Diurex Agricur 500 SC
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Herbicida
diurom (uréia) (500 g/L)

Informações

Número de Registro
1098203
Marca Comercial
Diurex Agricur 500 SC
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
diurom (uréia) (500 g/L)
Titular de Registro
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Seletivo de ação não sistêmica
Classe Toxicológica
Categoria 5 – Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente

Registrado para

Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Café
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Café
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Cana-de-açúcar
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Cana-de-açúcar
Emilia sonchifolia
bela-emilia; falsa-serralha; pincel
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)

Conteúdo da Bula

                                    DIUREX AGRICUR 500 SC
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob nº 01098203.
COMPOSIÇÃO:
3-(3,4-dichlorophenyl)-1,1 dimethyurea (DIUROM)...................................................... 500,0 g/L (50,00% m/v)
Outros Ingredientes ..................................................................................................... 676,7 g/L (67,67% m/v)

                  GRUPO                                               C2                                        HERBICIDA

CONTEÚDO: Vide Rótulo
CLASSE: Herbicida pré-emergente, seletivo, não sistêmico do grupo químico uréia.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR
Tel.: (43) 3371-9000 - CNPJ: 02.290.510/0001-76
Inscrição Estadual 601.07287-44 - Registro Estadual nº 003263 - ADAPAR/PR
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:

DIUREX AGRICUR TÉCNICO – Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
MAPA sob nº 1768702
ADAMA AGAN LTD
Haashlag Street 3, P.O. Box 262, 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod – Israel

DIURON TÉCNICO 970 BR – Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
MAPA sob nº 02194
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 – Parque Rui Barbosa - CEP 86031-610 - Londrina/PR
Tel. (43) 3371-9000 - CNPJ: 02.290.510/0001-76
Registro Estadual n° 003263 – ADAPAR/PR
FMC QUIMICA DO BRASIL LTDA.
Rodovia Presidente Dutra, km 280 A, Pombal - CEP: 27365-000 - Barra Mansa/RJ
Tel.: (24) 2106-5000 - CNPJ: 04.136.367/0037-07
Registro Estadual LOR nº IN051696 - INEA/RJ

DIURON TÉCNICO MILENIA – Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
MAPA sob nº 0058902
ADAMA AGAN LTD
Haashlag Street 3, P.O. Box 262, 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod – Israel.
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 – Parque Rui Barbosa - CEP 86031-610 - Londrina/PR
Tel. (43) 3371-9000 - CNPJ: 02.290.510/0001-76
Registro Estadual no 003263 – ADAPAR/PR
ADAMA BRASIL S/A
Avenida Júlio de Castilhos, 2085 - CEP 95860-000 - Taquari/RS
Tel. (51) 3653-9400 - CNPJ: 02.290.510/0004-19
Registro Estadual nº 00001047/99 – SEAPA/RS


                                                                       1
                                                                                                   BULA_DIUREX_AGRICUR_500_SC_29032018
 CORTEVA AGRISCIENCE DO BRASIL LTDA
 Rua Oxigênio, nº. 748 - COPEC - CEP: 42810-270 - Camaçari/BA
 CNPJ: 61.064.929/0021-12
 Cadastro Estadual ADAB nº 29501
 FMC QUIMICA DO BRASIL LTDA.
 Rodovia Presidente Dutra, km 280 A, Pombal - CEP: 27365-000 - Barra Mansa/RJ
 Tel.: (24) 2106-5000 - CNPJ: 04.136.367/0037-07
 Registro Estadual LOR nº IN051696 - INEA/RJ

 DIURON TÉCNICO NORTOX – Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –
 MAPA sob nº 2418795
 JIANGSU KUAIDA AGROCHEMICAL CO. LTD.
 Nº 2, Jiangshe Road Matang Town, Rudong, 226401, Jiangsu – China.
 NORTOX S/A
 Rodovia BR 369, km 197 - CEP: 86706-430 - Arapongas/PR
 CNPJ: 75.263.400/0001-99 – (43) 3371-7575
 Registro Estadual nº 000466 – ADAPAR/PR


 FORMULADOR:

