
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob n° TC23722
SINON CORPORATION
No. 101, Nanrong Road, Da-Du District, Taichung City, 43245, Taiwan
FORMULADOR:
SINON CORPORATION
No. 101, Nanrong Road, Da-Du District, Taichung City, 43245, Taiwan
SINON CHEMICAL (CHINA) CO., LTD.
28, Beicun Road, Zhelin Town, Fengxian District, Shanghai – China
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA
Rod. Pres. Castelo Branco, km 68,5, CEP 18120-970, Mairinque/SP
CNPJ: 47.226.493/0001-46 – Registro no Estado nº 031 CDA/SP
SHANDONG BINNONG TECHNOLOGY CO., LTD.
No. 518, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou, Shandong – China
ZHEJIANG ZHONGSHAN CHEMICAL INDUSTRY GROUP CO., LTD.
Zhongshan, Xiaopu, Changxing, Zhejiang Province – China
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IMPORTADOR:
FIAGRIL LTDA.
Av. da Produção, 2330-W, Quadra 999, Lote 26, Sala 01, Bairro Bandeirantes
Lucas do Rio Verde/SP, CEP: 78.455-000
CNPJ: 02.734.023/0013-99
Número do registro do estabelecimento no Estado: 25157 – INDEA/MT
DKBR TRADING S.A.
Rodovia SPA 008/457, S/Nº, Sala 1 Km 500 Metros, Zona Rural –
Iepê/SP
CNPJ: 33.744.380/0003-90
DKBR TRADING S.A.
Avenida Ayrton Senna da Silva, 600, andar 17 – Sala 1704,
Gleba Fazenda Palhano – Londrina/PR
CNPJ: 33.744.380/0001-28
DKBR TRADING S.A.
Avenida Miguel Sutil, n.º 6.559, Anexo A, Sala 3, Alvorada – Cuiabá/MT
CNPJ: 33.744.380/0002-09
N° do Lote ou da partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-
OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-
SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVAVEL DE
CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE III – RRODUTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO: ESMERO é um herbicida seletivo, de ação sistêmica, indicado
para o controle pós-emergente das plantas infestantes, na cultura do milho e da cana-de-
açúcar.
Na cultura do milho convencional e milho geneticamente modificado, é indicado nos cultivos
de variedades e híbridos comerciais, no sistema de plantio convencional e no sistema de
plantio direto.
Na cultura da cana-de-açúcar, é indicado em aplicações nas modalidades de cana-planta e
cana-soca, nos sistemas de colheita de cana com queima do canavial e de colheita
mecanizada sem queima do canavial (conhecido também como colheita de cana-crua).
Contendo o ingrediente ativo mesotriona na sua formulação, caracteriza-se pelo seu amplo
espectro de controle das plantas infestantes anuais de folhas largas e do capim-colchão ou
milhã, que ocorrem na cultura do milho, controlando também a corda-de-viola e o capim-
colchão que ocorrem na cultura da cana-de-açúcar.
CULTURAS / PLANTAS INFESTANTES / DOSE / VOLUME DE CALDA / EPÓCA DE
APLICAÇÃO:
ESMERO é recomendado para aplicação, no controle pós-emergente das plantas
infestantes de folhas largas e de algumas folhas estreitas.
