Eleitto
Iharabras S.A. Indústria Químicas - Sorocaba
Inseticida
acetamiprido (neonicotinóide) (167 g/L) + etofenproxi (éter difenílico) (300 g/L)
Informações
Número de Registro
9417
Marca Comercial
Eleitto
Formulação
OD - Dispersão de Óleo
Ingrediente Ativo
acetamiprido (neonicotinóide) (167 g/L) + etofenproxi (éter difenílico) (300 g/L)
Titular de Registro
Iharabras S.A. Indústria Químicas - Sorocaba
Classe
Inseticida
Modo de Ação
SISTÊMICO E CONTATO.
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Altamente Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abobrinha
Bemisia tabaci
Mosca-branca
Abobrinha
Diaphania nitidalis
Broca-da-aboboreira; Broca-das-cucurbitáceas
Abóbora
Bemisia tabaci
Mosca-branca
Abóbora
Diaphania nitidalis
Broca-da-aboboreira; Broca-das-cucurbitáceas
Acelga
Brevicoryne brassicae
Pulgão
Agrião
Brevicoryne brassicae
Pulgão
Alface
Myzus persicae
Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro
Alho
Thrips tabaci
Tripes; Tripes-do-fumo
Almeirão
Myzus persicae
Pulgão-verde
Ameixa
Anastrepha fraterculus
Mosca-das-frutas; Mosca-sul-americana
Ameixa
Grapholita molesta
Mariposa-oriental
Batata
Bemisia tabaci raça B
mosca-branca
Batata
Diabrotica speciosa
Larva-alfinete; Vaquinha-verde-amarela
Batata
Lyriomyza huidobrensis
Larva-minadora; Mosca-minadora
Berinjela
Frankliniella schultzei
Tripes
Berinjela
Thrips tabaci
Tripes
Brócolis
Brevicoryne brassicae
Pulgão; Pulgão-da-couve
Caju
Aleurodicus cocois
Mosca-branca; Mosca-branca-do-cajueiro
Caqui
Anastrepha fraterculus
Mosca-das-frutas; Mosca-sul-americana
Carambola
Anastrepha obliqua
Mosca das frutas
Carambola
Bactrocera carambolae
Mosca-da-carambola
Cebola
Thrips tabaci
Tripes; Tripes-do-fumo
Chicória
Myzus persicae
Pulgão-verde
Chuchu
Bemisia tabaci
Mosca-branca
Chuchu
Diaphania nitidalis
Broca-das-curcubitáceas
Couve
Brevicoryne brassicae
Pulgão; Pulgão-da-couve
Couve-chinesa
Brevicoryne brassicae
Pulgão; Pulgão-da-couve
Couve-de-bruxelas
Brevicoryne brassicae
Pulgão; Pulgão-da-couve
Couve-flor
Brevicoryne brassicae
Pulgão; Pulgão-da-couve
Espinafre
Myzus persicae
PULGÃO - VERDE
Figo
Zaprionus indianus
Mosca-do-figo
Goiaba
Triozoida limbata
Psilídeo da goiabeira
Jiló
Bemisia tabaci
Mosca-branca
Jiló
Frankliniella schultzei
Tripes
Jiló
Thrips palmi
Tripes
Mamão
Anastrepha fraterculus
Mosca - sul- americana
Mamão
Aonidiella comperei
Cochonilha
Mamão
Ceratitis capitata
Mosca-das-frutas; Mosca-do-mediterrâneo
Manga
Ceratitis capitata
Mosca-das-frutas; Mosca-do-mediterrâneo
Mangaba
Aphis gossypii
Pulgão do algodoeiro
Maracujá
Myzus persicae
Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro
Marmelo
Anastrepha fraterculus
Mosca das frutas sul americanas
Maxixe
Bemisia tabaci raça B
Mosca branca
Maxixe
Diaphania nitidalis
Broca-da-aboboreira; Broca-das-cucurbitáceas
Maçã
Anastrepha fraterculus
Mosca-das-frutas; Mosca-sul-americana
Maçã
Grapholita molesta
Mariposa-oriental
Melancia
Thrips palmi
Tripes
Melão
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Melão
Lyriomyza huidobrensis
Larva-minadora; Mosca-minadora
Melão
Thrips palmi
Tripes
Mostarda
Lipaphis erysimi
pulgão ; pulgão-da-mostarda; pulgão-do-nabo
Nectarina
Anastrepha fraterculus
mosca das frutas sul americanas
Nêspera
Grapholita molesta
Mariposa-oriental
Pepino
Diaphania nitidalis
Broca-da-aboboreira; Broca-das-cucurbitáceas
Pera
Anastrepha fraterculus
Mosca-das-frutas; Mosca-sul-americana
Pera
Grapholita molesta
Mariposa-oriental
Pessego
Anastrepha fraterculus
Mosca-das-frutas; Mosca-sul-americana
Pessego
Grapholita molesta
Mariposa-oriental
Pimenta
Frankliniella schultzei
Tripes
Pimentão
Frankliniella occidentalis
Tripes
Quiabo
Aphis gossypii
Pulgão-das-inflorescências; Pulgão-do-algodoeiro
Quiabo
Frankliniella schultzei
Tripes
Repolho
Brevicoryne brassicae
Pulgão; Pulgão-da-couve
Rúcula
Brevicoryne brassicae
Pulgão
Tomate
Bemisia tabaci raça B
Mosca-branca
Tomate
Lyriomyza huidobrensis
Larva-minadora; Mosca-minadora
Tomate
Neoleucinodes elegantalis
Broca-pequena-do-fruto; Broca-pequena-do-tomateiro
Tomate
Thrips palmi
Tripes
Uva
Anastrepha fraterculus
Mosca-das-frutas; Mosca-sul-americana
Uva
Empoasca vitis
Cicadela-verde; cicadela-das-queimaduras-da-vinha; cigarrinha-verde-da-vinha
Conteúdo da Bula
ELEITTO®
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 9417
COMPOSIÇÃO:
(E)-N1-[(6-chloro-3-pyridyl)methyl]-N2-cyano-N1-methylacetamidine
(ACETAMIPRIDO) .................................................................................................... 167 g/L (16,7% m/v)
2-(4-ethoxyphenyl)-2-methylpropyl 3-phenoxy benzyl ether
(ETOFENPROXI) ..................................................................................................... 300 g/L (30,0% m/v)
Outros Ingredientes .................................................................................................. 572 g/L (57,2% m/v)
GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida Sistêmico e de Contato, dos grupos químicos Neonicotinoide (ACETAMIPRIDO) e
Éter difenílico (ETOFENPROXI)
TIPO DE FORMULAÇÃO: Dispersão de Óleo (OD)
TITULAR DO REGISTRO:
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - 18087-170 - Sorocaba/SP
Fone: (15) 3235-7700 - CNPJ: 61.142.550/0001-30
Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
ACETAMIPRIDO:
• Mospilan Técnico (Registro MAPA nº 09798)
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - 18087-170 - Sorocaba/SP
Fone: (15) 3235-7700 - CNPJ: 61.142.550/0001-30
Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8
TIANJIN ROTAM CHEMICAL CO., LTD.
