Duravel
Basf S.A. São Paulo
Fungicida microbiológico
Bacillus amyloliquefaciens (Produto Microbiológico) (110 g/kg)
Informações
Número de Registro
22718
Marca Comercial
Duravel
Formulação
WP - Pó Molhável
Ingrediente Ativo
Bacillus amyloliquefaciens (Produto Microbiológico) (110 g/kg)
Titular de Registro
Basf S.A. São Paulo
Classe
Fungicida microbiológico
Modo de Ação
Contato/Competição
Classe Toxicológica
Não Classificado - Produto Não Classificado
Classe Ambiental
Produto Pouco Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Todas as culturas
Botrytis cinerea
Mofo-cinzento
Todas as culturas
Botrytis squamosa
Queima-das-pontas
Todas as culturas
Cryptosporiopsis perennans
Podridão-olho-de-boi
Todas as culturas
Fusarium solani
Fusariose; Podridão-de-raiz
Todas as culturas
Phyllosticta citricarpa
Pinta -preta
Todas as culturas
Pythium ultimum
Amarelão; Tombamento
Todas as culturas
Rhizoctonia solani
Rizoctoniose; Tombamento
Todas as culturas
Sphaeroteca fuliginea
Míldio - pulverulento
Todas as culturas
Streptomyces scabies
Sarna-comum
Todas as culturas
Uncinula necator
Oídio
Todas as culturas
Xanthomonas campestris pv. campestris
Podridão-negra
Conteúdo da Bula
DURAVEL®
Fungicida microbiológico
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob o no 22718
COMPOSIÇÃO:
Bacillus amyloliquefaciens MBI600 (mínimo de 5,5 x 1010 esporos viáveis/g) ......110 g/kg (11% m/m)
Outros ingredientes ............................................................................................. 890 g/kg (89% m/m)
GRUPO F6 FUNGICIDA
CONTEÚDO: VIDE APROVAÇÃO DO IBAMA
CLASSE: Fungicida microbiológico
TIPO DE FORMULAÇÃO: Pó Molhável (WP)
TITULAR DO REGISTRO (*):
BASF S.A.
Av. das Nações Unidas, 14171 - 2º andar, 9º andar (conj. 901 e 902), 12º andar e 14º ao 17º andar
Torre C - Crystal Tower, Condomínio Rochaverá Corporate Towers, Vila Gertrudes
CEP: 04794-000, São Paulo/SP - CNPJ: 48.539.407/0001-18
Tel: (11) 2039-2273 - Fax: (11) 2039-2285
Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 044
(*) IMPORTADOR
FABRICANTES/FORMULADORES:
BASF S.A. - Av. Brasil, 791 - Bairro Eng. Neiva - CEP 12521-140 - Guaratinguetá/SP - CNPJ:
48.539.407/0002-07 - Registro do Estabelecimento na CDA/SAA-SP nº 487
BASF Corporation / BASF Agricultural Solutions US LLC - 801 Dayton Avenue, Ames, Iowa, 50010
- USA
BASF SE - Carl-Bosch Strasse, 38 - 67056 - Ludwigshafen - Baden-Württemberg - Alemanha
S.T.I. Solfotecnica Italiana S.p.A. - Via Evangelista Torricelli, 2 - 48033 Cotignola - Ravenna - Itália
Nº do Lote ou da Partida: TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
Data de Fabricação: 0800 011 2273 ou (12) 3128-1103 ou
VIDE EMBALAGEM
(12) 3128-1357
Data de Vencimento: SAC: 0800 019 2500
PRODUTO DISPENSADO DE RECEITUÁRIO AGRONÔMICO
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA O RÓTULO E A BULA
E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
ORGANISMOS VIVOS DE USO RESTRITO AO CONTROLE DE PRAGAS.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art., 4º do
Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CATEGORIA DE PERIGO - PRODUTO NÃO CLASSIFICADO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL IV - PRODUTO POUCO
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
PRODUTO MICROBIOLÓGICO
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INSTRUÇÕES DE USO:
Duravel® (Bacillus amyloliquefaciens cepa MBI600®) é um fungicida e bactericida biológico com ação
protetora, sendo recomendado como ferramenta para o manejo integrado de doenças em plantas
cultivadas. Duravel® possui múltiplo modo de ação a atua como um protetor apresentando baixo risco
quando se considera a capacidade de ocorrência de resistência de fungos ao fungicida.