Volume
Plantas Dose Época de
Cultura de calda Estádio
Infestantes (L/ha) aplicação
(L/ha)
Dicotiledôneas
Em pós-emergência
Corda-de-viola da cultura, após o
(Ipomoea Aplicação 2 - 4 folhas rebrote da soqueira
grandifolia) Terrestre: (caso de cana-soca)
100 - 300 ou após a brotação
0,25 - 0,3 dos toletes (caso de
Aplicação cana-planta),
Caruru aérea: estando a cana com
(Amaranthus 30 - 50 2 - 4 folhas até 8 folhas
retroflexus) Máximo de
Cana-de- aplicações: 1
açúcar Monocotiledôneas
Em pós-emergência
da cultura, após o
Aplicação rebrote da soqueira
Terrestre: (caso de cana-soca)
Capim-colchão 100 - 300 ou após a brotação
2 folhas - 1
(Digitaria 0,25 - 0,3 dos toletes (caso de
perfilho
horizontalis) Aplicação cana-planta),
aérea: estando a cana com
30 - 50 até 8 folhas
Máximo de
aplicações: 1
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Volume
Plantas Dose Época de
Cultura de calda Estádio
Infestantes (L/ha) aplicação
(L/ha)
Dicotiledôneas
Caruru-roxo
(Amaranthus 2 - 4 folhas
hybridus)
Apaga-fogo
(Alternanthera 2 - 4 folhas
tenella)
Picão-preto
4 - 6 folhas
(Bidens pilosa)
Amendoim-bravo
ou leiteira
2 – 4 folhas
(Euphorbia
heterophylla)
Corda-de-viola
(Ipomoea 2 - 4 folhas
grandifolia) 2 a 3 semanas após
a germinação do
Carrapicho-de- Aplicação
milho, na pós-
carneiro 0,3 - 0,4 Terrestre:
2 – 4 folhas emergência das
(Acanthospermu L/ha 100 - 300
plantas infestantes
m hispidum) L/ha
Máximo de
Beldroega aplicações: 1
(Portulaca 2 - 4 folhas
Milho oleracea)
Guanxuma
(Sida 2 - 4 folhas
rhombifolia)
Carrapicho-
rasteiro
2 - 4 folhas
(Acanthospermu
m australe)
Nabo
(Raphanus 2 - 4 folhas
raphanistrum)
Fazendeiro
(Galinsoga 2 – 6 folhas
parviflora)
Monocotiledôneas
Capim-colchão
2 folhas - 1
(Digitaria 2 a 3 semanas após
perfilho
horizontalis) a germinação do
Aplicação
Capim-amargoso milho, na pós-
0,3 - 0,4 Terrestre: 2 folhas - 1
(Digitaria emergência das
L/ha 100 - 300 perfilho
insularis) plantas infestantes
L/ha
Trapoeraba Máximo de
(Commelina 2 - 4 folhas aplicações: 1
benghalensis)
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Plantas Volume Época de
Cultura Dose Estádio
Infestantes de calda aplicação
Picão-preto 0,30 –
2 – 4 folhas
(Bidens pilosa) 0,40 L/ha Pulverizar em uma
Trapoeraba única aplicação
0,30 – durante a safra da
(Commelina 2 – 4 folhas
0,40 L/ha cultura. É aplicado
benghalensis)
em área total em
Capim-colchão
0,30 – 2 – 4 folhas pósemergência das
(Digitaria plantas daninhas e
0,40 L/ha Aplicação e 1 perfilho
horizontalis) da cultura, estando
Milho OGM Capim-amargoso Terrestre:
o milho com 02 a 04
0,30 – 200 L/ha
(Digitaria 1 perfilho folhas (V2 – V4).
0,40 L/ha
insularis) Utilizar as doses
Capim-pé-de- mais elevadas para
galinha 0,40 L/ha 2 – 4 folhas plantas daninhas
(Eleusine indica) mais desenvolvidas
Corda-de-viola Máximo de
0,30 –
(Ipomoea 2 – 6 folhas aplicações: 1
0,40 L/ha
grandifolia)
Observações:
1) A dose mais elevada deverá ser usada quando as plantas infestantes estiverem no estádio mais
avançado de desenvolvimento.
2) ESMERO: deve ser aplicado sempre adicionado de óleo mineral, na concentração de 0,5%
volume/volume.
3) ESMERO: 250 mL = 120 gramas de mesotriona; 300 mL = 144 gramas de mesotriona; 400 mL = 192
gramas de mesotriona.
