Direx 500 SC
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Herbicida
diurom (uréia) (500 g/L)
Informações
Número de Registro
388703
Marca Comercial
Direx 500 SC
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
diurom (uréia) (500 g/L)
Titular de Registro
Adama Brasil S.A.- Londrina/PR
Classe
Herbicida
Modo de Ação
De contato não seletivo.
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Abacaxi
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Abacaxi
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Abacaxi
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Abacaxi
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Abacaxi
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Abacaxi
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Abacaxi
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Abacaxi
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Abacaxi
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Abacaxi
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Algodão
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Algodão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Algodão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Algodão
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Algodão
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Algodão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cacau
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cacau
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cacau
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cacau
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cacau
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cacau
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cacau
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cacau
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cacau
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cacau
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Café
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Café
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Café
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Café
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Café
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Citros
Acanthospermum hispidum
carrapicho-de-carneiro (1); chifre-de-veado; espinho-de-carneiro (1)
Citros
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Citros
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Citros
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Citros
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Citros
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Citros
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Citros
Portulaca oleracea
beldroega; bredo-de-porco; ora-pro-nobis
Citros
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Citros
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Conteúdo da Bula
DIREX 500 SC
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sob nº 00388703.
COMPOSIÇÃO:
3-(3,4-dichlorophenyl)-1,1-dimethylurea (DIUROM). ........................................................... 500 g/L (50,00 % m/v)
Outros Ingredientes. ......................................................................................................... 695,9 g/L (69,59 % m/v)
GRUPO C2 HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO.
CLASSE: Herbicida pré-emergente de ação sistêmica do grupo químico uréia.
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC).
TITULAR DO REGISTRO (*):
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR
Tel.: (43) 3371-9000 - Fax: (43) 3371-9017 - CNPJ: 02.290.510/0001-76
Inscrição Estadual 601.07287-44 - Registro Estadual nº 003263 - ADAPAR/PR
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
DIUREX AGRICUR TÉCNICO – Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA
sob nº 1768702
ADAMA AGAN LTD
Haashlag Street 3, P.O. Box 262, 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod – Israel
DIURON TÉCNICO 970 BR – Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA
sob nº 02194
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 – Parque Rui Barbosa - CEP 86031-610 - Londrina/PR
Tel. (43) 3371-9000 - CNPJ: 02.290.510/0001-76
Registro Estadual n° 003263 – ADAPAR/PR
FMC QUIMICA DO BRASIL LTDA.
Rodovia Presidente Dutra, km 280 A, Pombal - CEP: 27365-000 - Barra Mansa/RJ
Tel.: (24) 2106-5000 - CNPJ: 04.136.367/0037-07
Registro Estadual LOR nº IN051696 - INEA/RJ
DIURON TÉCNICO BR– Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob
nº 00808400
ANHUI GUANGXIN AGROCHEMICAL CO., LTD.
Pengcun Village, Xinhang Town, Guangde Country Xuancheng City, 242235, Anhui, P.R – China
1
BULA_DIREX_500_SC_17102022_v00
UNIPHOS COLOMBIA PLANT LIMITED.
Via 40, nº 85-85, Apartado Postal, 1386, Barranquilla - Colômbia
DIURON TÉCNICO MILENIA – Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA
sob nº 0058902
ADAMA AGAN LTD
Haashlag Street 3, P.O. Box 262, 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod – Israel.
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 – Parque Rui Barbosa - CEP 86031-610 - Londrina/PR
Tel. (43) 3371-9000 - CNPJ: 02.290.510/0001-76
Registro Estadual no 003263 – ADAPAR/PR
ADAMA BRASIL S/A
Avenida Júlio de Castilhos, 2085 - CEP 95860-000 - Taquari/RS
Tel. (51) 3653-9400 - CNPJ: 02.290.510/0004-19
Registro Estadual nº 00001047/99 – SEAPA/RS
CORTEVA AGRISCIENCE DO BRASIL LTDA
Rua Oxigênio, nº. 748 - COPEC - CEP: 42810-270 - Camaçari/BA
CNPJ: 61.064.929/0021-12
Cadastro Estadual ADAB nº 29501
FMC QUIMICA DO BRASIL LTDA.
Rodovia Presidente Dutra, km 280 A, Pombal - CEP: 27365-000 - Barra Mansa/RJ
Tel.: (24) 2106-5000 - CNPJ: 04.136.367/0037-07
Registro Estadual LOR nº IN051696 - INEA/RJ
DIURON TÉCNICO NORTOX – Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA
sob nº 2418795
JIANGSU KUAIDA AGROCHEMICAL CO. LTD.
Nº 2, Jiangshe Road Matang Town, Rudong, 226401, Jiangsu – China.
