Diox
Ouro Fino Química S.A. - Uberaba
Herbicida
diurom (uréia) (500 g/L)
Informações
Número de Registro
00812
Marca Comercial
Diox
Formulação
SC - Suspensão Concentrada
Ingrediente Ativo
diurom (uréia) (500 g/L)
Titular de Registro
Ouro Fino Química S.A. - Uberaba
Classe
Herbicida
Modo de Ação
Seletivo
Classe Toxicológica
Categoria 4 Produto Pouco Tóxico
Classe Ambiental
Produto Muito Perigoso ao Meio Ambiente
Registrado para
Cultura
Nome Científico
Nome Comum
Algodão
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Algodão
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Algodão
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Algodão
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Algodão
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Algodão
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Algodão
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Algodão
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Algodão
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Algodão
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Café
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Café
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Café
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Café
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Café
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Café
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Café
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Café
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Café
Cyperus sesquiflorus
capim-de-cheiro (1); capim-santo; junquinho (9)
Café
Desmodium adscendens
carrapicho (3); carrapicho-beiço-de-boi (3); marmelada-de-cavalo
Café
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Café
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Café
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Café
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Café
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Café
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Café
Rhynchelytrum repens
capim-favorito; capim-gafanhoto; capim-molambo
Café
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Café
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Café
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Café
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Café
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Cana-de-açúcar
Ageratum conyzoides
catinga-de-bode; erva-de-são-joão (1); mentrasto
Cana-de-açúcar
Alternanthera tenella
apaga-fogo (2); corrente; periquito (2)
Cana-de-açúcar
Amaranthus deflexus
bredo (2); bredo-rasteiro; caruru (1)
Cana-de-açúcar
Amaranthus hybridus
bredo (3); caruru-branco; caruru-roxo
Cana-de-açúcar
Amaranthus viridis
bredo (1); caruru (2); caruru-de-mancha
Cana-de-açúcar
Bidens pilosa
fura-capa; pico-pico; picão (1)
Cana-de-açúcar
Brachiaria plantaginea
capim-marmelada (1); capim-papuã; capim-são-paulo
Cana-de-açúcar
Cenchrus echinatus
capim-amoroso; capim-carrapicho; capim-roseta
Cana-de-açúcar
Cyperus sesquiflorus
capim-de-cheiro (1); capim-santo; junquinho (9)
Cana-de-açúcar
Desmodium adscendens
carrapicho (3); carrapicho-beiço-de-boi (3); marmelada-de-cavalo
Cana-de-açúcar
Digitaria horizontalis
capim-colchão (1); capim-de-roça; capim-milhã (2)
Cana-de-açúcar
Digitaria insularis
capim amargoso; capim açu; capim flexa
Cana-de-açúcar
Digitaria sanguinalis
capim-colchão (2); capim-das-roças (2); milhã (1)
Cana-de-açúcar
Eleusine indica
capim-da-cidade (2); capim-de-pomar; capim-pé-de-galinha (1)
Cana-de-açúcar
Galinsoga parviflora
botão-de-ouro (3); fazendeiro (2); picão-branco (1)
Cana-de-açúcar
Gnaphalium spicatum
erva-branca; erva-macia; macela-branca
Cana-de-açúcar
Rhynchelytrum repens
capim-favorito; capim-gafanhoto; capim-molambo
Cana-de-açúcar
Richardia brasiliensis
poaia; poaia-branca; poaia-do-campo (2)
Cana-de-açúcar
Sida cordifolia
guanxuma (2); malva (1); malva-branca (1)
Cana-de-açúcar
Sida glaziovii
guanxuma-branca; malva-guaxima; mata-pasto (3)
Cana-de-açúcar
Sida rhombifolia
guanxuma (3); mata-pasto (4); relógio (1)
Cana-de-açúcar
Solanum americanum
erva-de-bicho (1); erva-moura; maria-pretinha
Conteúdo da Bula
BULA_DIOX_ATUAL_ADAMA_06.08.2024_V.08
DIOX®
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA sob nº 0812
COMPOSIÇÃO:
3-(3,4-dichlorophenyl)-1,1-dimethylurea (DIUROM)………………………………. 500,00g/L (50,0% m/v)
Outros Ingredientes ............................................................................................. 675,00g/L (67,5% m/v)
GRUPO C2 HERBICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: Herbicida seletivo de ação sistêmica
GRUPO QUÍMICO: Uréia
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO (*):
OURO FINO QUÍMICA S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - Lote 5 – Distrito Industrial III
CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Tel.: (16) 3518-2000 - Fax: (16) 3518-2251 - SAC: 0800 941 5508
Registro Estadual IMA/MG N° 8.764
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO TÉCNICO E FORMULADO
FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:
DIUROM TÉCNICO OURO FINO - Registro MAPA n° 3410
ANHUI GUANGXIN AGROCHEMICAL CO., LTD.
