Esbrilha
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Herbicida
S-metolacloro (cloroacetanilida) (960 g/L)
Informações
Número de Registro
06623
Marca Comercial
Esbrilha
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
S-metolacloro (cloroacetanilida) (960 g/L)
Titular de Registro
Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda.- Porto Alegre /RS
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Algodão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Algodão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Amendoim
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Amendoim
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Amendoim
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Amendoim
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Amendoim
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Amendoim
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Amendoim
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Aveia
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Batata
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Batata
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Batata
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Batata yacon
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Batata-doce
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Café
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Caju
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Caju
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Caju
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Caju
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Caju
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Caju
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Caju
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cajá
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cana-de-açúcar
Panicum maximum
capim-coloninho (1); capim-colonião; capim-guiné
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Canola
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Canola
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Canola
Chamaecrista rotundifolia
Erva-de-coração; Fedegoso
Canola
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Canola
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Caqui
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Caqui
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Caqui
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Caqui
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Caqui
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Caqui
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Caqui
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Caqui
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Caqui
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Carambola
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Carambola
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Carambola
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Carambola
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Carambola
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Carambola
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Carambola
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Carambola
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Carambola
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cará
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cenoura
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Centeio
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Cevada
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Ervilha
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Ervilha
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Ervilha
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Ervilha
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Ervilha
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Ervilha
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Ervilha
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Feijão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Feijão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Feijão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Feijão
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Feijão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Feijão
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Feijão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Feijão-caupi
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Feijão-caupi
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Feijão-caupi
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Feijão-caupi
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Feijão-caupi
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Feijão-caupi
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Feijão-caupi
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Feijão-fava
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Feijão-fava
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Feijão-fava
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Feijão-fava
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Feijão-fava
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Feijão-fava
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Feijão-fava
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Figo
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Figo
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Figo
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Figo
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Figo
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Figo
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Figo
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Figo
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Gengibre
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Girassol
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Girassol
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Girassol
Chamaecrista rotundifolia
Erva-de-coração; Fedegoso
Girassol
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Girassol
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Goiaba
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Goiaba
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Goiaba
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Goiaba
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Goiaba
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Goiaba
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Goiaba
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Goiaba
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Goiaba
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Grão-de-bico
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Grão-de-bico
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Grão-de-bico
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Grão-de-bico
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Grão-de-bico
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Grão-de-bico
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Grão-de-bico
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Inhame
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Lentilha
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Lentilha
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Lentilha
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Lentilha
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Lentilha
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Lentilha
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Lentilha
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Mandioca
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Mandioca
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Mandioca
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Mandioca
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Mandioca
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Mandioca
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Mandioca
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Mandioca
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Mandioca
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Mandioquinha-salsa
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Mangaba
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Mangaba
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Mangaba
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Mangaba
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Mangaba
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Mangaba
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Mangaba
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Mangaba
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Milho
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Milho
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Milho
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Milho
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Milho
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Milho
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Plantas Ornamentais
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Plantas Ornamentais
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Plantas Ornamentais
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Plantas Ornamentais
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Plantas Ornamentais
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Plantas Ornamentais
Cenchrus echinatus
Plantas Ornamentais
Chamaecrista rotundifolia
Erva-de-coração; Fedegoso
Plantas Ornamentais
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Plantas Ornamentais
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Plantas Ornamentais
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Plantas Ornamentais
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Plantas Ornamentais
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Plantas Ornamentais
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Plantas Ornamentais
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Plantas Ornamentais
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Plantas Ornamentais
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Plantas Ornamentais
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Plantas Ornamentais
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Salsa
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Soja
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Soja
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Soja
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Soja
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Soja
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Soja
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Soja
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Soja
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Soja
Echinochloa crusgalli
capim-arroz (2); capim-canevão; capim-jaú
Soja
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Soja
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Soja
Nicandra physaloides
balão; bexiga; joá-de-capote (1)
Soja
Pennisetum setosum
capim-avião; capim-custódio; capim-mandante
Soja
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Soja
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Soja
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Sorgo
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Sorgo
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Tabaco
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Tabaco
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Tabaco
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Tabaco
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Trigo
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Triticale
Lolium multiflorum
azevém; azevém-anual; azevém-italiano
Uva
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Uva
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Uva
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Uva
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Uva
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Uva
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Uva
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Uva
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Uva
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Uva de mesa
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Uva de mesa
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Uva de mesa
Brachiaria decumbens
braquiária; braquiária-decumbens; capim-braquiária
Uva de mesa
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Uva de mesa
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Uva de mesa
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Uva de mesa
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Uva de mesa
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Uva de mesa
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Conteúdo da Bula
ESBRILHA
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob n 6623
o
COMPOSIÇÃO:
Mistura de 80-100% de 2-chloro-6'-ethyl-N-[(1S)-2-methoxy-1-methylethyl)acet-o-toluidide e 20-0% de 2-chloro-6'-ethyl-N-
[(1R)-2-methoxy-1-methylethyl)acet-o-toluidide(S-METOLACLORO)......960,0g/L (96,0%m/v)
Solvente aromático pesado de nafta (Solvente Naphta).....................................................48,3 g/L (4,83 % m/v)
Outros ingredientes ...................... ............... .................... . . . ...........................................99,7 g/L (9,97% m/v)
GRUPO K3 HERBICIDA
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo pré-emergente
GRUPO QUÍMICO: Cloroacetanilida.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av Carlos Gomes, 258 - salas 1103, 1104, 1105 e 1106 - Boa Vista - Porto Alegre/RS
CEP: 90.480-000 - Fone: (51) 3237-6414 - CNPJ: 10.486.463/0001-69
Inscrição estadual: 096/3276190 - Nº do registro do estabelecimento no estado: 1928/09 - SEAPA/RS
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
S-METOLACLORO TÉCNICO RAINBOW- Registro MAPA nº TC03922
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737, China
S-METOLACHLOR TÉCNICO SAU, Registro MAPA nº TC02024
WEIFANG SINO-AGRI UNION CHEMICAL CO., LTD
Lingang Industry Park, Binhai Economic Development Weifang City - Shandong, China.
S-METOLACHLOR TÉCNICO BINNONG -Registro MAPA nº TC16021
SHANDONG ZHONGNONG MINCHANG CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD
Nº 516, Yongxin Road, Binbei Town, Binzhou 25660 - Shandong, China.
FORMULADORES:
SHANDONG WEIFANG RAINBOW CHEMICAL CO., LTD.
Binhai Economic Development Area, Weifang City, Shandong Province, 262737 - China.
ADAMA BRASIL S.A.
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa, Londrina/PR - CEP: 86.031-610.
CNPJ: 02.290.510/0001-76
ADAMA BRASIL S.A.
Júlio deCastilhos, 2085, Coqueiros, Taquari/RS - CEP: 95.860-000. CNPJ: 02.290.510/0004-19
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
AvenidaLiberdade, 1701 - Cajuru do Sul, Sorocaba/SP - CEP: 18.087-170. CNPJ: 61.142.550/0001-30
SUMITOMO CHEMICAL BRASIL INDÚSTRIA QUÍMICA S.A.
Avenida Parque Sul, Nº 2138, 1º Distrito Industrial, Maracanaú/CE - CEP: 61.939-000.
CNPJ: 07.467.822/0001-26
MANIPULADORES:
FERSOL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA
Rod. Presidente Castelo Branco, S/N.º Km 68,5, CEP 18120-970, Mairinque/SP
CNPJ: 47.226.493/0001-46 Cadastro estadual: nº 31 CDA/SP
TAGMA BRASIL INDUSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Avenida Roberto Simonsen, 1.459 – Bairro Recanto dos Pássaros – Paulínia/SP. CEP 13148-030
CNPJ: 03.855.423/0001-81 Cadastro estadual: nº 477- CDA/SP
OURO FINO QUÍMICA S.A.