Os lipopeptídeos produzidos pelo microrganismo Bacillus amyloliquefaciens cepa MBI600®, atuam na
membrana celular das estruturas reprodutivas do fungo fitopatogênico, produzindo rupturas,
ocasionando assim sua deformação. O Bacillus amyloliquefaciens, cepa MBI600 também age por
competição de espaço e nutrientes na superfície do vegetal e no solo junto ao sistema radicular.
Duravel® deve ser utilizado em pulverizações preventivas e em rotação com outros fungicidas com
distintos modo de ação para o controle e manejo integrado de doenças de parte aérea e radiculares,
como Cryptosporiopsis perennans, Botrytis squamosa, Phyllosticta citricarpa, Xanthomonas
campestris, Uncinula necator, Botrytis cinerea, Pythium ultimum, Rhizoctonia solani, Streptomyces
scabiei, Fusarium solani e Sphaerotheca fuliginea, podendo ser aplicado em todas as culturas com
ocorrência do alvo biológico.
ALVOS, DOSES, VOLUME DE CALDA E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Dose
Alvo biológico Volume de
Nome kg g/100 L calda Época de Aplicação
comum/científico p.c./ha** água (L/ha)
Podridão-olho-de-boi,
Aplicar em frutíferas como a maçã
Cancro-de-ramos-da-
de forma preventiva em condições
macieira 0,5 - 1,0 - 1000
climáticas favoráveis à doença até a
Cryptosporiopsis
pré-colheita.
perennans
Aplicar em hortaliças como a cebola
Queima-das-pontas de forma preventiva em condições
1,0 - 2,0 - 400 - 800
Botrytis squamosa climáticas favoráveis à doença em
qualquer fase da cultura.
Aplicar em frutíferas como o citros
nas fases iniciais de floração no
Pinta-preta
0,5 - 1,0 - 2000 estágio de cotonete, continuando na
Phyllosticta citricarpa
fase de chumbinho e se necessário
até a pré-colheita.
Aplicar em hortaliças como o tomate,
Mancha-bacteriana
berinjela, jiló, pimenta e pimentão e
Xanthomonas 1-2 - 400 - 1000
outros de forma preventiva em
campestris
condições favoráveis para a doença.
Iniciar a aplicação preventivamente
no florescimento. Realizar no
máximo 4 aplicações com intervalo
de 14 dias. A utilização do maior
Oídio número de aplicação e dose faz-se
0,5 – 1,0 - 1000
Uncinula necator necessário dependendo das
condições meteorológicas favoráveis
para o desenvolvimento da doença,
histórico da área, ciclo e
suscetibilidade da variedade.
Doenças cosmopolitas que afetam culturas em geral
Aplicar preventivamente em
Mofo-cinzento condições favoráveis para a doença
0,5 - 1,0 - 800 - 1000
Botrytis cinerea a partir da fase vegetativa até a pré-
colheita dependendo da cultura.
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Dose Volume de
Alvo biológico
calda
Nome kg g/100 L Época de Aplicação
(L/ha)
comum/científico p.c./ha** água
Amarelão, Tombamento
- 200 - 300 250*
Pythium ultimum Aplicar preventivamente desde a
Rizoctoniose, Damping- sementeira até o desenvolvimento
off 2-4 - 400 - 500 inicial das plantas.
Rhizoctonia solani
Sarna-comum
Aplicação em sulco de plantio:
Streptomyces scabiei
1-4 - 150 realizar aplicação no momento da
Murcha de Fusarium
operação de plantio.
Fusarium solani
Oídio Iniciar a aplicação preventivamente
0,5 - 1,0 - 500
Sphaerotheca fuliginea na fase vegetativa da cultura.
Culturas anuais (hortaliças e outras), Culturas perenes e semi-perenes (frutíferas, florestais e outras) e
ornamentais (flores e folhagens) que podem ser afetadas economicamente pelas doenças cosmopolitas.
p.c. = produto comercial
* Para aplicações em bandeja utilizar o volume de calda de 250 mL/bandeja;
**Cada 1 kg de produto comercial contém 110 g de ingrediente ativo ou 5,5 x 1010 UFC/g. Doses e
volumes maiores para condições mais favoráveis da doença e dependendo do estágio e do porte da
cultura.