 ADAMA BRASIL S/A
 Rua Pedro Antônio de Souza, 400 – Parque Rui Barbosa - CEP 86031-610 - Londrina/PR
 Tel. (43) 3371-9000 - CNPJ: 02.290.510/0001-76
 Registro Estadual n° 003263 – ADAPAR/PR

 ADAMA AGAN LTD.
 Haashlag Street, 3, P.O. BOX 262, 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod, Israel
 ADAMA ANDINA B.V. SUCURSAL COLOMBIA
 Calle 1C, no 7-53, Interior Zona Franca, Barranquilla – Colombia



                          Nº do lote ou da partida:
                              Data de fabricação:          VIDE EMBALAGEM
                             Data de vencimento:

 ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
     É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
                   É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
                                               Indústria Brasileira
  (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do Decreto nº
                                      7.212, de 15 de junho de 2010)


  CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO
                                       AGUDO

                 CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
                   CLASSE II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE




Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C

                                                      2
                                                                           BULA_DIUREX_AGRICUR_500_SC_29032018
INSTRUÇÕES DE USO:

O DIUREX AGRICUR 500 SC é um herbicida pré-emergente, seletivo, não sistêmico do grupo químico
feniluréia, utilizado para as culturas de café e cana-de-açúcar.

CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

                       Plantas Infestantes                        Dose         Época, número e intervalo
Cultura
               Nome Comum           Nome Científico              (mL/ha)             de aplicação



                                                                              O DIUREX AGRICUR 500 SC
            Picão-preto            Bidens pilosa                              deve ser diluído em água e
            Picão-branco           Galinsoga parviflora                       aplicado em pré-emergência
            Mentrasto              Ageratum conyzoides            1.600
  CAFÉ      Guanxuma                                                          das plantas infestantes nas
                                   Sida glaziovii
                                                                              culturas de Café e Cana-de-
                                                                              Açúcar,        através         de
                                                                              pulverização,          utilizando
                                                                              pulverizador tratorizado ou
            Milhã, Capim-colchão                                  3.200       costal.
                                   Digitaria horizontalis
                                                                              Nas doses indicadas é um
                                                                              herbicida recomendado para
            Milhã, Capim-colchão   Digitaria sanguinalis                      solos argilosos.
CANA-DE-    Guanxuma               Sida cordifolia
                                   Portulaca oleracea             4.000
AÇÚCAR      Beldroega
            Falsa-serralha         Emilia sonchifolia



MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do herbicida DIUREX AGRICUR 500 SC poderá ser efetuada através de pulverização terrestre.

APLICAÇÃO TERRESTRE
Para as culturas de café e cana-de-açúcar, DIUREX AGRICUR 500 SC, pode ser aplicado com pulverizador
costal manual, costal pressurizado, tratorizado ou autopropelido. Para uso e aplicação do produto DIUREX
AGRICUR 500 SC, observe as prescrições conforme a receita agronômica e utilize equipamentos
adequados que proporcionem redução da possibilidade de deriva, tal como pontas de pulverização que
possibilitem a produção de gotas grossas (G) a extremamente grossas (XC).
    • Diâmetro de gotas: 200 - 400 µ (micra);
    • Densidade de gotas: densidade mínima de 20 gotas/cm²;
    • Volume de calda: 400 L/ha.


CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:

- Temperatura ambiente inferior a 30ºC;
- Umidade relativa do ar superior a 55%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.

Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto DIUREX AGRICUR 500 SC, pois
pode haver risco de inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.

Se a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h não aplique o produto DIUREX AGRICUR 500 SC,
devido ao potencial de deriva pelo movimento do ar.

Não aplique o produto DIUREX AGRICUR 500 SC, se o vento estiver no sentido das culturas sensíveis.


                                                        3
                                                                          BULA_DIUREX_AGRICUR_500_SC_29032018
OBS: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
aplicação e as condições climáticas. O tamanho das gotas, as características do equipamento de aplicação,
o relevo, a altura da barra de pulverização, altura do voo da aeronave, a cultura e, especialmente, as
condições climáticas (temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do vento) são aspectos relevantes
que devem ser considerados para reduzir a possibilidade de deriva. O responsável pela aplicação deve
considerar todos estes fatores para tomar a decisão de quando aplicar o produto.

