Engeo
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. São Paulo/SP
Inseticida
cipermetrina (piretróide) (220 g/L) + tiametoxam (neonicotinóide) (110 g/L)
Informações
Número de Registro
2402
Marca Comercial
Engeo
Formulação
EG - Grânulos Emulsionáveis
Ingrediente Ativo
cipermetrina (piretróide) (220 g/L) + tiametoxam (neonicotinóide) (110 g/L)
Titular de Registro
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. São Paulo/SP
Classe
Inseticida
Modo de Ação
Sistêmico de contato e ingestão
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Altamente Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Milho
Dichelops melacanthus
Percevejo-barriga-verde
Soja
Euschistus heros
Percevejo-marrom
Soja
Nezara viridula
Fede-fede; Percevejo-verde
Soja
Piezodorus guildinii
Percevejo-pequeno; Percevejo-verde-pequeno
Conteúdo da Bula
ENGEO
Bula completa – 17.07.2025
Logomarca do produto
ENGEO®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 02402.
COMPOSIÇÃO:
3-(2-chloro-1,3-thiazol-5-ylmethyl)-5-methyl-1,3,5-oxadiazinan-4-ylidene(nitro)amine
(TIAMETOXAM): ………………………………………………………….…...110 g/L (11% m/v)
(RS)-α-cyano-3-phenoxybenzyl (1RS,3RS; 1RS,3SR)-3-(2,2-dichlorovinyl)-2,2-
dimethylcyclopropane carboxylate (CIPERMETRINA): …………………...220 g/L (22%
m/v) Outros Ingredientes:…........................................................………….......820 g/L
(82% m/v)
GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: INSETICIDA SISTÊMICO, DE CONTATO E INGESTÃO
GRUPO QUÍMICO: NEONICOTINÓIDES (TIAMETOXAM) E PIRETROIDES
(CIPERMETRINA)
TIPO DE FORMULAÇÃO: CONCENTRADO EMULSIONÁVEL (EC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - Rua Doutor Rubens Gomes Bueno, 691 – Torre
Sigma, CEP: 04730-000, São Paulo/SP, Brasil, Fone: (11) 5643-2322, CNPJ:
60.744.463/0001-90 – Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 001.
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
THIAMETHOXAM TÉCNICO – Registro MAPA nº 09898:
Deccan Fine Chemicals (India) Private Limited – Survey Number -28/1-A - Santa Monica
Works – Corlim - Ilhas Goa 403 110 - Índia.
Viakem S.A. de C.V. – Unidad Químicos Finos - Av. Manuel L. Barragán y Lerdo de Tejada,
Zona Industrial, 66450, San Nicolás de los Garza, Nuevo León, México.
Bharat Rasayan Ltd. - Plot No. 42/4, Amod Road, GIDC, Dahej District, Bharuch, Gujarat,
392130 - Índia.
Changqing (Hubei) Biotechnology Co., Ltd. - No.6, Majiapu Road Tianjiahe area
Yaojiagang Chemical, Industrial Park, Yichang City, Hubei, China.
Handan Ruitian Pesticide Co., Ltd. - No. 1, South of Weiliu Road, Schangcheng, Industrial
Zone, Cheng’an district, Handan Hebei province, China.
Hebei de Rich Chemical Co., Ltd. - No. 1, Road No. 1, New Industrial Zone, Gaocheng
District, Shijiazhuang, Hebei Province, China.
Shandong Hailir Chemical Co., Ltd - Lingang Industrial Zone, Coastal Econ.
Developement Zone, Weifang, Shandong, China.
CYPERMETHRIN TÉCNICO ICI – Registro MAPA nº 308188:
Syngenta Crop Protection AG – Cold Creek Plant. Highway 43, North, 21 Mile Marker. PO
Box 32 – Alabama – EUA.
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CIPERMETRINA TÉCNICO OURO FINO – Registro MAPA nº 00414:
Heramba Industries Limited
Plot Nº 1505/06 – Phase III – Vapi – Dist. Valasad – 396195, Gujarat – Índia
CIPERMETRINA TAGROS TÉCNICO – Registro MAPA n° 8812:
Tagros Chemicals India Private Limited - A4/1&2 Sipcot Industrial Complex
Pachayankuppam, 607 005, Cuddalore, Tamil Nadu, Índia.
