Ecokiller
Aqua do Brasil Industria Comercio Importacao e Exportacao de Produtos Agricolas Ltda
Fungicida/Inseticida
azadiractina (Tetranortriterpenóide) (700 g/L)
Informações
Número de Registro
26022
Marca Comercial
Ecokiller
Formulação
EC - Concentrado Emulsionável
Ingrediente Ativo
azadiractina (Tetranortriterpenóide) (700 g/L)
Titular de Registro
Aqua do Brasil Industria Comercio Importacao e Exportacao de Produtos Agricolas Ltda
Classe
Fungicida/Inseticida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Todas as culturas
Bemisia argentifolii
Mosca-branca
Todas as culturas
Bemisia tabaci
Mosca-branca
Todas as culturas
Erysiphe polygoni
Oídio do cajueiro; Oídio do feijoeiro
Conteúdo da Bula
ECOKILLER
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA sob no 26022
COMPOSIÇÃO:
Óleo de Neem (Azadirachta indica)...................................................................700 g/L (70,0% m/v)
Concentração de Azadiractina A......................................................................2,30 g/L (0,23% m/v)
Concentração de Azadiractina B........................................................................0,6 g/L (0,06% m/v)
Outros ingredientes...........................................................................................300 g/L (30,0% m/v)
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Inseticida / Fungicida
GRUPO QUÍMICO: Triterpenóide
TIPO DE FORMULAÇÃO: Concentrado Emulsionável (EC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
AQUA DO BRASIL INDÚSTRIA, COMÉRCIO, IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS
AGRÍCOLAS LTDA.
Rua Batalha do Riachuelo, 7500, Cond. Industrial Buru, Galpões 2, 3 e 4 - Distrito Industrial do
Lageado - CEP:13.329-360 - Salto - SP - Telefone:+55 (11) 4021-0838 -CNPJ: 18.625.207/0001-17
Registro CDA/SP nº 4374
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE:
SS BIOCHEM INDIA PVT LTD.
6/330, Thermuttikattuvalavu, Theevattipatti Post, Kadayampati Taluk, Salem – Tamilnadu – India.
636351
FORMULADORES:
SS BIOCHEM INDIA PVT LTD.
6/330, Thermuttikattuvalavu, Theevattipatti Post, Kadayampati Taluk, Salem - Tamilnadu – India.
636351
AQUA DO BRASIL INDÚSTRIA, COMÉRCIO, IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS
AGRÍCOLAS Ltda.
Rua Batalha do Riachuelo, 7500, Cond. Industrial Buru, Galpões 2, 3 e 4 - Distrito Industrial do
Lageado - CEP: 13.329-360 – Salto – SP - CNPJ: 18.625.207/0001-17
Registro CDA/SP nº 4374
MANIPULADOR:
AQUA DO BRASIL INDÚSTRIA, COMÉRCIO, IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS
AGRÍCOLAS Ltda.
Rua Batalha do Riachuelo, 7500, Cond. Industrial Buru, Galpões 2, 3 e 4 - Distrito Industrial do
Lageado - CEP: 13.329-360 - Salto - SP - CNPJ: 18.625.207/0001-17
Registro CDA/SP nº 4374
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Nº do lote ou da partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
Produto estável por 2 anos em temperatura ambiente
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO E A BULA, E
CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
Produto Importado
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA:
CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE IV – PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
PRODUTO
FITOSSANITÁRIO
COM USO
APROVADO PELA
AGRICULTURA
ORGÂNICA
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INSTRUÇÕES DE USO:
ECOKILLER é um inseticida e fungicida à base de Óleo de Neem (Azadirachta indica).
ALVO NÚMERO, ÉPOCA E
DOSES
BIOLÓGICO VOLUME DE INTERVALO DE
CULTURAS em produto
Nome comum / CALDA APLICAÇÃO
comercial
Nome cientifico
Oídio do
Em todas as culturas com
Feijoeiro1
ocorrência do alvo biológico. 1,7 a 3,4 L/ha 200 L/ha Realizar de 3 a 6
(Erysiphe
aplicações
polygoni)
Em todas as culturas com Mosca-Branca2
ocorrência do alvo biológico. (Bemisia 1,6 a 3,2 L/ha 200 a 400 L/ha Realizar de 3 a 6
argentifolii) aplicações
Em todas as culturas com
Mosca-Branca3
ocorrência do alvo biológico. 1,6 a 3,2 L/ha 200 a 400 L/ha Realizar de 3 a 6
(Bemisia tabaci)
aplicações
Após diluição do
produto, aplicar com
rega diretamente nas
Larva-de-mosca-
plantas.
