Dominum
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Herbicida
Aminopiralide (ácido piridiniloxialcanóico) (40 g/L) + Fluroxipir-meptílico (ácido piridiniloxialcanóico) (115.3 g/L)
Informações
Número de Registro
7206
Marca Comercial
Dominum
Formulação
EO - Emulsão Água em Óleo
Ingrediente Ativo
Aminopiralide (ácido piridiniloxialcanóico) (40 g/L) + Fluroxipir-meptílico (ácido piridiniloxialcanóico) (115.3 g/L)
Titular de Registro
CTVA Proteção de Cultivos Ltda - Barueri (Tamboré)
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Sistêmico
Classe Toxicológica
Categoria 5 Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Pastagens
Croton glandulosus
gervão (3); gervão-branco (1); malva-vermelha
Pastagens
Eupatorium squalidum
cambará-roxo; casadinha; chilca (2)
Pastagens
Hyptis suaveolens
bamburral; betônica-brava (2); cheirosa (2)
Pastagens
Senna obtusifolia
fedegoso-branco; mata-pasto (5); mata-pasto-liso
Pastagens
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Pastagens
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Pastagens
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Pastagens
Sida santaremnensis
guanxuma (4); guanxumona; guaxima (1)
Pastagens
Synedrellopsis grisebachii
agrião-do-pasto; agriãozinho; poejinho
Pastagens
Vernonia polyanthes
assa-peixe (2); assa-peixe-branco; cambará-açú
Pastagens
Vernonia westiniana
assa-peixe (3); assa-peixe-roxo (2); chamarrita (1)
Conteúdo da Bula
Dominum
<logomarca do produto>
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 07206
COMPOSIÇÃO:
4-amino-3,6-dichloropyridine-2-carboxylic acid
(AMINOPIRALIDE) ................................................................................ 40,0 g/L (4,00% m/v)
1-methylheptylester (4-amino-3,5-dichloro-6-fluoro-2-pyridyloxy)acetate
(FLUROXIPIR-MEPTÍLICO) .............................................................. 115,3 g/L (11,53% m/v)
(Equivalente ácido de Fluroxipir) ............................................................ 80,0 g/L (8,00% m/v)
Solvente nafta (petróleo), aromático leve
(NAFTA AROMÁTICA) ..................................................................... 239,8 g/L (23,98% m/v)
Outros Ingredientes ......................................................................... 632,8 g/L (63,28% m/v)
GRUPO O HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica.
GRUPO QUÍMICO:
AMINOPIRALIDE: Ácido piridinocarboxílico
FLUROXIPIR-MEPTÍLICO: Ácido piridiniloxialcanóico
NAFTA AROMÁTICA: Hidrocarbonetos aromáticos
TIPO DE FORMULAÇÃO: Emulsão de água em óleo (EO).
TITULAR DO REGISTRO:
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Avenida Tamboré, 267 - Edifício Canopus, Torre Sul, Bloco A, 8° andar, Conjunto 81-A, Sala
CTVA - Tamboré - CEP: 06460-000 - Barueri/SP
CNPJ: 47.180.625/0001-46 - Fone: 0800 772 2492 - Registro no Estado n° 650 - CDA/SP
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO
AMINOPIRALIDE ÁCIDO TÉCNICO
Registro MAPA nº 07006
Corteva Agriscience LLC
701 Washington Street, Michigan, 48640, Midland - Estados Unidos da América
Lier Chemical Co., Ltd
Economic and Technical Development Zone, Mianyang, Sichuan, 621000 - China
FLUROXYPYR TÉCNICO
Registro MAPA nº 005494
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Corteva Agriscience France S.A.S.
BP-20 Zone Industrielle, F-67410, Drusenheim - França
FORMULADOR
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Rodovia Presidente Tancredo de Almeida Neves, 3300 - Glebas - CEP: 07809-105 - Franco
da Rocha/SP
CNPJ: 47.180.625/0021-90 - Registro no Estado nº 678 - CDA/SP
CTVA Proteção de Cultivos Ltda.
