DORAI MAX
Iharabras S.A. Indústria Químicas - Sorocaba
Herbicida
amicarbazona (triazolinona) (50 g/L) + Dibrometo de diquate (bipiridílio) (373.5 g/L)
Informações
Número de Registro
00322
Marca Comercial
DORAI MAX
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
amicarbazona (triazolinona) (50 g/L) + Dibrometo de diquate (bipiridílio) (373.5 g/L)
Titular de Registro
Iharabras S.A. Indústria Químicas - Sorocaba
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Classe Toxicológica
Categoria 2 Produto Altamente Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Soja
Conteúdo da Bula
DORAI® MAX
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 00322
COMPOSIÇÃO:
- 1,1'-ethylene-2,2'-bipyridyldiylium dibromide
(DIBROMETO DE DIQUATE)............................................................................373,5 g/L (37,35% m/v)
Equivalente íon DIQUATE.................................................................................200,0 g/L (20,00% m/v)
- 4-amino-N-tert-butyl-4,5-dihydro-3-isopropyl-5-oxo-1,2,4-1H-triazole-1-carboxamide
(AMICARBAZONA)..............................................................................................50,00 g/L (5,00% m/v)
- Outros Ingredientes........................................................................................762,50 g/L (76,25% m/v)
GRUPO D HERBICIDA
GRUPO C1 HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida de contato, não seletivo, dos grupos químicos Bipiridílio (Dibrometo de diquate) e
Triazolinona (Amicarbazona).
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Avenida Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - 18087-170 - Sorocaba/SP
Fone: (15) 3235-7700 - Fax: (15) 3235-7962 - CNPJ: 61.142.550/0001-30
Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
. Dibrometo de Diquate
DIQUAT TÉCNICO – Registro MAPA nº 03428388
- SYNGENTA LIMITED - P.O. Box A38, Leeds Road, Huddersfield, West Yorkshire HD2 1FF, Reino
Unido.
- WEIFANG NUCHLOR CHEMICAL CO., LTD.
East of Lingang Road e South of Liaohexier Street, Haihua Industry Park, Binhai Economic e
Technological Development Zone, Weifang City, Shandong Province, China, CEP: 262737
- NINGXIA YONGNONG BIOSCIENCES CO., LTD.
The South of Guangfu Road, and the North of Taizhongyin Railway, Ningdong Base Chemical New
Material Zone, Yinchuan City, Ningxia Hui Autonomous Region, China
- NANJING HUAZHOU PHARMACEUTICAL CO., LTD.
9 Dongfeng Road, Yaxi Tow, Gaochun, Nanjing City, China
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DIQUAT TÉCNICO IHARA – Registro MAPA nº TC13620
- DEZHOU LUBA FINE CHEMICAL CO., LTD. - No. 288, Hengdong Road, Tianqu Industrial Park
253035 Dezhou, Shandong Province - China
- ZHEJIANG FUNONG BIOTECH CO., LTD. - Lantian Yongqiang 325024 Whenzhou, Zhejiang - China
- NANJING HUAZHOU PHARMACEUTICAL CO. LTD. - No. 9 Dongfeng Road, Yaxi Town, Gaochun
Country 211303 Nanjing Jiangsu – China
DIQUAT TÉCNICO YN – Registro MAPA nº 26118
- ZHEJIANG FUNONG BIOTECH CO., LTD.
Lantian Yongqiang 325024, Wenzhou, Zhejiang - China.
- YONGNONG BIOSCIENCES CO., LTD.
No. 3, Weiqi Rd (East), Hangzhou Gulf Economy and Technology Development Zone 312369,
Shangyu, Zhejiang, China.
- NINGXIA YONGNONG BIOSCIENCES CO., LTD.
South of Guangfu Road and the North of Taizhongyin Railway, Ningdong Base Chemical New Material
Zone, Yinchuan City, Ningxia Hui Autonomous Region, China
. Amicarbazona
MAGNETO TÉCNICO – Registro MAPA nº 39118
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Avenida Liberdade, 1701 - Cajuru do Sul
18087-170 – Sorocaba/SP – Fone: (15) 3235-7700
CNPJ Nº 61.142.550/0001-30 – Registro da Empresa no Estado de São Paulo nº 8
JIANGSU FLAG CHEMICAL INDUSTRY CO., LTD.