MODO DE AÇÃO:
A mesotriona foi descoberta durante estudo para identificação dos compostos alelopáticos
produzidos pela planta escova-de-garrafa (Callistemon citrinus). Do composto natural
(leptospermone) foram produzidos análogos, dos quais resultou a molécula da mesotriona,
com atividade 100 vezes maior. A mesotriona (fórmula molecular C14H13NO7S) pertence ao
grupo químico das tricetonas e atua sobre as plantas infestantes, inibindo a biossíntese de
carotenóides, através da interferência na atividade da enzima HPPD (4-hidroxifenil-piruvato-
dioxigenase) nos cloroplastos – classificação nos grupos F2 (HRAC) e 28 (WSSA). Os
sintomas envolvem branqueamento das plantas infestantes sensíveis com posterior necrose e
morte dos tecidos vegetais, em cerca de 1 a 2 semanas. O milho e a cana-de-açúcar são
tolerantes à mesotriona, devido à sua capacidade de metabolizar rapidamente o herbicida,
produzindo metabólitos sem atividade herbicida, o que não ocorre nas plantas infestantes
sensíveis. A mesotriona é absorvida tanto pelas raízes quanto pelas folhas e ramos, sendo
uma molécula bastante móvel na planta -translocação apossimplástica.
INÍCIO DA APLICAÇÃO: o momento da aplicação ocorre após a emergência das plantas
infestantes na lavoura, quando se recomenda realizar o levantamento florístico para identificar
as principais espécies que ocorrem na área a ser tratada bem como seus respectivos estádios
de desenvolvimento. Com base neste levantamento, o usuário poderá definir a melhor dose do
produto a ser aplicada, assim como o momento da aplicação, de modo a assegurar o pleno
controle do mais amplo espectro de plantas infestantes presentes na lavoura.
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NÚMERO DE APLICAÇÕES:
Desde que aplicado nas condições adequadas e com a observância dos parâmetros
recomendados, normalmente, uma aplicação do herbicida é suficiente para atender às
necessidades da cultura.
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
O ESMERO é aplicado normalmente 2 a 3 semanas após a germinação do milho, na pós-
emergência das plantas infestantes, para garantir o pleno controle, antes que as plantas
infestantes venham a estabelecer a competição maléfica ao desenvolvimento cultural com
prejuízos na produtividade final. No caso da cana-de-açúcar, ESMERO é aplicado em pós-
emergência da cultura, após o rebrote da soqueira (caso de cana-soca) ou após a brotação
dos toletes (caso de cana-planta), estando a cana com até 8 folhas.
MODO DE APLICAÇÃO:
ESMERO deve ser aplicado na forma de pulverização, através de tratamento em área total,
com a utilização de pulverizadores terrestres convencionais (costal ou tratorizado) nas culturas
de milho e cana-de-açúcar ou aéreos (exclusivamente na cultura da cana-de-açúcar), com a
utilização de aviões agrícolas ou helicópteros, neste caso, devendo ser observados os
parâmetros normais para este tipo de aplicação.
Preparo da Calda, Abastecimento do Equipamento, Tecnologia de Aplicação, Limpeza
do Equipamento e Descarte da Água de Lavagem:
Aplicação Terrestre:
ESMERO deve ser aplicado com auxílio de pulverizadores costais, manual ou pressurizado e
pulverizadores tratorizados com barras, adaptados com bicos leque do tipo Teejet 80.02,
80.03, 80.04, 110.02, 110.03 ou 110.04 ou similares, operando a uma pressão de 30 a 50
libras por polegada quadrada.
O volume de calda recomendado na pulverização normalmente varia de 100 a 300 litros por
hectare.
Nas regiões sujeitas a ventos, as aplicações poderão ser feitas com uso de bicos antideriva do
tipo Full Jet, como FL 5; FL6,5; FL8 e bombas operando-se a pressão de 20-25 libras por
polegada quadrada e volumes de 200 a 300 litros/ha.
ESMERO apresenta atividade herbicida sobre uma gama diversa de plantas. Por essa razão,
tomar cuidados especiais com ventos para não ocorrer deriva do produto. Usar bicos antideriva
e não pulverizar com vento forte.
Aplicação Aérea:
Nas áreas extensivas de cana-de-açúcar, ESMERO poderá ser aplicado também através de
pulverização aérea, com o uso de aeronaves, observando-se os parâmetros indicados para
cada tipo de aeronave.