FORMULADOR:
Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. – Rodovia Professor Zeferino Vaz - SP 332, s/nº,
km 127,5 – Bairro Santa Terezinha – CEP: 13148-915 – Paulínia/SP – Brasil - CNPJ:
60.744.463/0010-80 – Fone: (19) 3874-5800 - Cadastro na SAA/CDA/SP sob nº 453.
“O nome do produto e o logo Syngenta são marcas de uma companhia do grupo Syngenta”.
No do Lote ou da Partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA
AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo fabril no Brasil, conforme
previsto no Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE I –
PRODUTO ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da Faixa: FAIXA AZUL – PMS Blue 293 C
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INSTRUÇÕES DE USO:
PRAGAS DOSE DE VOLUME NÚMERO, INÍCIO, ÉPOCA E
CULTURAS NOME COMUM NOME PRODUTO DE CALDA INTERVALO DE
CIENTÍFICO COMERCIAL APLICAÇÃO
Milho Percevejo-barriga- Dichelops furcatus 200 –300 mL/ha 200 L/ha Controlar o percevejo em
verde (Aplicação planta recém emergidas (2-4
terrestre) folhas) assim que for notada
a presença da praga. Usar a
dose maior em infestações
mais altas ou em áreas com
histórico de ocorrência da
praga.
Percevejo-marrom Euschistus heros 220-250 mL/ha 150 – 250 Realizar levantamentos
L/ha populacionais a intervalos
(Aplicação regulares a partir do início da
formação das vagens. Em
terrestre)
áreas para produção
Percevejo-verde- 180-220 mL/ha
Piezodorus comercial, fazer a
pequeno
guildinii pulverização quando forem
Soja encontrados 2 percevejos
adultos ou 4 –5 ninfas
maiores que 0,5 cm por
Percevejo-verde- 180 -220 mL/ha metro linear (Ninfas a partir
da-soja Nezara viridula 10 - 30 L/ha do 3° ínstar). Em áreas para
(Aplicação produção de sementes, fazer
aérea) a pulverização quando a
população atingir 1 percevejo
adulto ou duas ninfas
maiores que 0,5 cm por
metro linear.
Para uma melhor eficiência
do produto, fazer a aplicação
no início da manhã ou no
final da tarde, evitando os
horários mais quentes do dia,
quando a exposição da praga
é menor. Em caso de haver
ninfas agrupadas em
colônias, (1° e 2° ínstar)
protegidas no interior da
folhagem, recomenda-se
fazer a reaplicação 5 – 7 dias
após a 1° aplicação, quando
estas ninfas já terão atingido
estágio adequado para o
controle.
Utilizar a dose maior em
situação de alta população
de adultos e ninfas de
primeiro ínstar acima do dano
preconizado para a cultura.
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MODO DE APLICAÇÃO:
Milho: Aplicação terrestre: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda
ao redor de 200 L/ha.
Soja: Aplicação terrestre: Utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda ao
redor de 150 – 250 L/ha.
Aplicação aérea:
Aplicação aérea do produto com a utilização de aeronaves (aviões ou helicópteros),
especializados e autorizados por órgãos oficiais competentes, obedecendo aos parâmetros
abaixo recomendados:
Equipamento de pulverização:
• Bicos hidráulicos do tipo “CÔNICO VAZIO” da série “D” com difusor “45”.
• Ângulo do jato à 135o ou 45o para trás ou
• Atomizador rotativo “MICRONAIR (AU-5000)” com ângulo das pás de hélice ajustados
em 65o.
• Diâmetro mediano de gotas (DMV) - Gotas médias - (200 a 400 µm).
• Cobertura no alvo, com densidade de gotas: 30 a 40 gotas/cm2.
Volume ou taxa de aplicação: ao redor de 10 - 30 L/ha.
Largura da faixa de aplicação:
• Aeronaves do tipo Ipanema, Cessna Agwagon ou Pawnee: 15 m.
• Aeronaves do tipo Trush ou Airtractor: 20 m.
• Aeronaves do tipo Dromader: 25 m.
• Altura do voo: 2 a 4 m acima do alvo, ajustado em função da velocidade do vento: Se o
vento tender para velocidades maiores, reduzir a altura de voo, se o vento tender para
velocidades menores, aumentar a altura de voo.
Condições metereológicas:
• Temperatura do ar: Abaixo de 30oC.
• Umidade relativa do ar: Acima de 55%.