NORTOX S/A
Rodovia BR 369, km 197 - CEP: 86706-430 - Arapongas/PR
CNPJ: 75.263.400/0001-99 – (43) 3371-7575
Registro Estadual nº 000466 – ADAPAR/PR
FORMULADOR:
ADAMA BRASIL S/A
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 – Parque Rui Barbosa - CEP 86031-610 - Londrina/PR
Tel. (43) 3371-9000 - CNPJ: 02.290.510/0001-76
Registro Estadual n° 003263 – ADAPAR/PR
ADAMA BRASIL S/A
Avenida Júlio de Castilhos, 2085 - CEP 95860-000 - Taquari/RS
Tel. (51) 3653-9400 - CNPJ: 02.290.510/0004-19
Registro Estadual nº 00001047/99 – SEAPA/RS
ADAMA AGAN LTD
Haashlag Street 3, P.O. Box 262, 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod – Israel
ADAMA ANDINA B. V. SUCURSAL COLOMBIA
Calle 1C, Nº 7-53, Interior Zona Franca, Barranquilla, Colômbia
2
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DU PONT DE COLOMBIA S.A
Via 40, nº 85-85, Apartado, 1386, Barranquilla, Departamento Atlântico, Colômbia
DU PONT S.A DE C.V
Km 54,5 Carretera Mexico, Lerma, México, México
E.I DU PONT DE NEMOURS & CO. INC.
Experimental Station, Wilmington, 19880-0308, Wilmington, Delaware, Estados Unidos da América
FMC QUIMICA DO BRASIL LTDA.
Rodovia Presidente Dutra, km 280 A, Pombal - CEP: 27365-000 - Barra Mansa/RJ
Tel.: (24) 3325-4100 - (24) 3325-4205 – CNPJ: 04.136.367/0037-07
Registro Estadual LOR nº IN051696 - INEA/RJ
IHARABRAS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS
Avenida Liberdade, 1701 - Cajuru do Sul - CEP 18087-170 - Sorocaba/SP
Tel. (15) 3235-7700 – (15) 3235-7778 - CNPJ: 61.142.550/0001-30
Registro Estadual nº 008 – CDA/SP
NORTOX S.A.
Rodovia BR 369, km 197 - CEP: 86700-970 – Arapongas/PR
Tel.: (43) 3274-8585 - (43) 3274-8500 - CNPJ: 75.263.400/0001-99
Registro Estadual nº 000466 - ADAPAR/PR
NORTOX S.A.
Rodovia BR 163, km 116 - Parque Industrial Vetorasso - CEP: 78740-275 - Rondonópolis/MT
Tel.: (66) 3439-3700 - (66) 3439-3715 - CNPJ: 75.263.400/0011-60
Registro Estadual nº 183/06 - INDEA/MT
OURO FINO QUÍMICA S.A.
Avenida Filomena Cartaf ina, 22335, Quadra 14, Lote 5, Distrito Industrial III - CEP 38040-450 - Uberaba/MG
Tel. (34) 3331-0218 - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Registro Estadual nº 8.764 – IMA/MG
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG Tel.: (34) 3319-5550 - Fax:(34) 3319-
5570 – CNPJ: 23.361.306/0001-79
TAGMA BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS QUÍMICOS LTDA.
Avenida Roberto Simonsen, 1459, Recanto dos Pássaros - CEP 13140-000 - Paulínia/SP
Tel. (19) 3874-7000 – (19) 3874-7004 - CNPJ: 03.855.423/0001-81
Registro Estadual nº 477 – CDA/SP
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Avenida Maeda, s/n - Distrito Industrial - CEP: 14500-000 - Ituverava/SP
Tel. (19) 3794-5600 - (16) 3829-9200 - CNPJ: 02.974.733/0003-14
Registro Estadual nº 1049 – CDA/SP
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A.
Rodovia Sorocaba, Km 122, Pilar do Sul - CEP 18160-000 - Salto de Pirapora/SP
Tel. (19) 3794-5600 - (16) 3829-9200 - CNPJ: 02.974.733/0010-43
Registro Estadual nº 4153 – CDA/SP
3
BULA_DIREX_500_SC_17102022_v00
Nº do lote ou da partida:
Data de f abricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE -OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conf orme previsto no Art. 4º do Decreto nº
7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA – CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL:
CLASSE II – MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE
Cor da faixa: Azul PMS Blue 293 C
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INSTRUÇÕES DE USO:
DIREX 500 SC é um herbicida apresentado na f orma de suspensão concentrada para controle de plantas
inf estantes em pré e pós-emergência inicial nas culturas de abacaxi, algodão, cacau, caf é, cana-de-açúcar e
citros.
CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, ÉPOCA, NÚMERO E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Plantas Infestantes Época, número e intervalo de
Cultura Dose
Nome Comum Nome Científico aplicação
- Após o plantio: Aplicar 3,2 a 6,4
L/ha em pré-emergência das
plantas infestantes, sendo a dose
Após o
de 6,4 L/ha para áreas com alta
Beldroega Portulaca oleracea plantio
infestação ou em pós-emergência
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus 3,2 a 6,4
inicial;
Capim-colchão ou Capim-milhã Digitaria horizontalis L/ha
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea - Antes da diferenciação floral:
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica Aplicar 1,6 a 3,2 L/ha nas
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum Antes da
entrelinhas com jato dirigido;
Caruru-roxo Amaranthus hybridus diferenciaç
Guanxuma Sida rhombifolia ão floral
ABACAXI - Após a diferenciação floral:
Picão-preto Bidens pilosa 1,6 a 3,2
Aplicar 1,6 a 3,2 L/ha nas
Poaia-branca Richardia brasiliensis L/ha
entrelinhas. Nunca aplicar mais que
6,4 L/ha por ciclo da cultura.