Parâmetros para a aeronave:
Bicos: 80.10, 80.15, 80.20
Volume de calda: 30 a 50 L/ha
Altura do vôo: 3 a 4 m
Temperatura ambiente: até 27º C
Umidade Relativa do Ar: mínimo de 60%
Velocidade do vento: máxima de 10 km/hora
Faixa de aplicação: 15 m
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Diâmetro das gotas: maiores que 400 micrômetros
Bicos: cônico cheio da série “D”, com difusor 56, bico de jato plano da série 65 ou 80 ou CP
Nozzles, utilizando uma pressão entre 15 a 30 psi.
Observação: Realizar calibração de pressão e vazão e velocidade, para escolha do bico e furo
corretos para a aplicação.
Recomendações para lavagem (descontaminação) do equipamento de aplicação: sempre
use pulverizador limpo antes da aplicação do ESMERO e certifique-se de que o mesmo esteja
em bom estado. Após a aplicação do ESMERO, remova imediatamente todo o resíduo sólido
presente no fundo do tanque do pulverizador. Proceda a limpeza de todo o equipamento
utilizado imediatamente após a aplicação, a fim de se reduzir o risco de formação de depósitos
solidificados nas paredes do tanque. A demora da limpeza do equipamento de pulverização,
mesmo por algumas horas, pode implicar na aderência do herbicida nas paredes do tanque de
pulverização, o que dificultará a limpeza completa do produto. Caso o pulverizador não tenha
sido limpo adequadamente e vir a ser utilizado, os eventuais resíduos de produtos
remanescentes poderão causar fitotoxicidade às outras culturas.
Para a limpeza (descontaminação) adequada, proceda da seguinte maneira:
1. Esvaziar completamente o equipamento de pulverização utilizado.
2. Enxaguar todo o pulverizador e circular água limpa através das barras, mangueiras,
filtros e bicos.
3. Remover fisicamente os depósitos visíveis de produto.
4. Completar o pulverizador com água limpa.
5. Adicionar solução de AMÔNIA caseira - AMONÍACO OU SIMILAR COM 3% DE
AMÔNIA - na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água), agitar e circular todo o
líquido através das mangueiras, barras, bicos e filtros.
6. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa e circular pelo sistema de
pulverização por 15 minutos e, em seguida, através das mangueiras, barras, filtros e
bicos. Esvaziar o tanque.
7. Remover e limpar os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de AMÔNIA
caseira (citada no item 5).
8. Repetir os passos 5 e 6.
9. Enxaguar com água limpa e, por no mínimo 3 vezes, todo o pulverizador, mangueiras,
barra, filtros e bicos.
Limpar também tudo o que estiver associado ao equipamento de aplicação, inclusive o material
utilizado no enchimento do tanque. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante
a limpeza. Não limpe o equipamento próximo às nascentes, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos de limpeza, de acordo com a legislação local.
FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO NA PÓS-EMERGÊNCIA:
Plantas infestantes e o seu estádio de controle: para assegurar o controle total das
plantas infestantes com o ESMERO, deve-se observar atentamente as espécies indicadas e
os respectivos estádios de desenvolvimento indicados na tabela "Instruções de Uso".
As plantas infestantes mencionadas demonstram maior sensibilidade ao produto no estádio
inicial de desenvolvimento estando com 2 a 4 folhas.
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O efeito do produto sobre as plantas infestantes se manifesta de 3 a 5 dias após a
aplicação, com o branqueamento do meristema apical e folhas mais jovens, que se tornam,
posteriormente, necróticas.
Adjuvantes/Espalhantes-Adesivos: A adição de espalhantes ou adjuvantes à calda de
pulverização é fundamental para o efeito pós-emergente do produto, imprimindo melhor
controle das plantas infestantes. Recomenda-se óleo mineral na concentração de 0,5%
volume/volume.
