Encke
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Maracanaú/CE
Herbicida
diurom (uréia) (800 g/L)

Informações

Número de Registro
15020
Marca Comercial
Encke
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
diurom (uréia) (800 g/L)
Titular de Registro
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A. - Maracanaú/CE
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico/ Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacaxi
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Abacaxi
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Abacaxi
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Abacaxi
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Abacaxi
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Abacaxi
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Abacaxi
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Abacaxi
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Abacaxi
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Abacaxi
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Algodão
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Algodão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Algodão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Algodão
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Algodão
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Algodão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cacau
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cacau
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cacau
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cacau
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cacau
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cacau
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cacau
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cacau
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cacau
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cacau
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Café
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Café
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Café
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Café
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Café
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Citros
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Citros
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Citros
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Citros
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Citros
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)

Conteúdo da Bula

                                    ENCKE
                                                             Herbicida

              Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob o no 15020

COMPOSIÇÃO:
3-(3,4-dichlorophenyl)-1,1-dimethylurea (DIUROM).................................................800 g/L (80,0 % m/v)
Ethane-1,2-diol (MONOETILENOGLICOL).................................................................38,69 g/L (3,87% m/v)
Outros ingredientes.............................................................................................449,08 g/L (44,91% m/v)

                  GRUPO                                        C2                                       HERBICIDA

CONTEÚDO: Vide rótulo
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO:
        Diurom: Ureia
        Monoetilenoglicol: Álcool glicólico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.
Avenida Wilson Camurça, 2138 – Distrito Industrial I – CEP 61939-000 – Maracanaú/CE – Tel.: (85)
4011.1000 - SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011 - www.sumitomochemical.com - CNPJ.
07.467.822/0001-26; SEMACE Nº 358/2021 DICOP
(*) Importador do produto formulado

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
Diurom Técnico Sumitomo BR - Registro MAPA nº 09817
Nufarm Australia Limited
1 Manson Road, Kwinana, Western Australia 6167 ‐ Austrália

Diuron Técnico Rainbow - Registro MAPA nº 14812
Shandong Weifang Rainbow Chemical Co. LTD
Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737, China

FORMULADORES:
Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.
Avenida Wilson Camurça, 2138 – Distrito Industrial I – CEP 61939-000 - Maracanaú/CE.
CNPJ. 07.467.822/0001-26.
Número de registro do estabelecimento/Estado: SEMACE Nº 358/2021 DICOP

Ouro Fino Química Ltda.
Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, lote 5 – Distrito Industrial III
CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Número de registro do estabelecimento/Estado: 701-4896/2012 IMA/MG



Avenida Wilson Camurça nº 2138 – Distrito Industrial I
Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
                                                                                                  Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
                                                                                                                      Página 1 de 22
Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.
Av. Roberto Simonsen, 1459 - Bairro Recanto dos Pássaros
CEP: 13148-030 - Paulínia/SP - CNPJ: 03.855.423/0001-81
Número de registro do estabelecimento/Estado: 477 CDA/SP

                          No do lote ou da partida:
                          Data de fabricação:                             VIDE EMBALAGEM
                          Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU
                                          PODER.
              É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                                        PROTEJA-SE.
                     É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                                         AGITE ANTES DE USAR
                                                           Indústria Brasileira

                                            CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA:
                            CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO
                                     AO MEIO AMBIENTE




Avenida Wilson Camurça nº 2138 – Distrito Industrial I
Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
                                                                                           Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
                                                                                                               Página 2 de 22
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
ENCKE é um herbicida seletivo e sistêmico, apresentado na forma de suspensão concentrada para
controle de plantas infestantes em pré e pós-emergência inicial nas culturas de abacaxi, algodão, cacau,
café, cana-de-açúcar e citros.

                          Plantas Infestantes
                                                            Doses do Produto                               Número
                                                                                    Volume de Calda
  Culturas                                                     Comercial                                      de
                              Nome Comum                                                (L / ha)
                                                                (L / ha)                                   Aplicação
                            (Nome Científico)

                   Beldroega
                                                                 2,0 - 4,0
                   (Portulaca oleracea)
                                                          (após o plantio em
                   Capim-carrapicho                       pré-emergência das
                   (Cenchrus echinatus)                   plantas     infestantes
                   Capim-colchão ou                       sendo a dose de 4,0
                   Capim-milhã                            L/ha para áreas com
                   (Digitaria horizontalis)               alta infestação ou em
                                                          pós-emergência
                   Capim-marmelada                        inicial)
                   (Brachiaria plantaginea)
                                                                    ou
                   Capim-pé-de-galinha
                   (Eleusine indica)                             1,0 – 2,0

                   Carrapicho-de-carneiro                                                                       1
                                                          (antes            da
                   (Acanthospermum hispidum)              diferenciação  floral
                                                                                                          (única
                                                          nas entrelinhas com          Terrestre:
                   Caruru-roxo                                                                            aplicação
                                                          jato dirigido)               150 - 400
   Abacaxi         (Amaranthus hibridus)                                                                  por safra
                                                                                                          da cultura)
                                                                    ou
                   Guanxuma
                   (Sida rhombifolia)                            1,0 – 2,0