Culturas que podem ser afetadas pelas doenças cosmopolitas do Mofo-cinzento,
Amarelão/Tombamento e Rizoctoniose/Damping-off:
Culturas anuais (hortaliças, leguminosas e cereais): abobora, abobrinha, acelga, aipo, agrião,
alcachofra (pós-colheita), alecrim, alface, algodão, alho, alho-poró, almeirão, amendoim, arroz,
aveia, batata, batata-doce, batata-yacon, beterraba, berinjela, beterraba, brócolis, canola, cará,
cebola, cebolinha, cenoura, cevada, chalota, chicória, chuchu, couve, couve-flor, couve-manteiga,
couve-chinesa, couve-de-bruxelas, coentro, endívia, erva-doce, erva-mate, ervilha, escarola,
espinafre, estévia, estragão, feijão, feijão-caupi, fumo, gengibre, gergelim, girassol, grão-de-bico,
hortelã, inhame, jiló, lentilha, linhaça, mandioca, mandioquinha-salsa, manjericão, manjerona,
melão, melancia, milho, morango, mostarda, nabo, orégano, pepino, pimentão, pimenta, quiabo,
rúcula, mostarda, rabanete, repolho, salsa, salsão, sálvia, soja, sorgo, tomate, triticale e trigo.
Culturas perenes e semi-perenes (frutíferas, florestais e outras): abacate, abacaxi, acácia-
negra, açaí, acerola, azeitona, ameixa, amora-preta, anonáceas, banana, cacau, café, caju, caqui,
cana-de-açúcar, carambola, castanha-do-pará, cereja, citros, coco, dendê, eucalipto, figo,
framboesa, goiaba, macadâmia, maçã, mamão, manga, mangaba, marmelo, mirtilo, morango,
nectarina, nêspera, kiwi, pastagens, pêra, pêssego, pinhão, pinus, pitanga, pupunha, romã,
seringueira, siriguela, teca e uva.
Ornamentais (flores e folhagens): afelandra, ageratum, alstroemeria, amarílis, anêmona, antúrio,
angélica, aráceas, áster, azaléia, balsamina, begônia, boca-de-leão, brinco-de-princesa, bromélia,
caladium, calathea, calcelaria, calêndula, calla, camélia, campânula, catharanthus, celosia,
cyclâmen, cinerária, císsus, coleus, coreopsis, cravo, cravinea, crisântemo, dália, dracena, eustona,
exacum, filodendron, flox, fuchsia, gardênia, gerânio, gérbera, gypsófila, girassol, gladíolo, gloxínia,
gramado, hedera, helianthus, hibiscos, hortênsia, hidrângea, impatiens, íris, kalanchoe, kandiva,
lantana, lírio, lírio-do-amazonas, lisianthus, lupinus, magnólia, miosótis, narciso, orquídeas,
pelargônio, peperômia, petúnia, phalaenopsis, pilea, poinsétia, prímula, ranúnculos, rosa, ruscus,
spathyphilum, tulipa, verbena, vinca, viola, violeta e zinia.
Aplique Duravel® conforme as recomendações de bula.
Por tratar-se de um fungicida biológico de modo de ação distinto dos fungicidas sintéticos, Duravel® é
uma ferramenta essencial para rotação de ativos, visando melhorar a eficácia do Manejo de resíduos,
resistência e controle de doenças.
O produto diluído em água conforme as recomendações (calda) poderá ser aplicado via terrestre ou
aérea, conforme recomendações a seguir.
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Podridão-olho-de-boi (Cryptosporiopsis perennans): a aplicação deverá ser sempre preventiva e
antes do aparecimento dos sintomas. Adotar intervalo em torno de 7 dias entre aplicações, dependendo
das condições climáticas e da evolução da doença. As aplicações deverão proporcionar boa cobertura
atingindo principalmente os frutos. Por ser um produto microbiológico o mesmo apresenta carência
zero, não havendo necessidade de intervalo de segurança. Recomenda-se aplicar Duravel® em
período de pré-colheita sendo: 7 dias antes da colheita e uma segunda aplicação entre 1 a 2 dias antes
da colheita para prevenir a doença em pós-colheita em culturas como a maçã.
