Encke
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Maracanaú/CE
Herbicida
diurom (uréia) (800 g/L)
Informações
Número de Registro
15020
Marca Comercial
Encke
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
diurom (uréia) (800 g/L)
Titular de Registro
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Maracanaú/CE
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico/ Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacaxi
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Abacaxi
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Abacaxi
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Abacaxi
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Abacaxi
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Abacaxi
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Abacaxi
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Abacaxi
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Abacaxi
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Abacaxi
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Algodão
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Algodão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Algodão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Algodão
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Algodão
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Algodão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cacau
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cacau
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cacau
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cacau
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cacau
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cacau
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cacau
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cacau
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cacau
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cacau
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Café
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Café
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Café
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Café
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Café
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Citros
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Citros
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Citros
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Citros
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Citros
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Conteúdo da Bula
ENCKE
Herbicida
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob o no 15020
COMPOSIÇÃO:
3-(3,4-dichlorophenyl)-1,1-dimethylurea (DIUROM).................................................800 g/L (80,0 % m/v)
Ethane-1,2-diol (MONOETILENOGLICOL).................................................................38,69 g/L (3,87% m/v)
Outros ingredientes.............................................................................................449,08 g/L (44,91% m/v)
GRUPO C2 HERBICIDA
CONTEÚDO: Vide rótulo
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO:
Diurom: Ureia
Monoetilenoglicol: Álcool glicólico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.
Avenida Wilson Camurça, 2138 – Distrito Industrial I – CEP 61939-000 – Maracanaú/CE – Tel.: (85)
4011.1000 - SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011 - www.sumitomochemical.com - CNPJ.
07.467.822/0001-26; SEMACE Nº 358/2021 DICOP
(*) Importador do produto formulado
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Diurom Técnico Sumitomo BR - Registro MAPA nº 09817
Nufarm Australia Limited
1 Manson Road, Kwinana, Western Australia 6167 ‐ Austrália
Diuron Técnico Rainbow - Registro MAPA nº 14812
Shandong Weifang Rainbow Chemical Co. LTD
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737, China
FORMULADORES:
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.
Avenida Wilson Camurça, 2138 – Distrito Industrial I – CEP 61939-000 - Maracanaú/CE.
CNPJ. 07.467.822/0001-26.
Número de registro do estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP
Ouro Fino Química Ltda.
Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, lote 5 – Distrito Industrial III
CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Número de registro do estabelecimento/Estado: 701-4896/2012 IMA/MG
Avenida Wilson Camurça nº 2138 – Distrito Industrial I
Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
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Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsen, 1459 - Bairro Recanto dos Pássaros
CEP: 13148-030 - Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81
Número de registro do estabelecimento/Estado: 477 CDA/SP
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU
PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA:
CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO
AO MEIO AMBIENTE
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Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
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INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
ENCKE é um herbicida seletivo e sistêmico, apresentado na forma de suspensão concentrada para
controle de plantas infestantes em pré e pós-emergência inicial nas culturas de abacaxi, algodão, cacau,
café, cana-de-açúcar e citros.
Plantas Infestantes
Doses do Produto Número
Volume de Calda
Culturas Comercial de
Nome Comum (L / ha)
(L / ha) Aplicação
(Nome Científico)
Beldroega
2,0 - 4,0
(Portulaca oleracea)
(após o plantio em
Capim-carrapicho pré-emergência das
(Cenchrus echinatus) plantas infestantes
Capim-colchão ou sendo a dose de 4,0
Capim-milhã L/ha para áreas com
(Digitaria horizontalis) alta infestação ou em
pós-emergência
Capim-marmelada inicial)
(Brachiaria plantaginea)
ou
Capim-pé-de-galinha
(Eleusine indica) 1,0 – 2,0
Carrapicho-de-carneiro 1
(antes da
(Acanthospermum hispidum) diferenciação floral
(única
nas entrelinhas com Terrestre:
Caruru-roxo aplicação
jato dirigido) 150 - 400
Abacaxi (Amaranthus hibridus) por safra
da cultura)
ou
Guanxuma
(Sida rhombifolia) 1,0 – 2,0
Picão-preto (após a diferenciação
(Bidens pilosa) floral nas entrelinhas)
Nunca aplicar mais
que 4,0 L/ha por ciclo
da cultura.