No. 309, Changfenghe Road, Nanjing Chemical Industry Park, Nanjing, 210047, China
JIANGSU AGROCHEM LABORATORY CO., LTD.
Nº 1218 North Changjiang Rd, Hi-tech Development Zone, Changzhou, Jiangsu, 213034, China
PI INDUSTRIES LTD.
Sterling SEZ, AT & PO, Sarod, TA-Jambusar, Dist. Bharuch, State: Gujarat-392180, Índia
DINAMIC TÉCNICO – Registro MAPA nº 10501
SALTIGO GMBH – OPERAÇÕES
ChemPark Leverkusenn, 51369 Leverkusen- Alemanha
DECCAN FINE CHEMICALS (INDIA) PRIVATE LIMITED.
Kesavaram, Venkatanagaram Post, Payakaraopeta Mandal, Visakhapatnam District, Andhra Pradesh,
531 127, Índia
SUPERFORM CHEMISTRIES LIMITED.
Plot No. D3/6, GIDC-III, Dahej, Dist. Bharuch-392165, Gujarat, lndia
DINAMIC TÉCNICO ARYSTA – Registro MAPA nº 04413
KPX LIFESCIENCE CO., LTD.
230-7 Hwachi - Dong Yeosu City Jeonnam Coréia do Sul
FORMULADOR:
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Avenida Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - 18087-170 - Sorocaba/SP
Fone: (15) 3235-7700 - CNPJ: 61.142.550/0001-30
Registro da Empresa no Estado de São Paulo CDA/SP Nº 8
PI INDUSTRIES LTD.
Plot No. 3133-3139 GIDC, Panoli-394116, Gujarat, Índia
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Nº do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO,
A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 2 – PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - PRODUTO
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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INSTRUÇÕES DE USO:
“DORAI MAX” é um Herbicida de contato, não seletivo, usado para dessecação pré-colheita da Soja.
CULTURA, DOSES E RECOMENDAÇÕES DE USO:
Dessecação pré-colheita da cultura:
RECOMENDAÇÕES DE USO
DOSE NÚMERO VOLUME DE
CULTURA
(L p.c./ha) ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO MÁXIMO DE CALDA
APLICAÇÕES (L/ha)
Realizar 1 aplicação em área total sobre a Terrestre:
cultura quando esta atingir a maturação 100 a 300
Soja 1 fisiológica (estágio R7). Utilizar espalhante 1
adesivo não iônico na dose de 0,5% v/v ou, a Aérea:
dose recomendada pelo fabricante. 10 a 40
p.c.: produto comercial
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicar DORAI MAX nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este
produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou
motorizados), tratorizados (com barras) ou aviões (com barras ou atomizadores), conforme recomendação
para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
As recomendações para os equipamentos de aplicação poderão ser alteradas à critério do
Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da
aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e a tecnologia de aplicação empregada.
Preparo da Calda: O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção
individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4
de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação
acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação
constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da
calda.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de
Deriva.
- APLICAÇÃO VIA TERRESTRE:
A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que
devem ser rigorosamente observadas, tais como:
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de
gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros
operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação
desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com
o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à
mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para
a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação
e ao vento.
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Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior
uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe
de gotas.
- APLICAÇÃO VIA AÉREA:
A aplicação via aérea é indicada para a cultura de Soja.
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de
boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as
disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades
aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras
apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura
do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de
gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros
operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação
desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo
sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou
modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma
largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa
cobertura.
Volume de calda: 10 a 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
Condições Climáticas:
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para
aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante
a aplicação, e não valores instantâneos:
✓ Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
✓ Umidade relativa do ar acima de 50%.
✓ Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.
✓ Nebulosidade: aplicar em dia ensolarado.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de
proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados
Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na
região da aplicação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Soja – 7 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de
Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação”.
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LIMITAÇÕES DE USO:
- O produto deve ser utilizado única e exclusivamente conforme as recomendações de uso.
- Por não ser seletivo e ter ação de contato é altamente fitotóxico, e ao atingir plantas não alvo pode
provocar danos irreversíveis, devendo-se evitar que haja deriva nas aplicações.