Av. Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, 3200 - Parte - Rio Abaixo
CEP: 12321-150 - Jacareí/SP - CNPJ: 47.180.625/0020-09 - Registro no Estado nº 679 -
CDA/SP
Adama Brasil S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa
CEP: 86031-610 - Londrina/PR - Tel.: (43) 3371-9000 - Fax: (43) 3371-9017
CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Registro no Estado nº 003263 - ADAPAR/PR
Adama Brasil S/A
Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS
Tel.: (51) 3653-9400 - Fax: (51) 3653-1697
CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Registro no Estado nº 00001047/99 - SEAPA/RS
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-760 - Uberaba/MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Registro no Estado nº 210 - IMA/MG
Iharabras S.A. Indústrias Químicas
Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP
CNPJ: 61.142.550/0001-30 - Registro no Estado nº 8 - CDA/SP
Nortox S.A.
Rodovia BR 369, km 197- Aricanduva - CEP: 86700-970 - Arapongas /PR - CNPJ:
75.263.400/0001-99
Tel.: (43) 3274-8585 - Fax: (43) 3274-8585 - Registro no Estado nº 466 - ADAPAR/PR
Nortox S.A.
Rodovia BR 163, km 116 - Parque Industrial Vetorasso - CEP: 78740-275 - Rondonópolis/MT
CNPJ: 75.263.400/0011-60 - Tel.: (66) 3493-3700 – Fax: (66) 3439-3715
Registro no Estado nº 183/06 - INDEA/MT
Ouro Fino Química S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - lote 5 - Dist. Industrial III - CEP: 38044-750 -
Uberaba/MG CNPJ: 09.100.671/0001-07 - Tel.: (16) 3518-2000 - Fax: (16) 3518-2251
Registro no Estado nº 8.764 - IMA/MG
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Sipcam Nichino Brasil S/A
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Registro no Estado nº 2972 - IMA/MG
N° do Lote ou da
partida:
VIDE EMBALAGEM
Data de Fabricação:
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA
E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
AGITE ANTES DE USAR.
Irritante
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE
CAUSAR DANO AGUDO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
II - PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
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INSTRUÇÕES DE USO:
DOMINUM é um herbicida seletivo, de ação sistêmica e pós-emergente indicado para controle
de plantas daninhas em pastagem.
Cultura, Alvos, Doses, Número, Época e Intervalo de Aplicação:
Dose
Cultura Alvo Época de Aplicação
(L/ha)
Agriãozinho
(Synedrellopsis 1,0
grisebachii)
Casadinha
2,0
(Eupatorium squalidum)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
Pastagem 1,5 - 2,0
Guanxuma
(manutenção) Quando houver indicação de
(Sida santaremnensis)
faixa de doses, utilizar a dose
Guanxuma-branca
2,0 mais alta para plantas mais
(Sida glaziovii)
desenvolvidas ou provenientes
Assa-peixe-branco
1,5 - 2,5 de sucessivas roçadas
(Vernonia polyanthes)
(perenizadas).
Assa-peixe-roxo
2,5 Aplicar na época de maior
(Vernonia westiniana)
pluviosidade e temperatura
Cheirosa
média acima de 20ºC, quando
(Hyptis suaveolens)
1,0 as plantas daninhas a serem
Fedegoso-branco
controladas estiverem em
(Senna obtusifolia)
pleno processo de
Guanxuma
desenvolvimento vegetativo.
(Sida rhombifolia)
Pastagem 1,5 - 2,0
Guanxuma
(reforma)
(Sida santaremnensis)
Gervão-branco,
canela-de-perdiz 2,0
(Croton glandulosus)
Malva-branca
1,5 - 2,0
(Sida cordifolia)
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 1/ano
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 200 - 300 L/ha
- Aplicação aérea: 50 L/ha
A adição de adjuvante óleo mineral à calda na proporção de 0,3% v/v
é obrigatória para possibilitar melhor distribuição das gotículas na
superfície foliar, melhor absorção e penetração do produto na planta
daninha.
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MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
DOMINUM deve ser aplicado em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme,
e pulverizado por meio de equipamento tratorizado ou aéreo.
Aplicação Terrestre:
Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo
e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do
pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador
definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas
práticas agrícolas.
De modo geral, a recomendação de tecnologia de aplicação do DOMINUM é a pulverização
do produto através de equipamentos tratorizado com barra, equipado com pontas tipo leque
com indução a ar, por exemplo AIXR, AI, TTI, CVI, AVI, TVI, ULD, ULD MAX, MUG, STIA,
ADIA, RDA no máximo a 0,5 metro acima do alvo, com a taxa de aplicação de 200 a 300
litros/ha de calda de pulverização por hectare, velocidade de 2 a 10 km por hora, com gotas
da classe grossa (G) ou superior.