Após a
Áreas tratadas poderão ser
diferenciaç
plantadas com abacaxi ou cana-
ão floral
de-açúcar um ano após a última
1,6 a 3,2
aplicação.
L/ha
Realizar uma única aplicação por
safra da cultura.
5
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Plantas Infestantes Dose Época, número e intervalo de
Cultura
Nome Comum Nome Científico aplicação
- Pré-Emergência: Aplicar 2,4 a 4,0
L/ha em pré-emergência
imediatamente após a semeadura.
A aplicação em uma única safra não
Beldroega Portulaca oleracea deve exceder 2,4 L/ha em solos
Capim-carrapicho Cenchrus echinatus Pré- leves, 3,2 L/ha em solos médios e
Capim-colchão ou Capim-milhã Digitaria horizontalis emergên 4,0 L/ha em solos pesados.
Capim-marmelada Brachiaria plantaginea cia
Capim-pé-de-galinha Eleusine indica 2,4 a 4,0 - Pós-Emergência: Aplicar 1,6 a
Carrapicho-de-carneiro Acanthospermum hispidum L/ha 3,2 L/ha em pós-emergência inicial,
Caruru-roxo Amaranthus hybridus em jato dirigido quando as plantas
Guanxuma Sida rhombifolia
ALGODÃO infestantes tiverem no máximo 2 a 4
Picão-preto Bidens pilosa folhas e o algodão no mínimo com
Poaia-branca Richardia brasiliensis Pós- 30 cm de altura. Não aplicar mais
Emergên que 4,0 L/ha por ciclo de cultura.
cia Evitar aplicações sobre a cultura,
1,6 a 3,2 bem como o plantio de outras
L/ha culturas 1 ano após a última
aplicação.
Realizar uma única aplicação por
ciclo da cultura, seja em pré ou
pós-emergência inicial.
6
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Plantas Infestantes Época, número e intervalo de
Cultura Dose
Nome Comum Nome Científico aplicação
- Pré-Emergência ou Pós-
Portulaca oleracea Emergência:
Cenchrus echinatus Aplicar 4,8 a 5,6 L/ha em pré-
Beldroega
Digitaria horizontalis emergência, 4 semanas após o
Capim-carrapicho
Brachiaria plantaginea transplante das mudas para local
Capim-colchão ou Capim-milhã
Eleusine indica Pré- definitivo ou em pós-emergência,
Capim-marmelada
Acanthospermum Emergência sem atingir a folhagem da
Capim-pé-de-galinha
hispidum ou cultura.
CACAU Carrapicho-de-carneiro
Amaranthus hybridus Pós- Não deve ser aplicado em solo
Caruru-roxo
Sida rhombifolia Emergência arenoso ou com menos de 1%
Guanxuma
Bidens pilosa 4,8 a 5,6 L/ha de matéria orgânica. Não aplicar
Picão-preto
Richardia brasiliensis mais que 5,6 L/ha por ciclo da
Poaia-branca
cultura.
Realizar uma única aplicação
por safra da cultura.
- Arruação ou após a
Esparramação:
Aplicar 3,2 a 6,4 L/ha por ano
Portulaca oleracea sendo após a arruação ou após
Beldroega Cenchrus echinatus a esparramação.
Capim-carrapicho Digitaria horizontalis
Capim-colchão ou Capim-milhã Brachiaria plantaginea As doses recomendadas
Capim-marmelada Eleusine indica Arruação ou referem-se a hectare tratado e
Capim-pé-de-galinha Acanthospermum após a deve-se descontar a área
CAFÉ Carrapicho-de-carneiro hispidum Esparramação ocupada pelas saias dos
Caruru-roxo Amaranthus hybridus cafeeiros. Aplicar em cafezais a
Guanxuma Sida rhombifolia 3,2 a 6,4 L/ha partir de 2 anos, evitando -se o
Picão-preto Bidens pilosa plantio de cultura intercalar (ex.:
Poaia-branca Richardia brasiliensis feijão, arroz), salvo
recomendação especial. Não
aplicar mais que 6,4 L/ha por
ciclo da cultura.
Realizar uma única aplicação
por safra da cultura.
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Plantas Infestantes Dose Época, número e intervalo
Cultura
Nome Comum Nome Científico de aplicação
- Pré-Emergência: Aplicar
3,2 a 6,4 L/ha em pré-
emergência das plantas
infestantes, na cana-planta e
cana-soca.