Queima-das-pontas (Botrytis squamosa): iniciar as aplicações preventivamente quando as
condições para o desenvolvimento da doença forem favoráveis proporcionando uma boa cobertura e
penetração do produto. Duravel® poderá ser aplicado em diferentes estágios de desenvolvimento do
cultivo podendo ser uma excelente ferramenta para rotação com outros fungicidas sintéticos e de
distintos modos de ação. Recomenda-se intervalos de aplicação em torno de 7 dias, dependendo das
condições climáticas e da evolução da doença. Por ser um produto microbiológico o mesmo apresenta
carência zero, não havendo necessidade de intervalo de segurança. Duravel® é recomendado como
uma ferramenta essencial para manejo de resistência da doença e principalmente de resíduos nos
cultivos citados. Recomenda-se entre 1 até 5 aplicações por ciclo.
Pinta-preta (Phyllosticta citricarpa): iniciar as aplicações sempre preventivas nas fases iniciais de
floração no estágio de cotonete, podendo realizar-se aplicações em diferentes estágios com fase de
chumbinho, podendo estender seu uso durante todo o ciclo até as aplicações em pré-colheita.
Recomenda-se adotar Duravel® em aplicações como uma ferramenta para o manejo da doença
levando em consideração a rotação com outros fungicidas registrados para a doença e cultivos como
o citros. Adotar intervalos mínimos de 7 a 15 dias entre aplicações, dependendo das condições
climáticas e da evolução da doença. Por ser um produto microbiológico o mesmo apresenta carência
zero, não havendo necessidade de intervalo de segurança. Recomenda-se entre 1 até 5 aplicações por
ciclo.
Mancha-bacteriana (Xanthomonas campestris): iniciar as aplicações preventivamente quando as
condições para o desenvolvimento da doença forem favoráveis proporcionando uma boa cobertura e
penetração do produto. Duravel® poderá ser aplicado em diferentes estágios de desenvolvimento do
cultivo podendo ser uma excelente ferramenta para rotação com outros bactericidas sintéticos e de
distintos modos de ação. Recomenda-se intervalos de aplicação em torno de 7 dias, dependendo das
condições climáticas e da evolução da doença. Por ser um produto microbiológico o mesmo apresenta
carência zero, não havendo necessidade de intervalo de segurança. Duravel® é recomendado como
uma ferramenta essencial para manejo de resistência da doença e principalmente de resíduos nos
cultivos citados. Recomenda-se entre 1 até 5 aplicações por ciclo.
Oídio (Uncinula necator): iniciar as aplicações preventivamente no florescimento, proporcionando
uma boa cobertura e penetração do produto. Recomenda-se realizar, no máximo, 4 aplicações em
intervalos de 14 dias. A utilização do maior número de aplicação e dose faz-se necessário dependendo
das condições climáticas favoráveis para o desenvolvimento da doença, histórico da área, ciclo e
suscetibilidade da variedade. Duravel® é uma excelente ferramenta para rotação com outros fungicidas
sintéticos e de distintos modos de ação. Por ser um produto microbiológico, ele apresenta carência
zero, não havendo necessidade de intervalo de segurança. Duravel® é recomendado como uma
ferramenta essencial para manejo de resistência da doença e principalmente de resíduos na cultura
aplicada.
Mofo-cinzento (Botrytis cinerea): iniciar as aplicações preventivas quando as condições para o
desenvolvimento da doença forem favoráveis ainda antes do aparecimento da doença e sempre em
rotação com outros fungicidas sintéticos de distintos modos de ação. Caso necessário, repetir em
intervalos em torno de 7 dias, dependendo das condições climáticas e da evolução, da severidade e
intensidade da doença. No caso de manejo de Botrytis cinerea em cultivos como o morango, rosas e
uva, recomenda-se utilizar Duravel® em rotação com outros fungicidas em aplicações a partir da fase
de pré-floração até a fase de pré-colheita. As aplicações deverão proporcionar boa cobertura sobre as
fases vegetativas e principalmente reprodutivas da planta, como é o caso da uva onde a ótima cobertura
é essencial sobre os cachos antes que eles se fechem totalmente. Duravel® é recomendado como uma
ferramenta essencial para manejo de resistência da doença e principalmente de resíduos nos cultivos
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citados. Por ser um produto microbiológico o mesmo apresenta carência zero, e recomenda-se entre 1
até 5 aplicações por ciclo.
Amarelão, Tombamento (Pythium ultimum): em viveiros de mudas, em culturas como o fumo,
hortaliças e outros cultivos, iniciar com o uso de imersão de bandejas e/ou mudas com substrato antes
da semeadura e plantio. Poderá ser utilizado também em aplicações foliares e/ou “drench” com jato
dirigido sempre preventivamente em bandejas de mudas ou similares 5 a 7 dias após imersão. Depois
da transferência das bandejas para o sistema de floating ou solo, também pode-se aplicar na forma de
rega, continuando o tratamento após o plantio no campo, em jato-dirigido de forma que o produto atinja
o caule e escorra até o solo.