Filomena Cartafina nº 22.335, quadra 14, lote 5, Uberaba - MG
CNPJ: 64.858.525/0001-45 Cadastro estadual: nº 8.764 – IMA/MG
REV20250808
IMPORTADORES:
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia PR-090, 5.695, km 5 - armazém 1K - Parque Industrial Nenê Favoretto - CEP: 86200-000 - Ibiporã/PR
CNPJ: 10.486.463/0003-20. Nº do registro do estabelecimento no estado: 1000322 - ADAPAR/PR
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Área Rural Projetada, n° 150, Armz 1AK Anexo I - Area Rural de Cuiabá - CEP: 78.099-899 - Cuiabá/MT
CNPJ: 10.486.463/0005-92. Nº do registro do estabelecimento no estado: 29164 - INDEA/MT
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Av. Maria Elias Lisboa Santos, s/nº Quadra 07 Lote 05 salas 09 – Parque Industrial Aparecida Vice-presidente José de
Alencar – Aparecida de Goiânia/GO - CEP:74993-530
CNPJ: 10.486.463/0006-73. Nº do registro do estabelecimento no estado: 5139/2023 – AGRODEFESA/GO
RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA.
Rodovia BR-050, km 185 - sala 9 - Jardim Santa Clara - CEP: 38038-050 - Uberaba/MG
CNPJ: 10.486.463/0008-35. Nº do registro do estabelecimento no estado: 19.883 - IMA/MG
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU
PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Produto Importado
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II -PRODUTO MUITO PERIGOSO
AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: azul
REV20250808
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
ESBRILHA é um herbicida seletivo, indicado para o controle pré-emergente de plantas infestantes nas culturas de
Algodão, Amendoim, Aveia, Batata, Batata-doce, Batata-yacon, Caju, Cana-de-açúcar, Canola, Caqui, Cará, Carambola,
Cenoura, Centeio, Cevada, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-Fava, Figo, Gengibre, Girassol, Goiaba, Grão-de-bico,
Inhame, Lentilha, Mandioca, Mandioquinha-salsa, Mangaba, Milho, Plantas Ornamentais, Soja, Sorgo, Tabaco, Trigo,
Triticale, Uva e Uva-de-mesa.
- Nas culturas de soja e milho nos sistemas de plantio direto ou convencional.
- Para a cultura do sorgo, ESBRILHA deve ser utilizado somente quando as sementes de sorgo forem previamente
tratadas com o protetor de sementes/adjuvante.
- ESBRILHA pode ser aplicado em pós emergência da cultura da soja.
- Na cultura do tabaco deve ser aplicado sequencialmente, com uma aplicação em pré transplantio da cultura, seguida de
aplicação na entrelinha, com as plantas daninhas sempre em pré-emergência.
Modo de ação:
ESBRILHA caracteriza-se pela ação acentuada sobre monocotiledôneas, notadamente sobre as espécies anuais, com
forte ação sobre a trapoeraba e algumas espécies de dicotiledôneas. O ingrediente ativo S-METOLACLORO é absorvido
através do coleóptilo das monocotiledôneas e hipocótilo das dicotiledôneas, e atua na gema terminal inibindo o
crescimento das plantas. O sintoma do efeito herbicida sobre as plantas sensíveis caracteriza-se pelo intumescimento
dos tecidos, e pelo enrolamento do caulículo nas monocotiledôneas e nas dicotiledôneas observa-se a clorose, necrose e
a morte. A maioria das plantas, porém, morre antes da sua emergência.
Área de Utilização I Objetivos dos Tratamentos:
ESBRILHA poderá ser recomendado para aplicação no controle pré-emergente das plantas infestantes nas seguintes
situações:
• Nas infestações exclusivas de monocotiledôneas sensíveis;
• Nas infestações predominantes de monocotiledôneas e/ou trapoeraba, com presença de dicotiledôneas sensíveis ao
produto;
• No Cerrado (região Centro-oeste) nas infestações de capim-braquiária, capim-carrapicho e trapoeraba, associados com
dicotiledôneas sensíveis, onde a atividade do produto é favorecida pelas condições climáticas e tipos de solo;
• Em aplicação sequencial, exclusivamente na cultura do algodão, aveia, cevada, centeio, tabaco, trigo e triticale.
1) Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas:
DOSES (L/ha)
CULTURAS PLANTAS INFESTANTES
Solo arenoso Solo médio Solo pesado
Capim-marmelada, capim-papuã,
marmelada
Brachiaria plantaginea
Capim-carrapicho, timbete*
Cenchrus echinatus
Capim-colchão, milhã
NÃO APLICAR EM 1,25 - 1,50L p.c./ha (1.200 - 1.440g
ALGODÃO Digitaria horizontalis
SOLO ARENOSO i.a./ha)
Capim-pé-de-galinha*
Eleusine indica
Trapoeraba*
Commelina benghalensis
Caruru-roxo, caruru-branco
Amaranthus hybridus
Capim-colchão, milhã
Digitaria horizontalis
Capim-marmelada,
Capim-papuã, Marmelada
Brachiaria plantaginea
Capim-pé-de-galinha*
Não
Eleusine indica
AMENDOIM aplicar
Capim-arroz*, Capim-canevão 1,25
** em solo
Echinochloa crusgalli
arenoso
Caruru-de-mancha, Caruru
Amaranthus viridis
Caruru-roxo, Caruru
Amaranthus hybridus
Trapoeraba*
Commelina benghalensis
Picão-branco
1,0 – 2,0
Galinsoga parviflora
Capim-colchão, Milhã
BATATA 1,5 – 2,0
Digitaria horizontalis
Caruru-roxo, Caruru-branco
2,0
Amaranthus hybridus
Trapoeraba*
CAJU 1,5 – 1,75
Commelina benghalensis
REV20250808
Caruru-de-mancha, caruru
Amaranthus viridis
Caruru-roxo, caruru-branco
Amaranthus hybridus
Beldroega
Portulaca oleracea
Capim-colchão, milhã
Digitaria horizontalis
Capim-pé-de-galinha*Eleusine
indica
Capim-braquiaria, braquiaria*
Brachiaria decumbens 1,5 – 2,0
Capim-marmelada, capim-
papuã, marmelada Brachiaria
plantaginea
Fazendeiro, picão-branco
Galinsonga parviflora
DOSES (L/ha)
CULTURAS PLANTAS INFESTANTES
Solo arenoso Solo médio Solo pesado
Capim-colchão, milhã
Digitaria horizontalis
Capim-pé-de-galinha*Eleusine
indica
Trapoeraba*
Commelina benghalensis 1,50 - 1,75L p.c./ha
Caruru-de-mancha, caruru (1.440 - 1.680g. i.a./ha)
Amaranthus viridis
Caruru-roxo, caruru-branco
Amaranthus hybridus
Beldroega
CANA-DE- Portulaca oleracea
AÇUCAR Capim-braquiaria, braquiaria*
Brachiaria decumbens
Capim-marmelada, capim-
papuã, marmelada Brachiaria 1,50 - 2,00L p.c./ha (1.440 - 1.920g
plantaginea i.a./ha)
NÃO APLICAR EM