- Pós-Emergência: DIREX
500 SC também pode ser
aplicado em pós-emergência
inicial da cultura e das
plantas infestantes, quando
as plantas infestantes
Beldroega estiverem em pleno
Capim-carrapicho Portulaca oleracea desenvolvimento, sob
Capim-colchão ou Capim-milhã Cenchrus echinatus condições de alta umidade e
Pré-
Capim-marmelada Digitaria horizontalis temperatura acima de 21ºC.
Emergência
Capim-pé-de-galinha Brachiaria plantaginea DIREX 500 SC deve ser
CANA-DE- ou
Carrapicho-de-carneiro Eleusine indica aplicado antes da
AÇÚCAR Pós-
Caruru-roxo Acanthospermum hispidum emergência da cultura, até o
Emergência
Guanxuma Amaranthus hybridus estádio de "esporão" (cana-
3,2 a 6,4 L/ha
Picão-preto Sida rhombifolia planta) ou início de
Poaia-branca Bidens pilosa perfilhamento (cana-soca)
Richardia brasiliensis por serem estas as fases em
que a cana-de-açúcar é mais
tolerante aos herbicidas.
Quando o porte da cana
estiver dificultando o perfeito
molhamento das plantas
infestantes ou do solo,
recomenda-se a aplicação
em jato dirigido afim de se
evitar o efeito "guarda-
chuva". Não aplicar mais que
6,4 L/ha por ciclo da cultura.
- Pré-Emergência ou Pós-
Portulaca oleracea Emergência:
Beldroega
Cenchrus echinatus Aplicar 3,2 a 6,4 L/ha em pré
Capim-carrapicho
Digitaria horizontalis ou pós-emergência inicial em
Capim-colchão ou Capim-milhã Pré-
Brachiaria plantaginea pomar a partir de um ano de
Capim-marmelada Emergência
Eleusine indica idade, evitando -se atingir
Capim-pé-de-galinha
Acanthospermum hispidum ou folhas e frutos das plantas.
CITROS Carrapicho-de-carneiro
Amaranthus hybridus Pós- Não aplicar mais que 6,4
Caruru-roxo
Sida rhombifolia Emergência L/ha de DIREX 500 SC por
Guanxuma
Bidens pilosa 3,2 a 6,4 L/ha período de 12 meses.
Picão-preto
Poaia-branca Richardia brasiliensis
Realizar uma única
aplicação por safra da
cultura.
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MODO DE APLICAÇÃO:
DIREX 500 SC é um herbicida indicado para o controle de plantas inf estantes em pré e pós -emergência inicial
das culturas de abacaxi, algodão, cacau, caf é, cana-de-açúcar e citros. Pode ser aplicado ao solo em pré-
emergência das plantas inf estantes. O grau de controle e a duração do ef eito variam de acordo com a dose
aplicada, chuvas, temperatura e textura do solo e micro -organismos. A umidade é necessária para uma boa ação
do produto.
- Em pós-emergência usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo f abricante e aplicar logo após
a germinação das plantas inf estantes para o controle de gramíneas ou até o primeiro par de f olhas para o
controle de f olhas largas. As plantas inf estantes devem estar em pleno desenvolvimento, sob condições
de alta umidade e temperatura acima de 21ºC.
- As doses descritas no item 1.3 são expressas para aplicação em área total. Para tratamento em f aixas use
proporcionalmente menos.
- Usar doses menores para aplicações em solos leves e doses maiores para solos pesados. Em pós -
emergência usar doses mais baixas para plantas inf estantes menores e doses mais altas para plantas
inf estantes maiores.
- Sob ameaça de chuva suspender as aplicações. Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a
aplicação a ef iciência do produto pode diminuir.
- Tanto nas aplicações de pós como de pré-emergência, a unif ormidade da calda e a boa cobertura das
plantas inf estantes e/ou solo, são f undamentais para se obter um bom controle das invasoras.
APLICAÇÃO TERRESTRE:
A aplicação do herbicida DIREX 500 SC pode ser aplicado com pulverizador costal manual, costal pressurizado,
tratorizado ou autopropelido. Para uso e aplicação do produto DIREX 500 SC, observe as prescrições conf orme
a receita agronômica e utilize equipamentos adequados que proporcionem reduç ão da possibilidade de deriva,
tal como pontas de pulverização que possibilitem a produção de gotas grossas (G) a extremamente grossas (XC).
- Pressão de trabalho: 30-70 lbf /pol².
- Diâmetro de gotas: acima de 350µ (micra);
- Altura da barra de pulverização e espaçamento entre bicos: deve permitir uma boa sobreposição dos
jatos e cobertura unif orme no alvo. Não ultrapassando 50 cm, tanto para o espaçamento quanto para a
altura da barra;
- Volume de calda: 250 à 400 L de calda/ha em pré-emergência e 350 à 800 L de calda/ha em pós-
emergência.
Obs.: É necessária contínua agitação no tanque e f echamento do registro do pulverizador durante as paradas e
manobras do equipamento para evitar a sobreposição das f aixas de aplicação.