Tie Dong Road, Beichen District, Tianjin - China
LILING FINE CHEMICAL CO., LTD.
Xing Gang Road, Riverside Industry Park, Changshu Economic Development Zone, 215537, Jiangsu -
China
NIPPON SODA CO., LTD.
Nihongi Plant - 950, Fujisawa, Nakago-ku, Joetsu-Shi, Niigata, 949-2392 – Japão.
JIANGSU CHEMSPEC-WEIER CHEMICAL CO. LTD.
Weiliu Road, Chenjiangang Chemical Park, Xiangshui, 224600 Yancheng, Jiangsu - China
DECCAN FINE CHEMICALS (INDIA) PRIVATE LIMITED
Plot Nº 74A, Road Nº 9, Jubilee Hills 500 033 Hyderabad, Telangana – Índia
27-08-2025
RUDONG HUASHENG CHEMICAL CO. LTD.
Yangkou Chemical Industrial Park, Rudong Coastal Economic Development Zone, 226407 Rudong,
Jiangsu – China
NINGXIA RUITAI TECHNOLOGY CO. LTD.
Fine Chemical Park, Zhongwei Industry Complex, Ningxia, 755000, China
LANZHOU CHEMSPEC TECHNOLOGY CO., LTD.
No. 336, Yulin River Street, Lanzhou New Area, Lanzhou City, Gansu Province, China
JIANGSU CHANGQING AGROCHEMICAL NANTONG CO. LTD.
No. 3, Haibin Road, Chemical Industrial Zone, Open Coastal Economic Zone, Rudong County, Nantong
City, Jiangsu, China
SHANDONG HAILIR CHEMICAL CO., LTD.
Lingang Industrial Zone, Coastal Econ, Development Zone, Weifang Shandong, China
• Acetamiprid Técnico Nortox (Registro MAPA nº 3417)
HEBEI YETIAN AGROCHEMICALS CO., LTD.
Industrial Zone, South of Yuanshi County - 050000 Shijiazhuang, Hebei – China
JIANGSU YANGNONG CHEMICAL GROUP CO., LTD
Nº 39 Wenfeng Road - 225009 Yangzhou, Jiangsu – China
SHANDONG HAILIR CHEMICAL CO., LTD.
Lingang Industry Zone, Coastal Econ. Development Zone, Weifang, Shandong- China
CRIMSUN ORGANICS PRIVATE LTD.
Reg. Office: C-9, C-10 & C-11, SIPCOT Indust. Complex, 607005, Kudikadu, Cuddalore, Tamil Nadu,
Índia
NINGXIA RUITAI TECHNOLOGY CO., LTD.
Fine Chemical Park, 755000, Zhongwei Industry Complex, Ningxia Province, China
INSECTICIDES INDIA LTD.
Plot No. CH/21, G.I.D.C. Industrial Estate, Dahej, Tal-Vagra, Dist, 392 130, Bharuch, Gujarat, Índia
• Acetamiprid Técnico SJ (Registro MAPA nº TC16620)
NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD
BeiHai Road, nº 1165, Ningbo Chemical, Industry Zone, Xiepu Town, Zenhai Ningbo – China
• Acetamiprido Técnico OF (Registro MAPA nº 3917)
NINGBO SUNJOY AGROSCIENCE CO., LTD.
BeiHai Road, nº 1165, Ningbo Chemical, Industry Zone, Xiepu Town, Zenhai Ningbo – China
• Acetamiprido Técnico Ouro Fino (Registro MAPA nº 3517)
HEBEI YETIAN AGROCHEMICALS CO., LTD.
Industrial Zone, South of Yuanshi County - 050000 Shijiazhuang, Hebei – China
SHANDONG HAILIR CHEMICAL CO., LTD.
Lingang Industry Zone, Coastal Econ. Development Zone, Weifang, Shandong- China
• Acetamiprid Técnico SAU (Registro MAPA nº TC05822)
SHANDONG UNITED PESTICIDE INDUSTRY CO. LTD.
Building 1#, Middle Shengli Road, Daxin Village, Fan Town, Daiyue, 2501000 – Taian City, Shandong
– China
ETOFENPROXI:
• Safety Técnico (Registro MAPA nº 13008)
MITSUI CHEMICALS INC.