Pengcun Village, Xinhang Town Guangde County, Xuancheng, 242235, Anhui, China
NINGXIA WYNCA TECHNOLOGY CO. LTD.
Taisha Industry Park, Pingluo, Ningxia, China
DIURON TÉCNICO MILENIA - Registro MAPA n° 58902
ADAMA BRASIL S.A.
Avenida Júlio de Castilho, 2085 - Coqueiros
CEP 95860-000 – Taquari/RS - CNPJ 02.290.510/0004-19
Número de registro do estabelecimento/Estado: 001047/99- SEAPA/RS
ADAMA BRASIL S.A.
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 – Parque Rui Barbosa
CEP 86031-610 – Londrina/PR - CNPJ 02.290.510/0001-76
Número de registro do estabelecimento/Estado: 003263- ADAPAR/PR
ADAMA AGAN LTD.
Haashlag Street 3 Northern Industrial Zone - Ashdod 7710201 - P.O Box 262 – Israel
FMC QUÌMICA DO BRASIL LTDA.
Rod. Presidente Dutra s/n, Km 280/A - Pombal– Barra Mansa/RJ
CEP 27365-000– CNPJ 04.136.367/0037-07
Cadastro Estadual LOR nº IN051696 no INEA/RJ
DIURON TÉCNICO 970 BR - Registro MAPA n° 2194
ADAMA BRASIL S.A.
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 – Parque Rui Barbosa
CEP 86031-610 – Londrina/PR - CNPJ 02.290.510/0001-76
Número de registro do estabelecimento/Estado: 003263- ADAPAR/PR
FMC QUÌMICA DO BRASIL LTDA.
Rod. Presidente Dutra s/n, Km 280/A - Pombal– Barra Mansa/RJ
CEP 27365-000– CNPJ 04.136.367/0037-07
Cadastro Estadual LOR nº IN051696 no INEA/RJ
DIUREX AGRICUR TÉCNICO - Registro MAPA n° 1768702
ADAMA AGAN LTD.
Haashlag Street 3 Northern Industrial Zone - Ashdod 7710201 - P.O Box 262 – Israel
DIUROM TÉCNICO OF - Registro MAPA n° 33519
JIANGSU LANFENG BIOCHEMICAL CO., LTD.
Suhua Road, Xinyi Economic and Technological Development Zone, 221400, Xinyi, Jiangsu - China
BULA_DIOX_ATUAL_ADAMA_06.08.2024_V.08
FORMULADOR/MANIPULADOR:
OURO FINO QUÍMICA S.A.
Av. Filomena Cartafina, 22335 - Quadra 14 - Lote 5 – Distrito Industrial III
CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: 09.100.671/0001-07
Registro Estadual IMA/MG N° 8.764
SIPCAM NICHINO BRASIL S.A.
Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III
CEP: 38044-755 - Uberaba/MG - CNPJ: 23.361.306/0001-79
Registro Estadual IMA/MG N°2.972
ANHUI GUANGXIN AGROCHEMICAL CO., LTD.
Pengcun Village, Xinhang Town Guangde County, Xuancheng, 242235, Anhui, China
NINGXIA WYNCA TECHNOLOGY CO., LTD.
Taisha Industry Park, Pingluo, Ningxia, China
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Agite antes de usar.
Indústria Brasileira
(Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4° do Decreto n° 7.212, de
15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II – MUITO PERIGOSO ao
Meio Ambiente
Cor da faixa: Azul intenso
BULA_DIOX_ATUAL_ADAMA_06.08.2024_V.08
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO:
DIOX® é um herbicida seletivo de ação sistêmica do grupo químico uréia, e usado em pré e pós-emergência no
controle de plantas infestantes nas culturas de algodão, café e cana-de-açúcar. DIOX® inibe o Fotossistema II e
consequente ocorre a interrupção da fotossíntese. O Diuron atua ligando-se à proteína D1, no sítio onde se acopla a
plastoquinona "Qb", interrompendo o fluxo de elétrons entre os Fotossistemas. As plantas daninhas quando
emergem apresentam cloroses entre as nervuras das folhas que evoluem para necroses, ocasionando a morte das
plantas. É prontamente absorvido pelas raízes e através das folhas das plantas infestantes. O grau de controle e a
duração do efeito variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura, teor de matéria orgânica, textura do
solo e nível de infestação.
CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
PARA APLICAÇÃO EM PRÉ-EMERGÊNCIA:
Plantas infestantes Doses
Modalidade N° Máximo
controladas Tipos de solos Volume de
Culturas de de
Nome Comum Calda
Arenoso Médio Argiloso aplicação Aplicações
(Nome Cientifico)
Caruru-roxo
Amaranthus hybridus
Picão-preto
Bidens pilosa
Capim-marmelada
Brachiaria plantaginea 3,2 L/ha 4,0 L/ha Pré-
Algodão 01 200 - 400 L/ha
Capim-colchão (1,6Kg i.a/ha) (2,0Kg i.a/ha) emergência
Digitaria horizontalis
Poaia-branca
Richardia brasiliensis
Guanxuma
Sida rhombifolia
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Pré-emergência: realizar a aplicação logo após a semeadura, antes da emergência da cultura e das plantas infestantes, em
área total ou em faixa sobre a linha de plantio (30 a 40 cm).
A cultura é sensível ao produto, por isso escolher cuidadosamente a dose correta a ser aplicada, em função do tipo de
solo e/ou teor de matéria orgânica.
Evitar a sobreposição da faixa pulverizada e o aumento da vazão provocado por redução de velocidade do trator nas manobras
e cabeceiras do campo.
Plantas infestantes Doses
Modalidade N° Máximo Volume de
controladas Tipos de solos
Cultura de de Calda
Nome Comum aplicação Aplicações (Terrestre)
Arenoso Médio Argiloso
(Nome Cientifico)
Mentrasto 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Ageratum conyzoides (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Apaga-fogo 3,2 L/ha
- -
Alternanthera tenella (1,6 Kg i.a/ha)
Caruru-rasteiro 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Amaranthus deflexus (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Caruru-roxo Pré- 200 - 400
Café 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha 01
Caruru-Branco emergência L/ha
(1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Amaranthus hybridus
Caruru-de-mancha
3,2 L/ha 4,8 L/ha
caruru-verde -
(1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha)
Amaranthus viridis
Picão-preto, picão 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Bidens pilosa (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
BULA_DIOX_ATUAL_ADAMA_06.08.2024_V.08
Capim marmelada
3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
capim papuã
(1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Brachiaria plantaginea
Capim-carrapicho
3,2 L/ha
Capim amoroso - -
(1,6 Kg i.a/ha
Cenchrus echinatus
Tiririca 3,2 L/ha 4,8 L/ha
-
Cyperus sesquiflorus (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha)
Pega-pega 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Desmodium adscendens (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Capim-colchão 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Digitaria horizontalis (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Capim-amargoso 3,2 L/ha
- -
Digitaria insularis (1,6 Kg i.a/ha)
Capim-colchão
3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Capim-milhã
(1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Digitaria sanguinalis
Capim-pé-de-galinha
3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Capim-de-pomar
(1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Eleusine indica
Picão-braco
3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Fazendeiro
(1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Galinsoga parviflora
Macela-branca 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Gnaphalium spicatum (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Capim-favorito 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Rhynchelytrum repens (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Poaia-branca 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Richardia brasiliensis (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Malva-branca 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Sida cordifolia (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Guanxuma-branca 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Sida glaziovii (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Guanxuma, Mata-pasto 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Sida rhombifolia (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Erva-moura, maria-
3,2 L/ha
pretina - -
(1,6 Kg i.a/ha)
Solanum americanum
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Aplicar em jato dirigido logo após a arruação ou após a esparramação.
A umidade do solo é necessária para uma boa ação do produto.
IMPORTANTE: Não utilizar em cultura de café com menos de 2 anos de idade. Não atingir as folhas das culturas com a
pulverização do produto.
