Equip Plus
Bayer S.A. - São Paulo/ SP
Herbicida
foramsulfurom (sulfoniluréia) (300 g/kg) + Iodossulfurom-Metílico-Sódico (sulfoniluréia) (20 g/kg)
Informações
Número de Registro
11401
Marca Comercial
Equip Plus
Formulação
WG - Grânulos Dispersíveis em Água
Ingrediente Ativo
foramsulfurom (sulfoniluréia) (300 g/kg) + Iodossulfurom-Metílico-Sódico (sulfoniluréia) (20 g/kg)
Titular de Registro
Bayer S.A. - São Paulo/ SP
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Seletivo condicional de ação sistêmica
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Milho
Amaranthus retroflexus
bredo (5); caruru (4); caruru-gigante
Milho
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Milho
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Milho
Commelina benghalensis
marianinha (1); mata-brasil (1); trapoeraba (1)
Milho
Desmodium tortuosum
carrapicho (4); carrapicho-beiço-de-boi (2); desmodio
Milho
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Milho
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Milho
Euphorbia heterophylla
amendoim-bravo; café-do-diabo; flor-de-poetas
Milho
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Milho
Ipomoea purpurea
campainha (9); corda-de-viola (10); corriola (8)
Milho
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Milho
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Conteúdo da Bula
Equip Plus®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 011401
COMPOSIÇÃO:
1-(4,6-dimethoxypyrimidin-2-yl)-3-[2-(dimethyl carbamoyl)-5-formamidophenyl sulfonyl]urea
(FORANSULFUROM) .....................................................................................................300 g/kg (30% m/m)
methyl 4-iodo-2-[3-(4-methoxy-6-methyl-1,3,5-triazin-2-yl)ureidosulfonyl] benzoate, sodium salt
(IODOSSULFUROM-METÍLICO-SÓDICO) ........................................................................20 g/kg (2% m/m)
Outros Ingredientes ........................................................................................................680 g/kg (68% m/m)
GRUPO B HERBICIDA
GRUPO B HERBICIDA
CLASSE: Herbicida Seletivo do grupo químico Sulfonilureia
FORMULAÇÃO: Grânulos dispersíveis em água (WG)
TITULAR DO REGISTRO (*): Bayer S.A.
Rua Domingos Jorge, 1.100 - CEP: 04779-900 - São Paulo/SP - CNPJ: 18.459.628/0001-15
Registrada na Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo sob nº 663
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTES DO PRODUTO TÉCNICO:
FORANSULFUROM:
Foramsulfuron Técnico – Registro MAPA Nº 00802 - Bayer AG, Industriepark Höchst - 65926 - Frankfurt –
Alemanha/ Arxada AG - Valais Works CH-3930, Visp – Suiça
IODOSSULFUROM-METÍLICO SÓDICO:
Iodosulfuron Técnico - Registro MAPA Nº 00401 - Bayer AG, Industriepark Höchst - 65926 - Frankfurt –
Alemanha/ Arxada AG - Valais Works CH-3930, Visp - Suiça
FORMULADORES:
Bayer AG - Industriepark Höchst - 65926 - Frankfurt – Alemanha/ Bayer S.A. - Estrada da Boa Esperança,
650 – Bairro Bom Pastor - CEP: 26110-120 - Belford Roxo/RJ - CNPJ: 18.459.628/0033-00 - Número do
cadastro no INEA - LO nº IN02313232.
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA- SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Lote, Data de Fabricação, Data de Vencimento: Vide embalagem
PESO LÍQUIDO: VIDE RÓTULO
Indústria Brasileira (Dispor esta frase quando houver processo fabril em território nacional)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: III - PRODUTO PERIGOSO AO MEIO
AMBIENTE
INSTRUÇÕES DE USO:
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Equip Plus® é um herbicida pós-emergente seletivo utilizado no controle na pós-emergência
das plantas infestantes na cultura de Milho.
PLANTAS INFESTANTES DOSES
CULTURA
Nome Comum Nome Científico g p.c./ha g i.a./ha
Capim-marmelada, Brachiaria plantaginea
Capim-papuã
Capim-colchão Digitaria horizontalis
Caruru Amaranthus retroflexus
Guanxuma Sida rhombifolia
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica
Trapoeraba Commelina benghalensis (36 + 2,4)
Milho Corda-de-viola lpomoea purpurea 120 - 150 (45 + 3,0)
Amendoim-bravo, Euphorbia heterophylla
Leiteira
Picão-preto Bidens pilosa
Desmodio Desmodium tortuosum
Picão-branco Galinsoga parviflora
Beldroega Portulaca oleracea
p.c. = produto comercial i.a. = ingrediente ativo
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Milho: A aplicação deverá ocorrer na pós-emergência da cultura do milho e das plantas
infestantes, quando a cultura apresentar-se com 2 a 6 folhas e entre 10 a 25 cm de altura.