Fazendeiro, picão-branco SOLO ARENOSO
Galinsonga parviflora
Capim-carrapicho
Cenchrus echinatus 2,50 - 3,00L p.c./ha (2.400 - 2.880g
Capim-colonião i.a./ha)
Panicum maximum
Caruru-rasteiro, caruru
Amaranthus deflexus
Capim-marmelada, capim-
papuã, marmelada Brachiaria
plantaginea 1,00L p.c./ha (960g i.a./ha)
CANOLA Capim-colchão, milhã
Digitaria horizontalis
Capim-pé-de-galinha*
Eleusine indica
Erva-de-coração, Fedegoso
1,25 L p.c./ha (1.200 g i.a./ha)
Chamaecrista rotundifolia
REV20250808
Capim-colchão, milhã
Digitaria horizontalis
Capim-marmelada, capim-
papuã, marmelada Brachiaria
plantaginea
Capim-pé-de-galinha*
Eleusine indica
ERVILHA ** Capim-arroz*, Capim-canevão 1,25 L p.c./ha (1.200 g i.a./ha)
Echinochloa crusgalli
Caruru-de-mancha, Caruru
Amaranthus viridis
Caruru-roxo, Caruru
Amaranthus hybridus
Trapoeraba*
Commelina benghalensis
Capim-colchão, milhã
Digitaria horizontalis
Capim-marmelada, capim-
papuã, marmelada Brachiaria
plantaginea
FEIJÃO**/ Capim-pé-de-galinha*
FEIJÃO- Eleusine indica
CAUPI **/ Capim-arroz, capim-canevão* 1,25 L p.c./ha (1.200 g i.a./ha)
FEIJÃO- Echinochloa crusgalli
FAVA ** Caruru-de-mancha, caruru
Amaranthus viridis
Caruru-roxo, caruru
Amaranthus hybridus
Trapoeraba*
Commelina benghalensis
Caruru-rasteiro, caruru
Amaranthus deflexus
Capim-marmelada, capim-
papuã, marmelada Brachiaria
1,00L p.c./ha
plantaginea
(960g i.a./ha)
GIRASSOL Capim-colchão, milhã
Digitaria horizontalis
Capim-pé-de-galinha*
Eleusine indica
Erva-de-coração, fedegoso 1,25L p.c./ha
Chamaecrista rotundifolia (1.200g i.a./ha)
Capim-colchão, milhã
Digitaria horizontalis
Capim-marmelada,
Capim-papuã, Marmelada
Brachiaria plantaginea
Capim-pé-de-galinha*
Eleusine indica
GRÃO-DE-
Capim-arroz*, Capim-canevão
BICO **
Echinochloa crusgalli
Caruru-de-mancha, Caruru
Amaranthus viridis
Caruru-roxo, Caruru
Amaranthus hybridus
Trapoeraba*
Commelina benghalensis NÃO APLICAR EM 1,25L p.c./ha
Capim-colchão, milhã SOLO ARENOSO (1.200g i.a./ha)
Digitaria horizontalis
Capim-marmelada,
Capim-papuã, Marmelada
Brachiaria plantaginea
Capim-pé-de-galinha*
Eleusine indica
LENTILHA ** Capim-arroz*, Capim-canevão
Echinochloa crusgalli
Caruru-de-mancha, Caruru
Amaranthus viridis
Caruru-roxo, Caruru
Amaranthus hybridus
Trapoeraba*
Commelina benghalensis
REV20250808
Trapoeraba*
Commelina benghalensis
Caruru-de-mancha, caruru
Amaranthus viridis
1,5-1,75
Caruru-roxo, caruru-branco
Amaranthus hybridus
Beldroega
Portulaca oleracea
Capim-colchão, milhã
CAQUI Digitaria horizontalis
Capim-pé-de-galinha*Eleusine
indica
Capim-braquiaria, braquiaria*
Brachiaria decumbens 1,5-2,0
Capim-marmelada, capim-
papuã, marmelada Brachiaria
plantaginea
Fazendeiro, picão-branco
Galinsonga parviflora
Trapoeraba*
Commelina benghalensis
Caruru-de-mancha, caruru
Amaranthus viridis
1,5-1,75
Caruru-roxo, caruru-branco
Amaranthus hybridus
Beldroega
Portulaca oleracea
Capim-colchão, milhã
CARAMBOLA Digitaria horizontalis
Capim-pé-de-galinha*Eleusine
indica
Capim-braquiaria, braquiaria*
Brachiaria decumbens 1,5-2,0
Capim-marmelada, capim-
papuã, marmelada Brachiaria
plantaginea
Fazendeiro, picão-branco
Galinsonga parviflora
Trapoeraba*
Commelina benghalensis
Caruru-de-mancha, caruru
Amaranthus viridis
1,5-1,75
Caruru-roxo, caruru-branco
Amaranthus hybridus
FIGO Beldroega
Portulaca oleracea
Capim-colchão, milhã
Digitaria horizontalis
1,5-2,0
Capim-pé-de-galinha*Eleusine
indica
REV20250808
Trapoeraba*
Commelina benghalensis
Caruru-de-mancha, caruru
Amaranthus viridis
1,5-1,75
Caruru-roxo, caruru-branco
Amaranthus hybridus
Beldroega
Portulaca oleracea
Capim-colchão, milhã
GOIABA Digitaria horizontalis
Capim-pé-de-galinha*Eleusine
indica
Capim-braquiaria, braquiaria*
Brachiaria decumbens 1,5-2,0
Capim-marmelada, capim-
papuã, marmelada Brachiaria
plantaginea
Fazendeiro, picão-branco
Galinsonga parviflora
Trapoeraba
Commelina benghalensis
Caruru-de-mancha, caruru
Amaranthus viridis
1,5-1,75
Caruru-roxo, caruru-branco
Amaranthus hybridus
Beldroega
Portulaca oleracea
Capim-colchão, milhã
MANGABA Digitaria horizontalis
Capim-pé-de-galinha*Eleusine
indica
Capim-braquiaria, braquiaria*
Brachiaria decumbens 1,5-2,0
Capim-marmelada, capim-
papuã, marmelada Brachiaria
plantaginea
Fazendeiro, picão-branco
Galinsonga parviflora
Trapoeraba
Commelina benghalensis
Caruru-de-mancha, caruru
Amaranthus viridis
1,5-1,75
Caruru-roxo, caruru-branco
Amaranthus hybridus
Beldroega
Portulaca oleracea
Capim-colchão, milhã
MANDIOCA Digitaria horizontalis
Capim-pé-de-galinha*Eleusine
indica
Capim-braquiaria, braquiaria*
Brachiaria decumbens 1,5-2,0
Capim-marmelada, capim-
papuã, marmelada Brachiaria
plantaginea
Fazendeiro, picão-branco
Galinsonga parviflora
REV20250808
DOSES (L/ha)
CULTURAS PLANTAS INFESTANTES
Solo arenoso Solo médio Solo Pesado
Capim-colchão, milhã
1,25 – 1,75 L p.c./ha (1.200 – 1.680 g i.a./ha)
Digitaria horizontalis
Capim-marmelada, capim-papuã,
marmelada
Brachiaria plantaginea
Capim-braquiaria, braquiaria*
Brachiaria decumbens
Capim-carrapicho, timbete*
Cenchrus echinatus
Capim-pé-de-galinha*
Eleusine indica
Capim-custódio, capim-oferecido*
Pennisetum setosum
1,50 - 1, 75L p.c./ha
Trapoeraba*
(1.440 - 1.680g. i.a./ha)
MILHO Commelina benghalensis
Caruru-de-mancha, caruru
Amaranthus viridis
Beldroega
Portulaca oleracea
Joá-de-capote*
Nicandra physaloides
Maria-pretinha*
Solanum americanum
Caruru-roxo, caruru-branco
Amaranthus hybridus
Fazendeiro, picão-branco
Galinsoqa parviflora 1,75L p.c./ha
Erva-quente (1.680g. i.a./ha)
Spermacoce latifolia
Não
Caruru-rasteiro, caruru aplicar em
1,0
Amaranthus deflexus solo
arenoso
Capim-marmelada
Brachiaria plantaginea
Capim-colchão
1,0-2,0
Digitaria horizontalis
Capim-pé-de-galinha
Eleusine indica
Não
Erva-de-coração, Fedegoso aplicar em
1,25
Chamaecrista rotundifolia solo
arenoso
Caruru-roxo, caruru-branco
Amaranthus hybridus
1,25 – 1,75
Capim-arroz, capim-canevão
Echinochloa crusgalli