Omuta Works, 30, Asamuta-machi, Omuta, Fukuoka, 836-8610 - Japão
FORMULADOR:
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - 18087-170 - Sorocaba/SP
Fone: (15) 3235-7700 - CNPJ: 61.142.550/0001-30
Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8
27-08-2025
Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO,
A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE I - PRODUTO ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
27-08-2025
INSTRUÇÕES DE USO:
O produto ELEITTO é um inseticida sistêmico e de contato, utilizado para o controle de pragas nas
culturas conforme descrito abaixo:
CULTURAS, PRAGAS, DOSES E RECOMENDAÇÕES DE USO:
RECOMENDAÇÕES DE USO
DOSES
CULTURA PRAGA NÚMERO
VOLUME DE
ÉPOCA/INTERVALO DE APLICAÇÃO MÁXIMO DE
p.c CALDA
APLICAÇÕES
Broca-das- Realizar as aplicações no início da formação dos
curcubitaceas frutos, realizando aplicações visando atingir as
(Diaphania brocas antes de penetrarem no interior dos frutos.
nitidalis) 20 a 40 Realizar 4 aplicações com intervalo de 7 dias.
Terrestre:
Abóbora mL/100L Realizar constante monitoramento e aplicar no início 4
800 L/ha
de água da infestação de adultos, principalmente no início de
Mosca-branca
desenvolvimento quando a cultura é mais suscetível.
(Bemisia
Caso haja reinfestação na área, realizar nova
tabaci)
aplicação. Realizar até 4 aplicações com intervalo de
7 dias.
Broca-das- Realizar as aplicações no início da formação dos
curcubitaceas frutos, realizando aplicações visando atingir as
(Diaphania brocas antes de penetrarem no interior dos frutos.
nitidalis) 20 a 40 Realizar 4 aplicações com intervalo de 7 dias.
Terrestre:
Abobrinha mL/100L Realizar constante monitoramento e aplicar no início da 4
800 L/ha
de água infestação de adultos, principalmente no início de
Mosca-branca
desenvolvimento quando a cultura é mais suscetível.
(Bemisia
Caso haja reinfestação na área, realizar nova
tabaci)
aplicação. Realizar até 4 aplicações com intervalo de 7
dias.
Realizar monitoramento constante e realizar
Pulgão 75 a 100 Terrestre:
aplicação quando for constatada a presença da praga.
Acelga (Brevicoryne mL/100L 2
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura 300 L/ha
brassicae) de água
com intervalo de 7 dias.
Realizar monitoramento constante e realizar aplicação
Pulgão 75 a 100 Terrestre:
quando for constatada a presença da praga. Realizar no
Agrião (Brevicoryne mL/100L 2
máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo 300 L/ha
brassicae) de água
de 7 dias.
Realizar monitoramento constante e realizar aplicação
Pulgão 75 a 100 Terrestre:
quando for constatada a presença da praga. Realizar no
Alface (Myzus mL/100L 2
máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo 300 L/ha
persicae) de água
de 7 dias.
Realizar aplicação no início da infestação. As doses
mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico Terrestre:
Tripes (Thrips 200 a 400
Alho de alta incidência da praga e/ou para um maior período 4
tabaci) mL/ha 300 L/ha
de controle. Realizar até 4 aplicações com intervalo de
7 dias ou quando houver reinfestação da praga.
Realizar monitoramento constante e realizar
Pulgão-verde 75 a 100 Terrestre:
aplicação quando for constatada a presença da praga.
Almeirão (Myzus mL/100L 2
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura 300 L/ha
persicae) de água
com intervalo de 7 dias.
Realizar aplicação no início da infestação. As doses
Mosca-das-
mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico
Frutas
de alta incidência da praga e/ou para um maior período
(Anastrepha
de controle. Realizar até 3 aplicações com intervalo de
fraterculus) 50 a 70 14 dias ou quando houver reinfestação da praga. Terrestre:
Ameixa mL/100L 3
de água Realizar monitoramento através de armadilhas de 1000 L/ha
Mariposa-
feromônios instaladas no pomar. Iniciar as aplicações
oriental
quando forem encontrados no máximo 5 adultos.
(Grapholita
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
molesta)
com intervalos de 14 dias.
Mosca-branca Realizar aplicação no início da infestação. Realizar até Terrestre:
Batata (Bemisia tabaci 400 mL/ha 3 aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver 3 200 L/ha
raça B) reinfestação da praga.
27-08-2025
RECOMENDAÇÕES DE USO
DOSES
CULTURA PRAGA NÚMERO
VOLUME DE
ÉPOCA/INTERVALO DE APLICAÇÃO MÁXIMO DE
p.c CALDA
APLICAÇÕES
Vaquinha- Realizar monitoramento constante da lavoura e aplicar Aérea:
verde-amarela 100 a 200 no início da infestação. Realizar até 3 aplicações com 10 a 40 L/ha
(Diabrotica mL/ha intervalo de 7 dias ou quando houver reinfestação da
speciosa) praga.
Realizar monitoramento constante e realizar aplicação
Mosca-
logo no início das infestações. Realizar no máximo 3
minadora 300 a 400
aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose
(Liriomyza mL/ha
maior quando constatada condições ideais para
huidobrensis)
desenvolvimento e elevada pressão da praga.
Realizar monitoramento constante e iniciar as
aplicações quando constatada a presença da praga na
Tripes
área, antes que promovam danos à cultura. Quando
(Thrips tabaci)
75 a 100 houver reinfestação, realizar até 3 aplicações com
intervalo de 7 dias. Terrestre:
Berinjela mL/100L 3
de água 1000 L/ha
Realizar monitoramento constante e iniciar as
Tripes
aplicações no início da infestação. Realizar até 3
(Frankliniella
aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver
schultzei)
reinfestação da praga.
Pulgão-da-
Realizar aplicação no início da infestação. Realizar até
couve 50 a 75 Terrestre:
Brócolis 2 aplicações com intervalo de 10 dias ou quando 2
(Brevicoryne mL/ha 400 L/ha
houver reinfestação da praga.
brassicae)
Realizar monitoramento constante e aplicar
Mosca-branca 40 a 50 Terrestre:
imediatamente quando for constatado a presença da
Caju (Aleurodicus mL/100L 3
praga. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da 2000 L/ha
cocois) de água
cultura com intervalos de 7 dias.