Poaia-branca Áreas tratadas
(Richardia brasiliensis) poderão ser plantadas
com abacaxi ou cana-
de-açúcar um ano
após a última
aplicação.
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Realizar uma única aplicação por safra da cultura, em uma das seguintes épocas:
Avenida Wilson Camurça nº 2138 – Distrito Industrial I
Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
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Plantas Infestantes
Doses do Produto Número
Volume de Calda
Culturas Comercial de
Nome Comum (L / ha)
(L / ha) Aplicação
(Nome Científico)
- Após o plantio em pré-emergência das plantas infestantes, sendo a dose de 4,0 L/ha para
áreas com alta infestação ou em pós-emergência inicial, ou;
- Antes da diferenciação floral, aplicado nas entrelinhas com jato dirigido, ou;
- Após a diferenciação floral, nas entrelinhas.
1,5 - 2,5
Beldroega
(Portulaca oleracea) (em pré-emergência
imediatamente após a
Capim-carrapicho
semeadura)
(Cenchrus echinatus)
Capim-colchão ou A aplicação em uma
Terrestre:
Capim-milhã única safra não deve
150 – 400
(Digitaria horizontalis) exceder 1,5 L/ha em
Capim-marmelada solos leves, 2,0 L/ha
Aéreo:
(Brachiaria plantaginea) em solos médios e 2,5
30 – 50
L/ha em solos
1
Capim-pé-de-galinha pesados.
(Somente poderá
(Eleusine indica) ser aplicado via (única
ou
Carrapicho-de-carneiro aérea na cultura aplicação
(Acanthospermum hispidum) do algodão em por ciclo da
1,0 - 2,0
pré-emergência, cultura)
Caruru-roxo imediatamente
(em pós-emergência
(Amaranthus hibridus) após a semeadura
Algodão inicial, em jato dirigido
da cultura)
Guanxuma quando as plantas
(Sida rhombifolia) infestantes tiverem no
máximo 2 a 4 folhas, e
Picão-preto o algodão no mínimo
(Bidens pilosa) 30 cm de altura)
Não aplicar mais que
Poaia-branca 2,5 L/ha por ciclo de
(Richardia brasiliensis) cultura.
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Realizar uma única aplicação por ciclo da cultura, seja em pré ou pós-emergência inicial
das plantas infestantes.
- Aplicar em pré-emergência imediatamente após a semeadura, ou;
- Aplicar 1,0 a 2,0 L/ha em pós-emergência inicial, em jato dirigido quando as plantas
infestantes tiverem no máximo 2 a 4 folhas, e o algodão no mínimo 30 cm de altura.
Evitar aplicações sobre a cultura, bem como o plantio de outras culturas 1 ano após a
última aplicação.
Beldroega
3,0 - 3,5 Terrestre: 1
Cacau (Portulaca oleracea)
150 - 400
Capim-carrapicho
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Plantas Infestantes
Doses do Produto Número
Volume de Calda
Culturas Comercial de
Nome Comum (L / ha)
(L / ha) Aplicação
(Nome Científico)
(Cenchrus echinatus) (em pré-emergência, (única
Capim-colchão ou 4 semanas após o aplicação
Capim-milhã transplante das por safra
(Digitaria horizontalis) mudas para local da cultura)
Capim-marmelada definitivo ou em pós-
(Brachiaria plantaginea) emergência, sem
Capim-pé-de-galinha atingir a folhagem da
(Eleusine indica) cultura)
Carrapicho-de-carneiro
(Acanthospermum hispidum) Não deve ser aplicado
Caruru-roxo em solo arenoso ou
(Amaranthus hibridus) com menos de 1% de
Guanxuma matéria orgânica.