Plantas infestantes Doses
Modalidade N° Máximo Volume de
controladas Tipos de solos
Cultura de de Calda
Nome Comum aplicação Aplicações (Terrestre)
Arenoso Médio Argiloso
(Nome Cientifico)
Mentrasto 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Ageratum conyzoides (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Apaga-fogo 3,2 L/ha
- -
Alternanthera tenella (1,6 Kg i.a/ha)
Cana-de- Pré- 200 - 400
Caruru-rasteiro 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha 01
açúcar emergência L/ha
Amaranthus deflexus (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Caruru-roxo
3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Caruru-branco
(1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Amaranthus hybridus
BULA_DIOX_ATUAL_ADAMA_06.08.2024_V.08
Plantas infestantes Doses
Modalidade N° Máximo Volume de
controladas Tipos de solos
Cultura de de Calda
Nome Comum aplicação Aplicações (Terrestre)
Arenoso Médio Argiloso
(Nome Cientifico)
Caruru-de-mancha
3,2 L/ha 4,8 L/ha
Caruru-verde -
(1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha)
Amaranthus viridis
Picão-preto, picão 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Bidens pilosa (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Capim-marmelada
3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Capim-papuã
(1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Brachiaria plantaginea
Capim-carrapicho
3,2 L/ha
capim-amoroso - -
(1,6 Kg i.a/ha)
Cenchrus echinatus
Tiririca 3,2 L/ha 4,8 L/ha
-
Cyperus sesquiflorus (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha)
Pega-pega 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Desmodium adscendens (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Capim-colchão 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Digitaria horizontalis (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Capim-amargoso 3,2 L/ha
Digitaria insularis (1,6 Kg i.a/ha)
Capim-colchão
3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
capim-milhã
(1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Digitaria sanguinalis
Capim-pé-de-galinha
3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
capim-de-pomar
(1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Eleusine indica
Picão-branco
3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Fazendeiro
(1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Galinsoga parviflora
Macela-branca 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Gnaphalium spicatum (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Capim-favorito 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Rhynchelytrum repens (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Poaia-branca 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Richardia brasiliensis (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Malva-branca 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Sida cordifolia (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Guanxuma-branca 3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Sida glaziovii (1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Guanxuma
3,2 L/ha 4,8 L/ha 6,4 L/ha
Mata-pasto
(1,6 Kg i.a/ha) (2,4 Kg i.a/ha) (3,2 Kg i.a/ha)
Sida rhombifolia
Erva-Moura
3,2 L/ha
Maria-pretinha - -
(1,6 Kg i.a/ha)
Solanum americanum
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
A aplicação em área total, em cana-planta e cana-soca em pré-emergência da cultura e das plantas infestantes.
A umidade do solo é necessária para uma boa ação do produto.
BULA_DIOX_ATUAL_ADAMA_06.08.2024_V.08
PARA APLICAÇÃO EM PÓS-EMERGÊNCIA:
Plantas infestantes
N° Máximo Volume de
controladas Modalidade de
Cultura Doses de Calda
Nome Comum aplicação
Aplicações (Terrestre)
(Nome Cientifico)
Caruru-de-mancha
Amaranthus viridis
Picão-preto
Bidens pilosa
Capim-carrapicho
Cenchrus echinatus 3,2 - 4,0 L/ha
200 – 400
Algodão Pós-emergência 01
Capim-colchão L/ha
(1,6 – 2,0 Kg i.a/ha)
Digitaria sanguinalis
Guanxuma
Sida rhombifolia
Maria-pretinha
Solanum americanum
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Pós-emergência: aplicar quando a cultura apresentar cerca de 60 a 70 cm de altura, quando é possível a utilização de jato
dirigido para controle em pós-emergência inicial das plantas infestantes, que devem estar no estádio de desenvolvimento
máximo de 4 folhas para dicotiledôneas e 2 perfilhos para monocotiledôneas.
Ajustar os bicos para que não haja contato com as folhas do algodão e consequentes danos à cultura.
Não plantar outras culturas na área até um ano após a última aplicação.
Plantas infestantes
N° Máximo Volume de
controladas Modalidade de
Cultura Doses de Calda
Nome Comum aplicação
Aplicações (Terrestre)
(Nome Cientifico)
Mentrasto
Ageratum conyzoides
Apaga-fogo
Alternanthera tenella
Caruru-rasteiro
Amaranthus deflexus
Caruru-de-mancha
Caruru-verde
Amaranthus viridis
Picão-preto
Picão
Bidens pilosa
Capim-carrapicho
Capim-amoroso 3,2 – 6,4 L/ha
Cenchrus echinatus 200 - 400
Café Pós-emergência 01
L/ha
Tiririca (1,6 – 3,2 Kg i.a/ha)
Cyperus sesquiflorus
Pega-pega
Desmodium adscendens
Capim-colchão
Digitaria horizontalis
Capim-amargoso
Digitaria insularis
Capim-colchão
Capim-milhã
Digitaria sanguinalis
Capim-pé-de-galinha
Capim-de-pomar
Eleusine indica
BULA_DIOX_ATUAL_ADAMA_06.08.2024_V.08
Picão-branco
Fazendeiro
Galinsoga parviflora
Macela-branca
Gnaphalium spicatum
Capim-favorito
Rhynchelytrum repens
Poaia-branca
Richardia brasiliensis
Malva-branca
Sida cordifolia
Guanxuma-branca
Sida glaziovii
Guanxuma
Mata-pasto
Sida rhombifolia
Erva-muora
Maria-pretinha
Solanum americanum
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Aplicar em jato dirigido logo após a arruação ou após a esparramação.