Realizar monitoramento através de armadilhas de
Mosca-das- feromônios ou atrativos alimentares no pomar e iniciar
40 a 50 Terrestre:
frutas as aplicações quando ocorrer a presença de no
Caqui mL/100L 3
(Anastrepha máximo 1 adulto por armadilha/semana da mosca na 1000 L/ha
de água
fraterculus) área. Aplicar com intervalos de 7 dias. Realizar no
máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.
Mosca-das-
frutas Realizar monitoramento através de armadilhas de
(Anastrepha feromônios ou atrativos alimentares no pomar e iniciar
obliqua) 40 a 50 Terrestre:
as aplicações quando ocorrer a presença de no
Carambola mL/100L 3
Mosca-da- máximo 1 adulto por armadilha/semana da mosca na 1000 L/ha
de água
Carambola área. Aplicar com intervalos de 7 dias. Realizar no
(Bactrocera máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.
carambolae)
Realizar aplicação no início da infestação. As doses
mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico Terrestre:
Tripes (Thrips 200 a 400
Cebola de alta incidência da praga e/ou para um maior período 4
tabaci) mL/ha 300 L/ha
de controle. Realizar até 4 aplicações com intervalo de
7 dias ou quando houver reinfestação da praga.
Realizar monitoramento constante e realizar
Pulgão-verde 75 a 100 Terrestre:
aplicação quando for constatada a presença da praga.
Chicória (Myzus mL/100L 2
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura 300 L/ha
persicae) de água
com intervalo de 7 dias.
Broca-das- Realizar as aplicações no início da formação dos frutos,
curcubitaceas realizando aplicações visando atingir as brocas antes
(Diaphania de penetrarem no interior dos frutos. Realizar 4
nitidalis) 20 a 40 aplicações com intervalo de 7 dias.
Terrestre:
Chuchu mL/100L Realizar constante monitoramento e aplicar no início da 4
800 L/ha
de água infestação de adultos, principalmente no início de
Mosca-branca
desenvolvimento quando a cultura é mais suscetível.
(Bemisia
Caso haja reinfestação na área, realizar nova
tabaci)
aplicação. Realizar até 4 aplicações com intervalo de 7
dias.
27-08-2025
RECOMENDAÇÕES DE USO
DOSES
CULTURA PRAGA NÚMERO
VOLUME DE
ÉPOCA/INTERVALO DE APLICAÇÃO MÁXIMO DE
p.c CALDA
APLICAÇÕES
Pulgão-da-
Realizar aplicação no início da infestação. Realizar até
couve 50 a 75 Terrestre:
Couve 2 aplicações com intervalo de 10 dias ou quando 2
(Brevicoryne mL/ha 400 L/ha
houver reinfestação da praga.
brassicae)
Pulgão-da-
Realizar aplicação no início da infestação. Realizar até
Couve- couve 50 a 75 Terrestre:
2 aplicações com intervalo de 10 dias ou quando 2
chinesa (Brevicoryne mL/ha 400 L/ha
houver reinfestação da praga.
brassicae)
Pulgão-da-
Realizar aplicação no início da infestação. Realizar até
Couve-de- couve 50 a 75 Terrestre:
2 aplicações com intervalo de 10 dias ou quando 2
bruxelas (Brevicoryne mL/ha 400 L/ha
houver reinfestação da praga.
brassicae)
Pulgão-da-
Realizar aplicação no início da infestação. Realizar até
couve 50 a 75 Terrestre:
Couve-flor 2 aplicações com intervalo de 10 dias ou quando 2
(Brevicoryne mL/ha 400 L/ha
houver reinfestação da praga.
brassicae)
Realizar monitoramento constante e realizar aplicação
Pulgão 75 a 100 Terrestre:
quando for constatada a presença da praga. Realizar no
Espinafre (Myzus mL/100L 2
máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo 300 L/ha
persicae) de água
de 7 dias.
Realizar monitoramento através de armadilhas de
feromônios ou atrativos alimentares no pomar e iniciar
Mosca-do-figo 40 a 50 Terrestre:
as aplicações quando ocorrer a presença de no
Figo (Zaprionus mL/100L 3
máximo 1 adulto por armadilha/semana da mosca na 1000 L/ha
indianus) de água
área. Aplicar com intervalos de 7 dias. Realizar no
máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.
Psilídio-da- Realizar monitoramento constante e aplicar
40 a 50 Terrestre:
goiabeira imediatamente quando for constatado a presença da
Goiaba mL/100L 3
(Triozoida praga. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da 2000 L/ha
de água
limbata) cultura com intervalos de 7 dias.
Tripes Realizar monitoramento constante e iniciar as
(Thrips palmi) aplicações quando constatada a presença da praga na
Mosca-branca área, antes que promovam danos à cultura. Quando
(Bemisia 75 a 100 houver reinfestação, realizar até 3 aplicações com Terrestre:
Jiló tabaci) mL/100 L intervalo de 7 dias. 3
de água Realizar monitoramento constante e iniciar as 1000 L/ha
Tripes
aplicações no início da infestação. Realizar até 3
(Frankliniella
aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver
schultzei)
reinfestação da praga.
Mosca-das- Realizar monitoramento através de armadilhas de
frutas feromônios ou atrativos alimentares no pomar e iniciar
as aplicações quando ocorrer a presença de adultos da
(Anastrepha
50 a 60 mosca na área. Aplicar com intervalos de 7 dias.
fraterculus) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Terrestre:
Maçã mL/100L 3
Mariposa- Realizar monitoramento través de armadilhas de 1000 L/ha
de água
oriental feromônios. Iniciar as aplicações quando forem
capturados no máximo 5 adultos em armadilha de
(Grapholita
feromônio instaladas no pomar. Podem ser realizadas
molesta) 3 aplicações com intervalo de 7 dias.