(Sida rhombifolia)
Picão-preto Não aplicar mais que
(Bidens pilosa) 3,5 L/ha por safra da
Poaia-branca cultura.
(Richardia brasiliensis)
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Realizar uma única aplicação por safra da cultura em pré-emergência, 4 semanas após o
transplante das mudas para local definitivo ou em pós-emergência, sem atingir a folhagem
da cultura.
Beldroega
(Portulaca oleracea)
Capim-carrapicho 2,0 - 4,0
(Cenchrus echinatus)
Capim-colchão ou (após a arruação ou
Capim-milhã após a esparramação)
(Digitaria horizontalis)
Capim-marmelada As doses 1
(Brachiaria plantaginea) recomendadas
Capim-pé-de-galinha referem-se a hectare (única
Terrestre:
(Eleusine indica) tratado e deve-se aplicação
Café 150 - 400
Carrapicho-de-carneiro descontar a área por safra
(Acanthospermum hispidum) ocupada pelas “saias” da cultura)
Caruru-roxo dos cafeeiros.
(Amaranthus hibridus)
Guanxuma Não aplicar mais que
(Sida rhombifolia) 4,0 L/ha por safra da
Picão-preto cultura.
(Bidens pilosa)
Poaia-branca
(Richardia brasiliensis)
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
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Plantas Infestantes
Doses do Produto Número
Volume de Calda
Culturas Comercial de
Nome Comum (L / ha)
(L / ha) Aplicação
(Nome Científico)
Realizar uma única aplicação por safra da cultura, sendo após a arruação ou após a
esparramação.
Aplicar em cafezais a partir de 2 anos, evitando-se o plantio de cultura intercalar (ex.:
feijão, arroz), salvo recomendação especial.
Beldroega
(Portulaca oleracea)
Capim-carrapicho
(Cenchrus echinatus)
Terrestre:
Capim-colchão ou
2,0 - 4,0 150 – 400
Capim-milhã
(Digitaria horizontalis)
(em pré-emergência Aéreo:
Capim-marmelada 1
das plantas 30 – 50
(Brachiaria plantaginea)
infestantes na cana-
Capim-pé-de-galinha (única
planta e cana-soca) (Somente poderá
(Eleusine indica) aplicação
ser aplicado via
Carrapicho-de-carneiro por safra
Não aplicar mais que aérea na cultura
(Acanthospermum hispidum) da cultura)
4,0 L/ha por safra da da cana-de-açúcar
Caruru-roxo
cultura. em pré-
(Amaranthus hibridus)
emergência da
Guanxuma cultura)
Cana- (Sida rhombifolia)
de- Picão-preto
açúcar (Bidens pilosa)
Poaia-branca
(Richardia brasiliensis)
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Realizar uma única aplicação por safra da cultura, em pré-emergência das plantas
infestantes na cana-planta e cana-soca. Também pode ser aplicado em pós-emergência
inicial da cultura e das plantas infestantes, quando as plantas infestantes estiverem em
pleno desenvolvimento, sob as condições de alta umidade e temperatura acima de 21ºC.
A aplicação deve ser realizada antes da emergência da cultura, até o estádio de “esporão”
(cana-planta) ou início de perfilhamento (cana-de-açúcar) por serem estas as fases em que
a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas.
Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas
infestantes ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido a fim de se evitar o
efeito “guarda-chuva”.
Beldroega 2,0 - 4,0 1
(Portulaca oleracea) Terrestre:
Citros
Capim-carrapicho (em pré ou pós- 150 - 400 (única
(Cenchrus echinatus) emergência inicial das aplicação
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Plantas Infestantes
Doses do Produto Número
Volume de Calda
Culturas Comercial de
Nome Comum (L / ha)
(L / ha) Aplicação
(Nome Científico)
Capim-colchão ou plantas infestantes em por safra
Capim-milhã pomar a partir de um da cultura)
(Digitaria horizontalis) ano de idade,
Capim-marmelada evitando-se atingir
(Brachiaria plantaginea) folhas e frutos das
Capim-pé-de-galinha plantas)
(Eleusine indica)
Carrapicho-de-carneiro Não aplicar mais que
(Acanthospermum hispidum) 4,0 L/ha por um
Caruru-roxo período de 12 meses.