Influências de Fatores Ambientais na Aplicação:
Umidade do solo: Aplicar o ESMERO quando o solo tiver umidade suficiente para o bom
desenvolvimento das plantas. Não aplicar o produto com o solo seco, principalmente se
ocorreu um período de estiagem prolongado que predispõe as plantas infestantes ao estado
de estresse por deficiência hídrica, pois tal condição irá comprometer a eficiência de
controle com o herbicida.
Condições atmosféricas: As aplicações devem ser feitas com umidade relativa acima de
60% e temperaturas em torno de 25 – 30 ºC. As aplicações matinais, até as 10:00 horas, e à
tarde, após as 15:00/16:00 horas, são as mais propícias para aplicação do produto, devido à
melhor condição para absorção pelas plantas.
Orvalho/Chuvas: Evitar aplicações sobre plantas excessivamente molhadas pela ação de
chuvas ou orvalho muito intenso.
Ventos: Não aplicar com vento superior a 10 km/hora.
Ocorrência de chuvas: A incidência de chuvas, logo após a aplicação, interfere
negativamente na eficiência de controle, por acarretar a lavagem do produto. É necessário
um período aproximado de 2 a 3 horas sem chuvas, após a aplicação, para que o herbicida
seja absorvido pelas plantas infestantes.
PREPARO DA CALDA:
O produto, na quantidade pré-determinada, poderá ser despejado diretamente no tanque do
pulverizador, com pelo menos 1/4 de volume cheio e o sistema de agitação ligado. Em
seguida, completar o tanque.
Procedimentos para adição de adjuvantes, no preparo da calda: O óleo mineral é
adicionado como último componente à calda de pulverização, com o tanque quase cheio,
mantendo-se a agitação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Dias
Cana-de-açúcar 30
Milho 60
Milho Geneticamente Modificado 60
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INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
ESMERO não deve ser aplicado nas condições de solos secos ou nas condições de
persistência
de estiagens prolongadas com as plantas infestantes no estado de estresse por deficiência
hídrica.
• Não aplicar o produto nos dias chuvosos, pois para o pleno funcionamento é
necessário um período aproximado de 2 a 3 horas sem chuvas ou irrigação após a
pulverização;
• Não aplicar ESMERO sobre plantas infestantes fora do estádio recomendado.
• O uso de inseticidas ou nematicidas fosforados e carbamatos pode aumentar o
sintoma de fitotoxicidade de ESMERO sobre o milho e a cana-de-açúcar. Aplicar
esses inseticidas e/ou nematicidas 7 dias antes ou após a aplicação de ESMERO,
na cultura do milho ou na cultura da cana-de-açúcar.
• Não aplicar ESMERO sobre variedades ou híbridos especiais para milho pipoca e
milho doce.
• Após o uso de ESMERO na cultura do milho ou da cana-de-açúcar, não plantar outra
cultura na mesma área, dentro do período de 4 meses. Em caso de perda da cultura
do milho ou da cana-de-açúcar, o replantio de milho ou de cana-de-açúcar poderá
ser feito imediatamente após a aplicação do ESMERO.