Para aplicação com pulverizador de Barra Curta, utilizar pontas de pulverização sem barras,
com pontas tipo leque tais como XP, XT e MVI, com a taxa de aplicação de 200 a 300 litros/ha
de calda de pulverização por hectare, velocidade de 2 a 10 km por hora, com gotas da classe
grossa (G) ou superior.
As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a
melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas daninhas alvo, com
a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e
o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições
de inversão térmica (deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se
pulverizações sob temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de 60%,
velocidade média do vento entre 3 e 10 km/h, na ausência de orvalho, na presença de luz
solar, evitando chuvas de no mínimo 4 horas após a aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento
de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho
das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do
vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da
decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota
possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à
tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a
orientação de um engenheiro agrônomo.
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Aplicação aérea:
As aplicações aéreas deverão seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas
definidos para essa modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das
aplicações, uso de DGPS, ajustes dos parâmetros operacionais, como ângulo de deflexão dos
bicos nas barras de pulverização, modelo e número de pontas, pressão de trabalho, largura
da faixa de deposição, velocidade e altura de voo, entre outros, sempre supervisionadas por
um Engenheiro Agrônomo.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certificadas pela Certificação
Aeroagrícola Sustentável (CAS - www.cas-online.org.br) ou que tenham sido capacitadas e
treinadas pela Corteva Agriscience, através do nosso programa de Boas Práticas Agrícolas,
para realizar a aplicação aérea deste produto. Independentemente do treinamento
recomendado, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de
responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações do rótulo e da bula do
produto.
A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para o
produto DOMINUM por não termos informações técnicas que respaldem esta modalidade.
Taxa de aplicação: Para aplicações de DOMINUM, recomenda-se que seja utilizado volume
de calda de no mínimo 50 L/ha, com gotas das classes grossas (G) e extremamente grossas
(EG), ou seja, gotas com DMV (diâmetro mediano volumétrico) acima de 300 micras, para que
resulte em uma cobertura mínima o suficiente para a obtenção da eficácia do produto.
Parâmetros operacionais: O sistema de pulverização deve estar em perfeitas condições de
funcionamento, isento de desgaste ou vazamentos. Pontas danificadas prejudicam a
uniformidade da aplicação. É recomendado que a altura de voo não ultrapasse 30 m, conforme
características da aeronave, para minimizar o risco de deriva e proporcionar melhor
uniformidade de aplicação. Fechar a válvula de 3 vias (by-pass) antes de subir a aeronave ao
final de cada passada. Não deve haver vórtices de ponta de asas. Para isso, adeque a barra
de pulverização e a disposição dos bicos para evitar a ocorrência desse problema.
Seleção das pontas de pulverização: Use pontas jato plano de impacto com o menor ângulo
do defletor, para gotas mais grossas, ou de preferência de jato plano “simples”, com ângulo
de abertura no leque menor ou igual a 40 graus e sempre com o bico voltado para trás (zero
graus de deflexão). Pontas de jato sólido voltadas para trás produzem as gotas mais grossas
e o menor potencial de deriva. Caso seja usado ponta de jato cônico, não usar core 45, e dar
preferência pelo uso de core 46, e discos de maior vazão, para minimizar o risco de deriva. É
importante que as pontas sejam escolhidas em função das características operacionais da
aeronave, para que a classe do espectro de gotas fique dentro do recomendado (gotas
grossas e extremamente grossas).
Condições climáticas: As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser
adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelo alvo (plantas
daninhas), com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre a ponta de
pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e
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evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical). Com esse objetivo
recomenda-se pulverizações sob temperatura inferior a 30ºC, umidade relativa do ar acima de
60%, velocidade média do vento entre 3 km/h e 10 km/h. Estes parâmetros devem ser
checados antes do início da aplicação e monitorados durante a aplicação. As aplicações
também dever ser realizadas na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando
chuvas de no mínimo 4 horas após a aplicação.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento
de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das
gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento,
umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de
aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
A definição dos equipamentos de pulverização aérea e dos parâmetros mais adequados à
tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a
orientação de um engenheiro agrônomo.
LIMPEZA DO TANQUE E SISTEMA DE PULVERIZAÇÃO:
Somente inicie a aplicação com o equipamento e componentes limpos e bem conservados.