PLANTAS Caruru-de-mancha, caruru
ORNAMENTAIS Amaranthus viridis
1,25-2,0
*** Trapoeraba
Commelina benghalensis
Não
Capim-amargoso aplicar em
1,25-2,0
Digitaria insularis solo
arenoso
Capim-carrapicho
1,25-2,0
Cenchrus echinatus
Capim-braquiária, braquiária
Brachiaria decumbens
Fazendeiro, Picão-branco
Galinsoga parviflora
Joá-de-capote
Nicandra physaloides 1,5-2,0
Maria-pretinha
Solanum americanum
Capim-custódio,
capim-oferecido
Pennisetum setosum
REV20250808
Beldroega
1,5-1,75
Portulaca oleraceae
Poaia-branca
Richardia brasiliensis
1,-75-2,0
Erva-quente
Spermacoce latifolia
Capim-arroz, capim-canevão*
Echinochloa crusgalli 1,50 - 1, 75L p.c./ha
Capim-pé-de-galinha* (1.440 - 1.680g. i.a./ha)
Eleusine indica
Trapoeraba*
Commelina benghalensis
Capim-colchão, milhã
Digitaria horizontalis 1,50 - 2,00 L p.c./ha
Caruru-de-mancha, caruru (1.440 - 1.920g. i.a./ha)
Amaranthus viridis
Caruru-roxo, caruru-branco
Amaranthus hybridus
Capim-marmelada, capim-papuã,
marmelada
Brachiaria plantaqinea
Capim-carrapicho, timbete*
Cenchrus echinatus
Capim-braquiária, braquiária*
SOJA Brachiaria decumbens
Capim-custódio, capim-oferecido*
Pennisetum setosum
1,75 - 2,00L p.c./ha
Joá-de-capote* (1.680 - 1. 920g. i.a. /ha)
Nicandra physaloides
Maria-pretinha*
Solanum americanum
Fazendeiro, picão-branco
Galinsoga parviflora
Poaia, poaia-branca
Richardia brasiliensis
Erva-quente
Spermacoce latifolia
Não
Capim-amargoso aplicar
1,25-2,0
Digitaria insularis em solo
arenoso
REV20250808
DOSES (L/ha)
PLANTAS INFESTANTES
CULTURAS SOLO
CONTROLADAS SOLO MÉDIO SOLO PESADO
ARENOSO
SORGO Caruru-roxo,
Utilizar no Caruru-branco
plantio Amaranthus hybridus
somente
sementes
previamente
1,0 – 1,5
tratadas
Capim-colchão, Milhã
com protetor /
Digitaria horizontalis
adjuvante que
aumente a
tolerância
da cultura.
Picão-branco
Galinsoga parviflora
Caruru-rasteiro Pré-transplantio da cultura
Amaranthus deflexus 1,25 – 1,5
TABACO Pós-transplantio, na entrelinha da
Caruru-roxo cultura
Amaranthus hybridus 1,0 – 1,5
Caruru-de-mancha
Amaranthus viridis
Trapoeraba
Commelina benghalensis
Caruru-de-mancha, caruru
Amaranthus viridis
1,5-1,75
Caruru-roxo, caruru-branco
Amaranthus hybridus
Beldroega
Portulaca oleracea
Capim-colchão, milhã
UVA Digitaria horizontalis
Capim-pé-de-galinha*Eleusine
indica
Capim-braquiaria, braquiaria*
Brachiaria decumbens 1,5-2,0
Capim-marmelada, capim-
papuã, marmelada Brachiaria
plantaginea
Fazendeiro, picão-branco
Galinsonga parviflora
Trapoeraba
Commelina benghalensis
Caruru-de-mancha, caruru
Amaranthus viridis
1,5-1,75
Caruru-roxo, caruru-branco
Amaranthus hybridus
Beldroega
Portulaca oleracea
Capim-colchão, milhã
Digitaria horizontalis
UVA-DE-MESA
Capim-pé-de-galinha*Eleusine
indica
Capim-braquiaria, braquiaria*
Brachiaria decumbens 1,5-2,0
Capim-marmelada, capim-
papuã, marmelada Brachiaria
plantaginea
Fazendeiro, picão-branco
Galinsonga parviflora
Observações:
• * - não indicado para o sistema de plantio-direto.
REV20250808
• ** - o tratamento deve ser complementado com herbicidas pós-emergentes, dependendo das condições de infestação
das plantas infestantes.
• *** - Na cultura do feijão, o ESBRILHA é recomendado para as seguintes variedades: Carioquinha, IAPAR 44, IAPAR
14, Minuano e ltaporé.
• Aplicar as maiores doses em solos mais pesados ou em situações de infestações mais altas das espécies indicadas.
Para as culturas de uva e mandioca e sorgo, utilizar as maiores doses recomendadas para solos com maiores teores de
argila ou matéria orgânica.
Para a cultura do sorgo é necessário utilizar protetor/adjuvante nas sementes, conforme recomendação acima.
*** De acordo com a adoção de agrupamento de culturas em plantas ornamentais, consideram-se plantas ornamentais
todos os vegetais não-comestíveis, cultivados com finalidade comercial, podendo incluir mudas, plantas cortadas ou
envasadas, herbáceas, arbustivas ou arbóreas, destinadas unicamente para ornamentação ou para revestimento de
superfícies de solo (ação protetiva) (INC nº 1, de 08/11/2019).
1 Aplicação aérea permitida e recomendada para posicionamento em pré-transplantio das mudas.
2) Aplicação sequencial em área total na cultura do algodão, com uma aplicação em pré-emergência da cultura,
seguida por uma aplicação em pós-emergência inicial (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), com as plantas
infestantes sempre em pré-emergência:
DOSAGEM (L/ha) APLICAÇÃO SEQUENCIAL
POS-EMERGENCIA
PLANTA INFESTANTE
CULTURA INICIAL
CONTROLADA PRÉ-EMERGÊNCIA DO
ALGODÃO COM 1 A 2
ALGODÃO*
FOLHAS
VERDADEIRAS*
Capim-colchão, milhã
Digitaria horizontalis
ALGODÃO 0,60L p.c. /ha 1,00 - 1,25L p.c. /ha
Trapoeraba (576 g i.a. /ha) (960 - 1.200g i.a./ha)
Commelina benghalensis
Observações:
• Não efetuar a aplicação sequencial em solos arenosos.
• * - aplicação efetuada sempre com as plantas infestantes em pré-emergência, nos dois momentos de aplicação.
3) Aplicação em pré-emergência, pós-emergência e sequencial (pré + pós-emergência) das culturas indicadas:
PLANTAS DOSES (L/ha)
CULTURA INFESTANTES SOLO SOLO SOLO
CONTROLADAS ARENOSO MÉDIO PESADO
Pré-emergência:
Realizar (1) uma aplicação em área total de ESBRILHA em pré-emergência das
culturas e das plantas daninhas no sistema plante-aplique.
0,5 – 1,0 L/ha
Pós-emergência:
Realizar (1) uma aplicação em área total de ESBRILHA em pós-emergência das
culturas (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras) desde que observada a condição de
AVEIA
pré-emergência das plantas daninhas no momento da aplicação.
CEVADA
Azevém 0,5 – 1,0 L/ha
CENTEIO
Lolium multiflorum Aplicação Sequencial (pré + pós-emergência)
TRIGO
TRITICALE
Pós-emergência:
Pré emergência:
A 2ª aplicação em pós emergência das
A 1ª aplicação em pré-emergência
culturas (cultura com 1 a 2 folhas
Das culturas, sempre com as plantas
verdadeiras), sempre com as plantas
daninhas em pré emergência.
daninhas em pré emergência.