Para aplicação em pós-emergência, as plantas infestantes devem estar no estádio de desenvolvimento máximo de 4 folhas
para dicotiledôneas e 2 perfilhos para monocotiledôneas.
Usar doses mais baixas para plantas infestantes menores e doses mais altas para plantas infestantes maiores.
A umidade do solo é necessária para uma boa ação do produto.
Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a aplicação a eficiência do produto pode diminuir.
IMPORTANTE: Não utilizar em cultura de café com menos de 2 anos de idade. Não atingir as folhas das culturas
com a pulverização do produto.
Plantas infestantes
N° Máximo Volume de
controladas Modalidade de
Cultura Doses de Calda
Nome Comum aplicação
Aplicações (Terrestre)
(Nome Cientifico)
Mentrasto
Ageratum conyzoides
Apaga-fogo
Alternanthera tenella
Caruru-rasteiro
Amaranthus deflexus
Caruru-de-mancha
Caruru-verde
Amaranthus viridis
Picão-preto
Picão
Bidens pilosa
Capim-carrapicho 3,2 -6,4 L/ha
Cana-de- 200 - 400
Capim-amoroso Pós-emergência 01
açúcar L/ha
Cenchrus echinatus (1,6 – 3,2 Kg i.a/ha)
Tiririca
Cyperus sesquiflorus
Pega-pega
Desmodium adscendens
Capim-colchão
Digitaria horizontalis
Capim-amargoso
Digitaria insularis
Capim-colchão
Capim-milhã
Digitaria sanguinalis
BULA_DIOX_ATUAL_ADAMA_06.08.2024_V.08
Plantas infestantes
N° Máximo Volume de
controladas Modalidade de
Cultura Doses de Calda
Nome Comum aplicação
Aplicações (Terrestre)
(Nome Cientifico)
Capim-pé-de-galinha
Capim-de-pomar
Eleusine indica
Picão-branco
Fazendeiro
Galinsoga parviflora
Macela-branca
Gnaphalium spicatum
Capim-favorito
Rhynchelytrum repens
Poaia-branca
Richardia brasiliensis
Malva-branca
Sida cordifolia
Guanxuma-branca
Sida glaziovii
Guanxuma
mata-pasto
Sida rhombifolia
Erva-moura
Maria-pretinha
Solanum americanum
ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Quando a aplicação for realizada em pós-emergência inicial, pode ser em área total ou jato dirigido.
Para aplicação em pós-emergência inicial em área total, as plantas infestantes devem estar em pleno desenvolvimento com
estádio máximo de 4 folhas para dicotiledôneas e 2 perfilhos para monocotiledôneas, sob condições de alta umidade e
temperatura acima de 21ºC. No momento da aplicação em pós-emergência inicial, a cultura deve estar no estádio máximo
de desenvolvimento de “esporão” (cana-planta) ou início de perfilhamento (cana-soca) por serem estas fases em que a
cultura é mais tolerante ao herbicida.
Quando o porte da cultura estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas infestantes ou do solo, recomenda-se a
aplicação em jato dirigido a fim de se evitar o efeito guarda-chuva. Neste caso a quantidade de produto deve ser calculada
considerando as faixas de aplicação.
Em pós-emergência usar doses mais baixas para plantas infestantes menores e doses mais altas para plantas infestantes
maiores.
A umidade do solo é necessária para uma boa ação do produto.
Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a aplicação a eficiência do produto pode diminuir.
MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
DIOX® pode ser aplicado na forma de pulverização terrestre ou aérea.
Para aplicação terrestre:
Utilizar um volume de calda de 200 - 400 L/ha
DIOX® deve ser aplicado através de equipamentos costais manuais ou tracionados e acionados por tratores. São
indicados bicos de jato em leque, que formam ângulos de 80 ou 110 graus. A pressão recomendada varia em 20 e
60 l/pol2, obtendo-se tamanhos de gotas com VMD entre 420 a 520 micron. As gotas menores são indicadas para
locais que não existam riscos de atingir as folhas de plantas de importância econômica por deriva. As gotas maiores
possibilitam a formação de película com distribuição homogênea do herbicida sobre o solo.
Para aplicação aérea:
Em aplicações aéreas recomenda-se utilizar um volume de calda de 40 a 50L/ha. A aeronave deve estar equipada
com bicos D-8 ou equivalentes com core 46, montados na barra com ângulo de 90º em relação à direção do voo. A
altura de voo deve ser de 3 a 4 metros e a faixa de aplicação entre 12 e 16 metros.
No momento da aplicação as condições ambientais devem ser:
• Temperatura ambiente: máxima de 27ºC.
• Umidade relativa do ar: mínima de 60%.
• Velocidade do vento: máxima de 6 km/h.