Não é recomendado deixar a calda de pulverização preparada para aplicação no dia
subsequente. Imediatamente após a aplicação de DOMINUM, proceda com a limpeza
completa do tanque e do sistema de pulverização, observando as recomendações que
seguem.
Esgote completamente o tanque e siga a legislação local, municipal, estadual e federal
para o gerenciamento de resíduos. A lavagem consiste em 3 principais etapas: (1) lavagem
com água; (2) lavagem com agente de limpeza comercial para tanques; (3) lavagem com
água. Seguem as etapas em detalhes:
1. Primeira lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com
água limpa. Recircule por 20 minutos. Pulverize o conteúdo do tanque em local
adequado.
2. Segunda lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com
água limpa e agente de limpeza comercial na dosagem recomendada pelo fabricante.
Recircule por 20 minutos. Passe água pelas mangueiras, barra, pontas e filtros. Esgote
completamente o tanque através das pontas. Remova todas as pontas de
pulverização, telas das pontas, incluindo o filtro em linha e faça a lavagem
separadamente com agente de limpeza. Reinstale no sistema de pulverização.
3. Terceira lavagem: Complete o tanque com pelo menos 50% da sua capacidade com
água limpa. Recircule por 20 minutos. Drene a solução através do sistema, se possível
passando pelas bombas, para esgotar completamente o tanque.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado devido à modalidade de emprego.
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INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no
mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• A eficiência do DOMINUM pode ser reduzida se ocorrerem chuvas até o período de 4 horas
após a aplicação. Interromper a aplicação quando houver previsão de precipitações
pluviométricas antes desse período.
• DOMINUM só deverá ser aplicado quando não houver perigo das espécies úteis a ele
sensíveis, tais como dicotiledôneas em geral, serem atingidas.
• São sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como algodão, tomate, batata,
feijão, soja, café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis a herbicidas
mimetizadores de auxina.
• Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis suscetíveis ao
herbicida.
• Caso Dominum seja usado no controle de plantas infestantes em área total, o plantio de
espécies susceptíveis ao produto nessas áreas só deverá ser feito 2 anos após a última
aplicação do produto.
• No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere,
antes do pasto ser aberto ao gado. Dessa forma, a partir do início da aplicação, o pasto deve
ser vedado ao gado pelo tempo necessário à sua recuperação; essa medida evita que os
animais comam plantas tóxicas que possivelmente existam na pastagem e possam vir a ser
mais atrativas após a aplicação do produto.
• Não utilizar o equipamento que foi utilizado para aplicação de DOMINUM, para aplicação de
outros produtos, em culturas suscetíveis.
• Não armazenar a calda de pulverização em quaisquer recipientes, ou mesmo, para aplicação
no dia subsequente.
• Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto,
por um período mínimo de 60 dias após o tratamento em área total, para adubar plantas ou
culturas úteis sensíveis ao produto.
• A Corteva não recomenda a aplicação via aeronaves remotamente pilotadas (drones) para
o produto DOMINUM por não termos informações técnicas que respaldem esta modalidade.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS
VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO
DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA E INFORMAÇÕES SOBRE
MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo
pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse
mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com
a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle
do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas
agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do
produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais
estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação
de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas
Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de
Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da
Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO O HERBICIDA
O produto herbicida DOMINUM é composto por Aminopiralide e Fluroxipir-Meptílico, que
apresentam mecanismos de ação dos mimetizadores das auxinas e auxina sintética com
ação como AIA, pertencentes ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC
(Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas), respectivamente.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
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• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou
com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de
pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um
profissional habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, óculos, touca árabe e luvas.
• Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com
relação à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO:
• Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça e jaleco com tratamento
hidrorrepelente; botas de borracha; avental impermeável; respirador com filtro combinado
classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) recomendados.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em
que estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que
outras pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto.
• Utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça e jaleco com tratamento
hidrorrepelente; botas de borracha; respirador com filtro combinado classe P2; óculos de
segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e
manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área
tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos
de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo
após a aplicação.
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• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as botas e as luvas
ainda vestidas para evitar contaminação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em
local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
• Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais
roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
• Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de
aplicação.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): calça,
jaleco, luvas de nitrila e botas de borracha.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental impermeável, jaleco (cuidado para não virar
do avesso), botas, calça (desamarre e a deixe deslizar até o chão), luvas e respirador.