• Velocidade do vento: Mínima de 3 km/h até 18 km/h.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto
deverá ser constantemente monitorado com termohigrômetro.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e
regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que
empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários.
Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última
aplicação e a colheita):
Culturas: Intervalo de segurança (dias)
Milho e Soja:................................30 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
No primeiro dia após a aplicação, não reentrar na área tratada sem Equipamento de Proteção
Individual.
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LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação
importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia
da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique,
antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas
tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos
no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador
e/ou importador.
Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de
Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas.
Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso
de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das
Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível
em locais de declive e o plantio direto.
Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
O produto não é fitotóxico para a cultura indicada na dose e condições recomendadas.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO
DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se
um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados
devido à resistência.
O inseticida ENGEO pertence aos grupos 4A (Moduladores competitivos de receptores
nicotínicos da acetilcolina - Neonicotinóides) e 3A (Moduladores de canais de sódio -
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Piretróides) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode
aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do ENGEO como uma ferramenta útil de manejo de
pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir,
retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 4A e 3A. Sempre
rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
Usar ENGEO ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um
“intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
Aplicações sucessivas de ENGEO podem ser feitas desde que o período residual
total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-
alvo.
Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações
permitidas. No caso específico do ENGEO, o período total de exposição (número
de dias) a inseticidas dos grupos químicos dos Neonicotinóides e Piretróides não
deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações
recomendadas na bula.
Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do ENGEO ou outros produtos
dos Grupos 4A e 3A quando for necessário;
Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis
das pragas a serem controladas;
Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP)
como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc.,
sempre que disponível e apropriado;
Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do
produto;
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na
aplicação de inseticidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da
Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada
de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, Controle biológico, manejo da irrigação
e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos,
orifícios e válvulas com a boca.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados, úmidos,
vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações
determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência
de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas
específicas de um profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos
na seguinte ordem: Macacão com tratamento hidrorepelente com mangas e calças
compridas; botas de borracha; avental impermeável; equipamento de proteção
respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2; óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual
(EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI
danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO / APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): Macacão com tratamento
hidrorepelente com mangas e calças compridas; botas de borracha; avental
impermeável; equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2
ou PFF2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de
proteção para produtos químicos.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na
área em que estiver sendo aplicado o produto.
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• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do
dia, respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir
que outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA
TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar
na área tratada com os produtos antes do término do intervalo de reentrada,
utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso
durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça
em áreas tratadas logo após a aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as
luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das
demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos
de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI):
macacão com tratamento hidrorepelente com mangas e calças compridas, luvas de
proteção para produtos químicos e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados
na seguinte ordem: Touca árabe, óculos de segurança com proteção lateral, avental
impermeável, botas de borracha, macacão com tratamento hidrorepelente com
mangas e calças compridas, luvas de proteção para produtos químicos e
equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2.
• A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e
devidamente protegida.
ATENÇÃO
Nocivo se ingerido
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PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência
levando a embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do
produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação
médica. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para
beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15
minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato,
deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio,
anéis etc.) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo
menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR ENGEO®
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Cipermetrina: Piretroide
Tiametoxam: Neonicotinoide
Classe
Categoria 4: Produto pouco tóxico
toxicológica
Vias de exposição
Oral, inalatória, ocular e dérmica. As exposições inalatória e dérmica são
consideradas as mais relevantes.
Toxicocinética Cipermetrina: Estudos em ratos demonstraram que a cipermetrina foi
parcialmente absorvida (50%), amplamente distribuída nos tecidos e
rapidamente excretada. Em ratos que receberam doses únicas de
cipermetrina ou alfa-cipermetrina pela via oral a 2 mg/kg p.c., as
concentrações máximas no sangue foram atingidas de 3 a 4 horas após
a administração; as maiores concentrações teciduais foram encontradas
na gordura (<1% da dose administrada) e pele, indicando acúmulo
nesses tecidos (meia-vida tecidual cipermetrina e alfa-cipermetina: 10-14
dias). Cinquenta a 75% dos compostos foram excretados pela urina, e,
em menor parte, pelo ar expirado e fezes; a eliminação foi praticamente
completa em até 72 horas. As vias metabólicas incluíram clivagem
hidrolítica da ligação éster e hidroxilação com clivagem da ponte de éter.