BULA_DIOX_ATUAL_ADAMA_06.08.2024_V.08
O pulverizador deve ser equipado com filtros com malha apropriada de acordo com a especificação dos bicos, para
evitar entupimentos durante a pulverização. Os filtros devem ser limpos diariamente, logo após o término da
pulverização para evitar acúmulo de impurezas, entupimento dos bicos e redução do volume de calda na
pulverização.
Em pós-emergência usar doses mais baixas para plantas infestantes menores e doses mais altas para plantas
infestantes maiores.
Em pulverizações com aeronaves agrícolas, sempre observar as normas técnicas previstas na Instrução
Normativa n° 2/2008 e no Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, bem como as disposições
constantes na legislação estadual e municipal.”.
MODO DE PREPARO DA CALDA:
- Colocar água limpa no tanque do pulverizador até ¾ do volume total.
- Adicionar o produto na dose indicada.
- Completar o volume de calda, agitando constantemente.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
• Equipamento de aplicação terrestre:
Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da
formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo que por
poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa
pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis
de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo
produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos.
Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos.
Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o
respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1
litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha
o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas
mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos
d’água, nascentes ou plantas úteis.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo 3.
6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2
vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do
tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento
perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a
legislação Estadual ou Municipal.
A correta realização do procedimento acima (procedimento de lavagem) reduz o risco da formação de depósitos
sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos e previne danos á outras culturas.
• Equipamento de aplicação aérea.
Após a aplicação do produto, ou em caso de utilização da aeronave para aplicação em outras culturas, deverá ser
feita a descontaminação completa da aeronave, conforme legislação vigente.
Procedimento para a descontaminação: Sempre utilize os equipamentos de proteção individual recomendado em
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO.
1. Lavar muito bem, com água limpa e sabão, interna e externamente o avião, circulando água pelas
tubulações e bicos.
2. Encher o tanque do avião com água limpa adicionando uma solução de amônia caseira (3% de amônia) na
proporção de 1 litro por 100 litros de água.
3. Circule esta solução pelas mangueiras, barras filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água
limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra, bicos e
difusores. Esvazie o tanque em local adequado a este tipo de procedimento, conforme legislação vigente.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita os passos N° 2 e 3.
6. Para finalizar, enxague completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água
limpa no mínimo 2 vezes
É recomendado a descontaminação da aeronave imediatamente após a aplicação para reduzir o risco da formação
de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas,
somente faz a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar
BULA_DIOX_ATUAL_ADAMA_06.08.2024_V.08
em contaminação cruzada com outros produtos e/ou danos a outras culturas.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas
as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de
água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras
fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e
ao clima. O APLICADOR É RESPONSÁVEL POR CONSIDERAR TODOS ESTES FATORES QUANDO DA
DECISÃO DE APLICAR.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado ou culturas sensíveis,
condições climáticas, estágio de desenvolvimento da cultura, etc., devem ser considerados como fatores que podem
afetar o gerenciamento da deriva.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
• Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas, desde que esse diâmetro
permita uma boa cobertura.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE
AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS
DESFAVORÁVEIS! Siga as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica
presentes na bula.
• Tipo de bico:
Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Considere o uso de bicos de baixa deriva. Siga
sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
• Altura da barra ou lança:
Regule a altura da barra ou lança para a menor altura possível para obter uma cobertura uniforme, reduzindo a
exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com
o solo, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
• Ventos:
O potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento
determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver RAJADAS DE VENTOS. No
caso de aplicação aérea, não aplicar em condições SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os
padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
• Temperatura e umidade:
Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para
reduzir o efeito da evaporação.
• Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar,
formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites
com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente
continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não
houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A
formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão
térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um
bom movimento vertical do ar.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão: 120 dias
Café: 30 dias
Cana-de-açúcar: 150 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a
aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade nas culturas para as quais o
produto é recomendado.
BULA_DIOX_ATUAL_ADAMA_06.08.2024_V.08
- Não aplique o produto com o solo seco. A umidade do solo é necessária para uma boa ação do produto.
- Em aplicações em pós emergência das plantas daninhas caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a
aplicação pode ocorrer redução na eficiência do produto.
- AVISO AO USUÁRIO: DIOX® deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula. A
OURO FINO QUÍMICA S.A. não se responsabiliza por perdas ou danos resultantes do uso deste produto de modo
não recomendado especificamente pela bula. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos
os riscos associados ao uso não recomendado.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Os EPIs visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição de
agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI´s específicos
descritos nas observações para preparação de calda durante a aplicação, após a aplicação, no descarte de
embalagens e no atendimento dos primeiros socorros.