• A manutenção e a limpeza do EPI deve ser realizada por pessoa treinada e devidamente
protegida.
• Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações
do fabricante.
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço de emergência, levando a
embalagem, o rótulo, a bula, o folheto informativo ou o receituário agronômico do produto.
Ingestão: Em caso de ingestão, não provoque vômito.
Olhos: ATENÇÃO: O PRODUTO PROVOCA LESÕES OCULARES GRAVES. Em caso de
contato, lave com água corrente em abundância durante 15 minutos.
Pele: Em caso de contato, lave com água corrente e sabão neutro em abundância.
Inalação: Em caso de inalação, transporte o intoxicado para um local arejado.
Se o intoxicado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o
para assistência médica mais próxima.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR DOMINUM
INFORMAÇÕES MÉDICAS
AMINOPIRALIDE: Ácido piridinocarboxílico
Grupo químico FLUROXIPIR-MEPTÍLICO: Ácido piridiniloxialcanóico
NAFTA AROMÁTICA: Hidrocarbonetos aromáticos
Classe Categoria 5 - PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
toxicológica
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Vias de Oral, inalatória, dérmica e mucosas.
exposição
Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que
Aminopiralide e Fluroxipir são rapidamente excretados principalmente
através da urina, sendo a eliminação fecal a via secundária de excreção.
Aminopiralide:
Estudo realizado em animais de laboratório demonstraram que
Aminopiralide é rapidamente absorvido e excretado principalmente
através da urina (t1/2 = 3-4 horas). Aminopiralide é excretado inalterado,
sem evidência de metabolismo.
Fluroxipir-meptílico:
Estudo realizado com o produto Fluroxipir marcado demonstrou que a
absorção da radioatividade é rápida e a excreção urinária é a
responsável pela eliminação de 90% do composto, em 24 horas. Não se
observou acumulação em nenhum tecido. A hidrólise de Fluroxipir-
meptílico para Fluroxipir ácido foi a única biotransformação significativa
observada.
Nafta aromática:
Não existem estudos experimentais da toxicocinética da substância em
si, mas houve numerosos estudos toxicocinéticos dos principais
constituintes. A principal via de exposição para a maioria dos indivíduos
é a inalação. Os constituintes de baixo peso molecular (butanos e
Toxicocinética
pentanos) são pouco absorvidos e predominantemente inalados
inalterados. Os constituintes de maior peso molecular são absorvidos
com mais eficiência, com metabolismo, normalmente nos álcoois
correspondentes, e a excreção principalmente na urina. Cerca de 15%
dos butanos e pentanos são absorvidos com meia-vida medida em
minutos. Cerca de 25% dos hexanos e 50% dos constituintes de maior
peso molecular são absorvidos com meia-vida variando de
aproximadamente 3-12 horas, dependendo se a avaliação é baseada
nos níveis sanguíneos ou urinários. O contato dérmico normalmente
contribui pouco para a dose geral, uma vez que os constituintes na fase
de vapor são mal absorvidos percutaneamente. Estudos com tolueno
indicam que a absorção dérmica do vapor é de aproximadamente 1%
da quantidade absorvida pela inalação. Quando contatados como
líquidos, os constituintes também são pouco absorvidos se evaporar. No
entanto, se a evaporação for impedida, a fração absorvida poderá ser
substancial. Outras propriedades toxicocinéticas dos constituintes
absorvidos por via percutânea são semelhantes ao material absorvido
pela inalação. A substância é bem absorvida pelo trato gastrointestinal
quando administrado pela via oral. Uma suposição de 100% de
biodisponibilidade do material ingerido é esperada.
A toxicidade oral aguda para ratos foi baixa, DL50 = 5.000 mg/kg p.c. O
Toxicodinâmica
produto apresentou-se como levemente irritante à pele. Efeito adverso
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não é esperado pela exposição inalatória, a CL50 para ratos foi > 5,30
mg/L por 4 horas. A exposição ocular pode causar irritação severa com
injúria da córnea.
Em casos de exposição ocular pode ocorrer irritação nos olhos com
injúria da córnea. A ingestão repetida em grandes quantidades pode
provocar efeitos mínimos no trato gastrointestinal e no fígado.
Nafta aromática:
Altas concentrações de vapor/aerossol irritam os olhos e as vias
respiratórias. Podem causar transtornos no SNC (cefaleia, vertigem,
Sintomas e sinais
efeitos anestésicos, sonolência, confusão, perda de consciência) e em
clínicos
menor proporção, arritmias cardíacas. Altas doses podem levar a óbito.