Recomenda-se boa cobertura da planta e substrato das bandejas. Adotar intervalos em torno de 7 dias
entre aplicações. Por ser um produto microbiológico o mesmo apresenta carência zero, não havendo
necessidade de intervalo de segurança. Recomenda-se em torno de 1 a 6 aplicações durante o ciclo
de desenvolvimento inicial do cultivo. O manejo rotacional com outros fungicidas também é
recomendado, sendo Duravel® mais uma ferramenta de manejo integrado para o cultivo. A escolha da
dose a ser utilizada para o controle do alvo deve considerar o nível de infestação e o histórico do local,
adotando-se a maior dose em média e alta severidade da doença.
Rizoctoniose, Damping-off (Rhizoctonia solani): realizar uma aplicação de Duravel® em sulco com
condições mínimas de umidade do solo ideal para plantio dos cultivos em solos onde ocorre a doença
e afeta as culturas desde a sementeira até os estágios iniciais das plantas. Aplicar com jato dirigido
para atingir os tubérculos “semente” para culturas como a batata. A aplicação deverá proporcionar boa
cobertura atingindo completamente a superfície dos tubérculos.
Em caso de sementeiras ou mudas de cultivos em geral, pode-se aplicar através de imersão de mudas
e/ou na forma de rega, continuando o tratamento após o plantio no campo, em jato-dirigido, de forma
que o produto atinja o caule e escorra até o solo.
Aplicar Duravel® na dose mais alta recomendada em áreas de histórico de maior pressão da doença.
Preferivelmente sempre adotar Duravel® em áreas para o manejo preventivo da doença. Por ser um
produto microbiológico o mesmo apresenta carência zero.
Sarna-comum (Streptomyces scabiei): aplicação em sulco de plantio - realizar aplicação de Duravel®
no momento da operação de plantio. Aplicar o produto em jato dirigido, no sulco de plantio, sobre a
batata semente e proceder o fechamento do sulco logo após a aplicação.
Murcha de Fusarium (Fusarium solani): aplicação em sulco de plantio - realizar aplicação de
Duravel® no momento da operação de plantio. Aplicar o produto em jato dirigido, no sulco de plantio,
sobre a batata semente e proceder o fechamento do sulco logo após a aplicação.
Oídio (Sphaerotheca fuliginea): iniciar a aplicação preventivamente na fase vegetativa da cultura.
Realizar no máximo 4 aplicações de Duravel® com intervalo de 7 dias. A utilização do maior número
de aplicação e dose faz-se necessário dependendo das condições meteorológicas favoráveis para o
desenvolvimento da doença, histórico da área, ciclo e suscetibilidade da variedade.
MODO DE APLICAÇÃO
PREPARO DA CALDA:
O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)
indicados para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua
capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada,
adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante
durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Não utilizar água tratada com cloro para preparo da solução.
PRODUTOS WP (PM) e WG devem ser pré dissolvidos em recipientes adequados e adicionados
lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante.
APLICAÇÃO TERRESTRE
Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
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- Equipamento de aplicação:
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir
sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para
assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição
ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução
da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por
evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que
possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme
norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de
gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
- Velocidade do equipamento:
Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar
o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais
baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
- Pressão de trabalho:
Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a
ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas,
menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de
aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão
de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os
parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
- Altura de barras de pulverização:
A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do
fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a
distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às
condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
- Aplicação com equipamento costal:
Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando
variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de
aplicação.
APLICAÇÃO AÉREA
- Equipamento de aplicação:
Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as
recomendações da bula.
Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda
e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando
tecnologia apropriada.
- Volume de calda por hectare (taxa de aplicação):
Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha ou 10 a 30 L/ha, quando utilizados bicos
centrífugos (atomizadores rotativos).
- Seleção de pontas de pulverização:
A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução
da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por
evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas
hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas
menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES
METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e
tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for
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necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício)
ao invés do aumento da pressão de trabalho.
- Altura de voo e faixa de aplicação:
Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e
à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando
tecnologia apropriada.
O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente
perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.
Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de
preservação ambiental.
A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou
propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto.
O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando
atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e
o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na
ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.
CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS
- Velocidade do vento:
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 km/h dependendo da
configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica,
que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve
estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva
e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando
houver culturas sensíveis na direção do vento.
- Temperatura e umidade:
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas
aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e
aumentando o potencial de deriva.
Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas
temperaturas (maiores que 30oC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão
de geadas.
- Período de chuvas:
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o
desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho.
As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região.
O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de
pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que
reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.
LIMPEZA DE TANQUE
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros)
realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos/culturas. Recomenda-
se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as
recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda
presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar
pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para
permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para
pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para
aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água
limpa. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do
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conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e
filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa.
Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
Todas as condições descritas acima para aplicações terrestres e aéreas poderão ser alteradas
a critério do Engenheiro Agrônomo da região, observando-se as indicações de bula. Observar
também as orientações técnicas dos programas de manejo integrado e de resistência de pragas.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Intervalo de segurança não determinado devido à não indicação de LMR para esse produto.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes de 4 horas ou até a completa secagem da
calda. Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPIs) recomendados para uso durante a aplicação do produto.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Não aplicar em presença de ventos fortes;
• Chuvas após a aplicação podem levar o produto e pode ocorrer a necessidade de nova aplicação
(verificar o comportamento das pragas);
• Quando usado nas doses, cultura e condições mencionadas, não causa efeito fitotóxico;
• Mantenha afastado das áreas de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas
por um período de 4 horas após a aplicação do produto ou até a secagem da calda.
• O produto é considerado estável à temperatura ambiente pelo período de dois anos.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.
INFORMAÇÕES SOBRE DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA
EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
RECOMENDAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas,
seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo F6 (Bacillus sp. e os
lipopeptídeos de fungicidas produzidos) para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas
agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência
quando disponíveis, etc.;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos
fungicidas;
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• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos
patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia
(SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-
br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO F6 FUNGICIDA
O produto fungicida Duravel® é composto por Bacillus amyloliquefaciens MBI600, que apresenta
mecanismo de ação dos desreguladores microbianos das membranas celulares do patógeno,
pertencente ao Grupo F6, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência
de Fungicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS
A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas
cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações
patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e
controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis.
Dentro deste princípio todas as vezes que seja possível devemos associar as boas práticas agrícolas
como: uso racional de fungicidas, aplicação no momento, doses indicadas, fungicidas específicos para
um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas menos
propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas,
adubação equilibrada, escolha do local para implantação da cultura, etc.
Manejo de Doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos,
culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.
MINISTÉRIO DA SAÚDE - ANVISA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRODUTO POTENCIALMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS
PRODUTO POTENCIALMENTE SENSIBILIZANTE
INDIVÍDUOS IMUNOSSUPRIMIDOS OU COM HISTÓRICO RECENTE DE IMUNOSSUPRESSÃO
NÃO DEVEM MANUSEAR NEM APLICAR ESTE PRODUTO
PESSOAS COM IMPLANTE DE LENTE INTRAOCULAR OU USO DE LENTES DE CONTATO NÃO
DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO
PESSOAS QUE TENHAM REALIZADO CIRURGIAS OCULARES COMO TRABECULECTOMIA,
IRIDECTOMIA, IMPLANTE DE VÁLVULA DE AHMED OU PROCEDIMENTOS SIMILARES, NÃO
DEVEM MANIPULAR OU APLICAR O PRODUTO
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
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• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira facial ou óculos, touca árabe e luvas de
nitrila.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
à forma de limpeza, conservação e descarte de EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): vestimenta com tratamento hidrorrepelente
de corpo inteiro com nível de proteção 2 (calça, jaleco, touca árabe), respirador semifacial filtrante
PFF2 e viseira facial (ou respirador com filtro mecânico classe P2 e óculos com proteção lateral),
botas de PVC ou sapato impermeável, avental com nível de proteção 3 (impermeável), e luvas de
nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPIs) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): vestimenta com tratamento hidrorrepelente
de corpo inteiro com nível de proteção 2 (calça, jaleco, touca árabe), respirador semifacial filtrante
PFF2 e viseira facial (ou respirador com filtro mecânico classe P2 e óculos com proteção lateral),
botas de PVC ou sapato impermeável e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com
o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para
evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) separados das demais roupas
da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte das embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, viseira ou óculos, jaleco, botas, calça, luvas e respirador.