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS
IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o
aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência
do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem
algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C2 para o controle do mesmo alvo, quando
apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o
manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados
à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de
Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO C2 HERBICIDA
O produto herbicida DIOX® é composto por Diurom, que apresenta mecanismo de ação dos inibidores do
fotossistema II, pertencente ao Grupo C2 segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à
Resistência de Herbicidas).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS INFESTANTES:
Incluir outros métodos de controle de plantas infestantes (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.) dentro
do programa de Manejo Integrado de Plantas Infestantes, quando disponível.
BULA_DIOX_ATUAL_ADAMA_06.08.2024_V.08
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em PRIMEIROS
SOCORROS e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de
crianças e de animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão,
botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO ou PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha;
avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção
lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Além disso, recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo manuseio
ou preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre
a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver sendo
aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia respeitando as melhores
condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras pessoas também
entrem em contato com a névoa do produto; e
- Equipamentos de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas
compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha;
máscara com filtro combinado (filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e
luvas nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função
do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final
do período de reentrada.
- Evite ao máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes
do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso
durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre
a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar
BULA_DIOX_ATUAL_ADAMA_06.08.2024_V.08
contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do
alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar
as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens, utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca
árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função
do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Pode ser nocivo se ingerido
ATENÇÃO Pode ser nocivo em contato com a pele
Nocivo se inalado
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito
ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente, durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados
e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR DIOX®
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico DIUROM: ureia.
Classe toxicológica CATEGORIA 4 – PRODUTO POUCO TÓXICO
Vias de exposição Dérmica e inalatória.
Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são relevantes considerando
a indicação de uso do produto e da utilização dos EPIs apropriados.
BULA_DIOX_ATUAL_ADAMA_06.08.2024_V.08
Toxicocinética Diurom: o diurom foi rápida e quase totalmente absorvido em ratos pela via oral e pela via
inalatória. Nas doses baixas, via oral, foi absorvido e excretado dentro de 24 horas após o
tratamento. Na dose mais alta, o diurom foi excretado dentro de 48 horas. A
biotransformação, após administração oral, ocorreu extensivamente em mamíferos via N-
demetilação e hidroxilação do anel fenil. O principal metabólito identificado na urina foi o
3,4-diclorofenilureia (DCPU); também foi identificado, em pequenas quantidades, o 4,5-
dicloro-2-hidroxifenilureia tanto na forma de glicuronídeo, na forma de conjugados com
sulfatos ou na forma livre. Os hidroxi-compostos foram excretados tanto na forma livre,
como na forma conjugada com ácido glicurônico, ou, menos comumente, conjugada com
ácido sulfúrico. A excreção ocorreu principalmente pela urina (80-91%) na qual foram
identificados oito metabólitos, mas também pelas fezes (8-15%), nas quais foram
identificados quatro metabólitos e apenas uma pequena quantidade de diurom excretado
na forma inalterada (<1,6%). Já após exposição inalatória, foram excretados o diurom
inalterado, e os três principais metabólitos na forma livre ou como conjugados: (N’-3,4-
diclorofenil)-N-metil ureia; (N’-3,4-diclorofenil)-ureia; e 3,4-dicloroanilina. Não há
evidências de bioacumulação desta substância nos tecidos.
Toxicodinâmica Diurom: Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade do diurom em
humanos nem em outras espécies de mamíferos.
Sintomas e sinais SINTOMAS DE ALARME: Irritação do trato gastrointestinal (náusea, vômito e dor
clínicos abdominal), irritação ocular (ardência e vermelhidão dos olhos); cianose; efeitos no
sistema nervoso como tontura e tremores.
Diurom: estudos em animais de experimentação mostraram que a exposição ao diurom
pode aumentar a metemoglobina que pode ser associada à ocorrência de cianose.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação no trato respiratório, com
tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição oral: a ingestão de grandes quantidades pode causar irritação do trato
gastrointestinal, com vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Em caso de ingestão de
grandes quantidades, pode ocorrer depressão do sistema nervoso central (dores de
cabeça, tonturas, fraqueza e sonolência) e hipoxemia associada a metemoglobinemia.
Exposição crônica: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição crônica em
humanos.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro
clínico compatível.
Tratamento CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: a pessoa que presta
atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de
descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de forma a não
se contaminar com o agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos,
com água abundante e sabão.
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
impermeáveis.
Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar
orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além
de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado
de consciência.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais
se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada perfusão
tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária ventilação pulmonar
assistida.