As plantas infestantes deverão estar no estádio de 2 a 6 folhas no caso das dicotiledôneas e
entre 1 folha até 1 perfilho para as gramíneas, devendo-se utilizar a dose maior quando as
plantas infestantes estiverem mais desenvolvidas.
Frequência de Aplicação: Uma única aplicação na grande maioria das vezes é suficiente para
o controle das ervas infestantes durante todo o ciclo da cultura de milho.
MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicar o produto na pós-emergência das plantas infestantes, com auxílio de pulverizadores
terrestres manuais costais, tratorizados ou aeronaves agrícolas. No momento da aplicação, o
milho deverá estar com 2 a 6 folhas e altura de 10 a 25 centímetros.
Para uma melhor distribuição e absorção do produto pelas plantas, é necessária a adição do
espalhante adesivo HOEFIX à calda de aplicação conforme recomendação do fabricante.
Utilizar pulverizadores terrestres manuais costais ou tratorizados dotados de barra com bico de
jato cônico ou jato plano (leque) da série 80.02, 80.03, 110.02, 110.03, a uma vazão de 200 a
300 litros de calda por hectare, ou aeronaves agrícolas com uma vazão entre 30 a 50 litros de
calda por hectare. Atentar para as condições climáticas, observando principalmente a Umidade
Relativa do ar que deverá estar acima de 60%, temperatura no momento da aplicação inferior
a 28°C e a velocidade do vento inferior a 10 km/h, visando reduzir ao máximo as perdas por
evaporação.
Aplicação terrestre:
Pulverização sobre plantas, formando uma cobertura uniforme, utilizar pulverizadores
terrestres, costais ou mecanizados, equipados com bico cônico ou leque. A pulverização deve
ser a volume normal, usando-se pressão do pulverizador ao redor de 60 a 120 lb/pol2, o que
corresponde a uma vazão de 200 a 300 litros de água por hectare.
Obs.: No caso de outros equipamentos, estes devem proporcionar boa cobertura de
pulverização das plantas infestantes.
Aplicação aérea:
Equip Plus® deve ser aplicado com um volume de calda de 30 a 50 litros/ha, através de
aeronaves agrícolas com barra equipada com bicos tipo cônico (D8 ou D1O, core 44 a 46), com
altura de voo de 4-5m do alvo a ser atingido, e largura de faixa de deposição efetiva de 15m.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Milho ........................................................................................................... 60 dias
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INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Recomenda-se aguardar o completo secamento do produto sobre as folhas das plantas
atingidas. Aguardar pelo menos 24 horas. Evitar sempre que possível que pessoas alheias ao
trato com a cultura e animais domésticos circulem pela área tratada.
LIMITAÇÕES DE USO:
- O produto não promove efeitos negativos quando utilizado dentro das instruções de uso.
- Como se trata de um produto aplicado na pós-emergência os melhores resultados são obtidos
quando as plantas infestantes se apresentam em condições favoráveis de desenvolvimento.
- Equip Plus® é seletivo para a maioria dos híbridos e variedades existentes no mercado,
entretanto alguns materiais apresentam reação moderada ao produto, pelo que se
recomenda consultar a “Lista de Híbridos e Variedades Recomendadas para Tratamento com
o Equip Plus®”, junto a um Engenheiro Agrônomo ou a seu fornecedor de produtos local.
- Respeitar um intervalo de 7 dias antes ou após a aplicação do Equip Plus® para utilização
de inseticidas organofosforados.
- Não utilizar Equip Plus® caso tenha sido utilizado o produto Counter (Terbufós) no sulco de
plantio para controle de pragas de solo.
- Respeitar a utilização do Equip Plus® nos cultivares recomendados pela empresa conforme
divulgação.
- Algumas plantas infestantes não morrem por secamento total, mas sofrem ação de retenção
no crescimento, tornando-se amareladas e deformadas, permanecendo assim até o final do
ciclo da cultura, sem competir com o milho.
- Evite sobreposições de barra, pois isso acarretará um aumento de dose do produto, que
poderá trazer injúrias às plantas de milho.
- É necessária a adição do espalhante adesivo HOEFIX na calda de pulverização conforme
recomendação do fabricante.
