DominumXT-S; StopperXT-S;
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Herbicida
Aminopiralide (ácido piridiniloxialcanóico) (59.17 g/L) + Fluroxipir-meptílico (ácido piridiniloxialcanóico) (144.09 g/L) + picloram (ácido piridinocarboxílico) (115.74 g/L)

Informações

Número de Registro
04820
Marca Comercial
DominumXT-S; StopperXT-S;
Formulação
EW - Emulsão Óleo em Água
Ingrediente Ativo
Aminopiralide (ácido piridiniloxialcanóico) (59.17 g/L) + Fluroxipir-meptílico (ácido piridiniloxialcanóico) (144.09 g/L) + picloram (ácido piridinocarboxílico) (115.74 g/L)
Titular de Registro
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico/ Seletivo
Classe Toxicológica
Não Classificado - Produto Não Classificado
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Pastagens
Acacia farnesiana
aromita; espinheiro; esponjinha
Pastagens
Bauhinia curvula
Unha-de-cabrito
Pastagens
Bauhinia variegata
unha-de-vaca (3)
Pastagens
Dioclea grandiflora
Pastagens
Duguetia furfuracea
Ata-brava
Pastagens
Eugenia dysenterica
Cagaita
Pastagens
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Pastagens
Lantana camara
camará; cambará (1); cambará-branco (2)
Pastagens
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Pastagens
Sida acuta cv carpinifolia
malva-relógio
Pastagens
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Pastagens
Solanum aculeatissimum
arrebenta-boi; arrebenta-cavalo (4); joá-bravo (4)
Pastagens
Solanum lycocarpum
beringela; fruta-de-lobo; jurubebão
Pastagens
Spermacoce latifolia
erva-de-lagarto (2); erva-quente (2); perpetua-do-mato (2)
Pastagens
Tapirira guianensis
camboatá (2); copiúva; tapiriri

Conteúdo da Bula

                                    DominumXT-S, StopperXT-S
                                           <Logomarca do produto>

Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob no 04820

COMPOSIÇÃO:
Aminopiralide Sal de Potássio........................................................... 59,17 g/L (5,91% m/v)
4-amino-3,6-dichloropyridine-2-carboxylic acid
(Equivalente ácido do Aminopiralide).................................................... 50,00 g/L (5,00% m/v)
Picloram sal de Potássio................................................................ 115,74 g/L (11,57% m/v)
4-amino-3,5,6-trichloropyridine-2-carboxylic acid
(Equivalente ácido do Picloram)........................................................ 100,00 g/L (10,00% m/v)
Fluroxipir metil-heptil éster…..…………..……..................……..…. 144,09 g/L (14,41% m/v)
1-methylheptylester (4-amino-3,5-dichloro-6-fluoro-2-pyridyloxy)acetate
(Equivalente ácido do Fluroxipir)........................................................ 100,00 g/L (10,00% m/v)
Outros Ingredientes......................................................................... 831,00 g/L (83,10% m/v)

              GRUPO                                     O                                  HERBICIDA

CONTEÚDO: VIDE RÓTULO.

CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica.

GRUPO QUÍMICO:
Aminopiralide: Ácido piridinocarboxílico
Picloram: Ácido piridinocarboxílico
Fluroxipir-meptílico: Ácido piridiniloxialcanóico

TIPO DE FORMULAÇÃO: Emulsão de óleo em água (EW)

TITULAR DO REGISTRO (*):
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, Conjunto 81-A, Sala
CTVA - Tamboré - CEP: 06460-000 - Barueri/SP
CNPJ: 47.180.625/0001-46 - Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
AMINOPIRALIDE ÁCIDO TÉCNICO
Registro MAPA n° 07006
Corteva Agriscience LLC
701 Washington Street, Michigan, 48640, Midland - Estados Unidos da América
Lier Chemical Co., Ltd
Economic and Technical Development Zone, Mianyang, Sichuan, 621000 - China

PICLORAM ÁCIDO TÉCNICO
Registro MAPA n° 00308898
Corteva Agriscience LLC
2301 N. Brazosport Boulevard, Texas, 77541-3257, Freeport - Estados Unidos da América
Lier Chemical Co., Ltd
Economic and Technical Development Zone, Mianyang, Sichuan, 621000 - China

FLUROXYPYR TÉCNICO
Registro MAPA n° 005494
Corteva Agriscience France S.A.S.
BP-20 Zone Industrielle, F-67410, Drusenheim, França


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FLUROXYPYR-MEPTYL TÉCNICO AGROGILL
Registro MAPA n° 28718
Shandong Luba Chemical Co., Ltd.
Loujia Village, Tangwang Town, Licheng District, 250106 Jinan, Shandong - China