Os principais metabólitos identificados foram sulfato de 4‐OH‐PBA e
glucuronídeo de DCVA. Estudos de doses repetidas em ratos
confirmaram que a cipermetrina pode se acumular na gordura e pele,
atingindo platô após administração de 2 mg/kg p.c./dia por 4 semanas.
Tiametoxam: A substância foi rápida e completamente absorvida em
ratos tratados com tiametoxam radiomarcado em dose oral única de 0,5
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ENGEO
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ou 100 mg/kg p.c. O pico plasmático foi alcançado em 1-4 horas e os
maiores níveis teciduais identificados no fígado e sangue. A depleção dos
tecidos seguiu cinética de primeira ordem, com meia-vida de
aproximadamente 2 a 6 horas. Após sete dias, apenas 0,3% da dose
administrada permaneceu nos tecidos. Em ratos, cerca de 20-30% da
dose foi biotransformada, enquanto 70-80% foi eliminada como
tiametoxam inalterado. Em 24 horas, cerca de 90% da dose foi excretada
pela urina e cerca de 4% pela bile. Em camundongos, 30 a 60% da dose
foi biotransformada e eliminada principalmente pela urina; a eliminação
fecal foi responsável por cerca de 19%. Vinte e dois metabólitos foram
isolados e identificados nas excretas de ratos. O metabólito
quantitativamente mais importante foi o CGA 322704 (clotianidina), que
representou cerca de 10% da dose. A principal reação envolvida na
biotransformação do tiametoxam é a clivagem do anel de oxadiazina ao
composto de nitroguanidina correspondente.
Toxicodinâmica Cipermetrina: A cipermetrina é um inseticida e formicida piretroide tipo
II. Atua nos canais de sódio da membrana dos axônios de insetos e
mamíferos, mantendo-os abertos por mais tempo e prolongando
acentuadamente o tempo de despolarização. Como consequência, há
intoxicação por hiperexcitação do Sistema Nervoso Central. No entanto,
os mamíferos apresentam maior temperatura corpórea em relação aos
insetos, seus canais de sódio são menos sensíveis aos piretroides e há
extenso processo de metabolização - características que influenciam
diretamente sua toxicidade. Portanto, os piretroides são considerados
bem menos tóxicos para mamíferos.
Tiametoxam: Agonista do receptor nicotínico de acetilcolina em insetos.
Liga-se ao receptor da acetilcolina na membrana dos neurônios pós-
sinápticos, sem ser degradado pela acetilcolinesterase. Assim, ao abrir
os canais de sódio e permitir maior influxo deste íon na célula, causa
hiperatividade nervosa e colapso do sistema nervoso. O tiametoxam é
menos tóxico para o sistema nervoso de mamíferos devido a sua menor
afinidade pelos receptores nicotínicos dos vertebrados.
Sintomas e sinais Cipermetrina: Em indivíduos expostos ocupacionalmente a doses altas,
clínicos podem se desenvolver sintomas na pele dentro de 4-6 horas após a
exposição, com sintomas sistêmicos ocorrendo em até 48 horas.
Parestesia da pele facial pode ocorrer em aproximadamente 30 minutos
após a exposição e geralmente não dura mais de 24 horas quando a
exposição é encerrada. Após a ingestão, os sintomas iniciais podem
envolver o trato gastrointestinal de 10 a 60 min após a exposição.
Pacientes que sofrem de intoxicação oral aguda geralmente
desenvolvem sintomas digestivos importantes, como dor epigástrica,
náusea e vômito. Pacientes gravemente intoxicados podem apresentar
convulsões, coma ou edema pulmonar.
Tiametoxam: Em humanos, reações adversas relacionadas ao
Tiametoxam foram reportados como sintomas transitórios de rash
cutâneo, prurido, eritema e irritação dérmica.
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ENGEO
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As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos com
animais de experimentação tratados com a formulação à base de
cipermetrina e tiametoxam, ENGEO®:
Exposição oral: Em estudo de toxicidade aguda oral realizado em ratos,
os animais foram expostos às doses de 200, 1000 e 2000 mg/kg p.c. Na
dose de 200 mg/kg p.c., nenhum animal foi a óbito; na dose de 1000
mg/kg p.c., 2/10 animais foram a óbito e na dose de 2000 mg/kg p.c.,
todos os animais foram a óbito. Não foi observado nenhum sinal de
toxicidade sistêmica entre os animais expostos.