(Amaranthus hibridus)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
Picão-preto
(Bidens pilosa)
Poaia-branca
(Richardia brasiliensis)
INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Realizar uma única aplicação por safra da cultura, em pré ou pós-emergência inicial das
plantas infestantes em pomar a partir de um ano de idade, evitando-se atingir folhas e
frutos das plantas de citros.
RECOMENDAÇÕES GERAIS:
- ENCKE pode ser aplicado ao solo em pré ou pós-emergência inicial das plantas infestantes. O grau
de controle e a duração do efeito variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura e
textura do solo e micro-organismos. A umidade é necessária para uma boa ação do produto.
- Em pós-emergência usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante e aplicar logo
após a germinação das plantas infestantes para o controle de gramíneas ou até o primeiro par de
folhas para o controle de folhas largas. As plantas infestantes devem estar em pleno
desenvolvimento, sob condições de alta umidade e temperatura acima de 21ºC.
- As doses acima são expressas para aplicação em área total. Para tratamento em faixas use
proporcionalmente menos.
- Usar doses menores para aplicações em solos leves e doses maiores para solos pesados. Em pós-
emergência usar doses mais baixas para plantas infestantes menores e doses mais altas para as
plantas infestantes maiores.
- Sob ameaça de chuva suspender as aplicações. Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a
aplicação a eficiência do produto pode diminuir.
-Tanto nas aplicações de pós como de pré-emergência, a uniformidade da calda e a boa cobertura
das plantas infestantes e/ou solo, são fundamentais para se obter um bom controle das invasoras.
MODO DE APLICAÇÃO
ENCKE pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais manuais, tratorizados de barra,
autopropelidos e por via aérea conforme recomendações.
Avenida Wilson Camurça nº 2138 – Distrito Industrial I
Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
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O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterada considerando
as especificações técnicas do mesmo. Os menores volumes de calda são aplicados no início do
desenvolvimento da cultura e/ou das plantas infestantes e os maiores quando há o pleno desenvolvimento
vegetativo.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as
recomendações do fabricante do equipamento.
Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item
“Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de
aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem
causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer
o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto de acordo
com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do
pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.
Cuidados durante a aplicação:
Independe do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser
mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as
paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.
Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água,
criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos
fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar
a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O
aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical
do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento
lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são
comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol
e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do
solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da
fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento
lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com
movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicação Terrestre
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado
na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes
Avenida Wilson Camurça nº 2138 – Distrito Industrial I
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para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e
eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um
Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas)
deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais
(velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e,
principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma
altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível
a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade
de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas
sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.
Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado
abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores
instantâneos:
Temperatura ambiente entre 21 e 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais
recomendadas.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia
de aplicação empregada.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas
agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na
legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o
Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas.
Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado.
Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado
na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes
para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e
eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um
Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas)
deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais
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(velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e,
principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do vôo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a
devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do
avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas
de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas
sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 30 a 50L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia
de aplicação
Condições Climáticas:
• Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores
apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
• Temperatura ambiente entre 21 e 30°C.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros
de aplicação, e não valores instantâneos.
• As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais
recomendadas.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia
de aplicação empregada.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas
as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual
recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza
de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo entre a última aplicação e a colheita):
CULTURAS Intervalo de Segurança (dias)
Abacaxi 140
Algodão 120
Cacau 60
Café 30
Cana-de-açúcar 150
Citros 60
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INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de
aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso necessite entrar
antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso
durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Utilizar o produto somente para as culturas e recomendações indicadas, respeitando o intervalo de
segurança para cada cultura.