FORMULADOR:
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas
CEP: 07809-105 - Franco da Rocha/SP
CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP

Corteva Agriscience Argentina S.R.L.
Hipólito Irigoyen 2900, Puerto General San Martin, Santa Fé S2202DRA - Argentina

Corteva Agriscience LLC
701 Washington Street, Midland, Michigan 48640 - Estados Unidos da América

Helena Industries, LLC
3525 Vandalia Road, Des Moines, Iowa 50317 - Estados Unidos da América

MANIPULADOR:
Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro no Estado nº 8 - CDA/SP

                    No do lote ou partida:
                    Data de fabricação:          VIDE EMBALAGEM
                    Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E
                     CONSERVE-OS EM SEU PODER

       É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
                               PROTEJA-SE.

               É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

                                  AGITE ANTES DE USAR

                                   Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º e
                     273º do Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)

       CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: NÃO CLASSIFICADO - PRODUTO NÃO
                             CLASSIFICADO

         CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
               II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




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INSTRUÇÕES DE USO
DominumXT-S, StopperXT-S é um herbicida seletivo de ação sistêmica e pós-emergente
indicado para o controle de plantas infestantes em pastagem.

Culturas, Alvos, Modo de Aplicação, Doses, Número, Época e Intervalo de Aplicação:

•    Aplicação foliar em área total
     Cultura                 Alvo                  Dose               Época de Aplicação
                           Cheirosa
                                             0,5 - 0,75 * L/ha
                     (Hyptis suaveolens)
                       Fedegoso-branco
                                              0,5 - 1,0 * L/ha
                      (Senna obtusifolia)
                         Malva-relógio
                                                 0,75 L/ha
                (Sida acuta cv carpinifolia)
                      Guanxuma-branca
                                             0,75 - 1,25 * L/ha
                        (Sida glaziovii)
                         Erva-quente
                                                 1,25 L/ha
                   (Spermacoce latifolia)
                           Joá-bravo
                                                 1,50 L/ha      Deve-se fazer uma aplicação ao
                (Solanum aculeatissimum)
                                                                ano, em pós-emergência das
                         Pata-de-vaca
                                                                plantas daninhas e quando estas
                    (Bauhinia variegata)
                                                                estiverem em pleno processo de
                           Cabriteiro
                                                  3,0 L/ha      desenvolvimento vegetativo.
                      (Bauhinia curvula)
                            Lobeira
                  (Solanum lycocarpum)
                            Aromita
                                              2,0 - 3,0 * L/ha
                     (Acacia farnesiana)
    Pastagem                Cagaita
                                              4,0 - 5,0 * L/ha
                  (Eugenia dysenterica)
                          Chumbinho
                                                  5,0 L/ha
                      (Lantana camara)
                            Mucunã
                                                  5,0 L/ha
                    (Dioclea grandiflora)
               N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1/ano

               Volume de calda:
               - Aplicação terrestre: 200 - 300 L/ha
               - Aplicação aérea:
                   • Aeronave tripulada: 50 L/ha
                   • Aeronave remotamente pilotada (ARP/drones): mínimo 10 L/ha

               Adicionar óleo mineral como adjuvante:
               - Aplicação terrestre e aplicação aérea com aeronava tripulada: 1,0 L/ha
               - Aplicação aérea com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones): 0,5% v/v
               (50 mililitros em 10 litros de calda)

               * Dose menor para plantas mais jovens provenientes de sementes, e dose maior
               para plantas mais desenvolvidas vindas de rebrotes de roçadas anteriores.




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                                                                                 Página 3 de 19
•    Aplicação Foliar Localizada - Costal ou Tratorizado
     Cultura                 Alvo                 Dose                Época de Aplicação
                        Pata-de-vaca
                     (Bauhinia variegata)
                                               1,0 L/100L       Deve-se fazer uma aplicação ao
                          Cabriteiro
                                                                ano, em pós-emergência das
                      (Bauhinia curvula)
                                                                plantas daninhas e quando estas
                         Camboatá
                                           2,0 - 2,5 * L/100L estiverem em pleno processo de
                    (Tapirira guianensis)
                                                                desenvolvimento vegetativo.
                       Araticum-miúdo
                                               2,5 L/100L
                    (Duguetia furfuracea)
                 N° máximo de aplicações por ciclo de cultura: 1/ano

    Pastagem     Volume de calda:
                 - Aplicação terrestre:
                 Foliar tratorizado ou costal localizado: aplicar a calda individualmente nas plantas
                 daninhas, até o ponto de escorrimento nas folhas, assegurando que esteja
                 ocorrendo uma boa cobertura. O volume de produto diluído na calda não deverá
                 exceder 5,0 L/ha.