                   Picão-preto                            (após a diferenciação
                   (Bidens pilosa)                        floral nas entrelinhas)

                                                          Nunca aplicar mais
                                                          que 4,0 L/ha por ciclo
                                                          da cultura.
                   Poaia-branca                           Áreas        tratadas
                   (Richardia brasiliensis)               poderão ser plantadas
                                                          com abacaxi ou cana-
                                                          de-açúcar um ano
                                                          após      a    última
                                                          aplicação.
                   INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
                   Realizar uma única aplicação por safra da cultura, em uma das seguintes épocas:
 Avenida Wilson Camurça nº 2138 – Distrito Industrial I
 Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
                                                                                        Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
                                                                                                            Página 3 de 22
                         Plantas Infestantes
                                                           Doses do Produto                              Número
                                                                                  Volume de Calda
 Culturas                                                     Comercial                                     de
                          Nome Comum                                                  (L / ha)
                                                               (L / ha)                                  Aplicação
                        (Nome Científico)
                  - Após o plantio em pré-emergência das plantas infestantes, sendo a dose de 4,0 L/ha para
                  áreas com alta infestação ou em pós-emergência inicial, ou;
                  - Antes da diferenciação floral, aplicado nas entrelinhas com jato dirigido, ou;
                  - Após a diferenciação floral, nas entrelinhas.
                                                           1,5 - 2,5
                  Beldroega
                  (Portulaca oleracea)              (em pré-emergência
                                                         imediatamente após a
                  Capim-carrapicho
                                                         semeadura)
                  (Cenchrus echinatus)
                  Capim-colchão ou                       A aplicação em uma
                                                                                     Terrestre:
                  Capim-milhã                            única safra não deve
                                                                                     150 – 400
                  (Digitaria horizontalis)               exceder 1,5 L/ha em
                  Capim-marmelada                        solos leves, 2,0 L/ha
                                                                                      Aéreo:
                  (Brachiaria plantaginea)               em solos médios e 2,5
                                                                                      30 – 50
                                                         L/ha     em      solos
                                                                                                              1
                  Capim-pé-de-galinha                    pesados.
                                                                                   (Somente poderá
                  (Eleusine indica)                                                ser aplicado via     (única
                                                                     ou
                  Carrapicho-de-carneiro                                           aérea na cultura     aplicação
                  (Acanthospermum hispidum)                                        do algodão em        por ciclo da
                                                                  1,0 - 2,0
                                                                                   pré-emergência,      cultura)
                  Caruru-roxo                                                      imediatamente
                                                         (em pós-emergência
                  (Amaranthus hibridus)                                            após a semeadura
 Algodão                                                 inicial, em jato dirigido
                                                                                   da cultura)
                  Guanxuma                               quando as plantas
                  (Sida rhombifolia)                     infestantes tiverem no
                                                         máximo 2 a 4 folhas, e
                  Picão-preto                            o algodão no mínimo
                  (Bidens pilosa)                        30 cm de altura)

                                                         Não aplicar mais que
                  Poaia-branca                           2,5 L/ha por ciclo de
                  (Richardia brasiliensis)               cultura.

                  INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
                  Realizar uma única aplicação por ciclo da cultura, seja em pré ou pós-emergência inicial
                  das plantas infestantes.
                  - Aplicar em pré-emergência imediatamente após a semeadura, ou;
                  - Aplicar 1,0 a 2,0 L/ha em pós-emergência inicial, em jato dirigido quando as plantas
                  infestantes tiverem no máximo 2 a 4 folhas, e o algodão no mínimo 30 cm de altura.

                  Evitar aplicações sobre a cultura, bem como o plantio de outras culturas 1 ano após a
                  última aplicação.
                  Beldroega
                                                        3,0 - 3,5           Terrestre:           1
   Cacau          (Portulaca oleracea)
                                                                            150 - 400
                  Capim-carrapicho
Avenida Wilson Camurça nº 2138 – Distrito Industrial I
Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
                                                                                      Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
                                                                                                          Página 4 de 22
                         Plantas Infestantes
                                                          Doses do Produto                              Número
                                                                                 Volume de Calda
 Culturas                                                    Comercial                                     de
                          Nome Comum                                                 (L / ha)
                                                              (L / ha)                                  Aplicação
                        (Nome Científico)
                  (Cenchrus echinatus)           (em pré-emergência,                           (única
                  Capim-colchão ou               4 semanas após o                              aplicação
                  Capim-milhã                    transplante          das                      por safra
                  (Digitaria horizontalis)       mudas para local                              da cultura)
                  Capim-marmelada                definitivo ou em pós-
                  (Brachiaria plantaginea)       emergência,         sem
                  Capim-pé-de-galinha            atingir  a folhagem   da
                  (Eleusine indica)              cultura)
                  Carrapicho-de-carneiro
                  (Acanthospermum hispidum) Não deve ser aplicado
                  Caruru-roxo                    em solo arenoso ou
                  (Amaranthus hibridus)          com menos de 1% de
                  Guanxuma                       matéria orgânica.
                  (Sida rhombifolia)
                  Picão-preto                    Não aplicar mais que
                  (Bidens pilosa)                3,5 L/ha por safra da
                  Poaia-branca                   cultura.
                  (Richardia brasiliensis)
                  INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
                  Realizar uma única aplicação por safra da cultura em pré-emergência, 4 semanas após o
                  transplante das mudas para local definitivo ou em pós-emergência, sem atingir a folhagem
                  da cultura.