TOLERÂNCIA DA CULTURA / SELETIVIDADE:
Dentro das doses recomendadas e nas condições indicadas para aplicação, o ESMERO se
mostra bastante seguro para os híbridos de milho* e para as variedades de cana-de-açúcar
no sistema de tratamento pós-emergente (da cultura e das plantas infestantes), através de
pulverização em área total. Entretanto, pode ocorrer, na cultura do milho, um
branqueamento inicial das folhas e uma pequena redução inicial de crescimento, mas a
cultura retoma seu desenvolvimento normal em 2 a 3 semanas e não há efeitos negativos à
produtividade. As plantas de milho são mais sensíveis no estádio de 2 a 3 folhas e se
tornam mais tolerantes após.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide item Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO
DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo
alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com
a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo F2 para o controle
do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas
agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do
produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação
de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
(SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas
Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO F2 HERBICIDA
O produto herbicida ESMERO é composto por Mesotriona, que apresenta mecanismo de
ação dos inibidores da biossíntese de carotenóides na 4-hidroxifenilpiruvato-dioxigenase (4-
HPPD), pertencente ao Grupo F2, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de
Ação à Resistência de Herbicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Não aplicável, trata-se de um HERBICIDA.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais
e pessoas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados;
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos,
orifícios e válvulas com a boca;
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos
ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo
fabricante;
• Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas
de um profissional habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e de animais;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão de algodão hidrorepelente, botas de borracha, avental
impermeável, máscara com filtro, viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila;
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual
(EPI) com relação a forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão hidrorepelente com CA do
Ministério do Trabalho com mangas compridas passando por cima do punho das
luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com
filtro combinado; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de
proteção individual (EPI) recomendados;
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça
na área em que estiver sendo aplicado o produto;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do
dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região;
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto;
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• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): PI: macacão hidrorepelente com
CA do Ministério do Trabalho mangas compridas passando por cima do punho das
luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com
filtro combinado; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas
nitrila.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico
responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA”
e manter os avisos até o final do período de reentrada;
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os
Equipamentos de Proteção Indiviual (EPI) recomendados para o uso durante a
aplicação;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça
em áreas tratadas logo após a aplicação;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entra a última aplicação e a colheita);
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas
ainda vestidas para evitar contaminação;
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das
demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos
de aplicação; - Não reutilizar a embalagem vazia; - No descarte de embalagens,
utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados
na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotas pelo técnico
responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas
coletivas de segurança.
Pode ser nocivo se ingerido
ATENÇÃO
Pode ser nocivo em contato com a pele
PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou
receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: se engolir o produto, não provoque vômito e, em casos de sintomas de
intoxicação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico
do produto. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.
OLHOS: ATENÇÃO: PRODUTO IRRITANTE AOS OLHOS. Em caso de contato, lave com
muita água corrente durante pelo menos 15 minutos e procure o médico, levando a
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embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. Evite que a água de lavagem
entre no outro olho.
PELE: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e
sabão neutro e, se houver irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou
receituário agronômico do produto.
INALAÇÃO: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR MESOTRIONA
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico TRICETONA
Classe Categoria 5 – Produto improvável de causar dano agudo
toxicológica
Vias de Oral, inalatória, ocular e dérmica.
exposição
Estudos em humanos voluntários, após administração oral de Mesotriona,
mostraram um pico de tirosinemia dentro das 12 horas e o retorno aos
níveis basais em 48 horas, relacionados à dose. A vida meia plasmática da
Mesotriona foi de 1 hora. Uma proporção significante da dose administrada
foi rapidamente excretada inalterada pela urina. Estudos em ratos e
camundongos mostraram que Mesotriona é rapidamente absorvido,
distribuído e excretado após administração oral.
Absorção: cerca de 60% da dose oral foi absorvida; a dose absorvida pela
via dérmica foi baixa (1%).
Metabolismo: a dose absorvida não foi bem metabolizada dependendo da
espécie animal; o material não absorvido sofreu ação metabólica pela
microflora intestinal. A maior via metabólica foi a hidroxilação do anel
aromático. Houve evidência de clivagem da diona e dos anéis aromáticos
Toxicocinética seguidos pela redução do grupo nitro no trato gastrointestinal. Não houve
diferenças no metabolismo e excreção entre as espécies, o que poderia
explicar as diferenças na toxicidade para esta classe de compostos nas
diferentes espécies animais. Os metabólitos da Mesotriona: ácido 4-
metilsulfonil-2-nitrobenzóico (MNBA) e ácido 2-amino-4-metilsulfonil-
benzoico (AMBA) foram menos tóxicos que o produto original.
Distribuição: as maiores concentrações tisulares foram vistas no fígado e
nos rins; após 72 horas da dose oral foi de (5-12)% e aproximadamente
10%, após dose intravenosa.