                 Adicionar óleo mineral a 0,5% v/v (0,5 L/100 L de calda) como adjuvante.

                 * Dose menor para plantas mais jovens provenientes de sementes, e dose
                 maior para plantas mais desenvolvidas vindas de rebrotes de roçadas
                 anteriores.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

DominumXT-S, StopperXT-S deve ser aplicado em volume de água suficiente para uma
distribuição uniforme e pulverizado por meio de equipamento costal, tratorizado ou aéreo. Além
disso, deve-se agitar bem o produto na embalagem para garantir sua homogeneização, antes
da diluição em calda de pulverização. Sempre realizar a homogeneização da calda de
pulverização antes da aplicação.

Aplicação Terrestre:

Foliar tratorizado/costal em área total
Equipamento costal
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de
trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo
fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.

De modo geral, para aplicação costal, a recomendação de tecnologia de aplicação do
DominumXT-S, StopperXT-S é utilizar equipamento pulverizador costal (manual ou motorizado)
com pontas de pulverização em faixa com indução a ar, tal como AI, capaz de gerar gotas da classe
grossa (G) ou superior, calibrado para volume de calda capaz de propiciar uma boa cobertura foliar
de plantas infestantes com densidade adequada de gotas.

As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor
interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a menor
evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo
biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão
térmica (deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações sob
temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 60%, velocidade média do vento entre
3 e 10 km/h, na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando chuvas de no mínimo 4
horas após a aplicação.


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O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas
é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade
e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar
a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.

Utilizar água limpa, isenta de argila em suspensão, sem a presença de sais em excesso e com
pH inferior a 6,0. Caso alguma dessas condições ocorra, recomenda-se o uso de
condicionadores de calda que eliminem ou minimizem o fator prejudicial identificado.

Equipamento tratorizado
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e
número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do
pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido
pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas
agrícolas.

De modo geral, a recomendação de tecnologia de aplicação do DominumXT-S, StopperXT-S é
a pulverização do produto através de equipamentos tratorizado com barra, equipado com pontas
tipo leque com indução a ar, por exemplo AIXR, AI, TTI, CVI, AVI, TVI, ULD, ULD MAX, MUG,
STIA, ADIA, RDA no máximo a 0,5 metro acima do alvo, com a taxa de aplicação de 200 a 300
litros/ha de calda de pulverização por hectare, velocidade de 2 a 10 km por hora, com gotas da
classe grossa (G) ou superior.

Para aplicação com pulverizador de Barra Curta, utilizar pontas de pulverização sem barras, com
pontas tipo leque tais como XP, XT e MVI, com a taxa de aplicação de 200 a 300 litros/ha de
calda de pulverização por hectare, velocidade de 2 a 10 km por hora, com gotas da classe grossa
(G) ou superior.

As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor
interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a menor
evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo
biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de
inversão térmica (deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações
sob temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 60%, velocidade média do
vento entre 3 e 10 km/h, na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando chuvas de
no mínimo 4 horas após a aplicação.

O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento
de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das
gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento,
umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de
aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.

Utilizar água limpa, isenta de argila em suspensão, sem a presença de sais em excesso e com
pH inferior a 6,0. Caso alguma dessas condições ocorra, recomenda-se o uso de
condicionadores de calda que eliminem ou minimizem o fator prejudicial identificado.

Foliar tratorizado/costal localizado (tratamento individual de plantas)
Equipamento costal
Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de
trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo
fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.




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                                                                                   Página 5 de 19
De modo geral, para aplicação costal, a recomendação de tecnologia de aplicação do
DominumXT-S, StopperXT-S é utilizar equipamento pulverizador costal (manual ou motorizado)
com pontas de pulverização em faixa com indução a ar, tal como AI, capaz de gerar gotas da classe
grossa (G) ou superior, calibrado para volume de calda capaz de propiciar uma boa cobertura foliar
de plantas infestantes com densidade adequada de gotas.

As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor
interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a menor
evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo
biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão
térmica (deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações sob
temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 60%, velocidade média do vento entre
3 e 10 km/h, na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando chuvas de no mínimo 4
horas após a aplicação.

O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas
é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade
e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar
a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
Utilizar água limpa, isenta de argila em suspensão, sem a presença de sais em excesso e com
pH inferior a 6,0. Caso alguma dessas condições ocorra, recomenda-se o uso de
condicionadores de calda que eliminem ou minimizem o fator prejudicial identificado.

Equipamento tratorizado
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e
número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do
pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido
pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas
agrícolas.