- A Bayer não possui dados técnicos que suportem a aplicação deste produto via aeronaves
remotamente pilotadas (drones).
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANS-PORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
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• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distinto do Grupo B (Sulfonilureia) para o
controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
(SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas
aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA:
www.agricultura.gov.br).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
• Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas
das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, avental impermeável, máscara
com filtro mecânico classe P1, óculos de segurança com proteção lateral e luvas resistentes
a produtos químicos.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
EQUIP PLUS_BULA_15.03.2024
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em
que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que
outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas
das calças por cima das botas, botas de borracha com meias, máscara com filtro mecânico
classe P1, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas resistentes a
produtos químicos.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter
os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após
a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de
algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do
punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha com meias,
óculos de segurança com proteção lateral e luvas resistentes a produtos químicos.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, máscara e luvas.
• A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente
protegida.
ATENÇÃO Pode ser nocivo se ingerido
Nocivo se inalado
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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência
levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do
produto.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante por menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso use lente de contato, deve-se
retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio,
anéis, etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR EQUIP PLUS
INFORMAÇÕES DE ORDEM MÉDICA
As informações contidas na tabela abaixo são de uso exclusivo de profissionais da saúde. Os
procedimentos descritos devem ser executados somente em local apropriado (hospital, centro
de saúde, etc.).
Grupo químico Foransulfurom e Iodossulfurom-metílico-sódico: sulfonilureia
Classe toxicológica CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
Vias de exposição Oral, dérmica, inalatória e ocular.
Foransulfurom:
Em estudo realizado por via oral, a absorção de Foransulfurom foi
de 20%. A concentração plasmática máxima foi atingida em 0,5-1
hora em doses baixas e em 4 horas em doses altas e o tempo de
meia-vida no plasma foi de 5,4-18,5 horas e 2,4-2,9 horas,
respectivamente. Inicialmente foi amplamente distribuído; com
resíduos mais altos às 30 horas após a aplicação no fígado e nos
rins (dose baixa) e na tireoide, suprarrenais, fígado, gônadas e
olhos nas fêmeas (dose alta); os níveis foram geralmente baixos às
72 horas. Não houve evidência de bioacumulação. A excreção foi
rápida e extensa, com ≥ 95% em 48 horas (sendo 5,6% via urina,
89,6% via fezes, na dose baixa). O metabolismo da substância foi
limitado, >75% do Foransulfurom foi excretado inalterado. Em
Toxicocinética
estudo in vitro, foi constatado que o metabolismo da fase I não está
envolvido na biotransformação do Foransulfurom nos microssomas
de fígado de ratos e humanos; nenhuma diferença de espécie foi
observada.
Iodossulfurom-metílico-sódico:
Após exposição por via oral em ratos e cães, o produto foi
rapidamente e quase completamente absorvido e excretado pela
urina e fezes. A maior parte da radioatividade foi eliminada dentro
de 48 horas e a eliminação foi quase completa em 72 horas após a
administração. A absorção, cinética plasmática e eliminação foram
comparáveis em ratos e cães. Não houve evidência de potencial
acumulativo, a radioatividade detectada nos principais órgãos foi
muito pequena. Nos estudos de metabolismo, a maior parte da
EQUIP PLUS_BULA_15.03.2024
radioatividade foi excretada como composto inalterado em ratos e
cães. O composto foi metabolizado em mamíferos por hidrólise do
metil éster da função ácido benzoico e por o-demetilação na 1,3,5-
triazina. Outras rotas metabólicas também são possíveis, mas são
de menor importância. Os metabólitos identificados em cães foram
os mesmos encontrados em ratos. A absorção dérmica em ratos
usando um produto formulado simulando as condições de aplicação
foi muito baixa (aproximadamente 1%).
Toxicodinâmica O mecanismo exato de toxicidade nos humanos não é conhecido.
Produto formulado:
Exposição Oral: em estudo realizado em animais de
experimentação (ratos) observou-se postura encurvada, marcha
instável, letargia, respiração anormal, pálpebras parcialmente
fechadas, aumento da lacrimação e extremidades frias.
Exposição Inalatória: em estudo realizado em animais de
Sintomas e sinais experimentação (ratos) observou-se postura curvada, piloereção,
clínicos marcha instável e respiração anormal.
Exposição Dérmica: em estudo realizado em animais de
experimentação (coelhos) observou-se eritemas reversíveis em 96
horas.
Exposição Ocular: em estudo realizado em animais de
experimentação (coelhos) observou-se hiperemia, quemose e
secreção reversíveis em 72 horas.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
Diagnóstico
ocorrência de quadro clínico compatível.