Mosca-do-
mediterrâneo Realizar monitoramento através de armadilhas de
(Ceratitis feromônios ou atrativos alimentares no pomar e iniciar
capitata) as aplicações quando ocorrer a presença de adultos da
Mosca-das- 40 a 50 mosca na área. Reaplicar quando houver reinfestação
da praga. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da Terrestre:
Mamão frutas mL/100L 3
(Anastrepha de água cultura com intervalo de 10 dias. 600 L/ha
fraterculus)
Cochonilha Realizar monitoramento constante nas plantas e aplicar
(Aonidiela no início das infestações.
comperei)
27-08-2025
RECOMENDAÇÕES DE USO
DOSES
CULTURA PRAGA NÚMERO
VOLUME DE
ÉPOCA/INTERVALO DE APLICAÇÃO MÁXIMO DE
p.c CALDA
APLICAÇÕES
Reaplicar quando houver reinfestação da praga.
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
com intervalo de 10 dias.
Realizar monitoramento através de armadilhas de
Mosca-das- feromônios ou atrativos alimentares no pomar e iniciar
40 a 50 Terrestre:
frutas as aplicações quando ocorrer a presença de adultos da
Manga mL/100L 3
(Ceratitis mosca na área. Reaplicar quando houver reinfestação 600 L/ha
de água
capitata) da praga. Realizar no máximo 3 aplicações com
intervalo de 10 dias.
Realizar monitoramento constante e aplicar
Pulgão 40 a 50 Terrestre:
imediatamente quando for constatada a presença da
Mangaba (Aphis mL/100L 3
praga. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da 2000 L/ha
gossypii) de água
cultura com intervalos de 7 dias.
Pulgão verde 40 a 50 Realizar monitoramento constante nas plantas e aplicar Terrestre:
Maracujá (Myzus mL/100L no início das infestações. Realizar no máximo 3 3
persicae) de água aplicações com intervalo de 10 dias. 600 L/ha
Realizar aplicação no início da infestação. As doses
Mosca-das-
50 mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico Terrestre:
frutas
Marmelo mL/100L de alta incidência da praga e/ou para um maior período 3
(Anastrepha 1000 L/ha
de água de controle. Realizar até 3 aplicações com intervalo de
fraterculus)
14 dias ou quando houver reinfestação da praga.
Broca-das- Realizar as aplicações no início da formação dos frutos,
curcubitaceas realizando aplicações visando atingir as brocas antes
(Diaphania de penetrarem no interior dos frutos. Realizar 4
nitidalis) 20 a 40 aplicações com intervalo de 7 dias.
Terrestre:
Maxixe mL/100L Realizar constante monitoramento e aplicar no início da 4
800 L/ha
de água infestação de adultos, principalmente no início de
Mosca-branca
desenvolvimento quando a cultura é mais suscetível.
(Bemisia
Caso haja reinfestação na área, realizar nova
tabaci)
aplicação. Realizar até 4 aplicações com intervalo de 7
dias.
Mosca-branca Realizar aplicação no início da infestação. Realizar até
(Bemisia tabaci 3 aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver Terrestre:
raça B) reinfestação da praga. 200 L/ha
300 a 400
Melancia Iniciando as aplicações quando constatada a presença 3
mL/ha
Tripes da praga na área. Utilizar a maior dose para situações Aérea:
(Thrips palmi) de maior pressão da praga. Realizar no máximo 2 10 a 40 L/ha
aplicações com intervalo de 7 dias.
Mosca-branca Realizar aplicação no início da infestação. Realizar até
(Bemisia tabaci 3 aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver
raça B) reinfestação da praga.
Realizar monitoramento constante da lavoura e aplicar Terrestre:
Tripes no início da infestação. Realizar até 2 aplicações com 200 L/ha
300 a 400
Melão (Thrips palmi) intervalo de 7 dias ou quando houver reinfestação da 3
mL/ha
praga. Aérea:
Realizar monitoramento constante da lavoura e aplicar 10 a 40 L/ha
Mosca-
minadora no início da infestação quando forem observadas
(Liriomyza puncturas. Realizar até 2 aplicações com intervalo de 7
huidobrensis) dias ou quando houver reinfestação da praga.
Pulgão-da- Realizar monitoramento constante e realizar aplicação
75 a 100 Terrestre:
mostarda quando for constatada a presença da praga. Realizar no
Mostarda mL/100L 2
(Lipaphis máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo 300 L/ha
de água
erysimi) de 7 dias.
Realizar aplicação no início da infestação. As doses
Mosca-das-
50 mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico Terrestre:
frutas
Nectarina mL/100L de alta incidência da praga e/ou para um maior período 3
(Anastrepha 1000 L/ha
de água de controle. Realizar até 3 aplicações com intervalo de
fraterculus)
14 dias ou quando houver reinfestação da praga.
27-08-2025
RECOMENDAÇÕES DE USO
DOSES
CULTURA PRAGA NÚMERO
VOLUME DE
ÉPOCA/INTERVALO DE APLICAÇÃO MÁXIMO DE
p.c CALDA
APLICAÇÕES
Realizar monitoramento através de armadilhas de
Mariposa-
50 a 70 feromônios instaladas no pomar. Iniciar as aplicações Terrestre:
oriental
Nêspera mL/100L quando forem encontrados no máximo 5 adultos. 3
(Grapholita 1000 L/ha
de água Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
molesta)
com intervalos de 14 dias.
Broca-das- Realizar as aplicações no início da formação dos frutos,
20 a 40
curcubitaceas realizando aplicações visando atingir as brocas antes Terrestre:
Pepino mL/100L 4
(Diaphania de penetrarem no interior dos frutos. Realizar 4 800 L/ha
de água
nitidalis) aplicações com intervalo de 7 dias.