Excreção: a maior rota de excreção é a urina (55-67)% após
administração oral e aproximadamente 80% após administração
intravenosa; excreção fecal foi de (23-30)% da dose oral e de (2-7)% da
dose intravenosa. A excreção foi rápida com aproximadamente (79-95)%
da dose eliminada, em 72 horas.
O modo de ação da Mesotriona é por inibição da enzima p-
hidroxifenilpiruvato dioxigenase (HPPD). Nas plantas esta enzima está
Toxicodinâmica envolvida na síntese de pigmento carotenóide que protege a clorofila da
decomposição pela luz solar. Em mamíferos, a HPPD age no catabolismo
da tirosina e explicaria, em parte, a ação toxicológica do produto. A
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resposta tóxica à mesotriona parece ser dependente do nível da
tirosinemia. A correlação direta entre tirosinemia ocular tem sido
demonstrada. Os estudos especiais em camundongos indicam que a
tirosina se acumula no humor aquoso e os cristais de tirosina são
depositados na córnea quando as concentrações plasmáticas excedem os
1000 nmol/mL. Os estudos não demonstraram relação entre tirosinemia e
os efeitos vistos no desenvolvimento. Uma outra enzima, envolvida no
catabolismo da tirosina, a Tirosina aminotransferase (TAT), contribui paras
as diferenças entre os níveis de tirosina entre as várias espécies de
animais e a sua sensibilidade à Mesotriona. Devido a que a atividade TAT
em humanos e camundongos é relativamente alta comparada a dos ratos,
estes últimos são mais sensíveis aos efeitos da Mesotriona. Assim,
acredita-se que os estudos em camundongos são mais adequados para
avaliar os risocs em humanos que os conduzidos em ratos.
Evidências disponíveis em humanos, referentes a casos de doenças
hereditárias que comprometem as enzimas envolvidas no catabolismo da
tirosina, não mostraram sintomas ou sinais quando os níveis de tirosina
foram menores que (800-1000) nmol/ml. Foi conduzido um estudo em
crianças portadoras de Tirosinemia Tipo I, outro defeito hereditário de
metabolismo da tirosina, as quais apresentaram acúmulo de metabólitos
que causam dano hepático e renal. O tratamento com NBTC, um análogo
químico da Mesotriona que causa completa inibição do HPPD, em 200
crianças com esta doença, preveniu a formação dos metabólitos da
tirosina com estabilização das concentrações plasmáticas da mesma, a
doses menores de 800 nmol/ml. Cinco crianças apresentaram efeitos
transitórios menores, entretanto, não foi encontrada clara evidência da
associação com o tratamento. Em 10 adultos normais voluntários foi
administrado NBTC. Os níveis plasmáticos da Tirosina variaram entre
Sintomas e 1200-800 nmol/ml e não foram observados efeitos adversos. Em estudos
Sinais Clínicos com animais de experimentação tem sido observado:
Intoxicação aguda
Mesotriona possui baixa toxicidade oral, dérmica e inalatória. É leve
irritante ocular e dérmico, mas não é sensibilizante cutâneo.
Efeitos crônicos
Estudos crônicos mostraram que a Mesotriona causou incremento na
tirosina plasmática, opacidade ocular e incremento no peso do fígado e
dos rins, a doses mais baixas em ratos do que em camundongos e cães.
Toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento: Mesotriona produz
diminuição do tamanho e da sobrevida fetal, hidronefrose bilateral e
redução/retardo da ossificação em estudos em ratos, coelhos e
camundongos na ausência de toxicidade materna. Mutagenicidade,
genotoxicidade, carcinogenicidade: altas doses de Mesotriona causaram
incremento na incidência de adenomas tireóideos em ratas associado a
incremento plasmático da tirosina. Não há evidências de mutagenicidade.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro
Diagnóstico clínico compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de
intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: as medidas gerais devem estar orientadas à remoção da
Tratamento
fonte de exposição ao produto, descontaminação do paciente, proteção
das vias respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico,
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tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitado o contato do
produto com os olhos, pele e roupas contaminadas. O tratamento é o geral
para substâncias tóxicas.