Exposição inalatória: Em estudo de toxicidade aguda inalatória realizado
em ratos, não foi observada mortalidade entre os animais expostos à
concentração de 5,80 mg/L. Apenas durante o período de exposição de 4
horas, foi observado agitação, dificuldade respiratória e salivação. Nos 14
dias seguintes, os animais não apresentaram sinais de toxicidade.
Exposição cutânea: Em estudo de toxicidade aguda dérmica realizado
em ratos, não foi observada mortalidade ou quaisquer sinais clínicos de
toxicidade sistêmica entre os animais expostos à dose de 2000 mg/kg
p.c. Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, os animais
apresentaram eritema (6/6 animais), reversível em 24 ou 48 horas. O
produto não foi classificado como irritante dérmico pelo GHS. O produto
não foi considerado sensibilizante dérmico em cobaias pelo teste de
Maximização modificado.
Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos,
os animais apresentaram vermelhidão (2/5 animais) e quemose (5/5
animais) na conjuntiva, além de secreção ocular (5/5 animais). Os sinais
foram reversíveis para todos os animais em até 48 horas. O produto não
foi classificado como irritante ocular pelo GHS.
Exposição crônica: Os ingredientes ativos dessa formulação não foram
considerados mutagênicos, teratogênicos ou carcinogênicos para seres
humanos. À luz dos conhecimentos atuais, não são considerados
desreguladores endócrinos e não interferem com a reprodução. Vide item
“efeitos crônicos” abaixo.
Diagnóstico O diagnóstico deve ser estabelecido por meio de confirmação de
exposição ao produto e pela presença de sintomas clínicos compatíveis.
Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda,
trate o paciente imediatamente.
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Tratamento Tratamento geral: Tratamento sintomático e de suporte de acordo com
o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Atenção especial
deve ser dada ao suporte respiratório.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea,
frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal).
Estabelecer via endovenosa. Atenção especial para parada
cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias cardíacas. Avaliar estado de
consciência do paciente.
Medidas de descontaminação: Realizar a descontaminação para limitar
a absorção e os efeitos locais.
Exposição oral: Em casos de ingestão de grandes quantidades do
produto proceder com:
- Carvão ativado: Na dose usual de 25-100 g em adultos e 25-50g em
crianças de 1-12 anos, e 1g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água,
na proporção de 30g de carvão ativado para 240 mL de água. É mais
efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande
quantidade do produto (geralmente dentro de 1 hora), porém na maioria
dos casos não é necessária. Atentar para nível de consciência e proteger
vias aéreas do risco de aspiração com a disposição correta do tubo
orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou por intubação
endotraqueal com cuff.
ATENÇÃO: Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses do produto,
podem aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar
o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Nunca dê algo por via
oral para uma pessoa inconsciente, vomitando, com dor abdominal
severa ou dificuldade de deglutição.
Exposição Inalatória: Remover o paciente para um local seguro e
arejado, fornecer adequada ventilação e oxigenação. Monitorar
atentamente a ocorrência de insuficiência respiratória. Se necessário,
administrar oxigênio e ventilação mecânica.
Exposição dérmica: Remover roupas e acessórios, proceder a
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vítima
para local ventilado. Se houver irritação ou dor o paciente deve ser
encaminhado para tratamento.
Exposição ocular: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos,
todos os animais apresentaram vermelhidão (3/3 animais) e quemose
(3/3 animais) na conjuntiva, além de secreção ocular (2/3 animais). O
produto foi considerado levemente irritante para os olhos, mas não o
suficiente para ser classificado como irritante ocular pelo GHS.
Antídoto: Não há antídoto específico.
Cuidados para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar
um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para
realizar o procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado,
especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação,
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deverá usar PROTEÇÃO, como luvas, avental impermeável, óculos e
máscaras, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de
aspiração e pneumonite química, porém, se ocorrer vômito espontâneo,
manter a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
Efeitos das interações
químicas Não foram relatados efeitos de interações químicas para cipermetrina e
tiametoxam em humanos.
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o
diagnóstico e tratamento.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as
Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS)
Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 704 4304 (24 horas)
Endereço Eletrônico da Empresa: www.syngenta.com.br
Correio Eletrônico da Empresa: faleconosco.casa@syngenta.com
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:
Vide quadro anterior, item “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.
Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos: 778 mg/kg p.c. (Intervalo de Confiança: 650 – 931 mg/kg)
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: > 5,80 mg/L.
Corrosão/Irritação cutânea: Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, os
animais apresentaram eritema (6/6 animais), reversível em 24 ou 48 horas. O produto não
foi classificado como irritante dérmico pelo GHS.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular realizado em
coelhos, os animais apresentaram vermelhidão (2/5 animais) e quemose (5/5 animais) na
conjuntiva, além de secreção ocular (5/5 animais). Os sinais foram reversíveis para todos
os animais em até 48 horas. O produto não foi classificado como irritante ocular pelo GHS.
Sensibilização cutânea em cobaias (teste de maximização): O produto não foi
considerado sensibilizante dérmico.
Sensibilização respiratória: O produto não deve ser considerado sensibilizante para as
vias respiratórias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética
bacteriana ou ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Cipermetrina: Estudos de toxicidade crônica foram realizados em ratos e camundongos,
sendo o rato considerado a espécie mais sensível. Em ratos, foram observados efeitos
sistêmicos, como aumento dos níveis de ureia, alterações de peso dos rins e atrofia
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tubular/calcificações testiculares (NOAEL ratos 1º e 2º estudos: 0,5 e 7,5 mg/kg p.c./dia,
respectivamente). Na ausência de tumores relacionados ao tratamento em ratos e
camundongos, concluiu-se que é pouco provável que a cipermetrina seja cancerígena para
humanos. Adicionalmente, a cipermetrina não apresentou potencial genotóxico em estudos
de genotoxicidade in vitro e in vivo. Em estudos da reprodução de várias gerações em
ratos, houve redução do peso corpóreo e do consumo de ração da geração parental,
levando à diminuição da sobrevida dos filhotes no nascimento. Foram observados achados
histopatológicos no fígado, pulmão, linfonodos e timo dos filhotes (NOAEL parental,
reprodução e filhotes: 10 mg/kg p.c./dia). Nos estudos de desenvolvimento com ratos e
coelhos, não foi observada evidência de embriotoxicidade ou teratogenicidade; a toxicidade
materna foi limitada à diminuição do peso corpóreo (ratos). A cipermetrina não é
classificada ou proposta para ser classificada como tóxica para a reprodução em humanos.
Nos estudos de neurotoxicidade agudos e de doses repetidas em ratos, foi identificado
NOAEL geral de 25 mg/kg p.c./dia. No que diz respeito à neurotoxicidade do
desenvolvimento, não foi possível estebelecer NOAEL para os animais parentais com base
em sinais clínicos e o NOAEL de desenvolvimento foi estabelecido em 15 mg/kg p.c./dia
pelos resultados da bateria de observação funcional (FOB) e alterações testiculares e
epididimárias em machos. Em estudos de doses repetidas pela dieta, os cães parecem ser
as espécies mais sensíveis, com sinais clínicos de neurotoxicidade na ausência de perda
de peso corpóreo a 15 mg/kg p.c./dia e 3 mg/kg p.c./dia para cipermetrina e alfa-
cipermetrina, respectivamente. Cães tratados com alfa-cipermetrina por 3 meses
mostraram sinais clínicos usuais de toxicidade por piretroides, como tremores corporais e
incidência variável de movimentos com a cabeça (head nodding), ato de lamber os lábios,
fraqueza, ataxia e agitação (NOAEL: 2,2 mg/kg p.c./dia); no entanto, cães tratados por 12
meses não apresentaram sinais de toxicidade sistêmica.
Tiametoxam: Em estudo de 104 semanas em ratos nas doses de 0; 0,41; 1,29; 21; e 63
mg/kg p.c./dia para machos e 0; 0,48; 1,56; 50,3 e 155 mg/kg p.c./dia para fêmeas, machos
na dose de 21 mg/kg p.c./dia apresentaram as seguintes alterações não neoplásicas
relacionadas ao tratamento: aumento da incidência de alterações renais tubulares
regenerativas, lesão crônica tubular e proliferação basofílica tubular; ainda em machos, na
dose de 63 mg/kg p.c./dia, foi observado leve aumento na incidência de nefropatia crônica
leve a moderada e ligeiro aumento na incidência de infiltração renal tubular e pélvica
linfocítica. Os achados renais foram considerados consequência do acúmulo de alfa-2-
microglobulina, mecanismo exclusivo do rato macho. Fêmeas na dose de 155 mg/kg
p.c./dia apresentaram aumento mínimo na severidade de hemossiderose esplênica, alem
de aumento na incidência de alteração celular focal leve a moderada no fígado, relacionado
ao tratamento (NOAEL machos: > 63 mg/kg p.c./dia; NOAEL fêmeas: 50,3 mg/kg/p.c./dia).