APLICAÇÃO AÉREA
A aplicação aérea deverá seguir os cuidados e procedimentos padrões de boas práticas def inidos para essa
modalidade de aplicação, como estudo das áreas de entorno das aplicações, uso de DGPS (Sistema de
Posicionamento Global Dif erencial), def inição dos parâmetros técnicos operacionais e de segurança relacionados
aos equipamentos de aplicação, como a altura do voo, largura da f aixa de deposição ef etiva, modelo, tipo e ângulo
do equipamento utilizado, modelo e número de pontas de pulverização, entre outros, e condições climáticas
adequadas ao uso do produto, sempre supervisionadas pelo responsável pelas operações aeroagrícolas.
Para aplicação de DIREX 500 SC, deve-se observar os parâmetros que proporcionam uma boa cobertura do alvo
desejado e técnicas de redução de possibilidade de deriva, conf orme abaixo:
- Parâmetros operacionais: O sistema de pulverização deve estar em perf eitas condições de f uncionamento,
isento de desgaste ou vazamentos. Pontas danif icadas prejudicam a unif ormidade da aplicação. Não deve haver
vórtices de ponta de asas. Para isso, adeque a barra de pulverização e a disposição dos bicos para evitar a
ocorrência desse problema.
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- Pontas de pulverização: Utilize pontas de pulverização que proporcionem gotas grossas e extremament e
grossas, com equipamentos adequados para a redução da possibilidade de deriva.
- Taxa de aplicação: Recomenda-se que seja utilizado volume de calda de no mínimo 50 L/ha p ara que resulte
em uma cobertura adequada do alvo desejado para a obtenção de uma boa ef icácia do produto.
- Altura de voo: A altura de voo deverá ser de 3 a 4 metros em relação ao topo das plantas ou do alvo desejado,
sempre garantindo a segurança do voo, a ef iciência de aplicação e redução da possibilidade de deriva.
- Faixa de deposição: A f aixa de deposição ef etiva é uma característica específ ica para cada tipo ou modelo do
avião e representa um f ator de grande inf luência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das f aixas de
deposição ef etiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. O equipamento deverá
ser regulado visando assegurar uma distribuição unif orme da calda e uma boa cobertura do alvo desejado. Evitar
a f alha ou sobreposições entre as f aixas de aplicação.
- Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma f aixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis.
Para esta atividade, consulte sempre o Engenheiro Agrônomo e/ou o técnico agropecuário com curso de executor
em aviação agrícola, os quais são os responsáveis pelas inf o rmações técnicas operacionais e de segurança
ref erentes à aplicação do produto.
Recomendamos utilizar empresas de aplicação aérea certif icadas pela Certif icação Aeroagrícola Sustentável
(CAS - www.cas-online.org.br) para realizar a aplicação de DIREX 500 SC.
Para aplicação terrestre e aérea, somente aplique o produto DIREX 500 SC com equipamentos de aplicação
tecnicamente adequados ao relevo do local, corretamente regulados e calibrados, conf orme a recomendação do
f abricante do equipamento e do responsável pela aplicação.
Siga sempre as orientações do Engenheiro Agrônomo e/ou pro f issional responsável pela aplicação, que poderá
conciliar o tipo de bico, o tamanho da gota adequada à tecnologia de aplicação e a redução da possibilidade de
deriva, a altura da barra e outras características do equipamento de aplicação terrestre, parâme tros técnicos
operacionais e de segurança para aplicação aérea, a topograf ia do terreno, bem como, as doses e
recomendações de uso prescritas na bula do produto para os respectivos alvos e culturas.
O prof issional responsável que prescrever o uso do DIREX 500 SC deverá recomendar a especif icação do
equipamento mais adequado para correta aplicação do produto, de modo a reduzir a possibilidade de deriva.
Observe atentamente as instruções de uso de todos os equipamentos envolvidos. Em caso de equipamentos
dif erentes e regulagens específ icas, consulte sempre um Engenheiro Agrônomo ou prof issional responsável.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
- Temperatura ambiente inf erior a 30ºC;
- Umidade relativa do ar superior a 55%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Se a velocidade do vento estiver menor que 3 km/h não aplique o produto DIREX 500 SC, pois pode haver risco
de inversão térmica, principalmente durante as primeiras horas do dia.
Se a velocidade do vento estiver acima de 10 km/h não aplique o produto DIREX 500 SC, devido ao potencial de
deriva pelo movimento do ar.
Não aplique o produto DIREX 500 SC, se o vento estiver no sentido das culturas sensíveis.
OBS: O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos f atores relativos ao equipamento de aplicação
e as condições climáticas. O tamanho das gotas, as características do equipamento de aplicação, o relevo, a
altura da barra de pulverização, altura do voo da aeronave, a cultura e, especialmente, as condições climáticas
(temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do vento) são aspectos relevantes que devem ser considerados
para reduzir a possibilidade de deriva. O responsável pela aplicação deve considerar todos estes f atores para
tomar a decisão de quando aplicar o produto.
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Toda a pulverização com o produto DIREX 500 SC f eita f ora das condições operacionais e meteorológicas
adequadas, pode gerar deriva de gotas e atingir cultivos vizinhos e/ou culturas sensíveis.