Realizar aplicação no início da infestação. As doses
Mosca-das-
50 mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico
frutas
mL/100L de alta incidência da praga e/ou para um maior período
(Anastrepha
de água de controle. Realizar até 3 aplicações com intervalo de
fraterculus)
14 dias ou quando houver reinfestação da praga. Terrestre:
Pera 3
Realizar monitoramento através de armadilhas de 1000 L/ha
Mariposa-
50 a 70 feromônios instaladas no pomar. Iniciar as aplicações
oriental
mL/100L quando forem encontrados no máximo 5 adultos.
(Grapholita
de água Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
molesta)
com intervalos de 14 dias.
Realizar aplicação no início da infestação. As doses
Mosca-das-
mais altas devem ser utilizadas em áreas com histórico
Frutas
de alta incidência da praga e/ou para um maior período
(Anastrepha
de controle. Realizar até 3 aplicações com intervalo de
fraterculus) 50 a 70 14 dias ou quando houver reinfestação da praga. Terrestre:
Pêssego mL/100L 3
de água Realizar monitoramento através de armadilhas de 1000 L/ha
Mariposa-
feromônios instaladas no pomar. Iniciar as aplicações
oriental
quando forem encontrados no máximo 5 adultos.
(Grapholita
Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura
molesta)
com intervalos de 14 dias.
Realizar monitoramento constante e iniciar as
Tripes 75 a 100 aplicações quando constatada a presença da praga na Terrestre:
Pimenta (Frankliniella mL/100L área, antes que promovam danos à cultura. Quando 3
schultzei) de água houver reinfestação, realizar até 3 aplicações com 1000 L/ha
intervalo de 7 dias.
Realizar monitoramento constante da lavoura e aplicar
Tripes 75 a 100 Terrestre:
no início da infestação. Realizar até 3 aplicações com
Pimentão (Frankliniella mL/100L 3
intervalo de 7 dias ou quando houver reinfestação da 1000 L/ha
occidentalis) de água
praga.
Realizar monitoramento constante e iniciar as
Pulgão-do-
aplicações quando constatada a presença da praga na
algodoeiro
área, antes que promovam danos à cultura. Quando
(Aphis
75 a 100 houver reinfestação, realizar até 3 aplicações com
gossypii) Terrestre:
Quiabo mL/100L intervalo de 7 dias. 3
de água 1000 L/ha
Realizar monitoramento constante e iniciar as
Tripes
aplicações no início da infestação. Realizar até 3
(Frankliniella
aplicações com intervalo de 7 dias ou quando houver
schultzei)
reinfestação da praga.
Pulgão-da-
couve 50 a 75 Realizar aplicação no início da infestação. Realizar até Terrestre:
Repolho 2 aplicações com intervalo de 10 dias ou quando 2
(Brevicoryne mL/ha 400 L/ha
houver reinfestação da praga.
brassicae)
Realizar monitoramento constante e realizar aplicação
Pulgão 75 a 100 Terrestre:
quando for constatada a presença da praga. Realizar no
Rúcula (Brevicoryne mL/100L 2
máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo 300 L/ha
brassicae) de água
de 7 dias.
300 a 400 Realizar constante monitoramento e aplicar no início da Terrestre:
Mosca-branca mL/ha ou infestação de adultos, principalmente no início de 500 a 1000
Tomate (Bemisia tabaci 30 a 40 desenvolvimento quando a cultura é mais suscetível. 3 L/ha
Caso haja a reinfestação na área, realizar nova
raça B) mL/100L aplicação. Realizar no máximo 3 aplicações com
de água intervalo de 7 dias por ciclo da cultura. Aérea:
27-08-2025
RECOMENDAÇÕES DE USO
DOSES
CULTURA PRAGA NÚMERO
VOLUME DE
ÉPOCA/INTERVALO DE APLICAÇÃO MÁXIMO DE
p.c CALDA
APLICAÇÕES
Broca- 10 a 40 L/ha
Realizar monitoramento constante da lavoura e aplicar
pequena-do- quando for constatado ovos da Broca-pequena-do-
tomateiro tomateiro nos frutos em fase inicial de desenvolvimento.
(Neoleucinodes Realizar até 3 aplicações com intervalo de 7 dias ou
elegantalis) quando houver reinfestação da praga.
Mosca- 400 mL/ha
Realizar monitoramento constante e realizar aplicação
minadora ou 40
logo no início das infestações. Realizar no máximo 3
(Liriomyza mL/100L Terrestre:
aplicações com intervalo de 7 dias.
huidobrensis) de água 1000 L/ha
Iniciar a aplicação quando, através do monitoramento
300 a 400
for constatado o início da infestação da praga. No caso Aérea:
mL/ha ou
Tripes (Thrips de novas infestações, reaplicar realizando no máximo
30 a 40 10 a 40 L/ha
palmi) 3 aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose
mL/100L
maior quando constatada condições ideais para
de água
desenvolvimento e elevada pressão da praga.
Realizar monitoramento través de armadilhas de
Mosca-das- feromônios ou atrativos alimentares no pomar e iniciar
frutas as aplicações quando ocorrer a presença de no Terrestre:
(Anastrepha máximo 1 adulto por armadilha/semana de adulto da 1000 L/ha
fraterculus) 40 a 50 mosca na área. Aplicar com intervalos de 7 dias.
Uva mL/100L Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. 3
de água Realizar monitoramento constante e iniciar as
Cigarrinha- aplicações quando constatada a presença da praga na
verde Terrestre:
área, antes que promova danos à cultura. Realizar no
(Empoasca 600 L/ha
vitis) máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalos
de 7 dias.
p.c.: produto comercial
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicar ELEITTO nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este
produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou
motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
As recomendações para os equipamentos de aplicação poderão ser alteradas à critério do
Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da
aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e a tecnologia de aplicação empregada.
Preparo da Calda: O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção
individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4
de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação
acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação
constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da
calda.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de
Deriva.