BULA_DIOX_ATUAL_ADAMA_06.08.2024_V.08
Medidas de descontaminação e tratamento:
Exposição Oral:
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a
cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de
intoxicação por diurom. Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se
necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g
de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12
anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
Exposição Inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias e
perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à
irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar
oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
Exposição Dérmica:
Remover as roupas contaminadas e lavar a área exposta com água em abundância e
sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
específico.
Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água ou solução salina 0,9% (soro
fisiológico) à temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor,
inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e de suporte de
acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.
Medidas sintomáticas e de manutenção:
Em caso de metemoglobinemia causada pela exposição ao diurom, trate os pacientes
sintomáticos com azul metileno.
- Monitore a contagem de células sanguíneas, testes de função hepática e nível de
metemoglobina após exposições significativas ao diurom ou em pacientes sintomáticos.
- Azul de metileno: em caso de metemoglobinemia, determine a concentração de
metemoglobina e avalie os sinais clínicos deste quadro como dispneia, cefaleia, fadiga,
depressão do sistema nervoso central, taquicardia e acidose metabólica. Trate os
pacientes sintomáticos com azul metileno (geralmente ocorre com níveis de
metemoglobinemia acima de 20-30%, mas pode ocorrer com níveis mais baixos de
metemoglobina em pacientes com anemia, desordens pulmonares ou cardiovasculares).
Dose inicial/adulto ou criança: 1-2 mg/kg/dose (0,1-0,2 mL/kg/dose) via intravenosa acima
de 5 minutos, conforme necessário, a cada 4 horas. A melhora é observada rapidamente
após a administração se o diagnóstico estiver correto. O azul de metileno também pode
ser administrado por infusão intraóssea se o acesso intravenoso não puder ser
estabelecido. Neonatos: 0,3-1 mg/kg. Doses adicionais podem ser necessárias,
especialmente para substâncias com absorção prolongada, baixa eliminação, ou aquelas
que originam metabólitos que produzem metemoglobinemia. Doses elevadas de azul de
metileno podem causar metemoglobinemia pela oxidação direta da hemoglobina ou
hemólise.
- Fluidos intravenosos podem ser úteis no restabelecimento do volume de fluido
extracelular após vômito severo e diarreia
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite
química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das vias
respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; pacientes
com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não
significativa.
BULA_DIOX_ATUAL_ADAMA_06.08.2024_V.08
Efeitos das
Não são conhecidos.
interações químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento,
ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT –
ANVISA/MS.
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos de
ATENÇÃO Notificação Compulsória. Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de
Notificação (SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária
(Notavisa)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 701 0450
Endereço eletrônico da empresa: www.ourofinoagro.com.br
Correio Eletrônico da empresa: www.ourofinoagro.com.br/contato/
Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Vide item Toxicocinética e Toxicodinâmica.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: ≥5000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos: Não determinada nas condições do teste.
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: não irritante à pele. A substância-teste aplicada na pele dos coelhos não
causou reações cutâneas.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: não irritante aos olhos. A substância-teste aplicada no olho dos coelhos não
causou reações oculares.
Sensibilização cutânea em cobaias: produto não sensibilizante.
Sensibilização respiratória: não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais de
experimentação.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa (teste de
Ames) nem no teste do micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Diurom: Nos estudos conduzidos com animais de experimentação, o diurom apresentou potencial cancerígeno em
ratos e camundongos, pois causou neoplasia no urotélio de ratos e carcinomas de mama em camundongos, sempre
na maior dose testada, por um mecanismo não genotóxico. Em ratos, a exposição repetida afetou o sistema
sanguíneo (anemia hemolítica). O diurom não apresentou potencial teratogênico em ratos e coelhos e nem
apresentou toxicidade para a reprodução de ratos.
BULA_DIOX_ATUAL_ADAMA_06.08.2024_V.08
INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
DADOS RELATIVOS à PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros
de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta)
metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de
Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa OURO FINO QUÍMICA S.A. - Telefone de Emergência:
0800 707 7022.
- Utilize equipamento de proteção individual-EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos
d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque
em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deve ser mais utilizado. Neste caso,
consulte o registrante pelo telefone indicado no rótulo, para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque
em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem
das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico seco (PQS), ficando a favor
do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE
EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
BULA_DIOX_ATUAL_ADAMA_06.08.2024_V.08
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de
Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento,
adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical
durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o
jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo
usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade,
será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após
a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais
e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,
ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na
nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais
e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, sacarias, após a devolução pelos usuários, somente poderão ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
BULA_DIOX_ATUAL_ADAMA_06.08.2024_V.08
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados
com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambiental componente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e
outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE ESTADUAL, DO DISTRITO FEDERAL OU
MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.