MODO DE PREPARO DE CALDA
Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar
DIREX 500 SC nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a agitação da calda
durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em
f uncionamento durante a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.
LIMPEZA DE EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
A limpeza do pulverizador deve ser realizada logo após o término das aplicações com DIREX 500 SC. Esta etapa
é importante para que não haja resíduos remanescentes em aplicações seguintes com outros herbicidas ou outras
classes de produtos. Estes resíduos também podem gerar problemas de c ontaminação de culturas vizinhas e/ou
culturas sensíveis, caso haja deriva de gotas pelo vento.
Recomenda-se f azer um teste de f itotoxicidade em culturas sensíveis, antes de usar o equipamento para
pulverização de outros produtos.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abacaxi. .............................................................................. ..................................140 dias
Algodão. ............................................................................. .................................. 120 dias
Cacau. .................................................................................. ................................ 60 dias
Caf é. .................................................................................... ................................. 30 dias
Cana-de-açúcar. ...................................................................................................150 dias
Citros. ....................................................................................................................60 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto f oi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após
a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivo para culturas agrícolas.
- Nas aplicações de pré-emergência o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido.
- A tolerância de novas variedades ou novos porta-enxertos no caso de citros deve ser determinada antes de
se adotar DIREX 500 SC como prática.
- Para rotação de cultura observar o período mínimo de 1 ano após a última aplicação para o plantio das
culturas para as quais o produto está registrado.
- Não aplicar através de sistemas de irrigação.
- Não utilizar o produto em desacordo às especif icações do rótulo e bula.
- Não se recomenda o plantio de culturas intercalares em áreas tratadas com DIREX 500 SC.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUI -
VALENTE:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE ,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
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INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODU-TOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir
para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de
ef iciência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem
algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 para o controle do mesmo alvo, quando
apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas .
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o
manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
Inf ormações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, inf ormados
à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de
Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
U U
GRUPO C2 HERBICIDA
O produto herbicida DIREX 500 SC é composto por Diurom, que apresenta mecanismo de ação Inibição da
f otossíntese no f otossistema II, pertencente ao Grupo C2 segundo classif icação internacional do HRAC (Comitê
de Ação à Resistência de Herbicidas), respectivamente.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não f ume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (E PI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou def eitos e não desentupa bicos, orif ícios e válvulas com a
boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danif icados, úmidos, vencidos ou com vida útil f ora da
especif icação. Siga as recomendações determinadas pelo f abricante.
- Não aplique o produto próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas
de criação de animais. Siga as orientações técnicas específ icas de um prof issional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros
e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente f echado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e de animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara com f iltro mecânico classe P2, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do f abricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à f orma
de limpeza, conservação e descarte do EPI danif icado.
PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de
borracha; avental impermeável; máscara com f iltro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção
lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
- Ao abrir a embalagem, f aça-o de modo a evitar poeira;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, sig a as orientações descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente um serviço médico de emergência.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita);
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pess oa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto;
- Não aplique o produto na presença de ventos f ortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as melhores
condições climáticas para cada região;
- Verif ique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também
entrem em contato, com a névoa do produto;
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima d o punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha;
avental impermeável; máscara com f iltro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca
árabe e luvas de nitrila.
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PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os avisos até o
f inal do período de reentrada;
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto
antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados
para o uso durante a aplicação;
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a aplicação;
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo
entre a última aplicação e a colheita);
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
- Mantenha o restante do produto adequadamente f echado em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais;
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da f amília. Ao
lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
- Após cada aplicação do produto f aça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
- Não reutilizar a embalagem vazia;
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
Pode ser nocivo em contato com a pele
ATENÇÂO
Nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, f olheto inf ormativo e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito
ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água
de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis etc.) contaminados e
lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: ATENÇÃO: NOCIVO SE INALADO. Se o produto f or inalado (“respirado”), leve a pessoa para um
local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
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- INTOXICAÇÕES POR DIREX 500 SC-
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupos químicos Uréia Substituída
7T
Classe toxicológica CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
7T
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
7T
Toxicocinética Absorção: O diurom é absorvido tanto pela via gastrintestinal quanto pelo trato
7T
respiratório. Contudo, não se sabe se o diurom também é absorvido pela pele.
Metabolismo: A maior parte dos metabolitos do diurom, que são excretados na urina,
mantém a conf iguração da uréia e resultam de hidroxilação e dealquilação do diurom.
7T
Excreção: É rapidamente excretado pelo rim, na f orma original ou metabolitos após
7T
breve armazenamento nos tecidos corporais.
7T
Em ratos e cachorros alimentados com diurom, a excreção dos metabolitos ocorreu
7T
tanto nas f ezes quanto na urina.