Em camundongos tratados por 78 semanas nas doses de 0; 0,65; 2,63; 63,8; 162; e 354
mg/kg p.c./dia em machos e 0; 0,89; 3,68; 87,6; 215; e 479 mg/kg p.c./dia em fêmeas, os
efeitos crônicos observados foram - no grupo de maior dose - diminuição do ganho de peso
corpóreo, espessamento do estômago (machos), aumento da incidência de hematopoiese
extramedular e de hiperplasia epitelial da mucosa gástrica; nas doses de 162 e 215 mg/kg
p.c./dia houve distensão abdominal, aumento do peso do fígado (machos), diminuição de
vesículas seminais aumentadas e aumento no número e tamanho dos focos eosinofílicos
(fêmeas); nas doses de 64 e 88 mg/kg p.c./dia foi observado aumento de massas e nódulos
hepáticos (machos), aumento do peso do fígado (fêmeas), aumento no número e tamanho
de focos eosinofílicos (machos), lesões hepáticas, como aumento de infiltração de células
inflamatórias, necrose de hepatócitos, hipertrofia hepatocelular, aumento da atividade
mitótica, pigmentação, hiperplasia das células de Kupffer e diminuição da incidência de
lesões proliferativas degenerativas e inflamatórias em outros tecidos que não o fígado.
Foram observados adenocarcinomas hepatocelulares nos três grupos de maiores doses,
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entretanto a sequência de efeitos hepáticos que levaram a tumores hepáticos demonstrou
não ter relevância para o homem. Assim, o tiametoxam não é considerado carcinogênico
para seres humanos, além de não apresentar efeito mutagênico em estudos in vivo e in
vitro. Em estudo da reprodução de duas gerações em ratos, as reduções no ganho de peso
corpóreo dos filhotes das gerações F1 e F2 foram observadas apenas no período pré-
desmame e nas maiores doses, não sendo considerados efeitos no desenvolvimento
(NOAEL parental 118 mg/kg p.c./dia; NOAEL fetal 1,8 – 6,4 mg/kg p.c./dia). Em estudos do
desenvolvimento em ratos e coelhos, a toxicidade materna se deu por diminuição de peso
corpóreo e consumo de ração (ratos: 200 mg/kg/p.c./dia; coelhos: 50 mg/kg/p.c./dia). Os
efeitos observados nos filhotes, como redução de peso e atraso na ossificação, foram
vistos apenas nas doses iguais ou maiores àquelas indutoras de toxicidade materna (ratos:
750 mg/kg/p.c./dia; coelhos: 150 mg/kg/p.c./dia) (NOAEL materno, ratos e coelhos: 30 e 15
mg/kg/p.c./dia, respectivamente; NOAEL fetal, ratos e coelhos: 200 e 50 mg/kg/p.c./dia,
respectivamente). Não foram observados efeitos teratogênicos nos estudos acima
descritos. Sendo assim, o tiametoxam não é classificado para toxicidade reprodutiva,
carcinogenicidade ou mutagenicidade de acordo com o GHS. Estudos de neurotoxicidade
em ratos não revelaram evidências de potencial neurotóxico. Também não foram
identificados órgãos-alvo relevantes após estudos de exposições repetidas.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1.PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO À PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
(X) - ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I).
( ) - Muito Perigoso ao meio ambiente (CLASSE II).
( ) - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento
no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e
peixes)
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior
a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às
atividades aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
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2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843
da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação Estadual e Municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE
CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800 704 4304.
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas
de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material
com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente.
O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante, conforme indicado.
Corpos d’água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto
envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2
OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
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4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do
produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça essa operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão,
seguir os seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os
seguintes procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem,
por 30 segundos;
• Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve
ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou
no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses
após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou
no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
• Use luvas no manuseio dessa embalagem.
• Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro
de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses
após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
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Bula completa – 17.07.2025
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde
foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e
a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte
o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por
órgão ambiental competente.
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5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto
de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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