- Culturas tratadas com ENCKE não devem ser usadas para alimentação animal.
- Nas aplicações de pré-emergência o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido.
- A tolerância de novas variedades ou novos porta-enxertos no caso de citros deve ser determinada
antes de se adotar ENCKE como prática.
- Para rotação de cultura observar o período mínimo de 1 ano após a última aplicação para o plantio das
culturas para as quais o produto está registrado.
- Não aplicar através de sistema de irrigação.
- Não utilizar o produto em desacordo às especificações do rótulo e bula.
- Não se recomenda o plantio de culturas intercalares em áreas tratadas com ENCKE.
- Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “Modo de Aplicação”.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
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• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distinto do Grupo C2 para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-
br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C2 HERBICIDA
O produto ENCKE é composto por diurom, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores do
fotossistema II, pertencente ao Grupo C2, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação
à Resistência de Herbicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS INFESTANTES:
Deve-se sempre utilizar as técnicas de manejo integrado das plantas infestantes. Como exemplo, a
adoção da rotação de culturas, a qual permite a utilização de diferentes métodos de controle além do
uso de herbicidas. Outros métodos também devem ser utilizados dentro de um manejo integrado, como
o controle mecânico, manual ou através de roçadas e a limpeza de máquinas.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAUDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA
PRECAUÇÕES GERAIS:
− Produto para uso exclusivamente agrícola.
− O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
− Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
− Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
− Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
− Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
a boca.
− Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
− Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
− Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão ou calça e blusa com tratamento hidro-repelente; botas de borracha; avental impermeável;
máscara facial ou respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné
árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
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− Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão ou calça e blusa com tratamento hidro-repelente passando por cima dos punhos das luvas e
as pernas da calça por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara facial ou
respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné árabe e luvas de
proteção contra produtos químicos.
− Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados.
− Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região.
− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
também entrem em contato, com a névoa do produto.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão ou calça e blusa com tratamento hidrorrepelente passando por cima dos punhos das luvas e
as pernas da calça por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara facial ou
respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné árabe e luvas de
proteção contra produtos químicos.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até
o final do período de reentrada.
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
− Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize
os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas
logo após a aplicação.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita).
− Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
− Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
− Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
− Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
− Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
− Não reutilizar a embalagem vazia.
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− No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): botas de borracha,
avental impermeável; máscara facial ou respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção
lateral; touca ou boné árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca ou boné árabe; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; avental impermeável;
blusa com tratamento hidrorrepelente; botas de borracha; calça com tratamento hidrorrepelente; luvas
de proteção contra produtos químicos e máscara facial ou respirador.
− A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
ATENÇÃO Pode ser nocivo se ingerido
PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água
de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
ADVERTÊNCIA: A pessoa que prestar atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se
contaminar com o agente tóxico.
INTOXICAÇÕES POR ENCKE
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Diurom: Ureia
Grupo químico
Monoetilenoglicol: Álcool glicólico
Classe
Categoria 5: Produto Improvável de Causar Dano Agudo
toxicológica
Vias de exposição Dérmica, inalatória, oral e ocular.
Diurom: O diurom é absorvido tanto pela via gastrintestinal quanto pelo trato
respiratório. Contudo, não se sabe se o diurom também é absorvido pela pele. A
maior parte dos metabólitos do diurom, que são excretados na urina, mantém a
configuração da ureia e resultam de hidroxilação e dealquilação do diurom. É
rapidamente excretado pelo rim, na forma original ou metabólitos, após breve
Toxicocinética armazenamento nos tecidos corporais. Em ratos e cachorros alimentados com
diurom, a excreção dos metabólitos ocorreu tanto nas fezes quanto na urina.