0,375 - 0,750 L/ha
0,375 - 0,750 L/ha
Observações:
a) Aplicar as maiores doses, em solos mais pesados, ou em situações de infestações mais altas das espécies
indicadas. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
b) Aplicação efetuada sempre com as plantas daninhas em pré-emergência.
c) A semeadura das culturas da Aveia, Cevada, Centeio, Trigo e Triticale deve ser realizada com boa cobertura da
semente pelo solo, a uma profundidade mínima de 3 cm.
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4) Aplicação na pré-emergência das plantas daninhas e pós-emergência das culturas:
PLANTAS
Nº DE
CULTURA INFESTANTES DOSES (L/ha)
APLICAÇÕES
CONTROLADAS
CENOURA
1
BATATA-DOCE
realizar a aplicação
BATATA-YACON
Picão-branco em área total, em
CARÁ
Galinsoga 1,0 pré-emergência das
GENGIBRE
parviflora plantas daninhas e
INHAME
em pós iniciais das
MANDIOQUINHA-
culturas.
SALSA
Caruru-roxo,
Carurubranco
Amaranthus
hybridus 1
1,0-2,0
Capim-colchão, realizar a aplicação
SOJA
Milhã após a abertura do
Digitaria 1° trifólio da soja
horizontalis
Capim-amargoso
1,0-1,25
Digitaria insularis
Observações:
a) Aplicar as maiores doses, em solos mais pesados, ou em situações de infestações mais altas das espécies
indicadas.
Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações
5) Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes, na entrelinha da cultura
Culturas Planta daninha Dose (L/há) Época e Número de Volume de
intervalo de aplicação Calda (L/ha)
aplicação
Café Capim-braquiária 2-3 Aplicação em 1 Terrestre: 100 -
(Brachiaria pré-emergência 200
decumbes) das plantas
infestantes na
entrelinha da
cultura, em jato
dirigido
Para as culturas do quadro, aplicar as maiores doses, em solos mais pesados, ou em situações de infestações
mais altas das espécies indicadas. Usar as menores doses em solos arenosos e em menores infestações.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
ESBRILHA deve ser aplicado logo após o plantio, na pré-emergência das culturas indicadas e das plantas infestantes.
Culturas de algodão, Amendoim, Canola, Ervilha, feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Grão-de-bico, Girassol e
Lentilha: Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas
condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião
da aplicação do produto.
Obs: na cultura de algodão poderá ser aplicado também após 4 a 5 semanas do plantio com a cultura desenvolvida e
porte aproximado de 40 a 50cm, em jato dirigido, como tratamento complementar, após o último cultivo mecânico das
entrelinhas e as plantas infestantes na pré-emergência.
Cultura do algodão - Aplicação sequencial: o ESBRILHA também pode ser aplicado em esquema de aplicação
sequencial, exclusivamente na cultura do algodão, em área total, que consiste numa aplicação em pré-emergência da
cultura, seguida por uma aplicação em pós-emergência inicial (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), com as plantas
infestantes sempre em pré-emergência.
Cultura da Aveia, Cevada, Centeio, Trigo e Triticale: pode ser utilizado em aplicação única ou sequencial, sempre em pré-
emergência das plantas infestantes.
- Aplicação única:
A) realizar (1) uma aplicação em área total de ESBRILHA em pré-emergência das culturas e das plantas daninhas no
sistema plante aplique.
B) realizar (1) uma aplicação em área total de ESBRILHA em pós-emergência das culturas (cultura com 1 a 2 folhas
verdadeiras) desde que observada a condição de pré-emergência das plantas daninhas no momento da aplicação.
- Aplicação sequencial:
C) realizar aplicação sequencial de ESBRILHA. A 1ª aplicação em pré-emergência das culturas e a 2ª aplicação em pós
emergência das culturas (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), sempre com as plantas daninhas em pré emergência.
Culturas do Caju, Caqui, Carambola, Figo, Goiaba e Mangaba: A aplicação deve ocorrer na pré-emergência das
plantas daninhas objetivando-se uma cobertura uniforme do solo, tanto nas entrelinhas quanto nas linhas de plantio. No
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caso de pomares recém implantados evitar o contato do produto com as folhas da cultura.
Cultura das Plantas Ornamentais: Aplicar na pré-emergência das plantas infestantes e da cultura, através de
tratamento em área total.
Cultura da Batata: Aplicar na pré-emergência das plantas daninhas e logo após o plantio da cultura, podendo se
estender a aplicação após o plantio, porém sempre antes da emergência da cultura e das plantas daninhas.
Culturas da Batata-doce, Batata-yacon, Cará, Cenoura, Gengibre, Inhame, Mandioquinha-salsa: Recomenda-se 1
(uma) aplicação em área total em pré-emergência das plantas daninhas e em pós iniciais das culturas. Aplicar quando as
culturas apresentarem 2 folhas verdadeiras.
Evitar irrigação intensa após a aplicação.
Cultura do Café: Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes na entrelinha da cultura,
em jato dirigido.
Cultura da cana-de-açúcar: Aplicar na pré-emergência das plantas infestantes através de tratamento em área total, na
cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após o corte da cana.
O produto poderá ser aplicado sobre a cultura emergida desde que observada a condição de pré-emergência
das plantas infestantes no momento da aplicação.
Cultura do milho: Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém, as plantas infestantes sempre na pré-
emergência.
Na cultura do milho o tratamento poderá ser feito também em faixas de aproximadamente 50cm, ao longo do sulco de
plantio, utilizando-se o pulverizador costal nas pequenas propriedades ou com equipamento tratorizado nas áreas
maiores, com o sistema 3 em 1, no qual numa única operação se aduba, planta e aplica o herbicida. Neste caso, o
controle das plantas infestantes nas entrelinhas da cultura deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas
pós-emergentes em aplicação dirigida.
Cultura da soja: Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados).
Cultura da Soja: Aplicar na pré-emergência das plantas infestantes e da cultura, através de tratamento em área total.
Também poderá ser aplicado na pós-emergência da soja em área total. Nessa modalidade, recomenda-se 1 (uma)
aplicação após a abertura do 1º trifolio da soja, sempre com as plantas infestantes em pré-emergência.
Cultura da Uva e Uva-de-mesa: A aplicação deve ocorrer sob a copa das videiras, na pré Emergência das plantas
daninhas, objetivando-se uma cobertura uniforme do solo, tanto nas entrelinhas quanto nas linhas de plantio. No caso de
parreirais recém implantados, evitar o contato do produto com as folhas da cultura.
Cultura da Mandioca: Aplicar na pré-emergência das plantas infestantes e da cultura, através de tratamento em área
total, após o plantio das manivas e antes da sua emergência.
Cultura do Sorgo: Aplicar logo após a semeadura, no máximo 1 dia depois, em área total, em aplicação única, na pré-
emergência da cultura do sorgo assim como das plantas infestantes e em condições ideais de umidade do solo.
Início da Aplicação:
Não aplicar ESBRILHA quando o solo estiver em condições de baixa umidade, pois o seu funcionamento poderá vir a ser
comprometido.
Cultura do Tabaco: Aplicação em pré-emergência das plantas infestantes e em pré e pós-transplantio da cultura.
• Pré-transplantio da cultura: a aplicação pode ser realizada em faixa sobre o camalhão recém-formado, sobre as faixas
de 50 cm de largura ou em área total, antes do transplante das mudas.
• Pós-transplantio da cultura: aplicação na entrelinha, através de jato dirigido, 30-40 dias após o transplante.
A escolha da dose depende da infestação e do tipo de solo. As maiores doses devem ser utilizadas para o controle de
áreas sujeitas a altas infestações e a menor para baixas infestações. Utilizar sempre a maior dose em solos argilosos, e a
menor dose em solos arenosos.