De modo em geral, realizar a pulverização do produto através de pulverizador tratorizado com
auxílio de lanças de aplicação localizada no toco, equipado pontas de pulverização com indução
a ar, tais como AIXR, AI, TTI, CVI, AVI, TVI, ULD, ULD MAX, MUG, STIA, ADIA, RDA, com gotas
da classes grossa (G) ou superior, calibrado para volume de calda capaz de propiciar uma boa
cobertura foliar de plantas infestantes com densidade adequada de gotas.

Para aplicação com pulverizador de Barra Curta, pulverizar o produto com auxílio de lanças de
aplicação localizada no toco, utilizando pontas de pulverização sem barras, com pontas tipo
leque tais como XP, XT e MVI, velocidade de 2 a 10 km por hora, com gotas da classe grossa
(G) ou superior.

As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor
interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com a menor
evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo
biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de
inversão térmica (deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações
sob temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 60%, velocidade média do
vento entre 3 e 10 km/h, na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando chuvas de
no mínimo 4 horas após a aplicação.

O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento
de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das
gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento,
umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de



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aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.

Utilizar água limpa, isenta de argila em suspensão, sem a presença de sais em excesso e com
pH inferior a 6,0. Caso alguma dessas condições ocorra, recomenda-se o uso de
condicionadores de calda que eliminem ou minimizem o fator prejudicial identificado.

Aplicação aérea:

Aeronave tripulada:
As aplicações aéreas deverão seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas
definidos para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações,
uso de DGPS, ajustes dos parâmetros operacionais, como ângulo de deflexão dos bicos nas
barras de pulverização, modelo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de
deposição, velocidade e altura de voo, entre outros, sempre supervisionadas por um Engenheiro
Agrônomo.

Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação Aeroagrícola
Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e treinadas pela
Corteva Agriscience, através do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas, para realizar a
aplicação aérea deste produto. Independentemente do treinamento recomendado, é importante
ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve
seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto.

Taxa de aplicação: Para aplicações de DominumXT-S, StopperXT-S, recomenda-se que seja
utilizado volume de calda de no mínimo 50 L/ha, com gotas das classes grossas (G) e
extremamente grossas (EG), ou seja, gotas com DMV (diâmetro mediano volumétrico) acima de
300 micras, para que resulte em uma cobertura mínima o suficiente para a obtenção da eficácia
do produto.

Parâmetros operacionais: O sistema de pulverização deve estar em perfeitas condições de
funcionamento, isento de desgaste ou vazamentos. Pontas danificadas prejudicam a
uniformidade da aplicação. É recomendado que a altura de voo não ultrapasse 30 m, conforme
características da aeronave, para minimizar o risco de deriva e proporcionar melhor uniformidade
de aplicação. Fechar a válvula de 3 vias (by-pass) antes de subir a aeronave ao final de cada
passada. Não deve haver vórtices de ponta de asas. Para isso, adeque a barra de pulverização
e a disposição dos bicos para evitar a ocorrência desse problema.

Seleção das pontas de pulverização: Use pontas jato plano de impacto com o menor ângulo do
defletor, para gotas mais grossas, ou de preferência de jato plano “simples”, com ângulo de
abertura no leque menor ou igual a 40 graus e sempre com o bico voltado para trás (zero graus
de deflexão). Pontas de jato sólido voltadas para trás produzem as gotas mais grossas e o menor
potencial de deriva. Caso seja usado ponta de jato cônico, não usar core 45, e dar preferência
pelo uso de core 46, e discos de maior vazão, para minimizar o risco de deriva. É importante que
as pontas sejam escolhidas em função das características operacionais da aeronave, para que
a classe do espectro de gotas fique dentro do recomendado (gotas grossas e extremamente
grossas).

Condições climáticas: As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas
para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelo alvo (plantas daninhas),
com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre a ponta de pulverização e o alvo
biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de
inversão térmica (deslocamento vertical). Com esse objetivo recomenda-se pulverizações sob
temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 60%, velocidade média do vento
entre 3 km/h e 10 km/h. Estes parâmetros devem ser checados antes do início da aplicação e
monitorados durante a aplicação. As aplicações também dever ser realizadas na ausência de
orvalho, na presença de luz solar, evitando chuvas de no mínimo 4 horas após a aplicação.

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O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento
de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das
gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento,
umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de
aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.

A definição dos equipamentos de pulverização aérea e dos parâmetros mais adequados à
tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a
orientação de um engenheiro agrônomo.
Utilizar água limpa, isenta de argila em suspensão, sem a presença de sais em excesso e com
pH inferior a 6,0. Caso alguma dessas condições ocorra, recomenda-se o uso de
condicionadores de calda que eliminem ou minimizem o fator prejudicial identificado.