                  Beldroega
                  (Portulaca oleracea)
                  Capim-carrapicho                             2,0 - 4,0
                  (Cenchrus echinatus)
                  Capim-colchão ou                       (após a arruação ou
                  Capim-milhã                            após a esparramação)
                  (Digitaria horizontalis)
                  Capim-marmelada                        As             doses                                1
                  (Brachiaria plantaginea)               recomendadas
                  Capim-pé-de-galinha                    referem-se a hectare                          (única
                                                                                    Terrestre:
                  (Eleusine indica)                      tratado e deve-se                             aplicação
    Café                                                                            150 - 400
                  Carrapicho-de-carneiro                 descontar a área                              por safra
                  (Acanthospermum hispidum)              ocupada pelas “saias”                         da cultura)
                  Caruru-roxo                            dos cafeeiros.
                  (Amaranthus hibridus)
                  Guanxuma                               Não aplicar mais que
                  (Sida rhombifolia)                     4,0 L/ha por safra da
                  Picão-preto                            cultura.
                  (Bidens pilosa)
                  Poaia-branca
                  (Richardia brasiliensis)
                  INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Avenida Wilson Camurça nº 2138 – Distrito Industrial I
Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
                                                                                     Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
                                                                                                         Página 5 de 22
                         Plantas Infestantes
                                                           Doses do Produto                              Número
                                                                                  Volume de Calda
 Culturas                                                     Comercial                                     de
                          Nome Comum                                                  (L / ha)
                                                               (L / ha)                                  Aplicação
                        (Nome Científico)
                  Realizar uma única aplicação por safra da cultura, sendo após a arruação ou após a
                  esparramação.

                  Aplicar em cafezais a partir de 2 anos, evitando-se o plantio de cultura intercalar (ex.:
                  feijão, arroz), salvo recomendação especial.

                  Beldroega
                  (Portulaca oleracea)
                  Capim-carrapicho
                  (Cenchrus echinatus)
                                                                                Terrestre:
                  Capim-colchão ou
                                                           2,0 - 4,0             150 – 400
                  Capim-milhã
                  (Digitaria horizontalis)
                                                    (em pré-emergência            Aéreo:
                  Capim-marmelada                                                                     1
                                                    das             plantas       30 – 50
                  (Brachiaria plantaginea)
                                                    infestantes na cana-
                  Capim-pé-de-galinha                                                            (única
                                                    planta e cana-soca)     (Somente poderá
                  (Eleusine indica)                                                              aplicação
                                                                            ser aplicado via
                  Carrapicho-de-carneiro                                                         por safra
                                                    Não aplicar mais que aérea na cultura
                  (Acanthospermum hispidum)                                                      da cultura)
                                                    4,0 L/ha por safra da da cana-de-açúcar
                  Caruru-roxo
                                                    cultura.                em             pré-
                  (Amaranthus hibridus)
                                                                            emergência      da
                  Guanxuma                                                  cultura)
   Cana-          (Sida rhombifolia)
    de-           Picão-preto
   açúcar         (Bidens pilosa)
                  Poaia-branca
                  (Richardia brasiliensis)
                  INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
                  Realizar uma única aplicação por safra da cultura, em pré-emergência das plantas
                  infestantes na cana-planta e cana-soca. Também pode ser aplicado em pós-emergência
                  inicial da cultura e das plantas infestantes, quando as plantas infestantes estiverem em
                  pleno desenvolvimento, sob as condições de alta umidade e temperatura acima de 21ºC.

                  A aplicação deve ser realizada antes da emergência da cultura, até o estádio de “esporão”
                  (cana-planta) ou início de perfilhamento (cana-de-açúcar) por serem estas as fases em que
                  a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas.

                  Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas
                  infestantes ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido a fim de se evitar o
                  efeito “guarda-chuva”.

                  Beldroega                                    2,0 - 4,0                                      1
                  (Portulaca oleracea)                                               Terrestre:
   Citros
                  Capim-carrapicho                       (em pré ou pós-             150 - 400          (única
                  (Cenchrus echinatus)                   emergência inicial das                         aplicação