EQUIP PLUS_BULA_15.03.2024
Lavar todas as áreas contaminadas com grande quantidade de
água.
Realizar tratamento sintomático e medidas de suporte de acordo
com os sinais clínicos apresentados para manutenção dos sinais
vitais.
Lave a boca com leite ou água. No caso de ingestões menores, a
irrigação oral e diluição podem ser os únicos procedimentos
necessários. Considere a descontaminação gastrointestinal apenas
após ingestões consideráveis. A êmese não é recomendada,
contudo o vômito espontâneo pode ocorrer.
Carvão ativado: administre carvão ativado (240 mL de água/ 30 g
de carvão ativado). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/
adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em
crianças com menos de 1 ano de idade. Pacientes com intoxicação
por via oral devem ser observados cuidado quanto ao possível
desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esôfago ou trato
gastrointestinal. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de
Tratamento irritação ou queimaduras no esôfago, considere a endoscopia para
determinar a extensão do dano. Reidrate o paciente que estiver
perdendo fluidos através de vômito e diarreia.
Após exposição pela via inalatória, remova o paciente para um local
arejado. Cheque as alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou
dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato
respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie
na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas
beta 2 via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
Em caso de exposição pela via ocular, lave os olhos expostos com
quantidades copiosas de água ou salina a 0,9%, à temperatura
ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser
encaminhado para tratamento específico.
Em caso de exposição pela via dérmica, remova as roupas
contaminadas e lave a área exposta com água e sabão.
O profissional da saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas
e avental impermeáveis
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de
Contraindicações aspiração, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve
ser evitado.
Efeitos das
Não são conhecidos.
interações químicas
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o
caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
ATENÇÃO
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: BAYER S.A. 0800-701-
0450
Centro de informações toxicológicas: 0800-410148 (PR)
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS:
DL50 Oral em ratos: 3479 mg/kg
DL50 cutânea em ratos: > 5000 mg/kg
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CL50 Inalatória em ratos: > 4,69 mg/L
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: O produto causou eritemas reversíveis em 96 horas.
Corrosão/Irritação Ocular em coelhos: O produto causou hiperemia, quemose e secreção
reversíveis em 72 horas.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante à pele.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS:
FORANSULFUROM:
Com base nos estudos disponíveis in vitro e in vivo, o foransulfurom foi considerado improvável
de ser genotóxico em humanos. Em estudos conduzidos em animais de laboratório, foram
observados efeitos nos epidídimos (espermatozoides reduzidos ou ausentes), astrocitoma
maligno e linfomas e, adenomas de células foliculares da tireoide. Os efeitos observados na
hipófise, tireoide e epidídimo não foram considerados endócrinos. Em estudos de toxicidade
para o desenvolvimento, foi observada toxicidade materna em coelhos em doses baixas, porém,
não foi observado toxicidade em nenhuma dose em ratos e em doses mais altas em coelhos.
IODOSSULFUROM-METÍLICO-SÓDICO:
Estudos de genotoxicidade realizados in vitro e in vivo revelam que o produto não é genotóxico.
Em estudos conduzidos em animais de laboratório, o composto não apresentou potencial
carcinogênico, efeitos adversos na reprodução, fertilidade, acasalamento, desenvolvimento,
maturação ou malformações nos filhotes. Após exposição repetida a doses elevadas, foram
observadas alterações hematológicas ou no fígado.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente
(CLASSE I) ( ) Muito Perigoso ao Meio
Ambiente (CLASSE II)
(X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
EQUIP PLUS_BULA_15.03.2024
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 -1 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); (Parte 1: Armazenamento em armazéns
industriais, armazéns gerais ou centros de distribuição) demais casos, consultar a parte
específica da norma (Parte 2: Armazenamento comercial em distribuidores e cooperativas; Parte
3: Armazenamento em propriedades rurais ou Parte 4: Armazenamento em laboratórios).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER S.A. através do Telefone de
Emergência: 0800-0243334.
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente
lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste
caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e
destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado, recolha
este material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado.
• Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ
QUÍMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos.
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume.
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- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos.
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador.
- Faça esta operação três vezes.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamento de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador.
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água.
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos.
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
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EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada com a sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre,
o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo e ainda esteja dentro do seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
EQUIP PLUS_BULA_15.03.2024
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre,
o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde
das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para esse tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica,
bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas,
animais, rações, medicamentos e outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL.
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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