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• A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
“Pode provocar reações alérgicas na
ATENÇÃO
pele”
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência, levando a
embalagem, o rótulo, a bula ou o folheto informativo do produto.
Pele: ATENÇÃO: PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA PELE. Em caso de contato, tire a
roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são de uso exclusivo do profissional de saúde. Os
procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde,
etc.).
Produto microbiológico - Contém esporos viáveis da bactéria Bacillus
Nome científico
amyloliquefaciens cepa MBI 600.
Potenciais vias de
Dérmica, inalatória, oral e ocular.
exposição
Os parâmetros de absorção e excreção não são conhecidos em seres
humanos. O Bacillus amyloliquefaciens não é caracterizado por
Toxicocinética especificidade distinta sobre o hospedeiro, uma vez que seu crescimento
não é dependente de hospedeiro. Os estudos mostraram que o Bacillus
amyloliquefaciens foi eliminado do corpo seguida a administração oral.
Não é esperado nenhum efeito toxigênico causado pela exposição ao
Bacillus amyloliquefaciens cepa MBI 600. Naturalmente encontrado no
Toxicodinâmica solo e nas plantas, o Bacillus amyloliquefaciens não é um patógeno para
o ser humano e não produz toxinas como outros membros do gênero.
O Bacillus amyloliquefaciens isolado apresenta potencial de
sensibilização cutânea após contatos repetidos, conforme observado em
ensaio com cobaias. Entretanto, o produto formulado não foi
sensibilizante à pele quando testado em cobaias. Estudos de
Sintomas e
patogenicidade em ratos, pelas vias oral, pulmonar e intravenosa,
sinais clínicos
revelaram ausência de patogenicidade do Bacillus amyloliquefaciens.
Adicionalmente, nenhuma evidência de efeitos na saúde tem sido
observada nos trabalhadores envolvidos na produção, manuseio e
aplicação de Bacillus amyloliquefaciens cepa MBI600.
Não foram encontrados relatos em literatura médica do Bacillus
Diagnóstico amyloliquefaciens como causador de infecção em humanos salvo em
pacientes submetidos a situações de elevada imunossupressão.
Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro
clínico para manutenção das funções vitais. As ocorrências clínicas
Tratamento devem ser tratadas segundo seu surgimento e gravidade. O profissional
de saúde deve estar protegido, utilizando principalmente luvas. Demais
recomendações devem seguir protocolos de atendimento ao intoxicado
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do estabelecimento de saúde e/ou orientações da Rede Nacional de
Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT).
Efeitos das interações
Não são conhecidos.
químicas
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração,
Contraindicações porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001 para notificar o caso
e obter informações especializadas sobre diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as
ATENÇÃO
Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Notifique o caso no
Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
. Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefones de Emergência da Empresa: BASF S.A. 0800 011 2273 ou
(12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357
Endereço Eletrônico da Empresa: www.basf.com.br
Correio Eletrônico da Empresa: cecom.guaratingueta@basf.com
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide TOXICOCINÉTICA” e “Vide TOXICODINÂMICA”.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
• Efeitos agudos: (Produto formulado)
DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: > 5050 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: CL50 inalatória não foi determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: considerado não irritante para os olhos. Em olhos de coelhos foi
observado leve secreção reversível em 48 horas, vermelhidão e edema, reversíveis em até 4 dias.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: não irritante para à pele
Sensibilização dérmica em cobaias: produto não foi sensibilizante em cobaias, mas estudos com o
Bacillus amyloliquefaciens isolado mostrou potencial sensibilizante.
• Efeitos crônicos:
Não são conhecidos efeitos cumulativos de toxicidade do produto em seres humanos. Não foram
realizados testes em longo prazo com mamíferos (exposição crônica). A referência de informações são
os testes com mamíferos para verificar os efeitos agudos. Por se tratar de um agrotóxico microbiano
deve ser considerado o risco biológico inerente ao mesmo.
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS
NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (Classe I)
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II)
Perigoso ao meio ambiente (Classe III)
POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV)
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público
e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos
de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
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- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para
o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa BASF S.A. - Telefones de Emergência: 0800
011 2273 ou (12) 3128-1103 ou (12) 3128-1357.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e
identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
- Durante o procedimento de lavagem o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
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- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas
as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que
deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,
emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de
validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos
Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
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TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
PARA TODO TIPO DE EMBALAGEM
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o Registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL
- De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
® Marca Registrada BASF
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