Avenida Wilson Camurça nº 2138 – Distrito Industrial I
Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
                                                                                      Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
                                                                                                          Página 6 de 22
                         Plantas Infestantes
                                                         Doses do Produto                          Número
                                                                            Volume de Calda
 Culturas                                                   Comercial                                 de
                          Nome Comum                                            (L / ha)
                                                             (L / ha)                              Aplicação
                        (Nome Científico)
                  Capim-colchão ou              plantas infestantes em                      por safra
                  Capim-milhã                   pomar a partir de um                        da cultura)
                  (Digitaria horizontalis)      ano       de     idade,
                  Capim-marmelada               evitando-se      atingir
                  (Brachiaria plantaginea)      folhas e frutos das
                  Capim-pé-de-galinha           plantas)
                  (Eleusine indica)
                  Carrapicho-de-carneiro        Não aplicar mais que
                  (Acanthospermum hispidum) 4,0 L/ha por um
                  Caruru-roxo                   período de 12 meses.
                  (Amaranthus hibridus)
                  Guanxuma
                  (Sida rhombifolia)
                  Picão-preto
                  (Bidens pilosa)
                  Poaia-branca
                  (Richardia brasiliensis)
                  INÍCIO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
                  Realizar uma única aplicação por safra da cultura, em pré ou pós-emergência inicial das
                  plantas infestantes em pomar a partir de um ano de idade, evitando-se atingir folhas e
                  frutos das plantas de citros.


                                       RECOMENDAÇÕES GERAIS:
 - ENCKE pode ser aplicado ao solo em pré ou pós-emergência inicial das plantas infestantes. O grau
 de controle e a duração do efeito variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura e
 textura do solo e micro-organismos. A umidade é necessária para uma boa ação do produto.
 - Em pós-emergência usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante e aplicar logo
 após a germinação das plantas infestantes para o controle de gramíneas ou até o primeiro par de
 folhas para o controle de folhas largas. As plantas infestantes devem estar em pleno
 desenvolvimento, sob condições de alta umidade e temperatura acima de 21ºC.
 - As doses acima são expressas para aplicação em área total. Para tratamento em faixas use
 proporcionalmente menos.
 - Usar doses menores para aplicações em solos leves e doses maiores para solos pesados. Em pós-
 emergência usar doses mais baixas para plantas infestantes menores e doses mais altas para as
 plantas infestantes maiores.
 - Sob ameaça de chuva suspender as aplicações. Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a
 aplicação a eficiência do produto pode diminuir.
 -Tanto nas aplicações de pós como de pré-emergência, a uniformidade da calda e a boa cobertura
 das plantas infestantes e/ou solo, são fundamentais para se obter um bom controle das invasoras.

MODO DE APLICAÇÃO
ENCKE pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais manuais, tratorizados de barra,
autopropelidos e por via aérea conforme recomendações.


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                                                                                Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
                                                                                                    Página 7 de 22
O volume de calda deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterada considerando
as especificações técnicas do mesmo. Os menores volumes de calda são aplicados no início do
desenvolvimento da cultura e/ou das plantas infestantes e os maiores quando há o pleno desenvolvimento
vegetativo.

Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas.

Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e as
recomendações do fabricante do equipamento.

Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item
“Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de
aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem
causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer
o pulverizador com água limpa em até 3/4 de sua capacidade. Ligar o agitador e adicionar o produto de acordo
com a dose recomendada para a cultura. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do
pulverizador e aplicar imediatamente na cultura.

Cuidados durante a aplicação:
Independe do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser
mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda do pulverizador durante as
paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.



Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água,
criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos
fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).
Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar
a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O
aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical
do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento
lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são
comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol
e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do
solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da
fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento
lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com
movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicação Terrestre
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado
na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes
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Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
                                                                               Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
                                                                                                   Página 8 de 22
para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e
eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um
Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas)
deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais
(velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e,
principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma
altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível
a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade
de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas
sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.

Condições Climáticas: Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado
abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores
instantâneos:
 Temperatura ambiente entre 21 e 30°C.

 Umidade relativa do ar acima de 50%.

 Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.

 As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais

  recomendadas.

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.

As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia
de aplicação empregada.

Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas
agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na
legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o
Engenheiro Agrônomo responsável.

Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas.
Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado.
Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.

Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado
na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes
para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e
eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um
Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas)
deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais
Avenida Wilson Camurça nº 2138 – Distrito Industrial I
Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
                                                                                Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
                                                                                                    Página 9 de 22
(velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e,
principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do vôo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a
devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do
avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas
de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas
sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 30 a 50L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.

As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia
de aplicação

Condições Climáticas:
• Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores
  apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
• Temperatura ambiente entre 21 e 30°C.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros
  de aplicação, e não valores instantâneos.
• As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais
  recomendadas.

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas
pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.

As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia
de aplicação empregada.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas
as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual
recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza
de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo entre a última aplicação e a colheita):

                  CULTURAS                                Intervalo de Segurança (dias)
                   Abacaxi                                             140
                   Algodão                                             120
                    Cacau                                               60
                     Café                                               30
                Cana-de-açúcar                                         150
                    Citros                                              60
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                                                                              Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
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INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de
aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso necessite entrar
antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso
durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- Utilizar o produto somente para as culturas e recomendações indicadas, respeitando o intervalo de
segurança para cada cultura.
- Culturas tratadas com ENCKE não devem ser usadas para alimentação animal.
- Nas aplicações de pré-emergência o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido.
- A tolerância de novas variedades ou novos porta-enxertos no caso de citros deve ser determinada
antes de se adotar ENCKE como prática.
- Para rotação de cultura observar o período mínimo de 1 ano após a última aplicação para o plantio das
culturas para as quais o produto está registrado.
- Não aplicar através de sistema de irrigação.
- Não utilizar o produto em desacordo às especificações do rótulo e bula.
- Não se recomenda o plantio de culturas intercalares em áreas tratadas com ENCKE.
- Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA”.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item “Modo de Aplicação”.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE;
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
Vide item “DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE”.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.

Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:



Avenida Wilson Camurça nº 2138 – Distrito Industrial I
Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
                                                                          Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
                                                                                             Página 11 de 22
  • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distinto do Grupo C2 para o controle do mesmo alvo,
  quando apropriado.
  • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
  • Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
  • Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
  regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
  Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
  informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
  Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-
  br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

                      GRUPO                                C2                     HERBICIDA

  O produto ENCKE é composto por diurom, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores do
  fotossistema II, pertencente ao Grupo C2, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação
  à Resistência de Herbicidas).

  INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS INFESTANTES:
  Deve-se sempre utilizar as técnicas de manejo integrado das plantas infestantes. Como exemplo, a
  adoção da rotação de culturas, a qual permite a utilização de diferentes métodos de controle além do
  uso de herbicidas. Outros métodos também devem ser utilizados dentro de um manejo integrado, como
  o controle mecânico, manual ou através de roçadas e a limpeza de máquinas.


   DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAUDE HUMANA

  ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA

  PRECAUÇÕES GERAIS:
− Produto para uso exclusivamente agrícola.
− O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
− Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
− Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
− Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
− Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com
  a boca.
− Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
  fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
− Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
  áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
  socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
− Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
  do alcance de crianças e animais.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
  macacão ou calça e blusa com tratamento hidro-repelente; botas de borracha; avental impermeável;
  máscara facial ou respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné
  árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.


  Avenida Wilson Camurça nº 2138 – Distrito Industrial I
  Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
                                                                            Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
                                                                                               Página 12 de 22
− Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
  forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

  PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
  macacão ou calça e blusa com tratamento hidro-repelente passando por cima dos punhos das luvas e
  as pernas da calça por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara facial ou
  respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné árabe e luvas de
  proteção contra produtos químicos.
− Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual
  (EPI) recomendados.
− Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

  PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entre a última aplicação e a colheita).
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
  sendo aplicado o produto.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
  melhores condições climáticas para cada região.
− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
  também entrem em contato, com a névoa do produto.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
  macacão ou calça e blusa com tratamento hidrorrepelente passando por cima dos punhos das luvas e
  as pernas da calça por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara facial ou
  respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; touca ou boné árabe e luvas de
  proteção contra produtos químicos.

  PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
− Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até
  o final do período de reentrada.
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
− Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize
  os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas tratadas
  logo após a aplicação.
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
  tempo entre a última aplicação e a colheita).
− Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para
  evitar contaminação.
− Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
  trancado, longe do alcance de crianças e animais.
− Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
− Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família.
  Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
− Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
− Não reutilizar a embalagem vazia.

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  Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
                                                                            Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
                                                                                               Página 13 de 22
− No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): botas de borracha,
  avental impermeável; máscara facial ou respirador; viseira facial ou óculos de segurança com proteção
  lateral; touca ou boné árabe e luvas de proteção contra produtos químicos.
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
  touca ou boné árabe; viseira facial ou óculos de segurança com proteção lateral; avental impermeável;
  blusa com tratamento hidrorrepelente; botas de borracha; calça com tratamento hidrorrepelente; luvas
  de proteção contra produtos químicos e máscara facial ou respirador.
− A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.


                                              ATENÇÃO                       Pode ser nocivo se ingerido


   PRIMEIROS SOCORROS: Procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
   rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
   Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
   vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
   Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água
   de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
   Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseiras, óculos, relógio, anéis etc.)
   contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
   Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
   ADVERTÊNCIA: A pessoa que prestar atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
   medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se
   contaminar com o agente tóxico.



                                                          INTOXICAÇÕES POR ENCKE
                                                           INFORMAÇÕES MÉDICAS

                                    Diurom: Ureia
    Grupo químico
                                    Monoetilenoglicol: Álcool glicólico
    Classe
                                    Categoria 5: Produto Improvável de Causar Dano Agudo
    toxicológica
    Vias de exposição               Dérmica, inalatória, oral e ocular.
                                    Diurom: O diurom é absorvido tanto pela via gastrintestinal quanto pelo trato
                                    respiratório. Contudo, não se sabe se o diurom também é absorvido pela pele. A
                                    maior parte dos metabólitos do diurom, que são excretados na urina, mantém a
                                    configuração da ureia e resultam de hidroxilação e dealquilação do diurom. É
                                    rapidamente excretado pelo rim, na forma original ou metabólitos, após breve
    Toxicocinética                  armazenamento nos tecidos corporais. Em ratos e cachorros alimentados com
                                    diurom, a excreção dos metabólitos ocorreu tanto nas fezes quanto na urina.