Toda a pulverização com o produto DIUREX AGRICUR 500 SC feita fora das condições operacionais e
meteorológicas adequadas, pode gerar deriva de gotas e atingir cultivos vizinhos e/ou culturas sensíveis.

MODO DE PREPARO DA CALDA:
Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida,
adicionar DIUREX AGRICUR 500 SC nas doses recomendadas, completando o tanque com água e
mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo
o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.

LIMPEZA DE EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com DIUREX AGRICUR
500 SC. Esta etapa é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com
outros herbicidas ou outras classes de produtos. Estes resíduos também podem gerar problemas de
contaminação de culturas vizinhas e/ou culturas sensíveis, caso haja deriva de gotas pelo vento.
Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis, antes de usar o equipamento para
pulverização de outros produtos.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cana-de-açúcar........................................ 150 dias
Café......................................................... 30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas
após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção
individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

     •    Uso exclusivo para culturas agrícolas.
     •    Evitar aplicar em solo seco e com plantas infestantes germinadas.
     •    Não aplicar em dias com vento, pois ocorrerá perda do produto devido à deriva e
          conseqüentemente a redução da eficácia.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.


                                                                        4
                                                                            BULA_DIUREX_AGRICUR_500_SC_29032018
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta infestante alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 para o controle do mesmo alvo,
quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas infestantes seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou,
informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação
Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org),
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

               GRUPO                              C2                            HERBICIDA
O produto herbicida DIUREX AGRICUR 500 SC é composto por Diurom, que apresenta mecanismo de
ação dos Inibidores da fotossíntese no fotossistema II, pertencente ao Grupo C2 segundo classificação
internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas), respectivamente.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.

PRECAUÇÕES GERAIS:

-   Produto para uso exclusivamente agrícola.
-   O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
-   Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-   Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
-   Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-   Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a
    boca.
-   Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
    fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
-   Não aplique o produto próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de
    áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
-   Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
    socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-   Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
    alcance de crianças e de animais.
-   Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
    macacão, botas, avental, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos, touca árabe e luvas.
-   Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
    forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:

-   Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente com mangas
    compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
    borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com
    proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
-   Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
    (EPI) recomendados.
-   Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.

                                                    5
                                                                         BULA_DIUREX_AGRICUR_500_SC_29032018
-   Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
    socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
   tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
   sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
   melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar contato, ou permitir que outras pessoas
   também entrem em contato, com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual – (EPI): macacão com tratamento hidrorepelente com
   mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas;
   botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral;
   touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
-  Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos
   até o final do período de reentrada.
-  Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
   produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
   recomendados para o uso durante a aplicação.
-  Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo
   após a aplicação.
-  Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
   tempo entre a última aplicação e a colheita).
-  Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
   para evitar contaminação.
-  Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
   trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-  Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
-  Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
   família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
-  Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
-  Não reutilizar a embalagem vazia.
-  No descarte de embalagens, utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão com
   tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
-  Os equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
   touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
-  A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.




                                                Pode ser nocivo se ingerido
                               PERIGO
                                                Fatal se inalado




                                                    6
                                                                         BULA_DIUREX_AGRICUR_500_SC_29032018
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.



                          - INTOXICAÇÕES POR DIUREX AGRICUR 500 SC
                                    INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupos químicos      Uréia Substituída

Classe toxicológica CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO

Vias de exposição    Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Toxicocinética       Absorção: O diurom é absorvido tanto pela via gastrintestinal quanto pelo trato
                     respiratório. Contudo, não se sabe se o diurom também é absorvido pela pele.
                     Metabolismo: A maior parte dos metabolitos do diurom, que são excretados na urina,
                     mantém a configuração da uréia e resultam de hidroxilação e dealquilação do
                     diurom.
                     Excreção: É rapidamente excretado pelo rim, na forma original ou metabolitos após
                     breve armazenamento nos tecidos corporais.
                     Em ratos e cachorros alimentados com diurom, a excreção dos metabolitos ocorreu
                     tanto nas fezes quanto na urina.