- APLICAÇÃO VIA TERRESTRE:
A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que
devem ser rigorosamente observadas, tais como:
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
27-08-2025
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de
gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros
operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação
desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com
o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à
mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para
a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação
e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior
uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe
de gotas.
- APLICAÇÃO VIA AÉREA:
A aplicação via aérea é indicada para as culturas: Batata, Melancia, Melão e Tomate.
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de
boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as
disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades
aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras
apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura
do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de
gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros
operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação
desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo
sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou
modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma
largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa
cobertura.
Volume de calda: 10 a 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
Condições Climáticas:
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para
aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante
a aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de
proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados
Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na
região da aplicação.
27-08-2025
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abóbora 3 dias
Abobrinha 3 dias
Acelga 3 dias
Agrião 3 dias
Alface 3 dias
Alho 3 dias
Almeirão 3 dias
Ameixa 3 dias
Batata 7 dias
Berinjela 1 dia
Brócolis 3 dias
Caju 3 dias
Caqui 3 dias
Carambola 3 dias
Cebola 3 dias
Chicória 3 dias
Chuchu 3 dias
Couve 3 dias
Couve-chinesa 3 dias
Couve-de-
3 dias
bruxelas
Couve-flor 3 dias
Espinafre 3 dias
Figo 3 dias
Goiaba 3 dias
Jiló 1 dia
Maçã 7 dias
Mamão 28 dias
Manga 28 dias
Mangaba 3 dias
Maracujá 28 dias
Marmelo 3 dias
Maxixe 3 dias
Melancia 3 dias
Melão 3 dias
Mostarda 3 dias
Nectarina 3 dias
Nêspera 3 dias
Pepino 3 dias
Pera 3 dias
Pêssego 3 dias
Pimenta 1 dia
Pimentão 1 dia
Quiabo 1 dia
Repolho 3 dias
Rúcula 3 dias
Tomate 3 dias
Uva 3 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação”.
27-08-2025
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: Não há, quando empregado nas dosagens recomendadas.
Restrições de uso: Não há, desde que siga corretamente as instruções de uso.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida ELEITTO pertence ao Grupo 3A e ao Grupo 4A (moduladores de canais de sódio e
moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina, respectivamente) e o uso repetido
deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de
populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do ELEITTO como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a
evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A e ao Grupo 4A. Sempre
rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar ELEITTO ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de
aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de ELEITTO podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo
de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do ELEITTO ou outros produtos do Grupo 3A
e ao Grupo 4A quando for necessário.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
serem controladas.
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
27-08-2025
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para
o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária
(www.agricultura.gov.br).
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
“ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.”
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção individual (EPI) com relação
à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidror-
repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas; botas de borracha; avental; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de
segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região.
27-08-2025
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidro-repelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção
lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas
tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os equipamentos de proteção individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão
com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
- Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
27-08-2025
ATENÇÃO - Nocivo se ingerido
- Pode ser nocivo em contato com a pele
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
INTOXICAÇÕES POR ELEITTO
(Acetamiprido e Etofenproxi)
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os
procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde,
etc.).
Grupo Químico ACETAMIPRIDO: Neonicotinoide
ETOFENPROXI: Éter difenílico
Classe toxicológica CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
Potenciais vias de Dérmica, ocular, inalatória, oral.
exposição
Toxicocinética ACETAMIPRIDO: Em estudos realizados em ratos, o Acetamiprido foi absorvido
rápida e quase completamente pelo trato gastrointestinal (> 96%, 24 horas após
administração). Após absorvido, o produto foi distribuído pelo organismo, sendo
encontrado escassos resíduos (0,01-0,1 ppm) no trato gastrointestinal, fígado,
rins, adrenais e tireoide, com baixo potencial de bioacumulação. Sofreu
biotransformação mediante processos de demetilação e conjugação com glicina.
A maior concentração do produto no organismo dá-se na primeira hora pós-dose;
após este tempo, os níveis começam a cair e sua eliminação do organismo ocorre
em 6 horas. O Acetamiprido foi excretado principalmente pela urina e fezes. A
absorção dérmica (aprox. 30%) e inalatória foram baixas.
ETOFENPROXI: O Etofenproxi é um inseticida derivado do éter propil benzílico.
Após administração oral em ratos foi rapidamente absorvido (48-93%). As
maiores concentrações tissulares foram encontradas no tecido adiposo,
adrenais, ovários, fígado, tireoide e rins. A meia-vida foi de 5 dias para machos
e de 8,5 dias para fêmeas. Em cães a vida média foi de 8,6-17 horas. Foi
27-08-2025
eliminado principalmente pelas fezes (85-90%) na forma inalterada e em
metabólitos.
O Etofenproxi é eliminado também pela urina em menor proporção cerca de 7-
9%. Em cães houve eliminação pela bile (10-30%), indicando circulação êntero-
hepática. O produto atravessa a barreira placentária e é secretado no leite.
Toxicodinâmica ACETAMIPRIDO: Os neonicotinoides, com estrutura similar à nicotina, agem
como agonistas nos receptores nicotínicos da acetilcolina no sistema nervoso
central (SNC) dos insetos, alterando assim a transmissão do sinal nas sinapses
nervosas. A Acetilcolina (ACh) é um neurotransmissor que é liberado nas
sinapses nervosas para transmitir o impulso nervoso. Uma vez liberada, a ACh
deve ser removida rapidamente para permitir que ocorra a repolarização,
processo realizado pela enzima acetilcolinesterase. Os neonicotinoides
mimetizam a acetilcolina, mas não são inativados pela acetilcolinesterase,
causando, assim, hiperestimulação nervosa.