- Evitar aplicações em condições de estresse hídrico, solo seco, quando as plantas se encontram
murchas durante o dia, sob pena de baixa eficácia.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo
alvo pode contribuir para o aumento de população da planta infestante alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
O produto herbicida DORAI MAX é composto por diquate (dibrometo de diquate) +
amicarbazona, que apresentam mecanismos de ação inibidores da fotossíntese no fotossistema I e
inibidores da fotossíntese no fotossistema II, pertencentes ao Grupo D e C1, respectivamente, segundo
classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes e para evitar problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo D e C1 para o controle do mesmo
alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas infestantes seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas infestantes devem ser consultados e/ou
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org),
Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR:
www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
“ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.”
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção individual (EPI) com relação
à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Utilize Equipamentos de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas; botas de borracha; avental; máscara com filtro mecânico classe P2;
óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize Equipamentos de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
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por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança
com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça em áreas
tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize Equipamentos de Proteção Individual – EPI: macacão de algodão
com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
- Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PERIGO - Nocivo se ingerido
- Pode ser nocivo em contato com a pele
- Fatal se inalado
- Provoca moderada irritação à pele
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PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
INTOXICAÇÕES POR DORAI MAX
(Dibrometo de Diquate e Amicarbazona)
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os
procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde,
etc.).
Grupo Químico DIBROMETO DE DIQUATE: Bipiridílio
AMICARBAZONA: Triazolinona
Classe toxicológica CATEGORIA 2 – PRODUTO ALTAMENTE TÓXICO
Potenciais vias de Dérmica, ocular, inalatória, oral.
exposição
Toxicocinética DIBROMETO DE DIQUATE: O dibrometo de diquate foi aplicado na pele de
voluntários e mantido por 24 horas. As taxas de absorção cutânea observadas
foram de 0,3% na pele sem oclusão e 1,4% na pele com oclusão. A excreção
urinária foi observada por 120 horas, tendo início 4 horas após a aplicação da
dose. Um total de 0,3% da dose aplicada foi recuperada na urina.
Em ratos, o diquate foi pouco absorvido pela via dérmica (aproximadamente 6%)
e pelo trato gastrointestinal (<10%). O pico de concentração plasmática, após
administração pela via oral, ocorreu em 2 horas, aproximadamente, e foi seguido
de um rápido declínio. Esta substância foi amplamente distribuída pelo
organismo. Imediatamente após a administração pela via oral, as concentrações
mais altas foram detectadas no fígado, rins, trato gastrointestinal e pulmões. Após
96 horas, foram detectados resíduos significativos de diquate nos olhos
(cristalino) em ratos.
A biotransformação do diquate é limitada, sendo a maior parte eliminada na forma
inalterada na urina e nas fezes. A fração do diquate que é biotransformada passa
por oxidação progressiva dos anéis piridina, formando o diquate monopiridona,
que é o principal metabólito nas fezes (5% da dose), e diquate dipiridona. Pode
ocorrer também pela quebra de um dos anéis de piridina, formando o ácido
picolínico (ácido piridino-2-carboxílico) e pode ter como metabólito intermediário
a piridina-2-carboxiamida, o que requer maior elucidação. Em humanos, o diquate
monopiridona e diquate dipiridona também foram detectados após ingestão.
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Em ratos, a excreção foi rápida e ocorreu principalmente através das fezes (cerca
de 94%) dentro das primeiras 24 horas. A pequena concentração absorvida foi
rapidamente excretada, principalmente através da urina (cerca de 6% da dose
administrada). A excreção biliar representou menos de 5% da dose administrada.
O diquate não é bioacumulável nos tecidos, embora haja alguns dados de
bioacumulação do diquate nos olhos (cristalino) em ratos.
AMICARBAZONA: em ratos, maior parte da radioatividade é recuperada na urina
dentro de 24h (64%), indicando rápida absorção. A excreção fecal compreendeu
para 27% da dose administrada.
Toxicodinâmica DIBROMETO DE DIQUATE: Soluções concentradas de diquate podem causar
lesões corrosivas graves locais e multissistêmicas. É um potente indutor do ciclo
redução e oxidação (redox). Uma vez que entra no meio celular, é ativado pelo
NADPH (nicotinamida adenosina dinucleotídeo fosfato) e os radicais
bipiridílicos são rapidamente convertidos em radicais livres altamente reativos,
incluindo ânions superóxido e hidroxila, que podem induzir a peroxidação
lipídica nas membranas celulares e, potencialmente, causar morte celular e
destruição tecidual.