Monoetilenoglicol: O etilenoglicol é rapidamente absorvido pelo trato
gastrointestinal após a ingestão, com suas concentrações séricas atingindo o pico logo
após a ingestão. O volume de distribuição é de cerca de 0,7 L/kg. A eliminação é
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primariamente de primeira ordem quando as concentrações estão abaixo de 250
mg/dL, com uma meia-vida de aproximadamente 4-6 horas. Com concentrações
acima de 250 mg/dL, a eliminação torna-se de ordem zero, provavelmente em torno
de 10 mg/kg/h. Quando a álcool-desidrogenase (ADH) é inibida, impedindo o
metabolismo, a meia-vida de eliminação do etilenoglicol é prolongada para 10 a 18
horas e é renalmente dependente. Macacos que receberam uma dose oral única de
1 mL/kg de 14C-etileno glicol (equivalente a 1110 mg/kg) excretaram cerca de 24% da
dose administrada como composto original inalterado na urina dentro de 48 horas.
Em cães, aproximadamente 50% de uma dose oral de etileno glicol (173 mmol/kg) foi
excretada pela urina dentro de 72 horas após a exposição.
FONTE: Toxicological Profile for Ethylene Glycol - U.S. Department of Health and
Human Services - Public Health Service Agency for Toxic Substances and Disease
Registry (2010). Disponível em:
https://www.atsdr.cdc.gov/ToxProfiles/tp96.pdf
Acesso em: 12 mar. de 2020.
Ethylene Glycol Toxicity. Iqbal, A. et al. 02 de mai. de 2019. Disponível em:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK537009
Acesso em: 12 mar. de 2020.
Diurom: Doses letais apresentaram indicações de danos tóxicos ao fígado, rins,
intestinos e cérebro.
Monoetilenoglicol: Sua toxicidade decorre da ação dos metabólitos produzidos a
partir da ação da álcool-desidrogenase (ADH), que, junto com o excesso de ácido
láctico, são responsáveis pela acidose metabólica e pelo aumento do ânion GAP. O
oxalato precipita-se como cristais insolúveis de oxalato de cálcio podendo levar à
hipocalcemia, prolongamento do intervalo QT e raramente a arritmias ventriculares.
Pode ocorrer também deposição de oxalato de cálcio nos túbulos renais causando
insuficiência renal aguda retardada até 24 a 72 horas após ingestão.
Toxicodinâmica
FONTE: Manual de Toxicologia Clínica – COVISA. Secretaria Municipal de Saúde –
Prefeitura de São Paulo (2017). Disponível em:
http://www.cvs.saude.sp.gov.br/up/MANUAL%20DE%20TOXICOLOGIA%20CL%C3
%8DNICA%20-%20COVISA%202017.pdf
Acesso em: 12 mar. de 2020.
Toxicological Profile for Ethylene Glycol - U.S. Department of Health and Human
Services - Public Health Service Agency for Toxic Substances and Disease Registry
(2010). Disponível em:
https://www.atsdr.cdc.gov/ToxProfiles/tp96.pdf
Acesso em: 12 mar. de 2020.
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Diurom: Baseado em resultados obtidos com estudos em animais, estes agentes
parecem ter baixa toxicidade sistêmica. A severidade da intoxicação deve ser
baseada nos achados clínicos. Pode ocorrer metemoglobinemia em ingestões
de grandes quantidades. Caso sejam evidentes sintomas severos outros além
da hemoglobinemia, deve-se suspeitar da ação alternativa ou adicional de
algum outro tóxico.
Ocular
A exposição dos olhos pode resultar em irritação ocular.
Respiratório
Pode-se observar irritação da mucosa respiratória após contato prolongado.
Cardiovascular
A depressão do SNC e hipoxemia pode ser observada caso haja
metemoglobinemia.
Gastrintestinal
Após ingestão, podem ocorrer náusea, vômito e diarréia.
Genitourinário
Alguns metabólitos podem causar irritação do trato urinário.
Hematológico
Foi observada sulfohemoglobina no sangue de ratos e cachorros aos quais
administraram-se repetidamente altas doses de diurom, e em uma overdose de
monolinuron em humano. A metemoglobinemia pode resultar de efeitos dos
metabólitos de alguns herbicidas uréicos.