Início da Aplicação:
Deve-se iniciar a aplicação do ESBRILHA após o restabelecimento do "déficit hídrico".
Não aplicar nos plantios precoces quando o solo estiver ainda com "déficit hídrico", pois o seu funcionamento poderá vir a
ser comprometido.
Número de Aplicações:
Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma
aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas.
Nas altas infestações de capim-marmelada, capim-carrapicho, capim-braquiária e trapoeraba cujas espécies germinam
em diferentes fluxos, o tratamento pré-emergência poderá eventualmente necessitar de complemento com um herbicida
de aplicação em pós emergência
Isto poderá ocorrer particularmente nas culturas de Algodão, Amendoim, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Grão-
de-bico e Lentilha em que se aplicam doses menores do produto para assegurar maior seletividade.
No caso específico do Algodão, o uso de aplicação sequencial pode ser uma boa opção para se obter maior período de
controle das plantas infestantes.
Para a cultura da Batata, na modalidade de aplicação de pré-emergência da cultura em área total, recomenda-se 1 (uma)
aplicação na pré-emergência das plantas daninhas e logo após o plantio da cultura, podendo se estender a aplicação
após o plantio, porém sempre antes da emergência da cultura e das plantas daninhas.
Para a cultura da Soja, na modalidade de aplicação de pós- emergência da cultura em área total, recomenda-se 1 (uma)
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aplicação após a abertura do 1º trifolio da soja, sempre com as plantas infestantes em pré-emergência.
Modo de Aplicação:
ESBRILHA deve ser aplicado na forma de pulverização, nas respectivas culturas recomendadas, através de tratamento
em área total, com a utilização de pulverizadores costais, manual ou pressurizado e pulverizadores tratorizados
adaptados de barras.
Nas áreas extensivas, ESBRILHA poderá ser aplicado também via aérea, com a utilização de aviões agrícolas ou
helicópteros. Neste caso, os parâmetros normais para este tipo de aplicação devem ser observados.
Para as culturas de Caju, Caqui, Carambola, Figo, Goiaba, Mangaba, Uva e Uva de mesa, por se tratarem de culturas
perenes, não é possível a aplicação aérea, pois o herbicida deve ser aplicado nas entrelinhas e linhas, tomando o
cuidado da pulverização não atingir as folhas da videira.
Preparo da calda:
O produto, na quantidade pré-determinada, deve ser despejado diretamente no tanque do pulverizador parcialmente
cheio (1/4 do volume) e com o sistema de agitação em funcionamento. Em seguida completar o volume de água.
Pulverizadores terrestres - parâmetros de aplicação:
Bicos recomendados: Utilizar bicos leque tipo Teejet - 80.02, 80.03, 80.04, 1 10. 02, 1 10.03, 110.04 ou similares.
Pressão da bomba: 30 a 60 libras por polegada quadrada.
Vazão: 100 a 300 litros de calda por hectare.
Observações:
• Nos pulverizadores costais, os bicos mais recomendados são os leque: 80.02, 80.03 ou 110.02 e 110.03.
• Nas regiões sujeitas a ventos acentuados, as aplicações na pré-emergência poderão ser feitas com uso de bicos anti-
deriva do tipo FULLJ ET, como o FL5, FL6, FL8 à pressão de 20 a 25 libras por polegada quadrada.
Aplicação aérea - parâmetros para avião Ipanema:
Bicos: 80. 10, 80. 15 e 80.20
Volume da calda: 40 a 50 litros/ha.
Altura do vôo: 3 a 4 metros.
Temperatura ambiente: até 27ºC.
Umidade relativa do ar: mínimo de 55%
Velocidade do vento: máxima de 1 O km/h.
Faixa de aplicação: 15 metros.
Diâmetro das gotas: maiores que 400 micrômetros.
Nota: nas operações com aeronaves, atender às legislações vigentes do local da aplicação. Em caso de dúvida ou, na
necessidade de esclarecimentos adicionais ou específicos quanto à utilização do produto, contatar o Engenheiro
Agrônomo responsável e a empresa responsável pelo equipamento aéreo a ser utilizado.
Fatores relacionados com a aplicação na pré-emergência:
Para assegurar o pleno funcionamento e eficiente controle das plantas infestantes, é importante que sejam observados
alguns pontos ressaltados a seguir:
A. Preparo do solo:
A.1. Sistema de plantio convencional:
1. Culturas de Algodão, Amendoim, Cana-de-açúcar (cana-planta), Canola, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-
fava, Girassol, Grão-de-bico, Lentilha, Mandioca, Milho, Plantas Ornamentais, Soja e Sorgo:
O solo deve estar bem preparado com as operações usuais de aração, gradeação, nivelamento superficial, de modo a
obter a camada de solo livre de torrões, cujas condições são as mais apropriadas para a semeadura e aplicação dos
herbicidas.
Nas áreas com altas infestações de espécies que germinam nas camadas mais profundas, como o capim-marmelada
(Brachiaria plantaginea), capim-carrapicho (Cenchrus echinatus), capimbraquiária (Brachiaria decumbens) e trapoeraba
(Commelina benghalensis), a última gradeação que antecede o plantio deverá ser feita no máximo 3 dias antes da
semeadura e da aplicação dos herbicidas.
2. Cana-soca: As operações de preparo de solo para aplicação do herbicida consistem no enleiramento da palha, cultivo
e adubação da soqueira, efetuados após o corte da cana.
A.2. Sistema de Plantio-Direto:
Culturas de Soja e Milho: As operações de preparo de solo consistem no manejo e essecação das plantas infestantes
ou das culturas.
A condição fundamental é assegurar a total pré-emergência das plantas na área destinada ao cultivo no momento da
semeadura e da aplicação.
A.3. Sistema de Cultivo Mínimo:
Sistema de cultivo recomendado nas altas infestações de monocotiledôneas:
Após as operações normais de preparo do solo ou dessecação, aguardar a germinação plena do primeiro fluxo de
plantas até que atinja o estádio de pós-emergência inicial (4 folhas e no máximo início de perfilhamento). Em seguida
efetuar o plantio e 24 horas após aplicar o ESBRILHA associado a um dessecante sem efetuar mistura em tanque no
momento da aplicação dos produtos.
A outra alternativa consiste em dessecar as invasoras germinadas antes, aguardar 3 a 4 dias para plantar e aplicar o
herbicida.
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B. Umidade do solo:
• O solo deve estar úmido durante a aplicação dos herbicidas.
• Não aplicar com o solo seco.
A ação da umidade é fundamental para a ativação do herbicida através da incorporação e distribuição do produto no perfil
do solo, de modo a assegurar o pleno funcionamento, proporcionando uma melhor atividade sobre espécies com hábito
de germinar nas diferentes profundidades no solo (0 - 12 cm).
C. Densidade de infestação das plantas infestantes:
Nas altas densidades de infestação de plantas infestantes, o pleno controle está sujeito a fatores como dose, condições
climáticas, fechamento da cultura, dentre outros. Por vezes poderá necessitar de tratamento complementar.
D. Ocorrência de chuvas:
Chuvas normais após a aplicação ou a irrigação da área tratada com o ESBRILHA são benéficas por promover a
incorporação do produto na camada superficial, favorecendo sua pronta ação. Sobretudo no sistema de plantio direto
proporciona o rápido carreamento dos produtos para o solo, favorecendo sua distribuição no perfil do solo.
A ocorrência de chuvas excessivas e contínuas após a aplicação, entretanto, poderá causar rápida lixiviação abaixo do
banco de sementes, acarretando redução do efeito residual e, consequente reinfestação antecipada da área tratada.
E. Ocorrência de veranico:
A ocorrência de veranico poderá influenciar na atividade dos herbicidas no solo, acarretando:
1. Controle deficiente e reinfestação de espécies que germinam nas camadas mais profundas: Capim-marmelada
(Brachiaria plantaginea), Trapoeraba (Commelina benghalensis).