AMICARBAZONA: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são bem
conhecidos.
Sintomas e DIBROMETO DE DIQUATE: Os efeitos sistêmicos da intoxicação por diquate
sinais clínicos ocorrem, principalmente, após a ingestão da substância, mas também podem
ocorrer após contato com a pele (principalmente se estiver lesionada), mucosas
ou através da inalação.
Os sintomas neurológicos são os mais importantes nas intoxicações por
diquate. Estes incluem nervosismo, irritabilidade, agitação, reflexos diminuídos,
desorientação, delírios e incapacidade de reconhecer amigos ou familiares. Os
efeitos neurológicos podem progredir para coma, acompanhados por
convulsões tônico-clônicas e resultar na morte do paciente.
O diquate pode causar danos aos rins, resultando em proteinúria, hematúria e
piúria, que podem progredir para insuficiência renal aguda e azotemia.
A exposição a grandes quantidades do produto pode causar dano hepático, com
aumentos de bilirrubina e enzimas hepatocelulares.
Podem ocorrer efeitos cardiorrespiratórios como hipotensão e arritmia, que
podem evoluir para choque cardiogênico e morte.
AMICARBAZONA: pode causar dano se ingerido. Pode causar moderada
irritação ocular. Em animais de laboratório, após exposições repetidas, causou
efeitos de toxicidade geral, como diminuição dos pesos corpóreos e
hepatotoxicidade.
Diagnóstico DIBROMETO DE DIQUATE: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da
exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, que inclui
queimaduras orais, gastroenterite e insuficiência sistêmica múltipla.
A ingestão de qualquer quantidade deve ser considerada como potencialmente
grave.
O teste colorimétrico com ditionito de sódio (1%) pode ser utilizado para
identificar de forma rápida a presença de diquate no conteúdo gástrico ou na
urina. A dosagem na urina pode servir como indicação da dose absorvida. O
paciente deve ser transferido imediatamente para o hospital mais próximo.
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O diagnóstico pode ser confirmado pela dosagem sérica de diquate por meio
de espectrofotometria, cromatografia gasosa ou radioimunoensaio.
AMICARBAZONA: Avaliação geral: indivíduos expostos devem ser
cuidadosamente avaliados, com histórico médico verificado e exame físico
realizado buscando anormalidades.
Substâncias químicas podem produzir alterações no sistema sanguíneo, fígado
e rins. Monitorar a contagem de células sanguíneas, testes de urinálise e
atividade hepática e renal podem mostrar sinais da intoxicação.
Tratamento Antídoto: Não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte
de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
DIBROMETO DE DIQUATE: O tratamento da intoxicação pelo diquate é focado
na diminuição da absorção, aumento da eliminação e contra os mecanismos de
toxicidade.
AMICARBAZONA: Exposição oral: enxaguar a boca do paciente e administrar
5 mL/kg em até 200 mL de água para diluição, se o paciente puder engolir, se
tiver reflexo de vômito e se não salivar. Exposição inalatória: mover o paciente
a um local com ar puro. Monitorar quanto às dificuldades respiratórias. Se
evoluir para tosse ou dificuldade para respirar, avaliar quanto à possível irritação
do trato respiratório, bronquite ou pneumonite. Administrar oxigênio e proceder
com ventilação assistida. Tratar broncoespasmo com agonista beta-
adrenérgico via inalatória. Considerar administrar corticosteroide sistêmico em
pacientes com significante broncoespasmo. Exposição ocular: remover lentes
de contato e lavar os olhos expostos com grande quantidade de água ou
solução salina 0,9%, por pelo menos 15 minutos. Necessária avaliação médica
caso irritação, dor, lacrimejamento ou fotofobia persistirem. Exposição dérmica:
remover a roupa e os acessórios contaminados e colocá-los em um saco
plástico. Lavar as áreas expostas com água e sabão durante 10 a 15 minuto,
gentilmente com esponja. Necessária avaliação médica caso irritação ou dor
persistir.