Toxicodinâmica       Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade do diurom em
                     humanos nem em outras espécies de mamíferos

                     Exposição aguda: A) baseado em resultados obtidos com estudos em animais, este
                     agente parece ter baixa toxicidade sistêmica. A severidade da intoxicação deve ser
                     baseada nos 13519 achados clínicos. Pode ocorrer metemoglobinemia ingestões de
                     grandes quantidades. B) Caso sejam evidentes sintomas severos outros alem da
                     hemoglobinemia, devese suspeitar de ação alternativa ou adicional de algum outro
                     tóxico. Ocular: A exposição aos olhos pode resultar em irritação ocular Respiratório:
                     Podese observar irritação da mucosa respiratória após contato prolongado.
                     Cardiovascular: A depressão do SNC e hipoxemia podem ser observadas caso haja
Sintomas e
                     metemoglobinemia. Gastrintestinal: Após ingestão, podem ocorrer náusea, vomito e
sinais clínicos
                     diarréia. Geniturinário: Alguns metabolitos podem causar irritação no trato urinário.
                     Hematológico: Foi observada sulfohemoglobina no sangue de ratos e cachorros aos
                     quais administraram-se repetidamente altas doses de diurom, e em uma overdose
                     de monolinurom em humano. A metemoglobinemia pode resultar de efeitos dos
                     metabolitos de alguns herbicidas ureicos. Dermatológico: Pode ser absorvida
                     cianose não responsiva à terapia de oxigênio em pacientes com metemoglobinemia
                     devido a absorção de quantidades excessivas desses agentes. Pode ocorrer
                     irritação da pele após exposição.


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Diagnóstico   O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e
              pela ocorrência do quadro clínico compatível.
              CUIDADO PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS SOCORROS: deve estar
              protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeável. Deve-se evitar contato
              cutâneo, inalatório e ocular com o produto. O diagnóstico é estabelecido pela
              confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento    Tratamento geral: as medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do
              paciente com avaliação de sinais vitais e do "status mental", a efetividade da
              respiração e circulação, manutenção de vias aéreas patentes e adequada
              oxigenação, remoção da fonte de exposição ao produto com a descontaminação do
              paciente, administração de antídotos, medidas para aumentar a eliminação do tóxico
              do organismo, medidas sintomáticas e de manutenção.



              Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, frequência
              cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via
              endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e
              arritmias cardíacas. Usar vasopressores na hipotensão severa (evitar adrenalina
              pelo risco de fibrilação). Avaliar estado de consciência do paciente.
              Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente.
              Sucção de secreções orais se necessário. lntubação e ventilação conforme
              necessário, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou
              comprometimento neurológico.
              Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual.
              Se intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida.
              Medidas de descontaminação:
              Exposição oral: Tratamento de suporte vital, monitorização cardíaca e respiratória.
              Controlar convulsões anteriormente a qualquer método de descontaminação
              gastrintestinal. A lavagem gástrica deve ser indicada se a dose ingerida for acima de
              40 mg/Kg de ingrediente ativo (adulto), seguido de carvão ativado.
              - Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do
              produto (geralmente dentro de 1 hora).
              Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com
              a disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral esquerdo) ou
              por intubação endotraqueal com cuff.
              Contraindicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou alteração
              de consciência em pacientes não-intubados; pacientes com risco de hemorragia
              (alterações prévias de coagulação) ou perfuração gastrintestinal; e ingestão de
              quantidade não significativa do produto.
              Carvão ativado: liga-se à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a sua
              absorção sistêmica, se administrado logo após a ingestão (1 h).
              Dose: administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água/30 g
              de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g (ou 0,5 a 1,0
              g/Kg) em crianças de 1 a 12 anos e 10 a 25g (ou 0,5 a 1,0 g/Kg) em crianças com
              menos de 1 ano.
              Contraindicações: pacientes neurologicamente comprometidos e com as vias
              aéreas desprotegidas, perfuração do trato gastrintestinal e quando o carvão ativado
              pode aumentar o risco de aspiração.
              Na presença de vômito, pode ser administrado através de um tubo orogástrico ou
              tubo nasogástrico. Nos casos moderados a severos, a administração repetida de
              carvão
              ativado a cada 2-4 horas pode ser benéfica na tentativa de diminuir a absorção e a
              circulação entero-hepática, mas o uso de formulações contendo sorbitol (um
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                      catártico) deve ser evitada após a primeira dose.
                      - Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses desse composto, podem
                      aparecer vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado
                      para evitar
                      que aspire resíduos.
                      ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando,
                      com dor abdominal severa ou dificuldade de deglutição.
                      Exposição Ocular: Lave os olhos expostos abundantemente com água ou solução
                      salina 0,9% à temperatura ambiente por cerca de 20 a 30 minutos. Assegure que
                      não fiquem partículas na conjuntiva. Evitar que a água da lavagem contamine o
                      outro olho. Pode-se utilizar colírio anestésico no início da descontaminação ocular.
                      Realizar avaliação oftalmológica de urgência.
                      Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta, não
                      negligenciando unhas e dobras cutâneas, com água abundante e sabão por cerca
                      de 20 a 30 minutos para remover resíduos de agrotóxicos da pele e cabelo. Muitos
                      agrotóxicos são corrosivos e irritantes e causam processo inflamatório local que
                      pode se intensificar com a exposição ao sol. Podem ocorrer queimaduras químicas.
                      Tratamento dos sintomas de acordo com as manifestações clínicas.
                      Exposição inalatória: Remover o paciente para um local arejado e fornecer
                      adequadas ventilação e oxigenação. Muitos agrotóxicos possuem solventes
                      derivados de petróleo e outras substâncias, como surfactantes, agravando a
                      irritação de mucosas e os efeitos da intoxicação, podendo causar pneumonite e
                      pneumonia química. Administrar oxigênio, corticoides, broncodilatadores,
                      antagonistas H1, antibioticoterapia conforme indicação clínica.
                      Antídoto: não há antídoto específico conhecido para a substância.