Os neonicotinoides são de relativamente baixa toxicidade aos mamíferos pois
apresentam baixa afinidade pelos subtipos de receptor nicotínico dos
vertebrados, quando comparados aos dos insetos, e não penetram a barreira
hematoencefálica. Efeitos no SNC não devem ser esperados a baixos níveis de
exposição.
ETOFENPROXI: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são
conhecidos.
Sintomas e ACETAMIPRIDO:
sinais clínicos Exposição aguda: em animais, este tipo de inseticida parece ser mais tóxico
após ingestão. Muitos dos efeitos observados podem ser derivados dos outros
componentes da formulação.
Dois casos de intoxicação em humanos, por acetamiprido, foram descritos no
Japão. Os pacientes apresentaram: náuseas, vômitos, debilidade muscular,
hipotermia, convulsões, taquicardia, hipotensão, alterações eletrocardiográficas
e hipóxia. Os sintomas foram parcialmente semelhantes aos apresentados na
intoxicação por organofosforados. Tratamento de suporte foi suficiente e os dois
pacientes se recuperaram sem complicações, em 2 dias.
Em ratos mostrou elevada toxicidade aguda após ingestão causando:
Sinais e sintomas
Inalatória Insuficiência respiratória, aspiração pulmonar.
Oral Náuseas, vômitos.
Sistêmica Hipotensão, depressão do SNC, desorientação, agitação, tre-
mores, delírios, hipotermia, arritmias.
Toxicidade crônica: não há dados disponíveis sobre toxicidade crônica em
humanos.
ETOFENPROXI:
Exposição aguda: em animais exibe baixa toxicidade aguda, sendo os ratos a
espécie mais sensível.
Sinais e sintomas
Dérmica Irritação leve; não é sensibilizante.
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Sistêmica Letargia, diminuição da atividade motora, bradipneia/taquipneia,
(A altas taquicardia, incremento da pressão arterial, glicose e transa-
doses) minases.
Toxicidade crônica: Exposição crônica ao produto em ratos e camundongos
provocou incremento na mortalidade e os órgãos-alvo foram o fígado e a
tireoide, o rim (em camundongos); observaram-se também alterações hemato-
lógicas e do sistema linforreticular.
Não se observou potencial genotóxico. O estudo mecanístico sobre a forma-
ção de adenomas tireoidanos em ratos machos considerou o fato irrelevante
para humanos.
Diagnóstico Para efeito de diagnostico, observar:
Leve a moderada intoxicação: náusea, vômito, diarreia, dor abdominal, tontura
e dores de cabeça.
Intoxicação severa: ingestão em grande quantidade pode causar agitação, con-
vulsões, acidose metabólica, hipotermia, pneumonite e depressão respiratória.
Monitorar eletrólitos séricos, realizar monitoramento cardíaco e realizar ECG
em pacientes sintomáticos.
Tratamento Antídoto: não há antídoto específico conhecido para as substâncias. O
tratamento é sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para a
manutenção das funções vitais.
Exposição Oral:
Consultar conduta com gastroenterologista em casos de pacientes com dor ao
engolir, salivação excessiva ou outra evidência de injúria a fim de avaliar
possível dano ao esôfago.
Atropina deve ser considerada se o paciente estiver bradicárdico ou apresen-
tando sintomas colinérgicos. Administrar fluidos IV em casos de hipotensão e
vasopressores caso a hipotensão persista.
Exposição inalatória:
Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto à irritação, bronquite ou pneumonia.
Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com b2-
agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
Exposição ocular:
Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9%, à
temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persis-tirem,
encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição dérmica:
Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e
sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor
persistirem.
Cuidado para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um
equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
luvas e avental impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente
tóxico.
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Contra-indicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser
evitado.
Efeitos sinérgicos Não são conhecidos.
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT – ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de
Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique ao Sistema de Notificação em
Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 774 4272
Endereço eletrônico da empresa: www.ihara.com.br
Centro de Envenenamento do Paraná: 0800-410148
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
Vide itens“Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS DO PRODUTO FORMULADO
DL50 oral em ratos: estimada em 1000 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: não determinada nas condições do teste (*)
Corrosão/Irritação cutânea causou eritema em 1/3 animal, revertendo em 19 dias. Os outros 2 animais
não apresentaram edemas ou eritemas.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: causou irite, hiperemia, edema e secreção de conjuntiva em
coelhos, reversível em 72 horas.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante
Sensibilização respiratória em ratos: dado não disponível
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.
(*) Este produto formulado não receberá classificação toxicológica para o parâmetro inalatório, tendo
em vista que não ocorreram mortes na concentração avaliada.
EFEITOS CRÔNICOS DOS INGREDIENTES ATIVOS
ACETAMIPRIDO:
Em estudos toxicológicos crônicos, os ratos apresentaram perda de peso, redução no consumo da
dieta e hipertrofia, com vacuolização hepatocelular (ratos e camundongos). Em altas doses, o
Acetamiprido causou incremento no consumo de água, hipotrigliceridemia, efeitos sobre o SNC e
alterações nas papilas renais. O ingrediente ativo acetamiprido não possui potencial de carcinogênico,
de toxicidade para o desenvolvimento e reprodução, tao pouco é considerado mutagênico.
ETOFENPROXI:
Exposição crônica ao produto em ratos e camundongos provocou incremento na mortalidade e os
órgãos-alvo foram o fígado e a tireoide, o rim (em camundongos); observaram-se também alterações
hematológicas e do sistema linforreticular.
Não se observou potencial genotóxico. O estudo mecanístico sobre a formação de adenomas
tireoidianos em ratos machos considerou o fato irrelevante para humanos.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
(X) ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I)
( ) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (Microcrustáceos).
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não
aplique o produto no período de maior visitação de abelhas.
- Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos
de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo,
da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PRE-
VENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
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- Contate as autoridades locais competentes e a empresa IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS
QUÍMICAS.
- Telefone da empresa 0800-770-1760.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve
ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua
devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO 2, pó químico,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
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- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens
não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
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- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL:
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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