2. Degradação acelerada do produto (fotodegradação): quando após a aplicação de ESBRILHA, ocorrer condições de
seca por mais de 2 a 3 semanas, causando redução da atividade biológica.
F. Ventos:
Evitar aplicações com ventos superiores a 10 km/hora devido aos problemas de forte deriva.
G. Tratamento de sementes com protetor:
Para a cultura do sorgo, ESBRILHA deve ser utilizado somente quando as sementes de sorgo forem previamente
tratadas com o protetor de sementes/adjuvante na dose de 40 mL de produto por 100 kg de sementes.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão, Amendoim, Aveia, Batata, Batata-doce, Batata-
Yacon, Cana-de-açúcar, Canola, Cará, Cenoura, Centeio,
Cevada, Ervilha, Feijão, Feijão-Caupi, Feijão-Fava,
Gengibre, Girassol, Inhame, Lentilha, Mandioca, (1) Intervalo de segurança não determinado devido à
Mandioquinha-Salsa, Milho, Soja, Sorgo, Trigo, Triticale modalidade de emprego.
Caju, Caqui, Carambola, Figo, Goiaba, Mangaba, Uva, 7
Uva-De-Mesa
Aveia*, Centeio*, Cevada*, Trigo*, Triticale* 80
Plantas Ornamentais UNA
Soja (Pós Emergência) 70
Café 65
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
*Aplicação em pós-emergência da cultura da Aveia, Cevada, Centeio e Triticale.
UNA = Uso Não Alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na
área tratada.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Os efeitos de fitotoxicidade são pouco frequentes e podem acontecer em situações que favoreçam sua ocorrência, tais
como: chuvas fortes, plantios rasos, dentre outros.
Ressalta-se, porém, que os efeitos abaixo mencionados são temporários e as plantas retomam ao seu crescimento
normal sem causar prejuízos na produtividade final.
Sintomas dos efeitos de ESBRILHA:
Na cultura de milho estes sintomas se manifestam pelo enrolamento das plântulas, por vezes forte enrugamento e
inibição no crescimento.
• Nas culturas de Algodão, Amendoim, Canola, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Girassol, Grão-de-bico e
Lentilha estes sintomas se manifestam através da clorose, necrose das folhas cotiledonares, encarquilhamento das
folhas e inibição temporária no crescimento.
• Na cultura da soja a fitotoxicidade somente ocorre em situações drásticas, altas doses aliadas à alta pluviosidade, e
nestes casos manifesta-se pelo encarquilhamento das folhas e inibição temporária no crescimento, com posterior
recuperação, não causando diminuição da produtividade.
• Na cultura da cana-de-açúcar a eventual fitotoxicidade se manifesta somente se aplicado sobre a cana germinada, e
nestas circunstâncias através da necrose das pontas das folhas presentes durante a aplicação.
• Na cultura do sorgo, os sintomas são de enrolamento das folhas, amarelecimento e inibição no crescimento.
• Na cultura da Aveia, Cevada, Centeio, Trigo e Triticale a fitotoxicidade somente ocorre em situações drásticas, altas
doses aliadas à alta pluviosidade em solos mais arenosos, e nestes casos manifesta-se pela descoloração das folhas
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das culturas, com posterior recuperação, não causando diminuição da produtividade.
Outras restrições a serem observadas:
Não aplicar o ESBRILHA em solos mal preparados, com torrões ou em solos secos.
No sistema de plantio direto, não aplicar nas áreas mal dessecadas ou nas áreas com reinfestações de plantas
infestantes. Deve-se efetuar aplicação com operação de manejo.
• Nas culturas de Amendoim, Canola, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Girassol, Grão-de-bico e Lentilha, não
ultrapassar a dose do ESBRILHA a 1,25 litros/ha.
• Nas culturas de Amendoim, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Grão-de-bico e Lentilha efetuar testes prévios de
seletividade antes da aplicação.
• ESBRILHA não é recomendado nos campos de produção de sementes de milho, devido à maior sensibilidade deste
material (híbrido simples, linhagens). Sua utilização será viável somente através de testes prévios.
• Nas altas densidades de infestação de algumas monocotiledôneas que germinam em diferentes fluxos (Capim-
marmelada, Capim-carrapicho, Capim-braquiária), os tratamentos pré-emergentes com ESBRILHA poderão vir a requerer
um complemento com pós emergente, dependendo das condições climáticas após aplicação.
• Na cultura do sorgo não aplicar ESBRILHA se as sementes não forem tratadas com o protetor/adjuvante.
• Em Plantas Ornamentais efetuar testes prévios de seletividade antes da aplicação.
TOLERÂNCIA DA CULTURA/SELETIVIDADE:
ESBRILHA mostra-se bastante seletivo às culturas indicadas, nas respectivas doses e sistemas de cultivo
recomendados.
Deve-se atentar, entretanto, para os aspectos relacionados com a profundidade de plantio das culturas. Eventualmente
falha na seletividade poderá ocorrer como consequência de plantios rasos (superficiais). Atentar também para as
variedades indicadas e o tipo de solo, de forma a assegurar a seletividade do produto.
Nas culturas de Algodão, Amendoim, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Feijão-fava, Grão-de-bico e Lentilha devem-se aplicar
ESBRILHA logo após a semeadura, ou no máximo 1 dia depois, com o que se obtém maior segurança na sua utilização.
Ainda no caso da cultura de algodão, a aplicação pode ser feita em pré-emergência da cultura ou no esquema
sequencial.
A planta de milho é tolerante ao produto até a fase de charuto, e a soja até o estádio de palito de fósforo (com os
cotilédones fechados).
A planta da cana-de-açúcar, todavia, apresenta boa tolerância mesmo após germinada em qualquer estádio de
desenvolvimento.
Para a cultura da Aveia, Cevada, Centeio, Trigo e Triticale recomenda-se a semeadura com boa cobertura da semente
pelo solo, a uma profundidade mínima de 3 cm. Deve-se avaliar a tolerância de novas variedades das culturas acima
antes de aplicar o herbicida ESBRILHA.
Para a cultura da Batata recomenda-se a semeadura com boa cobertura da semente pelo solo.
Para as culturas da batata-doce, batata-Yacon, cará, cenoura, gengibre, inhame e mandioquinha-salsa recomenda-se a
semeadura com boa cobertura da semente pelo solo.
Para as culturas Batata-doce, Batata-Yacon, Cará, Cenoura, Gengibre, Inhame e Mandioquinha-salsa, antes de realizar a
aplicação, recomenda-se aplicar o produto previamente, em uma pequena área, para confirmação de seletividade sobre
as variedades.
Para a modalidade de aplicação em pós-emergência da cultura da soja recomenda-se aplicações após o 1º trifolio da
cultura. Além disso, recomenda-se não utilizar óleo ou adjuvante.
ESBRILHA não pode ser aplicado sobre plantas germinadas de feijão, girassol, canola e algodão (exceto no caso
da aplicação sequencial), devido à maior sensibilidade destas espécies, principalmente na fase inicial de
emergência.
A cultura do sorgo é tolerante ao ESBRILHA somente quando as sementes são tratadas com o
protetor/adjuvante. O produto deve ser aplicado logo após a semeadura, em pré Emergência, no máximo 1 dia
após, em área total e em aplicação única.
AVISO AO USUÁRIO:
O produto deve ser utilizado de acordo com as recomendações da bula/rótulo. A RAINBOW DEFENSIVOS AGRÍCOLAS
LTDA. não se responsabilizará por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado
especificamente na bula/rótulo. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos
associados ao uso não recomendado.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de
plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados herbicidas com diferentes
mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a
rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores
esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.