                                    Monoetilenoglicol: O etilenoglicol é rapidamente absorvido pelo trato
                                    gastrointestinal após a ingestão, com suas concentrações séricas atingindo o pico logo
                                    após a ingestão. O volume de distribuição é de cerca de 0,7 L/kg. A eliminação é
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 Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
                                                                                           Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
                                                                                                              Página 14 de 22
                                   primariamente de primeira ordem quando as concentrações estão abaixo de 250
                                   mg/dL, com uma meia-vida de aproximadamente 4-6 horas. Com concentrações
                                   acima de 250 mg/dL, a eliminação torna-se de ordem zero, provavelmente em torno
                                   de 10 mg/kg/h. Quando a álcool-desidrogenase (ADH) é inibida, impedindo o
                                   metabolismo, a meia-vida de eliminação do etilenoglicol é prolongada para 10 a 18
                                   horas e é renalmente dependente. Macacos que receberam uma dose oral única de
                                   1 mL/kg de 14C-etileno glicol (equivalente a 1110 mg/kg) excretaram cerca de 24% da
                                   dose administrada como composto original inalterado na urina dentro de 48 horas.
                                   Em cães, aproximadamente 50% de uma dose oral de etileno glicol (173 mmol/kg) foi
                                   excretada pela urina dentro de 72 horas após a exposição.

                                   FONTE: Toxicological Profile for Ethylene Glycol - U.S. Department of Health and
                                   Human Services - Public Health Service Agency for Toxic Substances and Disease
                                   Registry (2010). Disponível em:
                                   https://www.atsdr.cdc.gov/ToxProfiles/tp96.pdf
                                   Acesso em: 12 mar. de 2020.

                                   Ethylene Glycol Toxicity. Iqbal, A. et al. 02 de mai. de 2019. Disponível em:
                                   https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK537009
                                   Acesso em: 12 mar. de 2020.
                                   Diurom: Doses letais apresentaram indicações de danos tóxicos ao fígado, rins,
                                   intestinos e cérebro.

                                   Monoetilenoglicol: Sua toxicidade decorre da ação dos metabólitos produzidos a
                                   partir da ação da álcool-desidrogenase (ADH), que, junto com o excesso de ácido
                                   láctico, são responsáveis pela acidose metabólica e pelo aumento do ânion GAP. O
                                   oxalato precipita-se como cristais insolúveis de oxalato de cálcio podendo levar à
                                   hipocalcemia, prolongamento do intervalo QT e raramente a arritmias ventriculares.
                                   Pode ocorrer também deposição de oxalato de cálcio nos túbulos renais causando
                                   insuficiência renal aguda retardada até 24 a 72 horas após ingestão.

   Toxicodinâmica
                                   FONTE: Manual de Toxicologia Clínica – COVISA. Secretaria Municipal de Saúde –
                                   Prefeitura de São Paulo (2017). Disponível em:
                                   http://www.cvs.saude.sp.gov.br/up/MANUAL%20DE%20TOXICOLOGIA%20CL%C3
                                   %8DNICA%20-%20COVISA%202017.pdf
                                   Acesso em: 12 mar. de 2020.

                                   Toxicological Profile for Ethylene Glycol - U.S. Department of Health and Human
                                   Services - Public Health Service Agency for Toxic Substances and Disease Registry
                                   (2010). Disponível em:
                                   https://www.atsdr.cdc.gov/ToxProfiles/tp96.pdf
                                   Acesso em: 12 mar. de 2020.


Avenida Wilson Camurça nº 2138 – Distrito Industrial I
Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
                                                                                        Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
                                                                                                           Página 15 de 22
                                   Diurom: Baseado em resultados obtidos com estudos em animais, estes agentes
                                   parecem ter baixa toxicidade sistêmica. A severidade da intoxicação deve ser
                                   baseada nos achados clínicos. Pode ocorrer metemoglobinemia em ingestões
                                   de grandes quantidades. Caso sejam evidentes sintomas severos outros além
                                   da hemoglobinemia, deve-se suspeitar da ação alternativa ou adicional de
                                   algum outro tóxico.
                                   Ocular
                                   A exposição dos olhos pode resultar em irritação ocular.
                                   Respiratório
                                   Pode-se observar irritação da mucosa respiratória após contato prolongado.
                                   Cardiovascular
                                   A depressão do SNC e hipoxemia pode ser observada caso haja
                                   metemoglobinemia.
                                   Gastrintestinal
                                   Após ingestão, podem ocorrer náusea, vômito e diarréia.
                                   Genitourinário
                                   Alguns metabólitos podem causar irritação do trato urinário.
                                   Hematológico
                                   Foi observada sulfohemoglobina no sangue de ratos e cachorros aos quais
                                   administraram-se repetidamente altas doses de diurom, e em uma overdose de
                                   monolinuron em humano. A metemoglobinemia pode resultar de efeitos dos
                                   metabólitos de alguns herbicidas uréicos.
                                   Dermatológico
   Sintomas e sinais               Pode ser observada cianose não responsiva à terapia de oxigênio em pacientes
                                   com metemoglobinemia devida à absorção de quantidades excessivas desses
   clínicos
                                   agentes. Pode ocorrer irritação da pele após exposição.