Cuidado para os prestadores de primeiros socorros: EVITAR aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um
equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
procedimento. A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente
durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
luvas e avental impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente
tóxico.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser
evitado.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores
das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não
intubados; e também em casos de pacientes com risco de hemorragia ou
perfuração gastrointestinal e ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos sinérgicos Não são conhecidos.
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ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT – ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória. Notifique ao Sistema de Informação de
Agravos de Notificação (SINAN / MS). Notifique ao Sistema de Notificação em
Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800 774 4272
Endereço eletrônico da empresa: www.ihara.com.br
Centro de Envenenamento do Paraná: 0800-410148
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
Vide itens“Toxicocinética” e “Toxicodinâmica”
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS DO PRODUTO FORMULADO
DL50 oral em ratos: 500 mg/kg p.c.
DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: 0,181 mg/L
Corrosão/Irritação cutânea: causou edema e eritema leves em pele de coelhos.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: causou hiperemia e quemose leves em olhos de coelhos,
revertendo em 7 dias.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante
Sensibilização respiratória em ratos: dado não disponível
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS DOS INGREDIENTES ATIVOS
DIBROMETO DE DIQUATE:
Não demonstrou efeitos carcinogênicos, teratogênicos ou mutagênicos em estudos com animais de
laboratório. Em ratos, o diquate foi pouco absorvido pela via dérmica (aproximadamente 6%) e pelo
trato gastrointestinal (<10%). O pico de concentração plasmática, após administração pela via oral,
ocorreu em 2 horas, aproximadamente, e foi seguido de um rápido declínio. Esta substância foi
amplamente distribuída pelo organismo. Imediatamente após a administração pela via oral, as
concentrações mais altas foram detectadas no fígado, rins, trato gastrointestinal e pulmões. Após 96
horas, foram detectados resíduos significativos de diquate nos olhos (cristalino) em ratos. A
biotransformação do diquate é limitada, sendo a maior parte eliminada na forma inalterada na urina e
nas fezes. A fração do diquate absorvido que é biotransformada passa por oxidação progressiva dos
anéis piridina, formando o diquate monopiridona, que é o principal metabólito nas fezes (5% da dose)
e também diquate dipiridona. Pode ocorrer também pela quebra de um dos anéis de piridina, formando
o ácido picolínico (ácido piridino-2-carboxílico) e pode ter como metabólito intermediário a piridina-2-
carboxiamida, o que requer maior elucidação. Em ratos, a excreção foi rápida e ocorreu principalmente
através das fezes (cerca de 94%) dentro das primeiras 24 horas. A pequena concentração absorvida
foi rapidamente excretada, principalmente através da urina (cerca de 6% da dose administrada). A
excreção biliar representou menos de 5% da dose administrada. O diquate não é bioacumulável nos
tecidos, embora haja alguns dados de bioacumulação do diquate nos olhos (cristalino) em ratos.
Soluções concentradas de diquate podem causar lesões corrosivas graves locais e multissistêmicas.
É um potente indutor do ciclo redução e oxidação (redox). Uma vez que entra no meio celular, é ativado
pelo NADPH (nicotinamida adenosina dinucleotídeo fosfato) e os radicais bipiridílicos são rapidamente
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convertidos em radicais livres altamente reativos, incluindo ânions superóxido e hidroxila, que podem
induzir a peroxidação lipídica nas membranas celulares e, potencialmente, causar morte celular e
destruição tecidual.
AMICARBAZONA:
Em estudos conduzidos com ratos e camundongos, não houve aumento de incidência de tumores,
indicando que o Amicarbazona não possui potencial carcinogênico. Os estudos de mutagenicidade
foram negativos. Não houve evidência de suscetibilidade da ninhada nos estudos de toxicidade para o
desenvolvimento e nos estudos de toxicidade reprodutiva.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
• Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
podendo atingir principalmente águas subterrâneas;
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (Algas);
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamentos.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PRE-
VENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
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• Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a empresa IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS
QUÍMICAS.
• Telefone da empresa 0800-770-1760.
• Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d'água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser
mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução
e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material
e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a
favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
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Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
• Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
• Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
• Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
• A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
• Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre
a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
• Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
• Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
• Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo
de validade.
• O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são
guardadas as embalagens cheias.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
• É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
• A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
• É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
• EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
• A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
• Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
• A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental
competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
• O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações,
medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
• De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
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