GRUPO K3 HERBICIDA
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. controle manual ou mecânico, como roçadas, capinas, etc.)
dentro do programa de manejo integrado de plantas daninhas, quando disponível.
MINISTÉRIO DA SAUDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de
animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure
rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de
crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas,
avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza,
conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES NO PREPARO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidro-repelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2 (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe
P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio ou
preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo aplicado o
produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas também entrem em
contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas
passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro
combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe e luvas de nitrila;
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do
método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
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PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o final do
período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do
término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante
a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente
com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe,
óculos, botas, macacão hidrorrepelente, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente protegida.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do
método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula,
folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito
ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo
menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lentes de contato, deve-se retirá-las.
Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, tec.) contaminados e lave
a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Se o intoxicado parar de
respirar, aplique imediatamente respiração artificial e providencie assistência médica de urgência.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
Nocivo se ingerido
Pode ser nocivo em contato com a pele
ATENÇÃO
Pode ser nocivo se inalado
Provoca irritação ocular grave
INTOXICAÇÕES POR ESBRILHA
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico S-metolacloro: CLOROACETANILIDA
Solvente Nafta: Hidrocarboneto Aromático
Classe toxicológica CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
Vias de exposição Oral e dérmica
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S-metolacloro: S-Metolachlor é absorvido extensamente após ser administrado via oral. Estudos
de laboratórios em ratos indicam que a absorção através da pele é moderada. As principais vias
de excreção são a urina e fezes.
Solvente Nafta: Estudos conduzidos com ratos mostraram que os produtos derivados do
Toxicocinética petróleo, por serem extremamente lipossolúveis, atravessam as membranas celulares.
Apresentam boa absorção pela via inalatória, atravessando a membrana alveolar e atingindo a
corrente sanguínea, sendo difundido para todo o organismo, incluindo o Sistema Nervoso Central.
A absorção pelo trato gastrintestinal é pequena. Os hidrocarbonetos aromáticos são
metabolizados no fígado por oxidação e posteriormente conjugados com a glicina. Os derivados
conjugados são eliminados pela urina e pelas fezes.
S-metolacloro: Desconhece-se o mecanismo de toxicidade em humanos.
Toxicodinâmica
Solvente Nafta: Depressor do sistema nervoso central.
S-metolacloro: O contato do produto com os olhos ou pele pode resultar em irritação. Não há
dados de toxicidade aguda em humanos após a ingestão do produto, portanto desconhecem-se os
sintomas clínicos de toxicidade.
Sintomas e sinais Solvente Nafta: Irritação da pele e mucosas, causando vermelhidão, ressecamento e dermatite de
contato. Em contato com os olhos, pode causar irritação e dor. A inalação de vapores pode causar
clínicos
irritação do trato respiratório, tosse, dispneia, tontura e dores de cabeça. A ingestão pode causar
irritação do trato gastrointestinal, dor abdominal, náusea, vômito e diarreia. A aspiração pode
causar pneumonite química. Exposição crônica pode desenvolver reações hematológicas,
hepatológicas, renais, neuropsiquiátricas e neurológicas. Podem causar depressão do Sistema
Nervoso Central em caso de exposições agudas.
Devido à ausência de sintomatologia específica, o diagnóstico deve estar baseado somente na
Diagnóstico história da ingestão do produto. Não foram desenvolvidos métodos analíticos para determinar a
presença de produtos metabólicos em fluidos biológicos humanos para obter diagnósticos
definitivos.
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Antídoto: não existe antídoto específico.
As medidas gerais de tratamento devem estar orientadas a interromper/suspender a fonte de
exposição ao produto, descontaminação gastrointestinal e proteção das vias respiratórias, para
evitar aspiração de conteúdo gástrico.
Exposição Oral:
A) O tratamento é sintomático e de suporte.
B) Lavagem gástrica: considere após a ingestão de uma grande quantidade do produto
potencialmente perigosa à vida, caso possa ser realizada logo após a ingestão (geralmente
dentro de 1 hora). Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível
diminuindo de consciência em pacientes não intubados, após ingestão de produtos corrosivos,
hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou
perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
C) Carvão ativado
1) O carvão ativado se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica
deles, se administrado logo após a ingestão.
2) O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram ácidos ou bases fortes.
O benefício do carvão ativado também não é comprovado em pacientes que inoeriram
substâncias irritantes, onde ele pode obscurecer os achados endoscópicos, nos casos em que o
procedimento é necessário.
3) Carvão ativado: administre uma suspensão de carvão ativado em água (240mL de água/30g
Tratamento de carvão). Dose usual: 25 a 1 OOg em adultos/adolescentes; 25 a 50g em crianças de 1 a 1 2
anos; e 1 g/Kg em crianças com menos de 1 ano. E mais efetivo quando administrado dentro de
uma hora após a ingestão do agrotóxico.
D) Irritação
Observe os pacientes que ingeriram a substância quanto a possibilidade de desenvolvimento de
irritação ou queimadura gastrintestinal ou esofágica. Se estiverem presentes sinais ou sintomas
de irritação ou queimadura esofágica, considere a endoscopia para determinar a extensão do
dano.
Exposição inalatória:
Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto às alterações respiratórias. Se ocorrer
tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto à irritação no trato respiratório, bronquite ou
pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos
com 2 - agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular:
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina ao 0,9%
à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento
ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica:
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O
paciente deve ser encaminhado para tratamento específico, se a irritação ou dor persistirem.
Contraindicações A indução de vômito é contra indicada em razão do risco de aspiração pulmonar e de pneumonite
química.
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento, ligue
para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
ATENÇÃO Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS). Notifique no
Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800-701 0450
Endereço Eletrônico da Empresa: http://www.rainbowagro.com.br/
Correio Eletrônico da Empresa: rainbowbrasil@rainbowagro.com
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Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide quadro acima, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
DL50 oral em ratos: > 300 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinado nas condições do teste
Irritação/Corrosão cutânea: Não irritante. O item de teste aplicado a pele de coelho causou eritema em todos os animais
tratados. Esse sinal foi revertido no Dia 7 após o tratamento em todos os animais. Não foi observado sinais de edema em
nenhum dos animais tratados.
Irritação ocular (coelhos): Levemente irritante. O item de teste aplicado no olho de coelhos causou sinais de vermelhidão
conjuntival, quemose e leve opacidade da córnea. Todos os sinais clínicos observados foram revertidos em 14 dias em
todos os animais tratados.
Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.
Mutagenicidade: O produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de Ames)
nem no teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
- Toxicidade crônica em animais de laboratório: para o produto técnico administrado, em várias doses, em ratos, cães e
camundongos, em diversos experimentos, foi possível o estabelecimento de dose de não efeito tóxico observado.
- Resultados de estudos de longo prazo com animais de laboratório (camundongos) não revelaram efeitos crônicos
adversos, quando administrado nos níveis de 1 .000 ppm (1 mg/Kg) de peso corpóreo.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( x ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir
principalmente águas subterrâneas;
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (algas);
• Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamentos com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a
contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros
de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros
de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA
ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento
de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa Rainbow Defensivos Agrícolas Ltda. - telefones de
emergência: (11) 3526-3526 e SUATRANS - CECOE: 0800 117 2020.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável ou hidrorrepelente, luvas e botas de
borracha, óculos de segurança e máscara com filtro).
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- Em caso de derrame, estanque o escoamento, impedindo que o produto atinja bueiros, drenos ou corpos d’água e
siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque
em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso,
consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em
um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa regis-trante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental
mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das
proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para
evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL - LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de Proteção
Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento,
adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante
30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem dever ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para a lavagem sob pressão, adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque
de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato
de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa,
em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva, e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário,
ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o
produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada
a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a
devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado,
ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E
RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone
indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados
com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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