                                   Monoetilenoglicol: A intoxicação sistêmica é esperada somente após exposição a
                                   grandes quantidades desta substância.
                                   Exposição oral: inicialmente (período de 1-4 horas após exposição) podem ocorrer
                                   náuseas, vômitos, depressão do SNC (ataxia, fadiga, sonolência, vertigem, nistagmo,
                                   convulsões) e acidose metabólica leve a grave. Após 24 horas podem ocorrer
                                   sintomas cardiopulmonares como dispneia, hiperventilação, taquicardia, elevação da
                                   pressão arterial e edema pulmonar. Após 24-36 horas podem ocorrer lesões
                                   importantes nos rins, com insuficiência renal (necrose tubular e depósito de cristais
                                   de oxalato de cálcio). Em casos mais graves, os sintomas podem levar a morte.
                                   Exposição respiratória: o risco de inalação é pequeno em função do etilenoglicol
                                   apresentar uma baixa pressão de vapor em temperatura ambiente. No entanto, se
                                   inalado, pode ocorrer irritação do trato respiratório superior, com tosse, irritação na
                                   garganta e cefaleia. Nos casos de inalação de vapores com concentrações elevadas
                                   do produto podem ocorrer intoxicações com sintomas semelhantes aos observados
                                   por ingestão.
                                   Exposição dérmica: apresenta baixo potencial irritativo para a pele, no entanto, a
                                   exposição repetida pode causar dermatite alérgica em indivíduos susceptíveis.
                                   Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e
                                   vermelhidão.

                                   Exposição crônica: Vide item “efeitos crônicos”, abaixo.

Avenida Wilson Camurça nº 2138 – Distrito Industrial I
Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
                                                                                           Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
                                                                                                              Página 16 de 22
                                   O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico
   Diagnóstico
                                   compatível.
                                   Antídoto: Não existe antídoto específico.
                                   Exposição Oral
                                   A) Carvão ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240
                                   mL de água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes,
                                   25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1g/Kg em crianças com menos de 1 ano.
                                   É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do
                                   agrotóxico.
                                   B) Descontaminação – Remova as roupas contaminadas e lave as áreas
                                   afetadas, incluindo o cabelo, com água e sabão;
                                   C) O tratamento é sintomático e de suporte;
                                   D) Metamoglobinemia: Administre 1 a 2 mg/Kg de uma solução de azul de
                                   metileno a 1% lentamente via intravenosa; em pacientes sintomáticos, doses
                                   adicionais podem ser necessárias.
                                   Exposição Inalatória
   Tratamento                      Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações
                                   respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a
                                   irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio
                                   e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas
                                   beta-2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
                                   Exposição Ocular
                                   Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água
                                   ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a
                                   irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente
                                   deve ser encaminhado para tratamento específico.
                                   Exposição Dérmica
                                   Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com
                                   água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se
                                   a irritação ou dor persistir.
                                   A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração
   Contraindicações
                                   e de pneumonite química.
   Efeitos das
   interações                      Não foram encontrados efeitos sinérgicos na literatura consultada.
   químicas

                                         Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
                                                tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
                                             Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                                                                    (RENACIAT/ANVISA/MS)


         ATENÇÃO                    As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
                                                               de Notificação Compulsória.
                                    Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
                                           Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
                                                           Telefones de Emergência da empresa:
                                                     Toxiclin (Emergência Toxicológica) – 08000141149
                                               Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.: (085) 4011-1000
Avenida Wilson Camurça nº 2138 – Distrito Industrial I
Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
                                                                                           Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
                                                                                                              Página 17 de 22
                                                          SAC (Solução Ágil ao Cliente): 0800-725-4011
                                                 Endereço Eletrônico da Empresa: www.sumitomochemical.com
                                                  Correio Eletrônico da Empresa: sac@sumitomochemical.com

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide quadro acima, itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”.

Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: > 2000 < 5000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições de teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Em estudo de irritação cutânea realizado em coelhos, o produto
produziu eritema em 2/3 animais e edema em 1/3 animais. Todos os sinais foram revertidos até a observação
de 48 horas do estudo. O produto não foi considerado irritante para a pele de coelhos.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Em estudo de irritação ocular realizado em coelhos, os três animais
submetidos ao teste apresentaram vermelhidão na conjuntiva na avaliação de 24 e 48 horas, completamente
revertida na avaliação de 72 horas. O produto não foi considerado irritante ocular para coelhos.
Sensibilização cutânea em cobaias (Método de Buehler): O produto não foi considerado sensibilizante
dérmico em cobaias.
Mutagenicidade: Não foi observado efeito mutagênico em teste in vitro de mutação genética bacteriana ou
ensaio in vivo com células da medula óssea de camundongos.