7T
Toxicodinâmica
7T
Não são conhecidos os mecanismos específ icos de toxicidade do diurom em
humanos nem em outras espécies de mamíf eros
Exposição aguda: A) baseado em resultados obtidos com estudos em animais, este
agente parece ter baixa toxicidade sistêmica. A severidade da intoxicação deve ser
baseada nos 13519 achados clínicos. Pode ocorrer metemoglobinemia ingestões de
grandes quantidades. B) Caso sejam evidentes sintomas severos outros alem da
hemoglobinemia, devese suspeitar de ação alternativa ou adicional de algum outro
tóxico. Ocular: A exposição aos olhos pode resultar em irritação ocular Respiratório:
Podese observar irritação da mucosa respiratória após contato prolongado.
Cardiovascular: A depressão do SNC e hipoxemia podem ser observadas caso haja
Sintomas e
7T
metemoglobinemia. Gastrintestinal: Após ingestão, podem ocorrer náusea, vomito e
sinais clínicos
7T
diarréia. Geniturinário: Alguns metabolitos podem causar irritação no trato urinário.
Hematológico: Foi observada sulf ohemoglobina no sangue de ratos e cachorros aos
quais administraram-se repetidamente altas doses de diurom, e em uma overdose de
monolinurom em humano. A metemoglobinemia pode resultar de ef eitos dos
metabolitos de alguns herbicidas ureicos. Dermatológico: Pode ser absorvida cianose
não responsiva à terapia de oxigênio em pacientes com metemoglobinemia devido a
absorção de quantidades excessivas desses agentes. Pode ocorrer irritação da pel e
após exposição.
Diagnóstico
7T
O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela conf irmação da exposição e
7T
pela ocorrência do quadro clínico compatível.
CUIDADO PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS SOCORROS: deve estar
protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeável. Deve-se evitar contato
cutâneo, inalatório e ocular com o produto. O diagnóstico é estabelecido pela
conf irmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento
7T
Tratamento geral: as medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do
paciente com avaliação de sinais vitais e do "status mental", a ef etividade da
respiração e circulação, manutenção de vias aéreas patentes e adequada
oxigenação, remoção da f onte de exposição ao produto com a descontaminação do
paciente, administração de antídotos, medidas para aumentar a eliminação do tóxico
do organismo, medidas sintomáticas e de manutenção.
Estabilização do paciente: Monitorar sinais vitais (pressão sanguínea, f requência
cardíaca, f requência respiratória e temperatura corporal). Estabelecer via
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BULA_DIREX_500_SC_17102022_v00
endovenosa. Atenção especial para parada cardiorrespiratória, hipotensão e arritmias
cardíacas. Usar vasopressores na hipotensão severa (evitar adrenalina pelo risco de
f ibrilação). Avaliar estado de consciência do paciente.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente.
Sucção de secreções orais se necessário. lntubação e ventilação conf orme
necessário, especialmente se o paciente tiver depressão respiratória ou
comprometimento neurológico.
Administrar oxigênio conf orme necessário para manter adequada perf usão tecidual.
Se intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar assistida.
Medidas de descontaminação:
Exposição oral: Tratamento de suporte vital, monitorização cardíaca e respiratória.
Controlar convulsões anteriormente a qualquer método de descontaminação
gastrintestinal. A lavagem gástrica deve ser indicada se a dose ingerida f or acima de
40 mg/Kg de ingrediente ativo (adulto), seguido de carvão ativado.
- Lavagem gástrica: Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do
produto (geralmente dentro de 1 hora).
Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a
disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbit o lateral esquerdo) ou por
intubação endotraqueal com cuff.
Contraindicações: perda de ref lexos protetores das vias respiratórias ou alteração
de consciência em pacientes não -intubados; pacientes com risco de hemorragia
(alterações prévias de coagulação) o u perf uração gastrintestinal; e ingestão de
quantidade não signif icativa do produto.
Carvão ativado: liga-se à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a sua absorção
sistêmica, se administrado logo após a ingestão (1 h).
Dose: administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água/30 g
de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g (ou 0,5 a 1,0
g/Kg) em crianças de 1 a 12 anos e 10 a 25g (ou 0,5 a 1,0 g/Kg) em crianças com
menos de 1 ano.
Contraindicações: pacientes neurologicamente comprometidos e com as vias
aéreas desprotegidas, perf uração do trato gastrintestinal e quando o carvão ativado
pode aumentar o risco de aspiração.
Na presença de vômito, pode ser administrado através de um tubo orogástrico ou tubo
nasogástrico. Nos casos moderados a severos, a administração repetida de carvão
ativado a cada 2-4 horas pode ser benéf ica na tentativa de diminuir a absorção e a
circulação entero-hepática, mas o uso de f ormulações contendo sorbitol (um catártico)
deve ser evitada após a primeira dose.
- Não provocar vômito. Na ingestão de altas doses desse composto, podem aparecer
vômitos espontâneos, não devendo ser evitado. Deitar o paciente de lado para evitar
que aspire resíduos.
ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente, vomitando,
com dor abdominal severa ou dif iculdade de deglutição.
Exposição Ocular: Lave os olhos expostos abundantemente com água ou solução
salina 0,9% à temperatura ambiente por cerca de 20 a 30 minutos. Ass egure que não
f iquem partículas na conjuntiva. Evitar que a água da lavagem contamine o outro olho.