Aeronaves remotamente pilotadas (drones):
Antes de iniciar a aplicação com aeronave remotamente pilotada (ARP/drones), certifique-se que
há um planejamento de voo e este foi autorizado, registre os dados de voo e garanta a segurança
operacional.

A aplicação deste produto pode ser realizada com drones agrícolas de pulverização mantendo-
se uma altura de voo de 4 metros acima do alvo da pulverização. Evite alturas de voo muito altas
ou muito baixas, pois esses procedimentos aumentam o risco de deriva e impactam na faixa
efetiva de deposição. O drone deve ser calibrado para uma taxa de aplicação (volume de calda)
de no mínimo 10 L/ha. A seleção das pontas ou o ajuste da rotação de bicos rotativos deve
propiciar espectro de gotas das classes de média a grossa, de forma a minimizar o risco de
deriva e proporcionar deposição adequada no alvo. É importante que as pontas sejam escolhidas
em função das características operacionais da aeronave, para que a classe do espectro de gotas
fique dentro do recomendado.

No caso das pontas hidráulicas, selecione modelos com indução de ar que que propiciem gotas
das classes de média a grossa dentro de toda a faixa útil de vazões e pressões de trabalho.

Evite utilizar o drone sem que haja adequada sobreposição de passadas durante a aplicação, a
exemplo do que se faz em aplicações aéreas convencionais. Não utilize o drone para aplicação
em uma faixa única (sem sobreposição de passadas), pois a uniformidade de deposição pode
ficar inadequada. A faixa de deposição ideal para os drones deve ser calculada com as mesmas
metodologias utilizadas para a aplicação aérea convencional. Entretanto, na impossibilidade da
realização desta avaliação, considere que os drones multirrotores com até 30 kg de carga útil
apresentam faixas de deposição ideal entre 4 e 6 m. Havendo dúvida, consulte o fabricante do
equipamento sobre o melhor ajuste desse parâmetro para cada modelo de drone.

Evite utilizar o drone com velocidade de trabalho superior a 5 m/s, principalmente em terrenos
de topografia mais acidentada, para garantir uma boa estabilidade da aeronave durante a
pulverização, buscando evitar falhas de deposição que possam levar a uma menor qualidade da
aplicação.

Ao pulverizar com drones, utilize técnicas para a redução da deriva. Lembre-se que o drone é
uma plataforma de aplicação aérea e requer os devidos cuidados para evitar a deriva. Não utilize
pontas hidráulicas ou ajustes de bicos rotativos que propiciem gotas finas ou muito finas.

Ao pulverizar com drones, mantenha uma faixa de segurança de 50 metros de distância dos
possíveis alvos de deriva, como culturas sensíveis ao produto.

Para a preparação da calda de pulverização, utilize óleo mineral a 0,5% v/v (50 mL/10L de calda)
como adjuvante.



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A Corteva não recomenda o uso de drones para pulverização em alvos que necessitem de doses
deste produto maiores do que 3,0 L/ha, por não haverem dados que suportem essas aplicações.

Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de drones do DominumXT-S, StopperXT-
S com empresas que tenham realizado os cursos para aplicação através de aeronaves
remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro
de 2021, ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-la, e com equipamentos
registrados nos órgãos competentes para operacionalizar. Independentemente do treinamento
recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade
do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do produto. Sempre consulte
as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).

Resumo dos ajustes para os drones de pulverização:
  Volume de calda        Classe de gotas         Altura de voo                                             Faixa de aplicação
                                                                                                             Ajuste de acordo
                                                                         4 metros acima do
   No mínimo 10 L/ha                    Média a Grossa                                                     com cada modelo de
                                                                        alvo da pulverização
                                                                                                                  drone

Condições meterológicas para pulverização:
              Temperatura                                  Umidade do ar                              Velocidade do vento
                < 30°C                                        > 60%                                     entre 3 e 10 km/h

LIMPEZA DO TANQUE E SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO:

Somente inicie a aplicação com o equipamento e componentes limpos e bem conservados. Não
é recomendado deixar a calda de pulverização preparada para aplicação no dia subsequente.
Imediatamente após a aplicação de DominumXT-S, StopperXT-S, proceda com a limpeza
completa do tanque e do sistema de pulverização, observando as recomendações que seguem.

Esgote completamente o tanque e siga a legislação local, municipal, estadual e federal
para o gerenciamento de resíduos. A lavagem consiste em 3 principais etapas: (1) lavagem
com água; (2) lavagem com agente de limpeza comercial para tanques; (3) lavagem com água.
Seguem as etapas em detalhes:

     1. Primeira lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com
        água limpa. Recircule por 20 minutos. Pulverize o conteúdo do tanque em local adequado.