Dermatológico
Sintomas e sinais Pode ser observada cianose não responsiva à terapia de oxigênio em pacientes
com metemoglobinemia devida à absorção de quantidades excessivas desses
clínicos
agentes. Pode ocorrer irritação da pele após exposição.
Monoetilenoglicol: A intoxicação sistêmica é esperada somente após exposição a
grandes quantidades desta substância.
Exposição oral: inicialmente (período de 1-4 horas após exposição) podem ocorrer
náuseas, vômitos, depressão do SNC (ataxia, fadiga, sonolência, vertigem, nistagmo,
convulsões) e acidose metabólica leve a grave. Após 24 horas podem ocorrer
sintomas cardiopulmonares como dispneia, hiperventilação, taquicardia, elevação da
pressão arterial e edema pulmonar. Após 24-36 horas podem ocorrer lesões
importantes nos rins, com insuficiência renal (necrose tubular e depósito de cristais
de oxalato de cálcio). Em casos mais graves, os sintomas podem levar a morte.
Exposição respiratória: o risco de inalação é pequeno em função do etilenoglicol
apresentar uma baixa pressão de vapor em temperatura ambiente. No entanto, se
inalado, pode ocorrer irritação do trato respiratório superior, com tosse, irritação na
garganta e cefaleia. Nos casos de inalação de vapores com concentrações elevadas
do produto podem ocorrer intoxicações com sintomas semelhantes aos observados
por ingestão.
Exposição dérmica: apresenta baixo potencial irritativo para a pele, no entanto, a
exposição repetida pode causar dermatite alérgica em indivíduos susceptíveis.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos”, abaixo.
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O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico
Diagnóstico
compatível.
Antídoto: Não existe antídoto específico.
Exposição Oral
A) Carvão ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240
mL de água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes,
25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1g/Kg em crianças com menos de 1 ano.
É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do
agrotóxico.
B) Descontaminação – Remova as roupas contaminadas e lave as áreas
afetadas, incluindo o cabelo, com água e sabão;
C) O tratamento é sintomático e de suporte;
D) Metamoglobinemia: Administre 1 a 2 mg/Kg de uma solução de azul de
metileno a 1% lentamente via intravenosa; em pacientes sintomáticos, doses
adicionais podem ser necessárias.
Exposição Inalatória
Tratamento Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações
respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a
irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio
e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas
beta-2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água
ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a
irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente
deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com
água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se
a irritação ou dor persistir.
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração
Contraindicações
e de pneumonite química.
Efeitos das
interações Não foram encontrados efeitos sinérgicos na literatura consultada.
químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT/ANVISA/MS)
ATENÇÃO As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefones de Emergência da empresa:
Toxiclin (Emergência Toxicológica) – 08000141149
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.: (085) 4011-1000
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SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011
Endereço Eletrônico da Empresa: www.sumitomochemical.com
Correio Eletrônico da Empresa: sac@sumitomochemical.com
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide quadro acima, itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.
Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 < 5000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições de teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, o produto
produziu eritema em 2/3 animais e edema em 1/3 animais. Todos os sinais foram revertidos até a observação
de 48 horas do estudo. O produto não foi considerado irritante para a pele de coelhos.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos, os três animais
submetidos ao teste apresentaram vermelhidão na conjuntiva na avaliação de 24 e 48 horas, completamente
revertida na avaliação de 72 horas. O produto não foi considerado irritante ocular para coelhos.
Sensibilização cutânea em cobaias (Método de Buehler): O produto não foi considerado sensibilizante
dérmico em cobaias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética bacteriana ou
ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.