Pode-se utilizar colírio anestésico no início da descontaminação ocular. Realizar
avaliação of talmológica de urgência.
Exposição Dérmica: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta, não
negligenciando unhas e dobras cutâneas, com água abundante e sabão por cerca de
20 a 30 minutos para remover resíduos de agrotóxicos da pele e cabelo. Muitos
agrotóxicos são corrosivos e irritantes e causam processo inf lamatório local que pode
se intensif icar com a exposição ao sol. Podem ocorrer queimaduras químicas.
Tratamento dos sintomas de acordo com as manif estações clínicas.
Exposição inalatória: Remover o paciente para um local arejado e f ornecer
adequadas ventilação e oxigenação. Muitos agrotóxicos possuem solventes
derivados de petróleo e outras substâncias, como surf actantes , agravando a irritação
de mucosas e os ef eitos da intoxicação , podendo causar pneumonite e pneumonia
16
BULA_DIREX_500_SC_17102022_v00
química. Administrar oxigênio, corticoides, broncodilatadores, antagonistas H1,
antibioticoterapia conf orme indicação clínica.
Antídoto: não há antídoto específ ico conhecido para a substância.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; e
utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
procedimento.
A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das
medidas de descontaminação, deverá estar protegida por luvas e avental
impermeáveis, de f orma a não se contaminar com o agente tóxico.
Contraindicações
7T
A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração,
porém, se ocorrer vômito espontâneo, manter a cabeça abaixo do nível dos quadris
ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do
conteúdo gástrico.
Efeitos das
7T
Não são conhecidos ef eitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores.
interações químicas
ATENÇÃO Para notif icar o caso e obter inf ormações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de
Centros de Inf ormação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Af ins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
de Notif icação Compulsória.
Notif ique ao sistema de inf ormação de agravos de notif icação (SINAN/MS).
Notif ique ao Sistema de Notif icação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da empresa: 0800-200 2345
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos agudos para Animais de Laboratório:
DL 50 oral em ratos: > 5000 mg/kg p.c.
RR RR
DL 50 dérmica em ratos: > 2000 mg/kg p.c.
RR RR
CL 50 inalatória em ratos: 1,1 mg/L para f êmeas e 2,9 mg/L para machos (4h).
RR RR
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: Produto não irritante para pele. Ausência de sinais de eritema e edema
durante a avaliação de 72 horas.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: Produto não irritante para os olhos. Apresentou vermelhidão na
conjuntiva reversível em até 48 horas após aplicação.
Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não é sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não é mutagênico.
Efeitos Crônicos para Animais de Laboratório:
Em ratos ocasionou uma leve anemia, amento do tamanho do baço e elevação da atividade eritrogênica na
medula óssea. Em cães f oi verif icada a perda de peso, eritropenia, atividade eritrogênica na medula óssea,
aumento do peso relativo do f ígado, e deposição de pigmentos nas células hepáticas.
17
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE :
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos f ortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, f ontes, rios e demais corpos d'água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e
do ar, prejudicando a f auna, a f lora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inf erior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e
cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagricolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre f echada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas , principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira
de Normas Técnicas – ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: ADAMA BRASIL S/A - Telef one da empresa: 0800-
400-7070.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetores e máscara com f iltros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identif icado
devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através
do telef one indicado no rótulo para a sua devolução e destinação f inal.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque
em um recipiente lacrado e devidamente identif icado. Contate a empresa registrante conf orme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
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- Em caso de incêndio, use extintores de água em f orma de neblina, COR2R ou pó químico, f icando a f avor do
vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esva -
ziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo -a na posição vertical
durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perf urando o f undo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do f unil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transf erida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perf urando o f undo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando
o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perf urando o f undo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser ef etuado em loca l coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde f oi adquirido o produto ou no local indicado na nota f iscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será f acultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para ef eito de f iscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
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EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser ef etuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separada-mente
das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde f oi adquirido o produto ou no local indicado na nota f iscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será f acultada a devolução da embalagem em até 6 meses ap ós o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para ef eito de f iscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser ef etuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparent e
(Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identif icado e com lacre, o qual deverá ser adquirido
nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao
estabelecimento onde f oi adquirido o produto ou no local indicado na nota f iscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será f acultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para ef eito de f iscalização, pelo prazo mínimo de um ano
após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais
e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
devidamente identif icado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser ef etuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
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DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde f oi adquirido o produto ou no local indicado
na nota f iscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação f inal das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela
Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALA-GE M
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contami -nação
do solo, da água e do ar, prejudicando a f auna, a f lora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do
telef one indicado no rótulo para sua devolução e destinação f inal.
A desativação do produto é f eita através de incineração em f ornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases ef luentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específ ica, que inclui o
acompanhamento da f icha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser
transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
Ceará: é vetada a pulverização aérea de agrotóxicos no Estado, conf orme Lei nº 16.820, de 08 de janeiro de
2019.
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