Em todas as culturas com do-float4 3,3 L/ha
- Realizar 6 aplicações
ocorrência do alvo biológico. (Bradysia
com intervalos de 7
impatiens)
dias, sendo a
primeira logo após a
germinação.
Notas:
1
:Eficiência agronômica comprovada para a cultura do feijão na dose de aplicação de 5 a 10 g de
Azadiractina por hectare.
2
:Eficiência agronômica comprovada para as culturas do melão e feijão na dose de aplicação de
4,8 a 9,6 g de Azadiractina por hectare.
3
:Eficiência agronômica comprovada para a cultura do tomate na dose de aplicação de 4,8 a 9,6 g
de Azadiractina por hectare.
4
:Eficiência agronômica comprovada em mudas de fumo no sistema "floating" na dose de aplicação
de 9,6 g de Azadiractina por hectare.
MODO DE APLICAÇÃO:
Indicado para aplicação em pulverização, diluído em água. Agitar a embalagem do produto antes
do preparo da calda. O produto deve ser utilizado na forma de pulverização via terrestre.
PREPARO DA CALDA:
Adicionar o produto ao pulverizador, juntamente com água limpa. Ao completar a quantidade
recomendada pelo produto, manter a calda sob agitação.
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INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR)
para este ingrediente ativo.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 4 horas para reentrada na
lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse
período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para a aplicação do
produto.
LIMITAÇÕES DE USO:
Uso exclusivamente para culturas agrícolas. Não foi observado nenhum sintoma de fitotoxicidade
na cultura tratada com as doses recomendadas. Não se recomenda o uso deste produto
concomitantemente com produtos químicos.
RECOMENDAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle de pragas podem ser observados devido à
resistência.
O uso repetido do ECOKILLER ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de
desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do ECOKILLER como uma ferramenta útil de manejo de
pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou
reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de
mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
• Aplicações sucessivas de ECOKILLER podem ser feitas desde que o período residual total
do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas;
• Respeitar o intervalo de aplicações para a reutilização do ECOKILLER ou outros produtos
quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das
pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como
rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e
apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser
encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária
(www.agricultura.gov.br).
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando à perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo,
sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência
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quando disponíveis, etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
fungicidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org),
Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas ou doenças envolvendo todos os
princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como os controles: cultural, biológico,
microbiano, comportamental, químico, e uso de variedades resistentes, sempre alternando produtos
de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc) dentro do
programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS
VIDE “MODO DE APLICAÇÃO”
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇAO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRODUTO FITOSSANITÁRIO COM USO APROVADO PARA A AGRICULTURA ORGÂNICA.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola;
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
• Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca;
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
• Não aplique o produto próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas
e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado;
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e de animais;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
• Seguir as recomendações do fabricante dos EPIs com relação à forma de limpeza, conservação
e descarte dos EPIs danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos
e filtro mecânico classe P2 ou P3), óculos de segurança com proteção lateral,touca árabe e luvas
de nitrila;
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados;
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto;
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região;
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato com a névoa do produto;
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• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos
e filtro mecânico classe P2 ou P3), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas
de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada;
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratado com
o produto antes do término do intervalo de reentrada, utiliza Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratados
logo após a aplicação;
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita);
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação;
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
• Não reutilizar a embalagem vazia;
• No descarte de embalagens utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS
ATENÇÃO
PRODUTO POTENCIALMENTE SENSIBILIZANTE
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem,rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente,
deite apessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO. PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS. Em caso
de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água delavagem entre no outro olho.
Pele: ATENÇÃO. PRODUTO POTENCIALMENTE SENSIBILIZANTE. Em caso de contato,
tire aroupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.
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INTOXICAÇÕES POR ECOKILLER
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo Químico Triterpenóide
Classe
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo.
Toxicológica
Vias de
Oral, dérmica, ocular e inalatória.
exposição
A azadiractina é absorvida pela via oral e excretada rapidamente,
Toxicocinética
principalmente pelas fezes.
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são bem conhecidos. Tem se
postulado que a síndrome de Reye está associada à indução da tradução da
Mecanismo de permeabilidade mitocondrial ou à indução de mitose nos hepatócitos,
toxicidade hipertrofia do retículo endoplasmático e perda de glicogênio, provocada pelos
ácidos graxos de cadeia longa. É um inseticida com ação
de contato e que causa efeitos na alimentação dos insetos.