     2. Segunda lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com
        água limpa e agente de limpeza comercial na dosagem recomendada pelo fabricante.
        Recircule por 20 minutos. Passe água pelas mangueiras, barra, pontas e filtros. Esgote
        completamente o tanque através das pontas. Remova todas as pontas de pulverização,
        telas das pontas, incluindo o filtro em linha e faça a lavagem separadamente com agente
        de limpeza. Reinstale no sistema de pulverização.

     3. Terceira lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com
        água limpa. Recircule por 20 minutos. Drene a solução através do sistema, se possível
        passando pelas bombas, para esgotar completamente o tanque.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Pastagem...............................................................................................................................UNA
UNA: Uso não alimentar




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INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo
24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os
equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Eventualmente poderá ocorrer leve clorose caso a forrageira se encontre estressada por
   fatores ambientais, ou decorrente da competição com as plantas daninhas, a serem
   eliminadas com a aplicação do produto. Contudo, esses sintomas desaparecem em algumas
   semanas após a aplicação, não causando prejuízos a produção da forrageira.
• Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis suscetíveis, tais
   como dicotiledôneas em geral.
• São sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como algodão, tomate, batata,
   feijão, soja, café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis a herbicidas
   mimetizadores auxínicos.
• O plantio de culturas acima citadas na área onde foi aplicado DominumXT-S, StopperXT-S
   só poderão ocorrer após 2 anos da última aplicação.
• O pulverizador usado para a aplicação do DominumXT-S, StopperXT-S deve ser
   rigorosamente limpo, realizando-se a tríplice lavagem (tanque, barra, filtros em geral e pontas
   de pulverização) antes da aplicação de outros produtos em outras culturas.
• Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto,
   por um período mínimo de 60 dias após o tratamento em área total, para adubar plantas ou
   culturas úteis sensíveis ao produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÃO SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a
interferência das plantas daninhas e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos
preventivos de controle.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
    • Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do
        mesmo alvo, quando apropriado.
    • Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas
        agrícolas.

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                                                                                     Página 10 de 19
   •   Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do
       produto.
   •   Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
       estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de
       herbicidas.
   •   Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
       consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
       (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas
       Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org) e Ministério da Agricultura e
       Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

           GRUPO                             O                          HERBICIDA

O produto herbicida DominumXT-S, StopperXT-S é composto por Aminopiralide, Picloram e
Fluroxipir, que apresentam mecanismo de ação dos mimetizadores das auxinas, pertencentes
ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de
Herbicidas).

                 DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO
PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
   pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
   recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
   válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
   vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
   pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
   profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
   primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
   trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
   ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
   relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
   PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.




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                                                                                  Página 11 de 19
•   Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente;
    botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro mecânico classe P2; viseira;
    touca árabe e luvas de nitrila.
•   Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
    Individual (EPI) recomendados.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
   (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
   estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
   respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato ou permitir que
   outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize equipamento de proteção individual (EPI): calça e jaleco com tratamento hidrorrepelente;
   botas de borracha; avental impermeável (quando utilizar equipamento costal); respirador com
   filtro mecânico classe P2; viseira; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e
   manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada
   com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção
   Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entre em áreas tratadas logo após a
   aplicação.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
   (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda
   vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
   local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas
   da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
   aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça, jaleco,
   luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na
   seguinte ordem: touca árabe, viseira, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar do
   avesso), botas, calça (desamarre e a deixe deslizar até o chão), luvas e respirador.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar
   as roupas, utilizar luvas e avental impermeável.
• A manutenção e limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente
   protegida.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros dos respiradores, seguindo corretamente as
   especificações do fabricante.




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                                                                                     Página 12 de 19
 PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço de emergência levando a
 embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
 Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite
 a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
 Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite
 que a água de lavagem entre no outro olho.
 Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e
 sabão neutro.
 Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
 A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis,
 por exemplo.

                      INTOXICAÇÕES POR DominumXT-S, StopperXT-S
                                 INFORMAÇÕES MÉDICAS