Quando ingeridos, não causam toxicidade sistêmica importante devido
à pobre absorção, a exceção de pneumonia aspirativa que pode
progredir, em alguns casos até o óbito. O contato frequente ou
prolongado pode causar leve irritação e dermatite. Pode agravar uma
lesão pré-existente. Leve irritante ocular.
Diagnóstico Não existe método diagnóstico para exposição.
Não existe antídoto específico. Sintomático, a critério médico, em
Tratamento
resposta às reações do paciente.
Contraindicações O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos das Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
interações
químicas
Para notificar os casos e obter informações especializadas sobre
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-
6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT) - ANVISA/MS. As intoxicações por agrotóxicos e afins estão
ATENÇÃO incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(NOTIVISA).
Telefone de emergência da empresa: 0800 772 2492
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide itens Toxicocinética e Toxicodinâmica.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS:
DL50 oral em ratos: > 2000 - 5000 mg/kg
DL50 cutânea em ratos: > 5000 mg/kg
CL50 inalatória em ratos: > 5,30 mg/L
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Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: Apresentou eritema bem definido em três dos três
animais testados no intervalo de 24 horas e edema leve em três dos três animais testado no
intervalo de 72 horas. Os efeitos foram totalmente revertidos até o dia 21. Descamação foi
observada em três dos três locais teste.
Corrosão/Irritação ocular em coelhos: Apresentou conjuntivite e opacidade da córnea em
três dos três animais testados e irite em dois dos três animais testados após a instilação da
substância teste. A irite foi totalmente revertida até o dia 14. A opacidade da córnea e a
conjuntivite não foram revertidas no período do teste.
Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante à pele.
Sensibilização respiratória: O produto não é sensibilizante respiratório.
Mutagenicidade: Não mutagênico.
EFEITOS CRÔNICOS:
Aminopiralide: Estudo crônico realizado em ratos de laboratório durante 2 anos apresentou
NOEL de 50 mg/kg/dia. A IDA foi determinada como 0,5 mg/kg p.c.
Fluroxipir-meptílico: Estudo crônico, realizado com Fluroxipir-meptílico em ratos durante um
período de 2 anos com doses de até 320 g/kg/dia, demonstrou não apresentar nenhuma
indicação de toxicidade cumulativa ou efeito em todos os parâmetros avaliados durante o estudo.
Nafta aromática: Quando doses elevadas são administradas a ratos, o produto produz lesões
no estomago, fígado, tireoide e bexiga urinária. Esses efeitos devem ser considerados para
indivíduos submetidos à exposição ocupacional. Suspeito de produzir efeitos reprodutivos e
sobre o desenvolvimento em animais produz abortos pós-implantação, redução do peso fetal e
do tamanho da ninhada. Em estudos em animais não foi sensibilizante nem mutagênico.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
☐ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
☒ MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
☐ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
☐ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a
500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernente às
atividades aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto com ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
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- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver as embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa CTVA Proteção de Cultivos
Ltda. - telefone da empresa: 0800 772 2492.
- Utilize o equipamento de proteção individual (EPI) (macacão impermeável, luvas e botas
de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em
bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções a seguir:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o
auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto
derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante pelo telefone
indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa,
visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das
características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó
químico, ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deve estar utilizando os mesmos EPIs -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deve ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando os seguintes procedimentos:
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- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-
a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça essa operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato d’água;
- Direcione o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
- Mantenha a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
sob pressão, direcionando o jato d’água para todas as paredes internas da embalagem,
por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após
o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio dessa embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após
o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
- Use luvas no manuseio desta embalagem.
- Esta embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco
plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente
identificado e com lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem
vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no
local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após
o término do prazo de validade.
- O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo
prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, que deve ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
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ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
- O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
- É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi
adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento
comercial.
TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
- A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
pode ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM
VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
- A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente
causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita pela incineração em fornos destinados para este tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto
de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
- Restrição de uso para o alvo Senna obtusifolia no Estado do Paraná.
- O agrônomo deve se atentar às restrições decorrentes de legislação municipal, estadual
e federal antes de recomendar o produto para se certificar que o produto, o modo de
aplicação, o alvo e/ou a cultura são permitidos localmente.
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