Efeitos Crônicos:
Diurom: Exposições prolongadas ou excessivas ao produto podem resultar em aumento do fígado; efeitos no
baço e na tireoide, destruição de células vermelhas do sangue ou redução da capacidade de carregar oxigênio
no sangue com cianose, fraqueza ou diminuição da respiração com a formação de metemoglobina. Ratos
machos que receberam doses extremamente elevadas de diurom por um período de 2 semanas apresentaram
alterações no baço e na medula óssea. Outros efeitos crônicos atribuídos à ingestão de doses elevadas ou
moderadamente elevadas do produto incluem alterações sanguíneas, aumento de mortalidade dos animais,
diminuição na taxa de crescimento, pigmentação anormal do sangue e anemia. Animais que receberam
pequenas quantidades do produto ao longo de 2 anos, não demonstraram efeitos adversos significativos,
apenas observou-se um aumento no tamanho do baço e do fígado destes animais. Não são esperados efeitos
reprodutivos em humanos e nem alterações na taxa de fertilidade em humanos e animais. Estudos conduzidos
com camundongos alimentados com doses de 0, 25, 250 ou 2500 ppm por 12 ou 24 meses não indicaram
aumento na mortalidade relacionada ao tratamento, sinais clínicos e diferenças no consumo de alimentos. Na
dose de 2500 ppm observou-se redução no peso corporal além de alterações patológicas no fígado como
hepatopatia, hipertrofia hepatocelular, deposição de hemossiderina nos hepatócitos e no baço, aumentos nas
taxas de mitose e necrose celular, indicando danos ao fígado. Também puderam ser observadas alterações
como aumento na incidência de hiperplasia do epitélio renal e da bexiga urinária.
Monoetilenoglicol: em ratos, a exposição oral repetida a doses muito altas desta substância (doses superiores
a 950 mg/kg p.c./dia, em ratos machos, e 3100 mg/kg p.c./dia, em ratos fêmeas, em estudo de 90 dias)
promoveu efeitos nos rins (lesões microscópicas, hiperplasia, nefrite, necrose, hematúria, fibrose e deposição
de cristais em túbulos renais) e depressão do sistema nervoso central. Em estudos conduzidos em ratos e
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camundongos, o etilenoglicol não apresentou potencial cancerígeno e causou aumento da mortalidade fetal e
da incidência de alterações externas e esqueléticas. No entanto, estes efeitos ocorreram apenas após a
ingestão ou inalação de altas concentrações desta substância [em ratos, NOAEL 250 mg/kg p.c./dia pela via
oral; em camundongos, NOAEL de 150 mg/m³/6h/dia (0,15 mg/L/6h/dia) por exposição inalatória (corpo total)
e 1000 mg/m³/6h/dia (1,0 mg/L/6h/dia) após exposição exclusivamente inalatória (nose only). Não foram
observados efeitos adversos em coelhos. A formação do metabólito ácido glicólico pode estar envolvida no
mecanismo de ação para estes efeitos. Doses seguras de exposição foram estabelecidas.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
( X ) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( .. ) Perigoso Ao Meio Ambiente (Classe III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
− Evite a contaminação ambiental – Preserve a natureza.
− Não utilize equipamento com vazamento.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
− Aplique somente as doses recomendadas.
− Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite
a contaminação da ambiental.
− A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
− Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
animais e vegetação suscetível a danos.
− Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para
o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
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INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química
S.A. – Telefone de Emergência: (85) 4011-1000.
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara contra eventuais vapores).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, impedindo que o produto atinja bueiros, drenos ou
corpos d’águas naturais e siga as instruções abaixo:
PISO PAVIMENTADO: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no
rótulo para sua devolução e destinação final. Lave o local com grande quantidade de água.
SOLO: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
CORPOS D´ÁGUA: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Orientações para EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados nas precauções no manuseio do produto.
• TRÍPLICE LAVAGEM (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o
na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• LAVAGEM SOB PRESSÃO:
AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO
SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
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- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO, ADOTAR OS
SEGUINTES PROCEDIMENTOS:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA – NÃO CONTAMINADA
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
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EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui
o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não
podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes
as atividades agrícolas.
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