                    Aminopiralide: Ácido piridinocarboxílico
  Grupo Químico     Picloram: Ácido piridinocarboxílico
                    Fluroxipir-Meptílico: Ácido piridiniloxialcanoico
     Classe
                    NÃO CLASSIFICADO - PRODUTO NÃO CLASSIFICADO
   Toxicológica
     Vias de
                    Oral, inalatória, dérmica e mucosas.
    Exposição
                    Aminopiralide: em um estudo realizado com animais, Aminopiralide
                    radiomarcado foi rapidamente absorvido, distribuído e excretado após a
                    administração oral. Em 24 horas, cerca de 41-59% da dose administrada foi
                    recuperada na urina e 33-43% foi recuperada nas fezes. A distribuição nos
                    tecidos e a bioacumulação de Aminopiralide foram mínimas. Os níveis mais
                    elevados de radioatividade foram encontrados na pele e carcaça. Aminopiralide
                    foi excretado de forma inalterada. Da radioatividade total na urina, o composto
                    parental representou cerca de 96%, e da radioatividade total nas fezes, o
                    composto parental representou 100%, indicando uma ausência de
                    metabolismo. A absorção dérmica de Aminopiralide ocorre com a exposição
                    regular, resultando em níveis detectáveis na urina.
                    Picloram: em um estudo realizado com animais, Picloram foi rapidamente
                    absorvido do trato gastrointestinal (meia vida de 0,5 hora) e rapidamente
                    excretado não modificado pela urina; mais que 76% do produto aplicado
  Toxicocinética    oralmente foi excretado na urina durante as primeiras 6 horas e mais que 87%
                    foi excretado na urina em 72 horas. Por comparação, Picloram foi levemente
                    absorvido através da pele (meia vida de 12 horas) e baseando-se na
                    quantidade de Picloram excretado na urina, somente uma pequena fração
                    (0,18%) do Picloram aplicado à pele foi absorvido. Em resumo, estes dados
                    demostram que Picloram é rapidamente excretado e apresenta baixo potencial
                    para acumular no homem durante exposições repetidas ou prolongadas.
                    Fluroxipir: Estudo realizado com Fluroxipir-meptílico radiomarcado
                    demonstrou que foi quase completamente absorvido e rapidamente excretado,
                    sendo que 90% da dose diária foi excretada em 24 horas. Até 6 dias após a
                    administração da última das 7 doses, uma média de 92,1% da radioatividade
                    total administrada foi excretada na urina e uma média de 5,6% nas fezes. Os
                    resultados mostraram que não houve acúmulo de radioatividade em qualquer
                    um dos tecidos que foram examinados. A única biotransformação significativa
                    observada foi a hidrólise de Fluroxipir-meptílico em Fluroxipir ácido.
                    Aminopiralide: herbicidas piridínicos são considerados de baixa toxicidade.
  Toxicodinâmica
                    Há dados limitados de intoxicação humana com Aminopiralide. Dados de


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                    toxicidade aguda em animais indicam que Aminopiralide tem baixa toxicidade
                    via oral, dérmica e inalatória. Em um estudo de neurotoxicidade em ratos com
                    Aminopiralide, não houve efeitos sobre a atividade motora ou outras
                    observações neuropatológicas.
                    Picloram: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
                    Fluroxipir: mimetiza o hormônio de crescimento auxina em plantas,
                    entretanto, o mecanismo de toxicidade em mamíferos não é bem conhecido.
                    A excreção envolve a captação ativa pelos rins resultando em altas
                    concentrações nesse órgão que está relacionada com o dano renal, podendo
                    culminar em falência renal. Os mecanismos de toxicidade em humanos não
                    são conhecidos.
                    Aminopiralide: Em casos de exposição ocular pode ocorrer irritação nos olhos
                    com injúria da córnea. A ingestão repetida em grandes quantidades pode
                    provocar efeitos mínimos no trato gastrointestinal e no fígado.

                    Picloram:
                    Exposição Aguda
                    Dados de exposição de humanos a doses elevadas são limitados. Pode ocorrer
                    náusea após exposição a grande quantidade. A sua baixa pressão de vapor
                    torna a toxicidade por via inalatória improvável. O Picloram não é descrito como
    Sintomas e      sendo um sensibilizante. É improvável que ocorra dano à córnea.
  Sinais Clínicos   Gastrointestinal
                    Pode ocorrer náusea após ingestão de grande quantidade de Picloram.
                    O Picloram é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal.
                    Hematológico
                    Os níveis de leucócitos podem diminuir.
                    Fluroxipir: A ingestão repetida em grandes quantidades pode provocar efeitos
                    no trato gastrointestinal e no fígado. Estudos orais a curto prazo com fluroxipir e
                    fluroxipir-meptílico em ratos, camundongos e cães revelaram o rim como o órgão
                    alvo. Também foram observados efeitos críticos não específicos como redução
                    do ganho de peso corpóreo em ratos e camundongos.
                    O diagnóstico é estabelecido pela confirmação de exposição e pela ocorrência
    Diagnóstico
                    de quadro clínico compatível.
                    Antídoto: não existe antídoto específico conhecido.
                    Tratamento: remoção da fonte de exposição ao produto, descontaminação do
    Tratamento      paciente, proteção das vias aéreas, de aspiração; tratamento sintomático e de
                    suporte. Em caso de contato ocular, proceder a lavagem com soro fisiológico
                    e encaminhamento para avaliação oftalmológica.
                    A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
 Contraindicações
                    pneumonite química.
    Efeitos das
    Interações      Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
     Químicas
                    Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre diagnóstico
                    e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
                    Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
                    (RENACIAT/ANVISA/MS).
                    As Intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e
    ATENÇÃO         Agravos de Notificação Compulsória.
                    Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
                    (SINAN/MS).
                    Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                    Telefone de Emergência da empresa: 0800 772 2492