                      CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
                      EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; e
                      utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
                      procedimento.
                      A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção
                      das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental
                      impermeáveis, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.

Contraindicações      A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração,
                      porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris
                      ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do
                      conteúdo gástrico.
Efeitos das         Não são conhecidos efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores.
interações químicas
ATENÇÃO               Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
                      tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de
                      Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
                      As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
                      de Notificação Compulsória.
                      Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
                      Notifique ao Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
                      Telefone de Emergência da empresa: 0800-200 2345




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MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos agudos para Animais de Laboratório:
DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: > 12000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: >0,357 mg/L (4h)
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: apresentou eritema fraco (pouco perceptível) após leitura do
primeiro dia. Produto não irritante para pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: moderado irritante da conjuntiva, causando hiperemia e quemose
reversíveis em até 72 horas. Produto não irritante para os olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.

Efeitos Crônicos para Animais de Laboratório:
Em ratos ocasionou uma leve anemia, amento do tamanho do baço e elevação da atividade eritrogênica na
medula óssea. Em cães foi verificada a perda de peso, eritropenia, atividade eritrogênica na medula óssea,
aumento do peso relativo do fígado, e deposição de pigmentos nas células hepáticas.




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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO E AO MEIO
AMBIENTE.
  - Este produto é:
    ( ) Altamente Perigoso ao meio ambiente (CLASSE I)
    (X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
    ( ) Perigoso ao meio ambiente (CLASSE III)
    ( ) Pouco Perigoso ao meio ambiente (CLASSE IV)
-    Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas;
-    Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;
-    Evite a contaminação ambiental. Preserve a natureza.
  - Não utilize equipamentos com vazamentos.

  - Aplique somente as doses recomendadas.

  - Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.

  - Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite

    a contaminação da água.
  - A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água

    e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
-   Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-   O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
    outros materiais.
-   A construção deve ser em alvenaria ou de material não combustível.
-   O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-   Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-   Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-   Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
    recolhimento de produtos vazados.
-   Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843, da
    Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
-   Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: Contate as autoridades locais competentes e a
  Empresa ADAMA BRASIL S/A - telefone de Emergência: 0800 400 7070.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
  óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou
  corpos d´água. Sigas as instruções abaixo:
   • Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma
       pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá
       mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua
       devolução e destinação final;
   • Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
       material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
       registrante conforme indicado acima.


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      • Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
          órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
          adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
          da quantidade do produto envolvido.
    - Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUÍMICO
      ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO
DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos
de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem Sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
-    Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-    Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-    Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-    A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-    Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no
ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
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As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separada-
mente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoa

EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser
adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário,
ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas –
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.


DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado
na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.


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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALA-
GEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o
acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem
ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes às
atividades agrícolas.




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