Efeitos Crônicos:
Diurom: Exposições prolongadas ou excessivas ao produto podem resultar em aumento do fígado; efeitos no
baço e na tireoide, destruição de células vermelhas do sangue ou redução da capacidade de carregar oxigênio
no sangue com cianose, fraqueza ou diminuição da respiração com a formação de metemoglobina. Ratos
machos que receberam doses extremamente elevadas de diurom por um período de 2 semanas apresentaram
alterações no baço e na medula óssea. Outros efeitos crônicos atribuídos à ingestão de doses elevadas ou
moderadamente elevadas do produto incluem alterações sanguíneas, aumento de mortalidade dos animais,
diminuição na taxa de crescimento, pigmentação anormal do sangue e anemia. Animais que receberam
pequenas quantidades do produto ao longo de 2 anos, não demonstraram efeitos adversos significativos,
apenas observou-se um aumento no tamanho do baço e do fígado destes animais. Não são esperados efeitos
reprodutivos em humanos e nem alterações na taxa de fertilidade em humanos e animais. Estudos conduzidos
com camundongos alimentados com doses de 0, 25, 250 ou 2500 ppm por 12 ou 24 meses não indicaram
aumento na mortalidade relacionada ao tratamento, sinais clínicos e diferenças no consumo de alimentos. Na
dose de 2500 ppm observou-se redução no peso corporal além de alterações patológicas no fígado como
hepatopatia, hipertrofia hepatocelular, deposição de hemossiderina nos hepatócitos e no baço, aumentos nas
taxas de mitose e necrose celular, indicando danos ao fígado. Também puderam ser observadas alterações
como aumento na incidência de hiperplasia do epitélio renal e da bexiga urinária.

Monoetilenoglicol: em ratos, a exposição oral repetida a doses muito altas desta substância (doses superiores
a 950 mg/kg p.c./dia, em ratos machos, e 3100 mg/kg p.c./dia, em ratos fêmeas, em estudo de 90 dias)
promoveu efeitos nos rins (lesões microscópicas, hiperplasia, nefrite, necrose, hematúria, fibrose e deposição
de cristais em túbulos renais) e depressão do sistema nervoso central. Em estudos conduzidos em ratos e
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                                                                                       Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
                                                                                                          Página 18 de 22
camundongos, o etilenoglicol não apresentou potencial cancerígeno e causou aumento da mortalidade fetal e
da incidência de alterações externas e esqueléticas. No entanto, estes efeitos ocorreram apenas após a
ingestão ou inalação de altas concentrações desta substância [em ratos, NOAEL 250 mg/kg p.c./dia pela via
oral; em camundongos, NOAEL de 150 mg/m³/6h/dia (0,15 mg/L/6h/dia) por exposição inalatória (corpo total)
e 1000 mg/m³/6h/dia (1,0 mg/L/6h/dia) após exposição exclusivamente inalatória (nose only). Não foram
observados efeitos adversos em coelhos. A formação do metabólito ácido glicólico pode estar envolvida no
mecanismo de ação para estes efeitos. Doses seguras de exposição foram estabelecidas.

   DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

 PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
 AMBIENTE:

 Este produto é:
 ( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
 ( X ) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
 ( .. ) Perigoso Ao Meio Ambiente (Classe III)
 ( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

− Evite a contaminação ambiental – Preserve a natureza.
− Não utilize equipamento com vazamento.
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
− Aplique somente as doses recomendadas.
− Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite
  a contaminação da ambiental.
− A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
  água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
− Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
  (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
  e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
  animais e vegetação suscetível a danos.
− Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
  aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
  ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para
  o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
  Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

Avenida Wilson Camurça nº 2138 – Distrito Industrial I
Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
                                                                            Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
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INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química
  S.A. – Telefone de Emergência: (85) 4011-1000.
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
  óculos protetor e máscara contra eventuais vapores).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, impedindo que o produto atinja bueiros, drenos ou
  corpos d’águas naturais e siga as instruções abaixo:
  PISO PAVIMENTADO: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de
  uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
  deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no
  rótulo para sua devolução e destinação final. Lave o local com grande quantidade de água.
  SOLO: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
  material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
  registrante conforme indicado acima.
  CORPOS D´ÁGUA: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
  o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
  adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
  da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou pó químico, ficando a
  favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Orientações para EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
  Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s –
  Equipamentos de Proteção Individual – recomendados nas precauções no manuseio do produto.

  • TRÍPLICE LAVAGEM (Lavagem Manual):
       Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o
       seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
        - Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o
            na posição vertical durante 30 segundos;
         - Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
         - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
         - Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
         - Faça esta operação três vezes;
         - Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.



  • LAVAGEM SOB PRESSÃO:
      AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO
      SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS:
      -    Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
      - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
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                                                                           Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
                                                                                              Página 20 de 22
         -      Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
         -      A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
         -      Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

         AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO, ADOTAR OS
         SEGUINTES PROCEDIMENTOS:
          - Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
             invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
          - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
             pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
             segundos;
          - Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
          - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de
validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de
um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA – NÃO CONTAMINADA

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.



Avenida Wilson Camurça nº 2138 – Distrito Industrial I
Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
                                                                             Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
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EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui
o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não
podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes
as atividades agrícolas.




Avenida Wilson Camurça nº 2138 – Distrito Industrial I
Maracanaú/CE – Brasil – Tel. (85) 4011-1000
                                                                             Encke_BL-Agrofit_2023-05-26_Rev02
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