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MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens de Toxicocinética e Toxicodinâmica.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto formulado):
DL50 oral em ratos: > 5000 mg/kg
DL50 cutânea em ratos: > 5000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Os animais apresentaram eritema muito leve que foi
revertido em até 48 horas. Não foi observado edema em nenhum dos animais.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: O produto não causou opacidade da córnea, quemose
e irite em nenhum dos coelhos durante a fase experimental. Os coelhos apresentaram leve
vermelhidão da conjuntiva que foi revertida em até 48 horas.
Sensibilização cutânea em camundongos: O produto não é sensibilizante à pele.
Sensibilização respiratória: O produto não é sensibilizante respiratório.
Mutagenicidade: O produto não é mutagênico.
Efeitos crônicos (Resultantes de ensaios com animais - Produto Técnico):
Aminopiralide: Estudo crônico de laboratório realizado com ratos durante 2 anos apresentou
NOEL de 50 mg/kg/dia. Nenhum efeito foi atribuído ao Aminopiralide nas doses testadas de 5 e
50 mg/kg/dia.
Picloram: em estudo crônico conduzido em laboratório durante dois anos, o principal efeito
relacionado ao tratamento foi o aumento do tamanho e alteração da coloração dos hepatócitos
centrilobulares em ratos machos e fêmeas tratados com as doses de 50 e 200 mg/kg/dia de
Picloram ácido. Não houve aumento na mortalidade ou incidência de tumores relacionados ao
tratamento em qualquer nível de dose. Não foram observados efeitos relacionados ao tratamento
em ratos tratados com a dose de 20 mg/kg/dia por 2 anos (NOEL).
Fluroxipir: Em estudo crônico, realizado com Fluroxipir-meptílico em ratos durante um período de
2 anos com doses de até 320 mg/kg/dia, demonstrou não apresentar nenhuma indicação de
toxicidade cumulativa ou efeito em todos os parâmetros avaliados durante o estudo.

                 DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
 - Este produto é:
    ☐ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
    ☒ MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
    ☐ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
    ☐ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
 - Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo,
    podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
 - Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
 - Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos com Aeronaves Remotamente Pilotadas
    (ARP/drone) em áreas situadas a uma distância mínima de 20 (vinte) metros de povoações,
    cidades, vilas, bairros, moradias isoladas, agrupamentos de animais, de mananciais de
    captação de água para abastecimento de população, inclusive reservas legais e áreas de
    preservação permanente, além de outras áreas ambientais com larguras mínimas de
    proteção estabelecidas em legislação específica, caso não sejam áreas alvos da aplicação,
    devendo ser respeitadas ainda, quando couber, as restrições de distância constantes na
    recomendação do produto a ser aplicado.
 - Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a
    500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
    abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
    moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
 - Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
 - Não utilize equipamentos com vazamentos.

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-   Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-   Aplique somente as doses recomendadas.
-   Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
    d’água. Evite a contaminação da água.
-   A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
    solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.
-   Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernente às
    atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
    rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens
    rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
    Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
    - telefone da empresa: 0800 772 2492.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
    borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
    bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
- Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
    auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
    derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone
    indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
    esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
    registrante conforme indicado.
- Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal,
    contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as
    medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do
    corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico,
    ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.




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Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após
o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a
    na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida
   sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
   pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
   segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
  armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
  embalagens não lavadas.
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
  em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
  onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
  com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
  indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
  prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o
  término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
  mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
  medicamentos, rações, animais e pessoas.




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                                                                                Página 17 de 19
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
  em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
  onde são guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
  existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
  com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
  indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
  prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o
  término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
  mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
  medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
  em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
  onde são guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
  transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com
  lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
  com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
  indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
  prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o
  término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
  mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
  medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
  transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com
  lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.




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                                                                                Página 18 de 19
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
  em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local
  onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
  adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
  comercial.

TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
  medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente pode
  ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos
  órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
  VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA
  DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
  causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
  pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
  registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
  operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
  ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
    específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de
    pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
- O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual e
    federal antes de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de aplicação,
    o alvo e/ou a cultura são permitidos localmente.




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