Toxicidade aguda: em intoxicações em humanos observou-se:
Dérmica: Dermatite alérgica.
Ocular: Irritação leve.
Inalatória: -
Oral: Irritação: náuseas, vômitos, diarreia e desconforto abdominal.
Sistêmica: Intoxicação por óleo de nim (Índia) causou status epiléptico,
Sintomas e
coma, encefalopatia metabólica, edema cerebral, taquipnéia com acidose
sinais clínicos
metabólica, acidose tubular renal distal, hepatopatia, supressão da medula
óssea, taquicardia, fibrilação ventricular, parada cardiorespiratória e óbito.
Grupo de risco: crianças são mais susceptíveis à intoxicação aguda.
Toxicidade crônica: após intoxicação aguda em criança, foram relatadas
sequelas neurológicas (ataxia, alteração auditivas e visuais) e síndrome de
Reye.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro
clínico compatível.
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação
aguda, trate o paciente imediatamente.
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Tratamento Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: tratamento sintomático e de suporte; remoção da fonte de
exposição, descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias.
Exposição oral: em caso de ingestão de grandes quantidades do produto:
Carvão ativado: liga-se à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a
absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora).
Suspensão: (30 g de carvão/240 mL de água). Dose: 25 a 100 g em
adultos; 25 a 50 g em crianças de 1 a 12 anos e 1g/kg em menores de 1 ano
.
Convulsões: indicado benzodiazepínicos IV: Diazepam em bolo (adultos:5-10
mg; crianças: 0,2-0,5 mg/kg, repetir a cada 10-15 minutos) ou Lorazepam
(adultos: 2-4 mg; crianças: 0,05-0,1 mg/kg). Na sequência, administrar
Fenitoína (15-20 mg/kg, IV, em bolo, sem diluição ou em água destilada) e
manutenção. Caso continuar o quadro, administrar Midazolam, IV, em bomba
de infusão. Se ainda não houver resposta, induzir coma barbitúrico (com
Tiopental ou Pentobarbital) com intubação endotraqueal e assistência em
unidade de terapia intensiva. Por último, considerar anestésicos (Propofol ou
Topiramato, por sonda nasogástrica)
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas
permeáveis: aspirar secreções, administrar oxigênio e intubar, se necessário.
Atenção especial para parada respiratória repentina,hipotensão e arritmias.
Uso de ventilação assistida, se requerida. Fluidos intravenosos e monitorização
de oxigenação (oximetria/gasometria), eletrólitos, ECG, etc.
Manitol e /ou dexametasona: para controlar o edema cerebral.
Hipotensão: infundir 10-20 mL/kg de líquido isotônico. Se persistir: Dopamina
(5-20 µg/kg/min) ou Norepinefrina (adulto: começar infusão de 0,5-1 µg/min;
crianças: começar com 0,1 µg/kg/min). Tratar acidose metabólica severa com
bicarbonato de sódio.
Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaaparecimento dos
sintomas.
Contra A indução do vômito é contra indicada em razão do risco de aspiração e de
indicações pneumonite química.
Efeitos sinérgicos Não observados em humanos.
ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/ MS.
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de
Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefone de emergência da empresa: (11) 4021-0838
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.
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Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos:
DL50 oral para ratos: > 5000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica para ratos: > 4000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória para ratos (4 horas): > 1,73 mg/L. Devido a ausência de mortalidade dos animais
testados, esse estudo não foi considerado para fins de classificação toxicológica.
Irritação dérmica: pouco irritante
Irritante ocular: levemente irritante
Sensibilização cutânea: não sensibilizante
Efeitos crônicos: não há evidências de genotoxicidade, mutagenicidade, carcinogenicidade,
toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
◼ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d´água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa AQUA DO BRASIL INDÚSTRIA,
COMÉRCIO, IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE PRODUTOS AGRÍCOLAS LTDA.
• Telefone de emergência: (11) 4021-0838.
• Utilize Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve
ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua
devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
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registrante conforme indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2, pó químico, etc.,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-
a naposição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagens sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d´água;
• Direcionar o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d´água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
• Toda água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer
até o fim do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses
após o término do prazo de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatório a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos
órgãos competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
DA EMBALAGEMVAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
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PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por
órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de
pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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