Exposição Oral:
Em caso de ingestão de grandes quantidades do produto:
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode
diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a
ingestão. Em geral não atua com metais ou ácidos.
1) Dose: administre uma suspensão de carvão ativado em água (240
ml de água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos /
adolescentes,25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em
crianças com menos de1 ano. É mais efetivo quando administrado
dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico.
2) O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que
ingeriram ácidos ou bases fortes. O benefício do carvão ativado
também não é comprovado em pacientes que ingeriram
substâncias irritantes, onde ele pode obscurecer os achados
endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário.
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário,
dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e
circunstância específica.
1) Considere após a ingestão de uma quantidade de veneno
potencialmente perigosa à vida, caso possa ser realizada logo após
a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para nível de
consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração em
posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por
intubação endotraqueal. Controlar as convulsões antes.
2) Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias
respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-
intubados; após ingestão de compostos corrosivos;
hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com
risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de
quantidade não significativa.
• Não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra
espontaneamente não devendo ser evitado, deitar o paciente de
lado para evitar que aspire resíduos. ATENÇÃO: nunca dê algo por
via oral para uma pessoa inconsciente.
• Fluidos intravenosos e monitorização de eletrólitos.
• Irritação: observe os pacientes que ingeriram a substância quanto
a possibilidade de desenvolvimento de irritação ou queimadura
gastrintestinal ou esofágica. Se estiverem presentes sinais ou
sintomas de irritação ou queimadura esofágica, considere a
endoscopia para determinar a extensão do dano.
Exposição Inalatória
Descontaminação: remova o paciente para um local arejado. Cheque
quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade
respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou
pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário.
Trate broncoespasmos com beta2-agonistas via inalatória e
corticosteroides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular
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Descontaminação: lave os olhos expostos com quantidades copiosas de
água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por menos 15 minutos. Se
a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o
paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica
Descontaminação: remova as roupas contaminadas e lave a área exposta
com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento
específico se a irritação ou dor persistir.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR: aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha
ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de
reanimação manual (Ambú) para realizar o procedimento.
• Usar PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório
com o produto durante o processo.
Contra - A indução de vômito é contraindicada devido ao risco de aspiração e
indicações pneumonite química.
Efeitos Não relatados em humanos.
Sinérgicos
TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Para notificar o caso e obter informações especializadas, ligue para o
Disque Intoxicação: 0800-7226001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT - ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as doenças e
Atenção
agravos de notificação compulsória. Notifique ao Sistema de Informação
de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifique ao sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: TOXICLIN 0800 0141 149
Endereço eletrônico da empresa: www.sinon.com.br
Correio eletrônico da empresa: sinon@sinon.com.br
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE
LABORATÓRIO:
Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg
DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: > 2,355 mg/L
Irritação/Corrosão dérmica em coelhos: Não irritante
Irritação/Corrosão ocular em coelhos: Irritante para olhos de coelhos, com reversão em 24h
Sensibilização dérmica em cobaias: Não sensibilizante para pele de cobaias
Mutagenecidade: Não apresenta efeito mutagênico
Efeitos Crônicos: vide item Sintomas e Sinais Clínicos, no quadro acima.
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INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RESURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
(X) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no
solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de
água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de
mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetal
suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes
às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843
da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
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INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SINON DO BRASIL LTDA
• Telefone de emergência: 0800 0141 149
• Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e
botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre
em bueiros, drenos ou corpos d'água.
• Siga as instruções abaixo:
o Piso pavimentado: absorva o produto derramado com serragem ou areia,
recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em um recipiente lacrado
e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser
utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, através do telefone
indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
o Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não
contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e
devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado
acima.
o Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo
humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de
emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem
das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão
e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou
PÓ QUÍMICO, etc, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-
a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
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- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses
após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
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Av. Carlos Gomes, 1340 Conj. 1001 • 90480-001 Porto Alegre – RS – Brasil • www.sinon.com.br
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem até 6 meses após o
término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao
estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
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registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final. A
desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por
órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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